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porStéphane Powaczuk

Participe da Audiência Pública contra Autarquização na ALESP, inscrições até hoje, 01/12!

O STU está organizando uma caravana dia 03/12, para participar da Audiência Pública da Comissão de Saúde da ALESP, sobre a Autarquização do complexo de saúde da Unicamp.

Para se inscrever preencha o formulário clicando aqui: https://bit.ly/inscriçaoaudienciapublicaALESP

O transporte vai sair no dia 03/12, às 8h30, da Sede do STU, na Unicamp. Av. Érico Verrísimo, 1545. As inscrições são limitadas e devem ser feitas até o dia 01/12, às 17h.

A sua participação é fundamental para a nossa mobilização. A reitoria está tentando aprovar esse projeto de Autarquização a todo custo e está ocultando muitas informações. Não vamos entregar o nosso complexo de saúde 100% SUS, nas mãos do Tarcísio Privatizador!

porStéphane Powaczuk

STU na Audiência Pública do Orçamento do Estado SP 2026 – ALESP

O STU esteve na última quinta-feira, 16/10, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), junto com o Fórum das Seis, participando da última Audiência Pública do Orçamento de São Paulo 2026.

Na ocasião o Diretor do STU, Zé Luis Pio Romera teve a palavra e defendeu o financiamento das Universidades estaduais através do repasse de 8,64% da Receita Tributária Líquida. Ele também falou que somos contra a autarquização da área da saúde da Unicamp por que vai terceirizar os trabalhadores e não vai resolver o subfinanciamento das universidades.

O STU permanece lutando e se mobilizando em diferentes frentes para denunciar esse projeto de autarquização do Governo Tarcísio com a gestão Cezinha. Os hospitais da Unicamp são da população, não vamos permitir que sejam terceirizados!

Fotos: Bahiji Haje.


porStéphane Powaczuk

Tarcísio quer cortar verbas e piorar a situação das escolas públicas

Mais uma vez o Governador Tarcísio tenta reduzir os investimentos em educação e quer aprovar a PEC 9, que pode retirar até R$ 10 Bilhões da educação. O projeto foi enviado por ele no final de 2023 à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), mas não foi apreciado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). E agora ele quer a todo custo aprovar e retirar essa fatia de investimentos da educação pública paulista.

Tarcísio tire as garras do dinheiro da Educação!

Este projeto visa reduzir a destinação mínima de investimentos para a educação pública paulista dos atuais 30% da receita de impostos para 25%. Aparentemente parece pouca coisa, mas não é! Com a redução desses 5% no total de impostos, as escolas vão ficar ainda mais precárias. Isso significa aproximadamente R$ 10 Bilhões anuais a menos, e traria prejuízos a toda rede escolar: educação básica, escolas técnicas e universidades estaduais.

Semana em defesa da educação e dos serviços públicos

O presidente da CCRJ, o Deputado Thiago Auricchio (PL), convocou cinco novas reuniões extraordinárias com o objetivo de deliberar sobre a PEC 9, que foram agendadas de 17 a 21/06, e todas serão realizadas no Plenário D. Pedro I da Alesp.

Por isso, amanhã (21), vai acontecer um Ato Unificado do funcionalismo e dos movimentos sociais contra o desmonte da educação e serviços públicos, às 16h, no MASP, em São Paulo. A nossa luta é contra a militarização das escolas, contra o corte de verbas para educação, em defesa da ciência e tecnologia públicas, etc.

STU luta pela Educação

O STU encampa a luta em defesa do financiamento da educação e pela autonomia universitária. O reitor Tom Zé não mexe uma palha para defender a universidade pública e seus servidores. Por isso lutamos contra qualquer retirada de direitos na área da educação.

Sabemos o quanto é doloroso não sermos totalmente valorizados pelo trabalho que desempenhamos, e não vamos permitir que o Tarcísio faça essa tragédia com a nossa educação.

Caravana STU e ADunicamp à São Paulo contra PEC 9

O STU está realizando inscrições até hoje (20), na secretaria do sindicato, para a caravana em defesa da educação contra o desmonte dos serviços públicos, que vai acontecer no MASP, às 16h, desta sexta-feira (21). Para se inscrever basta ligar e dar o seu nome para o (19) 3521-7412, ou (19) 3521-7694, ou pelo WhatsApp (19) 9.9918-9019. A saída da Caravana, em frente ao STU, está marcada para às 13h, de amanhã (21).

