Arquivo de tag 8 de março

porFernanda de Freitas

Sind-Hour celebrou a garra e a sensibilidade das mulheres

“Arte com Resistência” foi como uma trabalhadora da Unicamp definiu o show “O Palco é Delas” organizado pela Coordenação de Cultura do STU, quinta-feira à noite (16), na sede do sindicato.

A festa exaltou a vida e a luta das mulheres, especialmente, das trabalhadoras da Unicamp que seguem firmes e unidas reivindicando melhores condições de trabalho e de vida.

Para a maioria dos presentes, o Sind-Hour foi muito mais do que um show com voz e violão: foi um ato de celebração e resistência!

E arte e resistência sempre andaram juntas na luta, parafraseando Che Guevara “hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”.

Resistência e esperança nutridas por mulheres que enfrentam diariamente dupla ou tripla jornada para garantir o sustento da família e, quem sabe um dia, “melhorar de vida”.

Marli e Beto abrem o show da noite

É extremamente simbólico e justo que num sindicato composto por mais de 40% de sindicalistas mulheres, num país no qual as mulheres são violentadas, silenciadas, invisibilizadas e desautorizadas, que elas não sejam só homenageadas, mas ocupem o palco no Mês Internacional de Luta da Mulher.

Como definiu uma trabalhadora aposentada da Unicamp que não quis se identificar, “é importante para as mulheres resistir e florescer nos espaços que ocupam, até porque é muito difícil conseguir estar em posições de poder”.

A noite do “O Palco é Delas” foi aberta pelos artistas e diretores do STU, Marli Armelin (voz) e Beto Roldan (violão), que arrancaram muitos aplausos com as músicas “Anunciação”, de Alceu Valença; “Por Enquanto”, de Cássia Eller; “Gostava Tanto de Você”, de Tim Maia; “Quase sem Querer”, da Legião Urbana; “Stand By Me”, de Ben E. King, entre outros sucessos.

Marli e Beto abrem o show da noite

Resistir e celebrar

Vivien e Eliane cantam e encatam a plateia

Mais tarde as cantoras Vivien Ruiz, com a sua potência vocal e Eliane Siqueira, de voz mansa e suave, abriram o show com a poesia “A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”, de Fernando Birri.

Depois, elas embalaram o público com melodias em forma de protestos como “Samba da Utopia”, de Jonathan Silva, “Triste, Louca ou Má”, de Francisco, el Hombre; “Pagu”, de Rita Lee e Zélia Duncan; “Olhos Coloridos”, da Sandra de Sá; “Azul da Cor do Mar, de Tim Maia; “O Que É, o Que É?, de Gonzaguinha e “Canto das Três Raças”, da eterna Clara Nunes, entre tantas músicas.

Vivien, aposentada da Unicamp, falou da sua alegria em retornar à Universidade para subir ao palco do STU, o sindicato em que já foi diretora e também militante aguerrida por mais de 30 anos.

Vivien e Eliane esbanjaram seus talentos como cantoras e também percussionistas tocando violão, surdo, ganzá, pandeiro meia lua e outros instrumentos.

Na sequência rolou um karaokê, ou melhor, uma animada cantoria em solo, dupla e até quintetos. E não faltaram clássicos de Raul Seixas, Djavan, Queen, Fred Mercury e Tetê Espíndola, por exemplo. Sempre coreografados com dancinhas de época e muitas palmas da plateia.

Reencontro de Jefferson e Kiko, ambos fundadores do STU, em 1991

A maioria dos presentes adorou a iniciativa do Karaokê por causar mais interação e diversão no evento.

O evento foi abrilhantado com a presença do primeiro presidente e um dos fundadores do STU, Jefferson Lee de Souza Ruiz, da gestão “É Proibido Proibir” de 1991 a 1994.

O Sind-Hour “O Palco é Delas” entrou para a história ao celebrar a coragem, a força, o dom e a ancestralidade das mulheres brasileiras que não arredam o pé da luta por direitos, respeito, equidade e liberdade.

