Arquivo de tag creche

porFernanda de Freitas

Carta às Famílias sobre a Greve

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp realizada quarta-feira passada (18) deflagrou greve por tempo indeterminado a partir de 23/05 (segunda-feira).

Desta forma, o STU convoca todos os trabalhadores, em especial, os pais e mães usuários do Sistema Educativo a se somarem nesta luta em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade e contra o desmonte da Unicamp.

Confira abaixo na íntegra a “Carta às Famílias sobre a Greve” elaborada pelo sindicato:

 

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Pais Funcamp têm direito legal a creche

O Boletim do STU 03/2015 divulgou denúncia feita por servidores contratados pela Funcamp de que a DEdIC estaria dificultando o acesso a crianças cujos responsáveis legais são homens.
Conforme o sindicato se comprometeu, o tema foi debatido em reunião com a DGRH, na qual foi informado que a Fundação está cumprindo o acordo coletivo firmado com o SEAAC, que só prevê que “caso a Funcamp não disponibilize creche, deverá reembolsar às suas empregadas-mães”.
Mais uma vez o SEAAC evidencia que não atua efetivamente em defesa destes trabalhadores já que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) obriga o Estado a assegurar o atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade. E aos servidores contratados diretamente pela Unicamp não é feita distinção se os pequenos são filhos de servidores ou servidoras, até porque a responsabilidade legal sobre as crianças cabe aos responsáveis legais de qualquer gênero.
O STU se solidariza aos pais-Funcamp e atuará dentro de suas possibilidades jurídicas para assegurar o direito de todos os trabalhadores e o reconhecimento da responsabilidade paterna pela educação dos filhos.
Além disso, o sindicato pleiteará junto à direção da Funcamp que cumpra ao pé da letra a legislação de proteção à criança e não faça distinções restritivas ao direito dos pais a matricularem seus filhos no Sistema de Educação Infantil da Unicamp. A luta por mais vagas nas creches é uma demanda prioritária do STU e todos os funcionários da Universidade devem ser atendidos sem distinções.
Além dessas providências o assunto será encaminhado ao Ministério Publico do Trabalho para que adote medidas cabíveis para afastar esse tipo de discriminação.

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Por uma universidade que não oprima as mulheres

A participação das mulheres trabalhadoras na luta sindical é tão importante quando o papel que desempenhamos cotidianamente na construção da Universidade, que chega aos 50 anos perpetuando as desigualdades de gênero.
Na Unicamp enfrentamos o machismo no dia-a-dia das relações de trabalho. Ano passado tivemos a ingrata surpresa da realização de uma semana comemorativa do Dia Internacional de Luta das Mulheres com eventos sobre moda, beleza e maquiagem. A iniciativa do GGBS indignou as trabalhadoras e estudantes, motivando um ato que repercutiu na mídia.
No ano de seu Jubileu, o debate sobre a valorização das trabalhadoras deve estar no centro da pauta.

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Fim da desigualdade salarial
É preciso debater a desigualdade salarial entre homens e mulheres que se evidencia na reduzida ocupação de cargos de chefia por funcionárias e na progressão na carreira com base nas avaliações – que há dois anos sequer acontecem (ver gráfico acima).

30 horas na Saúde e na DEdIC
A luta pela jornada de 30 horas semanais para TODOS os servidores na Área da Saúde e na DEdIC tem também essa perspectiva de enfrentamento ao machismo. A maioria beneficiada seriam as mulheres, que enfrentam dupla ou tripla jornadas.

Saúde preventiva e integral
A melhoria e expansão das especialidades atendidas no CECOM, incluindo atendimento aos dependentes, terceirizados, contratados via Funcamp e aposentados é outra demanda que segue na pauta de luta do STU e das mulheres trabalhadoras na Universidade. Assim como o acompanhamento integral e especializado em Saúde da Mulher – com garantia de realização de exames preventivos para todas as funcionárias.

Mais vagas nas creches
A garantia de vagas no Sistema de Educação Infantil para todos os filhos de trabalhadoras – incluindo as terceirizadas e contratadas via Funcamp – é outra demanda em relação à qual a Universidade tem que cumprir seu papel social. Da mesma forma, é preciso que a Unicamp assegure a compatibilização das férias escolares com a dinâmica de trabalho das servidoras e servidores, assegurando atendimento às crianças nos espaços culturais pois esse é um direito das mães e dos pequenos também (educação não é só o processo formal de alfabetização e sociabilidade).

