Arquivo de tag reitoráveis

porFernanda de Freitas

Vem aí! Debate com Candidatos à Coordenação da Universidade – 2025!

ADunicamp, STU, APG e DCE convidam a comunidade acadêmica para o debate que será realizado no Auditório da ADunicamp, no próximo dia 20 de fevereiro de 2025 (quinta-feira), a partir das 18h.

CONFIRMADOS
Prof. Fernando Coelho
Profa. Leila da Costa Ferreira
Profa. Marisa Beppu

Participem! Enviem perguntas para os candidatos através do formulário: https://forms.gle/xCR4uByqBRRFxcp7A

As perguntas serão sorteadas durante o evento.

Acompanhem ao vivo, via canal oficial da ADunicamp no Youtube: http://bit.ly/3CzMjnU

porFernanda de Freitas

Vem aí! Debate com Reitoráveis – 2025

ADunicamp, STU, APG e DCE convidam a comunidade acadêmica para o debate que será realizado no Auditório da ADunicamp, no próximo dia 18 de fevereiro de 2025 (terça-feira), a partir das 18h.

CONFIRMADOS/AS
Prof. José Gontijo
Profa. Maria Luiza Moretti
Prof. Paulo César Montagner

Participem! Enviem perguntas para os candidatos através do formulário: https://forms.gle/iPtDoV5mRn5bNuDf8

As perguntas serão sorteadas durante o evento.

Acompanhem ao vivo, via canal oficial da ADunicamp no Youtube: http://bit.ly/3CzMjnU

porStéphane Powaczuk

Três candidaturas disputam reitoria da Unicamp

Agora é oficial: foram confirmadas as candidaturas dos professores José Antônio Rocha Gontijo e Marisa Masumi Beppu; Maria Luiza Moretti e Leila da Costa Ferreira; e Paulo César Montagner e Fernando Antonio Santos Coelho, para o cargo de reitor da Unicamp e Coordenadoria Geral da Universidade (CGU).

A consulta à comunidade para sucessão de reitor, gestão 2025/2029, acontece em primeiro turno entre os dias 11 e 12 de março. E os dias 25 e 26 do mesmo mês foram reservados para um possível segundo turno, por meio eletrônico de votação.

Após a votação, o Conselho Universitário (Consu), órgão máximo de deliberação da Unicamp, elaborará uma lista tríplice com os mais votados e a encaminhará ao governador do Estado, responsável pela nomeação do novo reitor. Tradicionalmente, escolhe-se o candidato mais votado da lista.

Modelo de consulta mantém desigualdade e exclusão

Apesar da importância do processo eleitoral, o modelo de consulta adotado pela Unicamp continua desigual e ultrapassado. O sistema de votação mantém uma estrutura que favorece os docentes, atribuindo-lhes 3/5 do peso decisório, enquanto os estudantes e os servidores técnico-administrativos ficam com apenas 1/5 cada.

Em outras palavras, o voto de um professor tem um peso desproporcionalmente maior, valendo por três servidores ou estudantes.

Essa desproporcionalidade reforça uma lógica elitista e hierárquica dentro da universidade, onde determinados grupos têm mais influência sobre o futuro da instituição do que outros.

Outro fator de exclusão é a impossibilidade de voto para aposentados da instituição, profissionais que dedicaram grande parte de suas vidas à construção da excelência da Unicamp. Esse veto reforça o caráter restritivo do processo, que deveria ser mais democrático e inclusivo.

Um processo verdadeiramente democrático deveria garantir que todos os segmentos tivessem peso igual na decisão sobre os rumos da Universidade, reconhecendo o valor de cada membro da comunidade acadêmica na construção do  futuro da instituição.

Diálogo com a comunidade

Dia 16/10, em meio à jornada de luta por isonomia com a USP, o STU realizou um debate com os pré-reitoráveis, transmitido ao vivo pelas redes sociais da entidade.

Na ocasião, foi cobrado o compromisso de suspensão do Ponto Eletrônico, abertura de diálogo com as entidades e criação de política de valorização do funcionário, além da garantia de assumir o cargo somente sendo o primeiro da lista na consulta à comunidade.