A temporada de musicalidade está aberta, fique atento/a aos nossos canais de comunicação que em abril tem mais Sind-Hour para você.

Samba da Utopia (Jonathan Silva)

Se o mundo ficar pesado
Eu vou pedir emprestado
A palavra poesia

Se o mundo emburrecer
Eu vou rezar pra chover
Palavra sabedoria

Se o mundo andar pra trás
Vou escrever num cartaz
A palavra rebeldia

Se a gente desanimar
Eu vou colher no pomar
A palavra teimosia

Se acontecer afinal
De entrar em nosso quintal
A palavra tirania

Pegue o tambor e o ganzá
Vamos pra rua gritar
A palavra utopia

porStéphane Powaczuk

8M: “Pela Vida das Mulheres: Bolsonaro Nunca Mais!”

Vem aí mais um tsunami protagonizado pelas mulheres contra o governo Bolsonaro. O 8 de março deste ano tem como tema “Pela Vida das Mulheres: Bolsonaro Nunca Mais!” – Por um Brasil sem machismo, racismo e fome. O dia que marca a luta internacional das mulheres terá atos presenciais, conforme as regras de segurança da Organização Mundial de Saúde (OMS), e virtuais. Como ocorre em todos os anos, durante o mês de março, as mulheres demonstram sua disposição na luta contra todas as formas de opressão.

A Direção Nacional da FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação da Mulher Trabalhadora, orienta as entidades de base a se integrarem e participarem ativamente, em seus estados e municípios, na construção dos atos do 8 de março, com a ampla presença de trabalhadoras e trabalhadores. O movimento feminista brasileiro múltiplo como é, as centrais e entidades sindicais, em conjunto com os movimentos sociais, se unificaram mais uma vez, e coordenam os atos em todo o país.

Em manifesto construído coletivamente, destacam o protagonismo das mulheres em lutas históricas e sua participação mais recente, em especial nos últimos anos e no governo de Bolsonaro. “A violência contra as mulheres e meninas se amplia a cada dia, pois o discurso de ódio de Bolsonaro se espalha e nos faz alvo preferencial dos machistas, racistas e LGBTQIA+fóbicos. Uma mulher é assassinada a cada duas horas em nosso país, sendo 66% destas mulheres negras. Também somos o país que mais mata mulheres trans e travestis no mundo e 6 mulheres lésbicas são estupradas por dia. A violência contra as mulheres com deficiência cresceu 67,9% durante a pandemia*. A violência obstétrica, ou seja, todos os tipos de violências que ocorrem no pré-natal, parto, pós-parto e aborto – atinge uma em cada quatro mulheres no nosso país; dessas, 65,9% são negras. Frente a tantas violências, bradamos: não somos números, somos vidas!”. Confira a íntegra do manifesto: https://bit.ly/3sGpgA1.


No decorrer do mês, a FASUBRA Sindical homenageará mulheres que se colocaram na linha de frente da luta coletiva da classe trabalhadora, principalmente aquelas que fizeram parte da construção da Federação. O tema abordado será “Mulheres na Luta Sindical”. A Coordenação da Mulher Trabalhadora também vai promover uma live, buscando a troca de experiências e o fortalecimento da organização de mulheres nas entidades sindicais filiadas.

Texto: FASUBRA

porFernanda de Freitas

8 de Março | Dia Internacional de Luta das Mulheres

Vem aí o 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, e neste ano o ato será presencial.

O fim das desigualdades e todas as formas de opressão são bandeiras de lutas constantes. Mas neste 8 de março o foco principal será:

🎯 Pela Vida das Mulheres, Bolsonaro e Dória nunca mais!

🎯 Por um Brasil sem Machismo, Racismo, LGBTQIA+ e sem Fome!

Uma grande mobilização vem sendo construída para ocupar redes e ruas de todo o país e aqui em Campinas também.