Fim das terceirizações e defesa dos direitos das terceirizadas
Muitas funcionárias, principalmente, as terceirizadas vivem em situação de vulnerabilidade social. Entre essas trabalhadoras a maioria são chefes de famílias que, em função da precariedade dos contratos, sofrem mais pesadamente com atrasos salariais e de benefícios, superexploração, mais assédio moral e sexual.
Essas trabalhadoras, em sua maioria negras, enfrentam também a combinação nefasta das opressões de classe, raça e gênero. É preciso dar um basta a essa realidade. E esse foi o sentido da Marcha das Mulheres Negras realizada em novembro de 2015. Esse e é o sentido do 8 de março, que não é uma data para recebermos flores de quem nos oprime, violenta e desrespeita todos os outros dias, mas um momento de reflexão e luta pela construção de uma sociedade igualitária, não racista, não homofóbica e onde não haja espaço para a intolerância religiosa. Por isso o STU esteve presente na Marcha e é parte ativa da construção das mobilizações em homenagem ao Dia de Luta das Mulheres Trabalhdoras.

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Boletim do STU – Especial 8 de março

Baixe aqui Boletim do STU – Edição Especial de 8 de março de 2016.

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Trabalhadoras da educação infantil conquistam vitória histórica

Teve início na última quinta-feira (25) o Curso de Especialização em Educação de Crianças e Pedagogia da Infância, resultado da parceria entre a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) e a Faculdade de Educação (FE) em atendimento uma demanda histórica das profissionais da Divisão que reivindicam tempo para formação dentro do expediente. O curso é dirigido às professoras do CECI, CAS e Prodecad. A coordenação do projeto está sob responsabilidade da professora prof. Adriana Missae Momma e Eliana Ayoub, de Faculdade de Educação.
Essa conquista é fruto de muita mobilização e luta das profissionais da educação infantil. Foram abertas 40 vagas para este ano, com compromisso de mais 40 vagas para o próximo ano. Agora, a luta é pela ampliação das vagas para as demais redes da região e pela garantia de 1/3 da jornada para formação e planejamento dos trabalhos, na prática.
A vitória não é só das professoras, mas também dos pais e mães das crianças e de toda a sociedade que contarão com profissionais ainda mais capacitadas e um projeto educacional que trabalhará com uma nova visão de educação e, também, um novo papel para a universidade, voltada para a emancipação e valorização da arte, da cultura e da sociologia da criança.
“Para o STU o atendimento dessa reivindicação é uma vitória das profissionais da DEdIC, que entenderam a importância do aprimoramento profissional e da melhoria das suas atividades e, principalmente, das crianças, explicou a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa.
Para Zilda, ex-diretora do STU “Essa iniciativa do curso é uma vitória e uma conquista que vem sendo travada há muitos anos dentro da Unicamp. Esse projeto prova que a educação pode ser integradora, humana, social e emancipatória também… Acredito que é na militância dos movimentos de educação e sindical que construímos estas e outras consciências para avançar nessa universidade em relação a formação, carreira e tudo que temos direito”, concluiu Zilda.

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Boletim do STU 03/2016

Baixe aqui Boletim 03/2016, de 2 março de 2016.

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Creche não reconhece direito dos pais Funcamp

O STU recebeu denúncias de que a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) está colocando impedimentos ao reconhecimento de pais funcionários da Funcamp, como os responsáveis por suas crianças. O sistema está negando o direito de pais colocarem filhos na creche ou receberem o auxilio criança. O direito está preservado apenas para mães.
O Estado e as instituições públicas deveriam atuar no sentido de garantir que a maternidade não significasse, em boa medida, o sacrifício da vida particular das mulheres. Isso se faz envolvendo os pais na responsabilidade dos cuidados e provendo serviços de atendimento das demandas que ainda são vistas como responsabilidades exclusivas das mulheres. O exemplo da creche da UNICAMP vai no sentido contrário. O STU solicitará uma reunião com a Divisão para apurar a situação e cobrar providências a respeito.

porFernanda de Freitas

Entidades do campus se reúnem com reitoria para discutir pauta da comunidade universitária

O STU, Adunicamp e DCE se reuniram quinta-feira passada (15) com o reitor José Tadeu Jorge para dar prosseguimento à pauta conjunta da comunidade universitária.

Na ocasião foram tratados dos temas: transporte, terceirização e benefícios. O encontro foi produtivo porque conseguiu garantir junto à reitoria ações que melhorem as condições dentro da Universidade.

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Entidades representantes da comunidade universitária em reunião com a reitoria

Melhorias no transporte

Na discussão sobre o transporte o STU manifestou sua posição, que inclusive está na Pauta Específica 2015 de que haja “redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno”.

