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Assentados cobram ato de Dilma contra despejo

No último dia 29, o Tribunal Regional Federal da 3a Região tomou posição favorável à medida cautelar requerida pelo INSS e o Incra, que pedia a suspensão da liminar de reintegração de posse do terreno do Assentamento Milton Santos. A Usina Esther (controlada por sócios da EPTV/Rede Globo e arrendatária da área) e os Abdalla (que perderam o terreno por dívidas trabalhistas milionárias na década de 1960) ainda podem recorrer. Mas até o julgamento de novos recursos a propriedade fica garantida ao INSS, assegurando a permanência das famílias.

A iniciativa do INSS e do Incra foi resultado da mobilização. Especialmente a ocupação do Instituto responsável pela política agrária no país por dez dias e do Instituto Lula, na capital, por quase 24 horas. Os trabalhadores comemoraram a decisão, mas ressaltam que a solução definitiva para a contenda é a assinatura do decreto de desapropriação por interesse social, o que teria de ser feito presidente da República.

As famílias lembram ainda o caso do Pinheirinho, em São José dos Campos, em janeiro do ano passado. Na ocasião, também após uma decisão de segunda instância que assegurava a permanência das 1.500 famílias que viveram por mais de oito anos na área, houve um despejo brutal no dia 22 de janeiro. O STU segue acompanhando.

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Fim da violência é prioridade no 8 de março

O combate à violência contra as mulheres será tema prioritário neste 8 de março (Dia Internacional de Luta das Mulheres). Em Campinas não será diferente. A manifestação na cidade está pre-
vista para o dia 9, partindo da Praça da Catedral. O STU participará do ato.

A Secretaria Estadual de Segurança Pública divulgou no ano passado que nos primeiros nove meses de 2012 o registro de estupros subiu 23,4% na região. Campinas é a cidade com o maior número de ocorrências no período (87%). E é importante ressaltar que a própria Secretaria reconhece que os números estão subestimados pois muitas mulheres não procuram a polícia por medo ou vergonha, já que o machismo inerente à nossa sociedade muitas vezes responsabiliza a vítima pela
agressão sofrida.

No último dia 23, Bianca Lara, de apenas 14 anos, foi encontrada morta por asfixia e suspeita-se que tenha sofrido violência sexual. O suspeito, que era vizinho da vítima no Jardim Campineiro, foi preso na Bahia no dia 1o, após estuprar uma mulher e tentar violentar outra menina de 14 anos em dois dias.

Segundo a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, 70% das agressões são praticadas por conhecidos das vítimas. No entanto, desde o início do governo Dilma
Rousseff o orçamento da pasta vem sendo reduzido.

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Dia 17 tem ato contra o racismo em Campinas

No domingo (17 de fevereiro), a partir das 9 horas, acontece um ato contra a atitude da Polícia Militar de abordagem da juventude negra em Campinas. A manifestação também repudia a carta enviada ao comando da PM local solicitando a abordagem de jovens negros considerados “suspeitos”. Entre os autores da carta está o professor da Faculdade de Engenharia da Unicamp Fujio Sato. A concentração para o protesto será na Praça Kennedy, próximo ao Liceu.

Leia abaixo a nota do Fórum contra o racismo, o genocídio da população negra e a violência policial.

NOTA PÚBLICA DO FÓRUM CONTRA O RACISMO, O GENOCÍDIO DA POPULAÇÃO NEGRA E A VIOLÊNCIA POLICIAL

“….abordagem a transeuntes e em veículos, em atitude suspeita, ESPECIALMENTE INDIVIDUOS DE COR PARDA OU NEGRA … entre 18 e 25 anos, em grupo de 03 a 05 pessoas.”

Campinas, a última cidade do Brasil a abolir a escravatura, viveu no dia 21 de Dezembro de 2012 mais um episódio de racismo, desta vez realizada por meio de um documento oficial da PM em que um comandante da corporação, Cap. Ubiratan de Carvalho Góes Beneducci, enviou uma “ordem de serviço” em que ordena que sejam feitas abordagens a veículos e transeuntes especialmente NEGROS E PARDOS nas proximidades do colégio Liceu e bairros adjacentes.

