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Sede do STU também foi atingida pelas fortes chuvas

Na tarde desta quarta-feira (2) uma forte chuva caiu sobre a região de Barão Geraldo e Unicamp. Segundo meteorologistas, a quantidade de chuva corresponde ao esperado para um mês.

Na Unicamp houve várias áreas inundadas com veículos e prédios sofrendo com a invasão de água, trazendo vários prejuízos.

A Unicamp não se pronunciou sobre a enchente até o momento e a Defesa Civil ficou de divulgar um balanço dos estragos até o final desta quinta (3).

O prédio do STU, localizado no Ciclo Básico da universidade, sofreu uma forte enchente que causou prejuízos e perdas materiais.

Por razão da inundação, o STU está com seu atendimento prejudicado até que se faça o processo de limpeza, higienização e reparos nos equipamentos. A previsão de normalização das atividades é nesta segunda-feira (7).

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PEC 395/2014: STU na luta contra o fim da gratuidade no ensino superior

Foi aprovada em primeiro turno no dia 17 de fevereiro e está para ser submetida a votação em segundo turno a Proposta de Emenda Consticional 395/2014. O texto acaba com a gratuidade nos cursos superiores de extensão e especialização nas universidades e escolas de educação básica.
A matéria será apreciada em segunda votação (ainda sem previsão de data). Se aprovada, será remetida ao Senado Federal.
Esse é mais um passo na desresponsabilização do Estado com o financiamento das universidades e a mercantilização da educação.

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STU realizará atividades no Dia Internacional de Luta das Mulheres

Em reunião realizada na última quinta-feira, 25/2, o Departamento de Mulheres do STU deu início a preparação das atividades do 8 de março – Dia Internacional de Luta das Mulheres.
Neste dia, o Departamento de Mulheres do STU realizará atividades para reivindicar igualdade de direitos e reafirmar a luta contra todas as formas de violência contra as mulheres. Confira o calendário das atividades já confirmadas.
8 de Março 2016
6h30 – Café da Manhã e Exposição de Fotos (na entrada pelo estacionamento da creche – atrás do colégio Sérgio Porto).
12h – Oficina de “Amarração” de Turbante.

10 de Março 2016
12h – Oficina de Defesa Pessoal.

12 de Março 2016
Participação no ato chamado pelos movimentos sociais, seguido de caminhada pelas ruas centrais de Campinas sob o tema “Mulheres Ocupam as Ruas e a Política, Por Nenhum Direito a Menos”. Concentração às 9h na Estação Cultura de Campinas e encerramento no Largo da Catedral.

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Assembleia dia 9 discute pauta unificada da campanha salarial

Atividade terá início ao meio-dia no Ciclo Básico

Toda a categoria está convocada a participar da assembleia geral que vai discutir a proposta de pauta unificada encaminhada pelo Fórum das Seis para a campanha salarial deste ano.

A direção do sindicato segue cobrando o agendamento de reunião com o reitor José Tadeu Jorge para retomar o debate sobre o atraso na efetivação da isonomia salarial com a USP. A Unicamp ainda está quatro referências atrás daquela Universidade e com o fechamento da arrecadação tributária estadual do ano passado (que, segundo a Secretaria da Fazenda, consolidou um total de R$ 122.849 bilhões de ICMs), é hora de reabrir o diálogo.
Além disso, a diretoria do STU aguarda a publicação do acórdão do julgamento do STF sobre os supersalários.
A diretoria do STU realça que para construir uma grande mobilização em torno das reivindicações é fundamental a realização das reuniões de unidade e o fortalecimento da mobilização em cada local de trabalho, além de uma forte presença da categoria na assembleia.

Luta contra a privatização
No ultimo dia 23 o diretor do STU Marcílio Ventura acompanhou o ato unitário promovido pelo Fórum das Seis na Unesp Botucatu. Foi lançada no evento uma nova edição da revista ‘Cadernos da Adunesp’ com pauta central contra a autarquização dos hospitais universitários. A publicação demonstra como a desvinculação do Hospital de Clínicas de Botucatu – que era parte da Unesp -, ocorrida em 2000, levou ao aprofundamento das terceirizações e precariedade do atendimento e das condições de trabalho.
Aqui na Unicamp a derrota dessa política em 2013 foi fundamental para a defesa da excelência do HC, apesar de todos os problemas existentes.

