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porFernanda de Freitas

STU aciona a Justiça para garantir o pagamento do Incentivo Noturno

Quinta-feira passada (23), o STU entrou com uma Ação Civil Pública, [sob o número ACPCiv 0010562-40.2020.5.15.0094], com pedido de Tutela de Urgência, na tentativa de suspender a Resolução GR nº 48/2020, de 16/04/2020, e garantir a manutenção do pagamento do ITN (Incentivo ao Trabalho Noturno) aos trabalhadores.

Essa resolução determina que o ITN não será pago durante o período de suspensão de atividades didáticas presenciais nos campi devido à pandemia do novo coronavírus.

A suspensão desse pagamento impõe aos trabalhadores, que dependem desta verba para sua subsistência, um prejuízo cruel decorrente da alteração contratual provisória. Sem contar que tal medida expressa violação, pela Unicamp, do preceito constitucional de irredutibilidade salarial e proibição à alteração contratual lesiva.

Reconhecemos a dificuldade da gerir uma instituição como a Unicamp em tempos de pandemia, no entanto, mais uma vez, a reitoria peca em não dialogar com a categoria e desvaloriza o papel do servidor público, tão penalizado pelas jornadas extenuantes advindas do déficit de vagas e condições de trabalho precarizadas.

Nessa conjuntura adversa é fundamental que a Universidade demonstre bom senso com uma categoria que historicamente tem pago as contas de uma gestão que prefere aprofundar as desigualdades salariais e de direitos na tentativa de proteger uma casta que recebe salários acima do teto, colocando em cheque a saúde financeira da instituição.

O que a reitoria impõe é um dano de difícil reparação aos trabalhadores que precisam lidar com as incertezas emocionais advindas do cotidiano caótico de pandemia e, agora, com a redução drástica do orçamento familiar que desequilíbrio sua estabilidade financeira e também emocional.
O ITN é uma conquista de 2003 e que agora foi suprimida, mesmo que temporariamente, pelo reitor que não compreende a importância desse reconhecimento à categoria.

A 7ª Vara do Trabalho de Campinas concedeu vista à Unicamp para tomar ciência do processo e se manifestar no prazo regimental estabelecido.

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Plenária Nacional da Fasubra aprova posição contra o impeachment e a retirada de direitos

A Plenária Nacional da Fasubra, realizada no último final de semana, aprovou deliberação política contra o impeachment da Dilma, entendendo que a proposta é uma resposta da direita para restringir mais direitos, conquistas sociais, privatizações e conservadorismo. Que é preciso barrar o impeachment com mobilizações, mas também enfrentar o governo Dilma que aprofunda o ajuste sobre os trabalhadores.

14 de abril: Dia Nacional de Mobilização e Paralisação
A plenária também aprovou um indicativo de mobilização e paralisação nas universidades no dia 14 para barrar o PLP 257/16 que traz enormes prejuízos para os trabalhadores do serviço público.

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Boletim do STU 07/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de abril de 2016.

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Boletim do STU 03/2016

Baixe aqui Boletim 03/2016, de 2 março de 2016.

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Creche não reconhece direito dos pais Funcamp

O STU recebeu denúncias de que a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) está colocando impedimentos ao reconhecimento de pais funcionários da Funcamp, como os responsáveis por suas crianças. O sistema está negando o direito de pais colocarem filhos na creche ou receberem o auxilio criança. O direito está preservado apenas para mães.
O Estado e as instituições públicas deveriam atuar no sentido de garantir que a maternidade não significasse, em boa medida, o sacrifício da vida particular das mulheres. Isso se faz envolvendo os pais na responsabilidade dos cuidados e provendo serviços de atendimento das demandas que ainda são vistas como responsabilidades exclusivas das mulheres. O exemplo da creche da UNICAMP vai no sentido contrário. O STU solicitará uma reunião com a Divisão para apurar a situação e cobrar providências a respeito.

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Boletim do STU 64/2015

Baixe aqui Boletim 64/2015, de 20 de outubro de 2015.

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Boletim do STU 061/2015

Baixe aqui Boletim 61/2015, de 06 de outubro de 2015.

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Carta aberta à população – Unicamp paga salários acima do previsto em lei

Baixe aqui Carta à População de 26 de agosto de 2015.

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Cadê minha isonomia?

Unidades devem se reunir e construir o fortalecimento da greve na Unicamp

A greve da categoria iniciada na última sexta-feira (21) começou com a realização de um ato que teve início com uma caminhada a partir do Ciclo Básico e foi encerrado no restaurante universitário. O objetivo foi dialogar com trabalhadores que ainda não aderiram ao movimento e com o conjunto da comunidade universitária sobre a justeza da paralisação das atividades. Além de pautar a importância do apoio à greve por parte de todos os que constroem a excelência da Unicamp junto com os servidores técnico-administrativos.
Também na sexta-feira aconteceu a primeira reunião do comando de greve, que discutiu a importância de todas as unidades realizarem suas reuniões para organizar a participação no movimento e uma agenda de mobilização para esta semana.

