Arquivo de tag Campanha Salarial 2014

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Reitoria antecipa pagamento de abono para dia 19

A reitoria divulgou comunicado nesta segunda-feira (15) anunciando que o pagamento do abono salarial indenizatório da data-base será feito nesta sexta-feira (19/9). Em comunicado do dia 10/9, a administração havia determinado que a parcela seria paga “7 dias após a normalização das atividades”.

A reitoria também esclareceu que “o valor do abono salarial será calculado sobre todos os ganhos em que incide o reajuste, tais como vencimento, adicional por tempo de serviço, sexta-parte, gratificação de representação e GRI pagos na folha competência agosto de 2014”, diferentemente do que foi publicado no Boletim do STU nº 97, que circulou também neste dia 15 na Universidade.

porFernanda de Freitas

Segundo semestre letivo começa com protesto contra reajuste de 0%

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Trabalhadores em greve protestam nas guaritas da Unicamp

Mesmo debaixo de chuva e vento forte os trabalhadores tomaram as guaritas das universidades para protestar contra o reajuste zero.

Não tem arrego! Esse foi o recado que os trabalhadores da Unicamp deram ao reitor que apostou no enfraquecimento da mobilização ao esvaziar a universidade por dois meses inteiros sob a desculpa de férias.

Hoje, 1º de setembro, inicia-se o segundo semestre letivo e o movimento completa 102 de greve. Durante esse tempo foram muitos os protestos, atos, passeatas e denúncias sobre a triste situação das três universidades paulistas.

Nossa greve é contra o desmonte das universidades públicas, contra o congelamento dos salários dos funcionários e docentes, contra a privatização dos serviços públicos, contra o reajuste zero e por melhores condições de trabalho.

Vale lembrar que essa semana é decisiva, pois ocorre nova rodada de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp. Desta forma, os trabalhadores prometem não recuar, ao contrário, irão tomar as ruas de São Paulo para protestar contra o arrocho salarial imposto pelos reitores.

Comitiva da CTB visita a Unicamp

 

Membros da CTB e do Sindicato dos Jornalistas visitam o STU

No fim da manhã, uma comissão da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) formada pelo presidente da central, Adilson Araújo e o secretário-geral da CTB-SP, Paulo Nobre, entre outros representantes, estiveram na Unicamp para prestar solidariedade ao movimento grevista, assinando, inclusive, documento de apoio à luta dos trabalhadores.

 

O encontro também contou com a presença do diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Agildo Nogueira Júnior, que aproveitou para reforçar o apoio aos trabalhadores.

Os companheiros trouxeram a solidariedade de classe neste momento de impasse pelo qual está passando os trabalhadores da Unicamp.

Essas são algumas das inúmeras manifestações de apoio recebidas, ao longo destes mais de três meses, e que provam que nosso movimento está no rumo certo.

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Documento de apoio apresentado pela CTB:

 

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp decidem que a greve continua

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Movimento grevista aprova continuidade da greve que completa 98 dias nesta quinta-feira (28)

 

assembleia_greve_28_08_14Os trabalhadores em greve da Unicamp decidiram, em assembleia geral na tarde desta quinta-feira (28), pela continuidade da greve unificada, com 302 votos a favor e 261 contra.

A categoria defende a manutenção da greve porque houve pouco avanço nas propostas apresentadas pelo reitor da Unicamp, Tadeu Jorge, mesmo diante da contraproposta apresentada pelos trabalhadores à reitoria.

Os funcionários técnico-administrativos da Unicamp apresentaram a contraproposta que reivindica:

 

  • Abono (21% sobre os salários de ativos e aposentados, descontado o IR);
  • Uma referência para todos os servidores (acréscimo salarial de 5%);
  • Efetivação da segunda etapa do processo de isonomia (três referências para todos os pisos, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/13);
  • Vale-refeição;
  • Calendário de discussão do restante da Pauta Específica 2014;
  • Negociação da pauta da DEdIC (Sistema Educativo) e implementação imediata da Lei 11.738/2008 (Lei do 1/3).

