Arquivo de tag mulheres

porStéphane Powaczuk

Programação do Dia Internacional da Mulher

O Coletivo de Mulheres em Luta da Unicamp, formado essencialmente por trabalhadoras (mas também estudantes, pesquisadoras etc) comprometidas com a pauta de gênero, convida toda a comunidade universitária para participar da Semana das Mulheres 2026.

Esse coletivo surgiu em 2024, em um momento de importante mobilização para enfrentar casos de assédio e fortalecer mecanismos de proteção às mulheres dentro das estruturas institucionais e do movimento sindical. Desde então, o grupo vem atuando ativamente na construção de propostas de prevenção às violências de gênero, de ampliação da participação das mulheres nos espaços de decisão e de garantia de direitos em toda a universidade.

Nos últimos anos, o coletivo tem impulsionado debates fundamentais para a Unicamp, como a necessidade de critérios institucionais mais rigorosos para ocupação de cargos de chefia e funções públicas — tema que se articula com a proposta da Ficha Limpa no serviço público. A defesa é simples e essencial: pessoas com histórico de penalidades por assédio sexual, violência de gênero, assédio moral ou discriminações não devem ocupar posições de poder, onde tais práticas podem se intensificar e agravar. Essa agenda tem sido debatida dentro e fora da universidade, refletindo a urgência de fortalecer políticas de prevenção, acolhimento e responsabilização, além de consolidar ambientes de trabalho e estudo mais seguros, éticos e democráticos.

É nesse espírito de luta e organização que vem aí a Semana das Mulheres da Unicamp, em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU). A programação reúne debates, rodas de conversa, atividades culturais, palestras e o diálogo institucional necessário para avançarmos na construção de uma universidade mais justa e livre de violências.

Convidamos toda a comunidade da Unicamp — pessoas de todos os gêneros são bem-vindas — a participar dessa programação e fortalecer esse movimento coletivo pela igualdade de gênero, pela prevenção às violências e pela democratização dos espaços de poder.

porFernanda de Freitas

Ato Mulheres Vivas: pelo fim do feminicídio

“Ato Mulheres Vivas: pelo fim do feminicídio”, realizado nesta terça-feira (27) em frente à Prefeitura Municipal de Campinas, foi um grito coletivo contra a barbárie que insiste em marcar a vida das mulheres.

No Brasil, os números apontados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública são chocantes: em 2025 foram registrados cerca de 1.470 feminicídios, o maior número desde o início da contagem em 2015, quando o feminicídio foi oficialmente tipificado, o que representa quase quatro mulheres assassinadas por dia em nosso país por razões de gênero.

Na região de Campinas, a situação também é grave: desde 2015, já foram contabilizadas 133 vítimas, com Campinas liderando os casos com mais de 65 mulheres assassinadas por violência de gênero, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Esses números são mais que estatísticas, são vidas que foram interrompidas pela violência íntima, pela cultura da posse e da dominação masculina. Ela tem raízes no patriarcado, que cria e reforça a sensação de propriedade sobre os corpos das mulheres, legitimando, em muitos casos, a violência letal dentro de relações afetivas.

Por isso é fundamental afirmar que essa pauta não é apenas das mulheres, é um problema de homens e de toda a sociedade.

O STU está na linha de frente do combate às violências contra as mulheres, com destaque para o enfrentamento ao assédio institucional.

E neste ano, em parceria com o Coletivo de Mulheres da Unicamp estamos organizando uma agenda de mobilização para a semana do Dia Internacional da Mulher – 8M, com atividades que dialogam com as principais pautas que atravessam a vida das mulheres.

Trazer essa discussão para o cotidiano é uma questão de vida ou morte. Mulheres, mães, filhas e companheiras estão sendo mortas por homens que se recusam a reconhecer seus direitos à autonomia e à liberdade.

Nossa luta é pela vida de todas as mulheres e ela exige que ocupemos as ruas, as universidades, os espaços de trabalho e o debate público com força, unidade e coragem para cobrar políticas públicas de enfrentamento a essa violência.

