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Plenária Nacional da Fasubra aprova posição contra o impeachment e a retirada de direitos

A Plenária Nacional da Fasubra, realizada no último final de semana, aprovou deliberação política contra o impeachment da Dilma, entendendo que a proposta é uma resposta da direita para restringir mais direitos, conquistas sociais, privatizações e conservadorismo. Que é preciso barrar o impeachment com mobilizações, mas também enfrentar o governo Dilma que aprofunda o ajuste sobre os trabalhadores.

14 de abril: Dia Nacional de Mobilização e Paralisação
A plenária também aprovou um indicativo de mobilização e paralisação nas universidades no dia 14 para barrar o PLP 257/16 que traz enormes prejuízos para os trabalhadores do serviço público.

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Boletim do STU 07/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de abril de 2016.

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Boletim do STU 01/2016

Baixe aqui Boletim 01/2016, de 19 janeiro de 2016.

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porFernanda de Freitas

Nota do STU: Contra o retrocesso

Recentemente o XIII Congresso dos trabalhadores da Unicamp se manifestou contra o golpe na forma de impeachment e a defesa do mandato popular da presidente Dilma, conquistado com o voto popular. A ofensiva dos setores da elite que querem derrubar a presidente tem o sentido de aprofundar o projeto conservador, retirando as conquistas sociais adquiridas nos últimos anos que permitiram algum nível de mobilidade social. Trata também da tentativa de impor uma agenda com caráter conservador e moralista que tem o sentido de reduzir conquistas de negros, mulheres e homossexuais.

O STU tem se posicionado contra as políticas de ajustes fiscal dos governos e de todas as medidas que representam retrocessos para os trabalhadores. Defende que se priorize investimentos na saúde e educação e na criação de empregos ao invés de pagar juros exorbitantes para banqueiros e especuladores. Reafirma que um projeto de mudanças precisa de reformas estruturais como a tributária, das comunicações, agrária e urbana, capazes de dotar o país de estruturas democráticas e sociais capazes de solidificar um processo de mudanças sociais. Para isso entende que ao invés de golpe, temos que aprofundar a democracia, criando mais espaços de participação popular nas decisões.

Na última semana o presidente da câmara Eduardo Cunha, acusado na operação Lava Jato de desvio de dinheiro para contas na suíça e respondendo a um processo no Conselho de Ética da câmara dos deputados, decidiu no mesmo dia que os deputados por maioria votaram contra ele no Conselho de Ética, inclusive os do Partido dos Trabalhadores, dar o troco e autorizar o processo de impeachment.

A sucessão de atropelos e golpes no processo que transcorre na câmara levou o Supremo Tribunal Federal em caráter liminar a suspender o processo. Esse processo vai desencadear uma luta política importante. O STU deve se somar aos demais movimentos sociais para não permitir retrocessos sociais e democráticos no país.

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Boletim do STU 71/2015

Baixe aqui Boletim 71/2015, de 10 dezembro de 2015.

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