Vamos juntas, juntos e juntes!

porFernanda de Freitas

♀ Mulheres na luta pela vida! #ForaBolsonaro #VacinaParaTodos #AuxílioEmergencialJá

A Jornada Nacional Feminista do 8 de Março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, começa domingo (7) com um ato político virtual exigindo FORA BOLSONARO! VACINA PARA TODA A POPULAÇÃO! AUXÍLIO EMERGENCIAL JÁ! PELO FIM DAS VIOLÊNCIAS CONTRA AS MULHERES!

Essa jornada conta com dezenas de entidades, coletivos, partidos e entidades de todo o país.

A atividade será transmitida no Facebook das entidades de mulheres, a partir das 13h. Em Campinas ela será transmitida pelo Comitê de Mulheres pela Democracia.

Na segunda-feira (8), Dia da Mulher, está programado um faixaço em pontos da cidade e um twittaço nacional, marcado para iniciar às 10h. E às 18h30 começa a live municipal que marcará o Dia de Luta das Mulheres em Campinas e a divulgação do Manifesto construído com todas as entidades.

O ato virtual foi aprovado na plenária realizada na última quinta-feira, como forma de respeitar o isolamento social imposto pela Fase Vermelha, levando em conta que as mulheres estão sendo as mais prejudicadas durante a pandemia, seja na questão da violência, seja no aumento excessivo da carga de trabalho ou na questão do desemprego.

Campanha 8M Solidário

Por conta das diversas dificuldades enfrentadas pelas mulheres durante a pandemia, no dia 8/3 terá início também a Campanha 8M Solidário, que visa arrecadar alimentos e produtos de higiene durante todo o mês de março.

Entre os pontos de arrecadação estão: Subsede da CUT, Sindicato das Trabalhadoras Domésticas, Sindae e mais dois pontos de arrecadação solidária no Bosque e no Centro de Campinas.

Programação da Jornada de Luta Feminista

07/03 (domingo)

  • 13h – Live Nacional – transmissão no FB do Comitê de Mulheres pela Democracia

08/03 (segunda-feira)

  • 10h – Twittaço Nacional marcando o Dia Internacional de Luta das Mulheres

#ForaBolsonaro #VacinaParaTodos #AuxílioEmergencialJá

Fonte: Comitê de Mulheres pela Democracia

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Ato das mulheres em Campinas acontece no próximo sábado

Nesta semana comemora-se o Dia Internacional de Luta das Mulheres (8 de março) e em Campinas o ato unificado contra a superexploração e a opressão machista acontece no próximo sábado (12). Com o lema “Mulheres ocupam as ruas e a política, por nenhum direito a menos”, a manifestação terá início às 9 horas na Estação Cultura, de onde sairá uma passeata. O encerramento do dia de luta será no Largo da Catedral.

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#PrimaveraFeminista: As mulheres estão nas ruas em luta por direitos e conquistas

A Coordenação de Mulheres do STU chama todas as trabalhadoras da Unicamp a participar das ações em homenagem ao Dia Internacional de Luta Feminista.

