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porStéphane Powaczuk

Carta dos trabalhadores da Funcamp à Reitoria, Parlamentares e Governador de SP

Os trabalhadores e trabalhadoras da Funcamp escreveram uma carta à Reitoria da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, ao Conselho Universitário – CONSU, ao Excelentíssimo Governador do Estado de São Paulo, Sr. Tarcísio de Freitas e às Senhoras e Senhores Deputadas(os) Estaduais da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo – ALESP.

Confira a carta a seguir:

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Pais Funcamp têm direito legal a creche

O Boletim do STU 03/2015 divulgou denúncia feita por servidores contratados pela Funcamp de que a DEdIC estaria dificultando o acesso a crianças cujos responsáveis legais são homens.
Conforme o sindicato se comprometeu, o tema foi debatido em reunião com a DGRH, na qual foi informado que a Fundação está cumprindo o acordo coletivo firmado com o SEAAC, que só prevê que “caso a Funcamp não disponibilize creche, deverá reembolsar às suas empregadas-mães”.
Mais uma vez o SEAAC evidencia que não atua efetivamente em defesa destes trabalhadores já que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) obriga o Estado a assegurar o atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade. E aos servidores contratados diretamente pela Unicamp não é feita distinção se os pequenos são filhos de servidores ou servidoras, até porque a responsabilidade legal sobre as crianças cabe aos responsáveis legais de qualquer gênero.
O STU se solidariza aos pais-Funcamp e atuará dentro de suas possibilidades jurídicas para assegurar o direito de todos os trabalhadores e o reconhecimento da responsabilidade paterna pela educação dos filhos.
Além disso, o sindicato pleiteará junto à direção da Funcamp que cumpra ao pé da letra a legislação de proteção à criança e não faça distinções restritivas ao direito dos pais a matricularem seus filhos no Sistema de Educação Infantil da Unicamp. A luta por mais vagas nas creches é uma demanda prioritária do STU e todos os funcionários da Universidade devem ser atendidos sem distinções.
Além dessas providências o assunto será encaminhado ao Ministério Publico do Trabalho para que adote medidas cabíveis para afastar esse tipo de discriminação.

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Boletim do STU 05/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de março de 2016.

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Boletim do STU 03/2016

Baixe aqui Boletim 03/2016, de 2 março de 2016.

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Creche não reconhece direito dos pais Funcamp

O STU recebeu denúncias de que a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) está colocando impedimentos ao reconhecimento de pais funcionários da Funcamp, como os responsáveis por suas crianças. O sistema está negando o direito de pais colocarem filhos na creche ou receberem o auxilio criança. O direito está preservado apenas para mães.
O Estado e as instituições públicas deveriam atuar no sentido de garantir que a maternidade não significasse, em boa medida, o sacrifício da vida particular das mulheres. Isso se faz envolvendo os pais na responsabilidade dos cuidados e provendo serviços de atendimento das demandas que ainda são vistas como responsabilidades exclusivas das mulheres. O exemplo da creche da UNICAMP vai no sentido contrário. O STU solicitará uma reunião com a Divisão para apurar a situação e cobrar providências a respeito.

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Boletim do STU 65/2015

Baixe aqui Boletim 65/2015, de 20 de outubro de 2015.

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Boletim do STU 64/2015

Baixe aqui Boletim 64/2015, de 20 de outubro de 2015.

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porFernanda de Freitas

Entidades do campus se reúnem com reitoria para discutir pauta da comunidade universitária

O STU, Adunicamp e DCE se reuniram quinta-feira passada (15) com o reitor José Tadeu Jorge para dar prosseguimento à pauta conjunta da comunidade universitária.

Na ocasião foram tratados dos temas: transporte, terceirização e benefícios. O encontro foi produtivo porque conseguiu garantir junto à reitoria ações que melhorem as condições dentro da Universidade.

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Entidades representantes da comunidade universitária em reunião com a reitoria

Melhorias no transporte

Na discussão sobre o transporte o STU manifestou sua posição, que inclusive está na Pauta Específica 2015 de que haja “redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno”.