Confira a agenda de atividades:

8/3 – terça
Atividades do Dia Internacional
de Luta das Mulheres
9/3 – quarta
Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp
10/3 – quinta
Reunião do F6, em São Paulo, para debater as propostas aprovadas nas assembleias.
11 a 18/3
Segunda rodada de assembleias de base.
12/3
Concentração às 9h na Estação Cultura de Campinas para o ato “Mulheres Ocupam as Ruas e a Política, Por Nenhum Direito a Menos”.
22/3 -terça
Reunião do F6, em São Paulo, para avaliar o retorno das assembleias e, se possível, fechar a pauta de reivinficações.
Até 31/3 – quinta
Protocolo da Pauta junto ao Cruesp.

 

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Trabalhadoras da educação infantil conquistam vitória histórica

Teve início na última quinta-feira (25) o Curso de Especialização em Educação de Crianças e Pedagogia da Infância, resultado da parceria entre a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) e a Faculdade de Educação (FE) em atendimento uma demanda histórica das profissionais da Divisão que reivindicam tempo para formação dentro do expediente. O curso é dirigido às professoras do CECI, CAS e Prodecad. A coordenação do projeto está sob responsabilidade da professora prof. Adriana Missae Momma e Eliana Ayoub, de Faculdade de Educação.
Essa conquista é fruto de muita mobilização e luta das profissionais da educação infantil. Foram abertas 40 vagas para este ano, com compromisso de mais 40 vagas para o próximo ano. Agora, a luta é pela ampliação das vagas para as demais redes da região e pela garantia de 1/3 da jornada para formação e planejamento dos trabalhos, na prática.
A vitória não é só das professoras, mas também dos pais e mães das crianças e de toda a sociedade que contarão com profissionais ainda mais capacitadas e um projeto educacional que trabalhará com uma nova visão de educação e, também, um novo papel para a universidade, voltada para a emancipação e valorização da arte, da cultura e da sociologia da criança.
“Para o STU o atendimento dessa reivindicação é uma vitória das profissionais da DEdIC, que entenderam a importância do aprimoramento profissional e da melhoria das suas atividades e, principalmente, das crianças, explicou a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa.
Para Zilda, ex-diretora do STU “Essa iniciativa do curso é uma vitória e uma conquista que vem sendo travada há muitos anos dentro da Unicamp. Esse projeto prova que a educação pode ser integradora, humana, social e emancipatória também… Acredito que é na militância dos movimentos de educação e sindical que construímos estas e outras consciências para avançar nessa universidade em relação a formação, carreira e tudo que temos direito”, concluiu Zilda.

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Aprovação do projeto de José Serra ameaça a soberania nacional

No último dia 24 o Senado Federal aprovou o projeto de lei 131/2015, que tira da Petrobras a exclusividade da operação nas áreas da camada pré-sal. A proposta, apresentada pelo tucano José Serra (PSDB/SP) é um verdadeiro atentado à soberania nacional ao possibilitar que as empresas multinacionais do petróleo se apropriem de jazidas que hoje não é nem possível estimar quanto petróleo podem dar. Sem falar que a exclusão do domínio estatal sobre essa riqueza natural em tempos de crise internacional dos preços do petróleo abre as portas para uma exploração desenfreada sem nenhuma preocupação ambiental, o que pode levar a resultados catastróficos, como os vistos no episódio da destruição do Rio Doce e toda a região da cidade mineira de Mariana.
Em repúdio à votação e para pressionar os deputados federais a derrubarem o PL, que ainda vai a voto na Câmara dos Deputados, diversos movimentos sociais organizam uma marcha a Brasília no próximo dia 10 (quinta-feira).
A manifestação é convocada pela CTB, CUT, FUP (Federação Única dos Petroleiros), UNE, UBES, MST e a Frente Brasil Popular e pretende ocupar as galerias da Câmara.

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Diretoria do STU leva apoio aos trabalhadores que ocupam a Mabe

Diretores do STU estiveram nesta última segunda-feira, 29/2, na ocupação da fábrica Mabe de Campinas para levar o apoio e solidariedade a luta dos 1.900 trabalhadores e entregar a doação do STU e da Adunicamp de 40 cestas básicas aos lutadores. Além disso, o STU se colocou à disposição para ajudar no que for necessário. Estiveram presentes na entrega os diretores do STU Marcílio Ventura, João Raimundo (Kiko), Genézio Mesquita, João Vitório Zago e Osvaldo Sales.
O sindicato dos metalúrgicos de Campinas e região, junto com os trabalhadores da Mabe ocuparam a empresa preventivamente, no dia 15 de fevereiro de 2016, para cobrar o pagamento de salários dos últimos três meses, 13º e direitos trabalhistas e impedir que os empresários vendam as máquinas e o patrimônio da empresa. O sindicato questiona também a legalidade e legitimidade do processo de falência da empresa.

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Vestibular 2016: resultados evidenciam necessidade de políticas de permanência

A reitoria divulgou no último dia 12 que 51,9% dos aprovados no vestibular deste ano são oriundos de escolas públicas. Do total de aprovados 22,36% são autodeclarados negros (pretos e pardos) ou indígenas. No aspecto social os dados são uma vitória da luta movida por entidades, organizações e movimentos por uma universidade mais inclusiva. No recorte racial, entretanto, a meta da própria universidade (35%) não foi mais uma vez atingida, o que evidencia a importância da Unicamp cumprir a legislação federal que assegura a reserva de vagas para afrodescendentes e indígenas como reparação histórica aos efeitos de uma sociedade construída sobre a base da escravidão e da discriminação racial.
Durante a coletiva que anunciou os números o reitor José Tadeu Jorge apontou que a Universidade ainda não sabe porque em alguns cursos é baixa a quantidade de inscritos no perfil socioeconômico e racial aos quais se destinam as políticas afirmativas.
A direção do sindicato saúda a vitória dos novos estudantes e reafirma as análises de estudiosos sobre o tema que apontam as desigualdades sociais e de raça no Brasil como elementos que rebaixam inclusive as perspectivas de muitos jovens, afastando-os da busca por uma formação de nível superior. É preciso avançar mais na superação desta chaga para construir uma universidade efetivamente democrática e popular. Além disso, potencializa-se agora para a Unicamp o desafio de promover políticas de permanência estudantil a fim de assegurar que estes jovens ingressantes tenham assegurado seu direito à conclusão dos cursos e também a importância da luta que o Fórum das Seis trava junto ao Cruesp por avanços do GT de Assistência Estudantil.

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Boletim do STU 03/2016

Baixe aqui Boletim 03/2016, de 2 março de 2016.

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Creche não reconhece direito dos pais Funcamp

O STU recebeu denúncias de que a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) está colocando impedimentos ao reconhecimento de pais funcionários da Funcamp, como os responsáveis por suas crianças. O sistema está negando o direito de pais colocarem filhos na creche ou receberem o auxilio criança. O direito está preservado apenas para mães.
O Estado e as instituições públicas deveriam atuar no sentido de garantir que a maternidade não significasse, em boa medida, o sacrifício da vida particular das mulheres. Isso se faz envolvendo os pais na responsabilidade dos cuidados e provendo serviços de atendimento das demandas que ainda são vistas como responsabilidades exclusivas das mulheres. O exemplo da creche da UNICAMP vai no sentido contrário. O STU solicitará uma reunião com a Divisão para apurar a situação e cobrar providências a respeito.

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Reunião organizará atividades do 8 de março

Será realizada nesta quinta-feira, 25/2, uma reunião do Departamento de Mulheres do STU com o objetivo de organizar as atividades do 8 de março – Dia Internacional de Luta das Mulheres. A reunião terá início às 12 horas na sede do STU. Participe!

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Fórum das Seis prepara campanha salarial unificada 2016

Recomposição salarial e isonomia dos pisos entre nas três universidades são as prioridades.

Com a proposta de manutenção do eixo da campanha salarial do ano passado – “Arrocho não! Isonomia já!” – a pauta retoma as reivindicações não atendidas no ano passado, a luta pela isonomia salarial na USP, Unicamp e Unesp, e inclui a atualização da proposta de reajuste.
Sobre o percentual para reposição de perdas o Fórum propõe que seja avaliada nas assembleias de base nas três universidades a reposição pelo ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 e a reposição parcial das perdas históricas, onde já se aponta um índice de 3% para diminuir a defasagem salarial acumulada ao longo dos anos.
Também será avaliado pelas assembleias se a pauta manterá a reivindicação de “nova negociação salarial em setembro/outubro 2016”, reafirmando a responsabilidade dos reitores em cumprir o acordo firmado em 1991, ou se manter essa demanda pode facilitar às administrações parcelar o percentual de reajuste.
A diretoria do STU lembra que em 2015 o parcelamento não garantiu a reposição da inflação acumulada ao longo do ano.

Financiamento
A luta pelo aumento do financiamento dos atuais 9,57% do ICMS para 11,6% também está na pauta. Congelada há mais de 20 anos, a destinação de recursos às universidades estaduais paulistas é absolutamente insuficiente e tem levado ao desmonte dos principais centros de pesquisa e formação superior do país. Na USP já foi aprovada a entrega do hospital de Bauru à Secretaria de Saúde e houve extinção de cargos, fechamento de creches e leitos no HU. Na Unesp estão suspensas as avaliações para progressão nas carreiras docente e técnico-administrativa. E na Unicamp os contingenciamentos estabelecidos pelas resoluções GR 02/2015 e GR 015/2015 afetam a reposição de pessoal, planejamento estratégico e o funcionamento cotidiano da Universidade.

Fortalecer a mobilização na Unicamp
Aqui na Universidade é preciso construir uma grande mobilização a partir das unidades para garantir a retomada da discussão com a reitoria sobre a isonomia dos pisos salariais com a USP e o reajuste dos vencimentos e do auxílio alimentação.
Há dois anos não é realizada a avaliação para as progressões na carreira e ainda estamos quatro referências abaixo dos valores praticados na Universidade de São Paulo. Além disso, desde 2013 o auxílio alimentação não é reajustado. E o reitor descumpriu os compromissos relativos à integralização da isonomia dos pisos salariais com a USP.
Para discutir a pauta geral e específica da campanha salarial é fundamental a realização das reuniões de unidade e o fortalecimanto da mobilização em cada local de trabalho, além de realizarmos uma grande assembleia no próximo dia 9/3.

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Movimentos vão a Brasília em luta por direitos

No dia 31 de março as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem dezenas de entidades do movimento sindical e social brasileiro, vão realizar uma marcha nacional em Brasilia contra a reforma da previdência (já anunciada pelo governo com o objetivo de aumentar o tempo de serviço das mulheres e trabalhadores rurais, além de retirar outros direitos), contra ajuste fiscal e o corte nos gastos sociais. O ato também cobrará políticas de garantia do emprego e defesa dos direitos dos trabalhadores e manifestará seu posicionamento contra o impeachment da presidenta Dilma e pelo Fora Cunha.
No mesmo dia, a partir das 9 horas na Avenida Paulista, aposentados também se manifestam contra a reforma previdenciária.
O STU estará presente nos atos.

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Alckmin faz caixa com dinheiro das universidades para bombardear o povo

O jornal “O Estado de S.Paulo” destacou no último dia 5 que as universidades estaduais paulistas receberam no ano passado R$ 475 milhões a menos do que a previsão orçamentária de 2015. O jornal ressalta ainda que “foi o segundo ano consecutivo em que receberam repasse menor do que o estimado. Na soma de 2014 e 2015, o montante é de R$ 824 milhões a menos do que o previsto nos orçamentos dos dois anos, em valores nominais”.
Em janeiro, o governador Geraldo Alckmin baixou o decreto 61.802 cortando R$ 7 bilhões do orçamento deste ano. Da Unicamp serão contingenciados R$ 54 milhões de investimentos e outras despesas correntes, que não incluem folha.
A crise econômica é usada como argumento para tungar o financiamento da educação, mas a verdade é que a política do tucanato é investir em repressão e desmontar as áreas sociais. Ao jornal “Metro/Campinas”, Geraldo Alckmin declarou em entrevista no mesmo dia 5 que “o problema da falta de recursos não é exclusividade das universidades. Temos problemas na saúde, na segurança, enfim; o Estado está sofrendo; o país está sofrendo.” No entanto, outro levantamento feito pelo site “Brasil Post” com dados do Diário Oficial do Estado mostra o investimento do Estado na PM aumentou 112%, entre 2013 e 2014. Somente em bombas de gás saltaram de R$ 9,9 milhões para R$ 20,9 milhões os gastos para a aquisição de 17,5 mil bombas ao custo médio de R$ 226 cada. No ato contra o aumento das tarifas de ônibus ocorrido no dia 21 de janeiro na capital paulista foi atirada uma bomba de gás a cada dois segundos. E o Estado ainda comprou seis blindados israelenses por R$ 30 milhões e 180 armaduras para policiais usarem na repressão a movimentos organizados, pagando R$ 783 mil.