2015 foi um ano em que a famosa frase da líder feminista e fundadora do Partido dos Panteras Negras (movimento revolucionário de autodefesa negra nascido na década de 1960 nos Estados Unidos) fez muito sentido.
As mulheres saíram às ruas em todo o Brasil para impedir a aprovação do projeto do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) que impõe às vítimas de estupro a segunda violência de correr o risco de ter um filho do estuprador. Cunha, réu no escândalo de desvio de verbas da Petrobras (a Operação Lava Jato), é autor do Projeto de Lei 5069/2013. O PL dificulta o atendimento médico às vítimas de violência sexual, exigindo boletim de ocorrência e criminalizando médicos e profissionais de saúde que assegurem à mulher o direito previsto no Código Penal de 1940.
A revolta contra o PL do Estupro, a mobilização contra o assédio sexual nos transportes e vias públicas, a exigência de maior representatividade nos espaços de decisão e a denúncia do racismo e da LGBTfobia marcaram o ano passado. Estivemos à frente também das mobilizações contra o aumento das tarifas de transporte e nas ocupações que derrotaram a tentativa do Governo Alckmin de fechar uma centena de escolas. E realizamos a 1ª Marcha das Mulheres Negras contra o racismo, a violência e pelo bem viver, que levou cerca de 20 mil afrodescendentes a Brasília no dia 18 de novembro.
Neste ano, que começa com o aprofundamento da crise econômica e do desemprego, as ameaças de uma “reforma” da Previdência para aumentar o tempo de serviço das mulheres e do avanço da terceirização com o PLC 30/2015 (que na Câmara dos Deputados tramitou como PL 4330/2004 e legaliza a precarização da mão de obra em todas as áreas da economia), mais uma vez temos que tomar as ruas para defender nossos direitos e conquistas. Contra o ajuste fiscal que ;atinge mais fortemente às mulheres, em defesa do direito ao nosso corpo, por saúde e educação pública de qualidade seguiremos em luta!

8 de março (terça-feira)
6h30 – Café da Manhã e exposição de Fotos sobre as mulheres lutadoras na Universidade (entrada do estacionamento da creche – atrás do colégio Sérgio Porto);

12h – Oficina de turbantes (saguão do PB);

16 h – Ato estadual “Mulheres nas ruas por liberdade, autonomia e democracia pra lutar: pela legalização do aborto, contra a reforma da previdência e o ajuste fiscal e pelo fim da violência contra a mulher” (concentração às 16 horas no vão livre do Masp – São Paulo).

11 de março (sexta-feira)

12h – Oficina de Defesa Pessoal (saguão do PB).

12 de março (sábado)

9h – Ato campineiro “Mulheres ocupam as ruas e a política, por nenhum direito a menos” (Concentração às 9h na Estação Cultura e encerramento no Largo da Catedral).

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Boletim do STU – Especial 8 de março

Baixe aqui Boletim do STU – Edição Especial de 8 de março de 2016.

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STU realizará atividades no Dia Internacional de Luta das Mulheres

Em reunião realizada na última quinta-feira, 25/2, o Departamento de Mulheres do STU deu início a preparação das atividades do 8 de março – Dia Internacional de Luta das Mulheres.
Neste dia, o Departamento de Mulheres do STU realizará atividades para reivindicar igualdade de direitos e reafirmar a luta contra todas as formas de violência contra as mulheres. Confira o calendário das atividades já confirmadas.
8 de Março 2016
6h30 – Café da Manhã e Exposição de Fotos (na entrada pelo estacionamento da creche – atrás do colégio Sérgio Porto).
12h – Oficina de “Amarração” de Turbante.

10 de Março 2016
12h – Oficina de Defesa Pessoal.

12 de Março 2016
Participação no ato chamado pelos movimentos sociais, seguido de caminhada pelas ruas centrais de Campinas sob o tema “Mulheres Ocupam as Ruas e a Política, Por Nenhum Direito a Menos”. Concentração às 9h na Estação Cultura de Campinas e encerramento no Largo da Catedral.

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Reunião organizará atividades do 8 de março

Será realizada nesta quinta-feira, 25/2, uma reunião do Departamento de Mulheres do STU com o objetivo de organizar as atividades do 8 de março – Dia Internacional de Luta das Mulheres. A reunião terá início às 12 horas na sede do STU. Participe!

porFernanda de Freitas

INFORMATIVO STU 26/02/14

Baixe aqui o INFORMATIVO STU 26/02/14, de 26 de Fevereiro de 2014.

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porFernanda de Freitas

Boletim 012/2013

Baixe aqui o Boletim STU 012/2013, de 12 de março de 2013.

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porFernanda de Freitas

Dia Internacional da Mulher 2013: contra a violência e pela igualdade de direitos

Hoje, 8 de março, comemoramos o Dia Internacional da Mulher, dando início a um mês cheio de atividades. Esse dia também marca a história de luta de todas as mulheres do mundo, por igualdade na vida, no mercado de trabalho e na sociedade.