 

Vale lembrar que o movimento unificado (Unicamp, USP e Unesp) reivindica 10% de reajuste salarial, entre outros itens que compõe a Pauta Unificada 2014. Entretanto, os reitores apresentaram, em quatro reuniões de negociação, zero de reajuste. Os trabalhadores justificam que 0% não é proposta para negociação na data-base, por isso, seguem em greve.

Na próxima quarta-feira, 3 de setembro, ocorre mais uma rodada de negociação entre o Fórum das Seis – entidade que congrega as entidades das três universidades – e o Conselho de Reitores (Cruesp). Nesta data será realizado um ato unificado da comunidade universitária da Unicamp, USP e Unesp.

Os trabalhadores da Unicamp defendem que é preciso intensificar a mobilização e a unidade com as entidades do Fórum das Seis para derrotar a intransigência dos reitores, o ataque à universidade pública e cobrar o reajuste na data-base.

 

AGENDA DA LUTA

29/08 (sexta-feira), às 10h, no Ciclo Básico

  • Comando de Greve do STU

02/09 (terça-feira), 16h, na Praça do Relógio da USP

  • SOS USP – Em defesa da Universidade Pública (organizado pela Comissão de Mobilização da Adusp)

03/09 (quarta-feira), 13h, na Praça do Relógio da USP

  • Ato Estadual Unificado (passeata do MASP até a sede do Cruesp)

 

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Docentes aprovam apoio à greve em Conselho Nacional do Andes

O 59o CONAD – Conselho do ANDES (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), realizado nos dias 21 a 24 de agosto, em Aracaju (SE), aprovou duas moções relativas à greve unificada nas universidades estaduais paulistas. Uma delas repudia a postura intransigente e privatista do reitor da USP, Marco Antônio Zago. A outra manifesta apoio à luta nas três instituições de ensino superior do Estado.

Leia abaixo a íntegra da moção de apoio à comunidade acadêmica das universidades estaduais de São Paulo.

“Considerando:

– a importância da contribuição da USP, UNICAMP e UNESP para a formação dos profissionais de nível superior, em especial dos docentes que atuam na educação em todas as regiões do país;

– a grande expansão realizada por estas instituições nas últimas décadas, tanto em número de matrículas na graduação e na pós-graduação, quanto na produção científica, cultural e atividades de extensão;

Os delegados ao 59º CONAD do ANDES-SE realizado em Aracaju-SE, no período de 21 a 24 de agosto de 2014, vêm instar o governo paulista a:

– destinar a necessária complementação de recursos para garantir a manutenção da qualidade das atividades de ensino-pesquisa e extensão realizadas pela UNESP, UNICAMP e USP;

– envidar todos os esforços para que o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (CRUESP) abra negociação efetiva com as categorias em greve.

Aracaju-SE, 24 de agosto de 2014″

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Assembleia será retomada nesta sexta às 10 horas, na Praça da Paz

Os funcionários técnico-administrativos da Unicamp decidiram suspender a assembleia que estava ocorrendo na tarde desta quinta-feira (7), tendo em vista o adiantado da hora. A reunião deverá ser retomada na sexta-feira pela manhã.

Dada a complexidade da discussão e o grande número de trabalhadores inscritos para fazer uso da palavra, foi necessário encerrar a atividade com retomada amanhã (8).

A assembleia irá analisar e deliberar sobre a proposta apresentada ontem pela reitoria, de concessão de um abono de 21% aplicado sobre o salário de julho/14 abrangendo funcionários ativos e aposentados, além da aplicação imediata de uma referência nos pisos dos três segmentos (fundamental, médio e superior).

Os trabalhadores da Unicamp estão em greve há 77 dias reivindicando reajuste salarial de 10% e isonomia salarial.

A medida de suspensão dos trabalhados foi acertada porque contempla o direito de manifestação de todos os trabalhadores, além de conferir mais tempo à categoria para discutir e, principalmente, avaliar a proposta apresentada pelo reitor.

Desta forma, a assembleia recomeça amanhã (8), às 10h, na Praça da Paz.

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Deu no G1: Após 2 meses, Unicamp aprova em assembleia a continuidade da greve

Grevistas aguardam próxima reunião com o Cruesp para discutir reajuste zero. Adesão ao movimento era de 70% até esta quinta-feira (24), afirma sindicato.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aprovou em assembleia com aproximadamente 300 trabalhadores, na tarde desta quinta-feira (24), a manutenção da greve de funcionários. Eles estão parados há dois meses contra o reajuste zero proposto para a categoria.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) Diego Machado de Assis, a assembleia foi realizada para debater alguns indicativos propostos pelo Fórum das Seis na terça-feira (22). Alguns representantes da Universidade de São Paulo (USP) também participaram da reunião. “Ficou decidido que só depois do reajuste zero é que as universidades deveriam discutir as pautas específicas de cada uma. Vamos pedir que reavaliem e reabram essa discussão”, explica.

Ainda segundo Assis, na próxima segunda-feira (28) haverá um novo encontro do comando de greve para decidir os rumos do movimento. No entanto, de acordo com o diretor, a nova data para a reunião entre representantes dos grevistas e o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp),que deveria ter sido definida na última semana, ainda não foi agendada. “Eles não retornaram. Estamos esperando”, afirma.

Segundo o STU, a adesão à greve está em 70% até nesta quinta-feira. O percentual, no entanto, é contestado pela universidade que afirma que as atividades funcionam normalmente em 85% das 22 unidades de ensino e pesquisa. Nos outros 15%, segundo a instituição, houve adesão predominantemente de servidores técnico-administrativos.

Ano letivo

Por meio de nota, a Unicamp disse que as aulas não dadas neste semestre serão repostas e em breve, a universidade fornecerá informações detalhadas sobre os encaminhamentos previstos.

A universidade informou também que a maioria dos alunos de graduação e pós-graduação está com suas notas em dia junto à Diretoria Acadêmica. “Conforme registrado no sistema, 70,4% dos alunos da graduação já tiveram suas notas e frequências carregadas e disponíveis para o histórico escolar. Da mesma forma, as notas de 69,3% dos estudantes de pós-graduação foram lançadas “, explica o órgão no documento.

Acesse no site de origem

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Moção de apoio à greve dos professores, trabalhadores e estudantes das Universidades Estaduais de São Paulo

Desde o fim do mês de maio as três Universidades Estaduais Paulistas, USP, UNESP e UNICAMP, entraram em greve geral devido a proposta do CRUESP de reajuste salarial de 0% para professores e funcionários, dando como desculpa uma crise orçamentária da USP. O CRUESP tenta despejar sobre as costas de servidores, professores e estudantes os custos desta crise e apresentam uma saída que se expressa na precarização das condições de trabalho e estudo, com a ausência de reajuste e cortes no orçamento, e na privatização da universidade, já surgindo propostas de cobranças de mensalidades e captação de recursos oriundos de fundações privadas.

Estamos diante da necessidade não só de garantir imediatas condições de trabalho e ensino de qualidade, mas de luta em defesa da educação pública e gratuita que unifica professores, funcionários e estudantes de USP, UNESP e UNICAMP. A luta pela ampliação das verbas para as universidades estaduais paulistas é central para que continuemos a ter uma universidade pública e com qualidade, sendo responsabilidade do governador do estado, Geraldo Alckmin, arcar com os custos suficientes para que este problema se resolva e atenda as reivindicações legítimas apresentadas pelos professores, trabalhadores e estudantes, que com sua luta constroem a unidade necessária para a defesa do direito ao ensino superior público, gratuito e de qualidade.

Nós, professores da rede estadual de ensino organizados nas Subsedes da APEOESP – SINDICATO DOS PROFESSORES DO ENSINO OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO abaixo discriminadas, que há décadas enfrentamos as políticas de privatização e ataques à educação pública promovidos pelos sucessivos governos do PSDB apoiamos de forma irrestrita os professores, funcionários e estudantes em greve e a sua luta por melhores condições de trabalho e em defesa da educação pública, pois o que o governo, com o aval do CRUESP, pretende é avançar no ensino superior com o mesmo projeto que levou à crise a educação básica nas escolas da rede estadual de ensino. Não aceitamos a posição dos reitores e do governador de atacar o caráter público destas instituições, jogando cada vez mais as universidades públicas para os braços das fundações privadas, que querem controlar as pesquisas nas universidades para aumentarem seus lucros. Também apoiamos as reivindicações dos movimentos de estudantes em defesa da democratização das instâncias decisórias das universidades, aprofundado as políticas de permanência estudantil e de acesso, como as reivindicações de cotas e políticas de permanência para negros e negras, que há tempos têm sido levantadas pelo Movimento Negro no Estado de São Paulo e que são negligenciadas pelo governo Alckmin, demonstrando que além, de um governo inimigo dos trabalhadores e dos servidores públicos, não tem o compromisso de reverter o verdadeiro abismo racial e social que exclui negros e negras das universidades públicas.