Foi a prova escrita e assinada de que o racismo que permeia a democracia brasileira e que sentimos todos os dias nas ruas, escolas, empresas e até nas instituições públicas como a PM, não ficou no passado. Racismo este que tem contribuído para a ampliação das desigualdades sociais e que impedem as pessoas de terem direitos iguais como prega a Constituição.

Há inúmeros casos anteriores, que ganharam os noticiários da cidade, porém, antes desse, um caso vale a pena ser mencionado. Em 1984, BENÊ, um jovem trabalhador da CPFL, foi assassinado na porta do prédio onde morava por 02 PMs à paisana, sob alegação que havia alguém praticando furtos nas imediações do Cambuí, que se parecia com ele. Na ocasião mais de 1.000 pessoas se mobilizaram para exigir a demissão do comandante da PM que no julgamento protegeu e defendeu os assassinos.

Atitude muito parecida procedeu-se neste episódio com o Comando da PM e o Governo do Estado que, ao invés de apurar e punir o responsável pela emissão de um documento que explicita uma ação discriminatória, o protegeu e defendeu justificando sua ação com um pedido feito por meio de uma carta assinada pelo Sr. Fujio Sato e Sr. Sérgio Maurício Montangner que se identificam como moradores desta região, carta esta enviada no dia 21 de Dezembro de 2012 e prontamente atendida no mesmo dia pelo Cap. Ubiratan expedindo a referida “ordem de serviço” com mesma data.

Tanto a carta quanto a ordem de serviço não trazem maiores características a não ser, a cor da pele e a faixa etária, ou seja, JOVENS NEGROS(AS) E PARDOS(AS) nas proximidades da região supra citada são suspeitos e devem ser abordados. EM CAMPINAS EU SOU SUSPEITO.

Será que a mesma ordem de serviço foi expedida na região do Itaim-SP, sugerindo abordar moças jovens loiras quando no episódio da gang das loiras em São Paulo? Certamente não!

RACISMO É CRIME HEDIONDO, DE LESA HUMANIDADE!
SEM CONIVÊNCIA COM O RACISMO!
EXIGIMOS A EXONERAÇÃO DO CAPITÃO AUTOR DA ORDEM! RESPONSABILIZAÇÃO CRIMINAL POR RACISMO DO COMANDO DA PM E DO GOVERNADOR ALCKMIN POR CONIVÊNCIA RACISTA!

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Plantões jurídicos em Limeira e Piracicaba

O Departamento Jurídico do STU realizará plantões de atendimento na área trabalhista e, excepcionalmente, para assuntos de aposentadoria e Previdência Social, nos campi de Limeira e Piracicaba. Para ser atendido é necessário agendar horário pelo e-mail [email protected] ou telefone (19) 3289-4242, com Zé Prettu. Confira as datas:

Limeira – 26/02 (terça-feira), das 15 às 16h30, na sala ao lado do Banespa.

Piracicaba – 27/02 (quarta-feira), das 8h30 às 10h no prédio do Centro e das 10h15 às 11h, na FOP.

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Nota de repúdio do DCE-USP ao processo contra 72 estudantes

O DCE-Livre da USP vem a público repudiar a denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo à Justiça no dia 5 de fevereiro, que acusa os 72 estudantes, que foram detidos durante a violenta reintegração de posse do prédio da reitoria em 2011, de danos ao patrimônio público, pichação, desobediência judicial e formação de quadrilha.

Além disso, também repudia as declarações da promotora Eliana Passarelli, autora da denúncia, à imprensa que chama os estudantes de bandidos e criminosos. Na nossa opinião, a intenção de criminalizar esses estudantes é um ataque ao movimento estudantil e aos movimentos sociais de conjunto, que possuem o direito democrático de livre expressão e manifestação.

Um dos principais problemas existentes hoje na USP é a falta de democracia na gestão da universidade, expressa hoje pelo atual reitor João Grandino Rodas. O convênio assinado com a polícia militar não foi em nenhum momento debatido junto à comunidade universitária e não solucionou o problema da falta de segurança que até hoje permanece dentro da Cidade Universitária. Por isso, em setembro de 2012, o DCE-Livre da USP realizou um ato público na Faculdade de Direito da USP contra a criminalização dos estudantes e em defesa da democratização da universidade, que contou com a presença do senador Eduardo Suplicy, do deputado estadual Carlos Gianazzi e do jurista Fábio Konder Comparato, além de diversos movimentos sociais.

