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porStéphane Powaczuk

Nota de solidariedade às professoras da DEdIC

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp soltou uma nota de solidariedade às professoras da DEdIC após sofrerem algumas agressões.

Confira a nota a seguir.

porStéphane Powaczuk

Em solidariedade ao luto, STU garante acordo para que profissionais da DEdIC prestem as últimas homenagens à professora Rosângela

O STU está de luto!
A assembleia desta quinta-feira (30) deliberou pelo repúdio à ação da reitoria de proibir o comparecimento das professoras/es e demais servidoras/es da DEdIC de comparecer ao enterro da professora Rosângela Geraldo Gomes da Silva.
Rosângela foi professora da DEdIC desde 1986, formando e educando crianças e também a própria equipe de educação infantil.
Ela foi uma profissional muito importante para a defesa da educação infantil como um direito dentro da Unicamp. Indignada com o tratamento dado às professoras enlutadas, a assembleia dedicou um minuto de silencio à professora Rosângela e decidiu por manifestar seu repúdio à decisão da reitoria e a criação de uma comissão para negociação imediatamente após o término da assembleia.
A comissão da assembleia, formada por quatro diretores e algumas professoras da DEdIC, foi recebida pela Dra. Patrícia Falabella, representando a coordenadora geral da Universidade, Cristiane Megid, diretora da DEEPU (Diretoria Executiva de Ensino Pré-Universitário da Unicamp), e Simone Rodrigues, coordenadora geral da DEdIC.


Após duas horas de reunião, a comissão conseguiu um acordo com a Unicamp, aprovado pela
Dra. Maria Luiza Moretti, coordenadora geral da Universidade e vice-reitora.
O STU se solidariza com a comunidade da DEdIC, profissionais e famílias, e entende que a melhor forma de homenagear a professora que tanto contribuiu para a universidade é defendendo o direito de seus colegas ao luto e ao acolhimento da família.

Assembleia aprovou um minuto de silêncio.

O que ficou acordado?

  • A Unicamp reconheceu que a equipe da DEdIC estará desfalcada e que muitos profissionais se ausentarão. A ausência na sexta-feira (31) será respaldada pela direção, sem punição. A direção orientará as professoras a registrarem faltas abonadas, e mesmo aquelas que por qualquer motivo não puderem optar pelo F2, não haverá registros no cartão que prejudique a assiduidade e a contagem de tempo de serviço.
  • A reitoria se responsabilizou em comunicar às famílias para que evitem levar as crianças à DEdIC nesta sexta-feira, pois reconhece que nesta data o trabalho estará comprometido pelas ausências de professoras enlutadas.
    O STU reforça o pedido à comunidade para que os pais não levem as crianças nesta sexta-feira em solidariedade ao falecimento da professora.
  • Também ficou combinado que o acolhimento excepcional de crianças amanhã será organizado mediante rodízio, para que a equipe da DEdIC possa comparecer ao velório previsto para sexta-feira.

A DEdIC é um sistema de educação
Reconhecemos a importância do trabalho das professoras da DedIC para a Universidade, mas destacamos que a DEdIC não se configura como um serviço essencial.
O STU se coloca à disposição para mediar qualquer tipo de conflito decorrente dessa situação. Se você tiver algum problema, entre em contato conosco. Lembramos que qualquer tipo de denúncia é sempre sigilosa.

porFernanda de Freitas

Carta às Famílias sobre a Greve

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp realizada quarta-feira passada (18) deflagrou greve por tempo indeterminado a partir de 23/05 (segunda-feira).

Desta forma, o STU convoca todos os trabalhadores, em especial, os pais e mães usuários do Sistema Educativo a se somarem nesta luta em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade e contra o desmonte da Unicamp.

Confira abaixo na íntegra a “Carta às Famílias sobre a Greve” elaborada pelo sindicato:

 

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Boletim 026/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 20 de maio de 2016.

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Entrevista: Vitória histórica da luta na DEdIC!

