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porStéphane Powaczuk

STU realiza nova Plenária sobre Abono Permanência, 26/11, 10h, no STU

Amanhã, 26/11, às 10h, na Sede do STU, será realizada uma Plenária com a Coordenação Jurídica sobre a implantação do Abono Permanência. A medida pode beneficiar cerca de mil servidores, entre funcionários e docentes (da ativa e aposentados), que têm direito ao recebimento dos valores.

Na ocasião, a assessoria jurídica do STU orientará sobre os documentos necessários.

porStéphane Powaczuk

STU sedia reunião do Fórum dos aposentados das Universidades Estaduais Paulistas

Após quase dois anos de pandemia, o STU sediou novamente, no dia 13 de abril de 2022, um encontro do fórum dos aposentados/as das universidades estaduais paulistas e aproveitou para apresentar os trabalhos da nova direção que está assumindo o sindicato.

No encontro foi falado sobre as eleições do STU, bem como quem são os/as novos/as coordenadores/as: Ângelo Barreto – Alerta, Antônio de Pádua Ilanes – Avante STU, e Sandra Aparecida de Almeida Ramos – Unidade e Luta – Travessia.

Na reunião também foi passado um informe sobre a última assembleia e a aprovação da Pauta Unificada de Reivindicações 2022 proposta pelo Fórum das Seis Entidades. Também foi comentado sobre o auxílio nutrição, ao invés de auxílio alimentação, que vai ser debatido em reuniões futuras porque esse termo é utilizado pela prefeitura de Campinas, mas pelo estado é auxílio alimentação. Também falaram sobre SPPREV, IAMSP e a indicação do novo coordenador do Fórum dos aposentados.

Uma das sugestões faladas na reunião foi de fazer uma agenda pontual para verificar quais Deputados/as ou candidatos/as estão a favor das reivindicações dos aposentados/as para criar uma grande frente no estado de São Paulo com intuito de ganhar força e apoio às pautas e também fazer uma visita para tratar questões específicas dos aposentados/as.

APOSENTADOS NA LUTA PARA DERRUBAR DECRETO N°65.021

Segundo informações da coordenação de aposentados essa reunião foi importante para pensar novas estratégias para conversar com parlamentares e pedir apoio para que seja aprovado o Projeto de decreto legislativo n°22 de 2020 que susta os efeitos do Decreto nº65.021, de 19  de junho de 2020, – que dispõe sobre a declaração de déficit atuarial do Regime Próprio de Previdência do Estado e dá providências. Esse decreto impôs uma pesada sobretaxação aos aposentados/as e pensionistas autárquicos do estado, que já sofrem com o aumento da inflação.

Outra tática comentada foi elaborar um documento para levar até os deputados/as e mostrar que os aposentados/as contam com a ajuda dos parlamentares para votar a favor dos trabalhadores aposentados/as no PL 22.

FÓRUM DOS APOSENTADOS ESCOLHE NOVO COORDENADOR

O novo coordenador do fórum dos aposentados escolhido foi o Antonio Carlos Homem, aposentado da UNESP, e diretor do Sintunesp. A última coordenação estava com o representante do STU, José Aparecido Calderaro, que se estendeu devido a pandemia.

O Fórum dos Aposentados das três universidades públicas paulistas, USP, UNESP e UNICAMP, foi criado em 07/11/2003, composto por um membro de cada entidade. A coordenação geral tem o prazo de dois anos, e é escolhida pelos aposentados que costumam realizar reuniões bimestrais.

A REUNIÃO TEVE PARTICIPAÇÃO HÍBRIDA

Estiveram presentes na reunião o Alberto de Souza, Coordenador Político do Sintunesp, Antonio Carlos Homem, Coordenador dos aposentados Jaboticabal/FCAV,  a nova

coordenação de aposentados/as do STU: Ângelo Barreto – Alerta, Antônio de Pádua Ilanes – Avante STU, e Sandra Aparecida de Almeida Ramos – Unidade e Luta – Travessia.

De forma online estiveram o diretor Daniel Cândido dos Santos – USP/São Carlos, o Deputado Federal Carlos Giannazi e alguns aposentados/as.

porStéphane Powaczuk

24 de janeiro é dia dos aposentados e aposentadas. O que temos para comemorar?

