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Nova manifestação racista registrada no IFCH é repudiada

Estudantes, servidores técnico-administrativos e professores realizaram na ultima quarta (6) uma manifestação em repúdio às pichações racistas encontradas no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCH) esta semana. A atividade contou com um debate, oficinas culturais e uma feijoada servida em frente ao Instituto.
A pichação é a segunda manifestação de racismo e intolerância registrada em menos de um mês na Unicamp.
O STU se soma às vozes que reafirmam que o ingresso na Universidade de estudantes de escolas públicas, negros e indígenas é uma reparação histórica àqueles que construíram a riqueza da nação. Os atuais indicadores da Unicamp e de outras universidades públicas fortalecem a política de cotas defendidas pelo STU. Racistas, não passarão!

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PM do Paraná assassina dois Trabalhadores Sem Terra

Na tarde desta quinta-feira (7), famílias do MST organizadas no Acampamento Dom Tomas Balduíno, no município de Quedas do Iguaçu, região central do Paraná, foram vitimas de uma emboscada realizada pela Policia Militar daquele Estado e por seguranças contratados pela empresa Araupel.
No ataque covarde, foram assassinados dois trabalhadores rurais.Vilmar Bordim, de 44 anos, casado, pai de três filhos e Leomar Bhorbak, de 25 anos, que deixa a esposa grávida de nove meses. Também foram feridos outros sete trabalhadores.
O acampamento, cuja ocupação teve início em maio de 2015, reúne aproximadamente 1,5 mil famílias em área grilada pela empresa Araupel. A Justiça Federal declarou, em função da grilagem, que as terras são públicas e pertencem à União, portanto, devem ser destinadas para a reforma agrária.
Segundo o relato das vítimas do ataque, não houve confronto algum. A emboscada ocorreu enquanto aproximadamente 25 trabalhadores Sem Terra circulavam de caminhonete e motocicleta, a 6 km do acampamento, dentro do perímetro da área decretada pública pela justiça, quando foram surpreendidos pelos policiais e seguranças entrincheirados. Todas as vítimas foram baleadas pelas costas, o que deixa claro que estavam fugindo e não em confronto com a PM e seguranças.
O STU externa a sua solidariedade aos familiares das vítimas e aos companheiros do MST e declara total repúdio à ação criminosa da PM do Paraná, exigindo a apuração e punição dos culpados.
(com informações do MST)

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Assembleia prepara ato e luta pela isonomia e pauta específica

Assembleia nesta segunda-feira (11) ao meio-dia, no PB 14, vai iniciar o debate sobre a construção da pauta de reivindicações específicas dos trabalhadores da Unicamp na campanha salarial deste ano. Também está na pauta a discussão sobre o indicativo de realizar um ato em frente à reitoria da Universidade, com paralisação, no dia 14 de abril (quinta-feira).
O indicativo busca somar forças com a mobilização nacional convocada pela Fasubra contra o PLP 257/16 – que aplica o ajuste fiscal ao funcionalismo e aos serviços públicos, reduzindo investimentos (leia abaixo).
Internamente à Unicamp a proposta da diretoria do STU é que o dia 14 marque também o reforço à cobrança pela aproximação de mais um aniversário de descumprimento do compromisso assumido em campanha por Tadeu com a retomada da isonomia dos pisos salariais com a USP.

Em pauta:
PLP 257/16 e Dia Nacional de Mobilização dos Servidores Públicos (14/4)
Luta pela Isonomia
Campanha Salarial Unificada
Pauta Específica Unicamp

