Arquivo de tag data-base 2014

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp decidem que a greve continua

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Movimento grevista aprova continuidade da greve que completa 98 dias nesta quinta-feira (28)

 

assembleia_greve_28_08_14Os trabalhadores em greve da Unicamp decidiram, em assembleia geral na tarde desta quinta-feira (28), pela continuidade da greve unificada, com 302 votos a favor e 261 contra.

A categoria defende a manutenção da greve porque houve pouco avanço nas propostas apresentadas pelo reitor da Unicamp, Tadeu Jorge, mesmo diante da contraproposta apresentada pelos trabalhadores à reitoria.

Os funcionários técnico-administrativos da Unicamp apresentaram a contraproposta que reivindica:

 

  • Abono (21% sobre os salários de ativos e aposentados, descontado o IR);
  • Uma referência para todos os servidores (acréscimo salarial de 5%);
  • Efetivação da segunda etapa do processo de isonomia (três referências para todos os pisos, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/13);
  • Vale-refeição;
  • Calendário de discussão do restante da Pauta Específica 2014;
  • Negociação da pauta da DEdIC (Sistema Educativo) e implementação imediata da Lei 11.738/2008 (Lei do 1/3).

 

Vale lembrar que o movimento unificado (Unicamp, USP e Unesp) reivindica 10% de reajuste salarial, entre outros itens que compõe a Pauta Unificada 2014. Entretanto, os reitores apresentaram, em quatro reuniões de negociação, zero de reajuste. Os trabalhadores justificam que 0% não é proposta para negociação na data-base, por isso, seguem em greve.

Na próxima quarta-feira, 3 de setembro, ocorre mais uma rodada de negociação entre o Fórum das Seis – entidade que congrega as entidades das três universidades – e o Conselho de Reitores (Cruesp). Nesta data será realizado um ato unificado da comunidade universitária da Unicamp, USP e Unesp.

Os trabalhadores da Unicamp defendem que é preciso intensificar a mobilização e a unidade com as entidades do Fórum das Seis para derrotar a intransigência dos reitores, o ataque à universidade pública e cobrar o reajuste na data-base.

 

AGENDA DA LUTA

29/08 (sexta-feira), às 10h, no Ciclo Básico

  • Comando de Greve do STU

02/09 (terça-feira), 16h, na Praça do Relógio da USP

  • SOS USP – Em defesa da Universidade Pública (organizado pela Comissão de Mobilização da Adusp)

03/09 (quarta-feira), 13h, na Praça do Relógio da USP

  • Ato Estadual Unificado (passeata do MASP até a sede do Cruesp)

 

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp aprovam greve

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Em resposta ao congelamento dos salariais funcionários técnico-administrativos decidem em assembleia realizada hoje à tarde (22) pela greve nesta sexta-feira

 

assembleia_greve_22_05_14

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia na tarde desta quinta-feira (22) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

A paralisação começa amanhã (23) e o motivo é o congelamento dos salários neste ano decidido pelo Conselho de Reitores (Cruesp) das três universidades paulistas: Unicamp, USP e Unesp.

A decisão de greve dos funcionários técnico-administrativos da Unicamp foi votada hoje em assembleia com a presença de centenas de trabalhadores na Praça da Paz. Duas propostas foram apresentadas à categoria: greve ainda hoje ou a partir de amanhã. A maior parte da categoria decidiu pela greve amanhã para organizar melhor a luta.

Para a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa, “a assembleia foi bem representativa e a expectativa é sairmos vitoriosos desta greve. Mas não podemos esquecer que o desafio será grande e nem perdermos de vista a importância do fortalecimento da mobilização para conquistarmos nosso índice”.

Em reunião realizada ontem (21), o Cruesp ofereceu aos trabalhadores e docentes “zero de reajuste”. Os funcionários não aceitam zero outra vez e respondem com greve!