De todos os pré-candidatos, apenas o professor Cesinha se recusou a assinar o compromisso com as pautas da categoria. Mas deu sua palavra de recusar a assumir, caso não seja o primeiro eleito pela comunidade.

Agora, a ADunicamp, STU, APG e DCE estão se organizando para promover debates entre os reitoráveis com objetivo de conhecer os projetos dos candidatos e discutir o modelo de Unicamp que queremos.

José Antônio Rocha Gontijo e Marisa Masumi Beppu. Foto: Teka Powaczuk.
Maria Luiza Moretti e Leila da Costa Ferreira. Foto: Teka Powaczuk.
Paulo César Montagner e Fernando Antonio Santos Coelho. Foto: Teka Powaczuk.
porStéphane Powaczuk

Hoje a Unicamp parou e Amanhã vai ser maior!

Trabalhadores de 23 unidades da Unicamp estiveram presentes no ATO que aconteceu hoje (15), em frente a Reitoria.

Fizemos muito barulho com panelas, instrumentos e as nossas vozes de indignação contra o descaso do reitor que insiste em não nos receber.

Tom Zé não está nem no Brasil. Maria Luiza e Cesinha saíram pela porta dos fundos!

A nossa mobilização encerrou na parte da manhã com uma marcha pelo campus.
Na parte da tarde recebemos os companheiros Alexandre Pariol Filho e Vitor José Belchior do SINTUSP que dialogaram conosco sobre as greves, as pautas internas da USP, e como eles estão conquistando abonos, aumento de vale alimentação e valorização da carreira. Eles também parabenizaram a nossa jornada de luta.

Amanhã, o STU recebe os/a candidatos/a a reitoria começando às 10h com a Professora Dra. Maria Luiza Moretti, às 14h com o Professor Dr. José Antônio Rocha Gontijo, e finalizando às 16h30 com Professor Dr. Paulo Cesar Montagner.

Esperamos todo mundo no sindicato para acompanhar esses debates e arrancar compromissos de quem quer sentar na cadeira da reitoria ano que vem!

porFernanda de Freitas

UNICAMP| Entidades realizam debate com candidatos a reitor e vice-reitor/a

Na próxima segunda-feira (22/03), a ADunicamp, em parceria com o STU, o DCE e a APG, realizará dois debates, um com os reitoráveis e outro com candidaturas a vice-reitor/a da Unicamp, referente ao segundo turno da consulta que ocorre nos dias 24 e 25 de março.

O primeiro debate, agendado para ter início às 10h, será entre a Profa. Luiza (FCM) e o Prof. Zezzi (IQ), candidatos a vice-reitor/a. O segundo debate, entre os candidatos a reitor, Prof. Tom Zé (FEA) e Mário Saad (FCM), terá início às 16h.

Por limitações impostas pela pandemia de Covid-19, os eventos serão no modo virtual, com transmissões pelas redes sociais das entidades. A participação do público estará garantida por meio de sorteio, como veremos a seguir:

– Ao todo, serão realizadas duas perguntas, para cada candidato(a), por categoria: docentes, funcionários(as) técnico-administrativos, estudantes de Pós-Graduação e estudantes de Graduação. Sendo assim, cada inscrito/a poderá se cadastrar no máximo duas vezes por debate – uma vez referente ao candidato x e outra referente ao candidato y.

– O sorteio será por candidato/a e por categoria. Cada candidato/a responderá a duas perguntas de cada categoria.

– A inscrição para participação no sorteio, que definirá quem participará dos debates, deverá ser feita por meio de formulário, até às 23h59 do domingo (21/03). Acesse https://forms.gle/SmqHJJU3PfVDL1my5 para se inscrever.

– O sorteio que definirá quais participantes poderão fazer perguntas será realizado às 8h do dia 22/03, dia do debate. Todos(as) os(as) inscritos(as) receberão o link (por e-mail) para acompanharem o sorteio.

– Serão sorteados, para cada candidato(a), três participantes por categoria, sendo um(a) suplente. Somente dois, por categoria, farão suas respectivas perguntas. O/a suplente será acionado(a) no caso de falta de algum dos(as) participantes sorteados(as).

