Arquivo de tag campanha salarial

porFernanda de Freitas

Assembleia vai discutir resultado da negociação com a reitoria

Na próxima terça-feira (11), às 12h, na Praça da Paz, tem Assembleia Geral. Vamos avaliar a reunião de negociação da comissão formada pelo STU e representantes da base com a reitoria, ocorrida ontem (06), que tratou dos desdobramentos do acordo de greve, além de discutir o calendário das próximas reuniões de negociação da Pauta Específica Emergencial.

A mobilização construída durante a greve garantiu importantes avanços, mas agora, é hora de acompanhar de perto as negociações pós greve para que não haja prejuízos para os trabalhadores do movimento paredista e também fortalecer nossa organização para avançarmos nas reivindicações.

Nossa luta continua e a participação de cada trabalhador e trabalhadora é fundamental.

🗓️ 11/08 (terça-feira) – 12h
📍 Praça da Paz (em caso de chuva, será na sede do STU)

Participe: é na assembleia que decidimos, coletivamente, os próximos passos da nossa luta.

porFernanda de Freitas

Quinta-feira (06/08), é dia de PARALISAÇÃO na Unicamp!

O STU está convocando toda categoria para um grande ATO/VIGÍLIA COM PARALISAÇÃO, amanhã quinta-feira (06/08), em frente à reitoria, às 9h.

A categoria decidiu, na última assembleia (03/07), que em todas as reuniões de negociações com a reitoria haverá PARALISAÇÃO!

Programação:

6h30: Distribuição de Boletim

9h: Café com ATO na frente da reitoria
– Informes gerais e atualizações sobre o acordo de fim de greve
-Esclarecimento de dúvidas sobre as conquistas da greve
-Calendário de reuniões de negociação da Pauta Específica
-Realidade dos trabalhadores em cada Unidade

14h: Reunião com a Reitoria

Agora é hora de nos mobilizarmos para apoiar a comissão do STU e representantes da base que estarão nesta reunião lutando pelo nosso acordo de fim de greve e pela Pauta Específica.

Nessa quinta-feira (06/08), às 9h, VAMOS TODOS PRA FRENTE DA REITORIA!

porFernanda de Freitas

Carta para enviar ao reitor da Unicamp cobrando compromisso com a valorização dos trabalhadores

O reitor Paulo Cesar Montagner tem mantindo uma postura intransigente desde que assumiu a reitoria, rompendo, no ano passado, as negociações de forma unilateral.

Diante disso, trabalhadores e trabalhadoras estão se posicionando. O STU elaborou um modelo de carta para ser enviado diretamente ao reitor Paulo Cesar Montagner, cobrando compromisso com a valorização da categoria, abertura real de negociação, reposição das perdas salariais (15,97%), pagamento do Descongela Já e reajuste nos benefícios.

Nos últimos anos, enquanto acumulamos perdas profundas por conta do arrocho salarial, o reitor segue investindo em obras e reformas, mas não há a mesma disposição quando o assunto é salário e condições de vida de quem faz a Unicamp permanecer no ranking de melhores universidades do mundo.

Antes de assumir, a gestão Cesinha & Coelho afirmou que a valorização dos trabalhadores seria prioridade, mas o que vemos agora vai na direção oposta.

📩 A orientação é simples: copie e cole a CARTA no seu e-mail, personalize se quiser e envie para o e-mail da reitoria [[email protected], [email protected]]. A pressão precisa vir de todos os lados.

Cresce na universidade a indignação com esse cenário porque quando não há diálogo, a mobilização fala mais alto.

Somos nós que fazemos a Unicamp funcionar e sabemos também como fazê-la parar, se for preciso.

—-

COMO FAZER: abra o seu e-mail, copia a carta e o e-mail do reitor [[email protected], [email protected]], acrescenta seus dados e depois envia 👇🏽

Magnífico Reitor da Unicamp

Prof. Dr. Paulo Cesar Montagner,

Como trabalhador/a da Unicamp, vejo com indignação as sinalizações de crise financeira apresentada por esta Reitoria, comprometendo, de saída, qualquer possibilidade de diálogo efetivo na nossa data-base. Tal atitude ignora a realidade da categoria e desrespeita quem garante a excelência desta universidade no dia a dia.