PLP 257/16 ataca servidores de todas as esferas

No dia 14, a Fasubra – em conjunto com outras entidades dos servidores públicos e centrais sindicais – realiza um Dia Nacional de Mobilização com atividades em todo o país contra o PLP 257/16.
Entre outros ataques, a proposta do governo federal impõe o estabelecimento de regime de previdência complementar (privado) para os servidores; eleva a taxação dos aposentados do serviço público criada na contra-reforma previdenciária do governo Lula de 2004, que passaria de 11% para no mínimo 14% sobre a parcela dos proventos de aposentadoria que exceder o teto do INSS (hoje em R$ 5.189,82), e muda novamente os limites de benefícios. Além de prever a demissão voluntária de servidores e o fim da regra de valorização do salário mínimo estabelecida como política governamental nos últimos 13 anos.
Nota publicada unitariamente pelas entidades que convocam a mobilização ressalta que “a implementação de políticas neoliberais, em governos anteriores, foi rejeitada e derrotada pela unidade dos servidores públicos que, mais uma vez, não deverão permitir este retrocesso”.
Em artigo publicado em 23/3 o diretor do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) Antônio Augusto Queiroz afirma que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16 “terá um efeito devastador sobre os servidores públicos das três esferas de governo”.
A íntegra do artigo de Antônio Queiroz e outras análises sobre o PLP estão disponíveis na página do STU na internet (www.stu.org.br).

 

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Reitores da USP e UFF atacam sindicatos

Nos últimos meses o Brasil vem sendo tomado por uma onda de opressão e violação de direitos trabalhistas por parte de chefias e patrões. Tentativas de intimidação, atos de grande desrespeito e até mesmo a criminalização de movimentos sindicais acontecem todos os dias em diversos locais de trabalho.
Os casos mais recentes aconteceram com o Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo) e o Sintuff (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense).
Os ataques ao Sintusp vieram tanto por parte do prefeito do campus daquela universidade, Prof. Dr. Osvaldo Shigueru Nakao, que proibiu o sindicato de afixar faixas (e ele próprio arrancou algumas delas), quanto por parte do reitor, Marco Antônio Zago, que ordenou no dia de ontem (6) que o sindicato se retiretire da sua sede em 30 dias.
Já o Sintuff sofre com a intransigência do reitor Sidney Mello desde 2014. Foram várias medidas judiciais contra a greve da categoria, ameaças de prisão aos manifestantes contra a privatização do Hospital Antônio Pedro e, no dia 08 de março de 2015, o reitor entregou liminar com ordem de despejo da sede do sindicato cujo prazo se encerra dia 21 de abril de 2016.
O STU declara total repúdio às ações dos reitores e do prefeito, que demonstram postura antidemocrática e absolutamente autoritária. Impedir a livre organização dos trabalhadores e tentar calar a luta sindical é um ataque a todos os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros. Não podemos permitir tal violação! Todo apoio aos trabalhadores da USP e da UFF.

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Devolução do imposto sindical 2016

Ocorre este mês o desconto do imposto sindical, contribuição obrigatória cobrada de todos os trabalhadores com carteira assinada do país por determinação da CLT. O valor do desconto equivale a um dia de trabalho.
O STU é contra o imposto sindical, pois acredita que o sindicato deve ser mantido com a contribuição voluntária dos trabalhadores. Por isso, o sindicato devolverá 60% do valor descontado, que corresponde à parte do imposto que ficaria com a entidade. Os 40% restantes do desconto são repassados pela às federações e confederações, como determina a lei.

Devolução para sócios
A devolução será efetuada como crédito automático na conta dos associados assim que o STU formalizar o procedimento de transferência junto aos bancos.
Os sócios do STU que realizaram alguma modificação em suas contas bancárias desde a última devolução devem atualizar o seu cadastro junto ao sindicato enviando e-mail para [email protected] ou entrar em contato com a Secretaria de Finanças do sindicato nos ramais 17412/17694/17147/13498/13499.

Não-sócios
Servidores não sindicalizados não terão direito à devolução, conforme resolução do XIII Congresso, realizado em novembro de 2015.

Trabalhador Funcamp
O imposto sindical dos trabalhadores contratados pela Funcamp é repassado a outra entidade sindical (o SEAAC), portanto não cabe ao STU realizar a devolução.