 

Assinam: APEOESP SÃO MIGUEL, ITAIM PAULISTA; APEOESP ITAQUERA, GUAIANAZES E SÃO MATHEUS; APEOESP TATUAPÉ; APEOESP SUL SANTO AMARO, APEOESP OESTE LAPA; APEOESP GUARULHOS, ARUJÁ E SANTA ISABEL; APEOESP SUZANO; APEOESP MOGI DAS CRUZES; APEOESP SÃO CARLOS; APEOESP JAÚ; APEOESP RIBEIRÃO PRETO

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Boletim 052/2014

Baixe aqui o Boletim 052/2014, de 14 de Julho de 2014.

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Unicamp ameaça trabalhadores e impõe multa de R$ 500 mil ao STU

Universidade aciona Judiciário contra a greve sob argumento inverídico de que teria havido fechamento de setores no HC, mas os trabalhadores da saúde seguem firmes na luta e ambulatórios reduzem o efetivo no atendimento em 20% a partir de hoje.

A reitoria da Unicamp deu, no apagar das luzes da semana passada, mais uma demonstração de intransigência e desrespeito ao direito de greve. Depois do Cruesp arrastar o reajuste zero desde o início da paralisação, que na Unicamp teve início em 23 de maio, os trabalhadores da Área da Saúde, cientes de sua responsabilidade, vinham buscando formas de garantir o direito constitucional de greve nos termos da lei, tudo discutido previamente com a direção do Hospital de Clínicas.

A adesão dos trabalhadores da saúde ao movimento começou com a paralisação de duas horas diárias entre 3 e 6 de junho.

Entre os dias 4 e 16 do mês passado, diante da impossibilidade de atendimento em função de problemas na esterilização dos instrumentos cirúrgicos, a Universidade suspendeu cerca de 800 cirurgias. Esse fato não teve nenhuma relação com a greve, mas foi derivado das péssimas condições de funcionamento do hospital e da quebra da máquina de autoclave, conforme denunciado no Boletim do STU.

Em 27 de junho, novamente em reunião dos locais de trabalho, os servidores da saúde decidiram paralisar parcialmente as atividades, estabelecendo um rodízio entre os participantes do movimento, para garantir o atendimento à lei de greve e o direito de reivindicação. Em negociação com os gestores do HC, ficou estabelecido que haveria uma escala prévia diária de suspensão do atendimento em três das 23 salas de cirurgias, de forma a garantir a participação mínima dos trabalhadores na greve. Naquele momento, a postura dos gestores foi no sentido de rodiziar as suspensões por especialidade, com comunicação antecipada, visando não causar suspensão inadvertida de procedimentos.

No dia 8 de julho novamente a administração suspendeu o atendimento em função do jogo do Brasil, e não por causa da greve.

No dia 10, os gestores solicitaram ao comando de greve e à diretoria do STU que reavaliassem o movimento, manifestando preocupação em manter o acordo estabelecido verbalmente.

No entanto, na última sexta-feira (11), o recém empossado superintendente do HC, João Batista de Miranda, questionou a presença de diretores do sindicato no corredor do Centro Cirúrgico e, mesmo informado de que haveria uma reunião sugerida pelos gestores daquela unidade hospitalar para discutir a forma de continuidade da greve, unilateralmente a administração declarou que não aceitaria paralisação na assistência, que não haveria mais nenhum acordo e que dirigentes do sindicato estariam proibidos de entrar no local – ferindo o princípio legal da livre organização sindical nos locais de trabalho, ainda mais num espaço público.