Ato e Caminhada das Mulheres Vivas (dez/2025) / Créditos: Rosemar Sant’Anna

porFernanda de Freitas

Coletivo de Mulheres se reúne para debater enfrentamento à violência de gênero

Trabalhadoras de diferentes áreas participaram, no último dia 17/06, na sede do STU, de uma reunião do coletivo “Mulheres da Unicamp em Luta”.

Na ocasião, foram discutidas novas estratégias de organização, como o estabelecimento de um calendário de encontros mensais itinerantes (em diferentes órgãos e unidades), para capilarizar a atuação do grupo.

A próxima reunião acontece na terça-feira (01), às 12h, na sede do STU, e todas as trabalhadoras estão convidadas a participar e ajudar a elaborar e fortalecer as ações para o combate à violência de gênero na Universidade.

Programe-se para o próximo encontro e convide uma colega para participar.
Te esperamos no STU!

porStéphane Powaczuk

Palestra sobre Etarismo tratou sobre o desafio das mulheres idosas voltarem ao mercado de trabalho

Na última quinta-feira, 07/03, a conselheira Regional de Enfermagem/SP, Maria Edith Almeida Santan deu um show na roda de conversa que aconteceu no STU. Foi uma aula completa sobre Etarismo, tirando várias dúvidas sobre os desafios das mulheres idosas em relação ao tema. Algumas mulheres se identificaram com o assunto e falaram que de alguma forma já foram vítimas do Etarismo.

O Etarismo se tornou um preconceito frequente no Brasil, e é um grande desafio para as mulheres idosas, aposentadas, que precisam voltar ao mercado de trabalho, mas são discriminadas. Elas precisam enfrentar os baixos salários, muitas são arrimos de família, mesmo com a saúde comprometida ainda precisam cuidar dos/as idosos/as e netos/as da família.

Continue acompanhando a programação do Mês de luta da Mulher do STU. A próxima atividade vai acontecer na terça-feira, 12/03, uma roda de poesia, às 10h, com as mulheres aposentadas da Unicamp.

Convide uma mulher, seja sua amiga, colega de trabalho ou aposentada e venha para o STU participar das atividades do mês da mulher.

porStéphane Powaczuk

Mês da Mulher: confira o calendário de atividades do STU

Confira abaixo o calendário de atividades do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp. Lembrando que a programação está sujeita a alterações.

Acompanhe nossas redes sociais e fique por dentro das nossas notícias.

porStéphane Powaczuk

Mês das Mulheres: STU vai realizar palestra terça, 05/03, às 10h no sindicato

Entramos hoje no mês que é celebrado o Dia Internacional das Mulheres, e para dar início as programações deste mês tão importante, o STU gostaria de te convidar para participar de uma palestra na sede do sindicato.

“Vivências com práticas integrativas e complementares”. Este vai ser o tema que a enfermeira da Central de Materiais esterilizados/Unicamp, Vanessa Mangani Menke Rocco, vai abordar, a partir das 10h, da próxima terça-feira, 05 de março no STU.

Convide a sua colega e venha participar deste evento realizado pelo sindicato.

Te esperamos terça-feira, 05/03, às 10h, no STU!

porFernanda de Freitas

Roda de Conversa discute “A Luta das Mulheres com Deficiência”

Onde estão as alunas e as professoras com deficiência na Unicamp? Na política? Na arte?

Vamos discutir nesta roda de conversa sobre a invisibilização das mulheres com deficiência e as dificuldades de acesso em diversos espaços da nossa sociedade dentro do sistema capitalista.

Vamos pensar coletivamente como podemos ocupar todos os locais e nos organizar para transformar a sociedade, contra o capacitismo e por uma verdadeira inclusão!

Organização: Rede de Apoio Maria Lúcia Petit e Movimento de Mulheres Olga Benário.