A iniciativa da organização dos eventos é do Movimento Popular de Mulheres de Campinas e Região que congrega diversas entidades dos movimentos social, sindical e político que tratam em suas esferas da questão de gênero.

Tendo em vista a extensa programação e a importância do enfrentamento à violência sexista, o Departamento de Mulheres do STU está convocando tod@s para a Panfletagem para conscientização sobre violência contra a Mulher, organizada pelo STU e DCE da Unicamp. A atividade será hoje, 8/3, às 12h, em frente ao Bandejão.

E amanhã, 9/3 (sábado), a partir das 9h, na Praça da Catedral, no Centro de Campinas, teremos o Ato das Mulheres “Pelo fim da Violência” onde reuniremos tod@s para cobrar segurança, respeito aos Direitos Humanos e igualdade para todas as mulheres brasileiras.

Para conhecer o Departamento de Mulheres do STU ou participar das reuniões, que acontecem às quartas-feiras, às 12h, entre em contato através do e-mail [email protected] ou pelos telefones (19) 3521-7412 / 3521-7147 / 3289-4242 / 3289-3502 ou ramais: 17694 / 17147 / 17412.

Clique aquie faça o download do material especial do Dia Internacional da Mulher, publicado pelo STU e DCE da Unicamp.

 

PROGRAMAÇÃO DO MÊS DA MULHER:

 

Dia 08/03 (sexta-feira)

– 12h Bandejão (Unicamp)
Panfletagem para conscientização sobre violência contra a Mulher
(org. DCE Unicamp e STU)

– a partir das 14h – Praça da Sé (São Paulo/SP)
Ato Estadual do Dia Internacional das Mulheres
(org. Movimentos de Mulheres)

– a partir das 17h – Praça das Bandeiras – Centro/Sumaré
Ato das Mulheres de Sumaré
(org. Movimento de Mulheres de Sumaré)

– 17h – Clube Machadinho (Rua Cerqueira, 66 – Vila Industrial/Campinas)
Premiação: Mulheres Guerreiras
(org. Quinta Preta)

– 19h – Museu da Imagem e do Som – MIS (Rua Regente Feijó, 854 – Centro/Campinas)
Exibição do filme “Rosa Luxemburgo – seguido de debate (Alemanha, 1986, direção de Margarethe Von Trotta)
(Org. UBM/Campinas)

– 19h – Sesc Campinas (Rua D. José I, 270 – Bonfim)
Abertura da exposição do “1° Concurso Nacional de Fotografias do SOS Ação Mulher e Família”
(org. SOS Ação Mulher e Família)

 

Dia 09/03 (sábado)

– 8h30 – Anfiteatro da Vila Padre Anchieta (Av. Cardeal D. Agnelo Rossi, s/n)
Abertura da exposição fotográfica “Mulheres da Comunidade”
(Org. UBM/Campinas)

– a partir das 8h30 – Espaço Cultural Maria Monteiro (Av. Cardeal D. Agnelo Rossi, s/n – Vila Padre Anchieta)
Atividade Mulheres Fazendo História
(org. Intersetorial Estrela)

– a partir das 9h – Largo da Catedral de Campinas
Ato das Mulheres em Campinas
(org. Movimentos de Mulheres de Campinas)

 

10/03 (domingo)

– 13h – Rua Saldanha Marinho, 990 – Centro/Campinas
Atividade “O Pinheirinho e a luta das Mulheres”
(org. Movimento de Mulheres em Luta – MML)

– 17h – Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas (Rua Dr. Quirino, 560, Centro – Campinas/SP)
Lançamento da cartilha “Mulheres em luta por direitos”, seguido de debate “A Mulher no mercado de trabalho”. Palestrante: profª. Ângela Araújo
(org. Sindicato dos Metalúrgicos)