A reitoria disse que irá providenciar um estudo sobre a viabilidade de redução do valor do serviço com objetivo de aumentar a demanda. Tadeu explicou que “o fretado não é calculado sob o valor de tarifa, e sim, sob a remuneração salarial. O percentual incide sobre o escalonamento das faixas salariais. O conceito é de que quem ganha mais subsidia mais o custo do fretado”.

Na reunião, o STU cobrou que os aposentados tenham acesse ao fretado gratuitamente, já que muitos gostariam de participar do convívio social da universidade ou fazem tratamento médico no CECOM ou HC.

Sobre esse assunto o reitor afirmou que não há problema na utilização do serviço em linhas ociosas – aquelas em que há vagas no ônibus. Naquelas aonde não há assentos vagos será estudada uma solução como reserva antecipada de vagas ou outro procedimento viável, já que não é permitido transportar passageiro em pé. Ficou acertado também que o STU irá protocolar ofício reivindicando esse benefício.

Para aprofundar a discussão sobre transportes será agendada reunião com a Prefeitura do Campus, responsável pela gestão do serviço interno.
Outra questão levantada foi a reestruturação promovida pela Emdec que causou mudança nos itinerários e aumento no intervalo dos horários dos ônibus, sendo uma das linhas mais afetadas a 3.32. O sindicato solicitou intervenção da Universidade junto aos órgãos públicos municipais para a melhoria do transporte público. Destacando que a entidade já vem tratando desse tema com a Emdec, sendo importante que a Unicamp também se manifeste em defesa dos funcionários usuários do serviço.

A reitoria se disponibilizou a fazer gestão junto à Emdec para melhorar o serviço de transporte público que circula no campus.

As reivindicações apresentadas pelo STU buscam melhorar a qualidade do serviço prestado de forma a incentivar o uso dos transportes fretado e coletivo público como forma de solução para o transporte individual diante da escassez de vagas para estacionamento.

“A intenção da redução de custos é aumentar a demanda de uso dos fretados, principalmente entre os maiores salários, desestimulando o uso de carros para vir à Unicamp”, defendeu a diretora Adriana Stella.

A reitoria garantiu também que será reforçada a campanha de conscientização no trânsito para que haja respeito às vagas para deficientes e idosos, inclusive com o uso de Multa Moral – espécie de panfleto para alertar o motorista do estacionamento em vaga proibida.

Pauta de transporte para estudantes

No caso da reivindicação dos estudantes, o reitor Tadeu garantiu que haverá redução no intervalo dos horários do circular interno noturno (de 30 para 20 minutos) e que irá estudar a demanda para o fretamento de um transporte intermunicipal que atenda o trajeto dos campi Piracicaba-Campinas.

No entanto, o gestor foi categórico em afirmar que todas as medidas que indiquem custos serão dificilmente implementadas por conta do orçamento apertado da Universidade.

Fim das terceirizações

O STU reafirmou, mais uma vez, sua pauta pelo fim da terceirização e incorporação dos trabalhadores terceirizados ao quadro da Unicamp.
Tadeu afirmou que não é possível reverter todos os processos de terceirização que ocorreram ao longo da história da Universidade, mas admitiu que todos os serviços que atualmente são prestados pelos terceirizados podem ser feitos por trabalhadores da Unicamp. Mas que o principal problema é o custo, já que contratos com empresas terceirizadas oferecem custos mais baixos.

“É possível reduzir a terceirização, mas neste momento é muito difícil tratar do assunto por conta do orçamento. Agora é inviável implementar uma proposta dessa.”, argumenta o reitor.

O STU insistiu na ideia de reduzir a terceirização em algumas áreas, mesmo que progressivamente, de forma a dar início ao processo de eliminação dessa prática dentro da Unicamp.

Ficou acertado que a reitoria irá providenciar um amplo estudo dos setores que poderá sofrer redução e seus impactos. “A vigilância e a limpeza são áreas importantes que poderiam entrar nessa medida de redução da terceirização com vistas à eliminação completa desses contratos terceirizados. Sem contar que um corpo de vigilância interno melhora muito a segurança e as condições de trabalho”, justificou o diretor Marcílio Ventura.

