Autor admin

poradmin

Comissão Consultiva Mista do Iamspe realiza audiência na Alesp

Nesta terça-feira (26) a Comissão Consultiva Mista (CCM) do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual) realizou uma audiência pública na Assembleia Legislativa para debater a atual situação do atendimento em saúde aos servidores públicos.
As principais reivindicações são a melhoria, ampliação e descentralização do atendimento aos servidores, e o repasse mensal de 2% do governo, referente ao pagamento da parte que cabe ao governo do Estado no custeio do sistema para que os servidores tenham acesso a um serviço público de saúde de qualidade e com ampla capacidade de atendimento.
A CCM vem trabalhando em conjunto com a Frente Parlamentar em Defesa do Iamspe desde o lançamento da Frente, em junho de 2015.
Segundo Marcílio Ventura, representante do STU na Comissão, “o principal objetivo da audiência foi articular a pressão sobre os parlamentares contra a terceirização do Hospital do Servidor e para que os deputados pressionem o governo Alckmin a pagar os 2% devidos”.
O deputado Carlos Giannazi (PSOL) comprometeu-se a pautar a questão do financiamento estadual ao Iamspe no Colégio de Líderes da Alesp (órgão que reúne as lideranças de todas as bancadas).

poradmin

1º de maio – Dia de luta por direitos e contra o ajuste

O 1º de maio deste ano terá diversos pontos de mobilização no Estado. Em Campinas dezenas de entidades realizam um ato político cultural a partir das 14 horas na Praça de Esportes da Av. Suacuna (DIC VI).
Em São Paulo, haverá manifestação unificada da CTB, CUT, Intersindical, MTST, e outras organizações, no Vale do Anhangabaú, a partir das 10 horas. Já a CSP Conlutas fará um protesto na avenida Paulista (concentração às 9 horas no vão livre do Masp).
O STU participará nos três atos, e organizará caravanas para garantir a presença de servidores na capital. Os interessados devem se inscrever na secretaria do sindicato até às 17 horas do dia 29 (sexta).
Dia de luta dos trabalhadores – O 1º de maio nasceu em homenagem aos líderes da mobilização em Chicago/EUA que em 1886 foram presos por lutarem pela jornada de trabalho de oito horas diárias. Um deles acabou por se suicidar, outros quatro foram mortos pelo Estado e três tiveram as penas revogadas após o escândalo internacional que o julgamento se tornou. Viva a luta dos trabalhadores!

poradmin

Protocolada a pauta específica 2016

Conforme deliberação da assembleia o STU protocolou a pauta específica nesta quarta-feira (27)

Diretores do STU e da Fasubra entregaram ao chefe de gabinete adjunto, Osvaldir Pereira Taranto, a Pauta de Reivindicações Específicas 2016. Eles aproveitaram para reiterar o pedido de agendamento de uma reunião com a reitoria para iniciar as discussões.
Taranto se comprometeu a encaminhar ao reitor José Tadeu Jorge o documento e a solicitação de reunião.
O principal item da pauta é a implementação imediata da isonomia. Mas outras 26 demandas estão elencadas por decisão da assembleia. Confira:

DEMANDAS GERAIS:
Implementação da isonomia já;
Redução da jornada de trabalho para os técnico-administrativos para 30 horas semanais, sem redução de salários;
Prestação de contas da DEdIC e garantia de atendimento à demanda efetiva de vagas nas creches para os filhos dos funcionários técnico-administrativos, docentes e estudantes. Extensão do atendimento aos trabalhadores das empresas terceirizadas;
Garantia de um representante do STU no Conselho da DEdIC;
Ampliação do quadro permanente de funcionários técnico-administrativos e de docentes, via concurso público, atendendo às demandas definidas pelas unidades de ensino e demais órgãos institucionais, garantindo-se a reposição imediata nos casos de exoneração ou falecimento;
Implantação do vale refeição;
Garantia anual de correção dos benefícios concedidos (alimentação/criança/especial), assegurando a correção do período que os benefícios foram congelados;
Garantir o Esunicamp como Regime Jurídico Único – RJU da Universidade. A reitoria deve garantir aos que mudaram de regime (1985/1988) todos os direitos assegurados na deliberação CONSU-A-11, e deve ainda garantir a segurança jurídica aos processos de mudança de regime;
Carreira dos funcionários (regulamentação do horário para estudantes; reconhecimento da escolaridade formal e valorização da experiência; desvinculação da reserva de recurso; pisos isonômicos; mobilidade funcional);
Garantia de eleições diretas e paritárias;
Incorporação de todos os valores pagos a titulo de benefícios, principalmente o auxílio alimentação, aos proventos de todos os aposentados e pensionistas, e extensão de todo reajuste linear na carreira e na isonomia;
Garantia dos direitos políticos dos aposentados, estendendo o direito de votar e ser votado nos processos eleitorais e de consulta da Universidade;
Garantia de gratuidade para alimentação dos aposentados nos restaurantes universitários;
Isonomia com a Unicamp para todos os trabalhadores da Funcamp; fim das demissões sumárias na Funcamp; fim do contrato de gestão;
Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno;
Políticas reparatórias de inclusão (cotas raciais) que garantam acesso à graduação, pós-graduação e concursos públicos;
Fim da Portaria GR-02 (contingenciamento das contratações) ou qualquer deliberação que tenha como objetivo promover demissões, retirar e arrochar direitos e conquistas e permitir o enxugamento do quadro de trabalhadores;
Condições de Trabalho – Assédio moral (exigir cumprimento do acordo perante o MPT e política de combate a todo tipo de assédio), além da efetivação de campanhas e sistematização da divulgação de dados que deem visibilidade as situações de assédio na Unicamp;
Democratização do uso da internet para todos os setores;
A Unicamp deve rever a forma de contratação dos estagiários, garantindo seu papel previsto em lei, e não como substituição de mão de obra permanente. Deve ainda corrigir os salários dos estagiários, congelados desde 2008;
Fim da terceirização; contratação somente por concurso público;
Que as licenças a seguir concedidas aos contratados pelo regime CLE sejam estendidas nos mesmos moldes aos funcionários contratados pelo regime CLT (gala: 08 dias consecutivos a partir da data do casamento civil; e nojo: 08 dias corridos, excluído o do óbito caso o servidor compareça ao trabalho, nas hipóteses de morte de cônjuge, companheiro(a), filhos (inclusive natimorto), pais e irmãos ou 02 dias corridos, excluído o do óbito caso o servidor compareça ao trabalho, em caso de morte de padrasto/madrasta, sogros, cunhados, avós e netos);
Licença Paternidade de 20 (vinte) dias para todos, conforme Lei 13.257/2016;
Publicizar os salários dos trabalhadores da Unicamp, destacando a composição dos salários;
Fim das duplas matrículas e respeito ao teto salarial definido na Constituição.

ÁREA DE SAÚDE:
Regulamentação das 30 horas para os trabalhadores que prestam assistência;
Implementação das 30 horas para todos os trabalhadores da saúde com dimensionamento democrático dos quadros;
Atualização dos acordos efetivados junto ao MPT que tratam das condições de trabalho na área;
Adicional Noturno habitual de 30% sobre os vencimentos;
Estabelecimento de jornada que minimize o regime de plantão, priorizando o horário administrativo e a jornada de 6 horas diárias. Repasse dos feriados aos plantonistas;
Estabilidade das equipes e do local de trabalho atribuído (posto de trabalho);
Conselho Gestor na Área de Saúde;
Negociação dos itens da pauta que tratam da Área de Saúde com a presença dos representantes da área e da reitoria.

DEdIC:
Negociação dos itens: gestão democrática, plano de carreira, jornada de trabalho, credenciamento, nomenclatura, plantões e jornada dos educadores.

 

poradmin

Boletim do STU 016/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 28 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/7-Boletim-16_2016paragrafica.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do STU 015/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Boletim15.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Vale alimentação – Audiência pública debate PL 399/2015

Na próxima semana, dia 06/05, acontece na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nova audiência pública para discutir o projeto de lei que assegura o pagamento de auxílio alimentação aos servidores aposentados e pensionistas das universidades públicas estaduais (PL 399/2015).
Esse debate é altamente de interesse dos servidores que estão em atividade visto que perderão esse direito no momento da aposentadoria. O STU acredita que a luta pelos direitos dos aposentados é parte importante do processo de conquistas e por isso organiza caravana para a audiência. Aposentados e ativos interessados em participar da atividade devem entrar em contato com a secretaria do sindicato e deixar NOME, RG e telefone para contato. O ônibus sairá às 10h, no dia 06/05, do estacionamento atrás da BC. Sua presença é fundamental!

poradmin

Boletim do STU 014/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 25 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/boletim_14_2016.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Todos à assembleia geral de hoje

Atividade definirá pauta específica e próximos passos da luta pelo reajuste salarial e a isonomia, às 12h no PB-14.

A assembleia geral de hoje discutirá os encaminhamentos da última reunião do Fórum das Seis em relação às negociações que se iniciam com o Cruesp nesta quarta-feira (27), as próximas ações para efetivação da isonomia e a definição da pauta específica de reivindicações na Unicamp.
A conjuntura exige o fortalecimento da organização e unificação da categoria. Por isso, todos à assembleia!

25/4 (HOJE)
12h – Assembleia geral, na PB-14.
14h – Reunião na FEA, no salão Nobre.
26/4
09h – Audiência pública em defesa do Iamspe, no aud. Paulo Kobayashi da Alesp.
09h – Reunião do Consu (debate estatuto).
27/4
16h – Reunião do Fórum das Seis com o Cruesp (início das discussões sobre a campanha salarial).

 

poradmin

Lançada a Frente Parlamentar em defesa das universidades públicas

Na última terça-feira (19) foi lançada na Assembleia Legislativa a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado.
A coordenação do Fórum das Seis apresentou documento elencando as principais demandas dos técnico-administrativos, docentes e estudantes. Com destaque à denúncia da política de desmonte nas estaduais paulistas através das ofensivas reitorias e a crise de financiamento desencadeada por uma expansão expressiva de cursos e campi sem a devida contrapartida orçamentária.
O texto também destaca leis e projetos que atacam direitos do conjunto do funcionalismo. Especialmente a Lei 13.243/16, que estabelece o novo marco regulatório da ciência e tecnologia no país ampliando a privatização dos processos de pesquisa dentro das universidades, o PLC 257/2016 – que bloqueia concursos, aumenta a contribuição previdenciária de 11% para no mínimo 14% e arrocha ainda mais os orçamentos – e a PEC 139/2015 – que extingue o abono de permanência para os servidores que continuam em atividade após completar as exigências para aposentadoria.
A íntegra do documento está disponível em aqui.

Reitores também destacaram sub-financiamento
Estiveram presentes ao lançamento representantes do Fórum das Seis e reitores da USP, Unesp, Unifesp e UFABC. O presidente do Cruesp e reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, não compareceu, foi representado pelo vice, Alvaro Crósta. A Ufscar também foi representada pelo vice-reitor.
Os dirigentes universitários falaram sobre os modelos orçamentários das instituições e sub-financiamento. A necessidade de avançar em políticas de inclusão e o impacto desta nova demanda de alunos, que exige mais investimentos, também foi pauta.

STU quer fortalecimento universitário e valorização
Para o diretor do STU Marcílio Ventura, o lançamento da Frente é oportuno e importante para enfrentar a conjuntura extremamente difícil para o funcionalismo público. “Traz para o centro do debate a pauta das universidades, institutos e centros de ensino públicos estaduais, possibilitando a busca da unidade na luta pela manutenção de direitos e o fortalecimento do ensino público no Estado.”
O STU espera que a Frente Parlamentar ajude a traçar estratégias para enfrentar a política de congelamento de orçamentos instituída pelo governo Alckmin. É importante também discutir formas de garantir um modelo de ensino público, gratuito e de qualidade; políticas permanentes de valorização do funcionalismo e melhorias das condições de trabalho; e a inclusão e permanência estudantil.

Confira abaixo os documentos da Frente Parlamentar: o Roteiro Inicial dos Trabalhos e a Proposta de Regimento Interno.

 

poradmin

Boletim do STU 013/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 25 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Boletim_013_2016.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do Fórum das Seis – 20/04/2016

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 20 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Boletim-do-F6-20-4-2016-1.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Manifesto do “Movimento pela Ciência e Tecnologia Públicas”

A sociedade brasileira tem sido submetida a uma agenda regressiva no plano político e social, que se expressa num conjunto de projetos de lei, emendas constitucionais  e medidas provisórias que atacam direitos constantes da Constituição de 1988. Este é o caso da imposição de agendas privatizantes ao ensino superior e à pesquisa pública por meio da Lei 13.243/2016, denominada “Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação”.

Análise criteriosa da referida lei mostra ter sido urdida com a participação de parte da comunidade científica, sobretudo dos ditos “acadêmicos empreendedores”, que somaram forças com empresas privadas na busca de flexibilizar o Complexo Público de Ensino Superior e de Pesquisa Brasileiro, com o objetivo de se apropriarem de maior parcela dos recursos públicos gastos em Pesquisa de Desenvolvimento (P&D).

A Lei 13.243/2016 permite a criação de Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICT) como órgãos públicos ou pessoas jurídicas de direito privado “sem fins lucrativos”, inclusive sob forma de Organizações Sociais (OS), bem como a criação de Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) de direito privado no interior das instituições públicas, para o desenvolvimento de atividades de pesquisa. Essas Instituições poderão:

i) receber recursos públicos dos entes federados e de fundações ditas “de apoio” para a cobertura de todas as suas despesas;

ii) utilizar de pessoal e recursos públicos em atividades de pesquisa para empresas privadas;

iii) utilizar infraestrutura e recursos públicos em atividades de pesquisa para empresas privadas.

A Lei 13.243/2016 implica em mudanças regressivas no Complexo Público de Ensino Superior e de Pesquisa Brasileiro, dentre as quais destacam-se:

I) aumento da transferência do fundo público para empresas privadas e substituição de instituições públicas (estatais) de pesquisa por OS, apontando para a diminuição de concursos públicos para a carreria de professores universitários e pesquisadores;

II) docentes e pesquisadores das instituições públicas (estatais) poderão assumir funções de diretores/presidentes de OS  que desenvolvam atividades de pesquisa e inovação tecnológica, auferindo rendimentos por atividades realizadas nos setores público e privado. Isso impactará negativamente o trabalho de docência e de pesquisa, principalmente o regime de Dedicação Exclusiva (DE);

III)  professores e pesquisadores pagos com recursos públicos poderão atuar em empresas, podendo resultar num aparente crescimento das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) como “inovação”, porém tendo em vista interesses privados;

IV) o Estado poderá até ampliar seus gastos, ao passo que as empresas tenderão a diminuí-los, uma vez que terão acesso a recursos estatais (financeiro e de pessoal);

V) o número de patentes registradas pelas instituições públicas tende a cair, pois o registro passará a ser feito em nome dos envolvidos no processo e da OS a que eles estarão ligados. A fonte de recursos para a manutenção dos registros continuará a mesma, os cofres públicos, enquanto a apropriação dos benefícios será privada.

VI) a produção científica e tecnológica pública será direcionada por demandas do mercado, com prejuízos das atividades de C&T em áreas não rentáveis e fundamentalmente nas de ciência básicas e de ciências humanas.

Deve-se salientar, ainda, que a Lei 13.243/2016 fere também o princípio constitucional de publicidade, direito de acesso público ao conhecimento gerado pelas Instituições de Ciência e Tecnologia, inclusive prevendo sanções administrativas, civis e penais aos servidores que não aderirem aos acordos firmados nas instituições onde trabalham. Com a implantação dessa lei, o Estado ficará vulnerável aos interesses particulares, pois os recursos públicos poderão ser apropriados por interesses privados.

As consequências referidas anteriormente nada mais são que a materialização da Refora do Estado capitaneada por Bresse-Pereira nos anos de 1990, no governo de FHC e levada adiante por sucessivos governos. Segundo essa reforma, a responsabilidade pelos “serviços sociais e científicos” para a ser das OS, organizações “públicas não-estatais”.

Pelo exposto, a Lei 13.243/2016 desfecha ataque ao Complexo Público de Ensino Superior e de Pesquisa e representa grave ameaça aos interesses da maioria da sociedade em favor de interesses privados, bem como aponta para a destruição da capacidade nacinal de produção de C&T de interesse público.

Faz-se , pois, necessária uma vigorosa mobilização contra esse “Marco Legal de CT&I” e em defesa da produção científica e tecnológica que responda às necessidades e aos problemas vividos pela maioria da sociedade brasileira.

Para fazer frente às ameaças que o referido “Marco” representa, os signatários deste Manifesto convidam os setores organizados da sociedade civil para participarem do Movimento pela Ciência e Tecnologia Públicas.

 

Signatários:

Adunesp -Associação dos Docentes da Unesp

Adunicamp  Associação dos Docentes da Unicamp

Adusp – Associação dos Docentes da USP`

APqC – Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo

Mandatodo Vereador Pedro Tourinho (PT Campinas)

Sinpaf – Sindicato dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário – Seção Sindical Campinas e Jaguariúna

STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

Sintusp – Sindicato dos Trabalhadores da USP

poradmin

Boletim do STU 12/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 14 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Boletim12_revisão.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

19/4 – Participe do Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas do Estado de São Paulo

No dia de amanhã (19), às 9h, será lançada na ALESP a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas do Estado de São Paulo.

Com três anos de duração e coordenada pelo Deputado Carlos Neder (PT), a frente será espaço para articulação das pautas dos movimentos da área da educação comprometidos com o âmbito público.

O STU está organizando caravana para todos os trabalhadores interessados em comparecer na atividade e solicita que os mesmos entrem em contato com a Secretaria do sindicato no dia de hoje (18) para reservar a vaga. A saída da Unicamp será às 7h.

poradmin

Boletim do STU 11/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 14 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/boletim_11_2016.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do STU 10/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 13 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Boletim-10_2016.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

PLP 257/16: Novo ataque aos servidores no plano de auxílio aos estados

Prevê alterações na Lei de Responsabilidade Fiscal que aprofundam as restrições em relação aos servidores da União, dos estados, do DF e municípios, e impõe uma série de exigências fiscais como condição para adesão ao plano de auxílio aos estados e ao Distrito Federal.

Antônio Augusto de Queiroz*

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16, enviado ao Congresso na última terça-feira (22) para autorizar o refinanciamento da dívida dos estados e do Distrito Federal, terá um efeito devastador sobre os servidores públicos das três esferas de governo. O projeto prevê alterações na Lei de Responsabilidade Fiscal que aprofundam as restrições em relação aos servidores da União, dos estados, do DF e municípios, e impõe uma série de exigências fiscais como condição para adesão ao plano de auxílio aos estados e ao Distrito Federal.

Para ter direito ao refinanciamento da dívida com o acréscimo de até 240 meses ao prazo total, que poderá chegar a 360 meses, e redução de 40% no valor das prestações por 24 meses, o projeto exige, como contrapartida, que os entes federativos, no prazo de 180 dias da assinatura dos termos aditivos contratuais, sancionem e publiquem leis determinando a adoção, durante os 24 meses subsequentes, das seguintes medidas: 1) o  corte de  10% das despesas mensais com cargos de livre provimento, 2) a não concessão de aumento de remuneração dos servidores a qualquer título, 3) a suspensão de  contratação de pessoal, exceto reposição de pessoal nas áreas de educação, saúde e segurança e reposições de cargos de chefia e direção que não acarretem aumento de despesa, e 4) a vedação de edição de novas leis ou a criação de programas que concedam ou ampliem incentivos ou benefícios de natureza tributária ou financeira.

Em nome da responsabilidade da gestão fiscal, determina, ainda, que os entes aprovem normas contendo, no mínimo, os seguintes dispositivos: 1) a instituição do regime de previdência complementar, caso ainda não tenha publicado outra lei com o mesmo efeito; 2) a elevação das contribuições previdenciárias dos servidores e patronal ao regime próprio de previdência social (sendo a elevação para pelo menos 14%, no caso dos servidores); 3) a  reforma do regime jurídico dos servidores ativos, inativos, civis e militares para limitar os benefícios, progressões e vantagens ao que é estabelecido para os servidores da União; 4) a definição de um limite máximo para acréscimo da despesa orçamentária não financeira a 80% do crescimento nominal da receita corrente líquida do exercício anterior; 5) a  instituição de monitoramento fiscal contínuo das contas do ente, de modo a propor medidas necessárias para a manutenção do equilíbrio fiscal; e 6) a  instituição de critérios para avaliação periódica dos programas e projetos do ente.

Ainda em relação às exigências aos estados e ao Distrito Federal como condição para a renegociação, o projeto impõe, como contrapartida à amortização, em caráter provisório, dos contratos de refinanciamento celebrados, que sejam entregues à União bens, direitos e participações acionárias em sociedades empresariais, controladas por estados e pelo Distrito Federal, os quais deverão ser alienados (privatizados/vendidos) pela União em até 24 meses, podendo esse prazo ser prorrogado por mais 12 meses. Ou seja, a União se tornará um novo motor de privatizações de empresas estatais dos Estados nas áreas de saneamento, transportes, gás, tecnologia da informação, portuárias, de energia, de abastecimento, etc.

O projeto também vincula o crescimento das despesas das três esferas de governo a um percentual do PIB e define limite do gasto, com mecanismo automático de ajuste da despesa para fins de cumprimento da meta de superávit, em até três estágios sequenciais, sucessivamente, de acordo com a magnitude do excesso de gastos dos entes envolvidos em verificações trimestrais ou quando da elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias. Os estados deverão adotar leis que fixem como limite máximo para o acréscimo da despesa orçamentária não financeira a 80% do crescimento nominal da receita corrente líquida do exercício anterior. O Plano Plurianual deverá passar a prever regras para a despesa com pessoal de todos os Poderes e do Ministério Público, estabelecendo, inclusive, limites em percentual do crescimento da receita corrente líquida para o crescimento da despesa total com pessoal.

No primeiro estágio, as ações consistiriam: 1) na vedação da criação de cargos, empregos e funções ou alteração da estrutura de carreiras, que impliquem aumento de despesa; 2) na suspensão da admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, ressalvadas a reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento, aquelas que não impliquem em aumento de gastos e as temporárias para atender ao interesse público; 3) na vedação de concessão de aumentos de remuneração de servidores acima do índice de Preços ao Consumidor Ampliado – IPCA; 4) na não concessão de aumento real para as despesas de custeio, exceto despesa obrigatória, e discricionárias em geral; e  5) na  redução em pelo menos dez por cento das despesas com cargos de livre provimento.

No segundo estágio, caso as restrições do primeiro estágio não sejam suficientes para manter o gasto público primário abaixo do limite estipulado, seriam necessárias ainda as seguintes medidas: 1) a vedação de aumentos nominais de remuneração dos servidores públicos, ressalvado o disposto no inciso X do art. 37 da Constituição Federal (revisão geral anual); 2) a vedação da ampliação de despesa com subsídio ou subvenção em relação ao valor empenhado no ano anterior, exceto se a ampliação for decorrente de operações já contratadas; 3) a não concessão de aumento nominal para as despesas de custeio, exceto despesas obrigatórias, e discricionárias em geral; e 4)  uma nova redução de pelo menos dez por cento das despesas com cargos de livre provimento.

E, por fim, no terceiro estágio, se os dois estágios anteriores não tiverem sido suficientes para adequar o gasto público, seriam ativadas as seguintes medidas: 1) suspensão da política de aumento real do salário mínimo, cujo reajuste ficaria limitado à reposição da inflação; 2) redução em até 30% dos gastos com servidores públicos decorrentes de parcelas indenizatórias e vantagens de natureza transitória; e 3) implementação de programas de desligamento voluntário e licença incentivada de servidores e empregados, que representem redução de despesa.

Entre as muitas medidas de ajuste e transparência das contas públicas, passam a ser computados como despesa de pessoal os valores de contratação de terceirização de mão-de-obra e também os repassados para organizações da sociedade civil para contratação de pessoal para consecução de finalidades de interesse público e recíproco, ou seja, por meio de convênios, termos de parceria e outras formas. Passam a ser considerados nulos de pleno direito os atos que resultem aumento da despesa de pessoal com parcelas a serem implementada em períodos posteriores ao final ao mandato do titular do Poder. É reduzido de 95% para 90% do limite de despesa com pessoal fixado para o ente estatal ou Poder, o “limite prudencial” a partir do qual é suspensa a concessão de vantagens, aumentos ou reajustes derivados de determinação legal. Até mesmo a política de aumentos reais para o salário será suspensa, caso as medidas para redução de despesas não sejam suficientes para o atingimento dos limites de gasto em proporção do PIB.

Estas, em síntese, são as medidas propostas no PLP 257/16, de iniciativa do Poder Executivo Federal. Como se pode ver, o projeto adota uma política de ajuste fiscal e controle de gasto, de redução do papel do Estado e estímulo à privatização e, principalmente, de corte de direitos dos servidores públicos. Lembra, em grande medida, o conjunto de propostas encaminhado por FHC em 1997, e que tiveram, como resultado, um sucateamento sem precedentes da máquina pública, e a supressão de mais de 50 direitos dos trabalhadores e servidores públicos.

A vinculação dessas propostas com os benefícios para renegociação da dívida dos estados tornará o projeto atraente para os governadores e parlamentares que os apoiam. Mas, certamente, não vai ser com esse tipo de postura que o governo Dilma irá conquistar o apoio dos servidores públicos.

(*) Jornalista, analista político e diretor de Documentação do Diap

Publicado originalmente no site do DIAP – www.diap.org.br

poradmin

Assembleia aprova paralisação no dia 14/4 (quinta)

Em assembleia geral realizada nesta segunda-feira (11) os trabalhadores decidiram aprovar a participação no Dia Nacional de Lutas convocado pela Fasubra e convocar todos os servidores e paralisar suas atividades na próxima quinta-feira (14) contra o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16, que ataca os direitos dos servidores públicos federais, estaduais e municipais, e contra a proposta de reforma da Previdência. O projeto tramita em caráter de urgência na Câmara dos Deputados.

A categoria entende que Projeto de Lei tem efeito devastador sobre os servidores públicos das três esferas, pois suspende concursos públicos, congela os salários dos servidores, reduz drasticamente as despesas com contrações, aumenta a alíquota de contribuição previdenciária dos servidores, de 11% para 14%, reduz benefícios como reajustes e triênios, possibilita a venda de patrimônio público e desconsidera a função das assembleias legislativas.

As atividades na Unicamp terão início às 9 horas com a realização de um café da manhã coletivo em frente a reitoria onde será realizado a partir das 10 horas uma manifestação contra o PLP 257/16. Na parte da tarde será realizada uma aula pública que falará sobre o PLP 257/16.

Cobrar a Isonomia

A assembleia também aprovou que durante a manifestação dia 14 seja realizada a cobrança ao Tadeu da efetivação do processo de implantação da isonomia, cujo prazo que o próprio reitor se comprometeu a realizar venceu em abril de 2015.

poradmin

Boletim do STU 09/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 11 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Boletim_09_2016.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Conselho Universitário volta a debater alterações nos Estatutos da Unicamp

O Conselho Universitário da Unicamp realizará nova reunião amanhã (12/4) para dar continuidade às alterações no Estatuto da Universidade.
O STU continua na luta por uma Unicamp mais democrática. Por isso, já apresentou uma série de contribuições, articula com a bancada dos servidores a defesa das emendas e não desistirá de apresentar propostas que agreguem uma perspectiva adequada à realidade atual em consonância com o espírito público da instituição e derrubando elementos autoritários que persistem no Estatuto aprovado à época da ditadura militar. O sindicato defende a necessidade de avançar na discussão das eleições diretas e paritárias e também a paridade nos órgãos colegiados no mesmo sentido que o Congresso Nacional vem debatendo a proposta do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), através do PLS 379/13, que estabelece o fim da lista tríplice e a eleição direta e paritária para os cargos de direção nas instituições federais de ensino superior.