Já são cinco anos sem reajuste salarial para trabalhadores(as) do serviço público. Entre eles estão aposentados(as) que, em sua grande maioria, são arrimo das famílias. Situação que foi agravada com a pandemia de Covid-19 e deixou um rastro de destruição com perdas de entes queridos, desemprego de filhos e netos. Com isso foram agravadas também as violências contra as pessoas idosas, sendo a econômica a mais grave, seguida das seguintes: física, psicológica, social, patrimonial, racial, homofóbica, religiosa, de gênero, além do abandono. Idosos(as) ainda servem de chacota para piadistas, que ganham a vida menosprezando sentimentos dessa camada da população. É o idadismo, mal presente na sociedade, que pensa ser a juventude eterna, e as pessoas 60+ descartáveis.

Com o isolamento social, a falta de intimidade com as mídias sociais por grande parte das pessoas idosas ficou evidente, dificultando a interação com familiares, amigos, grupos sindicais, religiosos, sociais, de viagem, enfim, limitou o compartilhamento de apoios e interação tão necessários para o bem viver.

As últimas reformas da previdência tiraram direitos e aumentaram o tempo de contribuição para homens e mulheres. Para os servidores(as) públicos(as) não foi diferente. A aposentadoria passou a ser vista como castigo para quem tem direito de se aposentar. Todo dia o governo inventa um jeito de prejudicar quem contribuiu com a construção do país. Todo dia o Ministério da Economia tenta manobras para levar as aposentadorias ao nível da miséria, querendo copiar o modelo implantado por Paulo Guedes no Chile, onde a maioria dos aposentados não podem sequer comprar seus remédios. É o sonho da privatização da Previdência.

Diante de todo esse malabarismo do mal, o presidente da República assinou em 5 de fevereiro de 2021, o Decreto 10.620, que transfere aposentados(as) e pensionistas das autarquias e fundações para a vala comum do INSS, onde já tem mais de 30 milhões de beneficiários do RGPS e mais 660 mil do RPPS. Um órgão que já tem mais de 1.875.000 demandas represadas, com pessoas esperando auxílio-saúde há mais de um ano, correção de benefício há mais cinco anos, aposentadoria há mais de quatro anos, sem falar em outros benefícios, como um simples auxílio natalidade. E lá vamos nós, resolver nossas demandas no INSS, onde não sabemos nem por onde começar. Nunca tivemos essa experiência porque todos os nossos problemas foram resolvidos nas universidades, conversando com nossos companheiros(as).

Para dar cumprimento ao decreto a Presidência do INSS publicou em 13 de outubro/2021 a Portaria 1.365 com o cronograma que as universidades deverão seguir para a transferência de aposentados(as) e pensionistas para aquele órgão, com um prazo de até julho/2022. Dessa forma, se nada for feito, lá estaremos ainda esse ano.

A FASUBRA Sindical ingressou como Amicus Curae na ADIN 6767, impetrada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), para que seja suspenso o Decreto 10.620. Essa ADIN está com a ministra Rosa Weber aguardando julgamento. Outra forma de derrubar o famigerado decreto é ter aprovado no Parlamento um decreto parlamentar nesse sentido. O deputado Jorge Solla PT/BA e mais 30 parlamentares do partido já entraram com esse decreto parlamentar que está aguardando ser colocado em pauta.

Não podemos ficar esperando decisões judiciais e parlamentar que podem demorar anos para sair. É preciso um trabalho efetivo dos nossos SINDICATOS junto às reitorias e conselhos universitários. É preciso fazer a política sindical nas universidades, chamar aposentados(as), pensionistas, aposentandos e futuros aposentados para a luta. É preciso dar ciência dos problemas que teremos se formos para o INSS. É preciso união! É preciso LUTA!

A FASUBRA, por meio de sua Assessoria Jurídica orientou os sindicatos a entrarem na justiça em seus estados, com uma Ação Civil Pública – ACP com o objetivo de conseguir liminar para barrar a transferência. Cabe aos sindicatos analisarem essa possibilidade.

Dia 24 é dia de Luta Nacional contra o Decreto 10.620. Participe!

Texto e foto: FASUBRA Sindical

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Sede do STU também foi atingida pelas fortes chuvas

Na tarde desta quarta-feira (2) uma forte chuva caiu sobre a região de Barão Geraldo e Unicamp. Segundo meteorologistas, a quantidade de chuva corresponde ao esperado para um mês.

Na Unicamp houve várias áreas inundadas com veículos e prédios sofrendo com a invasão de água, trazendo vários prejuízos.