– 19h – Comunidade São Joaquim e Santana – Vila União/Campinas – Forania Bom Pastor
Missa Inculturada Agro para Mulheres
(org. Pastoral Afro)

 

Dia 11/3 (segunda)

– a partir das 10h – clube dos Metalúrgicos (Servidão G, s/n – núcleo S. Isabel)
Festa das Mulheres Metalúrgicas
(Org. Sind. Metalúrgicos de Campinas)

 

17/03 (domingo)

– A partir das 13h – Casa do Lago – Unicamp
Festival Mulheres no Volante
(org. Mulheres no Volante e Marcha das Vadias/Campinas)

– 21h – Bar do Zé – Barão Geraldo
Festa Feminista
(org. Mulheres no Volante e Marcha das Vadias/Campinas)

 

Dia 18/03 (segunda-feira)

– A partir das 14h – Auditório Externato São João (Rua José de Alencar, 360 – Centro – Campinas/SP)
Lançamento do livro “Mulheres Fazendo História”
(org. Grupo de Mulheres da Periferia)

 

Dia 22/03 (sexta-feira)

– A partir das 14h – Chácara Acarai (Rua Ambrosina Baranski, 442 – Hortolândia)
Cochicho das Mulheres de Hortolândia
(org. Marcha Mundial de Mulheres/Hortolândia)

 

Dia 23/03 (sábado)

– 19h – Rua Dr. Quirino, 1211 – Centro/Campinas
Início do Curso de Promotoras Legais Populares
(org. Promotoras Legais Populares)

– 19h – Fábrica Flaskô (Sumaré)
Início do Curso de Formação Feminista da Marcha Mundial das Mulheres
(org. Marcha Mundial das Mulheres/Campinas)

 

Dia 24/03 (domingo)

– 15h – Comunidade São Joaquim e Santana (Vila União/Campinas)
Tarde Cultural com as Mulheres
(org. Pastoral Afro)

 

Dia 31/03 (domingo)

– 16h – Praça da Vila Santa Isabel (em frente ao bar Ponto 1)
Confraternização das Mulheres da Vila S. Isabel
(org. Marcha das Vadias/Campinas)

 

Fonte: Com informações do Site do Sinpro www.sinpro.org.br e do Movimento Popular de Mulheres

porFernanda de Freitas

Boletim 010/2013

Baixe aqui o Boletim STU 010/2013, de 5 de março de 2013.

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Feminicídios cresceram 104% na região de Campinas entre 2008 e 2010

Por Luciana Araújo

como enfrentar a violência
Dados da Secretaria de Segurança Pública apontam que em 2012 foram registradas 3108 agressões e 265 estupros em Campinas. Os dados estão subdimensionados, até porque a cidade tem apenas uma Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), com número reduzido de profissionais, que funciona em horário comercial e não atende nos fins de semana. A demora para registrar uma queixa ultrapassa cinco horas, como já noticiado pela imprensa local. Ainda segundo estimativas da própria secretaria, 60% das mulheres vítimas de violência não denunciam o caso por medo ou vergonha, pelo menos 51% conheciam os agressores e 30% têm parentesco com o autor da violência.

Entre 2008 e 2010 cresceu 104% o número de feminicídios na Região Metropolitana de Campinas, de acordo com o Mapa da Violência.

Em razão desse crescimento das agressões sexistas em todo o país, neste ano, no 8 de março (Dia Internacional de Luta das Mulheres), o combate à violência contra a mulher será um dos temas centrais.

A violência sexista tem várias faces

Por vezes as vítimas sequer sabem que têm direito a proteção legal contra agressões. Por isso, o Jornal do STU traz nessa edição algumas orientações sobre como identificar e o que fazer contra a violência sexista.

O Código Penal brasileiro já previa uma série de delitos que podem ser denunciados por mulheres. A Lei Maria da Penha (11.340/2006), além de tipificar também a violência doméstica (a mais comum no país), estabeleceu penas mais rigorosas. Embora ainda com limitações, especialmente no que diz respeito à sua implementação efetiva por falta de investimento dos poderes públicos, a lei foi uma conquista das mulheres.