A reitoria disse que irá providenciar um estudo sobre a viabilidade de redução do valor do serviço com objetivo de aumentar a demanda. Tadeu explicou que “o fretado não é calculado sob o valor de tarifa, e sim, sob a remuneração salarial. O percentual incide sobre o escalonamento das faixas salariais. O conceito é de que quem ganha mais subsidia mais o custo do fretado”.

Na reunião, o STU cobrou que os aposentados tenham acesse ao fretado gratuitamente, já que muitos gostariam de participar do convívio social da universidade ou fazem tratamento médico no CECOM ou HC.

Sobre esse assunto o reitor afirmou que não há problema na utilização do serviço em linhas ociosas – aquelas em que há vagas no ônibus. Naquelas aonde não há assentos vagos será estudada uma solução como reserva antecipada de vagas ou outro procedimento viável, já que não é permitido transportar passageiro em pé. Ficou acertado também que o STU irá protocolar ofício reivindicando esse benefício.

Para aprofundar a discussão sobre transportes será agendada reunião com a Prefeitura do Campus, responsável pela gestão do serviço interno.
Outra questão levantada foi a reestruturação promovida pela Emdec que causou mudança nos itinerários e aumento no intervalo dos horários dos ônibus, sendo uma das linhas mais afetadas a 3.32. O sindicato solicitou intervenção da Universidade junto aos órgãos públicos municipais para a melhoria do transporte público. Destacando que a entidade já vem tratando desse tema com a Emdec, sendo importante que a Unicamp também se manifeste em defesa dos funcionários usuários do serviço.

A reitoria se disponibilizou a fazer gestão junto à Emdec para melhorar o serviço de transporte público que circula no campus.

As reivindicações apresentadas pelo STU buscam melhorar a qualidade do serviço prestado de forma a incentivar o uso dos transportes fretado e coletivo público como forma de solução para o transporte individual diante da escassez de vagas para estacionamento.

“A intenção da redução de custos é aumentar a demanda de uso dos fretados, principalmente entre os maiores salários, desestimulando o uso de carros para vir à Unicamp”, defendeu a diretora Adriana Stella.

A reitoria garantiu também que será reforçada a campanha de conscientização no trânsito para que haja respeito às vagas para deficientes e idosos, inclusive com o uso de Multa Moral – espécie de panfleto para alertar o motorista do estacionamento em vaga proibida.

Pauta de transporte para estudantes

No caso da reivindicação dos estudantes, o reitor Tadeu garantiu que haverá redução no intervalo dos horários do circular interno noturno (de 30 para 20 minutos) e que irá estudar a demanda para o fretamento de um transporte intermunicipal que atenda o trajeto dos campi Piracicaba-Campinas.

No entanto, o gestor foi categórico em afirmar que todas as medidas que indiquem custos serão dificilmente implementadas por conta do orçamento apertado da Universidade.

Fim das terceirizações

O STU reafirmou, mais uma vez, sua pauta pelo fim da terceirização e incorporação dos trabalhadores terceirizados ao quadro da Unicamp.
Tadeu afirmou que não é possível reverter todos os processos de terceirização que ocorreram ao longo da história da Universidade, mas admitiu que todos os serviços que atualmente são prestados pelos terceirizados podem ser feitos por trabalhadores da Unicamp. Mas que o principal problema é o custo, já que contratos com empresas terceirizadas oferecem custos mais baixos.

“É possível reduzir a terceirização, mas neste momento é muito difícil tratar do assunto por conta do orçamento. Agora é inviável implementar uma proposta dessa.”, argumenta o reitor.

O STU insistiu na ideia de reduzir a terceirização em algumas áreas, mesmo que progressivamente, de forma a dar início ao processo de eliminação dessa prática dentro da Unicamp.

Ficou acertado que a reitoria irá providenciar um amplo estudo dos setores que poderá sofrer redução e seus impactos. “A vigilância e a limpeza são áreas importantes que poderiam entrar nessa medida de redução da terceirização com vistas à eliminação completa desses contratos terceirizados. Sem contar que um corpo de vigilância interno melhora muito a segurança e as condições de trabalho”, justificou o diretor Marcílio Ventura.

Funcamp

O STU também cobrou que a Unicamp se manifeste favoravelmente ao reconhecimento do Sindicato como representante legal dos trabalhadores Funcamp, que atualmente pertencem à base do SEAAC.

O objetivo é somar forças no processo que tramita na Justiça do Trabalho a fim de que o STU possa representar os trabalhadores Funcamp, por serem todos trabalhadores contratados para desempenhar funções dentro da Unicamp, mesmo terceirizados. Ficou acertado que o Sindicato enviará ofício à Unicamp para que ela encaminhe parecer favorável à medida.

