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Assembleia mantém encaminhamentos para a campanha salarial unificada

A assembleia da última quarta-feira (23) reafirmou o poscionamento aprovado no dia 9/3 de que a Campanha salarial Unificada deste ano
deve lutar pela reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas, e
a reivindicação de 14,16% (em parcela única e igual para todos os trabalhadores) a título de recuperação da perda provocada pelo parcelamento do reajuste do ano passado, retroativo a data base.

Novamente os trabalhadores rejeitaram a proposta do Fórum de incluir na pauta unitária a luta pela mudança do teto salarial no Estado para o equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal.

A decisão foi referendada por 41 votos pela manutenção da deliberação anterior contra 23 votos a favor de uma proposta similar à que foi provada na assembleia do Sintusp, que autorizava a inclusão do debate sobre o teto na luta unificada para fortalecer a mobilização unificada do Fórum das Seis. Dois servidores se abstiveram.

A coordenação do Fórum se reúne nesta segunda (28) com o objetivo de fechar a pauta unificada e discutir a entrega das reivindicações ao Cruesp.

Plenária da Fasubra – Na assembleia também foram eleitos os representantes da categoria à próxima plenária nacional estatutária da Fasubra. A atividade acontece de 1° a 3 de abril, em Brasília, e vai debater a conjuntura, carreira e a emergência internacional colocada pela epidemia do Zika vírus e como esse cenário afeta os direitos das mulheres trabalhadoras. Ficou decidido pela assembleia que os trabalhadores serão representados respeitando a proporcionalidade dos grupos que compõem a diretoria do sindicato. A Unicamp tem direito a cinco delegados ou delegadas à plenária (1 indicado pela Coletivo Alerta Unicamp, 1 do Vamos à luta!, 1 indicado pelo Coletivo Apesar e 1 representante da chapa Lutar pra Valer – Independência e Democracia na Base, que concorreram nas últimas eleições para a diretoria do sindicato e obtiveram votos necessários para integrar o colegiado). Além disso, um representante indicado pela diretoria do STU será também delegado à plenária.

Também foram aprovadas pela assembleia uma moção contra a punição da diretora do STU e da Fasubra Adriana Stella (leia abaixo) e o encaminhamento para a Comissão Nacional e  Estadual da Verdade de moção sugerindo a alteração dos nomes das rodovias estatuais e nacionais que contenham nomes de ditadores e apoiadores da ditadura militar.

 

Moção pela retirada das punições à Adriana Stella e anulação da Sindicância

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp vem manifestar irrestrito apoio e solidariedade à funcionária da Unicamp e diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) e da FASUBRA, Adriana Cristina de Toledo Stella, vítima de assédio moral em seu local de trabalho e de sindicância que determinou sua punição por não se calar e denunciar seu chefe assediador.

Adriana Stella sofreu assédio moral por seu chefe que repetida e sistematicamente a hostilizou, ridicularizou, inferiorizou, e culpabilizou por sua gravidez e sua atuação sindical junto à categoria.

Há exatamente um ano, a Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp já aprovou uma moção de apoio e retirada das punições. No mesmo ano, o tema das punições e perseguições aos ativistas foi alvo de debate com a Reitoria na Campanha Salarial. A Universidade assumiu que a prática de assédio moral é constante e assinou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público para coibir essa prática. O Reitor, chegou a assumir publicamente em reunião realizada junto ao STU que o processo de Adriana foi conduzido de forma irregular e que, portanto, deveria ser considerado como nulo.

Mesmo assim, passado quase um ano do processo que ficou engavetado na Reitoria desde abril de 2015 até o início do ano de 2016, ao início da Campanha Salarial deste ano a Reitoria encaminha ao STU comunicado informando que a sindicalista Adriana receberá as punições. Além de não cumprir o que o Reitor publicamente expressou em reunião gravada e não cumprir o TAC, a Reitoria se utiliza de métodos coercitivos para amedrontar os trabalhadores da Unicamp ao punir uma trabalhadora que denuncia o assédio.

A prática da Reitoria reforça que aqueles que não se calam e lutam contra o assédio e perseguição serão duramente punidos, como forma “exemplar” de calar a voz dos trabalhadores desta Universidade. Em época de Campanha Salarial, a Reitoria reforça ainda mais que irá perseguir aqueles que lutam.

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp considera grave a perseguição institucional e a tentativa de punição exemplar de uma trabalhadora que ousou não se calar frente ao assédio! Por isso, exige a imediata retirada das punições e anulação da Sindicância.

Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp

Campinas, 23 de março de 2016

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Boletim do STU 06/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de março de 2016.

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Tem início a organização da campanha salarial unificada 2016!

Após a última rodada de assembleias a coordenação do Fórum das Seis se reuniu no último dia 10 e nesta semana será encaminhada a definição da pauta unificada da campanha salarial 2016. Frente à avaliação generalizada de que não há crise financeira nas universidades, mas dificuldades geradas pela paralisia dos reitores frente ao congelamento dos repasses do ICMS por mais de 20 anos em 9,57%, ou seja sub-financiamento, os trabalhadores exigem: “Nem arrocho, nem desmonte! Isonomia já!”.
A assembleia na Unicamp no último dia 9 (foto) aprovou a luta pela reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas. Além de propor a reivindicação de 14,16% (pago em parcela única e igual para todos os trabalhadores) para recuperar a perda provocada pelo parcelamento do reajuste do ano passado.
A assembleia aprovou também levar ao Fórum das Seis a proposta de que o ato unificado, com paralisação, para a entregada pauta ao Cruesp aconteça no dia 5 de abril.
O único ponto da proposta do Fórum reprovado na assembleia foi o que visava encaminhar ações no sentido de elevar o teto salarial no Estado ao equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal. A decisão da assembleia foi dar prioridade, nesse momento, a discussão do piso e não do teto.
No dia 22/3 a coordenação do Fórum volta a se reunir para fechar a pauta a partir das assembleias de cada entidade.
Foi aprovado pela assembleia reiterar a cobrança junto à reitoria da Unicamp do agendamento de reunião para tratar da isonomia, que estava acertada para ocorrer em janeiro e que até o momento não foi agendada. Novo ofício (com a mesma cobrança realizada em 15/2) foi protocolado junto à reitoria no dia 10/3.
GT Isonomia – No último dia 9 aconteceu também a reunião do grupo de trabalho sobre o resgate da isonomia salarial nas três universidades. Foi debatido o plano de trabalho e o calendário de funcionamento do GT, que deve encerrar suas atividades e apresentar uma proposta concreta às categorias até o mês de novembro. O diretor do STU Marcílio Ventura, participou da reunião do GT, que aconteceu na sede do Cruesp em São Paulo.

Outros GTs – Além do GT de Isonomia, também já foram realizadas duas reuniões do GT de Permanência Estudantil. E está na pauta com o Cruesp a discussão sobre os problemas na SPPrev, com reunião agendada para o dia 23/3.

Resumo do outros itens da proposta de pauta unificada do Fórum das Seis

– Respeito à liberdade de organização e manifestação, contra a criminalização dos movimentos sociais e os ataques às mulheres, com revogação de quaisquer punições decorrentes de mobilizações em defesa da universidade e respeito ao direito de greve.
– Equiparação dos pisos salariais e benefícios pagos aos servidores técnico-administrativos da USP, Unicamp, Unesp e Ceeteps, com preservação das estruturas de carreira, reenquadrando os aposentados nas carreiras atuais e incorporação dos benefícios aos salários e aposentadorias.
– Tratamento salarial, administrativo e de concessão de benefícios isonômico para funcionários terceirizados e/ou contratados via as “fundações” das universidades, rumo ao fim da terceirização.
– Estabelecimento de uma agenda de reuniões entre Fórum das Seis e Cruesp para debate de questões relativas aos problemas do SPPrev, aposentadoria e Plano de Aposentadoria Complementar.
– Dotação orçamentária para efetivar políticas de permanência estudantil.
– Ampliação do quadro permanente de técnico-administrativos e docentes, via concurso público, atendendo às demandas definidas pelas unidades de ensino e demais órgãos institucionais, garantindo-se a reposição imediata nos casos de exoneração, aposentadoria ou falecimento.
– Contra o fechamento de creches (caso da USP) e pela garantia de vagas para atendimento à demanda efetiva de filhos de servidores, docentes e estudantes em todos os campi.
– Transporte público, gratuito e de qualidade para todos os que utilizam os campi das universidades e as unidades do Ceeteps, com contratação de pessoal via concurso público.
– Que as reitorias efetivem políticas contra o assédio moral e sexual, e toda forma de violência.
– Lutar pela aprovação na LDO/2017 do repasse de 33% da receita total de impostos do Estado para a educação, incluindo 11,6% do total do produto do ICMS quota-parte do Estado para as universidades estaduais paulistas e 3,3% para o Ceeteps, bem como pelo repasse integral do percentual determinado às universidades (fim do desconto relativos às rubricas Habitação e Dívida Ativa na base de cálculo). Além da luta pelo cumprimento do acordo de expansão das universidades paulistas (criação da FCA/Unicamp).
– Transparência, com detalhamento mensal da gestão de recursos orçamentários e extraorçamentários das três universidades estaduais e do Centro Paula Souza, incluindo receitas e repasses envolvidos nas fundações ligadas às referidas instituições.
– Aprimoramento do caráter público dos hospitais universitários, com reversão de toda forma de privatização (autarquização, organizações sociais etc.) e apropriação privada de sua capacidade instalada e administrativa, e financiamento público adequado, jornada de 30 horas para os servidores da área de saúde.

