Arquivo de tag Campanha Salarial 2015

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Funcamp cobram respeito e cumprimento da data-base

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STU e trabalhadores da Funcamp se reúnem no Auditório do HC

Quinta-feira passada (1) o STU se reuniu com os trabalhadores da Funcamp para discutir a Campanha Salarial e a organização da categoria.
É bom lembrar que, a data-base dos trabalhadores da Funcamp ocorre em 1º de agosto e até o momento estamos sem previsão de reajuste salarial e sem justificativa formal para o não pagamento.

Diante dessa situação, o STU cobrou do Coordenador Geral da Unicamp, prof. Álvaro Crosta e do diretor executivo da Funcamp, prof. Fernando Sarti, reunião para tratar do tema, mas não obteve retorno até a presente data.

De acordo com informações publicadas no site do SEAAC, as negociações estão paradas desde 25 de agosto, quando os representantes da Fundação apresentaram proposta de parcelar o reajuste dos salários. Em 25 de setembro, a entidade disse que foi à Delegacia Regional do Trabalho de Campinas (DRT) buscar mediação do órgão para construir uma proposta definitiva de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Enquanto isso, sindicato e trabalhadores aguardam a Funcamp apresentar nova proposta.

Mobilização da Funcamp

Na reunião entre STU e os trabalhadores da Funcamp ficou decidido retomar imediatamente as atividades da Comissão de Trabalhadores Funcamp (CTF). Na ocasião foram eleitos mais membros para reforçar a representação na maioria das unidades.

A avaliação foi de que é necessário investir na organização e mobilização da categoria como forma de garantir o reajuste salarial, respeito aos direitos trabalhistas e melhores condições de trabalho.

Eles definiram também que o STU deve denunciar essa situação ao Ministério Público do Trabalho (MPT) relatando, inclusive, o tratamento desrespeitoso dado aos trabalhadores pelos gestores da Funcamp, além do descumprimento da data-base, cujo processo não garante a participação da categoria na negociação ou nos termos a serem acertados no ACT.

O SEAAC informou que assim que for assinado o acordo ele terá efeito retroativo a 1º de agosto e, até lá, ficam garantidas todas as cláusulas e direitos previstos no atual ACT. Mesmo assim, os trabalhadores ressaltaram que estão cansados da forma com que a entidade sindical conduz a negociação e que não será mais aceito que os trabalhadores não participem efetivamente do processo de decisão ou que sejam convocados apenas para dar o aceite na proposta firmada entre SEAAC e Funcamp.

Contribuição Assistencial

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Trabalhadores da Fucamp votam encaminhamentos da reunião

Outro ponto levantado pelos trabalhadores na reunião com o STU foi a cobrança de uma suposta taxa negocial pelo SEAAC.

Sabemos que o artigo 545 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) permite que seja descontado em folha de pagamento de seus trabalhadores, sindicalizados ou não, uma contribuição cujo valor é aprovado previamente em instrumentos coletivos. Esta contribuição é cobrada por ocasião da data-base de cada categoria e vai para os sindicatos da categoria. Entretanto, o trabalhador tem o direito de não pagar essa contribuição, devendo para isso manifestar sua contrariedade ao desconto.

Quanto à taxa negocial, a Justiça Trabalhista vem se manifestando contrariamente a sua cobrança, sendo que decisões proibitivas já foram emanadas pela Justiça do Trabalho de Botucatu, Araraquara, Porto Ferreira, dentre outras no país.

Foi relatado que o SEAAC tem dificultado o processo por não oferecer as devidas informações quanto ao recolhimento e, principalmente, orientações quanto à forma de cancelamento da cobrança.

O STU defende a manutenção da entidade sindical e da luta da categoria deve se dar por meio do apoio de seus associados. Sendo assim, combate veemente a prática de cobrança que gere dependência financeira do sindicato ou influencie na atuação da entidade.

Na luta com os trabalhadores da Funcamp

Os trabalhadores solicitaram que o STU acompanhe os encaminhamentos referentes à data-base e apoie os trabalhadores na organização dessa luta. Mesmo que o SEAAC seja o representante legal dos contratados pela Funcamp, o STU irá dar todo o suporte necessário para a categoria garantir o cumprimento da data-base e o avanço na pauta dos trabalhadores, bem como exigir respeito aos direitos trabalhistas e sociais e coibir qualquer tipo de prática antissindical pela Fundação.