Vagas nas creches

O reitor Tadeu anunciou que continua investido na política de aumento de número de vagas nas creches e que o resultado tem sido a redução no número de pagamentos de auxílios criança, inclusive para as que possuem alguma deficiência.

O sindicato aproveitou para reafirmar sua reivindicação de que a Unicamp garanta vagas em creches para os filhos dos funcionários técnico-administrativos, docentes e estudantes, de modo a atender a demanda efetiva em todos os campi e as terceirizadas.

A avaliação é de que a reunião contribuiu para aprofundar o debate sobre terceirização e transporte de forma a avançar nos itens de discussão da pauta da categoria.

Nova reunião será agendada para continuidade das discussões.

porFernanda de Freitas

Pauta Específica da DEdIC é negociada com reitoria

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Reunião entre professoras da DEdIC, STU e reitoria da Unicamp

Nesta terça-feira (16) as professoras da DEdIC e a diretoria do STU se reuniram com o reitor Tadeu para discutir a pauta específica. Entrou na discussão a regulamentação da jornada, recesso, carreira, Projeto Político Pedagógico (PPP), credenciamento da creche e gestão democrática.

Sobre a regulamentação da Lei 11.738/2008, que garante 1/3 da carga horária das professoras para planejamento, o reitor pontuou que a efetivação da jornada só será possível por meio de deliberação da Câmara de Administração (CAD) que seguirá as orientações do Conselho Nacional de Educação. A intenção é que o documento seja apreciado pela CAD em outubro deste ano e contemple o recesso escolar de 15 dias em julho.

Questionado sobre a responsabilidade dos cuidados quando as professoras estivessem em planejamento, o gestor foi categórico em afirmar que serão necessárias adequações internas das turmas e horários para que as crianças fiquem sempre em companhia de alguma professora.

Ficou decidido que a comissão interna da DEdIC, que já discute esse assunto, será formalizada e participará dos trabalhos junto à DGRH e Procuradoria Geral (PG) na elaboração da deliberação CAD.

A reitoria também acenou com a possibilidade de estruturar um projeto piloto para testar esse formato, mas que o experimento deverá ser feito com um grupo pequeno e necessitará de respaldo da comissão.

A avaliação de todos é que o rearranjo na jornada não implicará em impacto financeiro ou em novas contratações.

Carreira

Sobre a carreira o reitor anunciou que a DGRH está estudando a criação de uma carreira específica para a DEdIC – dentro do projeto de reformulação da carreira PAEPE –, que contemple a mudança de nomenclatura e as especificidades do trabalho.

Credenciamento

O reitor reiterou seu compromisso de buscar o credenciamento da creche e informou que em consulta à Prefeitura Municipal de Campinas recebeu retorno de que, por ser uma universidade estadual, a competência para o encaminhamento seria do governo do Estado.

Diante disso, a universidade está buscando junto à Secretaria Estadual da Educação a regulamentação da DEdIC para se adequar a legislação de atendimento às crianças de 4 e 5 anos em idade pré-escolar em rede credenciada.

Gestão

Após relato de denúncias graves de assédio moral, autoritarismo da parte da gestão da creche e necessidade de eleições diretas na unidade a reitoria informou que nomeará a psicóloga Magda Sena Vulcano, especialista em relações do trabalho, como facilitadora no processo de construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) e mediadora dos conflitos de gestão. O reitor insistiu na ideia de que a elaboração conjunta do PPP poderá auxiliar na institucionalização de uma gestão mais democrática e aproveitou pra reforçar que não vê com bons olhos a convocação imediata de eleições diretas para direção da DEdIC.

Negociação

A avaliação é de que a reunião foi importante para avançar na discussão da Pauta Específica, principalmente, porque possibilitou que o reitor se inteirasse das questões referentes às relações de trabalho das creches, mas que a organização das professoras e pais é indispensável para que os compromissos sejam efetivados.

porFernanda de Freitas

Professoras da DEdIC se reúnem hoje (27) com gestores da Unicamp

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Professoras da DEdIC discutem pauta da creche

Hoje (27), às 14h30, as professoras da DEdIC se reúnem com os gestores da Unicamp para negociar a implementação da lei de um terço (1/3) da jornada de trabalho para formação e planejamento em caráter imediato, Lei nº 11.738/2008.

As professoras reivindicam que a legislação seja implementada de forma que a composição da jornada de trabalho limite-se ao máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos.

Outras questões que também estão em pauta são: a vinculação da creche da Unicamp aos órgãos de ensino, plano de carreira, melhores condições de trabalho etc.

Antes da reunião as professoras se reuniram com as diretoras do STU, Sílvia Antonia Figueiredo Pereira e Adriana Stella, para discutir as demandas que serão tratadas no encontro desta tarde.