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Pais Funcamp têm direito legal a creche

O Boletim do STU 03/2015 divulgou denúncia feita por servidores contratados pela Funcamp de que a DEdIC estaria dificultando o acesso a crianças cujos responsáveis legais são homens.
Conforme o sindicato se comprometeu, o tema foi debatido em reunião com a DGRH, na qual foi informado que a Fundação está cumprindo o acordo coletivo firmado com o SEAAC, que só prevê que “caso a Funcamp não disponibilize creche, deverá reembolsar às suas empregadas-mães”.
Mais uma vez o SEAAC evidencia que não atua efetivamente em defesa destes trabalhadores já que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) obriga o Estado a assegurar o atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade. E aos servidores contratados diretamente pela Unicamp não é feita distinção se os pequenos são filhos de servidores ou servidoras, até porque a responsabilidade legal sobre as crianças cabe aos responsáveis legais de qualquer gênero.
O STU se solidariza aos pais-Funcamp e atuará dentro de suas possibilidades jurídicas para assegurar o direito de todos os trabalhadores e o reconhecimento da responsabilidade paterna pela educação dos filhos.
Além disso, o sindicato pleiteará junto à direção da Funcamp que cumpra ao pé da letra a legislação de proteção à criança e não faça distinções restritivas ao direito dos pais a matricularem seus filhos no Sistema de Educação Infantil da Unicamp. A luta por mais vagas nas creches é uma demanda prioritária do STU e todos os funcionários da Universidade devem ser atendidos sem distinções.
Além dessas providências o assunto será encaminhado ao Ministério Publico do Trabalho para que adote medidas cabíveis para afastar esse tipo de discriminação.

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Boletim do STU 05/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de março de 2016.

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Boletim dos Aposentados 01/2016

Baixe aqui Boletim dos Aposentados 01, de março de 2016.

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Informativo 02/2016 – Fórum dos Aposentados USP, Unesp e Unicamp

Baixe aqui Informativo 02/2016, do Fórum dos Aposentados USP, Unesp e Unicamp

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STF reconhece STU como amicus curiae no processo da mudança de regime

Foi deferido pelo Supremo Tribunal Federal no último dia 3 o pedido do STU para ingressar como amicus curiae no processo que discute a constitucionalidade da mudança do regime celetista para o Esunicamp de funcionários admitidos no período de 01/01/1985 a 05/10/1988. Como já informado no Boletim do STU, a condição de amicus curiae permite que o sindicato possa atuar como entidade qualificada a prestar esclarecimentos sobre a demanda em análise na Corte.
Em seu despacho o ministro Celso de Mello afirma que “admito, na condição de amicus curiae, o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp STU, eis que se acham atendidas, na espécie, as condições fixadas no art. 7º, § 2º, da Lei nº 9.868/99”. O artigo da Lei ao qual o ministro do Supremo se refere estabelece que só será permitido o ingresso de terceiros num processo judicial se houver “relevância da matéria e a legitimidade dos postulantes”.
Os advogados do sindicato, José Antônio Cremasco e Thiago Proença Cremasco, lembram que o processo contra a mudança de regime movido pela Procuradoria do Estado contra a Universidade caiu como uma bomba na vida dos trabalhadores que acreditaram na decisão do Consu, gerando uma enorme instabilidade.
Diante do questionamento do Ministério Půblico Estadual e da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo considerando inconstitucional o enquadramento de servidores no regime estatutário, algumas pessoas iniciaram uma movimentação com objetivo de montar uma associação para atuar no processo, deixando de lado o STU. Após algumas tratativas, a Comissão concluiu que quem tinha legitimidade era o STU. Iniciou-se a discussão sobre a contratação de uma assessoria jurídica externa, mas como estava fora da realidade orçamentária da maioria dos funcionários tal proposta não avançou.
No mês de fevereiro, a direção do STU decidiu, conforme deliberado na assembleia de 14 de outubro, que o Jurídico do STU faria a representação da categoria dentro dos padrões de defesa do conjunto dos associados, sem diferenciação. Até porque o fato importante é que o STU é quem tem legitimidade processual.
“A peça foi elaborada pelo Jurídico do STU e colocada a disposição da diretoria. Agora, de uma maneira muito satisfatória a resposta veio com a decisão do ministro Celso de Mello, reconhecendo o STU como amicus curiae”, observa José Cremasco.
A avaliação da diretoria do sindicato é que a mudança de regime é um direito legítimo dos trabalhadores garantido pela Constituição, que criou o Regime Jurídico Único. Cremasco lembra ainda que essa é uma pauta antiga e que a reitoria teve a possibilidade de migrar todos os servidores quando fez a mudança dos professores da carreira especial em 2007, e não o fez, inclusive contestando juridicamente o STU, que pediu extensão da mudança para todos na época. O STU segue acompanhando e reafirmando seu compromisso com essa luta.