O início do Curso de Especialização em Educação de Crianças e Pedagogia da Infância no último dia 25 é resultado de uma vitória histórica da luta das trabalhadoras da Unicamp. O projeto teve início com 40 vagas exclusivas para professoras do CECI, CAS e PRODECAD e duração de um ano, mas existe o compromisso da reitoria em estender o projeto a profissionais da rede básica de ensino da região.
Esta edição especial do Boletim do STU entrevista Zilda Farias, ex-diretora do sindicato que por mais de dez anos esteve à frente da mobilização pelo direito à formação continuada das trabalhadoras do Sistema de Educação Infantil como parte da jornada (o que desde 2008 está previsto na Lei 11.738/2008, que reserva 1/3 da carga horária docente ao planejamento e aprimoramento profissional).
A pedagoga Zilda, que trabalha na creche desde os anos 1990, primeiro como contratada via Funcamp e depois efetivada via concurso, participou durante muitos anos do Fórum de Educação em Campinas, e representou o STU e as trabalhadoras da DEdIC como delegada às Conferências Nacionais de Educação em 2008, 2009 e 2010. Confira a entrevista.

Há mais de 10 anos a senhora luta para concretizar essa iniciativa. Quais são as expectativas em relação ao desenvolvimento do projeto a partir de agora?
Discutimos políticas para a DEdIC há vários anos. Não só eu. Há um grupo de colegas, algumas que nem estão mais aqui porque já se aposentaram, que participa da elaboração e fundamentação dessa pauta. Essa conquista é um dos itens da nossa pauta pela valorização da Educação Infantil.
Um curso em parceria entre a Faculdade de Educação e a DEdIC pode parecer óbvio e simples para quem não é daqui, mas infelizmente muitas coisas produzidas e construídas na Unicamp pelos pesquisadores não são acessíveis a nós, funcionários. No PROESP (curso de formação superior para as professoras das redes), nós, professoras das creches e pré-escola, não tínhamos direitos de prestar o processo seletivo. Tivemos que pedir ao sindicato e aos representantes dos funcionários no Conselho Universitário que levassem ao Consu o debate para termos direito de acessar aquele curso na época.

O curso envolve diversas faculdades da Unicamp (FE, FEF, FT e IA). Qual a importância dessa transversalidade num projeto de formação continuada e para o projeto pedagógico do Sistema de Educação Infantil da Universidade?
A principal Faculdade envolvida é a de Educação, e temos também professoras do IA. O que tem de inovador neste curso é que nós, docentes e pesquisadores, buscamos um método baseado em outra concepção de Educação Infantil e de Pedagogia, que respeita a infância e prioriza a arte, que traz Antropologia, Geografia, Sociologia e Política – lembrando que a infância não termina aos 5 anos de idade. E já que as crianças hoje são obrigadas a ir para o Ensino Fundamental mais cedo, a gente inclui essa campanha para formação de professores e gestores para o Ensino Fundamental também. Uma concepção construída e aprendida na militância no Sindicato e na Faculdade de Educação, com a professora Ana Lúcia Goulart – que foi quem abriu as portas da FE há muitos anos. Nós da Ed. Infantil não damos aulas, porque é uma educação específica para a criança pequena, com outra característica, mas que não é menos importante que o Ensino Fundamental, Médio e Superior.

O projeto é uma vitória da luta por formação continuada inserida na jornada de trabalho. Gostaria que falasse sobre esse conteúdo da conquista na perspectiva de uma educadora.
A formação continuada está sendo discutida pelo Brasil inteiro, está nos documentos do MEC, é lei, mas está difícil os governos implementarem o 1/3 da jornada para formação e planejamento. Isso já começou a acontecer aqui na DEdIC, onde temos mais ou menos 130 professoras e mais de 700 crianças. Eu costumo dizer que a gestão da DEdIC é como uma secretaria de Educação dentro da Unicamp, existem pequenos municípios que têm menos crianças em Educação Infantil e séries iniciais do que a gente. Nos últimos anos, o projeto educacional tem sido elaborado com um pouco mais de participação da comunidade. Isso também é novo. E é uma grande vitória a questão de estarmos em serviço, que é uma luta de professores no Brasil inteiro.

É uma vitória das professoras da DEdIC, mas também de uma visão de universidade e de educação, tem a ver com o papel da Universidade e a disputa de um outro modelo de educação.
É importante divulgar essa parte. A gente foi construindo essa consciência de ver a educação de outra forma, que não essa tradicional, sectária, preconceituosa e que reproduz as concepções burguesas da sociedade.

O STU também cumpriu um papel importante nisso, atuando pela pauta de reivindicações, mas também discutindo um modelo de universidade, de sociedade e de educação.
O sindicato tem feito isso. Para ter qualidade e diferença no cotidiano da Educação Infantil como um todo, tem que ter políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal, melhorar a formação básica nos cursos de graduação e a formação continuada, investir na carreira, salários e condições de trabalho. E, principalmente, estabelecer mais diálogo com as famílias para que entendam a função institucional da Educação Infantil, que não é a mesma do espaço privado familiar.