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Estão abertas as inscrições para a SIPAT 2016

As CIPAs Unicamp, Funcamp, Limeira e Piracicaba organizam mais um a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT).
A programação contará com palestras sobre a importância da educação e da cultura na prevenção em saúde e segurança do trabalho para todos que utilizam o ambiente da Universidade.
Para aqueles que não poderão comparecer pessoalmente ao evento, será permitido acesso à transmissão online através do site http://www.ggte.unicamp.br/transmissao/.
As inscrições para a SIPAT são gratuitas e podem ser realizadas em www.cipa.unicamp.br, onde também é possível conferir a programação completa da semana.
O STU apoia a SIPAT 2016 e convida todos os servidores a participarem.

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Boletim do STU 08/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 8 de abril de 2016.

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Fórum das Seis entrega pauta ao Cruesp

Na última quinta-feira (31) o Fórum das Seis protocolou a pauta unificada da campanha salarial 2016 com o até então diretor do Cruesp, Marco Antônio Zago, na Reitoria da USP. Os documentos também foram enviados via e-mail e em papel para a sede do Cruesp.
O ofício encaminhado aos reitores solicita o início das negociações ainda em abril, já que a data-base da categoria é 1° de maio. Entre os principais pontos da pauta, encontram-se as demandas salariais:
– A reposição salarial para todos os servidores docentes e técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza correspondente à inflação do período de maio/2015 a abril/2016, mais 3% por recuperação parcial de perdas históricas;
– Revisão salarial em setembro/outubro de 2016, conforme acordado entre o Fórum e o Cruesp em abril de 1991;
– E a equiparação dos pisos salariais entre os servidores técnico-administrativos da Unesp, Unicamp, USP e do Centro Paula Souza, preservando as estruturas de carreira.
Estes e demais tópicos que serão negociados nesta data-base foram definidos em reunião realizada na última segunda-feira (28), quando as entidades que compõem o Fórum das Seis, após amplo debate, analisaram os resultados da segunda rodada de assembleias.
Na Unicamp a categoria entendeu que a prioridade da campanha unificada é discutir a isonomia dos pisos salariais, e que o debate sobre alteração do teto salarial constitucional no Estado não deveria entrar na pauta unificada. As demais entidades do Fórum, no entanto, tinham posição de suas assembleias para defender a adequação do teto ao equivalente incorporar a pauta. Foi o que prevaleceu. O Fórum também não indicou paralisação para entrega da pauta no dia 31, mas o Sintusp fez uma manifestação para assegurar entregar a pauta a Zago diretamente, tendo em vista que desde 1º abril o reitor José Tadeu Jorge assumiu a presidência do Cruesp.

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Plenária Nacional da Fasubra aprova posição contra o impeachment e a retirada de direitos

A Plenária Nacional da Fasubra, realizada no último final de semana, aprovou deliberação política contra o impeachment da Dilma, entendendo que a proposta é uma resposta da direita para restringir mais direitos, conquistas sociais, privatizações e conservadorismo. Que é preciso barrar o impeachment com mobilizações, mas também enfrentar o governo Dilma que aprofunda o ajuste sobre os trabalhadores.

14 de abril: Dia Nacional de Mobilização e Paralisação
A plenária também aprovou um indicativo de mobilização e paralisação nas universidades no dia 14 para barrar o PLP 257/16 que traz enormes prejuízos para os trabalhadores do serviço público.

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Nota da Fasubra sobre o PL 257/2016

Na contramão do fortalecimento do Estado referenciado socialmente e valorização dos servidores públicos