Nossa data-base, que inicia em maio, deveria ser um momento de diálogo entre as três universidades estaduais paulistas (Unicamp, Unesp e USP) e as entidades representativas, no âmbito do Cruesp e do Fórum das Seis. No entanto, essa sinalização prévia da Reitoria da Unicamp compromete o rito processual e a esvazia de sentido. Tal postura isola a instituição e nos afasta de uma saída construída pelo diálogo comum.

Essa postura se agrava quando observamos o cenário concreto vivido pelos trabalhadores/as. Nossa reivindicação de 15,97% busca apenas recompor o poder de compra ao patamar de maio/2012, último momento em que os salários tiveram maior valor real. Mesmo assim, esse índice ainda não incorpora a inflação de abril/2026.

Trata-se de um processo contínuo de corrosão da nossa renda, enquanto o custo de vida segue aumentando, pressionado por itens básicos como alimentação, moradia e saúde.

Ao mesmo tempo, causa indignação perceber que, enquanto se alega falta de recursos para atender reivindicações salariais, a universidade mantém investimentos em obras, reformas e expansão física, como é o caso na nova sede da reitoria que irá consumir cerca de R$ 30 milhões, só na primeira fase.

Não se trata de negar a importância dessas iniciativas, mas de questionar prioridades: uma instituição de excelência não se sustenta por seus prédios e bens móveis e sim pelas pessoas que a constroem diariamente.

Também é fundamental registrar que parte das reivindicações sequer depende de negociação externa. O pagamento do chamado “Descongela Já”, baseado em lei aprovada, está ao alcance da decisão da própria reitoria, uma vez que a Unicamp possui autonomia administrativa e financeira e possui reserva financeira suficiente.

A ausência de encaminhamento, nesse sentido, reforça a percepção de que não há disposição em reparar perdas impostas aos trabalhadores que arriscaram suas vidas para salvar a população durante a pandemia.

No campo dos benefícios — vale alimentação, vale refeição e auxílio saúde etc. — a responsabilidade é direta da reitoria, por meio da negociação com o STU. Esses itens impactam de forma imediata as condições de vida dos/as servidores/as e não podem ser tratados como secundários.

Na ocasião da consulta, esta Gestão se comprometeu com a valorização dos recursos humanos sinalizando que seria uma prioridade. No entanto, o que se observa hoje é a piora nas condições de trabalho, aumento de casos de assédio, adoecimento relacionado ao trabalho dos/as funcionários/as e a adoção de medidas estruturais relevantes sem o devido diálogo com a comunidade, como no caso da Autarquização da Área da Saúde.

Diante desse conjunto de fatores, cresce entre nós, trabalhadores e trabalhadoras da Unicamp, um sentimento de indignação. Não se trata apenas de discordância pontual, mas da percepção de um distanciamento entre o compromisso assumido na campanha e as práticas intencionais adotadas por esta gestão.

A Unicamp é construída todos os dias por trabalhadores/as comprometidos/as com a defesa da Universidade Pública, Gratuita, de Qualidade e a defesa do Serviço Público. E são esses/as mesmos/as trabalhadores/as que têm plena consciência da importância de seu papel na construção de uma sociedade justa e humanizada.

Exigimos respeito e reconhecimento condizentes com a excelência que entregamos à Unicamp. Uma instituição que não valoriza seus/uas trabalhadores/as falha em sua missão social e abdica da dignidade acadêmica que tanto preza.

Atenciosamente,

[Nome] / [Unidade/Órgão]

porStéphane Powaczuk

Boletim do STU – 28/04/2026

CLIQUE AQUI para baixar o Boletim do STU nº59 de 28 de abril de 2026.

porStéphane Powaczuk

É hora de recuperarmos as perdas Salariais: 13,48% Já!

As entidades que compõem o Fórum das Seis, vão se reunir na próxima quinta-feira, dia 26/02, para definir a pauta de reivindicações das entidades para a Campanha Salarial 2026!

Hoje o reajuste necessário para recuperarmos maio/2012 é de 13,48%, (atualizado conforme a inflação de janeiro/26).

ATENÇÃO: é importante informar que o gasto com a folha de pagamento é o MAIS BAIXO dos últimos dois anos. A redução com a folha foi de 4% em janeiro deste ano (2026). Já no mesmo período de 2025 o gasto era de 98%, ou seja hoje o gasto é de 94%.