Entre as diretrizes do Plano Nacional de Educação/2014 está o respeito à diversidade – que vem sendo maliciosamente chamado de “ideologia de gênero”. Como esse debate se insere na proposta pedagógica ora iniciada?
Temos uma disciplina que aborda as questões das culturas – e várias outras também falarão sobre isso. Nessa disciplina falaremos sobre a diferenças, a inclusão, as diferentes etnias e culturas (afro, indígena…), a questão de gênero. Porém sabemos que ainda há muito que avançar nesse sentido. Infelizmente, as comunidades escolares ainda relutam muito em discutir essas questões e inserir nas práticas cotidianas esses temas. Então não é fácil e algumas coisas serão transformadas com o tempo.

Neste 8 de março o que a senhora tem a dizer às trabalhadoras da Unicamp e ao conjunto da sociedade sobre a importância de uma educação com perspectiva de gênero?
Nós mulheres, e os homens que lutaram lado a lado conosco e mudaram suas práticas, temos que lutar por mais creches e vagas. Não adianta lotar um espaço de crianças, ou colocar 30, 40 crianças numa sala com uma professora. Tem que ter vaga para todo mundo, mas tem que ter qualidade. Não é só garantir as refeições, pois isso é o mínimo. Temos que saber como as crianças estão convivendo, se estão sendo bem tratadas, já que muitas passam o dia inteiro nas escolas. Se conversássemos mais com todos os segmentos (família, gestores, professores e funcionários), conseguiríamos construir uma outra forma. E temos que lutar, ir para os fóruns de educação e sindicatos, e participar. Não existe outro jeito.

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Boletim do STU – Especial 8 de março

Baixe aqui Boletim do STU – Edição Especial de 8 de março de 2016.

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Trabalhadoras da educação infantil conquistam vitória histórica

Teve início na última quinta-feira (25) o Curso de Especialização em Educação de Crianças e Pedagogia da Infância, resultado da parceria entre a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) e a Faculdade de Educação (FE) em atendimento uma demanda histórica das profissionais da Divisão que reivindicam tempo para formação dentro do expediente. O curso é dirigido às professoras do CECI, CAS e Prodecad. A coordenação do projeto está sob responsabilidade da professora prof. Adriana Missae Momma e Eliana Ayoub, de Faculdade de Educação.
Essa conquista é fruto de muita mobilização e luta das profissionais da educação infantil. Foram abertas 40 vagas para este ano, com compromisso de mais 40 vagas para o próximo ano. Agora, a luta é pela ampliação das vagas para as demais redes da região e pela garantia de 1/3 da jornada para formação e planejamento dos trabalhos, na prática.
A vitória não é só das professoras, mas também dos pais e mães das crianças e de toda a sociedade que contarão com profissionais ainda mais capacitadas e um projeto educacional que trabalhará com uma nova visão de educação e, também, um novo papel para a universidade, voltada para a emancipação e valorização da arte, da cultura e da sociologia da criança.
“Para o STU o atendimento dessa reivindicação é uma vitória das profissionais da DEdIC, que entenderam a importância do aprimoramento profissional e da melhoria das suas atividades e, principalmente, das crianças, explicou a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa.
Para Zilda, ex-diretora do STU “Essa iniciativa do curso é uma vitória e uma conquista que vem sendo travada há muitos anos dentro da Unicamp. Esse projeto prova que a educação pode ser integradora, humana, social e emancipatória também… Acredito que é na militância dos movimentos de educação e sindical que construímos estas e outras consciências para avançar nessa universidade em relação a formação, carreira e tudo que temos direito”, concluiu Zilda.

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Boletim do STU 03/2016

Baixe aqui Boletim 03/2016, de 2 março de 2016.

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porFernanda de Freitas

Vitória histórica: profissionais da DEdIC conquistam curso de formação

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Professora Zilda Farias, ex-diretora do STU, celebra a conquista de uma luta histórica

Na tarde desta quinta-feira (25) aconteceu a aula inaugural do Curso de Especialização em Educação de Crianças e Pedagogia da Infância.

Esse programa de formação é resultado da parceria entre a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) e a Faculdade de Educação (FE). A iniciativa é uma luta histórica das profissionais da DEdIC que reivindicam uma formação em serviço que possibilite o estudo das professoras durante o expediente. O curso é dirigido às professoras da Educação Infantil (CECI e CAS) e da Educação não Formal (Prodecad).