O STU seguirá defendendo os contratados via Funcamp, como sempre fez historicamente, por entender que todos são trabalhadores Unicamp e devem ser tratados com o merecido respeito e isonomia.

poradmin

Campanha Salarial 2015: Os trabalhadores seguem na luta

Os trabalhadores da Unicamp sempre lutaram para que os salários sejam isonômicos entre as três universidades estaduais paulistas. Em 2011, após uma greve de mais de dois meses, o tema voltou ao centro das discussões na Universidade, levando a que todas as candidaturas à reitoria no pleito realizado no início do ano seguinte tivessem que se manifestar sobre o tema. O vencedor da consulta, que teve ampla maioria de votos dos trabalhadores técnico-administrativos, comprometeu-se em seu programa de gestão a “restabelecer a igualdade dos salários da Unicamp com os da Universidade de São Paulo (USP), “nos dois primeiros anos da gestão”.
Em junho de 2013, em ofício ao STU, o reitor José Tadeu Jorge reiterou o compromisso firmado, estabelecendo o prazo de abril deste ano para encerrar o processo de recomposição da isonomia. No entanto, este prazo venceu e, após muitas idas e vindas, cobranças, discursos do reitor de que a efetivação estaria “condicionada à arrecadação do ICMS e poderia nem ser viabilizada, a mobilização da categoria para ir a um nova greve levou a reitoria a apresentar novo cronograma para efetivação da paridade salarial com a USP. Pela nova proposta, aprovada em assembleia no dia 25 de maio, quando a arrecadação estadual deste ano chegar a R$ 92,2 bilhões será garantida uma referência para todos os servidores, exceto os já isonômicos (118 funcionários enquadrados no nível 01-F).
Além disso, está pactuado que:
Se a arrecadação estadual do ICMS chegar em R$ 94 bilhões, é possível garantir mais uma referência no nível médio e superior para os servidores que estão abaixo do piso;
Com R$ 94,5 bilhões, é possível garantir mais uma referência para todos os servidores que estão abaixo do piso;
E se o acumulado do ICMS atingir R$ 95,2 bilhões será possível garantir mais uma referência para todos e eliminar o saldo residual, completando o processo de efetivação da isonomia.
Embora não seja a efetivação da “isonomia já!”, como a categoria vem cobrando há cinco anos, os trabalhadores e trabalhadoras em assembleia precedida de dezenas de reuniões de unidades consideram um avanço importante a Universidade reafirmar o reconhecimento do direito à isonomia, impedindo que a conta da crise seja jogada sobre as costas daqueles que têm um papel fundamental na construção cotidiana da excelência da Unicamp.
Esse desenrolar das negociações internas à Unicamp ganhou ainda mais importância diante da lamentável postura do reitor da USP e presidente do Cruesp, Marco Antônio Zago, de encerrar unilateralmente as negociações com o Fórum das Seis encaminhando ao Conselho Universitário daquela Universidade a votação da proposta apresentada às entidades pelos reitores e reconhecidamente insuficiente até para a cobertura das perdas inflacionárias de maio/2014 a abril/2015.
O Fórum das Seis havia reafirmado disposição em negociar. Diante da realidade da crise, as categorias decidiram majoritariamente até discutir os 3% de reposição de perdas acumuladas se fosse garantido o índice de reajuste de 8,35% do ICV-Dieese. Como a proposta foi negada pelo Cruesp, o Fórum propôs que pelo menos os 7,21% de reajuste oferecido fossem pagos integralmente na data-base (em maio deste ano). E ainda numa última tentativa de negociação, o Fórum cobrou que o parcelamento fosse de 5,36% em maio e 1,76% em junho.
A preocupação das categorias, em toda a negociação, foi defender as universidades e valorizar os trabalhadores, visando assegurar melhores condições de trabalho e salário, e minimizar as perdas salariais já acumuladas. No entanto, o Cruesp mais uma vez mostrou indisposição em efetivar uma negociação real, recusando todas as propostas do Fórum e criando um fato consumado com a votação no CO/USP.
Por isso, os trabalhadores da Unicamp, em unidade com o Fórum das Seis, seguirão na luta:
– Pela retomada da isonomia entre os servidores das três universidades estaduais paulistas;
– Pela aprovação das propostas apresentadas pelas entidades à LDO/2016, visando ampliar o financiamento da Unicamp, USP, Unesp e Centro Paula Souza;
– Pela extensão do auxílio alimentação aos aposentados das três universidades;
– Pela garantia da reunião com a qual o Cruesp se comprometeu em setembro deste ano, a fim de avaliar as possibilidades de avanço nas negociações salariais;
– Pela aprovação da pauta específica na Unicamp.
porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 15/05/15

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 15 de Maio de 2014.

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porFernanda de Freitas

Cruesp apresenta índice parcelado (4% + 3,09%)

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Trabalhadores da Unicamp em Ato Conjunto na porta do Cruesp

Os trabalhadores, docentes e estudantes atenderam o chamado das suas entidades e compareceram em peso ao Ato Conjunto da Campanha Salarial, dando demonstração de que estão dispostos a lutar para garantir suas reivindicações.

A reunião de negociação com o Conselho de Reitores (Cruesp) foi aberta com a discussão sobre o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2016. O Fórum das Seis (F6) cobrou que os reitores intervenham na tentativa do governador Alckmin de fixar o repasse de “no máximo” 9,57% do ICMS-QPE, porque tal medida representa um retrocesso na luta por mais verbas para a Educação, além de acabar de vez com a autonomia das universidades estaduais.

Em seguida os reitores apresentaram ao F6 a proposta de reajuste de 4% (maio/15) + 3,09% (out/15) com impacto no 13º salário.

A reunião chegou a ser suspensa por solicitação do F6 e depois foi retomada para tentar avanço nos índices com os reitores.

