Arquivo de tag privatização

porStéphane Powaczuk

Paralisação contra autarquização teve debate com parlamentares em frente à reitoria

Vereador Gustavo Petta (PcdoB), Vereadora Fernanda Souto(PSol), Toninho Alves, Diana Nascimento.

O Dia de Paralisação contra autarquização da área da saúde da Unicamp iniciou hoje (4), com entrega de material informativo e diálogo com os trabalhadores da área da saúde na entrada da F1 do Hospital das Clínicas. Depois foi realizado um debate com vereadores de Campinas, em frente à reitoria, para expor os malefícios que essa autarquização pode trazer para toda comunidade universitária e a população que utiliza o complexo hospitalar da universidade.

Governador está estrangulando recursos na saúde

A Vereadora Fernanda Souto (PSol), disse que é importante desmontar esse debate da reitoria e do governo do Estado através dos argumentos que estão sendo propostos, como a possibilidade de ampliação de investimento da saúde pública. “A gente não tem tido investimento na saúde no governo Tarcísio de Freitas, e estamos com defasagem de quase 3 mil leitos hospitalares. O governador está estrangulando os recursos na área da saúde”. Sendo assim a promessa de trazer mais investimentos é bem falaciosa.

Autarquização é privatização

A companheira Diana Nascimento, assessora da Vereadora Mariana Conti esteve no debate e trouxe algumas discussões para contribuir nessa luta. “A universidade está no centro do enfrentamento da extrema direita, há décadas a gente luta pela democratização da universidade, e o sistema hospitalar faz parte disso com atendimento à população. O que está em risco com a autarquização é justamente dar o primeiro passo para a privatização completa do serviço público. A partir do momento que se autarquizar o sistema de saúde é o mesmo que fragilizar abrindo portas para a terceirização e privatização direta”.

Tarcísio é autoritário e tira recursos da educação

O Vereador Gustavo Petta (PcdoB) colaborou no debate contextualizando o que está ocorrendo no Estado de São Paulo. “O governo Tarcísio não acredita no papel do Estado como garantidor de direitos, ele tem aprofundado o projeto neoliberal de forma agressiva e violenta. É autoritário e privatista”. Ele ainda complementa dizendo que as pessoas que estão defendendo esse projeto de autarquização – dizendo que haverá mais recursos – estão mau informadas ou são ingênuas. “A motivação da autarquização é a motivação do atual governo, privatizar a saúde”.

STU está mobilizado contra a autarquização

O STU está solicitando à reitoria uma assembleia universitária para debater o tema da autarquização e não ficar apenas no ambiente do conselho universitário. O objetivo é dialogar com todo mundo. O sindicato também tem feito uma mobilização com várias entidades, e mantido contato semanalmente com a Adunicamp, o DCE, a APG e outros coletivos para avançar nesse assunto.

A partir do próximo sábado, o STU estará no centro de Campinas colhendo assinaturas da população no Abaixo-Assinado contra a autarquização da área de saúde da Unicamp.

porFernanda de Freitas

Moção de Repúdio à Privatização dos Correios

Indignados com as atrocidades que estão sendo cometidas pelo governo Federal, os trabalhadores presentes à assembleia virtual, terça-feira passada (13), decidiram se posicionar contra a privatização dos Correios e Telégrafos.

A moção aprovada pela categoria foi encaminhada aos líderes partidários da Câmara dos Deputados.

Confira abaixo à integra do documento.

MOÇÃO DE REPÚDIO À PRIVATIZAÇÃO DOS CORREIOS

Está na pauta da Câmara de Deputados e pode ser votada a partir de agosto a privatização dos Correios e Telégrafos.

Os Correios tiveram sua origem no Brasil em 25 de janeiro de 1663. Ele sempre foi motivo de orgulho e de integração nacional.

Mas o governo entreguista do Bolsonaro não quer que sobre nada público. O correio é uma empresa lucrativa e tem o monopólio da correspondência postal, nas demais modalidades de encomendas concorre com o mercado e se destaca pela credibilidade.

Mesmo sendo um símbolo importante de soberania e de garantia de serviços democratizados para todas as regiões, o governo quer vender os Correios.

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em Assembleia Geral realizada em 13/07/2021, repudiam à privatização dos Correios e solicita às lideranças partidárias que se posicionem contrários a essa privatização.

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP

poradmin

Boletim do STU 08/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 8 de abril de 2016.