A Unicamp não se pronunciou sobre a enchente até o momento e a Defesa Civil ficou de divulgar um balanço dos estragos até o final desta quinta (3).

O prédio do STU, localizado no Ciclo Básico da universidade, sofreu uma forte enchente que causou prejuízos e perdas materiais.

Por razão da inundação, o STU está com seu atendimento prejudicado até que se faça o processo de limpeza, higienização e reparos nos equipamentos. A previsão de normalização das atividades é nesta segunda-feira (7).

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13ª Semana da Consciência Negra do STU/Unicamp

Têm início hoje as atividades da 13ª Semana da Consciência Negra, que já faz parte do tradicional calendário do STU. Neste ano as atividades se estenderão ao longo de todo o mês de novembro. E a grande homenageada será Dona Maria de Lourdes do Amaral.

ATENÇÃO: O local do debate desta terça-feira (11) – Debate Maria, Marias (A MulherNegra na Sociedade Atual) – das 11 às 13 horas – foi alterado. A atividade acontecerá na sala da Congregação da Faculdade de Educação.

Confira aqui a programação geral.

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Trabalhadora, participe hoje da Coordenação de Mulheres do STU

Hoje tem reunião da Coordenação de Mulheres do STU, a partir do meio-dia no sindicato. A reunião é aberta a todas as mulheres trabalhadoras da Unicamp.

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STU em defesa dos direitos sociais e contra a farra da Fifa no país

atocontracopa25012014Leon 2atocontracopa25012014LeonServidores e estudantes da Unicamp participaram no último sábado (25 de janeiro) do ato “Se não tiver direitos, não vai ter Copa”, na capital paulista. O STU esteve representado.

A manifestação reuniu diversos grupos contra os excessivos gastos com obras voltadas aos jogos, as políticas de exceção impostas pela FIFA ao país (como a Lei Antiterrorismo, as remoções forçadas e despejos em todo o país, a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza e até mesmo a tentativa de proibir o trabalho das tradicionais baianas vendedoras de acarajé no Estado da Bahia para favorecer a indústria do fast-food multinacional).

As organizações que realizaram o ato repudiaram ainda a violência policial utilizada contra centenas de jovens durante o protesto. A PM paulista, mais uma vez, agiu de forma truculenta disparando tiros de balas de borracha e bombas a esmo. De acordo com o jornal “Folha de S.Paulo” um rapaz foi baleado na região do Higienópolis e está em coma induzido na Santa Casa. O jornal relata ainda que a Coordenação de Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo pedirá investigação do caso e punição dos responsáveis. 135 manifestantes foram detidos.

Os comitês populares da Copa em todo o país vêm questionando o desrespeito aos direitos da população no país por parte do governo federal, do Congresso Nacional e da FIFA, a elitização do futebol, a isenção de impostos para os patrocinadores do Mundial e a criação de tribunais de exceção que procederão julgamentos sumários de manifestantes durante os jogos. Os protestos defendem mais investimentos em saúde e educação públicas, moradia, transporte e mobilidade urbana.

Fotos: Leon Cunha

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G1 repercute participação de servidores, estudantes, STU e DCE-Unicamp em ato contra a Copa

g1atocontracopa25012014(Por Anaísa Catucci, do G1 Campinas e Região) Um grupo formado com ao menos cem pessoas, entre estudantes e funcionários da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), se reuniram na tarde deste sábado (25) para ir até São Paulo e participar de um ato contra a realização da Copa do Mundo. A proposta dos participantes é integrar a manifestação marcada para às 17h, na capital.

O tema motivou outras mobilizações em Goiânia (GO) e em Porto Alegre (RS). Um grupo chegou a ficar acampado no vão livre do Masp durante a madrugada faixas com os dizeres: “Se não tiver direitos, não vai ter Copa”; “Se não tiver transporte, a Copa vai ter que parar”; “Fifa go home” (Fifa vá para casa).

Segundo a coordenadora do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Diana Nascimento, a ideia partiu de uma indignação conta o alto investimento destinado para a Copa. “É primeira grande manifestação deste ano para reivindicar os direitos das pessoas principalmente em relação para melhorias na educação, transporte e moradia”, afirma. O grupo informou ao G1 que o movimento é pacífico e a comitiva foi organizada pelo diretório e pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU).

