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porFernanda de Freitas

Nota de Repúdio ao MBL e seus ataques à Unicamp

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) manifesta seu mais veemente repúdio às ações de vandalismo e agressão protagonizadas por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) nas dependências da Unicamp, durante as atividades de recepção de estudantes na calourada do IFCH.

Os episódios recentes, que incluíram confrontos, depredação de murais artísticos, agressões físicas e intimidações, representam um atentado frontal à democracia e à liberdade de expressão dentro da universidade pública. Ao destruir murais ligados a coletivos e pautas sociais, especialmente aqueles que expressam a luta da comunidade negra e LGBTQIAPN+, o que se tenta promover é o apagamento de vozes historicamente marginalizadas e frequentemente invisibilizadas na sociedade.

A universidade deve ser um espaço de pensamento crítico, pluralidade e debate democrático, e não palco para ações provocativas e violentas com o objetivo de gerar confusão, buscar visibilidade em redes sociais e disseminar discursos baseados em desinformação.

É inaceitável que grupos que se colocam contra o povo, contra a universidade pública e contra o serviço público tentem intimidar estudantes, professores, trabalhadores e movimentos organizados dentro de nosso próprio espaço de formação e luta.

É extremamente preocupante que essa escalada de violência e provocação aconteça justamente em um período sensível, como um ano eleitoral, quando setores da extrema direita intensificam estratégias de conflito e desestabilização para ganhar projeção política.

O STU reafirma seu compromisso histórico com a defesa da universidade pública, gratuita, democrática e socialmente referenciada. E reforça que, não toleraremos atos de vandalismo, intimidação e ataques à organização popular dentro da Unicamp ou em qualquer universidade do país.

Diante da gravidade dos fatos, cobramos providências firmes e imediatas das autoridades competentes para investigar, responsabilizar e punir os envolvidos, além de adotar medidas efetivas que impeçam a repetição de episódios como esses.

A democracia, o respeito e a convivência coletiva não podem ser relativizados.

Campinas, 25 de Fevereiro de 2026
Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU)

porStéphane Powaczuk

MOBILIZAÇÃO DERROTA A REITORIA!

VITÓRIA: COM MEDO DE DERROTA ESMAGADORA, REITOR PROPÕE RETIRADA DA AUTARQUIZAÇÃO DA PAUTA DO CONSU, CONSELHEIROS PROTESTAM E VOTAM A RETIRADA COM 46 VOTOS FAVORÁVEIS E 17 CONTRA.

Unicamp compareceu em peso em frente ao Consu para lutar contra Autarquização.

Parabéns a todos e todas que atenderam o chamado do STU, DCE e APG e compareceram em frente à reitoria para expressar a sua indignação contra o projeto de Autarquização da Área da Saúde da Unicamp.

Por medo de ser derrotado, Cesinha decidiu encaminhar a retirada da proposta de Autarquização da pauta do Consu.

Saímos vitoriosos desse embate e vamos continuar lutando contra qualquer desmonte que envolva a nossa universidade!

Os trabalhadores e estudantes lutaram bravamente e denunciaram todas as artimanhas da reitoria para tentar enfiar goela abaixo o projeto de Autarquização da Área da Saúde do complexo hospitalar da Unicamp.

Precisamos seguir mobilizados para que a reitoria não volte com essa proposta ainda esse ano.

Deixamos o recado para reitoria: os hospitais da Unicamp são da população!

Por uma Unicamp 100% SUS e contra a Autarquização!

Trabalhadores, estudantes, professores, parlamentares e movimentos sociais unidos contra a Autarquização.

porStéphane Powaczuk

STU, Deputada Federal Sâmia Bomfim e vereadora Mariana Conti vão visitar o HC da Unicamp amanhã (24)

Amanhã, 24/10, às 12h, o STU vai acompanhar a visita da Deputada Federal Sâmia Bomfim e da vereadora Mariana Conti, ao Hospital de Clínicas da Unicamp.

Autarquização é precarização!

Autarquização é o primeiro passo para a privatização!

Trabalhadores da área da área de saúde, vamos juntos em defesa do complexo hospitalar da Unicamp.

A saúde não é mercadoria.

Os hospitais da Unicamp são da POPULAÇÃO!

porStéphane Powaczuk

STU e ADunicamp articulam encontro com candidatos/as a vereador/a

Na próxima terça-feira, 24, o STU e a ADunicamp vão promover o  “Encontro com os(as) candidatos(as) a vereador(a) em Campinas/SP nas Eleições Municipais de 2024, que têm ligação com a UNICAMP”.

Vão participar do encontro: Camila Delmondes (Rede), Genézio Mesquita (PSB), João Marins (PSOL), Mariana Conti (PSOL), Matheus Bancada Revolucionária (MRT) e Wagner Romão (PT).

O evento vai acontecer no Auditório da ADunicamp, a partir das 18h, e é aberto a toda comunidade.

O encontro também vai ser transmitido online pelo canal da ADdunicamp: clique aqui para acompanhar.

porStéphane Powaczuk

A UNICAMP vai PARAR!

TERÇA-FEIRA, 04/10, é dia de Paralisar e fazer pressão em defesa do nosso REAJUSTE!

Terça-feira, 04/10, é o dia do nosso grande ATO para mostrar ao Tom Zé, presidente do CRUESP, que nós queremos abertura imediata das negociações sobre nossa campanha salarial e que somos contra o ponto eletrônico. O local de encontro para nossa paralisação é em frente a reitoria, às 11h.

O Fórum das Seis já enviou diversos ofícios tentando marcar reunião com o Cruesp, e até agora não tivemos nenhum retorno. O último foi enviado hoje (03/10), informando outro ato dia 18/10, e solicitando agendamento de audiência.

Não vamos mais permitir essa falta de negociação, coloque sua camiseta laranja e venha fazer muito barulho hoje para que o reitor nos receba e agende uma reunião.

Nosso objetivo é recuperar as nossas perdas salariais desde maio de 2012, e para isso estamos reivindicando um REAJUSTE de 21,73%, ISONOMIA com a USP, VALE REFEIÇÃO, e aumento no VALE ALIMENTAÇÃO!

Sabemos que a Unicamp tem dinheiro para nos pagar, já passou da hora de você valorizar o nosso trabalho, Tom Zero.

BASTA de enrolação! Nossa categoria merece respeito!

porStéphane Powaczuk

13 desvantagens da Terceirização do Tom Zé

Charge: Bira Dantas

O descaso da reitoria da Unicamp com as/os trabalhadoras/es tem sido recorrente. O desrespeito e a falta de diálogo continuam tirando direitos e principalmente a comida do nosso prato.  O STU luta contra a terceirização e criação de subempregos em áreas fundamentais dentro da Universidade.

Na gestão Knobel os vigilantes terceirizados ficavam frequentemente sem salário, vale transporte e 13º e a administração central não se responsabilizava. Na pandemia as funcionárias da limpeza estiveram expostas e muitas vezes sem EPIs adequados. Sem contar os inúmeros casos de denúncia de assédio moral que chegaram ao STU, pois os sindicatos desses servidores são omissos.

Entendemos que terceirizar também é transferir para os outros a responsabilidade que deveria ser do Tom Zé. A Reitoria pode abrir concursos e respeitar a classe trabalhadora, mas não o faz. Mesmo após a liberação das contratações, abertura de concursos e com o caixa mais favorável dos últimos tempos (o Reitor está guardando cerca de 1bi e 600 milhões no caixa).

A terceirização está diretamente relacionada com a precarização do trabalho e nós podemos provar isso destacando 13 desvantagens para você se preocupar.