O PLP 257/2016 enviado no dia 22 de março pelo governo ao Congresso Nacional, com a desculpa de promover uma reestruturação fiscal “duradoura e sustentável”, objetiva em sua essência sedimentar uma possível relação com as demandas dos governos estaduais, e mais uma vez colocando o custo nas costas dos trabalhadores. O PLP aponta para o mercado, uma série de medidas, que visam diminuir os custos da “máquina” de estado, sustentadas em arrocho salarial dos servidores públicos; privatização de empresas estatais; possibilidade de a União aceitar ativos pertencentes aos Estados – empresas públicas, dentre outras.
O serviço público sofrerá um golpe na sua qualidade, e na ponta quem sofrerá serão os usuários desses serviços do estado. Maior ainda é o retrocesso com relação à política de valorização do salário mínimo, afetando milhares de brasileiros, que tem como única fonte de renda o salário mínimo.
Denunciamos essa posição do Governo, pois num momento de agonia política (com a possibilidade do impeachment), o governo prioriza anteder os interesses do capital, levando ao congresso uma proposta que choca com as agenda dos trabalhadores e dos movimentos sociais.
Não bastasse o arrocho salarial embutido no PLP 257, cujas medidas, teriam duração de 24 meses, está embutida também adoção de medidas estruturais, como a aprovação de uma lei nova de responsabilidade fiscal, reforma da previdência, a elevação das alíquotas de contribuição previdenciária dos servidores, a instituição de regime de previdência complementar (previdência privada), o monitoramento contínuo das contas e adoção de critérios para avaliar de forma pública e periódica programas e projetos.
No “toma lá dá cá” com os estados, que se beneficiarão com: a ampliação de 20 anos de sua dívida com a União: a proibição de novas contratações (exceto substituição, geralmente feita de forma precarizada, via terceirização) e de reajuste salarial durante 24 meses; a inclusão de terceirizados no gasto com pessoal; a possibilidade de PDV (Programa de Demissão Voluntária) como forma de redução do quadro de servidores; reduzir em 10% a despesa mensal dos cargos de livre provimento e nomeação, em comparação com a do mês de junho de 2014, aprofundará a precarização do trabalho, comprometendo a qualidade dos serviços públicos, a execução do Plano Nacional de Educação e iniciativas que visam combater o quadro dramático em que se encontra o SUS.
A repercussão negativa desse Projeto não para por aí, pois além do ataque aos serviços públicos, o seu campo de impacto afetará a renda de milhares de brasileiros com a suspensão do aumento real do salário mínimo. A política do governo de recomposição do valor aquisitivo do salário mínimo, com aumentos de 76% acumulados nos últimos 12 anos ficará comprometida com esse projeto. Essa ação está na contramão das políticas de distribuição de rendas que pretendem reduzir as desigualdades sociais no país.
Por isso a Fasubra se posiciona contrária ao PLC 257/2016, e desde já informamos que vamos divulgar o nome, o partido e a foto do parlamentar que votar contra os trabalhadores!

Fasubra Sindical

 

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Racismo nas universidades é mais uma face do golpismo

Após as sucessivas expressões de racismo e preconceito que vêm aparecendo na Unicamp, e em outras universidades – como o Mackenzie e a Unesp em Bauru e Araraquara – mais uma vez a sociedade paulista assistiu uma demonstração criminosa de estudantes universitários. Alunos da Faculdade de Medicina de Jundiaí, durante a competição chamada Pré-Intermed, ocorrida de 18 a 27 de março, pintaram nos próprios corpos a palavra “COTAS” em manifestação contra a maioria de estudantes oriundos de escolas públicas que ingressaram neste ano na Unicamp. Em um resultado considerado histórico por toda a comunidade acadêmica e de repercussão nacional, 88,2% dos aprovados no curso de Medicina da Unicamp vêm do ensino público.
Uma vitória desses jovens e da luta por uma universidade inclusiva, socialmente referenciada e democrática, que devolva à população que a sustenta o investimento neste centro de excelência.
A atitude dos futuros médicos da FMJ foi repudiada por centros acadêmicos de outras faculdades de medicina e é também repudiada pela diretoria do STU.
Assim como, junto com o Núcleo de Consciência Negra da Unicamp, realizamos no último dia 23 um importante ato em rechaço às manifestações de “supremacia branca” pichadas novamente no IFCH, nos somamos às vozes que reafirmam que o ingresso de estudantes de escolas públicas, negros e indígenas é uma reparação histórica àqueles que construíram a riqueza da sétima economia do mundo e que vêm sendo vilipendiados pelo Estado. Os atuais indicadores da Unicamp e de outras universidades públicas fortalecem a política de cotas defendidas pelo STU. Racistas, não passarão!

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Número de estupros aumenta em Campinas

O Correio Popular divulgou em matéria no último dia 28/3 que, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado, o número de casos de estupro registrado em fevereiro deste ano é 150% maior que do mesmo período do ano passado, são 30 casos contra 12 de 2015.
As regiões de Ouro Verde e Campo Grande registram o índice mais alto, totalizando metade dos casos da cidade. Em Barão Geraldo, enquanto dois estupros foram registrados entre janeiro e fevereiro de 2015, nos mesmos meses deste ano já foram cinco casos.
O STU e o DCE denunciam a violência contra as mulheres na região da Unicamp há anos e cobram políticas públicas, como a abertura das delegacias 24 horas, mais ônibus circulares externos e noturnos, melhor iluminação e tantas outras medidas que diminuiriam o risco pelo qual as mulheres estão expostas. O Sindicato continuará dizendo não a violência contra a mulher e buscando sempre o combate dessa prática!

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PM realiza reintegração truculenta na Mabe

Na tarde do último domingo (3) os trabalhadores acampados na Mabe, em Hortolândia, foram pegos de surpresa por uma operação da Polícia Militar para reintegração de posse da fábrica que vem sendo ocupada desde 15 de fevereiro.
A invasão dos policias foi feita pelos fundos do local e até mesmo helicóptero para rapel foi utilizado. A ação da PM foi truculenta e não permitiu que os trabalhadores sequer recolhessem seus pertencentes, tudo foi deixado para trás na fábrica, inclusive alimentos e leites recebidos de doações, que posteriormente seriam entregues para gestantes de Hortolândia.
A ação da Oficial de Justiça também foi autoritária e abusiva, pois houve impedimento do Sindicato dos Metalúrgicos e seus advogados de acompanhar o ato de reintegração. Ato este efetuado às 14 horas de um domingo, após o fim do expediente do judiciário, fato que inviabilizou qualquer possível tentativa por parte dos advogados do Sindicato de conseguirem mandado judicial que impedisse a reintegração de posse.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e região os trabalhadores continuarão acampados em frente à fábrica, impedindo a entrada e saída de caminhões, assim como também o funcionamento da fábrica.
Mais uma vez o STU se solidariza com a luta dos 1.900 trabalhadores da Mabe, como já fez ao visitar a ocupação levando doações e apoio, e mais uma vez se coloca à disposição para ajudar no que for necessário.

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Boletim do STU 07/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de abril de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis – 1º de abril

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 1º de abril de 2016.

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Baixe aqui Pauta da Campanha Salarial Unificada 2016.

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Assembleia aprova prestação de contas de 2015 e previsão orçamentária para 2016

Assembleia aprova prestação de contas de 2015 e previsão orçamentária para 2016
A Assembleia Orçamentária realizada nesta quarta-feira (30) aprovou a prestação de contas da entidade referente ao ano de 2015 e também a previsão orçamentária para o exercício de 2016.
A diretoria apresentou e detalhou o balancete financeiro do Sindicato, mantendo a postura de uma gestão democrática e transparente, que investe da melhor maneira possível na luta sindical. O Conselho Fiscal ainda destacou que mais uma vez “houve por parte da diretoria do sindicato uma correta conduta que manteve o equilíbrio financeiro das finanças”.
A assembleia realizou um adendo a previsão orçamentária que estabelece o acompanhamento do processo de amicus curae sobre a mudança de regime CLE, no valor de R$40.000,00.
Entre as atividades programadas para este ano, continuam as festas Junina no Campus e Julina dos Aposentados, Dia do Funcionário Público, Semana da Consciência Negra, Seminário Paulo Freire, cursos de formação, campanha de sindicalização, participação nos Congressos e a contratação de técnico para Peritagem.

Parecer do Conselho Fiscal STU – Período de Janeiro a Setembro de 2015

Os membros do Conselho Fiscal do STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, no desempenho de suas atribuições estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou os documentos emitidos pelo STC – Serviços Contábeis Ltda., tendo como responsável pelas informações a contadora Izabel de Fátima S. Salustiano: Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado e demais documentos integrantes da respectiva prestação de contas do exercício de 01 de janeiro de 2015 a 30 de setembro de 2015. Recebem inclusive, por parte da diretoria, todos os esclarecimentos julgados necessários. Analisou as contas da entidade, conforme atribuição do Estatuto do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp – STU, seção III – Artigo 21º. As receitas referentes ao período analisado são de R$ 4.279.398,15 (quatro milhões, duzentos e setenta nove mil, trezentos e noventa oito reais e quinze centavos) e as despesas de R$ 4.180.801,03 (quatro milhões, cento e oitenta mil, oitocentos e um reais e três centavos), perfazendo um saldo em caixa de R$ 1.300.215,47 ( hum milhão, trezentos mil, duzentos e quinze reais e quarenta sete centavos), cuja principal fonte de arrecadação foi às mensalidades de associados e a contribuição sindical obrigatória. A situação financeira da entidade no termino do período de janeiro a setembro de 2015 foi de equilíbrio financeiro, houve da parte da diretoria do sindicato uma correta conduta que manteve o equilíbrio das finanças. A direção do STU em cumprimento ao item 2 do parecer  de 2014, informa que foi constituída comissão para dar segmento as propostas do projeto para a construção da sede do STU. Frente às referidas demonstrações e analisando o documento de balanço, relativo ao período do exercício findado em 30/09/2015, o Conselho Fiscal conclui que as referidas demonstrações refletem a posição financeira da entidade, manifestando pela sua aprovação, com as seguintes recomendações:

1) A diretoria deve continuar a presente conduta com as contas do sindicato, com vistas a produzir reservas que dê mais tranquilidade às ações do sindicato;

2) A diretoria deve encaminhar novas formas de cobranças, visando diminuir a inadimplência dos associados, buscando o equilíbrio financeiro da conta convenio;

3) A organização do Seminário Paulo Freire, deve antecipadamente apresentar os custos estimados do seminário anual, para a apreciação e aprovação da parcela a ser paga pelo STU.

Conselheiros Titulares: Civaldo Paulo Gomes, Miriam Camila Garcia de Lima, Sandra Marli Scutti, Silvana Di Blásio e Thiago Mendes Cardoso

Campinas-SP, 27 de outubro de 2015.

Parecer do Conselho Fiscal STU – Período de Outubro a Dezembro de 2015

Os membros do Conselho Fiscal do STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, no desempenho de suas atribuições estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou os documentos emitidos pelo STC – Serviços Contábeis Ltda., tendo como responsável pelas informações a contadora Izabel de Fátima S. Salustiano: Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado e demais documentos integrantes da respectiva prestação de contas do exercício de 01 de outubro de 2015 a 31 de dezembro de 2015. Recebem inclusive, por parte da diretoria, todos os esclarecimentos julgados necessários. Analisou as contas da entidade, conforme atribuição do Estatuto do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp – STU, seção III – Artigo 21º. As receitas referentes ao período analisado são de R$ 1.482.845,93 (Um milhão, quatrocentos e oitenta dois mil, oitocentos e quarenta cinco reais e noventa três centavos) e as despesas de R$1.483.588,39 (Um milhão, quatrocentos e oitenta três mil, quinhentos e oitenta oito reais e trinta nove centavos), perfazendo um saldo em caixa de R$ 1.299.473,01 (Um milhão, duzentos e noventa nove mil, quatrocentos e setenta três reais e um centavo), cuja principal fonte de arrecadação foi às mensalidades de associados e a contribuição sindical obrigatória. A situação financeira da entidade no término do período de outubro a dezembro de 2015 foi de equilíbrio financeiro, houve da parte da diretoria do sindicato uma correta conduta que manteve o equilíbrio das finanças. A direção do STU em cumprimento ao item 2 do parecer  de 2014, informa que foi constituída comissão para dar segmento às propostas do projeto para a construção da sede do STU. Frente às referidas demonstrações e analisando o documento de balanço, relativo ao período do exercício findado em 31/12/2015, o Conselho Fiscal conclui que as referidas demonstrações refletem a posição financeira da entidade, manifestando pela sua aprovação, com as seguintes recomendações:

1) A diretoria deve manter a conduta com as contas do sindicato, com vistas a produzir reservas que deem mais tranquilidade às ações do sindicato;

2)  A diretoria deve encaminhar novas formas de cobranças, visando diminuir a inadimplência dos associados, buscando o equilíbrio financeiro da conta convênio;

3) A organização do Seminário Paulo Freire deve, antecipadamente, apresentar os custos estimados do seminário anual, para a apreciação e aprovação da parcela a ser paga pelo STU.

Conselheiros Titulares: Anderson Manoel Batinga de Araujo, William Alexandre de Oliveira, Sandra Marli Scutti, Silvana Di Blásio, Thiago Mendes Cardoso, Maria Regina Delbin Paccola (Suplente), João Daniel de Moura (Suplente) e Rivaldo de Souza Oliveira (Suplente).

 Campinas-SP, 29 de março de 2016.

 Confira o Balancete 2015 , o Balancete Detalhado, e a Previsão Orçamentária 2016

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[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/03/ORÇAMENTO_final.pdf” language=”pt_BR”]

 

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Hoje tem assembleia de prestação de contas

Baixe aqui Boletim Especial de Finanças, de 30 de março de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis de 29 de março

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 29 de março de 2016.

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Em defesa da democracia e contra os ataques racistas

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Ato contra os ataques rascistas realizadono dia 23/3 (Foto: Beeroth)

A diretoria do STU manifesta repúdio às manifestações racistas que vêm se repetindo na Unicamp. A mais recente foi uma pichação de símbolos de movimento de supremacia branca e apologia ao nazismo, novamente no IFCH, onde ontem o Núcleo de Consciência Negra da Unicamp realizou um ato.

O sindicato também participou no final de semana do encontro de estudantes negros e negras organizado pela União Estadual dos Estudantes (UEE), onde manifestou seu repúdio a essas manifestações racistas.
A diretoria do sindicato também repudia os ataques sofridos nas sedes da UNE, CUT, PT e PCdoB em várias cidades do país por grupos que usam métodos fascistas para tentar intimidar as organizações de esquerda e dos movimentos sociais que estão nas ruas organizando manifestações na defesa da democracia e contra o impeachment da presidenta Dilma.
É legítima toda e qualquer manifestação, contra ou a favor do governo. Entretanto, são inaceitáveis as manobras jurídicas contra a Constituição, bem como as manobras e mentiras realizadas pela grande mídia, que insufla a crise política pavimentando o ódio e a radicalização.
O XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp aprovou resolução contra o impeachment da presidenta Dilma, entendendo que as alegações apresentadas não justificam o seu afastamento. Apesar de criticar à atual política econômica da presidenta, que coloca a conta da crise nos ombros dos trabalhadores, a realidade da falta de provas de crime de responsabilidade que poderia ter sido praticado pela presidenta não se alterou.
Além disso, um processo conduzido por Eduardo Cunha já é na sua origem viciado. Cabe ressaltar o caráter conservador de parte das manifestações pró-impeachment, fortalecendo a ofensiva reacionária e golpista, apostando na intolerância e na exclusão social.
O STU, conforme deliberação de seu congresso, estará ativamente na luta contra os ataques racistas, na Unicamp e fora dela, e também na luta em defesa da democracia contra o golpismo.
A Adunicamp também reiterou nota publicada no dia 10/3 se posicionando contra o impeachment da presidenta, com avaliações semelhantes às do STU.