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STU volta à Comissão Consultiva Mista do Iamspe

Neste ano de 2016, o STU voltou a participar da Comissão Consultiva Mista (CCM) do IAMSPE, representado pelo diretor Marcilio Ventura. Já no dia 25/02 foi realizado ato em São Paulo, em frente ao HS, que teve como principais reivindicações o repasse mensal de 2% do governo e a melhoria, ampliação e descentralização do atendimento aos servidores. Como resultado, a CCM conseguiu reunião com Renato Villela, Secretário da planejamento, no último dia 3.
É importante lembrar que o IAMSPE, enquanto um sistema público de saúde dos servidores públicos, é sustentado pela contribuição compulsória de 2% de todos servidores estatutários. E se já não bastasse o trabalhador não ter direito de escolha por pagar ou não os serviços do hospital do servidor e o atendimento ser bem restrito em diversas regiões de São Paulo, o governo Alckmin não coloca a contrapartida de seus 2% e ainda utiliza o sistema para fins políticos.
Portanto, o STU continuará cobrando que o governo invista integralmente o que deve ao IAMSPE, para que os servidores tenham acesso a uma estrutura de atenção à saúde pública de qualidade e com amplo atendimento.
E o sindicato vai ajudar a organizar a comissão local e regional da CCM.

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Departamento de Mulheres do STU realizou atividades no 8 de março

Neste dia 8 o Departamento de Mulheres do STU realizou um café da manhã coletivo e uma exposição fotográfica representativa da participação das mulheres da categoria nas lutas em defesa de direitos e da universidade pública.

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Ato das mulheres em Campinas acontece no próximo sábado

Nesta semana comemora-se o Dia Internacional de Luta das Mulheres (8 de março) e em Campinas o ato unificado contra a superexploração e a opressão machista acontece no próximo sábado (12). Com o lema “Mulheres ocupam as ruas e a política, por nenhum direito a menos”, a manifestação terá início às 9 horas na Estação Cultura, de onde sairá uma passeata. O encerramento do dia de luta será no Largo da Catedral.

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Assembleia dá inicio a campanha salarial unificada 2016

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia geral nesta terça-feira (9) deliberaram sobre a proposta de pauta unificada encaminhada pelo Fórum das Seis. Os trabalhadores vão à luta pela isonomia salarial entre as três universidades, reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas. Somente a inflação acumulada dos últimos 12 meses já totaliza 10,96% – e ainda é preciso incluir os índices de março e abril para definição do percentual total a ser cobrado do Conselho de Reitores (Cruesp).
Além disso, a assembleia aprovou também levar ao Fórum das Seis a proposta de incluir na pauta da campanha salarial a cobrança da recuperação da diferença salarial gerada pelo parcelamento, sem a devida retroatividade da segunda parcela, do reajuste do ano passado, a ser pago em parcela única e dividida igualmente por todos os trabalhadores.
Os trabalhadores decidiram ainda na assembleia propor ao Fórum das Seis que o ato unificado, com paralisação, para a entregada pauta ao Cruesp aconteça no dia 5 de abril.
O único ponto da proposta do Fórum das Seis reprovado na assembleia foi o que visava encaminhar ações no sentido de elevar o teto salarial no Estado ao equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Nesta quinta-feira (10) a coordenação do Fórum se reúne para debater as propostas aprovadas nas assembleias realizadas nas três universidades estaduais paulistas e organizar os encaminhamentos para a nova rodada de assembleias que devem ocorrer entre 11 e 18 de março. O calendário do Fórum das Seis prevê ainda uma nova reunião da sua coordenação para o dia 22/3 para buscar fechar a pauta a partir das assembleias de cada entidade e, assim, fechar a pauta da Campanha Salarial Unificada 2016.

