Arquivo de tag imposto sindical

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Devolução do imposto sindical 2016

Ocorre este mês o desconto do imposto sindical, contribuição obrigatória cobrada de todos os trabalhadores com carteira assinada do país por determinação da CLT. O valor do desconto equivale a um dia de trabalho.
O STU é contra o imposto sindical, pois acredita que o sindicato deve ser mantido com a contribuição voluntária dos trabalhadores. Por isso, o sindicato devolverá 60% do valor descontado, que corresponde à parte do imposto que ficaria com a entidade. Os 40% restantes do desconto são repassados pela às federações e confederações, como determina a lei.

Devolução para sócios
A devolução será efetuada como crédito automático na conta dos associados assim que o STU formalizar o procedimento de transferência junto aos bancos.
Os sócios do STU que realizaram alguma modificação em suas contas bancárias desde a última devolução devem atualizar o seu cadastro junto ao sindicato enviando e-mail para [email protected] ou entrar em contato com a Secretaria de Finanças do sindicato nos ramais 17412/17694/17147/13498/13499.

Não-sócios
Servidores não sindicalizados não terão direito à devolução, conforme resolução do XIII Congresso, realizado em novembro de 2015.

Trabalhador Funcamp
O imposto sindical dos trabalhadores contratados pela Funcamp é repassado a outra entidade sindical (o SEAAC), portanto não cabe ao STU realizar a devolução.

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Boletim do STU 08/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 8 de abril de 2016.

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XIII Congresso reafirma luta pela isonomia e direitos e aprova plano de lutas

O XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, realizado entre os dias 12 e 14 deste mês com a participação de mais de 200 delegados e delegadas reafirmou a importância de avançar na luta em defesa de reivindicações históricas da categoria. Estarão entre as prioridades do sindicato nos próximos dois anos a luta pela isonomia salarial com a USP e a carreira, o fim da terceirização e do assédio moral, a retomada da jornada de 30 horas para todos na Área da Saúde, a mudança democrática do estatuto da Unicamp, e a extensão aos aposentados dos benefícios conferidos aos trabalhadores na ativa. Além do combate a qualquer forma de opressão e discriminação.
Os representantes da tese 5 “Alerta Unicamp – Compromisso com os Trabalhadores – CTB”, eleita como guia para orientar os debates no Congresso e as ações do próximo biênio, avaliam que a organização do congresso serviu para avançar nas discussões sobre conjuntura e a organização e atuação sindical, além de reafirmar as bandeiras da categoria em unidade com outros setores da classe trabalhadora.
Também foi decidido pelos trabalhadores abrir o debate sobre a filiação do sindicato a uma central sindical. A deliberação sobre qual organização nacional de trabalhadores o STU será vinculado se dará no XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, que acontecerá em 2017.

Principais deliberações do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Confira as principais resoluções aprovadas pelos (as) delegados (as). Nos próximos dias serão publicadas a íntegra da Tese Guia e as demais resoluções aprovadas

SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL – O congresso também discutiu a conjuntura internacional e como a ação imperialista de opressão e exploração dos povos tem levado ao aumento da xenofobia, guerras, conflitos e fundamentalismo religioso, destruindo povos e nações. A categoria reafirmou a defesa da autodeterminação dos povos, o repúdio ao terrorismo e a ataques assassinos (poucos dias antes das tragédias ocorridas na França e no Quênia nesta semana), a defesa dos direitos e existência digna para os cidadãos refugiados.
DEFESA DA DEMOCRACIA – Os trabalhadores votaram posicionamento contra o golpe na forma de impeachment, defesa do mandato popular da presidente Dilma Rousseff e contra o ajuste fiscal do governo e todas as medidas que representam retrocessos para os trabalhadores. O congresso reafirmou a defesa de reformas estruturais (tributária, das comunicações, agrária e urbana, capazes de dotar o país de estruturas democráticas e sociais fundamentais para solidificar um processo de mudanças sociais). Nessa perspectiva, saúde e educação devem ter centralidade no investimento público, possibilitado pela efetivação de impostos sobre as grandes fortunas, heranças e transações financeiras.
DEMOCRACIA NA UNICAMP – O congresso reafirmou a cobrança de que a Unicamp crie mecanismos de transparência e cumpra a lei do teto salarial, colocando fim aos supersalários, às duplas matrículas e outros privilégios. Essa deliberação será encaminhada ao Fórum das Seis para incorporação à Pauta de Reivindicações Unificada.
O congresso indicou que o STU fomente as discussões junto à categoria sobre a participação dos trabalhadores nos espaços decisórios da universidade e sobre a paridade.
CAMPANHA SALARIAL E COMANDOS DE GREVES – Com vistas a construir novamente uma campanha salarial unificada no ano que vem, a diretoria do STU fica responsabilizada por iniciar o mais brevemente possível diálogo com as demais entidades do Fórum das Seis. O objetivo é construir um calendário conjunto que fortaleça a organização sindical e faça frente aos ataques, arranque das administrações universitárias o compromisso de expansão não elitizada das instituições, com garantia de políticas inclusivas.
Foi ainda indicada a construção de um calendário preparatório da Campanha Salarial 2016, e que, em caso de paralisações por tempo indeterminado, o Comando de Greve (CG) será constituído pela diretoria do sindicato e representantes indicados pelas unidades em greve. A indicação destes representantes se dará de forma proporcional à adesão de cada local de trabalho, com base em critérios a serem definidos em assembleia. E os representantes de unidades no CG terão tarefas definidas (fomentar a discussão e organização do movimento, apresentar informes de sua unidade, levar a deliberações da reunião do CG para seu local de trabalho, e votar nas reuniões do CG de acordo com as propostas debatidas na sua unidade).
REPRESENTAÇÃO NO CONSU – Buscando efetivar a autonomia de organização e representação dos trabalhadores no Conselho Universitário, o STU organizará uma chapa eleita em assembleia e com um programa definido pela categoria. Os candidatos poderão contar com a estrutura do sindicato para ajudá-los na campanha e mandato. A intenção é garantir que os conselheiros tenham compromisso de cumprir o programa e prestar conta aos trabalhadores.
ORGANIZAÇÃO SINDICAL – Foi avaliada a necessidade de criação de uma comissão de base em todas as unidades, principalmente na Área Hospitalar.
Os trabalhadores também decidiram manter o critério estatutário da proporcionalidade qualificada na composição da diretoria do sindicato, composta por 27 membros eleitos de forma direta. Todas as chapas que obtiverem no mínimo 10% dos votos terão assento na diretoria de acordo com a votação que receberem.
UNIFICAR OS SINDICATOS DA UNICAMP, USP e UNESP – Os delegados aprovaram que o STU deve tomar iniciativas de discutir com as direções do Sintusp e Sintunesp a proposta de unificação dos sindicatos, visando abrir o debate da unificação nas três categorias e a definição de um calendário.
IMPOSTO SINDICAL – Os trabalhadores decidiram que o valor repassado ao sindicato (60% do desconto referente a um dia de salário no mês de março nos salários dos trabalhadores contratados em regime celetista) será devolvido apenas aos sindicalizados. O restante será depositado em um fundo destinado a financiar a construção da nova sede do STU.
FUNDO JURÍDICO – Foi aprovada a criação de um fundo composto por 5% dos valores oriundos das causas ganhas em processos com jurídico do STU para gastos com peritos, sucumbências e fortalecimento do jurídico. A lógica dessa proposta é garantir que os que ganham as causas possam dar sua contribuição para democratizar a utilização por todos. Também ficou estabelecido que esse fundo não poderá ser utilizado para pagamento do escritório contratado pela entidade.
SEDE DO STU – Será constituído um fundo para financiamento da construção da nova sede do sindicato, composto por um percentual da arrecadação das mensalidades dos sócios a ser definido pela assembleia orçamentária, além do valor repassado ao sindicato em decorrência do imposto sindical descontado de não sindicalizados. Sete trabalhadores se incorporaram à Comissão de Construção da Sede, e tão logo haja definições a categoria será devidamente informada.
ELEIÇÕES PARA REITOR – O congresso indicou que o STU deve aprofundar o debate sobre universidade, levando em consideração a defesa da sua democratização, a necessidade da participação dos técnicos administrativos nos espaços decisórios, o combate a terceirização e também o papel da inclusão social na Unicamp.

Moções aprovadas no XIII Congresso

  • Repúdio à empresa Samarco/Vale pela irresponsabilidade que levou à tragédia ambiental no município mineiro de Mariana e à contaminação ainda de proporções não calculáveis na bacia do Rio Doce;
  • Repúdio à reorganização das escolas no Estado de São Paulo, que já levou prevê o fechamento de pelo menos 94 instituições de ensino, prejudicando alunos, pais e professores;
  • Repúdio à iniciativa da Câmara Municipal de Campinas que proibiu a discussão sobre a questão de gênero nas escolas e apoio à mobilização que ocorrerá no dia 16/11, por ocasião da votação da proposta que “veta a adesão à ideologia do gênero no Plano Municipal de Educação de Campinas”.
  • Repúdio ao fechamento de creches na USP;
  • Repúdio a PEC 395/14 que prevê a cobrança de mensalidade para pós-graduação e extensão nas universidades públicas;
  • Repúdio ao genocídio da juventude negra, com reivindicação especial para que seja apurado o assassinato de Husani Yau Gonçalves e Silva, filho do militante do movimento negro e funcionário do STU Zé Prettu;
  • Contra as demissões em massa dos trabalhadores da Obra/Funcamp e a demissão arbitrária do funcionário Armando Sérgio Migotto do Caism/Funcamp;
  • Contra o Projeto de Lei Complementar 77/15, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, ampliando as parcerias público-privadas na educação;
  • Apoio à demarcação das terras indígenas, contra a PEC 215, que afronta o direito territorial dos povos originários do Brasil;
  • Apoio a luta pelo direito a demarcação e regularização das terras das comunidades tradicionais e Quilombolas;
  • Apoio à greve dos petroleiros.
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Boletim do STU 052/2015

Baixe aqui Boletim 52/2015, de 25 de agosto de 2015.

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porFernanda de Freitas

Data de devolução do Imposto Sindical via Banco do Brasil foi alterada

O STU informa que não foi possível realizar o crédito referente ao desconto da Contribuição Sindical, no último dia 10, conforme divulgado anteriormente.

Devido aos problemas técnicos de compatibilidade com o sistema de informática do Banco do Brasil o procedimento de devolução foi inviabilizado. No entanto, estamos buscando alternativas para que o crédito ocorra ainda esta semana.

Ressaltamos que o crédito para aqueles que optaram pelo banco Santander já foi efetivado.

A diretoria lamenta o ocorrido e se coloca à disposição para eventuais esclarecimentos.

Saiba que:

  • O funcionário celetista que mudou de regime (tornando-se estatutário) até fevereiro/14 não tem direito à restituição, visto que o desconto ocorreu em março deste ano;
  • O funcionário celetista que mudou de regime (tornando-se estatutário) após março/14 e que teve o desconto do Imposto Sindical terá direito à restituição. Para receber a quantia é necessário seguir os procedimentos estabelecidos pelo STU de acordo com sua situação: sócio ou não sócio;
  • Aposentados (na ativa ou não) e funcionários, ambos estatutários, não têm direito à devolução do imposto sindical, porque os mesmos não possuem desconto do imposto;
  • Somente aposentado celetista na ativa tem direito à devolução.

Lembrando que para receber o crédito é necessário atualizar os dados pessoais e bancários junto ao departamento de Finanças do STU. A orientação vale também para a devolução dos valores relativos ao ano passado.

Não-sócios

O servidor que não é sócio do STU deve, entre 13 e 31/10, preencher um cadastro on-line com dados como nome, matrícula, CPF e conta bancária para crédito (não pode ser conta salário), que pode ser acessado clicando aqui. Os que não tiverem como preencher on-line devem IMPRIMIR ESTA FICHA e levar preenchida ao STU.

A devolução dos não sócios está prevista para ocorrer a partir de 15/11.

Quantia a ser devolvida

Será devolvida ao funcionário a parcela que cabe ao sindicato, que é de 60% do valor equivalente a um dia de salário de cada servidor contratado diretamente pela Unicamp. O restante é repassado diretamente pela Universidade à Federação, à Confederação e ao Ministério do Trabalho, nos termos da lei.

porFernanda de Freitas

Devolução do Imposto Sindical 2014

O STU inicia nesta semana a atualização dos dados bancários dos associados para garantir a devolução dos 60% do valor descontado no salário a título de imposto sindical.

Neste primeiro momento, serão alterados apenas os dados dos associados que sofreram alguma mudança em sua conta bancária. Para atualizar o cadastro, os sócios devem enviar e-mail para <[email protected]>. Os sócios cujos dados bancários continuam o mesmo de 2013 não necessitam informar o sindicato.

A devolução será efetuada como crédito automático na conta dos associados, assim que o STU formalizar o procedimento de transferência junto aos bancos.

Já os funcionários que não são sócios do STU devem aguardar as informações – que serão divulgadas no site e boletim do STU – sobre o procedimento a ser adotado para devolução do imposto.

A diretoria do STU devolverá apenas a parte que é repassada à entidade, conforme deliberação do XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, realizado em novembro do ano passado.

O desconto da contribuição sindical corresponde a um dia normal de trabalho, ou seja, vai ser composta da remuneração que corresponda à jornada diária normal do funcionário. Sendo assim, os 40% restantes do desconto serão repassados pela Unicamp às federações, às confederações e ao Ministério do Trabalho, como determina a lei.

 

Trabalhador Funcamp:

Em relação ao imposto sindical dos trabalhadores contratados pela Funcamp, informamos que este é repassado a outra entidade sindical (o SEAAC), não cabendo ao STU realizar a devolução.

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Boletim 029/2013

Baixe aqui o Boletim 029/2013, de 21 de maio de 2013

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Boletim 027/2013

Baixe aqui o Boletim 027/2013, de 14 de maio de 2013

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2013/05/BoletimSTU14-de-maio-1.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

ATENÇÃO: Devolução do imposto sindical

Os servidores não filiados ao STU poderão realizar, entre os dias 20 e 24 deste mês, o pedido de devolução de 60% do imposto sindical, contribuição compulsória descontada do salário de todos os trabalhadores com carteira assinada do país por determinação da CLT. O STU realizará a partir do dia 20, das 9 às 17 horas, plantões para recebimento do pedido de devolução do valor que é repassado para o sindicato. Os interessados deverão apresentar cópia do holerite ou de comprovante extraído do portal “Vida Funcional Online”.

É importante ressaltar que a cobrança do imposto sindical é uma determinação do governo, mas que a devolução do valor descontado não é uma obrigação das entidades sindicais e sim uma definição política da gestão “Vamos à luta”. A diretoria do sindicato entende que a entidade deve ser mantida com a contribuição voluntária da categoria e que todos os funcionários da Universidade devem contribuir para a construção desse instrumento de luta, filiando-se e participando regularmente dos fóruns de discussão.

Os servidores filiados que ainda não atualizaram seus dados bancários devem fazê-lo o mais rápido possível ligando para o STU (19) 3521.7412 / 3521.7147 / 3289.4242 /3289.3502.

Em relação ao imposto sindical dos trabalhadores contratados pela Funcamp, informamos que este é repassado a outra entidade sindical (o SEAAC), não cabendo ao STU realizar a devolução.

porFernanda de Freitas

Boletim 026/2013

Baixe aqui o BoletimSTU 026/2013, de 9 de maio de 2013

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Boletim 019/2013

Baixe aqui o Boletim 019/2013, de 09 de abril de 2013.

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Devolução do imposto sindical repassado ao STU

Ocorre este mês o desconto do imposto sindical, contribuição obrigatória cobrada de todos os trabalhadores com carteira assinada do país por determinação da CLT. O valor do desconto equivale a um dia de trabalho.
A diretoria do STU é contra o imposto sindical, pois acredita que o sindicato deve ser mantido com a contribuição voluntária dos trabalhadores. Por isso, o sindicato devolverá 60% do valor descontado, que corresponde à parte do imposto que ficaria com a entidade.
Para quem é sócio, a devolução será feita na forma de crédito automático em conta assim que o montante for repassado à entidade. Para que o procedimento seja realizado é necessário que os sócios liguem para o STU o quanto antes – (19) 3521.7412/3521.7147 – e atualizem seus dados bancários.
Para os não sócios a devolução será feita mediante solicitação, após o repasse do montante à entidade pela Unicamp. O STU definirá em breve um procedimento de devolução nestes casos e pede que os interessados aguardem as informações que serão divulgadas nos próximos boletins.

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Boletim 018/2013

Baixe aqui o Boletim 018/2013, de 04 de abril de 2013.

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porFernanda de Freitas

Imposto Sindical: dia 10/03 vence o prazo para bloqueio do desconto duplo

Termina neste domingo, 10 de março, o prazo para que os trabalhadores associados ao STU, que também são ­ filiados a outros sindicatos, optem por recolher o Imposto Sindical à outra entidade. O funcionário que decidir pelo bloqueio do pagamento ao STU deverá comunicar a opção à DGRH.

Se o funcionário pagar o imposto a outro sindicato, é necessário enviar o comprovante deste pagamento à DGRH, pois o desconto do imposto será feito direto na folha de pagamento e somente a DGRH pode evitar este desconto, não o STU.

Nesse caso, o STU não se responsabilizará pela devolução da parcela que lhe caberia (60% ), já que o repasse será feito a outra entidade de classe.

 

Entenda melhor:

Neste mês ocorre o desconto do Imposto Sindical, no qual todos os trabalhadores terão descontado o equivalente a um dia de trabalho. O desconto da Contribuição Sindical é realizado em todos os Sindicatos e, a partir de uma normativa do Ministério do Trabalho, também foi estendida para os sindicatos de servidores públicos legalmente constituídos.

Como a diretoria do STU é contra o desconto do Imposto Sindical, devolveremos 60% do valor que for destinado ao Sindicato. A devolução será feita após o repasse do montante à entidade pela Unicamp. Os 40% restantes serão repassados pela Universidade à União, que dividirá o restante entre as centrais sindicais, federações, confederações e o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

 

Devolução de parte da contribuição

Assim que o STU receber o repasse, divulgaremos através do Boletim e do site da entidade os procedimentos necessários para a devolução aos sócios, dos 60% correspondentes ao valor descontado e que foi repassado ao Sindicato.

 

 

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Boletim 008/2013

Baixe aqui Boletim do STU 008/2013, distribuído no dia 26 de fevereiro de 2013.

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Prazo para bloquear duplo desconto do imposto sindical é dia 10

No mês de março a Unicamp desconta o valor equivalente a um dia de trabalho de todos os servidores. É o chamado imposto sindical, criado pelo governo Vargas como parte da estrutura sindical de inspiração fascista até hoje em vigor no Brasil.

A diretoria do STU é contra o imposto e devolverá os 60% que forem destinados ao sindicato. A devolução será feita após o repasse do montante à entidade pela Unicamp. Os 40% restantes serão repassados pela Universidade à União, que dividirá o bolo entre as centrais sindicais, federações, confederações e o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Os servidores associados ao STU  que também são  filiados a outros sindicatos podem optar por recolher o imposto à outra entidade, mas têm até o dia 10 de março para comunicar a opção à DGRH (nesse caso, o STU não se responsabilizará pela devolução da parcela que lhe caberia, já que o repasse será feito a outro sindicato).