Reuniões de unidade
É fundamental que todos os locais de trabalho se reúnam a partir desta segunda-feira para fortalecer a mobilização.

Razões para fortalecer a greve

  • Não temos isonomia, por isso ganhamos menos que os servidores da USP
  • Não tem crise para o pagamento, julgado irregular pelo TJSP, dos supersalários e das duplas matrículas
  • Porque a reitoria vem atuando com descaso para com os trabalhadores – Não tem transparência, queremos a divulgação da composição dos salários
  • Não temos democracia: aos trabalhadores, nada, enquanto uma meia dúzia recebem supersalários
  • Porque nossos benefícios estão congelados
  • Porque Tadeu não cumpriu a promessa que o elegeu (isonomia em dois anos)
  • Porque temos sobrecarga de trabalho com a GR-2/2015
  • Porque o reitor não negocia nossa pauta específica
  • Porque a greve é nosso principal instrumento de pressão

Greve é direito do trabalhador

A diretoria e o Deptº Jurídico do STU resssaltam que greve é um direito garantido no inciso VII do artigo 37 da Constituição Federal e assegurado a todo os servidores, inclusive os que estão em estágio probatório, que podem participar das mobilizações da categoria sem sofrer qualquer tipo de retaliação.
Participe da greve e caso ocorra qualquer pressão da chefia, comunique ao STU. Ameaças ou retaliação por parte da chefia caracterizam assédio moral e este tipo de atitude não será tolerada. O trabalhador não precisa formalizar a chefia que vai entrar em greve, uma vez que a reitoria já está formalmente comunicada.

Confira a agenda aprovada pelo Comando de Greve

24/8 (segunda)
6h – Panfletagem nas entradas da Unicamp.
Reuniões de unidade.
10h – Rolezinho pelas unidades do Ciclo Básico.
15h – Panfletagem no centro de Barão Geraldo.
25/8 (terça)
Reuniões de unidade.
10h – Rolezinho pelas unidades do Ciclo Básico.
Confecção de faixas e cartazes.
14h – Distribuição de Carta Aberta à população.
17h30 – Debate sobre a Conjuntura no CACH.
26/8 (quarta)
Ato no centro de Campinas.
Reunião do Comando de Greve.
18h – Audiência Pública na Alesp sobre o Plano Estadual de Educação.
27/8 (quinta)
13h – Debate: Estrutura da Universidade e democracia na mudança do Estatuto.
15h30 – Reunião de negociação com a reitoria.
28/8 (sexta)
10h – Assembleia Geral
29/8 (sábado)
9h – Panfletagem na UPA

 

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Boletim 005/2014

Baixe aqui o Boletim 005/2014, de 12 de Fevereiro de 2014.

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G1 repercute participação de servidores, estudantes, STU e DCE-Unicamp em ato contra a Copa

g1atocontracopa25012014(Por Anaísa Catucci, do G1 Campinas e Região) Um grupo formado com ao menos cem pessoas, entre estudantes e funcionários da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), se reuniram na tarde deste sábado (25) para ir até São Paulo e participar de um ato contra a realização da Copa do Mundo. A proposta dos participantes é integrar a manifestação marcada para às 17h, na capital.

O tema motivou outras mobilizações em Goiânia (GO) e em Porto Alegre (RS). Um grupo chegou a ficar acampado no vão livre do Masp durante a madrugada faixas com os dizeres: “Se não tiver direitos, não vai ter Copa”; “Se não tiver transporte, a Copa vai ter que parar”; “Fifa go home” (Fifa vá para casa).

Segundo a coordenadora do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Diana Nascimento, a ideia partiu de uma indignação conta o alto investimento destinado para a Copa. “É primeira grande manifestação deste ano para reivindicar os direitos das pessoas principalmente em relação para melhorias na educação, transporte e moradia”, afirma. O grupo informou ao G1 que o movimento é pacífico e a comitiva foi organizada pelo diretório e pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU).

A universitária de Ciências Sociais Carolina Filho, integrante do DCE e do coletivo Domínio Público, afirma que há uma supervalorização do megaevento em relação aos direitos sociais. “Passamos por diversos problemas que não são resolvidos pelos governos como a precariedade do transporte público que tiveram várias mobilizações no ano passado”, disse.

A funcionária da Unicamp Mariana Conti Takahashi, que também se preparava para o embarque, também disse que é uma forma de protestar até mesmo pelos gastos extras das cidades subsede, como Campinas que irá receber as seleções de Nigéria e Portugal para treinos antes dos jogos. “A Prefeitura já se colocou a disposição para investimentos para ajustes para a Copa e em Campinas existe uma série de prioridades, como construção de posto de saúde, que são deixados de lado e sem solução para receber essas seleções”, explica.

Acesse o texto no site de origem: Grupo de Campinas se encontra na Unicamp e segue para protesto em SP

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Boletim 019/2013

Baixe aqui o Boletim 019/2013, de 09 de abril de 2013.

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