QUEREMOS 13,48% JÁ!
DINHEIRO TEM!

porStéphane Powaczuk

Fórum das Seis se reúne para definir Campanha Salarial 2026

As entidades que compõe o Fórum das Seis se reuniram no dia 30/01 para preparar a Campanha Salarial 2026.

Dentre os pontos de pauta foram debatidos o Descongela Já, a Reforma Tributária, o andamento dos GTs Permanência e Previdência, e a agenda do Fórum.

O Fórum das Seis definiu organizar a pauta unificada e construir uma agenda unificada com as demais entidades do serviço público para lutar contra o desmonte e a privatização do Governo Tarcísio.

Neste sentido, foi construído uma agenda para o mês de março, com uma Jornada de Lutas, em defesa do serviço público: financiamento das universidades, permanência estudantil e outros.

A jornada tem por objetivo uma paralisação no dia 20/03 com todas as entidades do serviço público.

Agenda proposta pelo Fórum:

26/02: Reunião do Fórum das Seis para fechar a pauta unificada

13/03: Plenária Estadual do serviço público (APEOESP)

20/03: Paralisação do Serviço Público do estado

Reunião com as entidades que integram o Fórum das Seis. Foto: Bahiji
porStéphane Powaczuk

Sexta-feira, 30/01, tem reunião do Fórum das Seis em São Paulo

Nesta sexta, 30/01, haverá reunião na Sede da Associação dos Docentes da Unesp (ADUNESP), em São Paulo, para debater estratégias de preparação da data-base 2026, agenda de reuniões do Fórum das Seis, reforma tributária, andamento dos GTs (Permanência e Previdência), entre outros assuntos.
O STU está participando ativamente das discussões do Fórum das Seis sobre a nossa data-base e outros assuntos que envolvem as Universidades Estaduais Paulistas.

Fique atento aos nossos canais de comunicação para ficar por dentro das notícias da nossa Campanha Salarial 2026.

Participe do grupo STU Notícias clicando aqui: https://chat.whatsapp.com/Fsv8mu6szwt6DFra73oqHl

porFernanda de Freitas

Data-base 2026: estamos em estado de greve

Entramos mais um ano sufocados por uma política de descaso da gestão Cesinha & Coelho que empilhou uma sequência de negativas que afetam diretamente a nossa dignidade, saúde e condições de trabalho.

Não podemos esquecer que não tivemos:

  • referências;
  • vale natalino;
  • implantação dos direitos das pessoas com deficiência;
  • redução da jornada;
  • reajuste dos benefícios como VA, VR e auxílio saúde;
  • paridade nas decisões nem um canal real de diálogo com a reitoria.

Do outro lado, o que sobra para quem mantém a universidade funcionando é:

  • excesso de trabalho;
  • a retirada das insalubridades;
  • vigilância via Ponto Eletrônico;
  • cortes em recursos para progressão;
  • assédio e perseguição;
  • falta de transparência que se tornou regra.

O poder de compra despencou, a saúde mental se deteriora e o assédio se espalha nas unidades. E, como de costume, na data-base reaparece o “discurso da crise”, usado para silenciar qualquer alternativa que não seja o arrocho.

Para agravar ainda mais esse cenário, o próprio reitor Cesinha já anuncia que o orçamento 2026 da universidade não prevê reajuste salarial, nem mesmo reposição da inflação.

A Unicamp, definitivamente, é a “prima pobre” das universidades paulistas!

Isso é uma afronta aos trabalhadores que dão o sangue para manter essa universidade de pé, garantindo ensino, pesquisa e serviços públicos de qualidade.

Diante disso, seguimos em ESTADO DE GREVE, aprovado em assembleia, por um reajuste digno na nossa data-base e pelo fim das perdas acumuladas, que já chegaram ao índice de 13%, segundo o Fórum das Seis.

Não vamos pagar a conta da má gestão financeira da atual reitoria. Queremos reajuste digno e que corrija as perdas acumuladas!

Seguimos em luta também pela democracia interna, pela paridade nas instâncias decisórias, por dignidade, recomposição salarial, pelo combate a todas as formas de assédio e violência, pela redução da jornada sem redução de salário, pelo fim da escala 6×1 para os terceirizados e da terceirização precarizada, pela implantação do trabalho híbrido e contra a autarquização da área da saúde.

Nossa resposta será coletiva, organizada e à altura dos ataques que estamos enfrentando.