Vamos fortalecer a luta do Fórum das Seis e nos juntar com toda educação pública para avisar ao Tarcísio que não vamos permitir que ele aprove a PEC 9!

porStéphane Powaczuk

Projeto de Lei cria cargos públicos para substituir atuais funções autárquicas

Foto em frente a ALESP em novembro 2023 na luta contra às privatizações. Foto: Teka Powaczuk

O governador Tarcísio encaminhou à ALESP (Assembl4ia Legislativa do Estado de SP), em caráter de urgência, o PLC (Projeto de Lei Complementar) 19/2024 que cria cargos públicos que irão substituir as atuais funções autárquicas.

O que isso significa? Vou perder meu emprego?

Não! A adequação é necessária para regulamentar o quadro de funcionários que hoje ingressa na Universidade com função e não cargo, como determinam o Tribunal de contas e Ministério Público do Estado de São Paulo. A substituição será gradativa, à medida que os trabalhadores aposentem ou deixem a Universidade, sendo admitido novo trabalhador já no cargo criado, pelo regime ESUNICAMP.

Entretanto os conteúdos do projeto do governador são insuficientes e contém erros e lacunas graves que podem afetar a categoria num futuro bem próximo.

Como foi elaborado o projeto de lei?

A proposta de Lei Complementar apresentada pelo governador foi encaminhada à Procuradoria Geral do Estado de São Paulo, tendo como base oito anos de conversa institucional entre o governo estadual e a universidade, tudo sem o devido debate com as entidades sindicais e instâncias representativas. Por isso a proposta oficial é insuficiente!

Então o que muda?

Os números de cargos de carreiras docentes foram mantidos, mas houve redução importante do quadro técnico-administrativo em relação às atuais funções autárquicas da carreira PAEPE. Quase mil vagas ficaram desfalcadas do quadro de funções. Nota-se também que a principal categoria defasada será a de Profissionais PAEPE do nível Fundamental, evidenciando os impactos da terceirização na Universidade.

As substituições dos cargos em comissão será imediatas, sendo criados 24 cargos para substituir as atuais funções de Assessor Especial da Reitoria e Assessor de Imprensa e comunicação da reitoria.

Na PLC, os contratados no novo modelo, em cargos, terão o salário de ingresso 10,51% inferior ao salário base da função correlata a ser substituída. Quem entrar vai receber salários menores.

Financeiramente, a proposta garante não impactar o orçamento da Universidade.

O que diz o STU?

A Coordenação de Carreira do STU se reuniu para debater a PLC e encaminhou proposta de emendas aos Deputados Estaduais. Da análise do STU, destacamos:

  1. Unidade de conteúdo dos requisitos de ingresso dos profissionais de mesmo perfil/especialidade em concursos com diferentes exigências no detalhamento, a fim de evitar contradições entre editais.
  2. Não redução salarial dos ingressantes dos novos concursos em relação às mesmas funções executadas pelos profissionais em cargos.
  3. Alteração do nome “PAEPE” para “PROEPE”, profissional de Ensino Pesquisa e Extensão, retirando a palavra “apoio” em reconhecimento da atuação decisiva desses profissionais à Universidade.
  4. Não redução do quadro de profissionais técnico-administrativos, com a devida correção dos quantitativos de cargos criados, em especial do grupo de nível fundamental.
  5. Reorganizar cargos amplos dos níveis médio e superior, com especificação dos profissionais técnicos de educação básica no nível médio e agregação dos cargos de nível superior tratados como analistas PROEPE – analista de ensino, pesquisa e extensão e PEGB PROEPE – profissional de educação básica graduado. Essa proposta permite maior mobilidade dos trabalhadores nos perfis/especialidades dos cargos permitindo adequação dos quadros às demandas da Universidade.
  6. Integração dos pesquisadores à carreira PROEPE a fim de valorizar as especificidades das atividades e evolução funcional na carreira, que atualmente é limitada e isolada.
  7. A regulamentação das carreiras e as regras de evolução profissional aprovadas nos órgãos colegiados, assim como a determinação do regime jurídico de contratação, ambos omissos no PLC e no nosso Estatuto.
  8. Correção do erro formal ou negligência do PLC em relação à autonomia universitária no Estado de São Paulo. A proposta de lei complementar do Tarcísio ignora o “decreto da autonomia”, Decreto Estadual nº29.598/1989.