GT Isonomia – Ontem aconteceu também a reunião do grupo de trabalho sobre o resgate da isonomia salarial nas três universidades. Foi debatido o plano de trabalho e o calendário de funcionamento do GT, que deve encerrar suas atividades e apresentar uma proposta concreta às categorias até o mês de novembro. O diretor do STU Marcílio Ventura, participou da reunião do GT, que aconteceu na sede do Cruesp em São Paulo.

Confira abaixo a íntegra das propostas aprovadas para a pauta unificada

  • Isonomia salarial entre as três universidades
  • ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016
  • 3% Perdas passadas
  • Recuperar a diferença gerada pela não retroatividade entre a 1ª e 2ª parcela em 2015, com pagamento em parcela única e igual para todos
  • 5 de abril – Entrega da pauta e ato com paralisação

 

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Férias justificam comprometimento de 101% da receita da Unicamp com folha, diz STU – CBN Campinas

De CBN Campinas 

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) se pronunciou sobre o fato de nos primeiros meses deste ano, o comprometimento da receita da Universidade estar com folha de pagamento. Segundo diretor da entidade, isso ocorre devido o período. Por exemplo, em janeiro, há acúmulo de pagamentos de direitos trabalhistas como férias. Ele acredita, inclusive, que este não será o retrato dos próximos meses, apesar de queda na arrecadação.

Ouça o áudio aqui.
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Boletim do STU 04/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 9 de março de 2016.

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Entrevista: Vitória histórica da luta na DEdIC!

O início do Curso de Especialização em Educação de Crianças e Pedagogia da Infância no último dia 25 é resultado de uma vitória histórica da luta das trabalhadoras da Unicamp. O projeto teve início com 40 vagas exclusivas para professoras do CECI, CAS e PRODECAD e duração de um ano, mas existe o compromisso da reitoria em estender o projeto a profissionais da rede básica de ensino da região.
Esta edição especial do Boletim do STU entrevista Zilda Farias, ex-diretora do sindicato que por mais de dez anos esteve à frente da mobilização pelo direito à formação continuada das trabalhadoras do Sistema de Educação Infantil como parte da jornada (o que desde 2008 está previsto na Lei 11.738/2008, que reserva 1/3 da carga horária docente ao planejamento e aprimoramento profissional).
A pedagoga Zilda, que trabalha na creche desde os anos 1990, primeiro como contratada via Funcamp e depois efetivada via concurso, participou durante muitos anos do Fórum de Educação em Campinas, e representou o STU e as trabalhadoras da DEdIC como delegada às Conferências Nacionais de Educação em 2008, 2009 e 2010. Confira a entrevista.

Há mais de 10 anos a senhora luta para concretizar essa iniciativa. Quais são as expectativas em relação ao desenvolvimento do projeto a partir de agora?
Discutimos políticas para a DEdIC há vários anos. Não só eu. Há um grupo de colegas, algumas que nem estão mais aqui porque já se aposentaram, que participa da elaboração e fundamentação dessa pauta. Essa conquista é um dos itens da nossa pauta pela valorização da Educação Infantil.
Um curso em parceria entre a Faculdade de Educação e a DEdIC pode parecer óbvio e simples para quem não é daqui, mas infelizmente muitas coisas produzidas e construídas na Unicamp pelos pesquisadores não são acessíveis a nós, funcionários. No PROESP (curso de formação superior para as professoras das redes), nós, professoras das creches e pré-escola, não tínhamos direitos de prestar o processo seletivo. Tivemos que pedir ao sindicato e aos representantes dos funcionários no Conselho Universitário que levassem ao Consu o debate para termos direito de acessar aquele curso na época.