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95 servidores já obtiveram liminares suspendendo descontos de IAMSPE

Até a conclusão desta edição, 95 servidores já tinham sido contemplados com a decisão judicial determinando a cessação dos descontos compulsórios ao IAMSPE em seus vencimentos. As duas ações foram patrocinada em caráter particular pelo Escritório de Advocacia Cremasco.
Os servidores estatutários que tiverem interesse em ingressar com ação para cancelar o desconto podem contar com os advogados, embora os custos processuais sejam de responsabilidade integral dos interessados porque esta não é uma ação do sindicato. Para fazer parte das ações é necessário entregar até o dia 15 de março cópia de RG e holerite recente, além de assinar procuração.
Já existem inúmeras decisões assegurando o direito a servidores estaduais de outras categorias não serem obrigados a contribuir com o Instituto, caso não utilizem o atendimento do hospital e sua rede credenciada.
É importante que o servidor saiba que, uma vez concedido o fim da contribuição, a decisão é irreversível. Também não é possível cobrar devolução de valores já pagos.
O STU defende a ampliação do atendimento e considera fundamental uma estrutura pública de atenção à saúde do funcionalismo, mas avalia que é legitimo que os usuários tenham a opção de escolher utilizar ou não os serviços do Iamspe.

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Trabalhadores da Área da Saúde enfrentam vazamentos, tetos caindo e desrespeito às 30 horas

Há vários boletins o STU vem denunciando a precariedade das condições de trabalho na Área da Saúde. A direção do sindicato também vem cobrando aos gestores medidas efetivas com prazos determinados para a solução dos problemas, mas não tem se verificado a necessária prioridade à dignidade no trabalho e no atendimento à população. Esta realidade viola o acordo firmado pela Unicamp com o Ministério Público do Trabalho em 2001, e o sindicato tomará as providências necessárias caso as administrações sigam se esquivando.

Sujeira, teto danificado  e vazamentos no Caism
No Pronto Atendimento do Caism, os aparelhos de ar condicionado de consultórios, corredores e salas apresentam vazamentos com risco inclusive de curto circuito, pois em vários desses locais as vazaduras ocorrem sobre instalações elétricas. Na recepção e entrada de pacientes, quando chove é necessária a colocação de baldes e panos no chão para captar a água. O teto de um dos consultórios está quebrado há mais de um ano, deixando a fiação exposta. O acúmulo de umidade gera manchas e mofo nas paredes, o que é incompatível com um ambiente hospitalar.
Soluções já foram cobradas por diversas vezes pelos funcionários às chefias imediatas e a direção do STU busca há tempos discutir o tema com a superintendência da unidade, sem sucesso.
Agora, a partir das 22 horas, o banheiro do PA está sendo usado por trabalhadores homens e mulheres, em discordância com a NR-24, por determinação do serviço de hotelaria.
Procurada, a superintendência do Caism enviou uma nota na qual ressalta a importância da unidade e que o sindicato é um aliado na defesa do hospital, e reconhecendo que “atenção qualificada e vultosa ofertada diariamente pelo Caism desde a sua fundação é fruto do trabalho de excelência desenvolvido por seu corpo profissional”. No entanto, não deu prazos para solução dos problemas. Limitou-se a reconhecer que “as instalações encontram-se envelhecidas e, já há algum tempo, começaram a dar mostras de desgaste, problema que se agrava no período das chuvas”. Além de informar que tem tomado as medidas cabíveis (sem explicar quais).

Superintendente do HC se compromete com reforma do laboratório de Anatomia Patológica
Há mais de um ano os trabalhadores do HC também enfrentam problemas com vazamentos na unidade. Como já denunciado, o teto do Laboratório de Anatomia Patológica do HC corre risco de desabar completamente, já tendo ocorrido desprendimento de partes do forro. Apenas reparos paliativos foram realizados neste período e há outras áreas do hospital que também convivem com vazamentos, como reconheceu o superintendente do HC, professor João Batista de Miranda, em reunião com a diretoria do sindicato. Na conversa, João Batista informou que foi concluída recentemente a licitação para reparos do teto e do vazamento, e que as obras de impermeabilização da laje do hospital começam após o carnaval. As outras s unidades afetadas também estão no cronograma de trabalho de impermeabilização, segundo o superintendente.

