Arquivo de tag saúde do trabalhador

porFernanda de Freitas

Terça-feira (16) é o último dia para se candidatar a cipeiro/a Unicamp

Nesta terça-feira (16) acaba o prazo para se inscrever como representante da CIPA Unicamp na sua unidade – campi de Campinas, Limeira e Piracicaba.

📲 Para se inscrever basta preencher o formulário disponível no link: https://www.cipa.unicamp.br/inscricao.

Podem se inscrever e votar nas eleições da CIPA todos os servidores da Unicamp das carreiras de técnico-administrativos, docentes e pesquisadores.

As eleições para cipeiro/a, gestão 2022-2023, ocorrem de forma virtual entre os dias 23, 24 e 25 de agosto próximos.

Vamos fortalecer as ações de saúde e segurança na Universidade.

porFernanda de Freitas

Fórum Nacional das Centrais Sindicas em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

O Fórum Nacional das Centrais Sindicas em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – composto pelas Centrais Sindicais CTB, CUT, CSB, CSP Conlutas, Intersindical, Nova Central, Força Sindical e UGT – realizará no dia 13/08, às 18h, o evento preparatório para a Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde 2022, com transmissão via Zoom.

O tema do encontro será Saúde do trabalhador e da trabalhadora como direito humano fundamental: Trabalhar sim, sofrer não, morrer jamais!

O objetivo do encontro é potencializar o debate sobre a importância do SUS e da ação sindical em defesa do SUS e de suas políticas de saúde do trabalhador e da trabalhadora.  E contribuir também com as propostas da classe trabalhadora na Conferência Nacional que acontecerá em 05/08, Dia Nacional de Saúde.

O Fórum Nacional é direcionado aos secretários/as de saúde das centrais sindicais, dirigentes de sindicatos, federações e confederações 

  • Programação:
  • 18h – 18h20 – Abertura: Representações das Centrais
  • 18h20 – 18h40 – A Proteção e promoção da Saúde dos/as trabalhadores/as: um olhar a partir da Atenção Primária para o trabalho e seus impactos no território!
  • 19h – Conferência Livre Democrática e Popular de Saúde: Objetivos e Eixos
  • 19h30 – Debate
  • 20h – Apresentação do documento das centrais para a etapa nacional
  • 20h30 – Encerramento


Para mais informações clique aqui e acesse o site “Frente Pela Vida”.

Fonte: Frente Pela Vida

poradmin

Boletim do STU 08/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 8 de abril de 2016.

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porFernanda de Freitas

STU assume vaga no Conselho Gestor do CEREST

O STU integra o Conselho Gestor do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST Campinas), nossa representante é a diretora, Elisabeth Cardoso.

Participam como titulares do conselho os sindicato: STU, Sinergia, Construção Civil e Bancários e na suplência o Sindiviários, Químicos e SintPq.

O CEREST Campinas abrange os municípios de Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Hortolândia, Nova Odessa, Paulínia, Sumaré e Valinhos.

O CEREST busca promover ações para melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida do trabalhador por meio da prevenção e vigilância. Cabe ao centro de referência viabilizar a integração da rede de serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como suas vigilâncias e gestão, na incorporação da Saúde do Trabalhador em sua atuação rotineira.

O STU tem atuado sistematicamente no combate às práticas de assédio moral e de doenças relacionadas ao trabalho, sempre cobrando melhores condições de trabalho e de vida para os funcionários da Unicamp. Integrar o Conselho Gestor do CEREST Campinas contribuirá para melhorarmos a articulação entre os sindicatos de forma a fortalecer a luta da classe trabalhadora.

As reuniões do CEREST Campinas ocorrem toda terceira quinta-feira do mês, às 9h, na Av. Prefeito Faria Lima, nº 680, Parque Itália.

 

Sobre o CEREST Campinas

O Centro de Referência Regional de Saúde do Trabalhador de Campinas (CEREST Campinas) é um serviço público de saúde que faz parte da rede SUS do município e integra a Rede Nacional de Atenção à Saúde do Trabalhador (RENAST). Desenvolve ações de promoção, prevenção e assistência à saúde dos trabalhadores de Campinas e região.

O CEREST Campinas foi criado em 1987 por iniciativa que reuniu sindicatos de trabalhadores, serviços públicos de saúde e instituições de ensino, como alternativa para os trabalhadores que buscavam assistência à saúde para além da empresa. Além disso, desde o princípio das atividades desenvolve ações de vigilância e educação em saúde do trabalhador.

A presença constante do controle social, a articulação interinstitucional, a atuação estratégica e a busca pela excelência são fortes características do CEREST Campinas.

 

Fonte: Com informações da fan page do CEREST Campinas

porFernanda de Freitas

Doenças ocupacionais, o que fazer?

As doenças relacionadas ao trabalho se ampliam a cada dia em razão das alterações do modelo de produção e do trabalho, com o aumento do ritmo da atividade, o Assédio Moral, fatores relacionados ao contato com produtos que possam causar algum tipo de alteração de saúde, quer seja física ou psicológica.

Doença ocupacional é a designação de várias doenças que causam alterações na saúde do trabalhador, provocadas por fatores relacionados com o ambiente de trabalho. Elas se dividem em doenças profissionais ou tecnopatias, que são causadas por fatores inerentes à atividade laboral, e doenças do trabalho ou mesopatias, que são causadas pelas circunstâncias do trabalho. As primeiras possuem nexo causal presumido, já nas segundas a relação com o trabalho deve ser comprovada.

As doenças mais comuns são as do sistema respiratório e da pele. Além das Lesões por Esforços Repetitivos (LER), também denominadas de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). Essas doenças são decorrentes de atividades realizadas com movimentos repetitivos, trabalho muscular parado, sobrecarga mental, ritmo intenso de trabalho, pressão por produção, relações conflituosas e estímulo à competitividade.

Os cuidados são essencialmente preventivos, pois a maioria das doenças ocupacionais é de difícil tratamento. Exemplos: silicose (doença profissional mais antiga que se conhece, que se desenvolve naqueles que inalam pó de sílica durante muitos anos), asbestose, (é uma doença causada pela inalação do pó de amianto, também chamado de asbesto) dermatite de contato, câncer de pele ocupacional etc.

Uma doença ocupacional normalmente é adquirida quando um trabalhador é exposto, acima do limite permitido por lei, a agentes químicos, físicos, biológicos ou radioativos, sem proteção compatível com o risco envolvido. Essa proteção pode ser na forma de Equipamento de Proteção Coletiva (EPC) ou Equipamento de Proteção Individual (EPI). Existem também medidas administrativas e/ou organizacionais capazes de reduzir os riscos. As principais vias de absorção de agentes nocivos são a pele e os pulmões.

No Brasil, a doença ocupacional é equiparada ao acidente de trabalho, gerando os mesmos direitos e benefícios. Então, se o trabalhador estiver com uma doença ocupacional grave, é necessário pedir afastamento através do auxílio-doença. Para isso, ele deve comprovar que a doença está relacionada ao seu emprego atual.

É bom registrar que, a Unicamp já tem histórico de desrespeito à Saúde do Trabalhador. Tanto que em 2002, a Coordenação de Saúde e Meio Ambiente do STU apresentou denúncia ao Ministério Público do Trabalho (MPT) sobre as más condições de trabalho na universidade, que foi prontamente acatada através de um Acordo mútuo. Mas o fato é que a Unicamp é um espaço de diferentes tipos de trabalhadores e em permanente transformação e para haver melhorias para a saúde do trabalhador é preciso um esforço conjunto entre Segurança do Trabalho, Medicina do Trabalho, Saúde do Trabalhador, Comissão Interna de Prevenção de Acidente (CIPA), Conselho de Representantes (CR) e STU.

Por isso, o Departamento Jurídico do STU está a postos para receber denúncias em razão das péssimas condições de trabalho e ajudar nos casos relacionados às doenças ocupacionais. Caso deseje obter mais informações sobre esse assunto ou agendar atendimento jurídico ligue para o ramal 17412 e fale com Zé Prettu ou Thaís.

Hospital Doente

Vídeo produzido pelo Sindsaúde/Florianópolis sobre adoecimento dos trabalhadores da Saúde