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porStéphane Powaczuk

Reunião vai debater pautas das Pessoas com Deficiência Unicamp

O STU vai realizar uma reunião com o Coletivo Anticapacitista Adriana Dias para discutir as demandas específicas das pessoas com deficiência (PcDs) na Unicamp e a defesa dos seus direitos.

A reunião acontece na próxima quinta-feira (27), às 15h, na sede do sindicato, e é aberta à comunidade universitária. Discutir políticas de acessibilidade e anticapacitista é crucial para promover a inclusão e garantir igualdade de oportunidades para todos/as.

Venha dialogar conosco e também fortalecer essa luta por uma Unicamp mais inclusiva e diversa.

porFernanda de Freitas

Roda de Conversa discute “A Luta das Mulheres com Deficiência”

Onde estão as alunas e as professoras com deficiência na Unicamp? Na política? Na arte?

Vamos discutir nesta roda de conversa sobre a invisibilização das mulheres com deficiência e as dificuldades de acesso em diversos espaços da nossa sociedade dentro do sistema capitalista.

Vamos pensar coletivamente como podemos ocupar todos os locais e nos organizar para transformar a sociedade, contra o capacitismo e por uma verdadeira inclusão!

Organização: Rede de Apoio Maria Lúcia Petit e Movimento de Mulheres Olga Benário.

Data: 22/08 (segunda-feira, às 18h
Local: Vão do CB – Ciclo Básico I da Unicamp.

poradmin

Universidades ainda é espaço hostil às mulheres

As mulheres ainda sofrem diariamente com a violência mesmo dentro do universo acadêmico. Da desqualificação intelectual à violência sexual, alunas e trabalhadoras são obrigadas a lidar com comportamentos masculinos agressivos no local onde deveriam ter a possibilidade de aprender, trabalhar e trocar experiências.
Pesquisa realizada no final de 2015 pelo Instituto Avon e pelo Data Popular revelou que 67% das estudantes entrevistadas já sofreu alguma forma de violência (moral, psicológica, sexual ou física) no ambiente universitário. Outros dados chocantes: 56% das universitárias já sofreram alguma forma de assédio sexual (cantadas ou abordagens agressivas) e 28% já foram vítimas de estupro.
Contudo, muitos dos estudantes homens ainda acreditam que as violências praticadas são “brincadeiras” ou consequências do comportamento das mulheres.
Não proporcionar a segurança necessária para que tenhamos livre acesso à educação é uma das várias formas de discriminação por gênero. Portanto, é de fundamental importância que exista um debate e uma construção da igualdade de gênero dentro das universidades e na sociedade como um todo.