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PEC 395/2014: STU na luta contra o fim da gratuidade no ensino superior

Foi aprovada em primeiro turno no dia 17 de fevereiro e está para ser submetida a votação em segundo turno a Proposta de Emenda Consticional 395/2014. O texto acaba com a gratuidade nos cursos superiores de extensão e especialização nas universidades e escolas de educação básica.
A matéria será apreciada em segunda votação (ainda sem previsão de data). Se aprovada, será remetida ao Senado Federal.
Esse é mais um passo na desresponsabilização do Estado com o financiamento das universidades e a mercantilização da educação.

porFernanda de Freitas

Dilma sanciona lei que aprofunda privatização nas universidades

No dia 25 de setembro a presidenta Dilma Roussef sancionou a lei 12.683/2013. O texto além de alterar a carreira docente nas universidades federais introduziu de contrabando na legislação brasileira a possibilidade das fundações “de apoio” às universidades federais e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) formalizem convênios e contratos com instituições privadas.

O Boletim do STU entrevistou o 1º vice-presidente do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN), Luiz Henrique Schuch, sobre as mudanças.

Schuch lembra que essas formas de privatização vêm ganhando força desde a década de 1990. “Vem ocorrendo pressão para privatização por dentro dos entes públicos via promiscuidade de ações e funções com organismos privados”.

Os contratos e convênios permitidos pela nova legislação vigente são uma “tentativa de legalizar, em afronta à Constituição, o conflito de interesses, a quebra dos princípios da legalidade. A categoria docente não aceita esta carreira e não dará tréguas ao governo, exigindo que abra negociações efetivas para a sua reestruturação. Além das ações políticas, estamos estudando outras medidas cabíveis com nossa assessoria jurídica e com outras entidades”, finaliza Luiz Henrique.

A diretoria do STU apoia o Andes-SN nessa luta.

porFernanda de Freitas

Boletim 062/2013

Baixe aqui o Boletim 062/2013, de 7 de Novembro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Boletim 060/2013

Baixe aqui o Boletim 060/2013, de 22 de Outubro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Ato denunciou caos na saúde em Campinas

Diretor do STU e funcionário da FCM, Felipe Monte Cardoso

Diretor do STU e funcionário da FCM, Felipe Monte Cardoso

Trabalhadores da saúde municipal e militantes dos movimentos sociais em defesa dos direitos humanos em Campinas realizaram ontem (8/5) um ato nas escadarias da Prefeitura para pedir providências em relação ao caos instalado da saúde municipal.

Os manifestantes protestaram contra as internações compulsórias de dependentes químicos, contra a saída dos Profissionais da Saúde Mental da Atenção Básica e pediram maiores investimentos na consolidação da Rede de Saúde do SUS de Campinas.

O diretor do STU e servidor da FCM Felipe Monte Cardoso lembra que “a discussão sobre o futuro da rede de saúde mental do município tem tudo a ver com o debate sobre as privatizações. Em São Paulo, o governo criou os centros de tratamento e entregou quase imediatamente à SPDM, que é uma organização social. Em Campinas, não deve ser muito diferente. O modelo de privatização é igual, seja para tratar o usuário de drogas ou para privatizar o HC da Unicamp”.

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Mais de 60 mil dizem “NÃO” à EBSERH em plebiscito

Trabalhadores técnicos administrativos das universidades, docentes, estudantes e usuários do SUS de todo o Brasil disseram não à implantação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). É o que mostra o resultado do plebiscito realizado nos dias 2 a 9 de abril pelas entidades ligadas à educação e saúde nas principais instituições federais de ensino superior (IFES) do país. Cerca de 60 mil pessoas votaram contra, e menos de 3 mil votaram a favor do modelo de gestão privatizante proposto pelo governo federal.

O resultado do plebiscito nacional foi entregue ao MEC no dia 24 de abril como parte das atividades da Marcha a Brasília que reuniu cerca de 20 mil pessoas.

Com base no resultado da consulta, o movimento social pretende evitar a adesão das universidades ao novo modelo. De acordo com o Fórum Nacional Contra a Privatização da Saúde, em muitas instituições a aprovação tem se dado nos conselhos universitários sem nenhuma discussão com a comunidade acadêmica. O movimento também aguarda o julgamento no Supremo Tribunal Federal da ação direta de inconstitucionalidade (ADIn 4985) que questiona os dispositivos legais de criação da EBSERH.

O STU considera o resultado do plebiscito uma vitória na luta por uma saúde pública de qualidade. E este triunfo fortalece a luta contra a autarquização do complexo hospitalar da Unicamp, que na prática segue o mesmo modelo da EBSERH.

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Boletim 025/2013

Baixe aqui o Boletim 025/2013, de 30 de abril de 2013.

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