É enquadrada na Lei “qualquer ação ou omissão que cause à mulher morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico, dano moral ou material, praticada por homem ou mulher, com quem a vítima mantém ou manteve relação de afeto ou familiar, independentemente de sua orientação sexual”. A Defensoria Pública do Estado de São Paulo lista como exemplos empurrões, pontapés, tapas, socos; ameaças, perseguições, chantagens, humilhações, proibições de sair e trabalhar; relação sexual forçada, obrigar a mulher a se prostituir; proibição de tomar pílula ou ser forçada a não usar camisinha; subtrair, destruir, se apropriar ou queimar bens e documentos pessoais; xingar, acusar de traição ou espalhar mentiras a respeito da mulher.

Além da violência doméstica ou familiar, existe também aquela que acontece nos locais de trabalho ou no convívio social.

Em nossa sociedade, um tipo muito comum e que na maior parte das vezes “passa batido” é o “machão” que conta vantagem sobre seu relacionamento com mulheres, muitas vezes de forma mentirosa, para se afirmar perante a cultura machista da sociedade em que vivemos. Muitas vezes a violência praticada pelo “machão” está associada ao assédio sexual, especialmente quando este não é bem sucedido. Quem já não ouviu falar do chefe ou colega de trabalho que, frustrado em suas ofensivas sexuais, espalha que a assediada é “louca”, “histérica”, “preguiçosa”, “promíscua”, etc? A maioria das mulheres não sabe, mas essa agressão pode ser tipificada como calúnia, injúria ou difamação.

Outra importante informação desconhecida por muitas mulheres é que na legislação brasileira não existe mais diferenciação entre abuso sexual e estupro. Todo ato sexual não consentido e cometido sob ameaça ou violência é considerado estupro. No caso de menores de 14 anos ou doente mental, o crime é tipificado como estupro de vulnerável – o que agrava a pena. Nos casos em que a vítima não tenha condições de consentir, o crime é de violação sexual mediante fraude e a pena varia de dois a seis anos. Não importa a roupa que a mulher vestia, se estava alcoolizada ou se mantinha relacionamento com o agressor. O corpo da mulher não é um objeto que pode ser usado ou violentado e o Estado tem obrigação de proteger a sua integridade física e psicológica.

Matéria publicada na edição 01/2013 do Jornal do STU.

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Fim da violência é prioridade no 8 de março

O combate à violência contra as mulheres será tema prioritário neste 8 de março (Dia Internacional de Luta das Mulheres). Em Campinas não será diferente. A manifestação na cidade está pre-
vista para o dia 9, partindo da Praça da Catedral. O STU participará do ato.

A Secretaria Estadual de Segurança Pública divulgou no ano passado que nos primeiros nove meses de 2012 o registro de estupros subiu 23,4% na região. Campinas é a cidade com o maior número de ocorrências no período (87%). E é importante ressaltar que a própria Secretaria reconhece que os números estão subestimados pois muitas mulheres não procuram a polícia por medo ou vergonha, já que o machismo inerente à nossa sociedade muitas vezes responsabiliza a vítima pela
agressão sofrida.

No último dia 23, Bianca Lara, de apenas 14 anos, foi encontrada morta por asfixia e suspeita-se que tenha sofrido violência sexual. O suspeito, que era vizinho da vítima no Jardim Campineiro, foi preso na Bahia no dia 1o, após estuprar uma mulher e tentar violentar outra menina de 14 anos em dois dias.

Segundo a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, 70% das agressões são praticadas por conhecidos das vítimas. No entanto, desde o início do governo Dilma
Rousseff o orçamento da pasta vem sendo reduzido.

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Boletim 005/2013

Baixe o arquivo do Boletim do STU 005/2013, distribuído no dia 05 de fevereiro de 2013.

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