“A postura do Cruesp foi lamentável. Agora nosso objetivo é mobilizar os trabalhadores em suas unidades e organizar o Comando de Greve para que na próxima segunda-feira nosso movimento atinja o auge”, explica a coordenadora geral.

assembleia_greve2_22_05_14O índice reivindicado pelos trabalhadores e docentes das três universidades estaduais é de 10% e leva em conta a recomposição salarial em razão das perdas inflacionárias. Os reitores decidiram pelo congelamento dos salários quando, no caso da Unicamp, há sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhão. O que significa que a crise financeira não é verdadeira.

A diretora do STU, Marina Rebelo também acredita que “será uma greve grande e muito forte, pois a categoria se mostra muito indignada e coesa na luta para derrubar o zero do Cruesp. Sem dúvida será uma greve difícil, pois os reitores já demonstraram, marcando a próxima reunião de negociação para setembro, que não tem disposição de diálogo. Mas temos a certeza que arrancaremos a vitória com luta e unidade da categoria”.

Ainda hoje (22) a diretoria do STU se reúne para discutir a organização do movimento e a recepção dos grevistas amanhã pela manhã.

porFernanda de Freitas

Boletim 017/2014

Baixe aqui o Boletim 017/2014, de 19 de Maio de 2014.

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porFernanda de Freitas

Assembleia aprova Dia Estadual de Mobilização para segunda-feira (12)

assembleia_campanha_08_05_14A assembleia geral dos trabalhadores da Unicamp realizada na tarde desta quinta-feira (8) aprovou o indicativo do “Dia Estadual de Mobilização” proposto pelo Fórum das Seis. O ato será realizado na próxima segunda-feira (12) e tem como objetivo mobilizar a categoria para a pauta da Campanha Salarial com destaque para a luta pela isonomia e valorização salarial. Na data ocorre a primeira reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp.

Na ocasião os trabalhadores irão cobrar a implementação das 30h para a Área de Saúde e também explicações da reitoria quanto ao atraso no calendário divulgado pelo reitor, que previa a viabilização do projeto ainda este mês.

A assembleia referendou a proposta do sindicato de agendar reunião de negociação com o reitor Tadeu Jorge para discutir os pontos mais emergenciais da nossa pauta. Sendo eles: a imediata antecipação da isonomia dos pisos e o calendário para início da proposta das 30h na Área de Saúde, mais vagas nas creches, implantação do vale refeição (que na USP é de R$ 29,00/dia), mudança de Regime, Carreira, extensão do auxílio alimentação para aposentados, isonomia para os contratados pela Funcamp e redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e à melhoria do serviço.

Os trabalhadores endossaram a proposta das Congregações do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), do Instituto de Arte (IA) e da Faculdade de Educação (FE) de solicitar ao Conselho Universitário (Consu) a revogação do título de Doutor Honoris Causa concedido pela Unicamp, em 1973, ao Coronel Jarbas Passarinho, então Ministro da Educação e Cultura do governo do general Emilio Garrastazu Médici, por conta do seu papel de conspirador durante os 21 anos da Ditadura Militar. Outra medida neste sentido foi a indicação de que o STU se articule junto à bancada de funcionários do Consu para encaminhar ações em parceiras com a Adunicamp e o DCE da Unicamp.

Mais uma vez a assembleia reforçou a necessidade de que a bandeira central do Fórum das Seis seja a luta pela isonomia já e a valorização salarial, enfrentando firmemente a falácia da “falta de recursos” nos cofres das universidades, quando na verdade sabemos que há sobra orçamentária, pelo menos na Unicamp, de R$ 1,317 bilhões.

O STU ressalta que 12 de Maio será marcado como um importante dia de mobilização para dar início a Campanha Salarial 2014 de forma unificada e fortalecida. E para que nosso movimento cresça é preciso intensificar a mobilização realizando reuniões de unidade. Ligue no STU e agende a sua!

 

Reunião do Núcleo de Negros e Negras

Por ocasião dos recentes ataques preconceituosos propagados através da campanha “Somos Todos Macacos” faz-se urgente a intensificação das ações do Núcleo de Negros e Negras da Unicamp.

Desta forma, está agendada uma reunião para a próxima terça-feira (13), às 12h, no Ciclo Básico (CB-02).