Moção da Adunicamp pela institucionalidade democrática

Diante da grave crise institucional que o Brasil enfrenta no momento, a Diretoria da ADunicamp vem a público expressar seu repúdio à abertura do processo de impeachment da Presidente da República capitaneado pelos setores mais retrógrados da política nacional. Destacamos alguns dos muitos motivos para isso:
1 – Na condição de Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha utiliza a ameaça de impeachment como chantagem expressa para evitar seu próprio julgamento no Conselho de Ética, onde há acusações sólidas e provas contundentes que o desmoralizam por completo. Cunha não tem legitimidade sequer para seguir como deputado.
2 – As alegações que dão sustentação ao pedido de impeachment, por outro lado, remetem a atos administrativos que, por questionáveis que sejam, têm uma dimensão muito aquém daquilo que justificaria uma medida tão radical quanto o afastamento de um governante eleito de forma legítima e democrática pela maioria da população. Não é por acaso que inúmeros juristas de grande reputação têm criticado de público o rito e o mérito do pedido de impeachment.
3 – É importante ressaltar que o Governo Federal tem assumido posturas e práticas indefensáveis, marcadas por um ajuste fiscal que joga a conta da crise econômica nas costas dos trabalhadores, aí inclusos os docentes das Universidades Públicas. O ANDES e, com ele, a ADunicamp, têm combatido essa política através de todos os canais de que dispõem. Não por acaso houve recentemente uma greve de vários meses nas Universidades Federais, sem que esse governo mostrasse qualquer sensibilidade ou disposição à negociação. Mas a luta contra o ajuste não pode se confundir com iniciativas golpistas.
4 – Se o impeachment for vitorioso, a visão corrente é de que Michel Temer assume a Presidência – como se não fosse membro desse mesmo governo. Com Temer na Presidência, certamente não teríamos uma mudança de curso favorável aos trabalhadores, pelo contrário: sua trajetória política e seu posicionamento atual indicam que será favorável a uma radicalização das medidas de austeridade e ao aprofundamento das contrarreformas no país que retiram direitos dos trabalhadores e transferem o patrimônio da nação ao setor privado, sobretudo ao financeiro. Sendo ele o presidente do partido que se notabilizou por ter participado de todos os governos desde o fim da ditadura militar, com o controle de diversos ministérios e autarquias onde já se comprovaram inúmeros casos de corrupção.
5 – Dentre as forças sociais e políticas que apoiam o impeachment, destacam-se aquelas que pedem a volta da ditadura militar e têm por ícones figuras como Cunha, Bolsonaro e Malafaia. Nesse cenário, o impeachment significaria o fortalecimento da ofensiva conservadora e do caldo de intolerância que têm marcado a atuação desses setores.
6 – Por essas e outras razões semelhantes, entendemos que, apesar de todas as críticas que merece o Governo Federal capitaneado por Dilma Rousseff, a sociedade civil democrática e comprometida com a construção de um país menos desigual deve combater a chantagem do impeachment e exigir a queda de Cunha, cujo lugar é na cadeia, e não decidindo os destinos do país.

ADunicamp

 

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Unicamp reconhece verdade histórica após relatório da Comissão da Verdade

Na sexta-feira (18) a Comissão da Verdade e Memória ‘Octávio Ianni’ inaugurou a placa que denuncia o Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco por seu papel decisivo no golpe de Estado de 1964 e na implantação da ditadura militar. A placa é também uma homenagem aos homens e mulheres da comunidade da Unicamp que durante a luta pela redemocratização sofreram violências físicas e morais. O marco foi descerrado ao lado do painel contendo o trecho da ata de lançamento da pedra fundamental da Unicamp, na Praça das Bandeiras, em atendimento a uma das recomendações do relatório final da comissão que funcionou de outubro de 2013 a março de 2015 com o objetivo de apurar os crimes cometidos pelo regime dos quartéis contra a comunidade universitária.
O STU apoiou a instalação e conclusões da Comissão Octávio Ianni e faz questão de lembrar especialmente os servidores técnico-administrativos perseguidos pela ditadura.