O curso envolve diversas faculdades da Unicamp (FE, FEF, FT e IA). Qual a importância dessa transversalidade num projeto de formação continuada e para o projeto pedagógico do Sistema de Educação Infantil da Universidade?
A principal Faculdade envolvida é a de Educação, e temos também professoras do IA. O que tem de inovador neste curso é que nós, docentes e pesquisadores, buscamos um método baseado em outra concepção de Educação Infantil e de Pedagogia, que respeita a infância e prioriza a arte, que traz Antropologia, Geografia, Sociologia e Política – lembrando que a infância não termina aos 5 anos de idade. E já que as crianças hoje são obrigadas a ir para o Ensino Fundamental mais cedo, a gente inclui essa campanha para formação de professores e gestores para o Ensino Fundamental também. Uma concepção construída e aprendida na militância no Sindicato e na Faculdade de Educação, com a professora Ana Lúcia Goulart – que foi quem abriu as portas da FE há muitos anos. Nós da Ed. Infantil não damos aulas, porque é uma educação específica para a criança pequena, com outra característica, mas que não é menos importante que o Ensino Fundamental, Médio e Superior.

O projeto é uma vitória da luta por formação continuada inserida na jornada de trabalho. Gostaria que falasse sobre esse conteúdo da conquista na perspectiva de uma educadora.
A formação continuada está sendo discutida pelo Brasil inteiro, está nos documentos do MEC, é lei, mas está difícil os governos implementarem o 1/3 da jornada para formação e planejamento. Isso já começou a acontecer aqui na DEdIC, onde temos mais ou menos 130 professoras e mais de 700 crianças. Eu costumo dizer que a gestão da DEdIC é como uma secretaria de Educação dentro da Unicamp, existem pequenos municípios que têm menos crianças em Educação Infantil e séries iniciais do que a gente. Nos últimos anos, o projeto educacional tem sido elaborado com um pouco mais de participação da comunidade. Isso também é novo. E é uma grande vitória a questão de estarmos em serviço, que é uma luta de professores no Brasil inteiro.

É uma vitória das professoras da DEdIC, mas também de uma visão de universidade e de educação, tem a ver com o papel da Universidade e a disputa de um outro modelo de educação.
É importante divulgar essa parte. A gente foi construindo essa consciência de ver a educação de outra forma, que não essa tradicional, sectária, preconceituosa e que reproduz as concepções burguesas da sociedade.

O STU também cumpriu um papel importante nisso, atuando pela pauta de reivindicações, mas também discutindo um modelo de universidade, de sociedade e de educação.
O sindicato tem feito isso. Para ter qualidade e diferença no cotidiano da Educação Infantil como um todo, tem que ter políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal, melhorar a formação básica nos cursos de graduação e a formação continuada, investir na carreira, salários e condições de trabalho. E, principalmente, estabelecer mais diálogo com as famílias para que entendam a função institucional da Educação Infantil, que não é a mesma do espaço privado familiar.

Entre as diretrizes do Plano Nacional de Educação/2014 está o respeito à diversidade – que vem sendo maliciosamente chamado de “ideologia de gênero”. Como esse debate se insere na proposta pedagógica ora iniciada?
Temos uma disciplina que aborda as questões das culturas – e várias outras também falarão sobre isso. Nessa disciplina falaremos sobre a diferenças, a inclusão, as diferentes etnias e culturas (afro, indígena…), a questão de gênero. Porém sabemos que ainda há muito que avançar nesse sentido. Infelizmente, as comunidades escolares ainda relutam muito em discutir essas questões e inserir nas práticas cotidianas esses temas. Então não é fácil e algumas coisas serão transformadas com o tempo.

Neste 8 de março o que a senhora tem a dizer às trabalhadoras da Unicamp e ao conjunto da sociedade sobre a importância de uma educação com perspectiva de gênero?
Nós mulheres, e os homens que lutaram lado a lado conosco e mudaram suas práticas, temos que lutar por mais creches e vagas. Não adianta lotar um espaço de crianças, ou colocar 30, 40 crianças numa sala com uma professora. Tem que ter vaga para todo mundo, mas tem que ter qualidade. Não é só garantir as refeições, pois isso é o mínimo. Temos que saber como as crianças estão convivendo, se estão sendo bem tratadas, já que muitas passam o dia inteiro nas escolas. Se conversássemos mais com todos os segmentos (família, gestores, professores e funcionários), conseguiríamos construir uma outra forma. E temos que lutar, ir para os fóruns de educação e sindicatos, e participar. Não existe outro jeito.