A intenção é debater a questão do “racismo à brasileira”, visto que nosso país sempre fez vista grossa para os enfrentamentos raciais, apesar do racismo ser real. Também entra na pauta as discussões sobre as cotas raciais no vestibular e nos concursos públicos. Visto que ambas as propostas – que visam o ingresso de estudantes e de funcionários negros na universidade – foram amplamente debatidas e defendidas no XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, ocorrido em novembro do ano passado.

 

Calendário de Mobilização

Segunda-feira (12)

Dia de Estadual de Mobilização – com ato na Unicamp

15h – Negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp

 

Quarta-feira (14)

12h – Assembleia Geral para analisar proposta do Cruesp, no Ciclo Básico (CB-2)

 

 

porFernanda de Freitas

Boletim 011/2014

Baixe aqui o Boletim 011/2014, de 7 de Maio de 2014.

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porFernanda de Freitas

Categoria aprova Pauta Unificada indicada pelo F6 e reforça cobrança pela isonomia já!

Política de valorização salarial e isonomia imediata são temas centrais para trabalhadores da Unicamp

 

A Assembleia Geral da data-base 2014, realizada hoje (27), aprovou o indicativo do Fórum das Seis (F6) para a Pauta Unificada de Reivindicações da data-base 2014.

A assembleia defende que é preciso valorizar os servidores por meio de uma política salarial decente. E é consenso, entre a categoria, reafirmar sua posição de que o ponto central da Campanha Salarial das entidades seja a “valorização salarial”.

A categoria expressou a preocupação com a atual falta de política salarial dos reitores que seguem a risca à cartilha de desmonte dos serviços públicos imposta pelo governo Alckmin.

Outro bandeira de luta, apontada pelos presentes à assembleia, e que tem que ser destacada na pauta, é a isonomia imediata entre os técnico-administrativos da USP, Unesp, Unicamp e do Centro Paula Souza. Além da implantação da jornada de 30 horas/semanais para os servidores da Área de Saúde.

A assembleia também indicou, como ponto para a Pauta Unificada, a discussão dos supersalários nas universidades tendo como base o cumprimento da legislação que regulamenta o teto salarial, cobrando o fim imediato dos supersalários praticados nas universidades paulistas.

Os trabalhadores propuseram que seja cobrada as divulgações mensais das posições financeiras das universidades e do Centro Paula Souza (recursos orçamentos, transações financeiras etc.), constando todas as contas bancarias existentes em nome das instituições. Essa medida tem como base a Lei de Transparência Pública, que visa dar publicidade aos atos, programas e transações das instituições governamentais.

Tão logo seja fechada a Pauta de Unificada pelo Fórum das Seis, serão organizadas reuniões de unidade para debater em detalhe as reivindicações.

Vale lembrar que o F6 reivindica reposição salarial para docentes e servidores técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza, de acordo com o ICV do Dieese, correspondente à inflação do período maio/2013 a abril/2014, mais 3% a título de recuperação parcial de perdas históricas, somatória que chega gira em torno de 7%. Além de nova negociação salarial em setembro/outubro 2014.

A intenção do F6 é encaminhar o documento ao Cruesp amanhã, sexta-feira (28).

A assembleia também aprovou repúdio à ação truculenta da Policia Federal e Polícia Militar dentro do campus Florianópolis da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).  Bem como, o apoio irrestrito à comunidade universitária da UFSC.

porFernanda de Freitas

Venha para a assembleia da data-base: nesta quinta-feira (27), às 12h, no CB

Nesta quinta-feira (27), às 12h, no Ciclo Básico (CB) tem mais uma Assembleia Geral para discutir a Campanha Salarial 2014.

O objetivo é apreciar os indicativos da Pauta Pauta Unificada 2014 vindos das assembleias de base das entidades que compõe o Fórum das Seis.

Nossa data-base ocorre em maio, no entanto, o Fórum das Seis tem adiantando as discussões como forma de iniciar, o mais breve possível, as negociações com o Conselho de Reitores (Cruesp).

É bom lembrar que no mesmo dia e horário também ocorrerá o debate eleitoral entre as chapas que concorrem às eleições para a diretoria do Sindicato. A atividade da área Administrativa acontece nesta quinta-feira (27), às 12h, no Auditório do Instituto de Geociências (IG).

Tome nota:

Assembleia da data-base: 27/03 (quinta-feira), às 12h, no Ciclo Básico (CB)

Debate Eleitoral: 27/03 (quinta-feira), às 12h, no Auditório do Instituto de Geociências (IG)

porFernanda de Freitas

Quarta-feira (19), às 12h, no CB, tem assembleia da data-base

Nesta quarta-feira (19), às 12h, no Ciclo Básico (CB01) tem Assembleia Geral para discutir os indicativos do Fórum das Seis para a data-base 2014.

Venha para a assembleia discutir nossa pauta de reivindicação!

Confira abaixo os Indicativos do Fórum das Seis:

Pauta Unificada de Reivindicações 2014

O Fórum das Seis, reafirmando sua posição:

• pela defesa da autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial das universidades e do Centro Paula Souza, conforme o artigo 207 da Constituição Federal;

• pelo aumento de recursos financeiros do Estado destinados à educação pública, básica e superior, garantindo as condições para a expansão com qualidade;

• pela democratização da universidade em todos os seus aspectos: acesso, produção do conhecimento e estrutura de poder;

• contrária à repressão de estudantes, funcionários técnico-administrativos e professores, que lutam em defesa da educação pública;

• pelo fim da militarização das universidades estaduais paulistas e extinção dos convênios entre estas instituições e a Polícia Militar;

• pela defesa da isonomia e paridade entre aposentados (estatutários e celetistas) e pessoal da ativa das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza;

• contrária ao uso de cursos à distância na formação inicial e pela ampliação de vagas presenciais, desde que sejam garantidos os recursos necessários;

• contrária à terceirização de pessoal nas universidades estaduais paulistas e no Centro Paula Souza;

• não a qualquer forma de arrocho.

 Apresenta suas reivindicações para a data-base de 2014:

 

 Pelo respeito à liberdade de organização e manifestação, contra a criminalização dos movimentos sociais

1 – Revogação das punições e retirada dos processos administrativos e judiciais contra estudantes, funcionários técnico-administrativos e docentes, bem como contra entidades representativas do movimento sindical e estudantil, que lutam em defesa da universidade pública.

2 – Reintegração de Claudionor Brandão, demitido pela USP em pleno exercício de mandato sindical, como membro da Diretoria Colegiada do Sintusp.

3 – Liberdade de organização, garantia do direito de greve e de manifestação dos movimentos sindical e estudantil:

a) Que o Cruesp se manifeste contrário à denúncia apresentada pela promotora Eliana Passarelli, do Ministério Público Estadual (MPE), que indiciou 72 pessoas, dentre as quais estudantes e funcionários técnico-administrativos, por “formação de quadrilha”.

 

Salário – ARROCHO NÃO!

Tendo por objetivo construir um sistema de educação superior pública no estado de São Paulo, com tratamento isonômico, e atingir como piso salarial, para todos os que trabalham nas universidades estaduais paulistas e no Centro Paula Souza, aqueles definidos pelo Dieese, caminhando em direção a uma recuperação salarial que chegue aos níveis praticados em 1989, reivindica:

a1) Equiparação dos pisos salariais entre os funcionários técnico-administrativos da USP, Unesp, Unicamp e do Centro Paula Souza.

a2) Reposição salarial para docentes e funcionários técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza, de acordo com o ICV do Dieese, correspondente à inflação do período maio/2013 a abril/2014.

a3) Equiparação progressiva entre os valores pagos a título de “benefícios” (auxílio alimentação, auxílio refeição etc.) na Unesp, Unicamp, USP e no Ceeteps, com sua incorporação aos salários, inclusive aos proventos dos aposentados.

a4) Negociação salarial em setembro/outubro 2014.

b1) Recomposição das perdas salariais dos funcionários técnico-administrativos e docentes do Centro Paula Souza, de acordo com índices do Cruesp do período de 1996 a 2013.

b2) Aprovação e implementação imediata do Plano de Carreira negociado entre Sinteps e o Ceeteps em 2013.

 

SPPrev/aposentadoria/Plano de Aposentadoria Complementar

Estabelecimento de uma agenda de reuniões entre Fórum das Seis e Cruesp para debate sobre esta temática.

 

Permanência estudantil/gratuidade ativa

1 – Dotação orçamentária específica para assegurar políticas efetivas de permanência estudantil, seguindo padrões isonômicos entre as três estaduais paulistas e o Centro Paula Souza, visando:

a) Moradia estudantil para atender a demanda em todos os campi.

b) Construção de restaurantes universitários em todos os campi, com estrutura e funcionamento adequados às demandas das unidades.

c) Concessão de bolsas de permanência estudantil com adoção do critério puramente socioeconômico, adotando-se o valor do salário mínimo vigente no Estado de São Paulo.

d) Conversão das bolsas trabalho ou similares em bolsas de permanência estudantil.

2 – Participação dos estudantes na gestão das políticas de permanência estudantil, por meio de órgãos paritários e deliberativos.

 

Condições de trabalho e estudo

– Contratação de técnico-administrativos e docentes, atendendo às demandas definidas pelas unidades de ensino e demais órgãos institucionais.

– Garantia de vagas em creches para os filhos dos técnico-administrativos, docentes e estudantes, em todos os campi.

– Dotação de centros de atendimento médico e odontológico gratuito à comunidade em todos os campi.

– Transporte público, gratuito e de qualidade para todos os que utilizam os campi das universidades e as unidades do Ceeteps.

– Enquanto não se eliminar o trabalho terceirizado nas três universidades estaduais e no Ceeteps, que as instituições garantam tratamento isonômico com os efetivos, tanto no que se refere a direitos, condições de trabalho e salários, como no que é pago a título de “benefícios”.

 

Financiamento

a) Luta na LDO por 33% da receita total de impostos para a educação, incluindo 11,6% da quota-parte do Estado do ICMS para as universidades estaduais paulistas e 2,1% para o Centro Paula Souza.

b) Luta junto aos poderes Executivo e Legislativo do Estado de São Paulo, com vistas à promulgação de lei estadual complementar, destinando um percentual da receita total de impostos às universidades estaduais paulistas e ao Centro Paula Souza. Tal percentual deve ser, no mínimo, equivalente ao percentual do ICMS mencionado no item anterior, acrescido dos percentuais devidos em função da anexação de Lorena (0,07%), da criação da FCA/Unicamp em Limeira (0,05%) e, no caso da expansão da Unesp, com a abertura das unidades de Itapeva, Sorocaba, Ourinhos, Registro, Tupã, Rosana, Dracena e São João da Boa Vista, do aporte dos recursos adequados.

c) Portal de Transparência, com detalhamento da gestão de recursos orçamentários e extra-orçamentários das três universidades estaduais e do Centro Paula Souza.

d) Repasse integral às universidades estaduais paulistas do percentual do ICMS conforme definido na LDO (sem desconto anterior para Habitação e de recursos relativos à dívida ativa).

 

Hospitais Universitários (HU)

a) Aprimoramento do caráter público dos Hospitais Universitários, com reversão de toda forma de privatização (autarquização, Organizações Sociais – OS etc.) e apropriação privada de sua capacidade instalada e administrativa, com financiamento público adequado para seu funcionamento e melhoria do atendimento à população, reconhecendo sua importância para a manutenção da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão.

b) Jornada de 30 horas para os funcionários da área da saúde (que trabalham diretamente no atendimento à população).

c) Contratação de pessoal condizente com as demandas existentes nos HU, de forma a garantir atendimento de qualidade e boas condições de trabalho nestas instituições.

 

Centro Paula Souza

Manutenção do vínculo e da associação do Centro Paula Souza à Unesp.

 

São Paulo, 11 de março de 2014

Fórum das Seis