O STU conseguiu se mobilizar rapidamente e mesmo com prazo exíguo para elaboração das emendas corretivas do projeto, que foram encaminhadas às bancadas parlamentares e já foram formalmente apresentadas.

Agora é preciso vigiar a tramitação do projeto na Alesp para que a criação de cargos se ê sem a criação de problemas que venham a afetar a categoria, como por exemplo a redução inconstitucional de 10,51% nos pisos de Docentes e Técnico-administrativos, em especial, aquelas e aqueles que virão ingressas na Unicamp pelos concursos públicos vigentes e aqueles que vierem a acontecer.

porStéphane Powaczuk

Privatização da Sabesp é aprovada na Alesp    

A privatização da Sabesp foi autorizada na Assembleia Legislativa de SP, pelo projeto de lei (PL) do governador bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos), em uma votação única, na quarta-feira (6). Foram 62 votos a favor e apenas 1 contrário.

Lamentamos que os/as deputados/as estaduais estejam vendendo a Sabesp. Após a aprovação o texto vai para sanção do governador. Segundo as regras, Tarcísio de Freitas tem 15 dias par sancionar ou vetar a proposta aprovada.

Após uma confusão e uma série de agressões da PM com os/as trabalhadores/as que se manifestavam no plenário, a oposição se retirou do local e não participou da votação. A sessão ficou interrompida por cerca de uma hora e meia e voltou sem o público e sem os/as deputados/as de oposição.

Repudiamos a violência policial e clamamos pela liberação imediata dos detidos.

Discussão com municípios

A privatização também precisará ser discutida com 375 municípios atendidos pela Sabesp, incluindo a capital São Paulo, antes de ser concretizada.

As cidades mantêm contratos com a empresa para gestão do seu sistema de saneamento. Eles precisam avaliar se querem manter esses contratos mesmo em caso de privatização da empresa. Uma negativa reduziria o mercado da Sabesp e poderia afetar o interesse de empresários na compra do controle da empresa.

Fonte: com informações do site Brasil de Fato

Confira a seguir algumas fotos do ato que o STU esteve presente lutando em frente à Alesp contra a privatização da Sabesp:

porStéphane Powaczuk

STU participa do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas na ALESP

Deputada Estadual Beth Sahão fazendo a abertura do lançamento da Frente.

O STU esteve na última quarta-feira, 26/04, no lançamento da Frente Parlamentar em defesa das Universidades Públicas e dos Institutos de Pesquisa na Assembleia Legislativa de São Paulo com as diretoras Gabriela Barros e Eva Lopes.

Dentre os objetivos estão constatar quais são os desafios da ciência, pesquisa e inovação tecnológica; oportunizar debater sociais relevantes sobre essas áreas; e também estimular o segmento para dar visibilidade para essas questões. O evento foi solicitado pela deputada estadual, Beth Sahão (PT), que também é coordenadora da frente.

Segundo a parlamentar, vai ser elaborado um calendário com um cronograma de trabalho ao longo do ano. A principal expectativa é que o Governo de São Paulo atenda ás demandas do grupo. Porém sabemos que estamos próximos de mais um ataque que é a redução do orçamento da educação.

Diretoras do STU parabenizaram Deputada por coordenar a Frente. Eva Lopes, Beth Sahão e Gabriela Barros.

Segundo a Diretora do STU, Gabriela Barros a frente parlamentar é necessária, em resposta ao desmonte das universidades e institutos com os ataques aos diretos e ao orçamento que os mantém. É preciso recuperar as negociações e a defesa de projetos para as universidades públicas e socialmente referenciadas, que tanto foram massacradas no último governo federal e que continuam sob risco do atual governo estadual de São Paulo.

