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Artigo: Dilma vai acabar com o SUS?

Dilma vai acabar com o SUS?

Por Lígia Bahia, Luis Eugenio Portela, Mário Scheffer

Publicado originalmente na Folha em 05/03/2013 em Tendências/debates

O desmonte final do Sistema Único de Saúde (SUS) vem sendo negociado a portas fechadas, em encontros da presidente Dilma Rousseff com donos de planos de saúde, entre eles financiadores da campanha presidencial de 2010 e sócios do capital estrangeiro, que acaba de atracar faminto nesse mercado nacional.

Na pauta, a chave da porta de um negócio bilionário, que são os planos de saúde baratos no preço e medíocres na cobertura, sob encomenda para estratos de trabalhadores em ascensão.

Adiantado pela Folha, o pacote de medidas que prevê redução de impostos e subsídios para expandir a assistência médica suplementar é um golpe contra o SUS ainda mais ardiloso que a decisão do governo de negar o comprometimento de pelo menos 10% do Orçamento da União para a saúde.

A proposta é uma extorsão. Cidadãos e empregadores, além de contribuir com impostos, serão convocados a pagar novamente por um serviço ruim, que julgam melhor que o oferecido pela rede pública, a que todos têm direito. Em nome da limitada capacidade do SUS, o que se propõe é transferir recursos públicos para fundos de investimentos privados.

O SUS é uma reforma incompleta, pois o gasto público com saúde é insuficiente para um sistema de cobertura universal e atendimento integral. Isso resulta em carência de profissionais, baixa resolutividade da rede básica de serviços e péssimo atendimento à população.

Nos delírios de marqueteiros e empresários alçados pelo governo à condição de formuladores de políticas, o plano de saúde surgiria como “miragem” para a nova classe média, renderia a “marca” da gestão e muitos votos em 2014.

Pois o mercado que se quer expandir com empurrão do erário não é exatamente um oásis no meio do SUS. Autorizados pela agência reguladora, proliferam planos de saúde pobres para pobres, substitutivos “meia-boca” do que deveria ser coberto pelo regime universal.

Na vida real, são prazos de atendimento não cumpridos, poucos especialistas por causa de honorários ridículos, número insuficiente de serviços diagnósticos e de leitos, inclusive de UTI, negativas de tratamentos de câncer, de doenças cardíacas e transtornos mentais, redes reduzidas que impedem o direito de escolha e geram longas filas e imposição de barreiras de acesso, como triagens e autorizações prévias.

Quem tem plano de saúde conhece bem esse calvário.

Limitados pelos contratos, dirigidos a jovens e sadios formalmente empregados, os planos de saúde não aliviam nem desoneram o SUS, pois fogem da atenção mais cara e qualificada. Não são adequados para assistir idosos e doentes crônicos, cada vez mais numerosos. Assim, os serviços públicos funcionam como retaguarda, uma espécie de resseguro da assistência suplementar excludente.

Nos Estados Unidos, a reforma de Obama enquadra os planos privados e tenta colocar nos trilhos o sistema mais caro e desigual do mundo. País de recursos escassos, se delegar o futuro a quem visa o lucro com a doença, o Brasil seguirá é o caminho da Colômbia, que vive um colapso na saúde.

É inaceitável, em uma sociedade democrática, a intenção do governo de abdicar da consolidação do SUS, de insistir no subfinanciamento público e apostar no avanço de um modelo privado, estratificado, caro e ineficiente.

O Movimento Sanitário, o Conselho Nacional de Saúde, o Congresso Nacional, o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal precisam se manifestar sobre esse despropósito inconstitucional.

LIGIA BAHIA, 57, é professora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro; LUIS EUGENIO PORTELA, 49, é professor da Universidade Federal da Bahia e presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco); e MÁRIO SCHEFFER, 46, é professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)

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Confira aqui as respostas dos reitoráveis à plataforma dos trabalhadores

Disponibilizamos abaixo as respostas enviadas pelos candidatos à sucessão do reitor Fernando Costa à plataforma dos trabalhadores aprovada na assembleia realizada em 13 de novembro do ano passado. No Boletim do STU de hoje informamos que apenas os professores José Claudio Geromel e Mário Saad tinham enviado as respostas. No entanto, o professor José Tadeu Jorge reenviou mensagem endereçada ao sindicato no dia 25 de fevereiro e que não havia sido recepcionada pelos servidores da entidade. Já manifestamos ao professor nossas desculpas pelo mal entendido e divulgamos abaixo também as respostas dele.

O professor Edgar De Decca não encaminhou as respostas.

Confira abaixo as manifestações dos reitoráveis.

José Claudio Geromel

Salário – Nossa posição é a de adotar a isonomia de vencimentos globais entre os servidores das três universidades públicas paulistas. Parece-nos aberrante que funcionários do Estado, exercendo as mesmas atividades, recebam salários diferentes.
Queremos a equiparação com a USP não apenas salarial, mas em todos os complementos e bônus oferecidos por aquela universidade. Estabeleceremos um prazo bem estudado e acordado com toda a comunidade para atingirmos essa meta, à luz da execução responsável do orçamento da universidade.

Área da saúde – Devido ao seu tamanho, a área hospitalar deixou de ser um hospital-escola com objetivos circunscritos ao ensino e à pesquisa. Deste modo, é preciso que outros atores sejam chamados para sanar os problemas de financiamento e de saturação de sua capacidade de atendimento. É preciso adotar todo o empenho para que a Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo seja um participante central e efetivo desse esforço. Somos favoráveis ao restabelecimento da jornada de trinta horas para os profissionais de enfermagem sem redução de salário.

Punições – Somos decididamente contrários a tudo o que possa atingir o direito de greve e organização no local de trabalho.
Também somos contrários à criminalização das ações sindicais, e tiraremos desta postura todas as consequências. Não utilizaremos descontos salariais, ou qualquer outra postura que se configure como um meio de intimidação dos movimentos grevistas.

Terceirizações – Somos contrários às terceirizações. A Universidade deve ter nos seus quadros todas as carreiras necessárias para assegurar o seu bom funcionamento. O argumento da eficiência econômica não convence, pois um bom gerenciamento é suficiente para a eficácia com funcionários próprios da Universidade. No entanto, é preciso assinalar que a Unicamp já terceirizou alguns serviços: cada caso será examinado, sempre no melhor interesse da Universidade.

Carreira – Uma das principais questões que concerne a carreira dos funcionários é a avaliação de desempenho. É necessária uma discussão aprofundada envolvendo todos os funcionários e também especialistas em recursos humanos para solucionar os impasses que essa progressão hoje conhece. O reconhecimento do mérito e do desempenho deve nortear toda a política do progresso funcional.

Direitos sociais – O sindicato tem um papel essencial no estabelecimento das demandas para ampliação de direitos sociais. É ele que deve fecundar, com suas propostas, as ações da reitoria nesse sentido. Está claro que todas as demandas justas, pensadas em harmonia com o orçamento da universidade, serão consideradas e implementadas.

Transparência – Este é um ponto de base do nosso programa. A transparência de gestão, que envolve não somente a parte financeira, mas de contratos e de agenda, ocorrerá em todos os níveis da Universidade a começar pela reitoria. A agenda diária do reitor será pública. Todos os seus atos serão imediatamente publicados. Todos os recursos disponíveis, incluindo os extraorçamentários, serão conhecidos e analisados pela comunidade.

Democratização – Somos favoráveis à alteração de data de consulta para Reitor. Somos contrários às eleições paritárias para Reitor e Diretores de unidade, mas estamos dispostos, se a comunidade acadêmica assim o entender, a abrir um amplo debate a respeito e tirar dele as devidas consequências. Este, aliás, deverá ser o procedimento a respeito de todas as decisões importantes a serem tomadas pela reitoria.

José Tadeu Jorge

Salário – Restabelecer a igualdade dos salários da UNICAMP com os da Universidade de São Paulo (USP), resolvendo o problema da quebra da isonomia, criado nos últimos dois anos. Nossa proposta é estabelecer prioridade absoluta para essa questão, executando-a nos dois primeiros anos da gestão. Defender a posição de que as três universidades estaduais paulistas devem ter estruturas semelhantes de carreira. Contemplar os aposentados nos benefícios que tiverem base legal para aplicação.
Respeitar, evidentemente, as determinacões legais para o teto salarial.

Área da Saúde – Viabilizar a implantação da jornada de 30 horas para os profissionais envolvidos nas atividades de assistência. Para tanto, providenciar a alteração dos contratos de 40 horas, hoje existentes, passando-os para 30 horas, sem redução salarial. Previamente à implantação da nova sistemática de funcionamento, adequar o quadro existente para que não ocorram deficiências no atendimento. Democratizar a gestão, propiciando condições de representatividade de todos os segmentos envolvidos, inclusive da sociedade. Estabelecer amplo debate interno sobre a autarquização já encaminhada ao Governo do Estado, definindo claramente os interesses da Unicamp.

Punições – Em nossa gestão como Reitor respeitamos integralmente o direito de greve e de organização no local de trabalho; não houve iniciativas de criminalização de ações sindicais e nem aplicação de mecanismos de intimidação ou repressão. Essas atitudes contrariam os fundamentos universitários de respeito à divergência, ao contraditório e à opinião de cada membro da comunidade. Fiéis a esses conceitos, propomos a revisão das punições aplicadas por motivação política ou uso de direitos de mobilização.

Terceirizações – Estabelecer uma Política de Reposição de Pessoal focada na promoção de concursos públicos. Criar grupo de trabalho para analisar e estabelecer critérios que permitam equacionar a terceirização e buscar a sua redução progressiva. No processo de gestão da Universidade, aprimorar cada vez mais as relações com a Funcamp, especialmente nos planos jurídico, trabalhista e funcional, visando à diminuição das diferenças de tratamento dos contratados.

Carreira – A carreira PAEPE foi implantada em 2003, após intenso, amplo e participativo processo de debates com a comunidade.
Infelizmente, em 2010, a carreira foi alterada, sem um processo de discussão com a comunidade, e levando a vários retrocessos. Nessa conjuntura, propomos:
‐ Realizar ampla revisão da carreira PAEPE;
‐ Valorizar e reconhecer os profissionais pelas experiências acumuladas e atividades exercidas;
‐ Estabelecer, com clareza, critérios e parâmetros objetivos para enquadramento e progressão;
‐ Resgatar o processo de estímulo à qualificação profissional do funcionário, que ficou conhecido como “reconhecimento dos títulos” e foi lamentavelmente desativado em 2010.
O processo de avaliação de desempenho foi implantado em 2008, durante nossa gestão anterior, depois de mais de dez anos sem ser realizado na UNICAMP. Também sofreu mudanças em 2010, que descaracterizaram a proposta inicial. Nessas condições propomos:
‐ Realizar ampla revisão da metodologia adotada atualmente, implementando indicadores de avaliação do trabalho efetivamente realizado no dia a dia e não apenas quesitos que avaliam o comportamento e o relacionamento dos funcionários;
‐ Definir na proposta orçamentária os recursos destinados ao processo de avaliação de desempenho. Revogar a Resolução relativa ao ESTÁGIO PROBATÓRIO, substituindo-a, após ampla discussão, por instrumento que consagre o conceito de que se trata de um período destinado à integração do funcionário, à aquisição do conhecimento das rotinas do trabalho e à adaptação à cultura da unidade/órgão.

Direitos Sociais – Em relação à DEdIC: Recuperar os espaços físicos, dotando-os da qualidade necessária; Agilizar os projetos de expansão desses espaços, procurando atender à demanda por vagas; Construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) de maneira participativa; Dar mais representatividade ao Conselho Escolar e respeitar suas atribuições deliberativas; Zelar pela efetiva gestão democrática, conforme previsto na Constituição do Brasil.
Investir na reforma dos restaurantes universitários, implantando ou modernizando os equipamentos de produção. Descentralizar a elaboração das refeições, medida indispensável para estabelecer uma efetiva melhoria da qualidade. Realizar estudos para dimensionar a necessidade de implantar outros pontos de serviço.
Estimular o uso dos fretados reduzindo seu custo para os servidores. Intensificar a fiscalização dos contratos para garantir a qualidade do conforto do usuário, além da segurança.

Transparência – Implantação da estrutura do Serviço de Informações ao Cidadão, previsto na lei de acesso à informação (lei 12.527/2011).

Democratização – Estabelecer, de imediato, processo de revisão dos Estatutos da UNICAMP, garantindo ampla oportunidade de discussão de todos os tópicos, através de reuniões abertas em todas as unidades/órgãos da universidade, entidades representativas e colegiados institucionais. A maioria dos temas listados neste eixo é de assuntos estatutários e encontrarão nesse processo de revisão a oportunidade de consideração, debate e decisão.
As pautas de reivindicações das entidades devem ser tratadas em reuniões periódicas mensais ao longo do ano e não apenas por ocasião da data base.
O capítulo do nosso Programa de Gestão dedicado à Graduação trata do tema “Formas de Ingresso”, propondo amplo debate sobre todas as alternativas existentes.

Mário Saad

Salário – a) Equiparação dos pisos salariais com a USP: Temos como meta atingir a isonomia salarial com a USP. Pela nossa avaliação a isonomia poderá ser alcançada em quatro anos;
b) Unificação de tabelas de vencimentos das três Universidades e do Centro Paula Souza: É altamente desejável mas não depende apenas da UNICAMP;
c) Aplicação plena……25.000,00: O teto vem sendo aplicado. Pela fórmula de cálculo, que é feito conforme a decisão do Supremo Tribunal Federal, deve ser excluída da remuneração todas as incorporações que ocorreram até 2003. E este calculo vem sendo aplicado pelas três Universidades Públicas Paulistas;
d) Extensão dos benefícios aos aposentados: Os benefícios aos aposentados, tal como o auxílio alimentação, esbarra em decisão do Supremo Tribunal Federal porque se trata de verbas indenizatórias aplicadas em função do exercício de atividade.

Área da saúde – a) Não autarquização da área da Saúde: Defendemos a autarquização, vide nosso programa, que pode ser lido no endereço http://www.nocaminhocerto.org/site/index.php/programa.
b) Restabelecimento da jornada de 30 horas: Assinamos um documento organizado pelas lideranças da área da enfermagem, nos comprometendo com a viabilização da jornada de 30 horas;
c) Implantação do Controle Social na Área da Saúde sob a gestão da UNICAMP: Somos favoráveis.

Punições – a) Garantia do direito de greve e a organização local do trabalho: O direto de greve está previsto na Constituição e a lei deve ser respeitada por todos os envolvidos;
b) Não a criminalização das ações sindicais com a revogação de todas as punições, retirada dos processos decorrentes das ações políticas e sindicais e reversão das demissões políticas. O nosso histórico mostra que nós não criminalizamos o movimento sindical;
c) Retirada dos F3 relativos à greve 2011, com a consequente devolução dos descontos e dos benefícios decorrentes (férias, quinquênios, etc): Este item pode fazer parte de uma pauta de negociação;
d) Não utilização dos descontos como mecanismo de intimidação dos movimentos grevistas: Vide resposta do item anterior.

Terceirizações – a) Fim das terceirizações: Podemos estudar quais deveriam ser finalizadas;
b) Isonomia salarial e de benefícios dos trabalhadores contratados através da FUNCAMP com os contratados pela UNICAMP: Somos a favor, no entanto, é o fluxo financeiro dos convênios que determina a remuneração.

Carreira – a) Não implantação de Metas de Produtividade na UNICAMP: Em tese de acordo com a não implantação, porém é um tema que deverá ser discutido com a comunidade;
b) Revogação da última alteração na carreira PAEPPE (2010): Podemos discutir. Mas revogar para substituir para qual carreira? Os últimos três processos avaliatórios contemplaram praticamente 100 % dos servidores;
c) Rediscussão com o STU…Paula Souza: De acordo com a discussão mas a carreira da FASUBRA tem plano de metas;
d) Revogação das portarias GR 34/2010 e 32/2012: Este item pode fazer parte de uma pauta de negociação.

Direitos sociais – a) Ampliação do DEDIC: Em nosso programa colocamos questões essenciais para o DEDIC;
b) Ampliação do CECOM: De acordo;
c) Ampliação e investimento: De acordo;
d) Moradia para funcionários com atenção especial ao Residencial Arlete Cardoso Lins Teixeira: De acordo, mas dependemos do Governo do Estado de São Paulo;
e) Redução gradual: Faremos estudos sobre esta proposta.

Transparência – a) Garantia da lei do acesso à informação: A UNICAMP já tem um portal para isso. Podemos aprimorá-lo;
b) Disponibilização> A UNICAMP já faz isto. Quanto à FUNCAMP, isto depende dela.
c) Disponibilização: De acordo.

Democratização – a) Alteração da data: Submeteremos à decisão do CONSU;
b) Eleições diretas e paritárias: Avaliamos que a consulta a comunidade deve permanecer da forma como está;
c) Paridade nos órgãos colegiados: Idem resposta anterior.
d) Agenda real: Iremos instituir a Reitoria de Portas abertas que atenderá esta reivindicação;
e) Revogação: É necessário especificar estes artigos para uma resposta e a futura discussão no CONSU;
f) Cotas raciais: Somos favoráveis à inclusão social.

Íntegra da plataforma apresentada aos reitoráveis

SALÁRIO
a) Equiparação dos pisos salariais com a USP;
b) Unificação das tabelas de vencimentos das três Universidades e do Centro Paula Souza;
c) Aplicação plena do teto constitucional, de modo que nenhum servidor docente ou técnico-administrativo da Unicamp ganhe acima do salário do governador (atualmente em R$ 18.700,00) ou do Procurador-Geral do Estado (atualmente em cerca de R$ 25.000,00);
d) Extensão dos benefícios aos aposentados.

ÁREA DA SAÚDE
a) Não autarquização do Complexo Hospitalar da Unicamp;
b) Restabelecimento da jornada de 30 horas;
c) Implantação do controle social na Área de Saúde sob a gestão da Unicamp.

PUNIÇÕES
a) Garantia do direito de greve e de organização no local de trabalho;
b) Não à criminalização das ações sindicais – com a revogação de todas as punições, retirada dos processos decorrentes das ações políticas e sindicais e reversão das demissões políticas;
c) Retirada dos F3 relativos à greve de 2011, com a consequente devolução dos descontos e dos benefícios decorrentes (férias, quinquênios, etc);
d) Não utilização dos descontos como mecanismo de intimidação dos movimentos grevistas.
TERCEIRIZAÇÕES
a) Fim das terceirizações;
b) Isonomia salarial e de benefícios dos trabalhadores contratados através da FUNCAMP com os contratados diretamente pela Unicamp.

CARREIRA
a) Não implantação de metas de produtividade na Unicamp;
b) Revogação da última alteração da Carreira PAEPE (2010);
c) Rediscussão, com a participação do STU, de uma nova carreira, tendo como referência a carreira defendida pela FASUBRA, com vistas à unificação dos planos de carreiras das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza;
d) Revogação das portarias GR-34/2010 e GR-32/2012.

DIREITOS SOCIAIS
a) Ampliação da DEDiC, para que atenda a toda a demanda da Unicamp:
• credenciamento a um órgão de ensino
• oficializar parceria com a FE
• ampliação e melhorias na infraestrutura da DEDiC

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Boletim do Deptº de Mulheres 001/2013

Baixe o arquivo do Boletim Mulheres STU 001/2013, distribuído no dia 27 de fevereiro de 2013.

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Confira aqui os vídeos dos debates promovidos pelas entidades

Vídeo do debate entre os reitoráveis realizado no dia 1º de março de 2013.

 

Debate entre os candidatos a vice-reitor, promovido no dia 27 de fevereiro de 2013.

 

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Feminicídios cresceram 104% na região de Campinas entre 2008 e 2010

Por Luciana Araújo

como enfrentar a violência
Dados da Secretaria de Segurança Pública apontam que em 2012 foram registradas 3108 agressões e 265 estupros em Campinas. Os dados estão subdimensionados, até porque a cidade tem apenas uma Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), com número reduzido de profissionais, que funciona em horário comercial e não atende nos fins de semana. A demora para registrar uma queixa ultrapassa cinco horas, como já noticiado pela imprensa local. Ainda segundo estimativas da própria secretaria, 60% das mulheres vítimas de violência não denunciam o caso por medo ou vergonha, pelo menos 51% conheciam os agressores e 30% têm parentesco com o autor da violência.

Entre 2008 e 2010 cresceu 104% o número de feminicídios na Região Metropolitana de Campinas, de acordo com o Mapa da Violência.

Em razão desse crescimento das agressões sexistas em todo o país, neste ano, no 8 de março (Dia Internacional de Luta das Mulheres), o combate à violência contra a mulher será um dos temas centrais.

A violência sexista tem várias faces

Por vezes as vítimas sequer sabem que têm direito a proteção legal contra agressões. Por isso, o Jornal do STU traz nessa edição algumas orientações sobre como identificar e o que fazer contra a violência sexista.

O Código Penal brasileiro já previa uma série de delitos que podem ser denunciados por mulheres. A Lei Maria da Penha (11.340/2006), além de tipificar também a violência doméstica (a mais comum no país), estabeleceu penas mais rigorosas. Embora ainda com limitações, especialmente no que diz respeito à sua implementação efetiva por falta de investimento dos poderes públicos, a lei foi uma conquista das mulheres.

É enquadrada na Lei “qualquer ação ou omissão que cause à mulher morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico, dano moral ou material, praticada por homem ou mulher, com quem a vítima mantém ou manteve relação de afeto ou familiar, independentemente de sua orientação sexual”. A Defensoria Pública do Estado de São Paulo lista como exemplos empurrões, pontapés, tapas, socos; ameaças, perseguições, chantagens, humilhações, proibições de sair e trabalhar; relação sexual forçada, obrigar a mulher a se prostituir; proibição de tomar pílula ou ser forçada a não usar camisinha; subtrair, destruir, se apropriar ou queimar bens e documentos pessoais; xingar, acusar de traição ou espalhar mentiras a respeito da mulher.

Além da violência doméstica ou familiar, existe também aquela que acontece nos locais de trabalho ou no convívio social.

Em nossa sociedade, um tipo muito comum e que na maior parte das vezes “passa batido” é o “machão” que conta vantagem sobre seu relacionamento com mulheres, muitas vezes de forma mentirosa, para se afirmar perante a cultura machista da sociedade em que vivemos. Muitas vezes a violência praticada pelo “machão” está associada ao assédio sexual, especialmente quando este não é bem sucedido. Quem já não ouviu falar do chefe ou colega de trabalho que, frustrado em suas ofensivas sexuais, espalha que a assediada é “louca”, “histérica”, “preguiçosa”, “promíscua”, etc? A maioria das mulheres não sabe, mas essa agressão pode ser tipificada como calúnia, injúria ou difamação.

Outra importante informação desconhecida por muitas mulheres é que na legislação brasileira não existe mais diferenciação entre abuso sexual e estupro. Todo ato sexual não consentido e cometido sob ameaça ou violência é considerado estupro. No caso de menores de 14 anos ou doente mental, o crime é tipificado como estupro de vulnerável – o que agrava a pena. Nos casos em que a vítima não tenha condições de consentir, o crime é de violação sexual mediante fraude e a pena varia de dois a seis anos. Não importa a roupa que a mulher vestia, se estava alcoolizada ou se mantinha relacionamento com o agressor. O corpo da mulher não é um objeto que pode ser usado ou violentado e o Estado tem obrigação de proteger a sua integridade física e psicológica.

Matéria publicada na edição 01/2013 do Jornal do STU.

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Reitoria não responde para quanto vai o salário do Paulão

No final da tarde desta quinta-feira (28) a reitoria Fernando Costa divulgou uma “Nota da Unicamp” em resposta ao Boletim do STU 009/2013, que publicizou na manhã de ontem a nomeação do ex-pró-reitor Paulo Eduardo Moreira Rodrigues para o cargo de Assessor da Administração Superior.

A nota da reitoria comenta o fato de que “o assunto já foi devidamente esclarecido pela Fundação de Desenvolvimento da UNICAMP (FUNCAMP), em nota divulgada no dia 22 de junho de 2012”. O problema é que o “esclarecimento” da administração, mais uma vez, tergiversa sobre os principais questionamentos feitos pelo sindicato:

1) Quanto o professor Paulão está recebendo da Universidade, tendo em vista que seus vencimentos já foram questionados pelo Tribunal de Contas do Estado por duas vezes (em despacho do conselheiro Dimas Ramalho que determinou a devolução de mais de R$ 40 mil recebidos além do teto constitucional no ano de 2009, e pela auditoria das contas relativas ao exercício financeiro de 2011)? Ainda que os processos sigam tramitando e caiba recursos, os questionamentos institucionais estão postos e não podem ser simplesmente ignorados pela reitoria de uma das mais importantes universidades do país.

2) Por que alguém que responde a uma série de questionamentos jurídicos foi nomeado para um cargo da alta administração da Unicamp? Afinal, além do problema da rejeição das contas da gestão de Paulo Eduardo à frente da Funcamp (1994-1996),  que levou à impugnação de sua candidatura a vice-prefeito de Campinas em 2012 pela lei da Ficha Limpa porque o Ministério Público Eleitoral considerou que havia irregularidades “insanáveis”, o professor ainda está envolvido nos processos relativos ao escândalo dos supersalários na Unicamp (como já referido acima).

3) Afinal de contas, qual é a função de fato desempenhada pelo Paulão no cargo de Assessor de Administração Superior?

ENTENDA O CASO

Em 1º de novembro de 2012, Paulo Eduardo Rodrigues Moreira da Silva foi nomeado para o cargo de Assessor da Administração Superior. A nomeação foi assinada pelo reitor Fernando Costa um dia após a edição do Boletim do STU nº 58/2012 divulgar que um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado determinou que diversos dirigentes da  Universidade devolvessem valores recebidos acima do limite legal de salários no ano de 2009. Paulão era chamado a ressarcir mais de R$ 40 mil.

A portaria só foi publicada em Diário Oficial dois meses depois, em 3 de janeiro deste ano.

O ex-pró-reitor também é citado pelo TCE entre os supersalários da Unicamp, com rendimentos médios de R$ 39 mil/mês em 2011.

De acordo com a resolução GR-17, de 2009, a remuneração adicional para o cargo ocupado por Paulão é de até 50% do salário de um professor MS-3 (cerca de R$ 4 mil).

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Boletim 009/2013

Baixe aqui o BoletimSTU009-2013, de 28 de fevereiro de 2013.

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Jornal do STU 01/2013

Baixe aqui o JornalSTU_01-2013 – edição de Fevereiro de 2013.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2013/02/JornalSTU_01-2013.pdf” language=”pt_BR”]

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Respostas dos reitoráveis às perguntas do STU nas sabatinas

O STU disponibiliza para todos os servidores nova edição das sabatinas realizadas no dia 29 de janeiro com os candidatos à sucessão do reitor Fernando Costa. Esta versão contém apenas as respostas aos questionamentos feitos pelo sindicato sobre a isonomia, as 30 horas na saúde e na DEdIC, supersalários, disparidades salariais e democracia na Universidade. As respostas de Edgar De Decca, José Cláudio Geromel, José Tadeu Jorge e Mário Saad também foram publicadas na edição do Jornal do STU que circula esta semana na Universidade.

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Boletim 008/2013

Baixe aqui Boletim do STU 008/2013, distribuído no dia 26 de fevereiro de 2013.

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Prazo para bloquear duplo desconto do imposto sindical é dia 10

No mês de março a Unicamp desconta o valor equivalente a um dia de trabalho de todos os servidores. É o chamado imposto sindical, criado pelo governo Vargas como parte da estrutura sindical de inspiração fascista até hoje em vigor no Brasil.

A diretoria do STU é contra o imposto e devolverá os 60% que forem destinados ao sindicato. A devolução será feita após o repasse do montante à entidade pela Unicamp. Os 40% restantes serão repassados pela Universidade à União, que dividirá o bolo entre as centrais sindicais, federações, confederações e o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Os servidores associados ao STU  que também são  filiados a outros sindicatos podem optar por recolher o imposto à outra entidade, mas têm até o dia 10 de março para comunicar a opção à DGRH (nesse caso, o STU não se responsabilizará pela devolução da parcela que lhe caberia, já que o repasse será feito a outro sindicato).

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Ação contra corte arbitrário do auxílio creche

O departamento Jurídico do STU receberá entre os dias 19/2 e 4/3 a documentação dos interessados em fazer parte do processo trabalhista questionando o corte unilateral do auxílio creche por parte da Unicamp para servidores com crianças em idade para serem atendidas pelo Apoio 1 (até os 10 anos). É necessário encaminhar ao deptº cópia simples do RG, CPF, comprovante de endereço e das páginas da carteira de trabalho que comprovam o vínculo empregatício (foto, verso da foto e apontamento do contrato de trabalho), último contracheque do qual constava o auxílio e do primeiro comprovante no qual o direito não foi pago, além da certidão de nascimento do lho beneficiado.

No ato da entrega dos documentos, aos cuidados do funcionário Zé Prettu, os interessados assinarão procuração outorgando poderes aos advogados do STU para impetrarem a ação judicial. Mais informações pelo telefone 3521-7412.

Os advogados do sindicato alertam ainda que nenhum servidor deve assinar qualquer documento relativo ao benefício sem orientação jurídica prévia.

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Debates entre reitoráveis têm novas datas

As datas dos debates entre os quatro candidato à sucessão do reitor Fernando Costa organizados pelas entidades representativas da comunidade universitária sofreram alteração por conta da agenda eleitoral dos candidatos. Os eventos acontecerão no auditório III do Centro de Convenções da Unicamp.

Com a mudança das datas foi possível acrescentar uma atividade com os vice-reitores para que eles apresentem à comunidade como será sua atuação dentro da gestão no caso de vitória.

O STU, a Adunicamp e o DCE têm como objetivo estimular a discussão entre os candidatos, facilitar o conhecimento dos planos de gestão de cada reitorável e debater a participação da comunidade neste importante momento de definição dos rumos da Universidade.

Anote o calendário e participe:

27 de fevereiro (quarta-feira), 18h, debate com os candidatos a vice-reitor, em Barão Geraldo;

1º de março (sexta-feira), 12h, debate com os candidatos a reitor, em Barão Geraldo;

O primeiro turno da eleição acontecerá nos dias 6 e 7 de março.

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Boletim 007/2013

Baixe o arquivo do Boletim 007/2013, distribuído no dia 20 de fevereiro de 2013.

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Reitoráveis têm até 26/2 para responder sobre plataforma dos trabalhadores

Os candidatos à reitoria da Unicamp têm até o dia 26/02 (terça-feira), às 10h, para se manifestarem sobre os oito temas de interesse dos trabalhadores técnico-administrativos incluídos na plataforma aprovada na assembleia do dia 13 de novembro do ano passado.

Cada um dos quatros candidatos terá até 450 caracteres para responder cada eixo escolhido pela categoria, sendo que o texto geral com o posicionamento do candidato não pode ultrapassar 4.050 caracteres. A plataforma aprovada pelos trabalhadores traz as reivindicações de salário, área da saúde, punições, terceirizações, carreira, direitos sociais, transparência e democratização. As respostas do candidatos serão publicadas no site do STU.

A intenção do STU é facilitar o diálogo com os candidatos, dando oportunidades para que cada um deles tome conhecimento das lutas e reivindicações da categoria e, principalmente, contribuir com a politização e transparência do processo.

Debates entre candidatos nas próximas semanas

Anote o calendário e participe:

– 27 de fevereiro (quarta-feira), 18h, debate com os candidatos a vice-reitor, em Barão Geraldo;

– 1º de março (sexta-feira), 12h, debate com os candidatos a reitor, em Barão Geraldo;

O primeiro turno da eleição acontecerá nos dias 6 e 7 de março. No dia 5 de março a comissão de organização da consulta também realiza um debate no campus de Limeira.

As atividades estão sendo organizadas com o objetivo estimular a discussão entre os candidatos, facilitar o conhecimento dos planos de gestão de cada reitorável, além de estimular a participação e debate da comunidade neste importante momento de definição dos rumos da universidade.O primeiro turno da eleição acontecerá nos dias 6 e 7 de março.

Atualizada em 21/02/2013, às 12h32.

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Reitoria enrola e não responde questionamento sobre mudança CLT/CLE

O sindicato encaminhou à DGRH solicitação formal de acesso aos estudos sobre a possibilidade de servidores contratados em regime celetista migrarem para o regime estatutário. Até o fechamento do boletim 006/2013 a Universidade não havia respondido o pedido. A única manifestação sobre o tema foi feita oralmente na 275ª sessão da CAD, no dia 05 de fevereiro. Na oportunidade, a reitoria disse que os estudos não foram finalizados.

No entanto, na sessão do Conselho Universitário de 18 de dezembro do ano passado, a coordenadora da DGRH, Patrícia Morato Lopes, afirmou que já havia uma proposta elaborada pela DGRH e remetida à PRDU e à Procuradoria Geral da Universidade. Durante o próprio CONSU, o sindicato solicitou cópia da referida proposta.

O STU quer que a categoria tenha acesso a toda a discussão para que possa optar conscientemente e não sofra prejuízos. A direção do sindicato se preocupa com o fato das mudanças terem sido anunciadas em meio à consulta para a sucessão na reitoria e logo após as mudanças na previdência do funcionalismo que representam novos ataques para os trabalhadores.

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Repúdio à criminalização das lutas nas universidades

A diretoria do STU manifesta repúdio ao processo de criminalização das lutas sociais nas universidades públicas brasileiras, que nesse início de ano teve dois episódios deploráveis.

A primeira: a tentativa da promotora Eliana Passarelli, do Ministério Público de São Paulo, de processar por “formação de quadrilha” os 72 estudantes que foram detidos durante a desocupação da reitoria da USP em 2011. A outra é a ação de reitorias das universidades federais de perseguir, cassar liberações e promover punições e desconto de ponto contra dirigentes sindicais. A Fasubra protocolou denúncia ao Ministério da Educação no último dia 5/2, exigindo providências urgentes.

Da mesma forma que a reitoria Fernando Costa, as administrações das universidades federais se acham acima da lei e buscam coibir as lutas em defesa da educação pública e de melhores condições de trabalho.

Nossa solidariedade aos estudantes da USP e aos técnico-administrativos e dirigentes sindicais das universidades federais. Não às punições e perseguições nas universidades.

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Boletim 006/2013

Baixe o arquivo do Boletim 006/2013, distribuído no dia 14 de fevereiro de 2013.

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Confira os vídeos das sabatinas com os reitoráveis

Encerradas as inscrições para a consulta à comunidade sobre a sucessão do reitor Fernando Costa, confirmaram-se as candidaturas de Edgar De Decca, José Cláudio Geromel, José Tadeu Jorge e Mário Saad. Todos foram entrevistados pelo STU, a Adunicamp e o DCE no dia 29 de janeiro, ainda na condição de pré-candidatos. Na oportunidade, o STU abordou a questão da jornada de 30 horas na Saúde, o desmonte da DEdIC, a reivindicação de isonomia dos pisos salariais com a USP, a política da atual reitoria de perseguir e punir quem luta em defesa da Universidade e por melhores condições de trabalho e o escândalo dos supersalários. Aqui, além da edição do STU ressaltando os melhores momentos, você pode conferir a íntegra de cada entrevista:

PLATAFORMA – Será encaminhada hoje (14/02) aos quatro candidatos solicitação para que se posicionem por escrito sobre cada um dos pontos da plataforma aprovada na assembleia do dia 13 de novembro do ano passado. As respostas dos reitoráveis serão publicadas no site do sindicato.

DEBATES – As três entidades representativas da comunidade universitária também estão organizando dois debates entre os candidatos. Os eventos acontecerão no dia 28 de fevereiro em Barão Geraldo, e em 5 de março, em Limeira.

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Conteúdo e vídeos das sabatinas saem dia 14

O STU divulgará os vídeos das sabatinas realizadas com os quatro candidatos à reitoria da Unicamp no próximo dia 14 (no retorno do recesso de carnaval). Foi acertado com os quatro pré-candidatos à sucessão de Fernando Costa que o conteúdo das conversas só viria a público após o encerramento do prazo de inscrições de candidaturas para não prejudicar ou beneficiar um eventual novo concorrente.

O próximo Jornal do STU trará ainda o posicionamento dos reitoráveis sobre a plataforma da categoria. Os vídeos serão postados na página do sindicato no Facebook.

Os termos de compromisso firmados pelos quatro pré-candidatos de que não assumirão o cargo caso não sejam vencedores da consulta à comunidade universitária já estão no facebook do stu