Data: 22/08 (segunda-feira, às 18h
Local: Vão do CB – Ciclo Básico I da Unicamp.

porStéphane Powaczuk

STU convida para roda de conversa sobre Mulheres e LGBTQIA+

As Coordenações de Mulheres e LGBTQIA+ do STU vão realizar uma roda de conversa com café no dia 14/07, às 9h, sobre mulheres e LGBTQIA+ e espera você para participar.

Ameaça para as Mulheres

– Recentemente falamos sobre a menina de 11 anos que teve o direito de aborto violado depois de ser estuprada;

– Há duas semanas a atriz Klara Castanho de 21 anos teve o sigilo violado depois de ser estuprada e encaminhar a criança a adoção;

– Essa semana uma mulher é estuprada enquanto realizava uma cesárea.

A mulher brasileira e o grupo LGBTQIA+ não tem um momento de sossego, e o pior, justamente por sermos quem somos.

Feminicídio no Brasil

Infelizmente os dados não são bons, em 2021 nosso país registrou um estupro a cada 11 minutos, e um Feminicídio a cada 7 horas, segundo um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Convivemos com elevadas estatísticas de violência praticadas contra as mulheres, o que torna o Brasil o 5 º país com maior taxa de homicídios contra as mulheres, segundo dados do Mapa da Violência 2015 (Cebela/Flacso).

Confira o cronometro da violência contra as mulheres no Brasil:

Existe uma lei do Feminicídio, que é a Lei 13.104/15, mas ela se aplica apenas a casos como: violência doméstica ou familiar, ou menosprezo ou discriminação contra a condição da mulher.

Medidas para enganar as mulheres

O atual governo lançou um programa chamado Emprega + Mulheres e Jovens, furada na certa! A Medida Provisória 1116/2022, na prática vai servir para jogar nas costas dos/as trabalhadores/as as obrigações que deveriam ser do governo e dos empresários. O objetivo dela é promover mais flexibilidade nos direitos trabalhistas.

Estamos abertas para conversar sobre estes e outros assuntos, e por isso a sua presença é muito importante nesse encontro.

Entendemos que muitas vezes são temas delicados, mas estamos aqui para debater e encontrar formas de nos fortalecer para juntas lutarmos contra qualquer tipo de violência que possa acontecer para as mulheres e o grupo LGBTQIA+.

Te esperamos dia 14/07, às 9h, com um café quentinho na sede do STU.

Confira a seguir o vídeo da Técnica em Enfermagem e diretoria do STU, Elisiene Lobo sobre a reunião:

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Boletim do STU 034/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 3 de junho de 2016.

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Boletim do STU 07/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de abril de 2016.

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Departamento de Mulheres do STU realizou atividades no 8 de março

Neste dia 8 o Departamento de Mulheres do STU realizou um café da manhã coletivo e uma exposição fotográfica representativa da participação das mulheres da categoria nas lutas em defesa de direitos e da universidade pública.

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Ato das mulheres em Campinas acontece no próximo sábado

Nesta semana comemora-se o Dia Internacional de Luta das Mulheres (8 de março) e em Campinas o ato unificado contra a superexploração e a opressão machista acontece no próximo sábado (12). Com o lema “Mulheres ocupam as ruas e a política, por nenhum direito a menos”, a manifestação terá início às 9 horas na Estação Cultura, de onde sairá uma passeata. O encerramento do dia de luta será no Largo da Catedral.

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Boletim do STU 04/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 9 de março de 2016.

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#PrimaveraFeminista: As mulheres estão nas ruas em luta por direitos e conquistas

A Coordenação de Mulheres do STU chama todas as trabalhadoras da Unicamp a participar das ações em homenagem ao Dia Internacional de Luta Feminista.