Durante o evento, que aconteceu no Salão Nobre da FE, a coordenação do curso parabenizou a professora Zilda Farias, ex-diretora do STU, pela luta incansável para concretizar essa iniciativa. Ela e as demais profissionais da DEdIC não mediram esforços para dialogar com a FE, Instituto de Artes (IA), Faculdade de Educação Física (FEF) e Faculdade de Tecnologia (FT) para elaborar um projeto conjunto de formação continuada multidisciplinar.

Zilda contou que essa demanda por formação tem mais de 10 anos e que as funcionárias batalharam muito, nos últimos tempos, para que esse curso acontecesse. Explicou também que a Comissão Permanente de Formação de Professores da Comissão Central de Graduação (CCG) e a FE acolheu o projeto e, prontamente, passou a discutir com as áreas correlatas sua implantação.

“Essa iniciativa do curso é uma vitória e uma conquista que vem sendo travada há muitos anos dentro da Unicamp. Esse projeto prova que a educação pode ser integradora, humana, social e emancipatória também… Acredito que é na militância dos movimentos de educação e sindical que construímos estas e outras consciências para avançar nessa universidade em relação a formação, carreira e tudo que temos direito”, concluiu Zilda.

A reitoria acertou ao implantar o Curso de Especialização em Educação de Crianças e Pedagogia da Infância, pois demonstra a preocupação em investir na formação das profissionais da DEdIC e na valorização da educação infantil. Além disso, a universidade dá um passo importante no reconhecimento da necessidade da educação em serviço e da regulamentação da jornada das profissionais – que prevê carga horária para formação continuada. Sem dúvida essa iniciativa servirá de modelo para os programas de ensino infantil das demais universidades públicas do país.

STU presente na luta

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Diretoria do STU esteve na aula inaugural do curso de especialização

As vitória não é só das professoras, mas também dos pais e das crianças que contarão com profissionais com maior capacidade de cuidados. Com a ampliação da formação das professoras, as crianças terão mais estímulos no campo cognitivo, emocional, educacional etc., pois o curso possibilita atender mais e melhor essas crianças.

Sobre o papel do STU nessa luta, a professora Zilda afirmou na aula inaugural que a atuação do sindicato foi fundamental nesse processo. “Agradecemos ao STU pelas contribuições nas lutas por educação e pela formação profissional e política. A entidade também é responsável por essa nossa conquista”.

Todos esses anos o STU esteve ao lado das profissionais da DEdIC para que essa formação profissional saísse do papel. Essa vitória é fruto de muita mobilização e luta das profissionais da educação infantil. Agora o próximo passo é lutar pela ampliação das vagas para que todas as professoras tenham acesso à formação e pela regulamentação da jornada de trabalho.

“Para o STU o atendimento dessa reivindicação é uma vitória das profissionais da DEdIC, que entenderam a importância do aprimoramento profissional e da melhoria das suas atividades e, principalmente, das crianças que frequentam o programa porque essa formação deve melhorar os cuidados prestados em todos os seus aspectos”, explicou a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa.

Sobre o curso de especialização

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Plateia loto o Salão Nobre da FE no lançamento do curso de especialização

Este projeto se assenta no estabelecido pelas Leis n. 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB) e n. 13005/14 (Plano Nacional de Educação – PNE) no que se refere à formação de profissionais da educação.

De acordo com o artigo 61 da LDB alterada pela Lei nº 12.014 de 2009, entende-se como profissionais da educação escolar, professores habilitados em nível médio ou superior para a docência; trabalhadores em educação portadores de diploma de Pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas; e ainda, trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim.

No que tange à necessidade de investimentos na formação de tais profissionais, a LDB indica a necessidade de oferta de formação capaz de atender às especificidades do exercício de suas atividades, assim como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica e o Plano Nacional de Educação aprovado em 2014 especifica a necessidade de formação continuada dos (as) profissionais da educação como estratégia para atingir a meta 7, que é “fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades” (BRASIL, 2014). O PNE também estabelece em sua meta 16 “formar, em nível de pós-graduação, 50% (cinquenta por cento) dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos (as) os (as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino” (idem).

Frente ao exposto, destaca-se que o projeto aqui apresentado propõe-se a contribuir para garantir o cumprimento da meta 16 do PNE no que diz respeito à formação em nível de pós-graduação das/os profissionais da educação infantil que atuam em suas instituições.

Destaca-se, ainda, que a proposta apresentada segue as orientações do Conselho Nacional de Educação (CNE/MEC) apresentadas na Resolução CNE nº.005/09 quanto ao Currículo da Educação Infantil (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil – DCN/EI).

A partir do diálogo com um grupo de docentes da Unicamp, sob coordenação da Comissão Permanente de Formação de Professores (CPFP), ligada à Comissão Central de Graduação (CCG) da Pró-Reitoria de Graduação (PRG), configurou-se um Grupo de Trabalho (com a participação de docentes da Faculdade de Educação, do Instituto de Artes, da Faculdade de Educação Física e da Faculdade de Tecnologia) para elaboração de uma proposta conjunta de oferecimento de um curso de especialização voltado aos profissionais da educação infantil.

Pretende-se, portanto, oferecer às/aos cursistas subsídios para que possam desenvolver com as crianças uma educação infantil pautada nos princípios éticos (da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades), políticos (dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática) e estéticos (da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais) estabelecidos pelas DCN/EI em seu art.6º.

Objetivos gerais

1. Propiciar às/aos profissionais oportunidades de ampliar e aprofundar conhecimentos acerca da infância e da educação de crianças, integrando-os à dimensão ética, estética e política.

2. Propiciar aos profissionais oportunidades de analisar e desenvolver propostas de organização do trabalho pedagógico com crianças, refletir sobre os percursos pedagógicos no cotidiano e as possibilidades de transformá-los quando necessário.

3. Propiciar aos profissionais oportunidades de ampliar seus conhecimentos literários, teóricos e de pesquisas recentes no campo da educação, arte, educação física, sociologia, psicologia, antropologia, educação ambiental e de outros campos, relacionando-os à infância e reconhecendo a complexidade da prática educativa e seus múltiplos determinantes.

4. Oferecer subsídios para que a/o profissional, como parte de uma equipe de trabalho possa planejar e desenvolver sua prática pedagógica de forma fundamentada com autonomia e segurança pedagógica.

5. Oferecer subsídios para a realização de avaliação permanente de todo trabalho docente e gestor.

6. Atender às demandas de formação de profissionais durante a jornada de trabalho, tal como estabelece a Lei nº 11.738/2008, regulamentada pelo Parecer CNE/CEB nº 18/2012 – Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação inicial em nível superior – Resolução nº 2- 1ºjulho/2015.

 

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Reitoria protela aplicação de uma referência para todos

Foi realizada nesta segunda-feira (23/11) a reunião de negociação entre a reitoria e a direção do STU para tratar do pagamento de uma referência para todos os técnico-adminstrativos da Unicamp em conformidade com o acordado em maio deste ano quando da campanha salarial.
A expectativa e cobrança do STU era de que o pagamento da referência para todos pudesse ser efetivada a partir de outubro, de acordo com as projeções da Aeplan, que segue projetando que a arrecadação deste ano deve chegar nos R$ 92,5 bi, e com o acordado anteriormente com a reitoria.
Apesar de a reitoria seguir afirmando que a previsão da Aeplan é de que o governo arrecade os R$ 92,5 bi no ano, valor acima dos R$ 92,2 bi necessários para que seja garantido o acordo de pagamento de uma referência para todos, o reitor afirmou que a arrecadação não foi suficiente para disparar o “gatilho” de confirmação para o pagamento. Segundo ele, a arrecadação atingiu em outubro R$ 74,55 bi e deveria ter atingido mais de R$ 76 bi para que ele liberasse o pagamento da referência para todos.
A próxima reunião para tratar do tema será realizada no primeiro dia útil de dezembro após a liberação dos dados da arrecadação referentes ao mês de novembro, que terá como referência o dia 20/12.
Reserva Técnica – A reitoria afirma que o estudo detalhado e as especificações serão apresentadas em breve.
Auxílio Alimentação – A reitoria afirma que a sua prioridade é a isonomia e que toda sobra orçamentária seja designada para a sua efetivação.
Demissões no CAISM – Foram apresentados novamente os casos de demissões na Funcamp, particularmente do servidor que foi demitido mesmo estando em laudo médico. A reitoria ficou de dar resposta imediata.
DeDIC – A reunião pendente ficou de ser agendada, independente da presença do reitor, fato que até agora impediu o avanço da pauta.
A avaliação da negociação e os próximos passos a serem dados pelo sindicato estarão na pauta da próxima assembleia e devem ser pautadas nas unidades para que o STU possa dar os encaminhamentos necessários à luta de todos.

A diretoria do STU convoca os trabalhadores da Unicamp para assembleia geral no próximo dia 2 de dezembro (quarta-feira), a partir das 12 horas (local a confirmar). Em pauta a negociação com a reitoria, plenária da Fasubra e assuntos gerais.

porFernanda de Freitas

Pauta Específica da DEdIC é negociada com reitoria

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Reunião entre professoras da DEdIC, STU e reitoria da Unicamp

Nesta terça-feira (16) as professoras da DEdIC e a diretoria do STU se reuniram com o reitor Tadeu para discutir a pauta específica. Entrou na discussão a regulamentação da jornada, recesso, carreira, Projeto Político Pedagógico (PPP), credenciamento da creche e gestão democrática.

Sobre a regulamentação da Lei 11.738/2008, que garante 1/3 da carga horária das professoras para planejamento, o reitor pontuou que a efetivação da jornada só será possível por meio de deliberação da Câmara de Administração (CAD) que seguirá as orientações do Conselho Nacional de Educação. A intenção é que o documento seja apreciado pela CAD em outubro deste ano e contemple o recesso escolar de 15 dias em julho.

Questionado sobre a responsabilidade dos cuidados quando as professoras estivessem em planejamento, o gestor foi categórico em afirmar que serão necessárias adequações internas das turmas e horários para que as crianças fiquem sempre em companhia de alguma professora.

Ficou decidido que a comissão interna da DEdIC, que já discute esse assunto, será formalizada e participará dos trabalhos junto à DGRH e Procuradoria Geral (PG) na elaboração da deliberação CAD.

A reitoria também acenou com a possibilidade de estruturar um projeto piloto para testar esse formato, mas que o experimento deverá ser feito com um grupo pequeno e necessitará de respaldo da comissão.

A avaliação de todos é que o rearranjo na jornada não implicará em impacto financeiro ou em novas contratações.

Carreira

Sobre a carreira o reitor anunciou que a DGRH está estudando a criação de uma carreira específica para a DEdIC – dentro do projeto de reformulação da carreira PAEPE –, que contemple a mudança de nomenclatura e as especificidades do trabalho.

Credenciamento

O reitor reiterou seu compromisso de buscar o credenciamento da creche e informou que em consulta à Prefeitura Municipal de Campinas recebeu retorno de que, por ser uma universidade estadual, a competência para o encaminhamento seria do governo do Estado.

Diante disso, a universidade está buscando junto à Secretaria Estadual da Educação a regulamentação da DEdIC para se adequar a legislação de atendimento às crianças de 4 e 5 anos em idade pré-escolar em rede credenciada.

Gestão

Após relato de denúncias graves de assédio moral, autoritarismo da parte da gestão da creche e necessidade de eleições diretas na unidade a reitoria informou que nomeará a psicóloga Magda Sena Vulcano, especialista em relações do trabalho, como facilitadora no processo de construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) e mediadora dos conflitos de gestão. O reitor insistiu na ideia de que a elaboração conjunta do PPP poderá auxiliar na institucionalização de uma gestão mais democrática e aproveitou pra reforçar que não vê com bons olhos a convocação imediata de eleições diretas para direção da DEdIC.

Negociação

A avaliação é de que a reunião foi importante para avançar na discussão da Pauta Específica, principalmente, porque possibilitou que o reitor se inteirasse das questões referentes às relações de trabalho das creches, mas que a organização das professoras e pais é indispensável para que os compromissos sejam efetivados.

porFernanda de Freitas

Professoras realizam ato de protesto contra postura do reitor

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Comissão de professoras e direção do STU aguardam atendimento na recepção da reitoria

Ontem (10) à tarde as professoras da DEdIC realizaram um ato-piquenique em protesto à atitude do reitor Tadeu em desmarcar a reunião de negociação um dia antes e por meio de e-mail.

O encontro trataria da Pauta Específica da DEdIC e das questões de relações de trabalho já discutidas com a DGRH.

Os familiares das crianças que frequenta o sistema educacional e funcionários da Unicamp compareceram ao ato para expressar apoio à luta justa das professoras em defesa da Educação e por melhores condições de trabalho.

Uma comissão de professoras acompanhada pela diretoria do STU se encaminhou à reitoria para buscar atendimento com algum representante ou, pelo menos, reagendar a reunião. A investida não teve sucesso já que não havia representante oficial para recepcionar a comitiva, tão pouco para marcar nova data.

Ficou decido que o STU faria a interlocução entre as professoras e a reitoria buscando o reagendamento da reunião por meio de ofício.

 

STU cobra reagendamento de reunião

Nesta quinta-feira (11) o STU protocolou o documento na reitoria na expectativa de reagendar a discussão o mais rápido possível.

Cabe destacar que nesta segunda-feira (8) o sindicato protocolou a Pauta Específica da categoria e aproveitou para cobrar reunião com a reitoria para discussão das reivindicações apresentadas. Na pauta está inclusa a solicitação de discussão das demandas da DEdIC.

Tendo em vista a emergência do encaminhamento das questões da DEdIC e a postura lamentável com que o caso foi tratado, o STU cobra que o agendamento da reunião seja feito com o sindicato, para que se institucionalize o processo de negociação, cabendo à reitoria definir seus interlocutores e ao STU os interlocutores das trabalhadoras.

O STU ressalta que a luta pela creche é uma conquista dos trabalhadores da Unicamp, não só para atender as necessidades dos pais, mas por ser um direito das crianças e suas famílias. Então não é admissível que situações de desrespeito sejam praticadas contra as professoras que educam nossos filhos e merecem todo o nosso respeito e reconhecimento.

porFernanda de Freitas

Assembleia indica mobilização pela pauta da DEdIC e por mais verbas para a Educação

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Assembleia Geral discute os rumos da mobilização unificada

Hoje à tarde os trabalhadores da Unicamp se reuniram em assembleia geral para debater a conjuntura nacional e os rumos da mobilização.

A avaliação da categoria é de que precisamos criar uma unidade da classe trabalhadora para barrar os ataques aos direitos trabalhistas combatendo firmemente o Projeto de Lei que amplia a terceirização, as MPs 664 e 665 que reduzem os direitos previdenciários e o seguro desemprego e o ajuste fiscal promovido pelo governo Dilma.

A assembleia decidiu encampar o calendário indicado pelo Fórum das Seis que tem como horizonte a manutenção da mobilização e paralisações como forma de garantir mais recursos para as universidades. Esse estado de mobilização visa forçar avanços na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2016 que será discutida em audiência pública a ser confirmada a qualquer momento na Assembleia Legislativa. Além disso, temos que nos manter mobilizados e organizar nossa luta unificada para avançarmos na discussão sobre o pagamento do “saldo residual” do 3,09% de reajuste salarial, previsto para setembro deste ano.

A assembleia também ressaltou que o STU deve cobrar que a Unicamp divulgue os salários dos trabalhadores da Universidade, nos mesmos moldes que foram publicados os dos trabalhadores da USP, de acordo com a Lei da Transparência. Vale lembrar que essa reivindicação consta em nossa Pauta de Específica, que será discutida em negociação com o reitor.

Foi deliberado que precisamos avançar na discussão da Pauta Específica, protocolada ontem (8), principalmente porque temos reivindicações importantes como garantia do auxílio-refeição; fim da Portaria GR-02 (que estabelece o contingenciamento das contratações); isonomia com a Unicamp para todos os trabalhadores da Funcamp; cobrança de reajuste dos benefícios como auxílio-criança e auxílio-alimentação, isonomia salarial com a USP, entre outros itens. O próximo passo do Sindicato é cobrar do reitor abertura da negociação da pauta apresentada, além de reafirmar a luta pela implementação da Pauta Específica da DEdIC.

Referendar a luta da DEdIC

A assembleia indicou apoio total e irrestrito ao ato-piquenique organizado pelas professoras da creche que ocorrerá amanhã (10), às 16h, em frente à reitoria.

O objetivo é legitimar a luta pela implementação da Pauta Específica da DEdIC que tem como foco a defesa da Educação, do direto à creche e a valorização das professoras.

porFernanda de Freitas

Professoras da DEdIC se reúnem hoje (27) com gestores da Unicamp

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Professoras da DEdIC discutem pauta da creche

Hoje (27), às 14h30, as professoras da DEdIC se reúnem com os gestores da Unicamp para negociar a implementação da lei de um terço (1/3) da jornada de trabalho para formação e planejamento em caráter imediato, Lei nº 11.738/2008.

As professoras reivindicam que a legislação seja implementada de forma que a composição da jornada de trabalho limite-se ao máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos.

Outras questões que também estão em pauta são: a vinculação da creche da Unicamp aos órgãos de ensino, plano de carreira, melhores condições de trabalho etc.

Antes da reunião as professoras se reuniram com as diretoras do STU, Sílvia Antonia Figueiredo Pereira e Adriana Stella, para discutir as demandas que serão tratadas no encontro desta tarde.