  1. Falta de abertura de concursos gera empregos em situação desumana;
  2. Diminui a valorização do trabalhador, que fica em constante ameaça de demissão e não tem carreira;
  3. Tira direitos trabalhistas, como as terceirizadas do bandejão, que foram recontratadas sem fretado, creche e sem poder comer no próprio bandejão;
  4. Aumenta a rotatividade de mão de obra: a própria Funcamp declarou em audiência com o MP que a rotatividade é grande, o que precariza o serviço;
  5. Salários menores e direitos cortados;
  6. Descumprimento da jornada de trabalho, com horas extras abusivas e impossibilidade de recusa por ameaças das chefias;
  7. Não pagamento de horas extras;
  8. Assédio Moral;
  9. Trabalhadores terceirizados chegam a ser invisíveis dentro da Universidade. Logo abaixo da sala do Tom Zé ficam as terceirizadas que servem a Reitoria, mas são tratadas como descartáveis;
  10. Precarização dos serviços públicos, sem reposição efetiva das vagas Unicamp;
  11. Contratações temporárias tiram direitos dos trabalhadores;
  12. Subempregos disfarçam a responsabilidade do Reitor, que assiste todo o cenário de precarização sem se opor;
  13. A/o trabalhador/a é tratado como um mero serviço, como disse Tom Zé no último Consu.

Portanto cobramos  da Unicamp zelo com a própria Universidade e as vidas que a sustentam para que tenham sua dignidade respeitada. Todas/os trabalhadores dentro do campus são responsabilidade da Administração Central, que é omissa e vem entregando a Universidade Pública ao desmonte gradual.

porStéphane Powaczuk

Paralisação com ATO UNIFICADO mostrou indignação e força das/os trabalhadoras

Na terça-feira, 31/08, aconteceu um ato unificado entre a Unicamp, USP e UNESP em frente a reitoria da Unicamp, para cobrar do reitor Tom Zé, que é o presidente do CRUESP, a abertura de negociação da data-base de 2022.

O STU realizou diversas reuniões de unidades pelo campus algumas semanas antes do ato, o que resultou em um comparecimento bem expressivo da categoria nessa paralisação.

CATEGORIA RESPONDE AO CHAMADO DO SINDICATO

“Foi um ato bastante positivo no sentido em que as pessoas atenderam ao nosso chamado, a partir das reuniões de unidades que nós fizemos. Os setores que eu visitei eu vi as pessoas no ato. E agora infelizmente a nossa reitoria que não responde, as pessoas mais uma vez se decepcionam com uma reitoria que se diz democrática e foi eleita numa plataforma democrática e que não atende aos servidores”, avalia Marli Armelin, uma das Coordenadoras Gerais do STU.

O sindicato vem denunciando há meses a falta de diálogo que o Tom Zé tem adotado perante aos trabalhadores/as. O Fórum das Seis protocolou a pauta unificada de reivindicações há quatro meses, e até agora o Cruesp não sinalizou a possibilidade de reunião.

“O ato foi importante e superou a expectativa das entidades, nós percebemos que a categoria atendeu ao chamado do Fórum das Seis, e mostramos que tem recurso para reajustar o salário de 21%. Além disso, também tem recurso para fazer equiparação com a USP, (no caso do salário da Unicamp), e o vale refeição para Unicamp, que na USP já pagam” complementa o Coordenador Geral do STU, Pio Romera. Segundo Pio, como tem recurso em caixa as pessoas estão se sensibilizando e se mostrando mais propícias a paralisarem suas atividades.

OS REITORES ESTÃO SENTADOS E GUARDANDO O NOSSO DINHEIRO

O comprometimento com a folha de pagamento das três universidades, USP, UNESP e Unicamp, com salários em julho/2022 ficou em 69,21%, quase que inalterado mesmo após o reajuste de 20,67% em março deste ano.

AVALIAÇÃO DO ATO UNIFICADO

“O ato foi muito bom, o compromisso que tivemos de passar nas unidades foi muito importante, a gente viu a valorização que é estar corpo a corpo com o/a trabalhador/a. Agora nós não podemos parar, os próximos atos precisam ser muito melhores que esse, que já foi bom”, completa uma das Coordenadoras Gerais do STU, Elisiene Lobo.

O STU parabenizou no ato a categoria por ter participado da atividade de paralisação, se expressando em voz alta, e vestindo a camiseta laranja que pede Isonomia, Reajuste e Democracia! A nossa pauta é legítima, e os/as trabalhadores/as merecem respeito. Por isso estamos reivindicando o reajuste de 21%, Isonomia com a USP, e o Vale Refeição!