2015 foi um ano em que a famosa frase da líder feminista e fundadora do Partido dos Panteras Negras (movimento revolucionário de autodefesa negra nascido na década de 1960 nos Estados Unidos) fez muito sentido.
As mulheres saíram às ruas em todo o Brasil para impedir a aprovação do projeto do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) que impõe às vítimas de estupro a segunda violência de correr o risco de ter um filho do estuprador. Cunha, réu no escândalo de desvio de verbas da Petrobras (a Operação Lava Jato), é autor do Projeto de Lei 5069/2013. O PL dificulta o atendimento médico às vítimas de violência sexual, exigindo boletim de ocorrência e criminalizando médicos e profissionais de saúde que assegurem à mulher o direito previsto no Código Penal de 1940.
A revolta contra o PL do Estupro, a mobilização contra o assédio sexual nos transportes e vias públicas, a exigência de maior representatividade nos espaços de decisão e a denúncia do racismo e da LGBTfobia marcaram o ano passado. Estivemos à frente também das mobilizações contra o aumento das tarifas de transporte e nas ocupações que derrotaram a tentativa do Governo Alckmin de fechar uma centena de escolas. E realizamos a 1ª Marcha das Mulheres Negras contra o racismo, a violência e pelo bem viver, que levou cerca de 20 mil afrodescendentes a Brasília no dia 18 de novembro.
Neste ano, que começa com o aprofundamento da crise econômica e do desemprego, as ameaças de uma “reforma” da Previdência para aumentar o tempo de serviço das mulheres e do avanço da terceirização com o PLC 30/2015 (que na Câmara dos Deputados tramitou como PL 4330/2004 e legaliza a precarização da mão de obra em todas as áreas da economia), mais uma vez temos que tomar as ruas para defender nossos direitos e conquistas. Contra o ajuste fiscal que ;atinge mais fortemente às mulheres, em defesa do direito ao nosso corpo, por saúde e educação pública de qualidade seguiremos em luta!

8 de março (terça-feira)
6h30 – Café da Manhã e exposição de Fotos sobre as mulheres lutadoras na Universidade (entrada do estacionamento da creche – atrás do colégio Sérgio Porto);

12h – Oficina de turbantes (saguão do PB);

16 h – Ato estadual “Mulheres nas ruas por liberdade, autonomia e democracia pra lutar: pela legalização do aborto, contra a reforma da previdência e o ajuste fiscal e pelo fim da violência contra a mulher” (concentração às 16 horas no vão livre do Masp – São Paulo).

11 de março (sexta-feira)

12h – Oficina de Defesa Pessoal (saguão do PB).

12 de março (sábado)

9h – Ato campineiro “Mulheres ocupam as ruas e a política, por nenhum direito a menos” (Concentração às 9h na Estação Cultura e encerramento no Largo da Catedral).

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Universidades ainda é espaço hostil às mulheres

As mulheres ainda sofrem diariamente com a violência mesmo dentro do universo acadêmico. Da desqualificação intelectual à violência sexual, alunas e trabalhadoras são obrigadas a lidar com comportamentos masculinos agressivos no local onde deveriam ter a possibilidade de aprender, trabalhar e trocar experiências.
Pesquisa realizada no final de 2015 pelo Instituto Avon e pelo Data Popular revelou que 67% das estudantes entrevistadas já sofreu alguma forma de violência (moral, psicológica, sexual ou física) no ambiente universitário. Outros dados chocantes: 56% das universitárias já sofreram alguma forma de assédio sexual (cantadas ou abordagens agressivas) e 28% já foram vítimas de estupro.
Contudo, muitos dos estudantes homens ainda acreditam que as violências praticadas são “brincadeiras” ou consequências do comportamento das mulheres.
Não proporcionar a segurança necessária para que tenhamos livre acesso à educação é uma das várias formas de discriminação por gênero. Portanto, é de fundamental importância que exista um debate e uma construção da igualdade de gênero dentro das universidades e na sociedade como um todo.

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Por uma universidade que não oprima as mulheres

A participação das mulheres trabalhadoras na luta sindical é tão importante quando o papel que desempenhamos cotidianamente na construção da Universidade, que chega aos 50 anos perpetuando as desigualdades de gênero.
Na Unicamp enfrentamos o machismo no dia-a-dia das relações de trabalho. Ano passado tivemos a ingrata surpresa da realização de uma semana comemorativa do Dia Internacional de Luta das Mulheres com eventos sobre moda, beleza e maquiagem. A iniciativa do GGBS indignou as trabalhadoras e estudantes, motivando um ato que repercutiu na mídia.
No ano de seu Jubileu, o debate sobre a valorização das trabalhadoras deve estar no centro da pauta.

