Arquivo de tag violência

porFernanda de Freitas

Moção de Repúdio aos ataques contra o IEL

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em Assembleia Geral, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), manifestam repúdio à nova invasão promovida por militantes da extrema direita ao Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), ocorrida em 23 de junho.


O episódio soma-se a uma sequência de ataques que vêm transformando espaços da universidade em alvo de ações provocativas, intimidatórias e antidemocráticas.


Esses ataques constantes fazem parte de uma estratégia deliberada de perseguição à universidade pública, aos seus trabalhadores, estudantes e docentes.


Utilizando gravações não autorizadas, constrangimentos e a exposição de membros da comunidade universitária nas redes sociais, esses grupos buscam deslegitimar o serviço público, disseminar discursos de ódio e atacar instituições comprometidas com a produção de conhecimento crítico.

É inadmissível que servidores sejam intimidados e constrangidos em seus locais de trabalho e que a violência política passe a fazer parte da rotina universitária. A Unicamp não pode se omitir diante da escalada desses ataques.


O STU se solidariza com os trabalhadores e estudantes do IEL e exige apuração rigorosa dos fatos, responsabilização dos envolvidos e medidas concretas para garantir a segurança da comunidade universitária.

Também cobramos da reitoria e das direções das unidades uma atuação firme para impedir que novos episódios de intimidação e violência ocorram dentro do campus.


Defender a universidade pública é defender a democracia, a liberdade de pensamento e o direito de todos a uma educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.


Campinas, 25 de Junho de 2026
Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp

porStéphane Powaczuk

Amanhã, 05/06, às 12h, tem reunião de mulheres contra assédio na Sede do STU

Nesta quarta-feira, 05/06, às 12h, está marcada uma reunião de mulheres contra o assédio na sede do STU. O último ato com paralisação, no dia 28/05, resultou em uma roda de conversa de mulheres que integram o movimento na Unicamp.

Fazer encontros, e fomentar as discussões de violência de gênero cometidas no ambiente sindical, é uma das ações que saiu como encaminhamento desde a Assembleia Geral do STU, no dia 14/05, que debateu este tema com profundidade.

Essas mulheres têm debatido, entre outras pautas, as políticas do STU de combate à violência de gênero no ambiente sindical, e na Unicamp também. O STU está construindo um protocolo de acolhimento e encaminhamento de denúncias.

Por isso, a reunião desta quarta é aberta a todas as mulheres da Unicamp.

Integrantes de coletivos feministas, antirracistas, contra LGBTfobia e anticapacitistas, e demais mulheres da nossa universidade, estão convidadas a colaborar e ampliar essa luta conosco!

Ninguém solta a mão de ninguém!

Te esperamos quarta-feira, 05/06, às 12h, na sede do STU!

porStéphane Powaczuk

Repúdio à violência, à covardia e à truculência!

Confira a seguir a moção de repúdio que o Fórum das Seis lançou sobre os episódios de violência ocorridos na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

porFernanda de Freitas

Intolerância, ódio e violência política aumentam durante a pré-campanha eleitoral

Incentivados pelo discurso de ódio do presidente, apoiadores, milicianos, bolsonaristas e até terroristas, todos “cidadãos de bem”, propagam a intolerância, agem com violência e seguem impunes no país.

Na última semana foram quatro episódios graves de violência política: tiro na redação do jornal Folha de S. Paulo; ataque com fezes, ovos e terra ao carro do juiz que determinou a prisão do ex-ministro do MEC, Milton Ribeiro; bomba caseira lançada contra o ato público de Lula, na Cinelândia/RJ e a invasão de uma festa de aniversário por um policial penal federal bolsonarista que assassinou o aniversariante, um dirigente petista, em Foz do Iguaçu (PR).

Na mesma semana, em sua live, o presidente afirmou “Não preciso dizer o que estou pensando, ou o que está em jogo. Você sabe como você deve se preparar, não para um novo Capitólio, ninguém quer invadir nada. Mas sabemos o que temos que fazer antes das eleições”.

Para bom entendedor esse recado está bem explícito, o objetivo é inviabilizar a eleição.

Cortina de fumaça

Quanto mais cobramos democracia, empregos, direitos, o fim da destruição do Estado e da fome, mais aumenta a escalada de violência contra sindicalistas, militantes e parlamentares opositores do governo.

Não é coincidência, isso tem um nome, chama-se cortina de fumaça!

Para abafar a insatisfação da classe trabalhadora que denuncia o mau governo e essas medidas eleitoreiras que não resolvem o problema da população carente, setores conservadores promovem diversos atentados para desviar a cobertura da imprensa e minar o poder de mobilização dos cidadãos.

Esses bolsonaristas que querem encobrir o escândalo no MEC, minimizar a retirada dos nossos direitos e nos intimidar intensificando os ataques aos grupos progressistas, não vão nos calar.

Essa polarização ideológica iniciada pelo presidente prejudica o futuro do país e não tem nada a ver com a luta do bem contra o mal como ele prega.

Esses e outros episódios de intolerância política e violência são crimes e as autoridades devem investigar todos os casos, identificar esses agressores, punir com rigor os culpados e, principalmente, coibir qualquer tentativa de intimidação.

A diretoria do STU repudia veementemente a escalada de ataques e quaisquer outros atos violentos que ameaçam a democracia e as instituições do país ou colocam em risco a vida e o direito de livre manifestação das pessoas.

poradmin

Boletim do STU 07/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de abril de 2016.

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poradmin

Boletim do STU – Especial 8 de março

Baixe aqui Boletim do STU – Edição Especial de 8 de março de 2016.

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porFernanda de Freitas

16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher

16diasdeativismoO Brasil antecipou o início da campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher” para o dia 20 de novembro – Dia Nacional da Consciência Negra pelo reconhecimento histórico da opressão e discriminação contra a população negra e, especialmente, às mulheres negras brasileiras que têm suas vidas marcadas pela opressão de gênero, raça e classe social.

Pensando na importância da campanha a Articulação Popular de Mulheres de Campinas criou uma agenda coletiva de atividades:

Programação

  • 24/11, às 19h, Salão Vermelho na Prefeitura – Audiência Pública sobre Juizados Contra Violência às Mulheres
  • 28/11, 17h às 22h, Rua Professora Carolina Souza Barros, 87, Jd. Monte Cristo (Quilombo Urbano O.M.G.) – Sarau das minas: Vozes da FavELA
  • 29/11, Rua Corumbataí, 223, Jd. Itatinga (Campanha-SP) – Desfile+Bazar: Associação Mulheres Guerreiras de Profissionais do Sexo Unid@s pelo Respeito
  • 5/12, Rua Professora Carolina Souza Barros, 87, Jd. Monte Cristo (Quilombo Urbano O.M.G.) – Roda de Conversa sobre Saúde da Mulher com Mametu Kuianikewá
  • 6/12 (ônibus 192 – descer no atacadão do doce) – Desfile Mulheres Comunidade Menino Chorão (Oficina Cultural da Mulher Menino Chorão)

A programação é organizada por: Flores do DIC, Mulheres Nova Mercedes, Nova Bandeirantes, Guará, Gleba B, Campos Elíseos, Comunidade Menino Chorão, Associação Mulheres Guerreiras de Profissionais do Sexo, Mulheres Ocupação Joana D’arc e Mulheres Quilombo Urbano O.M.G. Com apoio da Associação de Promotoras Legais Populares de Campinas e Região Metropolitana.

Violência contra a mulher

Neste mês de novembro, no qual a luta contra a violência às mulheres se expressa no mundo todo foi inaugurado o Boletim da Articulação Popular de Mulheres De Campinas E Região Metropolitana.

A nossa articulação foi criada ao longo deste ano, a partir de uma Vivência entre Mulheres de várias localidades: ocupações, favelas e bairros.

O objetivo é dar visibilidade à luta das mulheres para que vivam bem e com dignidade. Sendo suas principais bandeiras: a ampliação de políticas de moradia; melhoria nos centros de saúde com atendimento humanizado; escolas de qualidade e próximas de suas casas; implantação de novas Delegacias de Defesa das Mulheres; abrigos para mulheres vítimas de violência e Juizados Contra a Violência, para que os processos sejam julgados de forma mais rápida e eficaz; programas de geração de renda e cultura nos bairros, para que a autonomia financeira e a expressão artística contribuam no fortalecimento e fim da violência contra as mulheres, entre outras lutas.

Feminicídio 

A naturalização da violência contra a mulher acaba não tendo relevância, já que a violência em geral no país é uma problemática complexa. No entanto quando analisamos a história do país e do mundo com relação à desigualdade entre homens e mulheres (econômica, política e social) é possível compreender melhor porque a maior violência que a mulher sofre é a doméstica, praticada por um homem, seja ele pai, tio, irmão, avô ou companheiro.

A Flacso Brasil lançou um estudo denominado “Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil”, segundo o qual entre 2003 e 2013, o número de vítimas do sexo feminino passou de 3.937 para 4.762, incremento de 21% na década. Essas 4.762 mortes em 2013 representam 13 homicídios femininos diários.

E as mulheres de Campinas?

O Boletim nº 8 do Sistema de Notificação de Violência (SISNOV-Campinas) mostra que entre 2009 e 2014, de 6.649 notificações de violência 4.838 são contra mulheres, apontando como principal agressor esposo/companheiro/ex-cônjuge.

No entanto, os dados apresentados revelam apenas a superficialidade dos casos, pois observa apenas situações de violência que levaram à necessidade da mulher acessar algum serviço da rede como serviços de segurança, assistência ou saúde (pública ou privada), contudo essa realidade é muito mais cruel porque no cotidiano a maioria das violências não são notificadas/registradas/noticiadas. Muitas mulheres agredidas não denunciam por medo e/ou vergonha, além disso, apenas a violência que deu início ao atendimento é contada, considerada como “principal violência”, sendo que, majoritariamente, as mulheres sofrem com mais de um tipo delas (física, psicológica, sexual).

Apenas uma morte foi notificada no período de elaboração do Boletim SISNOV nº 8, outro dado questionável já que, no cotidiano da periferia ocorrem muitos outros assassinatos de mulheres sem ser noticiados. No fim do ano passado oito mulheres foram encontradas mortas à beira da Rodovia Miguel Melhado, bairro Campo Belo em Campinas, nenhum jornal noticiou.

O Boletim SISNOV também não contribuiu para gerar ou ampliar políticas de prevenção e proteção à mulher violentada no município, porque mais do que informar dados, pensar como vamos enfrentar o problema deveria ser o foco.

Fonte: divulgação do coletivo Promotoras Legais Populares

porFernanda de Freitas

Roda de Conversa discute violência policial

Nesta quarta-feira (7), às 13h acontece no CIS-Guanabara  o II #PRONTOFALEI, roda de conversa sobre “Violência Policial”.

A intenção e discutir com os educadores e movimentos sociais a escalada de violência que assola, principalmente, a periferia da cidade e seus desdobramentos junto à polícia e aos órgãos de defesa dos direitos. Para isso a roda conta com as presenças do Ouvidor da PM, do presidente do CDHU, do Conselho Tutelar e lideranças jovens da cidade.

A atividade pode ser assistida ao vivo pelo link http://www.ggte.unicamp.br/transmissao.

Para inscrições, participações virtuais ou informações envie e-mail para [email protected]

O CIS-Guanabara fica na Rua Mário Siqueira, 898, no Botafogo em Campinas.

prontofalei

porFernanda de Freitas

Tribunal de Rua da Juventude

Amanhã, 23/11,  às 13h, os jovens de Campinas estarão reunidos no Centro de Convivência para realizar o “Tribunal de Rua da Juventude: o Estado no banco dos réus”.

A ideia da atividade é reunir as diferentes juventudes da cidade para julgar e condenar o Estado Brasileiro pelas sistemáticas violações de direitos que a população mais pobre (jovem e negra, moradores das favelas e periferias) tem sido submetida, de maneira crescente nos últimos anos.

A juventude vem sendo constantemente criminalizada, oprimida e reprimida no que diz respeito ao acesso à cidade e ao transporte; à cultura e a arte; ao direito de lutar e de se organizar.

A criminalização das manifestações de rua, do movimento por moradia e as remoções de famílias, a luta pela terra, meio ambiente e direitos indígenas e quilombolas, direitos das mulheres e feminismo também serão importantes temas de debate do tribunal.

Vidas Perdidas e Racismo no Brasil
Este mês, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) divulgou na Nota Técnica nº 10 um levantamento sobre “Vidas Perdidas e Racismo no Brasil”, confira o documento em: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/131119_notatecnicadiest10.pdf

poradmin

Fim da violência é prioridade no 8 de março

O combate à violência contra as mulheres será tema prioritário neste 8 de março (Dia Internacional de Luta das Mulheres). Em Campinas não será diferente. A manifestação na cidade está pre-
vista para o dia 9, partindo da Praça da Catedral. O STU participará do ato.

A Secretaria Estadual de Segurança Pública divulgou no ano passado que nos primeiros nove meses de 2012 o registro de estupros subiu 23,4% na região. Campinas é a cidade com o maior número de ocorrências no período (87%). E é importante ressaltar que a própria Secretaria reconhece que os números estão subestimados pois muitas mulheres não procuram a polícia por medo ou vergonha, já que o machismo inerente à nossa sociedade muitas vezes responsabiliza a vítima pela
agressão sofrida.

No último dia 23, Bianca Lara, de apenas 14 anos, foi encontrada morta por asfixia e suspeita-se que tenha sofrido violência sexual. O suspeito, que era vizinho da vítima no Jardim Campineiro, foi preso na Bahia no dia 1o, após estuprar uma mulher e tentar violentar outra menina de 14 anos em dois dias.

Segundo a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, 70% das agressões são praticadas por conhecidos das vítimas. No entanto, desde o início do governo Dilma
Rousseff o orçamento da pasta vem sendo reduzido.

poradmin

Boletim 004/2013

Baixe o arquivo do Boletim do STU 004/2013, distribuído dia 31 de janeiro.

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