Lutar por democracia e diálogo não é crime. O DCE-Livre da USP se posiciona contrário a qualquer tipo de punição a esses estudantes e convoca os demais alunos a seguirem na luta pela democratização da universidade.

DCE-Livre da USP – Gestão Não Vou Me Adaptar

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Doação de Sangue

Os funcionários da Unicamp, Robson José de Almeida (IB) e Ronaldo Luis de Almeida (CIPA/Central), solicitam doação de sangue para o seu irmão João Roberto de Almeida. A doação deve ser feita em nome do solicitante na PUCC II – Hospital Celso Pierro, no Hospital Municipal Dr. Mário Gatti ou no Hemocentro/Unicamp.

Informações sobre o horário de atendimento, principalmente no período de Carnaval, podem ser obtidas no site www.hemocentro.unicamp.br ou pelo telefone (0800)7228432. Seja solidário!

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Mobilização no CEPETRO garante pagamento, mas trabalhadores seguem em alerta

O STU continua acompanhando a situação dos trabalhadores terceirizados pela Construtora Ohana que atuam no canteiro de obras do Centro de Estudos de Petróleo (Cepetro-Unicamp). Num dos mais importantes centros de pesquisa em petróleo do Brasil, cerca de 30 trabalhadores tiveram os salários atrasados por quase dez dias. Os pagamentos só foram realizados no dia 29 passado depois que os funcionários cruzaram os braços na manhã da segunda-feira (28). O STU denunciou a situação e apoiou os trabalhadores no movimento de pressão sobre a empresa.

De acordo com os operários o pagamento de salários vem atrasando há pelo menos seis meses. Entretanto, esta foi a primeira vez que o transtorno superou a marca de uma semana.

Para o STU, a situação dos trabalhadores da Ohana demonstra a face mais perversa da terceirização que tomou conta da Universidade nas últimas décadas. Enquanto o setor privado lucra milhões todos os anos, os trabalhadores dessas empresas enfrentam a precarização das condições de trabalho, discriminação no pagamento de benefícios, assédio moral e atrasos nos pagamentos. Por isso, o STU seguirá acompanhando o caso em conjunto com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil em Campinas.

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Boletim 005/2013

Baixe o arquivo do Boletim do STU 005/2013, distribuído no dia 05 de fevereiro de 2013.

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Boletim 004/2013

Baixe o arquivo do Boletim do STU 004/2013, distribuído dia 31 de janeiro.

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Boletim de aposentados 01/2013

Baixe o arquivo do Boletim do Departamento de Aposentados 01/2013, de 21 de janeiro de 2013.

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Boletim 003/2013

Baixe o arquivo do Boletim do STU 003/2013, distribuído no dia 23 de janeiro de 2013.

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Feriado em Ilha Comprida: últimas vagas para excursão

A Coordenação de Cultura, Esporte e Lazer organiza excursão para a cidade de Ilha Comprida, no litoral Sul de São Paulo, no feriado da Semana Santa (28 a 31 de março).

A hospedagem será no Toya Hotel (www.toyahotel.com.br), que estará reservado apenas para os excursionistas do STU.

Os novos valores dos pacotes, com transporte em ônibus executivo e café da manhã, são:

  • Aptos para 4 adultos: R$ 345,00 por pessoa;
  • Aptos para casal: R$ 420,00 por pessoa;
  • Crianças até 5 anos: cortesia de 1 por apto;
  • Crianças de 6 a 12 anos: adicional de R$ 30,00/dia
  • Pessoas acima de 12 anos: adicional de R$ 50,00/dia

Interessados devem enviar e-mail para <[email protected]> com nome e matrícula até o final do mês de fevereiro.

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Mesmo após reajuste do teto, vencimentos de dirigentes da Unicamp excedem limites legais

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) sancionou nos últimos dias de 2012 a lei que reajustou seu próprio salário em 10,3%. Com o reajuste, o chefe do Executivo paulista passa a receber em janeiro R$ 20.662,00. A sanção foi publicada no Diário O­ cial em 29 de dezembro.

O projeto, da autoria dos deputados Rui Falcão (PT) e Aldo Demarchi (DEM), foi aprovado na Assembleia Legislativa em 17 de dezembro com o objetivo de “reajustar o salário das categorias que estavam com vencimentos defasados”, visto que o subsídio do governador corresponde ao teto do funcionalismo estadual.

