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porStéphane Powaczuk

Jornada de Alfabetização de Jovens e Adultos está com inscrições gratuitas na Unicamp

Você conhece alguém que não sabe e precisa ler e escrever?

O projeto Mãos Solidárias, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), está promovendo em São Paulo, e outros 10 estados, uma jornada de alfabetização de jovens e adultos nas periferias.

Quem pode participar?

Pessoas acima de 15 anos que não estejam alfabetizadas ou que tenham dificuldade na leitura e na escrita. Não pode estar vinculado a nenhuma escola.

Como participar na Unicamp?

As inscrições vão até o dia 25/04, e basta você entrar em contato com a Ana Beatriz, que possui Bacharelado e Licenciatura em História pela Unicamp, o número é (35) 9.9272-9283.

A previsão para o início das aulas é dia 28/04. As aulas vão acontecer no IFCH, 1º andar.

Qual método será utilizado?

Para a alfabetização, a jornada vai utilizar o método “sim, eu posso”. Foi desenvolvido pelo Instituto Pedagógico Latino-Americano e Caribenho (IPLAC) na década de 1990, em Cuba, e a forma de atuação já é amplamente utilizada pelo MST, desde 2006, em sua luta pela erradicação do analfabetismo e tem dado bons resultados em todo o país.

No Brasil já são cerca de 100 mil alfabetizados. E essa proposta envolve a alfabetização como condição para a superação da desigualdade social.

É importante ressaltar que as aulas são gratuitas e vão oferecer um certificado. Este curso é em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Serviço:

As inscrições para o projeto vão até o dia 25/04. Para participar, é preciso ter mais de 15 anos e não estar matriculado a nenhuma escola. As matrículas estão sendo realizadas pela Ana Beatriz, pelo número (35) 9.9272-9283.

*Texto com informações do site Brasil de Fato.

porStéphane Powaczuk

Se o campo não planta, a cidade não janta!

Você já parou para pensar na importância que os produtores de alimentos orgânicos possuem nas nossas vidas?

O STU esteve no Assentamento Comuna da Terra Milton Santos, integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Americana para conhecer de perto o funcionamento e as dificuldades que o grupo encontra para sustentar o trabalho deles.

No local são produzidas cestas com alimentos orgânicos da época, que podem ser adquiridas quinzenalmente na segunda e quarta semana do mês, às quartas-feiras, das 14h às 16h, na Praça da Adunicamp e do STU.

Produtos complementares não perecíveis produzidos pelo MST. Foto: Gabriela Barros.

O valor da cesta é R$45,00, sendo R$40 em alimentos orgânicos, e R$5 da contribuição para o transporte. O pagamento pode ser feito através de PIX. Cada pessoa é responsável pela retirada da sua cesta. Caso ela não seja retirada no dia os alimentos voltam aos produtores. As cestas são elaboradas com uma composição variada com sete itens, sendo: frutas, verduras, legumes, raízes etc. De acordo com o que a terra der e a produção da época oferecer, podendo ser complementadas adquirindo alimentos não perecíveis produzidos pelo MST (arroz, café etc).

Alimentos que foram entregues na cesta do dia 11/05. Foto: Gabriela Barros.

IMPORTÂNCIA DO CONSUMO PERMANENTE

É importante ressaltarmos que a grande necessidade do assentamento é que os consumidores se tornem fiéis e comprometam-se a adquirir cestas todo mês, garantindo a renda dos produtores e auxiliando no escoamento dos alimentos fresquinhos para casa das pessoas. As famílias cooperadas produzem alimentos seguros e livres de agrotóxicos. Para entrar no grupo de consumo consciente responsável você precisa se comprometer com a adesão de duas cestas, e realizar o pagamento das duas até o dia 10 de cada mês.

PORQUE FAZER PARTE DO GRUPO DE CONSUMO CONSCIENTE?

O consumo consciente é uma iniciativa política, muito mais que o estabelecimento de um novo mercado, e parte do pressuposto do rompimento com a lógica atual de consumo, para que possamos colaborar com um sistema agroalimentar que beneficie quem produz e quem consome também, com a redução do preço por meio do não uso dos atravessadores e o acesso direto aos produtores.

Para além dos alimentos que vêm na cesta, também há produtos extras que são vendidos separadamente, como pães, geleias, queijo, mel, produtos manufaturados de outros assentamentos do MST (arroz, café, suco, cachaça etc.).

A próxima entrega está programada para o dia 25/05. Entre em contato com o STU, pelo número (19)9.9744-4890 e saiba como receber a sua cesta!

Durante a visita ao assentamento houve roda de conversa e degustação de produtos. Foto: Robson Almeida.

porStéphane Powaczuk

“Café na Roça”: STU convida comunidade Unicamp para visitar Assentamento Comuna da Terra Milton Santos

As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas até dia 28/04.

Se você preza pelo consumo consciente de alimentos orgânicos direto de agricultores fique atento a esse convite!

O STU em parceria com a ADunicamp desejam proporcionar uma experiência diferente a comunidade universitária, tanto para nossa categoria, quanto para professores e estudantes da Unicamp com uma visita ao Assentamento Comuna da Terra Milton Santos, integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Americana, que acontecerá neste sábado, dia 30 de abril, das 8h30min às 11h30min.

A ideia desta ação social é conhecer o funcionamento de um assentamento do MST, a produção de alimentos orgânicos, como vivem as famílias e a importância da agricultura familiar, para criar um grupo de consumo consciente de alimentos orgânicos produzidos pelos agricultores do assentamento com entrega quinzenal na Praça da ADunicamp.

O QUE SÃO ALIMENTOS ORGÂNICOS?

Alimentos orgânicos são aqueles produzidos sem uso de agrotóxicos, transgênicos ou fertilizantes químicos. As técnicas do processo de produção respeitam o meio ambiente, a saúde do trabalhador agrícola, a do consumidor e têm como objetivo manter a qualidade do alimento.

PORQUE FAZER PARTE DO GRUPO DE CONSUMO CONSCIENTE?

O objetivo deste grupo de consumo consciente é uma iniciativa política, muito mais que o estabelecimento de um novo mercado, e parte do pressuposto do rompimento com a lógica atual de consumo, para que possamos colaborar com um sistema agroalimentar que beneficie quem produz e quem consome também, com a redução do preço por meio do não uso dos atravessadores e o acesso direto aos produtores.

COMO VAI SER A VISITA?

Durante a visita haverá roda de conversa e partilha com degustação de produtos produzidos pelas famílias assentadas (confira o roteiro abaixo).

A ADunicamp vai fornecer gratuitamente o transporte até o local, com saída programada para às 7h30min e retorno previsto para às 12h30min.

COMO SE INSCREVER:

As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas até o dia 28/04 pelo link: https://bit.ly/InscriçaoCaféNaRoça

Como forma de apoio, solicitamos que cada participante faça uma contribuição a partir de R$10,00 para o café da manhã que será servido.

Na visita também haverá venda de produtos orgânicos como café, arroz, hortifruti, geleias, etc. Assim você pode garantir alimentos mais saudáveis para você e sua família.

RECOMENDAÇÕES PARA A VISITA:

Para que você tenha uma boa experiência recomendamos levar água, usar boné, roupas confortáveis para caminhada, usar protetor solar e disposição para caminhar.

CONFIRA ABAIXO O ROTEIRO DA VISITA – CAFÉ NA ROÇA: CONHECENDO UM ASSENTAMENTO DO MST – 30/04

7h20 – Saída da sede da ADunicamp (tolerância de atraso 10 minutos);

8h30 – Chegada com acolhimento e boas-vindas;

8h50/9h30 – Roda de conversa e partilha sobre como funciona uma ocupação, como se deu o assentamento, como vivem as famílias, importância da agricultura ecológica;

9h30 – Café da manhã preparado com produtos: café, suco, fruta da época, queijo, pão e bolo caseiros;

10h/11h – Caminhada pelo assentamento para conhecer sua produção;

11h/11h30 – Espaço para debate e encerramento;

12h30 – Chegada prevista na ADunicamp

CURTA-METRAGEM COM INTEGRANTES DO MST:

Confira a produção do Sindipetro Campinas “ELO da SEMENTE”, um curta metragem de nove minutos que apresenta a parceria construída com integrantes do MST, com o objetivo de contribuir com a venda e distribuição de alimentos orgânicos.

Para assistir clique no link: https://bit.ly/ElodaSemente

Atualização sobre as vagas para o Café na Roça – 27/04/22 – 14h50min

Informamos que as vagas para a visitação ao Assentamento Comuna da Terra Milton Santos, integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Americana, que acontecerá neste sábado, dia 30 de abril, estão esgotadas.
A procura foi grande e estamos felizes pelo interesse da comunidade.
Possivelmente haverá outra oportunidade. Continue acompanhando o site do STU e ADunicamp.
Agradecemos o interesse!

poradmin

PM do Paraná assassina dois Trabalhadores Sem Terra

Na tarde desta quinta-feira (7), famílias do MST organizadas no Acampamento Dom Tomas Balduíno, no município de Quedas do Iguaçu, região central do Paraná, foram vitimas de uma emboscada realizada pela Policia Militar daquele Estado e por seguranças contratados pela empresa Araupel.
No ataque covarde, foram assassinados dois trabalhadores rurais.Vilmar Bordim, de 44 anos, casado, pai de três filhos e Leomar Bhorbak, de 25 anos, que deixa a esposa grávida de nove meses. Também foram feridos outros sete trabalhadores.
O acampamento, cuja ocupação teve início em maio de 2015, reúne aproximadamente 1,5 mil famílias em área grilada pela empresa Araupel. A Justiça Federal declarou, em função da grilagem, que as terras são públicas e pertencem à União, portanto, devem ser destinadas para a reforma agrária.
Segundo o relato das vítimas do ataque, não houve confronto algum. A emboscada ocorreu enquanto aproximadamente 25 trabalhadores Sem Terra circulavam de caminhonete e motocicleta, a 6 km do acampamento, dentro do perímetro da área decretada pública pela justiça, quando foram surpreendidos pelos policiais e seguranças entrincheirados. Todas as vítimas foram baleadas pelas costas, o que deixa claro que estavam fugindo e não em confronto com a PM e seguranças.
O STU externa a sua solidariedade aos familiares das vítimas e aos companheiros do MST e declara total repúdio à ação criminosa da PM do Paraná, exigindo a apuração e punição dos culpados.
(com informações do MST)