Funcamp

O STU também cobrou que a Unicamp se manifeste favoravelmente ao reconhecimento do Sindicato como representante legal dos trabalhadores Funcamp, que atualmente pertencem à base do SEAAC.

O objetivo é somar forças no processo que tramita na Justiça do Trabalho a fim de que o STU possa representar os trabalhadores Funcamp, por serem todos trabalhadores contratados para desempenhar funções dentro da Unicamp, mesmo terceirizados. Ficou acertado que o Sindicato enviará ofício à Unicamp para que ela encaminhe parecer favorável à medida.

Vagas nas creches

O reitor Tadeu anunciou que continua investido na política de aumento de número de vagas nas creches e que o resultado tem sido a redução no número de pagamentos de auxílios criança, inclusive para as que possuem alguma deficiência.

O sindicato aproveitou para reafirmar sua reivindicação de que a Unicamp garanta vagas em creches para os filhos dos funcionários técnico-administrativos, docentes e estudantes, de modo a atender a demanda efetiva em todos os campi e as terceirizadas.

A avaliação é de que a reunião contribuiu para aprofundar o debate sobre terceirização e transporte de forma a avançar nos itens de discussão da pauta da categoria.

Nova reunião será agendada para continuidade das discussões.

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Boletim do STU 061/2015

Baixe aqui Boletim 61/2015, de 06 de outubro de 2015.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Funcamp cobram respeito e cumprimento da data-base

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STU e trabalhadores da Funcamp se reúnem no Auditório do HC

Quinta-feira passada (1) o STU se reuniu com os trabalhadores da Funcamp para discutir a Campanha Salarial e a organização da categoria.
É bom lembrar que, a data-base dos trabalhadores da Funcamp ocorre em 1º de agosto e até o momento estamos sem previsão de reajuste salarial e sem justificativa formal para o não pagamento.

Diante dessa situação, o STU cobrou do Coordenador Geral da Unicamp, prof. Álvaro Crosta e do diretor executivo da Funcamp, prof. Fernando Sarti, reunião para tratar do tema, mas não obteve retorno até a presente data.

De acordo com informações publicadas no site do SEAAC, as negociações estão paradas desde 25 de agosto, quando os representantes da Fundação apresentaram proposta de parcelar o reajuste dos salários. Em 25 de setembro, a entidade disse que foi à Delegacia Regional do Trabalho de Campinas (DRT) buscar mediação do órgão para construir uma proposta definitiva de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Enquanto isso, sindicato e trabalhadores aguardam a Funcamp apresentar nova proposta.

Mobilização da Funcamp

Na reunião entre STU e os trabalhadores da Funcamp ficou decidido retomar imediatamente as atividades da Comissão de Trabalhadores Funcamp (CTF). Na ocasião foram eleitos mais membros para reforçar a representação na maioria das unidades.

A avaliação foi de que é necessário investir na organização e mobilização da categoria como forma de garantir o reajuste salarial, respeito aos direitos trabalhistas e melhores condições de trabalho.

Eles definiram também que o STU deve denunciar essa situação ao Ministério Público do Trabalho (MPT) relatando, inclusive, o tratamento desrespeitoso dado aos trabalhadores pelos gestores da Funcamp, além do descumprimento da data-base, cujo processo não garante a participação da categoria na negociação ou nos termos a serem acertados no ACT.

O SEAAC informou que assim que for assinado o acordo ele terá efeito retroativo a 1º de agosto e, até lá, ficam garantidas todas as cláusulas e direitos previstos no atual ACT. Mesmo assim, os trabalhadores ressaltaram que estão cansados da forma com que a entidade sindical conduz a negociação e que não será mais aceito que os trabalhadores não participem efetivamente do processo de decisão ou que sejam convocados apenas para dar o aceite na proposta firmada entre SEAAC e Funcamp.

Contribuição Assistencial

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Trabalhadores da Fucamp votam encaminhamentos da reunião

Outro ponto levantado pelos trabalhadores na reunião com o STU foi a cobrança de uma suposta taxa negocial pelo SEAAC.

