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porFernanda de Freitas

Artigo | Aborda riscos da Reforma Tributária para o financiamento das universidades estaduais paulistas

A Reforma Tributária e a extinção gradual do ICMS reacenderam um debate fundamental para o futuro da USP, Unesp e Unicamp: como garantir o financiamento estável das universidades estaduais paulistas e preservar sua autonomia?

No artigo “Autonomia ameaçada: reforma tributária reacende debate sobre o financiamento das universidades paulistas”, Marco Pinotti analisa os desafios colocados pela transição tributária e discute propostas para assegurar recursos permanentes para ensino, pesquisa, extensão e permanência estudantil.

Confira abaixo o documento na integra 👇🏼

porFernanda de Freitas

Assembleia dia 11/12 discute adiamento do XIV Congresso e discussão orçamentária

No dia 11 ocorre a assembleia ordinária do STU que vai discutir o adiamento do XVI Congresso dos Trabalhadores da Unicamp e a prestação de contas, com parecer do Conselho Fiscal. A assembleia acontece em primeira chamada as 11h30 e em segunda chamada as 12h00,  nas sede do STU, avenida Érico Veríssimo, nº 1545 – campus da Unicamp.

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Assembleia aprova prestação de contas de 2015 e previsão orçamentária para 2016

Assembleia aprova prestação de contas de 2015 e previsão orçamentária para 2016
A Assembleia Orçamentária realizada nesta quarta-feira (30) aprovou a prestação de contas da entidade referente ao ano de 2015 e também a previsão orçamentária para o exercício de 2016.
A diretoria apresentou e detalhou o balancete financeiro do Sindicato, mantendo a postura de uma gestão democrática e transparente, que investe da melhor maneira possível na luta sindical. O Conselho Fiscal ainda destacou que mais uma vez “houve por parte da diretoria do sindicato uma correta conduta que manteve o equilíbrio financeiro das finanças”.
A assembleia realizou um adendo a previsão orçamentária que estabelece o acompanhamento do processo de amicus curae sobre a mudança de regime CLE, no valor de R$40.000,00.
Entre as atividades programadas para este ano, continuam as festas Junina no Campus e Julina dos Aposentados, Dia do Funcionário Público, Semana da Consciência Negra, Seminário Paulo Freire, cursos de formação, campanha de sindicalização, participação nos Congressos e a contratação de técnico para Peritagem.

Parecer do Conselho Fiscal STU – Período de Janeiro a Setembro de 2015

Os membros do Conselho Fiscal do STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, no desempenho de suas atribuições estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou os documentos emitidos pelo STC – Serviços Contábeis Ltda., tendo como responsável pelas informações a contadora Izabel de Fátima S. Salustiano: Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado e demais documentos integrantes da respectiva prestação de contas do exercício de 01 de janeiro de 2015 a 30 de setembro de 2015. Recebem inclusive, por parte da diretoria, todos os esclarecimentos julgados necessários. Analisou as contas da entidade, conforme atribuição do Estatuto do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp – STU, seção III – Artigo 21º. As receitas referentes ao período analisado são de R$ 4.279.398,15 (quatro milhões, duzentos e setenta nove mil, trezentos e noventa oito reais e quinze centavos) e as despesas de R$ 4.180.801,03 (quatro milhões, cento e oitenta mil, oitocentos e um reais e três centavos), perfazendo um saldo em caixa de R$ 1.300.215,47 ( hum milhão, trezentos mil, duzentos e quinze reais e quarenta sete centavos), cuja principal fonte de arrecadação foi às mensalidades de associados e a contribuição sindical obrigatória. A situação financeira da entidade no termino do período de janeiro a setembro de 2015 foi de equilíbrio financeiro, houve da parte da diretoria do sindicato uma correta conduta que manteve o equilíbrio das finanças. A direção do STU em cumprimento ao item 2 do parecer  de 2014, informa que foi constituída comissão para dar segmento as propostas do projeto para a construção da sede do STU. Frente às referidas demonstrações e analisando o documento de balanço, relativo ao período do exercício findado em 30/09/2015, o Conselho Fiscal conclui que as referidas demonstrações refletem a posição financeira da entidade, manifestando pela sua aprovação, com as seguintes recomendações:

1) A diretoria deve continuar a presente conduta com as contas do sindicato, com vistas a produzir reservas que dê mais tranquilidade às ações do sindicato;

2) A diretoria deve encaminhar novas formas de cobranças, visando diminuir a inadimplência dos associados, buscando o equilíbrio financeiro da conta convenio;

3) A organização do Seminário Paulo Freire, deve antecipadamente apresentar os custos estimados do seminário anual, para a apreciação e aprovação da parcela a ser paga pelo STU.

Conselheiros Titulares: Civaldo Paulo Gomes, Miriam Camila Garcia de Lima, Sandra Marli Scutti, Silvana Di Blásio e Thiago Mendes Cardoso

Campinas-SP, 27 de outubro de 2015.

Parecer do Conselho Fiscal STU – Período de Outubro a Dezembro de 2015

Os membros do Conselho Fiscal do STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, no desempenho de suas atribuições estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou os documentos emitidos pelo STC – Serviços Contábeis Ltda., tendo como responsável pelas informações a contadora Izabel de Fátima S. Salustiano: Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado e demais documentos integrantes da respectiva prestação de contas do exercício de 01 de outubro de 2015 a 31 de dezembro de 2015. Recebem inclusive, por parte da diretoria, todos os esclarecimentos julgados necessários. Analisou as contas da entidade, conforme atribuição do Estatuto do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp – STU, seção III – Artigo 21º. As receitas referentes ao período analisado são de R$ 1.482.845,93 (Um milhão, quatrocentos e oitenta dois mil, oitocentos e quarenta cinco reais e noventa três centavos) e as despesas de R$1.483.588,39 (Um milhão, quatrocentos e oitenta três mil, quinhentos e oitenta oito reais e trinta nove centavos), perfazendo um saldo em caixa de R$ 1.299.473,01 (Um milhão, duzentos e noventa nove mil, quatrocentos e setenta três reais e um centavo), cuja principal fonte de arrecadação foi às mensalidades de associados e a contribuição sindical obrigatória. A situação financeira da entidade no término do período de outubro a dezembro de 2015 foi de equilíbrio financeiro, houve da parte da diretoria do sindicato uma correta conduta que manteve o equilíbrio das finanças. A direção do STU em cumprimento ao item 2 do parecer  de 2014, informa que foi constituída comissão para dar segmento às propostas do projeto para a construção da sede do STU. Frente às referidas demonstrações e analisando o documento de balanço, relativo ao período do exercício findado em 31/12/2015, o Conselho Fiscal conclui que as referidas demonstrações refletem a posição financeira da entidade, manifestando pela sua aprovação, com as seguintes recomendações:

1) A diretoria deve manter a conduta com as contas do sindicato, com vistas a produzir reservas que deem mais tranquilidade às ações do sindicato;

2)  A diretoria deve encaminhar novas formas de cobranças, visando diminuir a inadimplência dos associados, buscando o equilíbrio financeiro da conta convênio;

3) A organização do Seminário Paulo Freire deve, antecipadamente, apresentar os custos estimados do seminário anual, para a apreciação e aprovação da parcela a ser paga pelo STU.

Conselheiros Titulares: Anderson Manoel Batinga de Araujo, William Alexandre de Oliveira, Sandra Marli Scutti, Silvana Di Blásio, Thiago Mendes Cardoso, Maria Regina Delbin Paccola (Suplente), João Daniel de Moura (Suplente) e Rivaldo de Souza Oliveira (Suplente).

 Campinas-SP, 29 de março de 2016.

 Confira o Balancete 2015 , o Balancete Detalhado, e a Previsão Orçamentária 2016

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[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/03/ORÇAMENTO_final.pdf” language=”pt_BR”]

 

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Hoje tem assembleia de prestação de contas

Baixe aqui Boletim Especial de Finanças, de 30 de março de 2016.

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Boletim do STU 65/2015

Baixe aqui Boletim 65/2015, de 20 de outubro de 2015.

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porFernanda de Freitas

Boletim 016/2013

Baixe aqui o Boletim STU 016/2013, de 26 de março de 2013.

 

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porFernanda de Freitas

Fórum das Seis solicita informações sobre recursos das universidades

O Fórum das Seis encaminhou ao Conselho de Reitores (Cruesp), com base na Lei Federal nº 12.527/11, que regula o acesso às informações dos órgãos públicos de todas as esferas, ofício cobrando informações a respeito dos orçamentos das três universidades paulistas e do Centro Paula Souza.

A intenção é obter esses dados para saber como as verbas estão sendo empregadas e para subsidiar as entidades que compõe o Fórum das Seis frente ao Cruesp durante a Campanha Salarial 2013, que em breve se inicia. Principalmente, porque o Cruesp todos os anos insiste em alegar que não há verbas, quando na verdade sabemos que o que falta é vontade política de empregar melhor os recursos universitários.

Desta forma, foram solicitadas informações sobre como, neste ano, os recursos serão alocados pelas instituições nas seguintes frentes:

  • Recursos (contas ou aplicações);
  • Folha de pagamento;
  • Teto salarial;
  • Terceirização de serviços;
  • Permanência estudantil.

A Lei de Acesso à Informação, como ficou conhecida, estabelece o prazo de 20 dias, prorrogáveis por mais 10 dias para o envio das informações.

Confira no arquivo abaixo a íntegra do Ofício nº 05/2013.

 

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Boletim 009/2013

Baixe aqui o BoletimSTU009-2013, de 28 de fevereiro de 2013.

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porFernanda de Freitas

DO OESP: USP, Unesp, Unicamp e Fapesp têm juntas sobra de R$ 7 bilhões em caixa

Confira as matérias publicadas pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, no sábado, 23/02, sobre a reserva de caixa das universidades paulistas:

 

Jornal Estadão - 23/02/13

USP, Unesp, Unicamp e Fapesp têm juntas sobra de R$ 7 bilhões em caixa

Reserva financeira das universidades estaduais e da agência de fomento à pesquisa irrita Alckmin, que questiona por que dinheiro não é investido

Por Bruno Boghossian e Carlos Lordelo, para “O Estado de S. Paulo”

As três universidades públicas paulistas – USP, Unesp e Unicamp – encerraram o ano fiscal de 2012 com R$ 6 bilhões em caixa. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapesp) também tinha saldo positivo em 31 de dezembro, de R$ 1,02 bilhão. Os números foram apresentados em janeiro ao governador Geraldo Alckmin. Segundo aliados, ele reagiu com irritação, por julgar que as instituições deveriam investir mais em infraestrutura e na ampliação de projetos.

Os dados foram extraídos do Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios (Siafem) de São Paulo. A principal fonte de recursos das universidades e da Fapesp é o repasse de 10,57% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) recolhido pelo governo. Quanto maior a arrecadação, mais dinheiro entra nos cofres das instituições.

A avaliação de parte do governo é de que os contribuintes estariam pagando um tributo que não estaria sendo utilizado.

Alckmin teria ficado incomodado com o fato de que dirigentes das instituições costumam brigar por cada centavo de seus orçamentos. O dinheiro, no entanto, fica parado, sob a alegação de que a maior parte está comprometida com despesas já assumidas. A reserva também serviria para cobrir eventuais quedas de receita em decorrência de variação da arrecadação do ICMS.

Por seu tamanho, a USP recebe a maior fatia do repasse do imposto (5,029%). É também a universidade com o maior colchão financeiro: fechou 2012 com R$ 3,4 bilhões em caixa (acumulados ao longo dos anos). É uma sobra que quase se equivale ao orçamento anual da instituição. Para 2013, ele é de R$ 4,3 bilhões, dos quais 93% vão para gastos com pessoal.

O investimento em outras áreas teve desaceleração e até queda, como uma reportagem do Estado mostrou em janeiro. O orçamento de obras para este ano, por exemplo, caiu 10,7% na comparação com 2012. O alto custo com salários, benefícios e aposentadorias já leva o reitor João Grandino Rodas a cogitar buscar recursos em outras fontes, entre elas a iniciativa privada, caso a universidade “precise de mais do que recebe”.

Poupança. Integrantes do governo paulista dizem que o montante à disposição das quatro instituições se acumulou ao longo dos últimos anos. Sendo que só em 2012, com o rendimento da “caderneta de poupança” de 10% a 12%, foi possível economizar cerca de R$ 650 milhões.

O secretário estadual da Fazenda, Andrea Calabi, afirma que a economia feita pelas instituições é positiva, pois permite que elas mantenham uma situação confortável em seus caixas. “A parcimônia na gestão de caixa de todas as entidades públicas não é malvista pelo Tesouro. É claro que o objetivo é executar seus programas, mas a parcimônia é bem-vista quando tem caráter de precaução”, diz.

Questionado sobre o desempenho administrativo das instituições, Calabi foi sucinto: “A execução dos programas sempre está aquém do desejado. Sempre buscamos mais realizações.”

 

Instituições rejeitam ideia de ter verba ‘disponível’

As três universidades declaram que o colchão financeiro já está comprometido com despesas do ano passado

As universidades estaduais alegam que a maior parte dos recursos guardados está comprometida com despesas já assumidas. O colchão financeiro também serviria para cobrir eventuais quedas de receita em decorrência da flutuação do recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Em 2013, a previsão é de que o governo arrecade menos do que nos anos anteriores.

Em nota, a USP diz que o valor real disponível é de R$ 3,306 bilhões e há uma sobra a pagar referente a 2012 de R$ 463 milhões. Outros R$ 805 milhões vão para investimentos, em fase de planejamento ou licitação, em obras ainda não executadas. O dinheiro acumulado também será utilizado para cobrir R$ 509 milhões em despesas previstas no orçamento deste ano e que não terão cobertura do Tesouro estadual.

Ainda assim, sobraria em caixa cerca de R$ 1,5 bilhão, quase um terço do orçamento de 2013.

Ainda de acordo com a USP, a reserva financeira decorre de uma “gestão prudente” dos repasses do governo e do planejamento orçamentário da instituição. “Em caso de evolução desfavorável da arrecadação do ICMS, (a reserva permite) garantir a manutenção dos compromissos da universidade, tendo em vista que a despesa com pessoal é incomprimível, e para consolidar e manter o programa de expansão de vagas.”

A Unesp afirma que dispõe de R$ 886 milhões no seu balanço patrimonial referente a 2012 – 60% desse valor estaria comprometido com restos a pagar. Os outros 40%, segundo a universidade, são compostos de recursos federais repassados por meio de convênios e receita própria oriunda de atividades de ensino e pesquisa. “Dentro dos 40%, a universidade não pode prescindir de recursos para honrar despesas de custeio, contratos e investimentos no ano corrente, principalmente quando o repasse do ICMS é inferior às despesas mensais”, diz a Unesp em nota.

Já a Unicamp nega ter “recursos disponíveis”. Diz que “grande parte” de sua reserva financeira serve para pagar despesas já assumidas. O saldo da instituição, excluindo-se as verbas extraorçamentárias, é de R$ 1,1 bilhão. O que não está comprometido com restos a pagar constitui uma “reserva técnica” de R$ 244 milhões para cobrir eventuais quedas de receita.

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo