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Fórum das Seis entrega pauta ao Cruesp

Na última quinta-feira (31) o Fórum das Seis protocolou a pauta unificada da campanha salarial 2016 com o até então diretor do Cruesp, Marco Antônio Zago, na Reitoria da USP. Os documentos também foram enviados via e-mail e em papel para a sede do Cruesp.
O ofício encaminhado aos reitores solicita o início das negociações ainda em abril, já que a data-base da categoria é 1° de maio. Entre os principais pontos da pauta, encontram-se as demandas salariais:
– A reposição salarial para todos os servidores docentes e técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza correspondente à inflação do período de maio/2015 a abril/2016, mais 3% por recuperação parcial de perdas históricas;
– Revisão salarial em setembro/outubro de 2016, conforme acordado entre o Fórum e o Cruesp em abril de 1991;
– E a equiparação dos pisos salariais entre os servidores técnico-administrativos da Unesp, Unicamp, USP e do Centro Paula Souza, preservando as estruturas de carreira.
Estes e demais tópicos que serão negociados nesta data-base foram definidos em reunião realizada na última segunda-feira (28), quando as entidades que compõem o Fórum das Seis, após amplo debate, analisaram os resultados da segunda rodada de assembleias.
Na Unicamp a categoria entendeu que a prioridade da campanha unificada é discutir a isonomia dos pisos salariais, e que o debate sobre alteração do teto salarial constitucional no Estado não deveria entrar na pauta unificada. As demais entidades do Fórum, no entanto, tinham posição de suas assembleias para defender a adequação do teto ao equivalente incorporar a pauta. Foi o que prevaleceu. O Fórum também não indicou paralisação para entrega da pauta no dia 31, mas o Sintusp fez uma manifestação para assegurar entregar a pauta a Zago diretamente, tendo em vista que desde 1º abril o reitor José Tadeu Jorge assumiu a presidência do Cruesp.

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Boletim do STU 07/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de abril de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis – 1º de abril

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 1º de abril de 2016.

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Baixe aqui Pauta da Campanha Salarial Unificada 2016.

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Tem início a organização da campanha salarial unificada 2016!

Após a última rodada de assembleias a coordenação do Fórum das Seis se reuniu no último dia 10 e nesta semana será encaminhada a definição da pauta unificada da campanha salarial 2016. Frente à avaliação generalizada de que não há crise financeira nas universidades, mas dificuldades geradas pela paralisia dos reitores frente ao congelamento dos repasses do ICMS por mais de 20 anos em 9,57%, ou seja sub-financiamento, os trabalhadores exigem: “Nem arrocho, nem desmonte! Isonomia já!”.
A assembleia na Unicamp no último dia 9 (foto) aprovou a luta pela reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas. Além de propor a reivindicação de 14,16% (pago em parcela única e igual para todos os trabalhadores) para recuperar a perda provocada pelo parcelamento do reajuste do ano passado.
A assembleia aprovou também levar ao Fórum das Seis a proposta de que o ato unificado, com paralisação, para a entregada pauta ao Cruesp aconteça no dia 5 de abril.
O único ponto da proposta do Fórum reprovado na assembleia foi o que visava encaminhar ações no sentido de elevar o teto salarial no Estado ao equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal. A decisão da assembleia foi dar prioridade, nesse momento, a discussão do piso e não do teto.
No dia 22/3 a coordenação do Fórum volta a se reunir para fechar a pauta a partir das assembleias de cada entidade.
Foi aprovado pela assembleia reiterar a cobrança junto à reitoria da Unicamp do agendamento de reunião para tratar da isonomia, que estava acertada para ocorrer em janeiro e que até o momento não foi agendada. Novo ofício (com a mesma cobrança realizada em 15/2) foi protocolado junto à reitoria no dia 10/3.
GT Isonomia – No último dia 9 aconteceu também a reunião do grupo de trabalho sobre o resgate da isonomia salarial nas três universidades. Foi debatido o plano de trabalho e o calendário de funcionamento do GT, que deve encerrar suas atividades e apresentar uma proposta concreta às categorias até o mês de novembro. O diretor do STU Marcílio Ventura, participou da reunião do GT, que aconteceu na sede do Cruesp em São Paulo.

Outros GTs – Além do GT de Isonomia, também já foram realizadas duas reuniões do GT de Permanência Estudantil. E está na pauta com o Cruesp a discussão sobre os problemas na SPPrev, com reunião agendada para o dia 23/3.

Resumo do outros itens da proposta de pauta unificada do Fórum das Seis

– Respeito à liberdade de organização e manifestação, contra a criminalização dos movimentos sociais e os ataques às mulheres, com revogação de quaisquer punições decorrentes de mobilizações em defesa da universidade e respeito ao direito de greve.
– Equiparação dos pisos salariais e benefícios pagos aos servidores técnico-administrativos da USP, Unicamp, Unesp e Ceeteps, com preservação das estruturas de carreira, reenquadrando os aposentados nas carreiras atuais e incorporação dos benefícios aos salários e aposentadorias.
– Tratamento salarial, administrativo e de concessão de benefícios isonômico para funcionários terceirizados e/ou contratados via as “fundações” das universidades, rumo ao fim da terceirização.
– Estabelecimento de uma agenda de reuniões entre Fórum das Seis e Cruesp para debate de questões relativas aos problemas do SPPrev, aposentadoria e Plano de Aposentadoria Complementar.
– Dotação orçamentária para efetivar políticas de permanência estudantil.
– Ampliação do quadro permanente de técnico-administrativos e docentes, via concurso público, atendendo às demandas definidas pelas unidades de ensino e demais órgãos institucionais, garantindo-se a reposição imediata nos casos de exoneração, aposentadoria ou falecimento.
– Contra o fechamento de creches (caso da USP) e pela garantia de vagas para atendimento à demanda efetiva de filhos de servidores, docentes e estudantes em todos os campi.
– Transporte público, gratuito e de qualidade para todos os que utilizam os campi das universidades e as unidades do Ceeteps, com contratação de pessoal via concurso público.
– Que as reitorias efetivem políticas contra o assédio moral e sexual, e toda forma de violência.
– Lutar pela aprovação na LDO/2017 do repasse de 33% da receita total de impostos do Estado para a educação, incluindo 11,6% do total do produto do ICMS quota-parte do Estado para as universidades estaduais paulistas e 3,3% para o Ceeteps, bem como pelo repasse integral do percentual determinado às universidades (fim do desconto relativos às rubricas Habitação e Dívida Ativa na base de cálculo). Além da luta pelo cumprimento do acordo de expansão das universidades paulistas (criação da FCA/Unicamp).
– Transparência, com detalhamento mensal da gestão de recursos orçamentários e extraorçamentários das três universidades estaduais e do Centro Paula Souza, incluindo receitas e repasses envolvidos nas fundações ligadas às referidas instituições.
– Aprimoramento do caráter público dos hospitais universitários, com reversão de toda forma de privatização (autarquização, organizações sociais etc.) e apropriação privada de sua capacidade instalada e administrativa, e financiamento público adequado, jornada de 30 horas para os servidores da área de saúde.

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Boletim do STU 05/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de março de 2016.

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Informativo 02/2016 – Fórum dos Aposentados USP, Unesp e Unicamp

Baixe aqui Informativo 02/2016, do Fórum dos Aposentados USP, Unesp e Unicamp

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Boletim do Fórum ads Seis – 8 de outubro de 2015

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis – 8 de outubro de 2015.

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Fórum das Seis e Cruesp retomam negociação no dia 7/10

Aconteceu nesta segunda-feira mais uma reunião entre a coordenação do Fórum das Seis e a Comissão Técnica do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). Não houve novidades em relação às projeções apresentadas na reunião passada.

Retomar a luta pela isonomia, reposição das perdas e GTs
Diante da corrosão dos salários pela inflação e do parcelamento do reajuste deste ano, a diretoria do STU reafirma a necessidade de continuar a discussão da Pauta Unificada para avançar nas reivindicações na próxima reunião com o Conselho de Reitores, marcada para 7/10 (quarta-feira). Neste dia deve ser construída uma mobilização para pressionar o Cruesp.
Em reunião de negociação da campanha salarial unificada deste ano, em 25/5, os reitores se comprometeram a retomar o diálogo com o Fórum das Seis em setembro, para avaliar a arrecadação do ICMS, a situação orçamentária das Universidades e “possíveis compensações” relativas ao período maio/outubro.
Na campanha salarial, as categorias reivindicavam reajustar os salários em 8,35% (ICV-Dieese) mais 3% a título de reposição parcial de perdas históricas. Com a mobilização e após diversas reuniões, o reajuste conquistado foi de 7,21% em duas parcelas (4% em maio, incorporados no salário de junho, e 3,09% em outubro, a serem incorporados no pagamento que cai na conta no início de novembro).
O sindicato cobra a garantia da retroatividade da parcela de 3,09% a maio deste ano. As entidades não aceitarão arrocho salarial, já que se não tiver o pagamento do retroativo sequer a reposição da inflação nesse ano será garantida. Na Unicamp, o STU aguarda ainda a continuidade da negociação da pauta específica e da isonomia (para a qual está prevista uma referência caso a arrecadação estadual atinja os R$ 92,2 bi).
Esta reunião com os reitores deve discutir a evolução orçamentária na educação superior paulista, a possibilidade de avanço na negociação dos pontos da pauta de reivindicações unificada que não foram atendidos durante a campanha salarial e o funcionamento dos grupos de trabalho (GTs) sobre a retomada da isonomia, SPPREV/questões previdenciárias e permanência estudantil.
As entidades do Fórúm, que se reúnem na manhã do dia 7, seguirão cobrando também que os reitores se empenhem no aumento do financiamento da educação superior paulista e para garantir que o repasse às universidades seja feito respeitando integralmente a legislação, não descontando verbas como Habitação e outras rubricas do montante de cálculo.

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Boletim do STU 060/2015

Baixe aqui Boletim 60/2015, de 29 de setembro de 2015.

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Boletim do STU 059/2015

Baixe aqui Boletim 59/2015, de 22 de setembro de 2015.

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porFernanda de Freitas

LDO 2016 é aprovada sem as emendas do Fórum das Seis

plenario

Trabalhadores, docentes e estudantes juntos por mais verbas para a Educação

Ontem à noite (30) a Educação Pública Paulista sofreu mais um duro golpe. Apenas 15 deputados (do PT, PSOL e PCdoB) da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) foram contrários à aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2016, na forma como foi encaminhada pelo governador Alckmin.

O texto foi aprovado com a retirada da expressão “no máximo” constante antes do percentual de 9,75 do ICMS para as universidades, permanecendo assim o texto como nas LDOs anteriores.

A LDO é a lei que determina as prioridades do governo do Estado de São Paulo no orçamento para investimentos e aplicação dos recursos públicos.

Entre as emendas não aceitas estavam às defendidas pelo Fórum das Seis (F6) de ampliação do repasse do Estado, dos atuais 9,57% para 11,6% do ICMS, e o fim do desconto das verbas destinadas às políticas habitacionais, juros e moras e outras na base de cálculo do orçamentário das universidades.

Após um dia de reuniões e manifestações na Alesp, com a presença de caravanas de várias cidades do interior e da capital, a LDO 2016 foi aprovada contrariando as reivindicações históricas das comunidades das três universidades paulista (Unicamp, USP e Unesp) e do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (Ceeteps).

A coordenação do F6 parabenizou os valorosos lutadores da Unicamp, USP, Unesp e Ceeteps que participaram dessa importante mobilização e ressaltou que a luta pela ampliação de recursos vai continuar na pauta dos técnico-administrativos, docentes e estudantes.

Até o fechamento dessa matéria o F6 não havia agendado nova reunião, mas a expectativa é de que os representantes se reúnam nos próximos dias para avaliar a situação e apontar novos rumos.

 

Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento

No início da tarde, a Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento (CFOP) havia aprovado o relatório do deputado Vaz de Lima (PSDB), que havia inserido apenas a expressão “no mínimo” antes dos 9,57%. A votação na CFOP teve dois votos contrários, deputados João Paulo Rillo e Teonílio Barba, ambos do PT, e um voto favorável com destaque, do deputado Mauro Bragato (PSDB), que defendeu uma emenda de sua autoria por mais recursos para as universidades.

Por volta das 15h, o F6 foi ouvido no Colégio de Líderes, defendendo as diversas emendas apresentadas, com destaque para a necessidade de que o repasse seja feito sobre o “total do produto do ICMS”, sem os descontos prévios feitos pelo governo.

 

Caravana Unicamp

plenario1

Caravana Unicamp marca presença na votação da LDO 2016

Os trabalhadores da Unicamp marcaram presença na mobilização convocada pelo Fórum das Seis por ocasião da votação da LDO 2016.

Dezenas de trabalhadores enfrentaram o frio paulista para pressionar os deputados a aprovarem mais verbas para as universidades públicas paulistas.

A diretoria do STU, assim como o Fórum das Seis, defende que o orçamento tem que acompanhar o crescimento das universidades, principalmente, porque desde 2005 o governo do Estado descumpre o acordo que levou à implantação do campus de Limeira, deixando de investir por ano mais 0,05% do ICMS na Unicamp.

Destacamos que os funcionários que acompanharam a votação terão seu ponto abonado e, caso necessário, o sindicato fornecerá documento comprobatório para ser apresentado à chefia.

 

Nossas reivindicações:

  • Destinação de 11,6% ICMS para as Universidades Estaduais;
  • Aplicação de 33% da receita dos impostos à manutenção e ampliação do nível de qualidade nos quatro níveis: infantil, fundamental, médio e superior;
  • Destinação de 3,3% do ICMS para o Ceeteps;
  • Destinação de recursos do tesouro para o IAMSPE, tendo como referência a prestação de contrapartida pelo Estado de 2%, uma vez que os servidores já contribuem com 2% dos seus rendimentos.
porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 25/06/15

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 25 de Junho de 2015.

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porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 15/05/15

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 15 de Maio de 2014.

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porFernanda de Freitas

Moção do Fórum das Seis contra a expulsão de 17 estudantes na Unesp

Confira abaixo a Moção do Fórum das Seis contra a expulsão de 17 estudantes na Unesp de Araraquara:

 

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poradmin

Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis de 27 de novembro de 2014.

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porFernanda de Freitas

Entidades cobram apoio do reitor Tadeu para as propostas do Fórum das Seis

As três entidades do campus (STU, Adunicamp e DCE) protocolaram nesta quarta-feira (3) documento que cobra do reitor Tadeu apoio às propostas apresentadas pelo Fórum das Seis à Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e ao governador do Estado, Geraldo Alckmin.

 

Ofício nº 392/2014 (STU, Adunicamp e DCE):

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Confira as propostas do Fórum das Seis:

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porFernanda de Freitas

17/07 – Assembleia dos Trabalhadores da Unicamp mantém greve

Decisão de prosseguir com a greve foi aprovada por ampla maioria dos trabalhadores que repudia o congelamento dos salários mantido pelo Conselho de Reitores

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Trabalhadores decidem manutenção da Greve (Beeroth de Souza)

Na manhã desta quinta-feira (17), a assembleia geral dos Trabalhadores aprovou a continuidade da greve na Unicamp, que completou 56 dias. A decisão ressalta a indignação da categoria diante da reunião de negociação ocorrida ontem (16), entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores (Cruesp), onde foi apresentado mais um zero de reajuste salarial.

A avaliação dos presentes é que a greve está crescendo, apesar da Unicamp intimidar os trabalhadores e processar o STU sob o falso pretexto de que a greve tem impedido o serviço na área hospitalar. Bem como, garantir liminares jurídicas em unidades importantes, como o Bandejão, Restaurante Administrativo etc.

A categoria também aprovou indicar ao Fórum das Seis que delibere para as entidades que compõe o coletivo (sindicatos, diretórios centrais e associações de docentes) que iniciem as discussões sobre a Pauta Específica em suas respectivas universidades. Tal medida não deve comprometer o objetivo principal que é a reivindicação do reajuste salarial, tão pouco, a ampliação do movimento grevista nas três universidades paulistas.

Também foi indicado que o movimento grevista acompanhe as discussões sobre o processo de revisão do Estatuto da universidade, que está sendo proposto pelo Grupo de Trabalho (GT) criado pela reitoria sem discussão com a categoria e, muito menos, com as entidades do campus.

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Categoria responde ao 0% com mais greve na universidade

Os trabalhares também ressaltaram a importância de garantir, durante a discussão da Pauta Específica, a isonomia entre os trabalhadores da Unicamp e Funcamp, cobrando, inclusive, a unificação da data-base dos funcionários Funcamp.

Por fim, a assembleia deliberou que o STU deve fortalecer os laços com a Adunicamp e o DCE para garantir a ampliação da paralisação no segundo semestre letivo.

Amanhã (18) tem Comando de Greve para organizar as ações do movimento grevista. Será às 14h, no Ciclo Básico.

 

Pauta de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp

  • Antecipação da isonomia já na data-base 2014;
  • Implementação das 30 horas/semanais na Área da Saúde;
  • Implantação do vale refeição;
  • Garantia e calendário da 2ª etapa da Mudança de Regime;
  • Carreira;
  • Extensão do auxílio alimentação para os aposentados;
  • Isonomia com a Unicamp para os trabalhadores da Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (FUNCAMP);
  • Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno;
  • Cumprimento da Súmula nº 444 do TST, que prevê pagamento em feriados e folgas para plantonistas;
  • Mais vagas nas creches.

 

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova Dia Estadual de Mobilização para segunda-feira (12)

assembleia_campanha_08_05_14A assembleia geral dos trabalhadores da Unicamp realizada na tarde desta quinta-feira (8) aprovou o indicativo do “Dia Estadual de Mobilização” proposto pelo Fórum das Seis. O ato será realizado na próxima segunda-feira (12) e tem como objetivo mobilizar a categoria para a pauta da Campanha Salarial com destaque para a luta pela isonomia e valorização salarial. Na data ocorre a primeira reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp.

Na ocasião os trabalhadores irão cobrar a implementação das 30h para a Área de Saúde e também explicações da reitoria quanto ao atraso no calendário divulgado pelo reitor, que previa a viabilização do projeto ainda este mês.

A assembleia referendou a proposta do sindicato de agendar reunião de negociação com o reitor Tadeu Jorge para discutir os pontos mais emergenciais da nossa pauta. Sendo eles: a imediata antecipação da isonomia dos pisos e o calendário para início da proposta das 30h na Área de Saúde, mais vagas nas creches, implantação do vale refeição (que na USP é de R$ 29,00/dia), mudança de Regime, Carreira, extensão do auxílio alimentação para aposentados, isonomia para os contratados pela Funcamp e redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e à melhoria do serviço.

Os trabalhadores endossaram a proposta das Congregações do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), do Instituto de Arte (IA) e da Faculdade de Educação (FE) de solicitar ao Conselho Universitário (Consu) a revogação do título de Doutor Honoris Causa concedido pela Unicamp, em 1973, ao Coronel Jarbas Passarinho, então Ministro da Educação e Cultura do governo do general Emilio Garrastazu Médici, por conta do seu papel de conspirador durante os 21 anos da Ditadura Militar. Outra medida neste sentido foi a indicação de que o STU se articule junto à bancada de funcionários do Consu para encaminhar ações em parceiras com a Adunicamp e o DCE da Unicamp.

Mais uma vez a assembleia reforçou a necessidade de que a bandeira central do Fórum das Seis seja a luta pela isonomia já e a valorização salarial, enfrentando firmemente a falácia da “falta de recursos” nos cofres das universidades, quando na verdade sabemos que há sobra orçamentária, pelo menos na Unicamp, de R$ 1,317 bilhões.

O STU ressalta que 12 de Maio será marcado como um importante dia de mobilização para dar início a Campanha Salarial 2014 de forma unificada e fortalecida. E para que nosso movimento cresça é preciso intensificar a mobilização realizando reuniões de unidade. Ligue no STU e agende a sua!

 

Reunião do Núcleo de Negros e Negras

Por ocasião dos recentes ataques preconceituosos propagados através da campanha “Somos Todos Macacos” faz-se urgente a intensificação das ações do Núcleo de Negros e Negras da Unicamp.

Desta forma, está agendada uma reunião para a próxima terça-feira (13), às 12h, no Ciclo Básico (CB-02).

A intenção é debater a questão do “racismo à brasileira”, visto que nosso país sempre fez vista grossa para os enfrentamentos raciais, apesar do racismo ser real. Também entra na pauta as discussões sobre as cotas raciais no vestibular e nos concursos públicos. Visto que ambas as propostas – que visam o ingresso de estudantes e de funcionários negros na universidade – foram amplamente debatidas e defendidas no XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, ocorrido em novembro do ano passado.

 

Calendário de Mobilização

Segunda-feira (12)

Dia de Estadual de Mobilização – com ato na Unicamp

15h – Negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp

 

Quarta-feira (14)

12h – Assembleia Geral para analisar proposta do Cruesp, no Ciclo Básico (CB-2)

 

 

porFernanda de Freitas

Boletim 012/2014

Baixe aqui o Boletim 012/2014, de 8 de Maio de 2014.

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porFernanda de Freitas

Boletim 011/2014

Baixe aqui o Boletim 011/2014, de 7 de Maio de 2014.

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