Após o retorno à reunião o Cruesp apenas se dispôs a antecipar a segunda parcela para outubro.

Então ficou desta forma a composição do reajuste: 4% (em maio/15) mais 3,09% (a partir de outubro/15), com impacto do total dos índices sobre o 13º salário.

Não houve acordo das entidades e a nossa assembleia acontece no dia 19/5.

Mais informações no Boletim do STU desta sexta-feira (15).

 

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova pauta unificada de reivindicações 2015

Hoje à tarde (19) os trabalhadores da Unicamp realizaram mais uma rodada de assembleia para discutir a Campanha Salarial 2015.

Foi aprovada, por unanimidade, a Pauta Unificada com destaque para a proposta que reivindica reposição salarial na data-base para docentes e servidores técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza, de acordo com o ICV do Dieese, correspondente à inflação do período maio/2014 a abril/2015, mais 3% a título de recuperação parcial de perdas históricas, com nova negociação salarial em setembro/outubro 2015. Isso significa reposição da inflação mais as perdas salariais.

A categoria apresentou algumas considerações à pauta indicada pelo Fórum das Seis, entre elas, a inclusão do item “fim dos super salários, cumprindo a Lei do teto salarial do funcionalismo”.

A assembleia também aprovou:

  • Mobilização da categoria para participação no ato nacional do dia 26 de março em defesa da classe trabalhadora, com a realização de um debate na Unicamp sobre conjuntura;
  • Moção cobrando a retirada das punições da diretora Adriana Stella e a anulação da sindicância;
  • Moção de apoio aos professores da rede estadual paulista que estão em greve;
  • Intensificar o calendário de mobilização com vistas no fortalecimento da luta pela isonomia.

Além disso, a assembleia também aprovou um calendário de luta que incorpora as mobilizações apontadas pela Fasubra e pelo Fórum das Seis.

Calendário de Luta:

  • 23/03, 10 às 15h – Reunião do Fórum das Seis, na sede da Adunesp (Praça da Sé)
  • 24/03, 16h – Reunião com o reitor, na sala do CONSU (com transmissão online).
  • 31/03 – Assembleia Orçamentária do STU
  • 7, 8 e 9 de Abril – Jornada Nacional com Paralisação dos Servidores Públicos Federais (com ampla participação dos trabalhadores das Universidades Públicas) – Fasubra
  • 16/04 – Assembleia Geral (isonomia)
porFernanda de Freitas

Trabalhadores da DGA apontam necessidade de fortalecer o movimento

Funcionários da DGA se reúnem para discutir Campanha Salarial 2015

Funcionários da DGA se reúnem para discutir Campanha Salarial

Nesta quarta-feira (25) teve início as reuniões de unidades para discutir a Campanha Salarial 2015.

O primeiro local a se reunir foi a DGA que contou com cerca de 50 trabalhadores e o acompanhamento dos diretores do STU – Kiko, Iuri, Paulo e Genézio.

Os trabalhadores fizeram uma análise da situação política e econômica brasileira e como ela tem refletido nas ações do governo do Estado de São Paulo e impactado as universidades estaduais.

É consenso que teremos um ano difícil, com muitos cortes de verbas e arrocho salarial. E apesar do horizonte desfavorável, os funcionários presentes à reunião demonstraram muita disposição de luta para enfrentar o achatamento dos salários e de benefícios e, principalmente, muita vontade de pressionar o reitor Tadeu para que ele cumpra seu principal compromisso de gestão, a implementação da isonomia.

Todos concordaram em continuar a se reunir até a data da assembleia geral, que será 4 de março, para discutir a construção de um calendário de mobilização. Outro ponto importante discutido pelos trabalhadores é a eleição dos seus membros para o Conselho de Representantes (CR) com finalidade de organizar a participação da unidade e fortalecer o movimento dentro da universidade.

Os funcionários também ressaltaram que para avançarmos nas conquistas precisamos unificar nossas ações com os funcionários da USP e Unesp.

Vale lembrar que amanhã (26) tem reunião dos trabalhadores do IFCH. Será às 9h na escadaria.

porFernanda de Freitas

Reuniões de Unidade: mobilização para Campanha Salarial 2015

Nesta semana o STU dá início à organização das reuniões de unidades para debater a Campanha Salarial 2015, seguindo o indicativo do Fórum das Seis.

O principal ponto de discussão será a pauta de reivindicações dos trabalhadores das três universidades paulistas, além da construção de um calendário de mobilização para a data-base, que tem como foco a luta pela isonomia com a USP.

A proposta do STU é organizar e fortalecer o movimento para cobrar a implementação da isonomia, compromisso assumido pelo reitor, que até o momento não saiu do papel.

Chegou o momento de nos reorganizamos para garantir a efetivação da nossa conquista. Então, se a sua unidade ainda não tem reunião marcada, ligue para a Secretaria do STU e agende – ramais: 17412 / 17147 ou telefones: 3289-4242/ 3289-3502.

 

Agenda de Mobilização

25/02 (quarta-feira)

  • 9h: DGA (no saguão)
  • 15h: BC

26/02 (quinta-feira)

  • 9h: IFCH (na escadaria)