Sabemos que o artigo 545 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) permite que seja descontado em folha de pagamento de seus trabalhadores, sindicalizados ou não, uma contribuição cujo valor é aprovado previamente em instrumentos coletivos. Esta contribuição é cobrada por ocasião da data-base de cada categoria e vai para os sindicatos da categoria. Entretanto, o trabalhador tem o direito de não pagar essa contribuição, devendo para isso manifestar sua contrariedade ao desconto.

Quanto à taxa negocial, a Justiça Trabalhista vem se manifestando contrariamente a sua cobrança, sendo que decisões proibitivas já foram emanadas pela Justiça do Trabalho de Botucatu, Araraquara, Porto Ferreira, dentre outras no país.

Foi relatado que o SEAAC tem dificultado o processo por não oferecer as devidas informações quanto ao recolhimento e, principalmente, orientações quanto à forma de cancelamento da cobrança.

O STU defende a manutenção da entidade sindical e da luta da categoria deve se dar por meio do apoio de seus associados. Sendo assim, combate veemente a prática de cobrança que gere dependência financeira do sindicato ou influencie na atuação da entidade.

Na luta com os trabalhadores da Funcamp

Os trabalhadores solicitaram que o STU acompanhe os encaminhamentos referentes à data-base e apoie os trabalhadores na organização dessa luta. Mesmo que o SEAAC seja o representante legal dos contratados pela Funcamp, o STU irá dar todo o suporte necessário para a categoria garantir o cumprimento da data-base e o avanço na pauta dos trabalhadores, bem como exigir respeito aos direitos trabalhistas e sociais e coibir qualquer tipo de prática antissindical pela Fundação.

O STU seguirá defendendo os contratados via Funcamp, como sempre fez historicamente, por entender que todos são trabalhadores Unicamp e devem ser tratados com o merecido respeito e isonomia.

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Boletim do STU 44/2015

Baixe aqui Boletim 44/2015, de 06 de agosto de 2015.

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porFernanda de Freitas

Unicamp inicia processo de demissão no IQ

O STU recebeu a denúncia de que por falta de repasse da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e possível encerramento de contrato a Unicamp decidiu, no próximo mês, mandar embora sete funcionários da oficina de manutenção contratados via Funcamp para o Instituto de Química (IQ).

Após meses de enrolação a respeito da renovação do convênio e burocracias decorrentes da licitação esses companheiros com “longos anos de casa” e larga experiência na área serão desligados da universidade para contenção de despesas.

A denúncia não para por aí. Há indícios de que a maioria dos funcionários alocados no Bloco K do IQ será demitida por conta desse problema. Pelo que o sindicato apurou, há tempos os funcionários da unidade vêm cobrando um posicionamento da Universidade sobre o problema no acordo com a agência e sempre recebiam como resposta a afirmação de que não deveriam se preocupar com a situação.

STU cobrou Funcamp e reitoria
O sindicato entrou em contato com a Funcamp que se limitou a informar que a entidade que representa a categoria é o SEAAC, portanto, não estão dispostos a tratar do assunto com a diretoria do STU.  E na reitoria, em razão do período de férias do vice-reitor, Álvaro Crosta, que também é gestor da Funcamp, o sindicato falou com a assessoria que recebeu a denúncia e se comprometeu a dar retorno o mais breve possível sobre uma reunião com a reitoria.

Esse caso evidencia a crise administrativa pela qual a Unicamp está passando. Ao invés de investir na valorização do trabalhador e na ampliação do quadro dos institutos, a Universidade segue o caminho inverso enxugando o quadro e precarizando as relações de trabalho. Tal medida compromete a qualidade do serviço oferecido à população já que põe em cheque as condições de trabalho da unidade.

Destacamos que estamos investigando esse e outros casos de demissões que estão ocorrendo na universidade. E ressaltamos que o STU sempre lutou pela isonomia entre os trabalhadores da Unicamp e Funcamp como forma de garantir aos funcionários celetistas as mesmas condições de salários, de benefícios e de estabilidade que gozam os estatutários.

Confira abaixo documento encaminhado ao STU pelos funcionários do IQ.

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Atualizado em 21/07/15, às 12h50

porFernanda de Freitas

Boletim 059/2013

Baixe aqui o Boletim 059/2013, de 16 de Outubro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Funcamp se recusa a negociar com comissão de trabalhadores eleita pela base

Em ofício encaminhado ao STU no último dia 30/09, o diretor presidente da Funcamp, prof. Paulo Barbosa, recusou o pedido de reunião com a comissão de trabalhadores eleita pela base durante a Campanha Salarial deste ano. O pedido havia sido protocolado pelo STU no mês passado, depois que a reitoria da Unicamp deu por encerradas as reuniões sobre o tema e disse que as negociações deveriam ser encaminhadas junto à diretoria executiva da fundação a partir da eleição de uma comissão de trabalhadores da Funcamp.

 

Existência da comissão precisa ser “validada” pelo Seaac

De acordo com o ofício assinado por Barbosa, as questões relacionadas às condições de trabalho na Funcamp são negociadas apenas com o sindicato que juridicamente representa os funcionários: o SEAAC.

Ainda segundo Barbosa, a diretoria executiva da Funcamp “não se opõe em hipótese alguma ao estabelecimento do diálogo com uma comissão, que legitimamente, represente seus trabalhadores”, desde que o SEAAC “valide” o referido grupo.

A postura da reitoria e da direção da Funcamp evidenciam um jogo de empurra enquanto os problemas enfrentados pelos trabalhadores continuam. Importante lembrar que os próprios servidores da Funcamp questionam a representatividade e atuação do SEAAC e que um processo judicial movido pela categoria reivindica que o STU se torne o representante legal também dessa parcela dos trabalhadores dentro da Unicamp. A ação aguarda julgamento no Tribunal Superior do Trabalho.

porFernanda de Freitas

Boletim 058/2013

Baixe aqui o Boletim 058/2013, de 8 de Outubro de 2013.

 

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porFernanda de Freitas

Assembleia define próximos passos da luta dos trabalhadores da Funcamp

Os trabalhadores da Funcamp rea­lizaram no último dia 11/9 assembleia convocada pelo STU para discutir os próximos passos da luta da categoria. A assembleia repudiou a dinâmica de negociação sem transparência ocorri­da entre SEAAC e Funcamp que levou a um acordo coletivo rebaixado que não garante a habituidade dos bene­fícios. Os trabalhadores também elegeram a comissão que reunirá em breve com a diretoria executiva da Funda­ção para discutir condições de traba­lho na Universidade.

O STU solicitará ainda reunião com CAAAAS, HC, Hemocentro e CAISM, em conjunto com a comissão de trabalhadores, para discutir a im­plantação imediata da habituidade do vale-refeição.

Comissão de Trabalha­dores da Funcamp

Reginaldo Aparecido dos Santos (Faturamen­to HC), Rosângela Prado Cesarino Leite (Suplente/Faturamento HC), Marcos Pascoalino Campos (DEM/ HC), Roldão Alves Batista (Suplente/ DEM HC), Juliana Ronchi (FCM) e Benedito Marques Queiroz (Suplen­te/SEAAC HC). Representantes e suplentes do CAISM, RU e Vigilân­cia ainda poderão ser incorporados à comissão.

porFernanda de Freitas

Boletim 056/2013

Baixe aqui o Boletim 056/2013, de 23 de Setembro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Boletim 054/2013

Baixe aqui o Boletim 054/2013, de 11 de Setembro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Hoje tem assembleia dos trabalhadores da Funcamp, às 12h, no an

Funcamp e reitoria da Unicamp dão a Campanha Salarial por encerrada, mas trabalhadores seguem na luta!

Texto: Rodrigo Cruz

Foto: Fernanda de Freitas

Os trabalhadores da Funcamp participam hoje, a partir das 12h, de uma assembleia convocada pelo STU para discutir os próximos passos da luta da categoria. O encontro acontece no anfiteatro do Hospital de Clínicas (HC), localizado no terceiro piso.

Estarão em pauta temas como a avaliação do acordo coletivo assinado entre o SEAAC e a Funcamp no último dia 29/08, a construção da luta pela habituidade do vale-refeição e a eleição de uma comissão de trabalhadores que reunirá em breve com a diretoria executiva da Fundação para discutir temas referentes às condições de trabalho na Universidade. Divulgue a assembleia na sua unidade e participe!

Outra vez, “acordo” é aprovado sem discussão com a categoria

Mais uma vez, o SEAAC aprovou o acordo coletivo dos trabalhadores da Funcamp sem transparência sobre o processo de negociação com a Fundação.

O novo acordo, retroativo a 1º de agosto, prevê 7% de reajuste salarial (o piso terá elevação de 10,14%), aumento do vale-alimentação de R$ 75,00 para R$ 150,00 e vale-refeição unitário de R$ 15,00. Somados, os dois benefícios alimentares, num mês com 22 dias trabalhados, perfazem um total de cerca de R$ 450, valor muito inferior aos R$ 720,00 de auxílio alimentação pago de forma habitual aos contratados diretamente pela Unicamp.

Os R$ 450,00, além disso, só valem para quem receber o vale “cheio” (poderá haver descontos reduzindo esse valor).

Reitoria se recusa a prosseguir com debate sobre a Funcamp

A diretoria do STU e uma comissão de trabalhadores estiveram no último dia 28/08 com o vice-reitor da Unicamp e presidente do conselho curador da Fundação, prof. Álvaro Crosta, e o chefe de gabinete da reitoria, prof. Paulo César Montagner. A reitoria alegou que os pontos de pauta apresentados (habituidade do vale-refeição, estabilidade no emprego, representatividade nos órgãos colegiados e adoção do calendário oficial da Universidade) são de responsabilidade da Funcamp e deu por encerrado o ciclo de reuniões com o STU sobre o tema. Segundo Crosta, a Unicamp não seria competente para negociar nada sobre a Funcamp e o STU não representa legalmente esses trabalhadores.

Antes do encerramento das discussões, o sindicato propôs o estabelecimento de uma comissão permanente de trabalhadores para reunir com a diretoria executiva da Funcamp, o que foi acatado. Agora, o STU cobra o agendamento da reunião com a Fundação.

porFernanda de Freitas

Após ato, trabalhadores decidem cobrar campanha salarial de verdade

 STU apoia a luta dos contratados pela Funcamp e continuará a pressionar a reitoria da Unicamp para assumir esses funcionários comos trabalhadores da Universidade, já que eles têm os mesmos deveres e realizam as mesmas tarefas * Pelo  fim do tratamento aos Funcamp como trabalhadores de segunda categoria

Texto: Rodrigo Cruz

Foto: Fernanda de Freitas

Os trabalhadores da Funcamp realizaram ontem um novo ato em frente à reitoria da Universidade para cobrar isonomia de direitos. Esse segmento da categoria, que tem as mesmas responsabilidades e desenvolve as mesmas tarefas que os contratados diretamente pela Unicamp, não pode mais continuar a ser tratado como funcionários de segunda classe.

Para a direção do STU isso é assédio moral coletivo usado pela Unicamp como mecanismo também de pressionar para baixo as conquistas de todos.

Durante a reunião com a direção do sindicato, a reitoria prometeu que as discussões devem seguir com a participação de uma comissão de trabalhadores da Funcamp (a ser eleita em assembleia). Mas não houve avanço concreto frente aos pedidos de dados formalizados na reunião anterior.

A gestão José Tadeu Jorge também não se dispôs a avançar o debate em relação a nenhum dos outros pontos da pauta de reivindicações (estabilidade e fim das demissões arbitrárias, habituidade no pagamento do auxílio alimentação e calendário administrativo unificado com a Unicamp).

 

Trabalhadores vão cobrar transparência e discussão real em assembleia do SEAAC

Hoje os trabalhadores participam da “assembleia” convocada pelo SEAAC para cobrar transparência da entidade no processo de negociação do acordo coletivo com a Funcamp.

Para garantir uma intervenção mais organizada da categoria, os funcionários presentes no ato realizado ontem definiram chamar todos os trabalhadores a comparecer ao estacionamento do prédio da Funcamp, onde ocorrerá a assembleia, entre às 11 e 13 horas (intervalo do almoço).

A assembleia foi convocada originalmente para acontecer entre 9 e 19h. Como nenhum trabalhador tem condições de permanecer no local da atividade por 10 horas seguidas, fica evidente a manobra para esvaziar qualquer discussão coletiva da categoria sobre a data-base.