Desrespeito às 30 horas nos laboratórios da FCM
Outra situação inaceitável para a direção do STU e os trabalhadores da Área da Saúde é o fato de que os laboratórios da Faculdade de Ciências Médicas não foram incluídos entre as atividades alcançadas pela resolução do Conselho Universitário que retomou a jornada de 30 horas nas funções ligadas à assistência à saúde. Há um ano os trabalhadores buscam reverter este quadro sem respostas das chefias.
O STU então solicitou reunião com a diretoria da FCM, representada pelo professor Roberto Teixeira Mendes, ocorrida no dia 28 de janeiro após muita insistência do sindicato. A posição da administração, no entanto, é que os laboratórios se inserem apenas nas atividades de pesquisa, apesar da função de técnico de laboratório ser caracterizada como assistencial e suas atividades serem reconhecidas como tal pelo Ministério Publico do Trabalho.
A direção do sindicato ressalta que os laboratórios da Área da Saúde têm como objetivo a pesquisa dentro da assistência – sendo fundamentais para o diagnóstico e tratamento de doenças.
A direção da FCM comprometeu-se a apresentar num prazo de 30 dias uma resposta à demanda e os funcionários ficaram de encaminhar à direção da unidade um documento descrevendo todas as atividades que desenvolvem (exames relacionados à assistência e à pesquisa e o número de procedimentos realizados mensalmente).
O STU cobrará ainda que a reitoria regulamente as 30 horas para acabar de vez com estas distorções.

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Moção de apoio aos trabalhadores da Mabe

Depois de vender milhões de fogões da marco Dako e Continental nos últimos 10 anos no Brasil, a multinacional Mabe, dona de 49 fábricas no exterior, resolveu fechar as portas e demitir 1.900 trabalhadores, deixando de pagar salários dos últimos três meses, 13º e direitos trabalhistas.
Esta multinacional teve isenção de impostos, patrocinado pelo governo federal aos fabricantes de eletrodomésticos.
Depois de ter lucros exorbitantes, de enviar para o exterior parte importante destes lucros, ao primeiro sinal de crise, ataca sem piedade seus trabalhadores, fechando as portas das duas fábricas que tem na Região metropolitana de Campinas.
O sindicato dos metalúrgicos de Campinas e região, junto com os trabalhadores da Mabe ocuparam a empresa preventivamente, no dia 15 de fevereiro de 2016, para impedir que os empresários vendessem as máquinas e o patrimônio da empresa.
Os trabalhadores da Mabe estão precisando de todo apoio da população brasileira, especialmente da classe trabalhadora. Não podemos permitir que o poder econômico descarregue todo o peso da crise nas costas dos operários, dos humildes.
Os eletrodomésticos da linha branca tiveram isenção de IPI durante anos, que engordaram os bolsos de patrões que nem sequer pagavam seus trabalhadores. Além disso, a Mabe recebeu vários empréstimos a juros baixos do BNDES para ampliação e modernização de suas instalações, que nunca pagou. Várias máquinas estão penhoradas pelo BNDES.
Por isso, a diretoria do STU se solidariza com a luta dos 1.900 trabalhadores da Mabe e visitará a ocupação nesta próxima quinta-feira, 25/2, para levar apoio do sindicato, fazer a doação de cestas básicas aos lutadores e se colocando à disposição para ajudar no que for necessário.
Todo apoio à ocupação da Mabe!
Responsabilizar os governos federal, estadual e municipal para que assumam a solução da crise para que não recaia nas costas dos trabalhadores!
Pagamento de todos os salários e outros benefícios atrasados!
Estabilidade no emprego e readmissão dos demitidos!

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Boletim do STU 02/2016

Baixe aqui Boletim 02/2016, de 24 fevereiro de 2016.

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XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp – Caderno de Resoluções

Baixe aqui Caderno de Resoluções do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

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Aposentados organizam excursão para Caldas Novas

 

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