Para piorar a situação, o STU foi notificado na própria sexta-feira que um dia antes a Universidade obteve decisão judicial liminar multando o sindicato em R$ 500 mil mediante informações inverídicas de que teria havido “fechamento” de áreas do hospital.

A diretoria do STU ressalta que nunca houve qualquer obstrução à circulação de pessoas ou de espaços físicos no Centro Cirúrgico, nem impedimento de qualquer procedimento nas dependências do Centro Cirúrgico Geral e Ambulatorial do HC – a não ser por parte da Universidade, que colocou seguranças na entrada do CC para bloquear o acesso de dirigentes do sindicato.

A greve na saúde continua!

A decisão de organizar a greve foi definida pelos trabalhadores, de acordo com a lei, no contexto da greve das universidades, que permanece diante do impasse na negociação com o Cruesp.

A luta na Saúde continua, com adesão ativa dos servidores nos períodos da manhã e da tarde. E está mantida a decisão da categoria de reduzir em 20% o número de funcionários no atendimento ambulatorial a partir de hoje.

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Greve segue forte na Unicamp, USP e Unesp

A greve segue forte nas três universidades estaduais paulistas após o Cruesp manter a intransigente proposta de reajuste zero. Em nota conjunta publicada neste dia 10, Adunesp e Sintunesp reafirmam a continuação da greve naquela Universidade. Após reunião com a reitora da Unesp e presidenta da Cruesp, Marilza Vieira Cunha Rudge, os trabalhadores apontaram que o discurso de resolver as pautas específicas antes da pauta unificada do Fórum das Seis é mais uma tentativa de enfraquecer o movimento.

Na USP também foi deliberado que nenhuma pauta especifica será discutida antes da negociação salarial e a pauta unificada. Em nota divulgada pelo Sintusp também no dia de ontem, chamou-se a atenção para o fato de que os reitores querem vencer a greve pelo cansaço. Porém, a categoria segue unida, sem medo de manter a greve até que as reivindicações sejam atendidas. A Adusp manteve a paralisação em assembleia realizada no dia 8 e agendou uma série de atividades de mobilização até a próxima reunião arrancada pelo Fórum das Seis com o Cruesp, marcada para o dia 16, após as categorias repudiarem a manutenção do reajuste zero e decidirem em todas as três universidades estaduais paulistas seguir na luta unificada por respeito e pela recomposição salarial.

Em assembleia lotada no dia 7, os docentes da Unicamp também decidiram prosseguir com o movimento. Em relação ao comunicado do reitor José Tadeu Jorge, a Adunicamp informa que a categoria deliberou que a negociação da pauta específica será aceita desde que a reitoria reconheça formalmente que houve perdas salariais e que elas serão repostas, entre outras condições – como a adequação do calendário letivo após o término da greve.

O Fórum das Seis deliberou que as entidades devem negociar as pautas específicas somente após discussão da Pauta Unificada. No dia dia 16/7 (quarta-feira), antes da reunião com o Cruesp, agendada para as 15 horas, o Fórum volta a se reunir.

Negociação salarial já!

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Os trabalhadores não aceitam chantagem! Os problemas da “proposta” da reitoria ponto a ponto

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No Boletim de ontem, o STU deixou expressa a indignação da categoria em relação ao comunicado apresentado pela reitoria da Unicamp, que informa decisões sem que haja uma negociação com a categoria. Além disso, o documento é uma chantagem contra a greve. Mas os trabalhadores não interromperão a paralisação e nem discutirão as pautas específicas antes da pauta unificada com o Fórum das Seis.

“1. Concessão do Auxílio Refeição para os servidores da Unicamp, nos mesmos moldes e valores da USP, com validade a partir do primeiro dia útil após a total normalização das atividades.”

Ao utilizar a USP como modelo para discussão desse benefício, a reitoria da Unicamp segue excluindo os aposentados e trabalhadores afastados do benefício e tenta impor o desconto de 20% do valor total recebido de VR, no demonstrativo do próprio mês, como contrapartida do auxílio, e ainda o impedimento de uso do restaurante universitário.
Como item da pauta especifica dos trabalhadores da Unicamp, o Auxílio-Refeição deve ser discutido e negociado com a categoria, mas ele não substitui o reajuste salarial.