“O STU segue nessa luta junto aos parlamentares da ALESP, em defesa das universidades e institutos e pela valorização e reconhecimento do servidor público. Defender o trabalhador é também defender as instituições públicas que eles constroem. Destacamos ainda que nos posicionamos contra as terceirizações no serviço público. E contra a precarização do trabalho nas Universidades públicas. A desvalorização do servidor público afeta diretamente as Universidades e institutos, precisamos resistir e lutar”, avalia Gabriela sobre o evento.

O evento contou também com a presença de vários representantes da educação, como o chefe de Gabinete da Unicamp, Cezinha Montagner, e da Coordenadora do Fórum das Seis, professora Michele Schultz. “Essa frente já atuou muito ativamente, e é um espaço extremamente importante na defesa das Universidades e Institutos. Defender é também garantir financiamento público para que as Universidades funcionem”, disse Michele ao se pronunciar no encontro.

Gabriela Barros, Michele Schultz e Eva Lopes no final do evento.

De acordo com a Diretora Eva Lopes, participar desta reunião foi muito importante porque mostrou, mais uma vez, que temos que continuar lutando pelas universidades públicas, porque as privatizações já nos alcançaram e podem piorar. “Eu vi a necessidade do STU estar se envolvendo com essa causa, porque também é uma pauta nossa, e ela é justa. Nós precisamos nos organizar e nos mobilizar para nos envolvermos pela preservação do nosso patrimônio público que não tem preço nem venda”, diz Eva sobre a participação do STU no lançamento da Frente.

A agenda de atividades da Frente Parlamentar está prevista para a cada 15 ou 20 dias, às quintas-feiras, com a colaboração de cientistas, pesquisadores, diretores e servidores das Universidades e dos Institutos de pesquisa públicos.

Confira a seguir fotos com os/as participantes do lançamento da Frente:

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Vale alimentação – Audiência pública debate PL 399/2015

Na próxima semana, dia 06/05, acontece na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nova audiência pública para discutir o projeto de lei que assegura o pagamento de auxílio alimentação aos servidores aposentados e pensionistas das universidades públicas estaduais (PL 399/2015).
Esse debate é altamente de interesse dos servidores que estão em atividade visto que perderão esse direito no momento da aposentadoria. O STU acredita que a luta pelos direitos dos aposentados é parte importante do processo de conquistas e por isso organiza caravana para a audiência. Aposentados e ativos interessados em participar da atividade devem entrar em contato com a secretaria do sindicato e deixar NOME, RG e telefone para contato. O ônibus sairá às 10h, no dia 06/05, do estacionamento atrás da BC. Sua presença é fundamental!

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Lançada a Frente Parlamentar em defesa das universidades públicas

Na última terça-feira (19) foi lançada na Assembleia Legislativa a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado.
A coordenação do Fórum das Seis apresentou documento elencando as principais demandas dos técnico-administrativos, docentes e estudantes. Com destaque à denúncia da política de desmonte nas estaduais paulistas através das ofensivas reitorias e a crise de financiamento desencadeada por uma expansão expressiva de cursos e campi sem a devida contrapartida orçamentária.
O texto também destaca leis e projetos que atacam direitos do conjunto do funcionalismo. Especialmente a Lei 13.243/16, que estabelece o novo marco regulatório da ciência e tecnologia no país ampliando a privatização dos processos de pesquisa dentro das universidades, o PLC 257/2016 – que bloqueia concursos, aumenta a contribuição previdenciária de 11% para no mínimo 14% e arrocha ainda mais os orçamentos – e a PEC 139/2015 – que extingue o abono de permanência para os servidores que continuam em atividade após completar as exigências para aposentadoria.
A íntegra do documento está disponível em aqui.

Reitores também destacaram sub-financiamento
Estiveram presentes ao lançamento representantes do Fórum das Seis e reitores da USP, Unesp, Unifesp e UFABC. O presidente do Cruesp e reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, não compareceu, foi representado pelo vice, Alvaro Crósta. A Ufscar também foi representada pelo vice-reitor.
Os dirigentes universitários falaram sobre os modelos orçamentários das instituições e sub-financiamento. A necessidade de avançar em políticas de inclusão e o impacto desta nova demanda de alunos, que exige mais investimentos, também foi pauta.