O reitor Tom Zé enviou um ofício ao Fórum das Seis informando que estaria fora da cidade de Campinas, e por isso seria impossível receber os representantes. Porém essa atitude só mostra a falta de democracia e de vontade que impera nas atitudes do reitor, pois sabemos que existe uma vice-reitora e chefes de gabinetes que poderiam conversar e receber o movimento.

Nós sabemos que tem dinheiro nas universidades para discutirmos o reajuste, portanto não vamos desistir de lutar.

Continuem acompanhando nossas redes sociais que em breve vamos divulgar nossos próximos passos para vencer essa batalha!

porStéphane Powaczuk

STU avança na denúncia contra a demissão em massa no bandejão!

Bandejão Unicamp. Foto: Eduardo Gemis.

O STU fez uma denúncia e conseguiu uma audiência, na última quarta, 10/08, com o Ministério Público sobre a demissão das/os 330 trabalhadoras/es do bandejão da Unicamp. Também estavam um representante da empresa Soluções, que ganhou a licitação e representantes da Funcamp.

O advogado da Funcamp alegou que não há demissão em massa e que a Funcamp faz uma “rotatividade” de funcionários, citando demissões em anos anteriores. Disse ainda que o sindicato que representa a categoria Funcamp é o SEAAC e que este estaria de acordo com as demissões.

O STU defendeu que temos associados Funcamp e que o nosso Estatuto permite o acolhimento de denúncias, e que esta poderia inclusive ter sido feita por qualquer cidadão, mas que o Sindicato não se calaria diante dessa pauta. Com relação as demissões em massa citadas, o STU destacou que houve movimentos anteriores e que o SEAAC foi omisso.

Como resolução, cobramos um acordo: a manutenção dos empregos com os mesmos direitos e a remuneração ou a compensação financeira aos servidores/as que não optarem pela recontratação.

Entendendo que essa mediação deveria ser feita entre a Funcamp e o SEAAC, o MP definiu que o STU entrará como denunciante e acompanhará a negociação, que deverá acontecer depois que todos as denúncias forem apuradas ou comprovado o contrário pelo SEAAC e Funcamp. Também cobramos que sejam disponibilizados fretados, pois seria impossível manter os empregos sem a garantia desse transporte.

Consideramos uma vitória do movimento, embora ainda parcial. As denúncias do STU foram acatadas, as/os trabalhadoras/es foram ouvidas/os. O movimento estudantil deu força às reivindicações, os Conselheiros Universitários se manifestaram e representantes políticos também enviaram vídeos em repúdio às demissões.

Nenhuma família na rua e não à criação de subempregos na Unicamp!!!

porStéphane Powaczuk

Confira o manifesto a demissão de 330 servidores/as

O STU em parceria com a ADunicamp, APG, e o DCE lançou um manifesto contra a demissão das 330 famílias do bandejão, que vão ser substituídas por subempregos pelo reitor Tom Zé.
Participe do Ato contra as demissões no dia 02/08, às 9h, no Restaurante Universitário.

Confira abaixo o panfleto:

porStéphane Powaczuk

CUIDADO: febre maculosa tem surgido em Campinas e leva pessoas a óbito

Carrapato-estrela que transmite a febre maculosa. Créditos: Maria Ogrzewalska/istock

O STU quer alertar toda nossa categoria e a comunidade universitária sobre o surgimento nessa época do ano mais seca e fria, do carrapato-estrela que transmite a febre maculosa. Campinas já registrou cinco casos neste ano, sendo que três foram infelizmente a óbito.

O que é febre maculosa?

É uma infecção grave, transmitida pela picada do carrapato-estrela que normalmente traz como hospedeiro animais como cavalos ou capivaras. Animais como gambás ou ouriços, são hospedeiros secundários do carrapato-estrela, e podem chegar mais perto dos humanos.

Quais são os sintomas?

– Febre

– Dor no corpo

– Dor de cabeça

– Náusea

– Diarreia

– Vomito

– Manchas vermelhas pelo corpo (em alguns casos)

Os sintomas podem aparecer em até 15 dias após a pessoa ser picada, e as vezes ela pode não perceber, pois quando a coceira começa, o carrapato já se soltou da pele.