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Frente à epidemia do Zika Vírus é necessário fortalecer a defesa das mulheres

A epidemia do Zika vírus já foi classificada pela Organização Mundial de Saúde como situação de emergência global devido às complicações neurológicas generalizadas que vêm sendo observadas em bebês cujas mães foram infectadas durante a gravidez.
O descaso histórico dos governos com a rede de saneamento básico e de saúde pública fez explodir uma calamidade da qual ainda não é possivel dimensionar as proporções.
O alerta da OMS deixa claro que o debate não deve ser em torno da microcefalia, mas sim da chamada Síndrome Congênita Associada ao Zika e como ela afeta as vidas das mulheres, sua saúde mental, impossibilita-as de continuar trabalhando porque esses filhos exigem dedicação integral por toda a vida. Além da possibilidade do sofrimento das crianças, visto que já se comprovou cientificamente que o vírus destrói as células neuronais.
Frente a essa realidade a defesa de mais investimentos no SUS e do direito de opção das mulheres infectadas pelo Zika vírus levarem ou não adiante a gestação é uma necessidade. Assim como a defesa de que o Estado garanta assistência integral àquelas que tiveram ou terão seus filhos com a chamada Síndrome Congênita associada ao Zika vírus.
Em Campinas e na Região Metropolitana, mais uma vez a população enfrenta números recordes de dengue. As altas temperaturas e o recente alagamento da Universidade vão exigir respostas imediatas para evitar a exposição da comunidade universitária – e em particular das professoras, servidoras e estudantes grávidas – à contaminação pelo Zika Vírus.
O STU acompanha de perto as iniciativas da Unicamp e alerta a todos os funcionários para a necessidade e exigir o combate aos focos do mosquito.

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#PrimaveraFeminista: As mulheres estão nas ruas em luta por direitos e conquistas

A Coordenação de Mulheres do STU chama todas as trabalhadoras da Unicamp a participar das ações em homenagem ao Dia Internacional de Luta Feminista.

2015 foi um ano em que a famosa frase da líder feminista e fundadora do Partido dos Panteras Negras (movimento revolucionário de autodefesa negra nascido na década de 1960 nos Estados Unidos) fez muito sentido.
As mulheres saíram às ruas em todo o Brasil para impedir a aprovação do projeto do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) que impõe às vítimas de estupro a segunda violência de correr o risco de ter um filho do estuprador. Cunha, réu no escândalo de desvio de verbas da Petrobras (a Operação Lava Jato), é autor do Projeto de Lei 5069/2013. O PL dificulta o atendimento médico às vítimas de violência sexual, exigindo boletim de ocorrência e criminalizando médicos e profissionais de saúde que assegurem à mulher o direito previsto no Código Penal de 1940.
A revolta contra o PL do Estupro, a mobilização contra o assédio sexual nos transportes e vias públicas, a exigência de maior representatividade nos espaços de decisão e a denúncia do racismo e da LGBTfobia marcaram o ano passado. Estivemos à frente também das mobilizações contra o aumento das tarifas de transporte e nas ocupações que derrotaram a tentativa do Governo Alckmin de fechar uma centena de escolas. E realizamos a 1ª Marcha das Mulheres Negras contra o racismo, a violência e pelo bem viver, que levou cerca de 20 mil afrodescendentes a Brasília no dia 18 de novembro.
Neste ano, que começa com o aprofundamento da crise econômica e do desemprego, as ameaças de uma “reforma” da Previdência para aumentar o tempo de serviço das mulheres e do avanço da terceirização com o PLC 30/2015 (que na Câmara dos Deputados tramitou como PL 4330/2004 e legaliza a precarização da mão de obra em todas as áreas da economia), mais uma vez temos que tomar as ruas para defender nossos direitos e conquistas. Contra o ajuste fiscal que ;atinge mais fortemente às mulheres, em defesa do direito ao nosso corpo, por saúde e educação pública de qualidade seguiremos em luta!

8 de março (terça-feira)
6h30 – Café da Manhã e exposição de Fotos sobre as mulheres lutadoras na Universidade (entrada do estacionamento da creche – atrás do colégio Sérgio Porto);

12h – Oficina de turbantes (saguão do PB);

16 h – Ato estadual “Mulheres nas ruas por liberdade, autonomia e democracia pra lutar: pela legalização do aborto, contra a reforma da previdência e o ajuste fiscal e pelo fim da violência contra a mulher” (concentração às 16 horas no vão livre do Masp – São Paulo).

11 de março (sexta-feira)

12h – Oficina de Defesa Pessoal (saguão do PB).

12 de março (sábado)

9h – Ato campineiro “Mulheres ocupam as ruas e a política, por nenhum direito a menos” (Concentração às 9h na Estação Cultura e encerramento no Largo da Catedral).