STU quer fortalecimento universitário e valorização
Para o diretor do STU Marcílio Ventura, o lançamento da Frente é oportuno e importante para enfrentar a conjuntura extremamente difícil para o funcionalismo público. “Traz para o centro do debate a pauta das universidades, institutos e centros de ensino públicos estaduais, possibilitando a busca da unidade na luta pela manutenção de direitos e o fortalecimento do ensino público no Estado.”
O STU espera que a Frente Parlamentar ajude a traçar estratégias para enfrentar a política de congelamento de orçamentos instituída pelo governo Alckmin. É importante também discutir formas de garantir um modelo de ensino público, gratuito e de qualidade; políticas permanentes de valorização do funcionalismo e melhorias das condições de trabalho; e a inclusão e permanência estudantil.

Confira abaixo os documentos da Frente Parlamentar: o Roteiro Inicial dos Trabalhos e a Proposta de Regimento Interno.

 

poradmin

Boletim do STU 013/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 25 de abril de 2016.

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poradmin

Boletim do Fórum das Seis – 20/04/2016

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 20 de abril de 2016.

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poradmin

19/4 – Participe do Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas do Estado de São Paulo

No dia de amanhã (19), às 9h, será lançada na ALESP a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas do Estado de São Paulo.

Com três anos de duração e coordenada pelo Deputado Carlos Neder (PT), a frente será espaço para articulação das pautas dos movimentos da área da educação comprometidos com o âmbito público.

O STU está organizando caravana para todos os trabalhadores interessados em comparecer na atividade e solicita que os mesmos entrem em contato com a Secretaria do sindicato no dia de hoje (18) para reservar a vaga. A saída da Unicamp será às 7h.

poradmin

Boletim do STU 051/2015

Baixe aqui Boletim 51/2015, de 24 de agosto de 2015.

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porFernanda de Freitas

LDO 2016 é aprovada sem as emendas do Fórum das Seis

plenario

Trabalhadores, docentes e estudantes juntos por mais verbas para a Educação

Ontem à noite (30) a Educação Pública Paulista sofreu mais um duro golpe. Apenas 15 deputados (do PT, PSOL e PCdoB) da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) foram contrários à aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2016, na forma como foi encaminhada pelo governador Alckmin.

O texto foi aprovado com a retirada da expressão “no máximo” constante antes do percentual de 9,75 do ICMS para as universidades, permanecendo assim o texto como nas LDOs anteriores.

A LDO é a lei que determina as prioridades do governo do Estado de São Paulo no orçamento para investimentos e aplicação dos recursos públicos.

Entre as emendas não aceitas estavam às defendidas pelo Fórum das Seis (F6) de ampliação do repasse do Estado, dos atuais 9,57% para 11,6% do ICMS, e o fim do desconto das verbas destinadas às políticas habitacionais, juros e moras e outras na base de cálculo do orçamentário das universidades.

Após um dia de reuniões e manifestações na Alesp, com a presença de caravanas de várias cidades do interior e da capital, a LDO 2016 foi aprovada contrariando as reivindicações históricas das comunidades das três universidades paulista (Unicamp, USP e Unesp) e do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (Ceeteps).

A coordenação do F6 parabenizou os valorosos lutadores da Unicamp, USP, Unesp e Ceeteps que participaram dessa importante mobilização e ressaltou que a luta pela ampliação de recursos vai continuar na pauta dos técnico-administrativos, docentes e estudantes.

Até o fechamento dessa matéria o F6 não havia agendado nova reunião, mas a expectativa é de que os representantes se reúnam nos próximos dias para avaliar a situação e apontar novos rumos.

 

Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento

No início da tarde, a Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento (CFOP) havia aprovado o relatório do deputado Vaz de Lima (PSDB), que havia inserido apenas a expressão “no mínimo” antes dos 9,57%. A votação na CFOP teve dois votos contrários, deputados João Paulo Rillo e Teonílio Barba, ambos do PT, e um voto favorável com destaque, do deputado Mauro Bragato (PSDB), que defendeu uma emenda de sua autoria por mais recursos para as universidades.

Por volta das 15h, o F6 foi ouvido no Colégio de Líderes, defendendo as diversas emendas apresentadas, com destaque para a necessidade de que o repasse seja feito sobre o “total do produto do ICMS”, sem os descontos prévios feitos pelo governo.

 

Caravana Unicamp

plenario1

Caravana Unicamp marca presença na votação da LDO 2016

Os trabalhadores da Unicamp marcaram presença na mobilização convocada pelo Fórum das Seis por ocasião da votação da LDO 2016.

Dezenas de trabalhadores enfrentaram o frio paulista para pressionar os deputados a aprovarem mais verbas para as universidades públicas paulistas.

A diretoria do STU, assim como o Fórum das Seis, defende que o orçamento tem que acompanhar o crescimento das universidades, principalmente, porque desde 2005 o governo do Estado descumpre o acordo que levou à implantação do campus de Limeira, deixando de investir por ano mais 0,05% do ICMS na Unicamp.

Destacamos que os funcionários que acompanharam a votação terão seu ponto abonado e, caso necessário, o sindicato fornecerá documento comprobatório para ser apresentado à chefia.

 

Nossas reivindicações:

  • Destinação de 11,6% ICMS para as Universidades Estaduais;
  • Aplicação de 33% da receita dos impostos à manutenção e ampliação do nível de qualidade nos quatro níveis: infantil, fundamental, médio e superior;
  • Destinação de 3,3% do ICMS para o Ceeteps;
  • Destinação de recursos do tesouro para o IAMSPE, tendo como referência a prestação de contrapartida pelo Estado de 2%, uma vez que os servidores já contribuem com 2% dos seus rendimentos.
porFernanda de Freitas

Assembleia aprova mobilização por mais recursos na LDO

Assemblei Geral - 25_06_15

Assembleia aprova mobilização em defesa de mais verbas para a Educação

Nesta quinta-feira à tarde (25) os trabalhadores da Unicamp realizaram Assembleia Geral para decidir a participação na mobilização indicada pelo Fórum das Seis.

A categoria aprovou a organização de uma caravana para a manifestação que acontece na próxima terça-feira (30) na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) por ocasião da provável votação da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) 2016.

É extremamente importante levarmos o maior número possível de funcionários para pressionar os deputados a votarem pela ampliação do repasse do Estado para a Educação Pública Paulista dos atuais 9,57% para 11,6% do ICMS-QPE.

A categoria avaliou que o nível de mobilização, inclusive refletido no tamanho da assembleia, não nos dava condições de aprovar a paralisação, mas apontava pela necessidade de construir uma forte mobilização unificada. Desta forma, indicou que fosse estabelecido contato com a Adunicamp, DCE e Centros Acadêmicos para organização de caravana conjunta.

Também foi aprovado cobrar da reitoria a garantia da liberação dos que fossem para a Alesp, indicando ao STU que encaminhasse, ainda hoje, ofício para garantir a presença de um grande número de funcionários na mobilização. Diante disso, o STU protocolou na reitoria documento solicitando que a mesma garanta que as chefias liberem os funcionários que participarão na mobilização do dia 30 de junho.

De imediato a reitoria concordou com a liberação de todos os funcionários, expressa no despacho do ofício. Desta forma, o sindicato fornecerá comprovante de ida para o funcionário que precisar apresentar documento comprobatório à chefia.

O STU lembra que há a possibilidade de estender nossa pre­sença na Alesp até a noite, pois o horário da votação é incerto. No entanto, apela para que todos compareçam a essa discussão que é de suma importância para a comunidade universidade, já que permitirá a ampliação das verbas orçamentárias.

Inscrição para caravana

Os interessados em acompanhar a votação na Alesp devem se inscrever na Secretaria do STU. O ônibus sairá do estacionamento da Biblioteca Central (BC) na terça-feira (30), às 11h30.

Pauta Específica 2015

A assembleia aprovou que o STU cobre, mais uma vez, da reitoria agenda para negociação da Pauta Específica 2015. As reivindicações foram protocoladas em 8 de junho e até o momento o reitor Tadeu não deu previsão de discussão.

Solidariedade Sindical

A categoria aprovou moção de apoio ao diretor do Sintusp, Marcelo (Pablito) Santos que sofreu perseguição por conta da sua luta em defesa das cotas raciais. Também foi aprovada moção de apoio à sindicalista da CTB-GO, professora Ailma Maria de Oliveira, que foi vítima de prisão arbitrária durante protesto contra terceirização.

Combate ao Assédio Moral

Os trabalhadores fizeram uma rápida avaliação da Audiência Pública sobre Assédio Moral realizada ontem (24) por convocação do Ministério Público do Trabalho.

Os presentes acreditam que a atividade foi positiva e servirá como pontapé inicial para lançarmos uma forte campanha contra essa prática dentro da universidade.

Ofício protocolado pelo STU com aceite da reitoria

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poradmin

Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis de 27 de novembro de 2014.

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Movimentos sociais rechaçam PIMESP em audiência na Assembleia Legislativa

O diretor do STU Toninho fala durante a audiência. (Crédito: Daniel Garcia)

O diretor do STU Toninho fala durante a audiência. (Crédito: Daniel Garcia)

Por Luciana Araújo

 

O STU esteve representado na noite desta quarta-feira (14) na audiência pública realizada pela Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa para debate a implantação do “Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista” (Pimesp). O evento atendeu ao primeiro compromisso firmado por deputados de oposição ao governo Alckmin durante plenária realizada no dia 5 de fevereiro na Câmara Municipal de São Paulo, por iniciativa da Frente Estadual Pró-Cotas. A audiência foi presidida pela deputada estadual Leci Brandão (PCdoB), e contou com a presença do coordenador da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) e ex-reitor da Unicamp, Carlos Vogt; do reitor da Unesp, Júlio César Durigan; e da pró-reitora de graduação da USP, Telma Zorn. A Unicamp foi representada pelo pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários, João Frederico da Costa Azevedo Meyer, já que o reitor Fernando Costa não apareceu – embora todos os reitores tivesse assumido junto à liderança do governo na Alesp o compromisso de participar do evento, segundo anunciou a deputada Leci Brandão. O interesse que o assunto desperta se evidenciou na necessidade de transferir o evento para o plenário Juscelino Kubitschek – o maior da Casa, onde acontecem as sessões solenes.

O PIMESP foi anunciado em dezembro do ano passado como um plano de autoria do governo estadual desenvolvido por comissão composta no âmbito no Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). Foi elaborado sob a justificativa de aumentar os níveis de ingresso de alunos oriundos de escolas públicas e, dentre estes, negros e indígenas nas universidades públicas do Estado. No entanto, por estabelecer a exigência de que o público alvo do programa seja obrigado a passar dois anos num curso de nivelamento entre a educação de nível médio e as instituições de ensino superior, parte dele à distância, o PIMESP vem sendo rejeitado por entidades do movimento negro, juristas, parlamentares e entidades representativas das comunidades universitárias.

Subfinanciamento

Plenário lotado acompanha debate sobre cotas nas universidades. (Crédito: Leon Cunha)

Plenário lotado acompanha debate sobre cotas nas universidades. (Crédito: Leon Cunha)

Coube a Carlos Vogt o papel de apresentar o PIMESP. Ele destacou o fundo que o governo pretende criar para financiar o programa. Segundo ele, o governador teria acordo em gastar R$ 94,679 milhões em sete anos e, a partir daí, os valores empregados no PIMESP “permanecerão constantes”, de acordo com documento distribuído pelo coordenado da Univesp durante a audiência. O anúncio levou Vogt a encerrar sua fala ao som da palavra de ordem “Se cuida seu racista, a universidade vai ficar cheia de cotistas”. A indignação veio do fato de que, hoje, os orçamentos das três universidades somam cerca de R$ 9,5 bilhões. Ou seja, em sete anos, o governo estadual pretenderia investir menos de 10% do que é repassado às instituições por meio de um modelo de financiamento cuja alíquota está congelada há mais de 20 anos.

Diante da indignação, o reitor da Unesp anunciou que a proposta ainda está em discussão nas universidades e que será implementada se for aprovada nos conselhos universitários. Em resposta, os participantes no plenário gritaram “ô reitor, que papelão, esse Pimesp é falsa inclusão”. Logo em seguida a pró-reitora de graduação da USP reforçou a tese do Cruesp de que os 60 dias conferidos às instituições para que “analisem” a minuta do PIMESP nas congregações seria debate suficiente. Durante sua fala, Telma Zorn traiu-se ao falar da importância das políticas de inclusão que as universidades paulistas já desenvolvem e afirma que “alunos de escolas públicas ligam nas nossas unidades perguntando quanto custa a mensalidade” na USP. Em meio a gargalhadas do plenário diante da confissão institucional do distanciamento da maior universidade do país e a população pobre do Estado, Telma ainda afirmou que “a USP tem, de fato, um excelente programa de permanência, que custa milhões à sociedade paulista”. Hoje, de acordo com os dados divulgados pelo governo, a USP tem apenas 28% de alunos que vieram de escolas públicas. Na Unicamp, o percentual é de 32% apenas. A Unesp tem 40%, como resultado de sua maior capilarização do Estado.

O representante da Unicamp também foi muito vaiado ao anunciar que a base da política de permanência da instituição está ancorada numa bolsa permanência em torno de R$ 324,00. O representante do DCE da USP chegou a questionar José Frederico se um filho do pró-reitor sobreviveria com o valor da bolsa paga aos ingressantes do Profis (Programa de Formação Interdisciplinar Superior) – modelo do PIMESP.

Elitismo, racismo e inconstitucionalidade

Ao longo da audiência os representantes do Cruesp e do governo Alckmin ouviram críticas pesadas ao PIMESP, dos movimentos sociais e dos parlamentares.

O professor de Filosofia do Direito e presidente do Instituto Luiz Gama, Silvio de Almeida, afirmou que o projeto tem problemas políticos, técnicos e jurídicos. Isso porque não está sendo discutido com a sociedade, não foram apresentados critérios objetivos para o modelo de ingresso proposto e todos os dados apresentados carecem de fontes, além de estabelecer uma discriminação negativa proibida pela Constituição Federal. O fato das universidades reivindicarem a autonomia universitária para não debater o projeto também foi criticada por Silvio. “Foi o governador que anunciou o projeto, mas quando a sociedade quer discutir, fere a autonomia universitária. Isso é desconhecer o Direito Constitucional”.

O representante da Uneafro (rede de cursos pré-vestibulares voltada para alunos afrodescendentes e filhos da classe trabalhadora), Douglas Belchior, apresentou uma retrospectiva da luta pelas cotas no Estado. E lembrou que, em cinco anos de funcionamento de seu programa de inclusão, a USP matriculou apenas 87 negros nos cursos considerados de ponta (Direito, Medicina e Engenharias). E cobrou aos representantes das universidades: “Até quando vocês vão ficar surdos e cegos para o que vem da sociedade, que, aliás, é quem paga o salário de vocês?”.

O diretor da União Estadual dos Estudantes, Alexandre Cherno, também rebateu o argumento defendido pelos reitores paulistas de que as cotas raciais poderiam levar à queda na qualidade dos cursos. “Os cotistas têm maiores índices de aprovação em universidades que já têm cotas. Por que em São Paulo eles têm que passar por duas seleções?”, indagou, lembrando que o PIMESP prevê que o aluno sai do ensino médio, é submetido a um processo seletivo para ingressar num curso de qualificação de dois anos, parte à distância, para só então ser submetido novamente a uma seleção para ingresso efetivo nas universidades.

O diretor do STU Antônio Alves Neto (o Toninho) aproveitou sua fala para lembrar que a reitoria Vogt esteve entre as piores da história da Unicamp e afirmou que ao propor a exigência de um curso intermediário entre a formação básica e a universidade para os alunos da escola pública, que não é exigida a todos os ingressantes no ensino superior, “o governo do Estado admite o total fracasso da educação pública em São Paulo, que o estudante da escola pública não tem que estar na universidade na visão da elite paulista”. Toninho ressaltou ainda “a gente tem uma tarefa árdua, mais do que debater aqui na Assembleia Legislativa, que é debater com a população nas ruas e e fazer com que essa população ocupe o seu espaço dentro da universidade pública”.

Para o deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL), o PIMESP é “racista, elitista e antidemocrático”. O também deputado Adriano Diogo (PT) afirmou que a proposta foi desenhada por fora do procedimento legislativo porque “não pode ser na forma da lei, porque preserva a autonomia universitária para manter a escravidão”.

Os deputados Alencar Santana, Telma de Souza, Luiz Cláudio Marcolino e Marco Aurélio (todos do PT) também participaram da atividade.