 

porFernanda de Freitas

STU apresenta à DEdIC demandas e discute reformulação do Projeto Político Pedagógico

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Texto e fotos: Fernanda de Freitas

Nesta terça-feira (18) as diretoras do STU, Rosana Aranha e Tatiane Moraes Farias, se reuniram com a diretora da Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC), Christianne Caldas Tourinho, para apresentar algumas reivindicações da pauta, no que diz respeito ao sistema educacional da Unicamp.
As reivindicações visam garantir a ampliação e melhorias na infraestrutura da DEdIC, aumento no número de vagas para toda a comunidade universitária (funcionários Unicamp e Funcamp, estudantes e professores); Concurso Público para contratação de mais professoras; expansão do programa educativo pra todos os campi; redução da jornada para 30h semanais, sem redução do salário; elaboração do Projeto Político Pedagógico (PPP)  de forma a aplicar a gestão democrática, com participação de todos envolvidos; fortalecimento do Conselho Escolar da DEdIC, segundo orientação legal do Ministério da Educação, bem como seu credenciamento junto ao órgão de ensino municipal; implantação da Carreira atendendo as especificidades do Magistério, oficialização da parceria com a Faculdade de Educação (FE), entre outros pontos.
A gestora Christiane anunciou que o Regimento Interno e PPP da DEdIC serão reformulados de forma que os espaços possam oferecer além da prática educacional o estímulo às atividades artísticas, culturais e tecnológicas, tudo de forma integrativa para o atendimento das crianças de 6 meses a 15 anos. Também ressaltou que a reformulação será feita na estrutura física dos espaços – inclusive garantindo a acessibilidade – e até no quadro de coordenação das unidades.
“A adequação dos espaços terá como prioridade o atendimento de todas as necessidades das crianças visando projetar o sistema educacional da Unicamp como modelo de Educação Infantil que seja referência para a região. Isso porque temos profissionais muito bem qualificadas e vontade política para isso”, explicou a diretora da DEdiC.
Sobre as demandas apresentadas pelo STU, ela informou que elas estão contempladas no novo PPP que será elaborado em parceria com as professoras e usuários do sistema. Também disse que vê com bons olhos a participação ativa do Sindicato no encaminhamento das lutas e construção deste novo projeto.
Para a diretora Rosana o encontro foi produtivo porque teve a oportunidade de apresentar suas reivindicações e também ouvir os planos da nova diretora da DEdiC. “Esperamos que a reformulação do PPP atenda as necessidades das crianças e traga as melhorias que os usuários do sistema e as professoras tanto precisam e esperam”.
É bom ressaltar que o STU irá acompanhar de perto a construção do PPP, inclusive porque ambas as diretoras são funcionárias do CECI.

poradmin

Servidores questionam relatório de gestão da DEdIC

A divulgação do “Relatório de Gestão 2009-2013 da DEdIC” causou indignação às trabalhadoras do Sistema de Educação Infantil. A realidade vivida por funcionários e usuários das creches (precariedade das instalações, falta de projeto pedagógico e o não reconhecimento dos equipamentos como espaços de educação infantil) parecem não existir para quem lê o texto.

De acordo com a diretora do STU e funcionária da DEdIC Rosana Aranha, “o documento não reflete em momento algum a situação do sistema  educativo, onde nos últimos anos houve excesso de burocracia, desmotivação e perseguição de profissionais, diminuição de vagas e o fechamento do Apoio 2 do PRODECAD, precarização das instalações, inclusive dos parques, queda na qualidade e quantidade dos alimentos oferecidos e outros problemas mais graves como a inexistência de um projeto político pedagógico, cargos de chefia ocupados por profissionais sem  experiência na educação infantil, etc. Quem utiliza este serviço sabe da precariedade que se tornou a DEdIC. O relatório apresentado é um conto de fadas, visto que os equipamentos, mobiliários e brinquedos nunca chegaram à DEdIC. As fotos mostram a verdadeira realidade deixada pelo trio Roberta Borges, Patrícia Morato e Rinaldo Gimenes”.

Crédito das imagens: Danilo Negreti

ERRATA: No texto publicado no Boletim do STU 29, de ontem, sob o título “Servidores questionam relatório da DEdIC”, onde se lê “projeto pedagógico”, leia-se “projeto político pedagógico”. Onde se lê “professores”, leia-se “gestores”. Onde se lê Rosana Aranha, leia-se Danilo Negreti.

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poradmin

Boletim 029/2013

Baixe aqui o Boletim 029/2013, de 21 de maio de 2013

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