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Fim da desigualdade salarial
É preciso debater a desigualdade salarial entre homens e mulheres que se evidencia na reduzida ocupação de cargos de chefia por funcionárias e na progressão na carreira com base nas avaliações – que há dois anos sequer acontecem (ver gráfico acima).

30 horas na Saúde e na DEdIC
A luta pela jornada de 30 horas semanais para TODOS os servidores na Área da Saúde e na DEdIC tem também essa perspectiva de enfrentamento ao machismo. A maioria beneficiada seriam as mulheres, que enfrentam dupla ou tripla jornadas.

Saúde preventiva e integral
A melhoria e expansão das especialidades atendidas no CECOM, incluindo atendimento aos dependentes, terceirizados, contratados via Funcamp e aposentados é outra demanda que segue na pauta de luta do STU e das mulheres trabalhadoras na Universidade. Assim como o acompanhamento integral e especializado em Saúde da Mulher – com garantia de realização de exames preventivos para todas as funcionárias.

Mais vagas nas creches
A garantia de vagas no Sistema de Educação Infantil para todos os filhos de trabalhadoras – incluindo as terceirizadas e contratadas via Funcamp – é outra demanda em relação à qual a Universidade tem que cumprir seu papel social. Da mesma forma, é preciso que a Unicamp assegure a compatibilização das férias escolares com a dinâmica de trabalho das servidoras e servidores, assegurando atendimento às crianças nos espaços culturais pois esse é um direito das mães e dos pequenos também (educação não é só o processo formal de alfabetização e sociabilidade).

Fim das terceirizações e defesa dos direitos das terceirizadas
Muitas funcionárias, principalmente, as terceirizadas vivem em situação de vulnerabilidade social. Entre essas trabalhadoras a maioria são chefes de famílias que, em função da precariedade dos contratos, sofrem mais pesadamente com atrasos salariais e de benefícios, superexploração, mais assédio moral e sexual.
Essas trabalhadoras, em sua maioria negras, enfrentam também a combinação nefasta das opressões de classe, raça e gênero. É preciso dar um basta a essa realidade. E esse foi o sentido da Marcha das Mulheres Negras realizada em novembro de 2015. Esse e é o sentido do 8 de março, que não é uma data para recebermos flores de quem nos oprime, violenta e desrespeita todos os outros dias, mas um momento de reflexão e luta pela construção de uma sociedade igualitária, não racista, não homofóbica e onde não haja espaço para a intolerância religiosa. Por isso o STU esteve presente na Marcha e é parte ativa da construção das mobilizações em homenagem ao Dia de Luta das Mulheres Trabalhdoras.

poradmin

Boletim do STU – Especial 8 de março

Baixe aqui Boletim do STU – Edição Especial de 8 de março de 2016.

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poradmin

STU realizará atividades no Dia Internacional de Luta das Mulheres

Em reunião realizada na última quinta-feira, 25/2, o Departamento de Mulheres do STU deu início a preparação das atividades do 8 de março – Dia Internacional de Luta das Mulheres.
Neste dia, o Departamento de Mulheres do STU realizará atividades para reivindicar igualdade de direitos e reafirmar a luta contra todas as formas de violência contra as mulheres. Confira o calendário das atividades já confirmadas.
8 de Março 2016
6h30 – Café da Manhã e Exposição de Fotos (na entrada pelo estacionamento da creche – atrás do colégio Sérgio Porto).
12h – Oficina de “Amarração” de Turbante.

10 de Março 2016
12h – Oficina de Defesa Pessoal.

12 de Março 2016
Participação no ato chamado pelos movimentos sociais, seguido de caminhada pelas ruas centrais de Campinas sob o tema “Mulheres Ocupam as Ruas e a Política, Por Nenhum Direito a Menos”. Concentração às 9h na Estação Cultura de Campinas e encerramento no Largo da Catedral.