A universitária de Ciências Sociais Carolina Filho, integrante do DCE e do coletivo Domínio Público, afirma que há uma supervalorização do megaevento em relação aos direitos sociais. “Passamos por diversos problemas que não são resolvidos pelos governos como a precariedade do transporte público que tiveram várias mobilizações no ano passado”, disse.

A funcionária da Unicamp Mariana Conti Takahashi, que também se preparava para o embarque, também disse que é uma forma de protestar até mesmo pelos gastos extras das cidades subsede, como Campinas que irá receber as seleções de Nigéria e Portugal para treinos antes dos jogos. “A Prefeitura já se colocou a disposição para investimentos para ajustes para a Copa e em Campinas existe uma série de prioridades, como construção de posto de saúde, que são deixados de lado e sem solução para receber essas seleções”, explica.

Acesse o texto no site de origem: Grupo de Campinas se encontra na Unicamp e segue para protesto em SP

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Ato em 25/1: Se não tiver direitos, não vai ter Copa!

atocopa25012014Neste sábado (25 de janeiro), aniversário da cidade de São Paulo, ocorre o primeiro grande ato do ano contra a Copa 2014. Os movimentos sociais irão às ruas para denunciar a inversão de prioridades de investimentos do governo e as violações dos direitos humanos. A concentração será em frente ao MASP às 17h, na av. Paulista, nº 1578.

O DCE da Unicamp disponibilizará um ônibus que sairá de Campinas às 14h. Para os interessados, basta preencher o formulário no site.

Somando-se às mobilizações, a FASUBRA inicia dia 22 de janeiro a campanha salarial de 2014, com atos em todo o país. Continuam também as reivindicações pelo cumprimento do acordo da greve de 2012, aprimoramento na carreira com ascensão funcional, turnos contínuos e redução da jornada.

 

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STU apóia a luta contra o assédio moral na UFABC

02ato-ufabc10012014ato-ufabc10012014O STU esteve representado no ato em apoio aos trabalhadores da Universidade Federal do ABC Paulista (UFABC), que estão sendo processados por terem feito denúncia contra a prática de assédio moral na instituição. Confira abaixo a moção de apoio encaminhada pelo sindicato à direção do SinTUFABC (sindicato dos trabalhadores técnico-administrativos daquela Universidade) e à reitoria UFABC.

MOÇÃO
O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp – STU manifesta seu apoio aos 23 trabalhadores, dentre eles seis coordenadores sindicais, que estão sofrendo processo administrativo disciplinar, aberto no primeiro semestre/2013, na Universidade Federal do ABC (UFABC).Estes trabalhadores estão sendo processados pelo fato de terem se organizado, juntamente com o Sindicato (SinTUFABC), solicitando o afastamento do chefe do setor do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), que mantinha práticas de assédio moral para com seus subordinados. Embora o assédio moral não tenha sido confirmado pelo processo administrativo da UFABC, que inocentou o chefe do NTI de todas as acusações (chefe este que se exonerou a pedido meses após a abertura deste processo), os trabalhadores daquele setor declararam em grande número o mal-estar do ambiente de trabalho provocado por atitudes deste chefe, apresentando, inclusive, provas. A UFABC, além de inocentar o réu do início, fez acusações aos envolvidos na denúncia, invertendo a situação dos trabalhadores de denunciantes para acusados, ampliando, assim, o sofrimento destes.A inclusão da coordenação geral do Sindicato no processo administrativo evidencia o ataque à livre organização sindical e a toda a categoria. Dos 23 processados, oito estão sendo acusados de insubordinação grave, dentre eles os coordenadores do sindicato, ainda que três deles nunca tenham sido trabalhadores do referido setor. Tal fato fortalece ainda mais a caracterização de prática antissindical, visto que nenhum sindicato tem relação de subordinação perante a administração da instituição onde atua.A participação dos trabalhadores em comissões de mobilização ligadas ao Sindicato não pode ser considerada crime, muito menos o direito do trabalhador em denunciar práticas de assédio moral!

Hoje, a UFABC, inaugurada durante o governo Lula, localizada no berço do sindicalismo brasileiro, tem um dos casos de perseguição sindical mais grave do país! E tal gravidade é unanimemente constatada conforme as entidades sindicais vão tomando ciência da situação dos trabalhadores da UFABC. Por isso, reforçamos a necessidade de que este processo administrativo seja arquivado!

O STU apóia os trabalhadores processados e reafirma a importância da liberdade sindical e direito à livre organização dos trabalhadores e solicita o arquivamento do processo administrativo.

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