As transmissões ao vivo do debate serão feitas nas rede sociais das entidades:

ADunicamp 

STU

DCE

APG

Fonte: ADunicamp

porFernanda de Freitas

Saiba como participar do debate com os reitoráveis da Unicamp

Na próxima segunda-feira (22/02), às 19h, o STU, em parceria com a ADunicamp, o DCE e a APG, realizará o debate com os candidatos a reitor da Unicamp, para a consulta que ocorre nos 10 e 11/03 (primeiro turno). 

Por limitações impostas pela pandemia da Covid-19 o evento será de modo virtual, com transmissões pelas redes sociais das entidades (confira abaixo). 

Envie suas perguntas para os candidatos

A participação do público estará garantida, por meio de sorteio, como veremos a seguir: 

– Ao todo, serão realizadas três perguntas por categoria: funcionários(as) técnico-administrativos, docentes, estudantes de Pós-Graduação e estudantes de Graduação. 

– O sorteio será por candidato e por categoria, ou seja, cada candidato responderá uma pergunta de cada categoria. 

– A inscrição dos participantes, que poderão realizar as perguntas, deverá ser feita por meio de formulário, o qual pode ser acessado aqui (caso não consiga, copie o seguinte link e cole no navegador: https://forms.gle/MkQuRadSqsRkESMu8)

– O sorteio que definirá quais participantes poderão fazer perguntas será realizado na manhã do dia 22/02, dia do debate. Todos(as) os(as) inscritos(as) receberão o link para acompanharem o sorteio. 

– Serão sorteados quatro participantes por categoria, sendo um(a) suplente. Somente três, por categoria, farão suas respectivas perguntas. O suplente será acionado(a) no caso de falta de algum dos(as) participantes sorteados(as).

REDES SOCIAIS DAS ENTIDADES

ADunicamp 

STU

DCE

APG

Fonte: ADunicamp

porFernanda de Freitas

Candidatos se esquivam de compromisso com implementação imediata da isonomia e 30 horas

No debate promovido nesta segunda-feira (18) pelo STU, Adunicamp e DCE, os professores José Tadeu Jorge e Mário Saad voltaram a confrontar suas propostas para a gestão da Universidade nos próximos quatro anos.

Os candidatos à sucessão do reitor Fernando Costa, no geral, assim como na segunda rodada de sabatinas realizada pelo STU no dia 13, não avançaram nos compromissos com as demandas da comunidade universitária.

Na sabatina, cujos vídeos estão disponíveis no site do sindicato na internet <www.stu.org.br>, os candidatos foram mais uma vez inquiridos sobre o pleito dos trabalhadores de implementação imediata da isonomia dos pisos salariais com a USP e a retomada da jornada de 30 horas na área da saúde. Esta edição do Boletim do STU traz a transcrição dos principais trechos das conversas.

Antes de votar, não deixe de conferir os vídeos da sabatina, debates e as respostas dos reitoráveis à plataforma dos trabalhadores no site do STU.

poradmin

Confira aqui as respostas dos reitoráveis à plataforma dos trabalhadores

Disponibilizamos abaixo as respostas enviadas pelos candidatos à sucessão do reitor Fernando Costa à plataforma dos trabalhadores aprovada na assembleia realizada em 13 de novembro do ano passado. No Boletim do STU de hoje informamos que apenas os professores José Claudio Geromel e Mário Saad tinham enviado as respostas. No entanto, o professor José Tadeu Jorge reenviou mensagem endereçada ao sindicato no dia 25 de fevereiro e que não havia sido recepcionada pelos servidores da entidade. Já manifestamos ao professor nossas desculpas pelo mal entendido e divulgamos abaixo também as respostas dele.

O professor Edgar De Decca não encaminhou as respostas.

Confira abaixo as manifestações dos reitoráveis.

José Claudio Geromel

Salário – Nossa posição é a de adotar a isonomia de vencimentos globais entre os servidores das três universidades públicas paulistas. Parece-nos aberrante que funcionários do Estado, exercendo as mesmas atividades, recebam salários diferentes.
Queremos a equiparação com a USP não apenas salarial, mas em todos os complementos e bônus oferecidos por aquela universidade. Estabeleceremos um prazo bem estudado e acordado com toda a comunidade para atingirmos essa meta, à luz da execução responsável do orçamento da universidade.