Mesmo com o reajuste, os vencimentos de vários dirigentes da Unicamp continuam muito acima do teto permitido por lei. De acordo com relatório da auditoria do Tribunal de Contas do Estado, em 2011 o reitor Fernando Costa recebeu em média R$ 33 mil por mês, o ex pró-reitor Paulo Eduardo Moreira Rodrigues da Silva recebeu vencimentos médios de R$ 39 mil e a coordenadora da DGRH, Patrícia Morato, ganhou cerca de R$ 51 mil mensais. Esses são alguns dos mais altos ganhos veri­ficados pelo TCE no núcleo dirigente da Unicamp.

Os agentes de ­ fiscalização consideraram que os supersalários desrespeitam a Constituição Estadual. Durante o CONSU do dia 18 de dezembro, Fernando Costa chegou a afirmar que os reitores já teriam manifestado ao governador a “necessidade” de aumento do teto remuneratório.

Ou seja, admitiu que o Cruesp – que sempre recusou o convite do Fórum das Seis para entregar juntamente com as entidades representativas de docentes, servidores e estudantes as pautas de reivindicações por mais verbas para as universidades – fez lobby para aumentar os salários dos dirigentes universitários (vídeo disponível no site do STU).

O STU cobrou esclarecimentos, mas a reitoria Fernando Costa negou-se até o momento a responder aos questionamentos do sindicato.

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Sucessão na Unicamp

Candidatos à reitoria confirmam presença em sabatina promovida pelo STU

Os quatro candidatos à reitoria da Unicamp já confirmaram presença na rodada de sabatinas que será realizada pela direção do sindicato na próxima semana. Nas sabatinas serão discutidos os pontos da plataforma aprovada em assembleia da categoria no dia 13 de novembro do ano passado. Os principais trechos das conversas serão publicados na próxima edição do Jornal do STU. Também serão divulgados vídeos das entrevistas para que a categoria e o conjunto da comunidade universitária possa ter acesso às posições de cada reitorável.

Na semana passada, o Prof. Dr. Edgar Salvadori de Decca e a Profa. Dra. Maria Aparecida Silva, ambos candidatos a reitor e vice reitora na chapa “Unicamp: Compartilhe! Os Tempos Estão Mudando”, lançada somente no início deste mês, estiveram no STU para receber a plataforma com as demandas dos trabalhadores. Os demais candidatos já haviam retirado a pauta em dezembro, conforme publicado na edição nº64/2012 do Boletim do STU.

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Situação dos Indígenas Guarani Kaiowás ainda é preocupante

Mesmo após a publicação do estudo de identificação e delimitação de duas aldeias no Diário Oficial da União no início deste mês, indígenas ainda sofrem com ameaça de despejo

Apesar da enorme repercussão na imprensa e nas redes sociais, especialmente após as manifestações de solidariedade realizadas em mais de 50 cidades brasileiras em novembro passado, e da publicação, no Diário Oficial da União, do estudo de identificação e delimitação de duas aldeias no dia 8 de janeiro deste ano, o povo Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul ainda sofre com a ameaça de despejo. De acordo com informações do Acampamento Internacional de Solidariedade aos Guarani Kaiowás, que acompanha de perto a situação das aldeias, a Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul (Famasul), entidade representativa dos fazendeiros da região, anunciou que irá questionar o relatório, cujo conteúdo prevê a criação de terras indígenas em áreas hoje tomadas pelo cultivo de soja e cana. Caso o relatório seja revogado, as aldeias correm o risco de ser efetivamente removidas.

 

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Boletim 002/2013

Baixe o arquivo do Boletim do STU 002/2013, distribuído dia 16 de janeiro.

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Boletim 001/2013

Baixe o arquivo do Boletim do STU 001/2013, distribuído dia 08 de janeiro.

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Reitor reivindica isonomia de teto com as federais

Durante o CONSU Orçamentário realizado no último dia 18/12, o reitor Fernando Costa lamentou que o teto do funcionalismo público paulista seja de “apenas” R$ 18 mil e reivindicou isonomia de teto (!) com as universidades federais, sem propor qualquer solução para a questão dos supersalários recebidos pela alta cúpula dirigente da Unicamp. Confira o pronunciamento completo: