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porFernanda de Freitas

Na cola do Bolsonaro, Doria promove massacre em nossa aposentadoria

Pegando carona nas medidas que promovem o desmonte do serviço público, o governador Doria publicou recentemente o Decreto 65.964, de 27/8/2021, que regulamenta a Reforma da Previdência Paulista (LC 1.354/2021).

Atento a mais uma proposta que visa aniquilar os direitos dos servidores públicos, o Fórum das Seis já está analisando o documento e se articulando junto à Frente Paulista em Defesa do Serviço Público.

Por ora, as entidades apontam a necessidade de reunião conjunta dos jurídicos e das áreas de comunicação para um melhor direcionamento da luta.

Possivelmente, será sugerida uma agenda com conselheiras/os do SPPREV e será verificada a possibilidade de uma manifestação pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

As entidades analisarão ainda a possibilidade de realizar uma manifestação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, na data em que ocorrer o retorno às atividades presenciais dos deputados.

O STU já manifestou repúdio a qualquer tipo de desconto ou redução de direitos nas aposentadorias e pensões de servidores estaduais. Estamos atentos e, se preciso, tomaremos as medidas cabíveis.

Clique aqui para conferir Decreto 65.964, de 27/8/2021

porFernanda de Freitas

Querem acabar com a nossa previdência

 

Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora: na luta contra a Reforma da Previdência.

 

 

 

poradmin

Boletim dos Aposentados 01/2016

Baixe aqui Boletim dos Aposentados 01, de março de 2016.

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poradmin

Boletim do STU 03/2016

Baixe aqui Boletim 03/2016, de 2 março de 2016.

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porFernanda de Freitas

Centrais cogitam recorrer à Justiça para derrubar medidas do governo

Durante reunião com os ministros, realizada na segunda-feira (19), o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo, destacou que as medidas lançadas pelo governo, além de prejudicar os trabalhadores, violam a Constituição Federal.

 Na reunião, as centrais reivindicaram a revogação das medidas que alteraram a concessão de benefícios previdenciários e trabalhistas, como seguro-desemprego, auxílio-doença e pensão por morte, entre outros.
carteira de trabalho“Acredito que política se faz com gestos. Se o governo, de fato, tem interesse de negociar e considerando que alguns estudos já apontam que as medidas que foram tomadas são em parte inconstitucionais, seria o caso do governo retirar da pauta o que é objeto de questionamento”, afirmou Araújo na reunião com os ministros Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência), Nelson Barbosa (Planejamento), Manoel Dias (Trabalho) e Carlos Gabas (Previdência).
O governo tentou justificar as alterações como medidas para corrigir distorções. Apesar do impasse, as centrais sindicais manifestaram o compromisso com o diálogo e uma equipe técnica das centrais vai se reunir com técnicos do governo para debater as medidas e buscar soluções.

“Não vamos ficar parados”
Em entrevista ao Portal Vermelho, Adílson Araújo reafirmou que as centrais poderão recorrer à Justiça. “Se é inconstitucional, pressupõe uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin). Se tem pressupostos para isso e o governo não revogar as medidas, não vamos ficar parados”, advertiu o dirigente sindical, lembrando que tal questionamento também poderá ser feito por qualquer setor da sociedade antes mesmo das centrais.
Segundo análise do diretor de Documentação do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), Antonio Augusto Queiroz (Toninho), a ação de inconstitucionalidade tem fundamento legal e a chance de vitória das centrais é certa.
“A chance de vitória no Judiciário é infinitamente superior à chance no legislativo. Isso porque no legislativo o máximo que se pode conseguir é aperfeiçoar um pouco o texto. Enquanto que judicialmente, três medidas seriam declaradamente inconstitucionais”, pontuou Toninho.
Toninho afirma que no caso das medidas que tratam do auxílio-doença e pensão o governo utilizou uma Medida Provisória (MP) para tratar das matérias. “Não pode, pois a Constituição é clara: matéria que foi objeto de Emenda à Constituição, entre 1998 e 2001, não pode ser regulamentada por MP”, disse.

Vitória é líquida e certa
Ele recordou que no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi feita a mesma tentativa, tratando do auxílio-doença, e o Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional exatamente com esse fundamento jurídico. “Por isso, a vitória das centrais é líquida e certa, obrigando o governo a encaminhar projeto de lei para efetivar as medidas”.
O outro ponto que também dá margem a ação jurídica é o que trata do abono. Toninho explica: “Esse tem relação com o mérito, pois a Constituição é absolutamente clara no sentido de que qualquer trabalhador que no ano anterior tenha carteira assinada e receba até dois salários mínimos, tem o direito ao abono de um salário mínimo. Na proposta do governo esse benefício seria proporcional ao vínculo empregatício, ou seja, pagaria uma fração do salário mínimo. É uma aberração jurídica que qualquer juiz ou estudante de direito reconhece. A lei é clara. Não tem carência, nem proporcionalidade”.
Toninho afirma que as duas ações invalidariam a vigência imediata da matéria, obrigando o governo a encaminhar um projeto de lei para o Congresso.

Fonte: Portal Vermelho (http://www.vermelho.org.br)

 

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE AS MEDIDAS PROVISÓRIAS:

Clique nos links abaixo e confira o texto completo dos documentos:

 

Nota unificada das Centrais Sindicais: “Em defesa dos direitos e do emprego”

As entidades (CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB) se manifestam contrárias às duas Medidas Provisórias (MP) do Governo Federal aprovadas no final de 2014. Clique aqui e confira a nota das centrais com posição contrária às MP 664 e MP 665 editadas na virada do ano, sem qualquer consulta ou discussão prévia com a representação sindical dos trabalhadores e trabalhadoras que, em nome de “corrigir distorções e fraudes”, atacam e reduzem direitos referentes ao seguro-desemprego, abono salarial (PIS-Pasep), seguro-defeso, auxílio-reclusão, pensões, auxílio-doença e, ainda, estabelece a terceirização da perícia médica para o âmbito das empresas privadas.

 

Veja algumas mudanças propostas pelas Medidas Provisórias 664 e 665:

Pensão por Morte

Lei Anterior

MP 664

Carência: hoje o trabalhador precisa fazer uma única contribuição

Carência: precisará ter dois anos de contribuição.

Exceção: se a morte ocorreu por acidente de trabalho não haverá tempo mínimo.

Tempo mínimo de casamento ou união estável: não há tempo mínimo

Tempo mínimo de casamento ou união estável: será preciso pelo menos dois anos.

Exceção: se a morte ocorreu por acidente de trabalho, ou no caso de invalidez do companheiro, não haverá tempo mínimo.

Valor da Pensão: a pensão tem o mesmo valor do benefício do aposentado que morreu. Se ele não estava aposentado, a pensão é igual à média salarial.

Valor da Pensão: a pensão não será mais integral. O beneficio será de 50% da aposentadoria, mais 10% por dependente, até chegar aos 100%.

Quando o filho deixar de ser dependente aos 21 anos, a pensão será reduzida em 10%.

 

Duração da Pensão: vitalícia

Duração da Pensão: não será vitalícia para viúvas com menos de 44 anos de idade.

Expectativa de sobrevida à idade x do cônjuge, companheiro ou companheira, em anos

Duração da Pensão

55 ou mais

3

50 a 55

6

45 a 50

9

40 a 45

12

35 a 40

15

35 ou menos

vitalícia

Obs.: no ano de 2014, 13% das pensões foram concedidas às viúvas com menos de 44 anos de dade.

 

Auxílio Doença

Lei Anterior

MP 665

Afastamento: a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento. Depois o auxílio é pago pelo INSS.

Afastamento: a empresa pagará um mês de afastamento.

Valor do Benefício: calcula-se a média salarial dos 80% maiores salários desde julho de 1994. O valor do auxílio é de 91% da média.

Valor do Benefício: calcula-se da forma anterior e também a média dos 12 meses anteriores ao afastamento. Será pago o que for menor.

 

porFernanda de Freitas

STU rea

Começou a valer neste mês a possibilidade dos servidores da Unicamp contratados pela CLT e aqueles que contribuem para o INSS aderirem ao plano de previdência complementar das universidades estaduais paulistas, administrado pela SP-Prevcom.

Os servidores vinculados ao regime próprio (ESUNICAMP) já podiam aderir à previdência complementar desde o mês de outubro.

O Jornal do STU divulgou na edição de julho deste ano (2/2013) matéria sobre os riscos que a previdência complementar representa para os servidores.

Entre eles, o fato do trabalhador ter definido o valor da contribuição, mas só descobrir quanto receberá no momento da aposentadoria, ficando a mercê das aplicações no mercado financeiro. Soma-se agora a esses problemas a chamada opção pela retroatividade das contribuições à data da admissão do funcionário ou até 23 de dezembro de 2011 (quando foi criada a SP-Prevcom).

O servidor que fizer essa opção terá dois descontos mensais no salário (um referente à contribuição mensal e outro pela contribuição retroativa).

A reportagem sobre os riscos dos planos de previdência complementares pode ser lida no site do sindicato na internet: <www.stu.org.br>.

porFernanda de Freitas

Plantões do Jurídico do STU em Limeira e Piracicaba (Outubro)

O departamento Jurídico do STU realizará plantões nos campi de Piracicaba e Limeira para tratar especificamente de Previdência/Aposentadoria.

Para mais informações e agendamento ligue para o ramal 17412 e fale com Zé Prettu ou Thaís. Também é possível agendar o atendimento pelo e-mail: [email protected]

 

Dia 09/10 (quarta-feira)

Das 9 às 11h: Planta Física (Limeira)

 

Dia 23/10 (quarta-feira)

Das 9 às 11h: FOP (Piracicaba)

porFernanda de Freitas

Sindicato realiza plenária no próximo dia 4 para tirar dúvidas sobre mudança de regime

O STU realiza no dia 4 de setembro às 12h30 no Auditório da DGA uma plenária específica para debater a questão da mudança de regime, aprovada na última sessão do Conselho Universitário (CONSU). Na ocasião, o Departamento Jurídico do STU apresentar um parecer jurídico sobre a proposta de mudança de regime da Universidade, definir ações sobre temas como desaposentação e correção de FGTS, além de tirar dúvidas dos trabalhadores sobre o tema. Em função da realização da plenária, neste dia não haverá plantão de Previdência no STU.

É importante lembrar que a proposta de mudança de regime aprovada no início deste mês é válida somente para os servidores técnico-administrativos contratados em regime CLT entre 1985 e 05 de outubro de 1988 para o regime estatutário (Esunicamp).

Apesar disso, a aprovação no Conselho apontou para a possibilidade futura de mudança de regime para todos os celetistas que desejarem aderir ao Esunicamp, visto que esta forma de contratação possui maior amparo jurídico.

poradmin

Reitoria enrola e não responde questionamento sobre mudança CLT/CLE

O sindicato encaminhou à DGRH solicitação formal de acesso aos estudos sobre a possibilidade de servidores contratados em regime celetista migrarem para o regime estatutário. Até o fechamento do boletim 006/2013 a Universidade não havia respondido o pedido. A única manifestação sobre o tema foi feita oralmente na 275ª sessão da CAD, no dia 05 de fevereiro. Na oportunidade, a reitoria disse que os estudos não foram finalizados.

No entanto, na sessão do Conselho Universitário de 18 de dezembro do ano passado, a coordenadora da DGRH, Patrícia Morato Lopes, afirmou que já havia uma proposta elaborada pela DGRH e remetida à PRDU e à Procuradoria Geral da Universidade. Durante o próprio CONSU, o sindicato solicitou cópia da referida proposta.

O STU quer que a categoria tenha acesso a toda a discussão para que possa optar conscientemente e não sofra prejuízos. A direção do sindicato se preocupa com o fato das mudanças terem sido anunciadas em meio à consulta para a sucessão na reitoria e logo após as mudanças na previdência do funcionalismo que representam novos ataques para os trabalhadores.