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Universidades ainda é espaço hostil às mulheres

As mulheres ainda sofrem diariamente com a violência mesmo dentro do universo acadêmico. Da desqualificação intelectual à violência sexual, alunas e trabalhadoras são obrigadas a lidar com comportamentos masculinos agressivos no local onde deveriam ter a possibilidade de aprender, trabalhar e trocar experiências.
Pesquisa realizada no final de 2015 pelo Instituto Avon e pelo Data Popular revelou que 67% das estudantes entrevistadas já sofreu alguma forma de violência (moral, psicológica, sexual ou física) no ambiente universitário. Outros dados chocantes: 56% das universitárias já sofreram alguma forma de assédio sexual (cantadas ou abordagens agressivas) e 28% já foram vítimas de estupro.
Contudo, muitos dos estudantes homens ainda acreditam que as violências praticadas são “brincadeiras” ou consequências do comportamento das mulheres.
Não proporcionar a segurança necessária para que tenhamos livre acesso à educação é uma das várias formas de discriminação por gênero. Portanto, é de fundamental importância que exista um debate e uma construção da igualdade de gênero dentro das universidades e na sociedade como um todo.

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Por uma universidade que não oprima as mulheres

A participação das mulheres trabalhadoras na luta sindical é tão importante quando o papel que desempenhamos cotidianamente na construção da Universidade, que chega aos 50 anos perpetuando as desigualdades de gênero.
Na Unicamp enfrentamos o machismo no dia-a-dia das relações de trabalho. Ano passado tivemos a ingrata surpresa da realização de uma semana comemorativa do Dia Internacional de Luta das Mulheres com eventos sobre moda, beleza e maquiagem. A iniciativa do GGBS indignou as trabalhadoras e estudantes, motivando um ato que repercutiu na mídia.
No ano de seu Jubileu, o debate sobre a valorização das trabalhadoras deve estar no centro da pauta.

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Fim da desigualdade salarial
É preciso debater a desigualdade salarial entre homens e mulheres que se evidencia na reduzida ocupação de cargos de chefia por funcionárias e na progressão na carreira com base nas avaliações – que há dois anos sequer acontecem (ver gráfico acima).

30 horas na Saúde e na DEdIC
A luta pela jornada de 30 horas semanais para TODOS os servidores na Área da Saúde e na DEdIC tem também essa perspectiva de enfrentamento ao machismo. A maioria beneficiada seriam as mulheres, que enfrentam dupla ou tripla jornadas.

Saúde preventiva e integral
A melhoria e expansão das especialidades atendidas no CECOM, incluindo atendimento aos dependentes, terceirizados, contratados via Funcamp e aposentados é outra demanda que segue na pauta de luta do STU e das mulheres trabalhadoras na Universidade. Assim como o acompanhamento integral e especializado em Saúde da Mulher – com garantia de realização de exames preventivos para todas as funcionárias.

Mais vagas nas creches
A garantia de vagas no Sistema de Educação Infantil para todos os filhos de trabalhadoras – incluindo as terceirizadas e contratadas via Funcamp – é outra demanda em relação à qual a Universidade tem que cumprir seu papel social. Da mesma forma, é preciso que a Unicamp assegure a compatibilização das férias escolares com a dinâmica de trabalho das servidoras e servidores, assegurando atendimento às crianças nos espaços culturais pois esse é um direito das mães e dos pequenos também (educação não é só o processo formal de alfabetização e sociabilidade).

Fim das terceirizações e defesa dos direitos das terceirizadas
Muitas funcionárias, principalmente, as terceirizadas vivem em situação de vulnerabilidade social. Entre essas trabalhadoras a maioria são chefes de famílias que, em função da precariedade dos contratos, sofrem mais pesadamente com atrasos salariais e de benefícios, superexploração, mais assédio moral e sexual.
Essas trabalhadoras, em sua maioria negras, enfrentam também a combinação nefasta das opressões de classe, raça e gênero. É preciso dar um basta a essa realidade. E esse foi o sentido da Marcha das Mulheres Negras realizada em novembro de 2015. Esse e é o sentido do 8 de março, que não é uma data para recebermos flores de quem nos oprime, violenta e desrespeita todos os outros dias, mas um momento de reflexão e luta pela construção de uma sociedade igualitária, não racista, não homofóbica e onde não haja espaço para a intolerância religiosa. Por isso o STU esteve presente na Marcha e é parte ativa da construção das mobilizações em homenagem ao Dia de Luta das Mulheres Trabalhdoras.

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Boletim do STU – Especial 8 de março

Baixe aqui Boletim do STU – Edição Especial de 8 de março de 2016.

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