“2. Discussão da segunda fase do processo de isonomia salarial com a USP, com a primeira reunião no décimo dia útil após a total normalização das atividades.”
A divisão do processo de isonomia salarial com a USP em várias fases foi colocada pela própria reitoria no ano passado, a partir de um calendário que ela mesma propôs e que agora está descumprindo.
É uma vergonha que tenhamos completado três anos sem a efetivação da isonomia – que também não substitui o reajuste salarial.

“3. Definição de reuniões para o prosseguimento da negociação dos demais pontos das pautas específicas de professores, funcionários e estudantes.”
Tadeu desrespeita mais uma vez a categoria ao querer discutir a pauta específica sem mencionar o reajuste salarial e com a condicional de que a greve acabe. além disso, é uma tentativa de enfraquecer a greve unificada.

Para mais informações sobre o vale-refeição na USP, consulte o serviço de perguntas e respostas daquela Universidade.

Atualizado em 13/07/2014 às 18h00.

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Boletim 036/2014

Baixe aqui o Boletim 036/2014, de 13 de Junho de 2014.

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Boletim do Fórum das Seis 4/6

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis de 04 de Junho de 2014.

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V Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade envia moção de apoio à greve

Foi aprovada na data de ontem pelos participantes do V Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade – SITRE (http://www.sitre.cefetmg.br/), realizado na Faculdade de Educação da UFMG, em Belo Horizonte, uma moção de apoio a algumas greves em curso no Brasil.

Clique na imagem para ler:

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp aprovam greve

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Em resposta ao congelamento dos salariais funcionários técnico-administrativos decidem em assembleia realizada hoje à tarde (22) pela greve nesta sexta-feira

 

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Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia na tarde desta quinta-feira (22) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

A paralisação começa amanhã (23) e o motivo é o congelamento dos salários neste ano decidido pelo Conselho de Reitores (Cruesp) das três universidades paulistas: Unicamp, USP e Unesp.

A decisão de greve dos funcionários técnico-administrativos da Unicamp foi votada hoje em assembleia com a presença de centenas de trabalhadores na Praça da Paz. Duas propostas foram apresentadas à categoria: greve ainda hoje ou a partir de amanhã. A maior parte da categoria decidiu pela greve amanhã para organizar melhor a luta.

Para a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa, “a assembleia foi bem representativa e a expectativa é sairmos vitoriosos desta greve. Mas não podemos esquecer que o desafio será grande e nem perdermos de vista a importância do fortalecimento da mobilização para conquistarmos nosso índice”.

Em reunião realizada ontem (21), o Cruesp ofereceu aos trabalhadores e docentes “zero de reajuste”. Os funcionários não aceitam zero outra vez e respondem com greve!

“A postura do Cruesp foi lamentável. Agora nosso objetivo é mobilizar os trabalhadores em suas unidades e organizar o Comando de Greve para que na próxima segunda-feira nosso movimento atinja o auge”, explica a coordenadora geral.

assembleia_greve2_22_05_14O índice reivindicado pelos trabalhadores e docentes das três universidades estaduais é de 10% e leva em conta a recomposição salarial em razão das perdas inflacionárias. Os reitores decidiram pelo congelamento dos salários quando, no caso da Unicamp, há sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhão. O que significa que a crise financeira não é verdadeira.

A diretora do STU, Marina Rebelo também acredita que “será uma greve grande e muito forte, pois a categoria se mostra muito indignada e coesa na luta para derrubar o zero do Cruesp. Sem dúvida será uma greve difícil, pois os reitores já demonstraram, marcando a próxima reunião de negociação para setembro, que não tem disposição de diálogo. Mas temos a certeza que arrancaremos a vitória com luta e unidade da categoria”.

Ainda hoje (22) a diretoria do STU se reúne para discutir a organização do movimento e a recepção dos grevistas amanhã pela manhã.

porFernanda de Freitas

Boletim 017/2014

Baixe aqui o Boletim 017/2014, de 19 de Maio de 2014.

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Assembleia aprova paralisação dia 21 de maio

Assembleia aprova por unanimidade: Paralisação no dia 21/5 com indicativo de greve

No dia 21 também será realizado um ato em frente à reitoria da Unicamp, no qual o STU levará os 10 pontos de reivindicações dos trabalhadores.

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (14) os trabalhadores da Unicamp rejeitaram por unanimidade a proposta do CRUESP de REAJUSTE ZERO e aprovaram indicativo de greve.
Foi aprovada também a realização de um ato no dia 21 de maio, às 10h, em frente à reitoria, quando serão entregues os 10 pontos de pauta que consideramos prioritários: antecipação da isonomia já na data-base; implementação das 30 horas na Saúde; implantação do vale refeição; garantia e calendário da 2ª etapa da Mudança de Regime; carreira dos funcionários; extensão do auxílio alimentação para os aposentados; isonomia com a Unicamp para os trabalhadores FUNCAMP; redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno; cumprimento da Súmula nº 444 do TST, que prevê pagamento em feriados e folgas para plantonistas; mais vagas nas creches.

Com reajuste zero, a Unicamp vai parar

Os reitores criam uma armadilha ao dizer que não tem dinheiro em caixa. Ao invés de congelar os salários dos trabalhadores os reitores deveriam cobrar os R$ 2 bilhões que o governador Geraldo Alckmin deixou de repassar para as universidades estaduais paulistas. Além disso, no caso específico da Unicamp temos sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhão, ou seja, sabemos que não é uma crise financeira, mas sim uma posição política do CRUESP.
Na tarde do dia 21/5 será realizado uma mesa sobre financiamento e democracia na universidade.
Dia 22 de maio faremos nova assembleia para deliberar sobre as negociações do dia 21 com o CRUESP, onde avaliaremos a mobilização e o indicativo de greve.
Os trabalhadores deixaram claro: não vamos recuar! A proposta vergonhosa do CRUESP de 0% de reajuste salarial será combatida pela categoria com luta. Reivindicamos reajuste de cerca de 10% (Dieese + 3%) que representam a correção da inflação mais a recuperação de perdas salariais.
Nas duas últimas vezes que os reitores colocaram proposta de reajuste zero (em 2000 e 2004) a Unicamp realizou greves importantes que conseguiram reverter a situação. Esse é o desafio que está colocado para nós agora. Sem mobilização, não há conquistas!
É importante que cada trabalhador compareça às reuniões de sua unidade para que as discussões sejam realizadas por todos/as os/as trabalhadores e que elaboremos pela base um calendário de mobilização. Vários setores da educação estão em greve no país, como é o caso da FASUBRA. E agora os trabalhadores da Unicamp também declaram paralisação.

21/05 (quarta) – Dia de paralisação

10h- Ato em frente à reitoria da Unicamp
10h – 2ª reunião com o CRUESP
14h – Debate: Financiamento e Democracia na Universidade

22/05 (quinta)

Assembleia Geral

27/05 (terça)

14h – Audiência Pública na ALESP sobre financiamento das universidades e teto salarial

REUNIÕES DE UNIDADE

15/05 (quinta)

9h – DGA – saguão
11h30 – CAS
17h30 – CAS

16/05 (sexta)

08h30 – DGA (sinalização e transporte)
9h – Instituto de Artes – CPG 03
12h – FEA – em frente à padaria
14h – DGRH

19/05 (segunda)

9h – Gráfica
14h – IEL – CL10
14h30 – IMECC
21h30 – CAISM – antiga recepção

20/05 (terça)

9h – PREAC e PRG – na praça das Bandeiras
13h30 – IQ – concentração em frente ao café
14h30 – BC
14h30 – IFGW – auditório
14h30 – RU
15h – DAC
21h30 – CAISM – antiga recepção

21/05 (quarta)

9h – CAISM – antiga recepção

22/05 (quinta)

9h – CAISM – antiga recepção

 

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Boletim 016/2014

Baixe aqui o Boletim 016/2014, de 15 de Maio de 2014.

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Boletim 014/2014

Baixe aqui o Boletim 014/2014, de 13 de Maio de 2014.

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Boletim do Fórum das Seis 12/5

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis de 12 de Maio de 2014.

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