Quais as orientações?

Se você apresentar alguns desses sinais, procure um serviço de saúde o mais rápido possível e informe se teve contato com o carrapato e/ou se esteve em local de risco. É importante ressaltar que os sintomas podem ser confundidos com COVID-19, dengue e outras doenças. A prevenção sempre vai ser o melhor remédio!

Qual a cura para a febre maculosa?

A febre maculosa tem cura, apesar de não existir uma vacina contra ela, o tratamento precisa ser iniciado urgentemente. A doença é tratada com antibióticos.

porFernanda de Freitas

UNESP avança na isonomia com a USP

A isonomia de salário e benefícios é uma bandeira histórica que não sai da nossa Pauta de Reivindicações Específicas. Entra e sai reitor e o STU segue pressionando por respostas que nunca chegam!

Semana passada, nossos/as companheiros/as da Unesp anunciaram que a reitoria de lá, depois e de muita pressão, demonstrou disposição de montar uma comissão entre sindicato e reitoria para estudar o assunto e construir uma proposta com vistas à aplicação da equiparação dos pisos salariais com os praticados na USP.

Toda vez que a reivindicação da isonomia aparece, a administração alega que a sua aplicação depende de um bom desempenho da economia e faz terrorismo dizendo que ela pode comprometer o reajuste salarial nas datas-bases futuras.

O fato é que a arrecadação de ICMS está crescendo, mas o arrocho salarial segue firme nas Universidades. Sem contar que no período de pandemia as instituições aumentaram os seus caixas e economizaram muito dinheiro com o lockdown. Enquanto isso, o/as trabalhadores/os da Saúde se mataram de trabalhar, e os que estavam em teletrabalho gastaram recursos próprios para manter equipamentos e serviços de telefone e internet, por exemplo.

O avanço conquistado pelos/as companheiros/as da Unesp é mais uma prova de as três Universidades Estaduais Paulistas têm dinheiro em caixa suficiente para negociar o reajuste salarial e implantar a isonomia entre as instituições. O que falta mesmo é disposição política para reconhecer e valorizar os/as funcionários/as.

Mais do que nunca, precisamos intensificar a nossa mobilização pressionando o reitor Tom Zé para que agende imediatamente a reunião de negociação da nossa Pauta de Reivindicações Especificas.

Para conhecer melhor a luta dos/as companheiros/as do Sintunesp acesse o Boletim Sintunesp – 13/06/2022, clique aqui.

Imagem do Banner: Reprodução/Wikimedia Commons

porStéphane Powaczuk

Nota de repúdio do STU contra quaisquer discriminações na Unicamp e ataques a diretoria

Na última semana de maio a diretoria do STU foi vítima de injuria em um grupo de whatsapp com cerca de 140 funcionários da Unicamp, numa tentativa de deslegitimar a atual gestão frente à categoria. Ao tomar ciência da acusação leviana, a Coordenação de Negros e a Coordenação de Políticas Antirracistas do STU deliberou por unanimidade repudiar tal postura que, para distorcer debates políticos diversos ocorridos durante o processo eleitoral, se utiliza indevidamente da pauta racial para atacar a atual gestão. O STU em toda sua história foi um ator importante na cidade de Campinas e na região na organização e na luta do povo negro, e não pode ter sua dignidade e trajetória jogada no lixo em razão de disputas diversas.

Reforçamos ainda que o STU repudia veementemente quaisquer formas de discriminação e atua no combate ao racismo dentro e fora dos campi da Unicamp, e disponibiliza o contato dos coordenadores das pastas Negros e Negras e Políticas Antirracistas para o recebimento de denuncias. Reafirmamos também nosso compromisso de investigação de toda e qualquer denuncia da categoria de racismo, lgbtifobia, machismo e capacitismo, sobretudo envolvendo membros da diretoria, não admitindo a manipulação da dor da categoria como forma de gerir uma política de ódio que nos divida.

Marina Rebelo
Ronaldo Almeida
Elisiene Lobo
José Carlos Pereira