Arquivo de tag segurança

poradmin

Universidades ainda é espaço hostil às mulheres

As mulheres ainda sofrem diariamente com a violência mesmo dentro do universo acadêmico. Da desqualificação intelectual à violência sexual, alunas e trabalhadoras são obrigadas a lidar com comportamentos masculinos agressivos no local onde deveriam ter a possibilidade de aprender, trabalhar e trocar experiências.
Pesquisa realizada no final de 2015 pelo Instituto Avon e pelo Data Popular revelou que 67% das estudantes entrevistadas já sofreu alguma forma de violência (moral, psicológica, sexual ou física) no ambiente universitário. Outros dados chocantes: 56% das universitárias já sofreram alguma forma de assédio sexual (cantadas ou abordagens agressivas) e 28% já foram vítimas de estupro.
Contudo, muitos dos estudantes homens ainda acreditam que as violências praticadas são “brincadeiras” ou consequências do comportamento das mulheres.
Não proporcionar a segurança necessária para que tenhamos livre acesso à educação é uma das várias formas de discriminação por gênero. Portanto, é de fundamental importância que exista um debate e uma construção da igualdade de gênero dentro das universidades e na sociedade como um todo.

poradmin

Boletim do STU 43/2015

Baixe aqui Boletim 43/2015, de 30 de julho de 2015.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/07/Boletim_stu-43.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim 106/2014

Baixe aqui o Boletim 106/2014, de 06 de novembro de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/11/Boletim_106_2014-1.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Vigilantes cobram melhores salários e adicional de periculosidade

No último dia 2 trabalhadores terceirizados que atuam nas funções de segurança da Universidade de São Paulo realizaram um protesto e chegaram a fechar a Marginal do Rio Pinheiros, no sentido Interlagos, por três horas. Os profissionais cobravam melhores condições de trabalho e salários.

Aqui na Unicamp a reitoria também deve respostas nesse sentido a essa parcela da categoria. Nessa semana completaram-se 30 anos de existência da Vigilância do campus, como informado no site da própria Universidade. Entre as atribuições da vigilância estão a segurança patrimonial e o apoio à comunidade universitária – atividades realizadas por 57 vigilantes contratados pela Unicamp, 220 vigias contratados pela Funcamp e 200 porteiros terceirizados. Expostos cotidianamente a atividade e operações perigosas (assaltos, roubos violência física), esses trabalhadores vêm sendo enrolados sob ‘justificativas’ administrativas para que a Unicamp não pague o adicional de 30% sobre os salários (excluídos as gratificações e os prêmios) a título de periculosidade, instituído pela lei 12.740/2012.

Portaria baixada pelo Ministério do Trabalho e Emprego no mesmo dia 2 pacificou que são considerados profissionais de segurança pessoal ou patrimonial os “empregados das empresas prestadoras de serviço nas atividades de segurança privada ou que integrem serviço orgânico de segurança privada” e “empregados que exercem a atividade de segurança patrimonial ou pessoal em instalações metroviárias, ferroviárias, portuárias, rodoviárias, aeroportuárias e de bens públicos, contratados diretamente pela administração pública direta ou indireta”. Ou seja, os vigilantes e profissionais contratados como vigias pela Funcamp, mas que exercem funções que os expõem a perigo regularmente têm direito ao adicional. Para fazer valer efetivamente o reconhecimento que a reitoria Tadeu afirmou dispensar a essa parcela da categoria em cerimônia realizada no último dia 2, é fundamental que a Unicamp pague o que é devido a esses trabalhadores.

O STU defende, além do respeito ao pagamento do adicional a que os vigilantes têm direito, o fim da terceirização da segurança universitária e eleições diretas entre os funcionários para as chefias.

 

 

poradmin

Jornal do STU 01/2013

Baixe aqui o JornalSTU_01-2013 – edição de Fevereiro de 2013.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2013/02/JornalSTU_01-2013.pdf” language=”pt_BR”]