Área da saúde – Devido ao seu tamanho, a área hospitalar deixou de ser um hospital-escola com objetivos circunscritos ao ensino e à pesquisa. Deste modo, é preciso que outros atores sejam chamados para sanar os problemas de financiamento e de saturação de sua capacidade de atendimento. É preciso adotar todo o empenho para que a Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo seja um participante central e efetivo desse esforço. Somos favoráveis ao restabelecimento da jornada de trinta horas para os profissionais de enfermagem sem redução de salário.

Punições – Somos decididamente contrários a tudo o que possa atingir o direito de greve e organização no local de trabalho.
Também somos contrários à criminalização das ações sindicais, e tiraremos desta postura todas as consequências. Não utilizaremos descontos salariais, ou qualquer outra postura que se configure como um meio de intimidação dos movimentos grevistas.

Terceirizações – Somos contrários às terceirizações. A Universidade deve ter nos seus quadros todas as carreiras necessárias para assegurar o seu bom funcionamento. O argumento da eficiência econômica não convence, pois um bom gerenciamento é suficiente para a eficácia com funcionários próprios da Universidade. No entanto, é preciso assinalar que a Unicamp já terceirizou alguns serviços: cada caso será examinado, sempre no melhor interesse da Universidade.

Carreira – Uma das principais questões que concerne a carreira dos funcionários é a avaliação de desempenho. É necessária uma discussão aprofundada envolvendo todos os funcionários e também especialistas em recursos humanos para solucionar os impasses que essa progressão hoje conhece. O reconhecimento do mérito e do desempenho deve nortear toda a política do progresso funcional.

Direitos sociais – O sindicato tem um papel essencial no estabelecimento das demandas para ampliação de direitos sociais. É ele que deve fecundar, com suas propostas, as ações da reitoria nesse sentido. Está claro que todas as demandas justas, pensadas em harmonia com o orçamento da universidade, serão consideradas e implementadas.

Transparência – Este é um ponto de base do nosso programa. A transparência de gestão, que envolve não somente a parte financeira, mas de contratos e de agenda, ocorrerá em todos os níveis da Universidade a começar pela reitoria. A agenda diária do reitor será pública. Todos os seus atos serão imediatamente publicados. Todos os recursos disponíveis, incluindo os extraorçamentários, serão conhecidos e analisados pela comunidade.

Democratização – Somos favoráveis à alteração de data de consulta para Reitor. Somos contrários às eleições paritárias para Reitor e Diretores de unidade, mas estamos dispostos, se a comunidade acadêmica assim o entender, a abrir um amplo debate a respeito e tirar dele as devidas consequências. Este, aliás, deverá ser o procedimento a respeito de todas as decisões importantes a serem tomadas pela reitoria.

José Tadeu Jorge

Salário – Restabelecer a igualdade dos salários da UNICAMP com os da Universidade de São Paulo (USP), resolvendo o problema da quebra da isonomia, criado nos últimos dois anos. Nossa proposta é estabelecer prioridade absoluta para essa questão, executando-a nos dois primeiros anos da gestão. Defender a posição de que as três universidades estaduais paulistas devem ter estruturas semelhantes de carreira. Contemplar os aposentados nos benefícios que tiverem base legal para aplicação.
Respeitar, evidentemente, as determinacões legais para o teto salarial.

Área da Saúde – Viabilizar a implantação da jornada de 30 horas para os profissionais envolvidos nas atividades de assistência. Para tanto, providenciar a alteração dos contratos de 40 horas, hoje existentes, passando-os para 30 horas, sem redução salarial. Previamente à implantação da nova sistemática de funcionamento, adequar o quadro existente para que não ocorram deficiências no atendimento. Democratizar a gestão, propiciando condições de representatividade de todos os segmentos envolvidos, inclusive da sociedade. Estabelecer amplo debate interno sobre a autarquização já encaminhada ao Governo do Estado, definindo claramente os interesses da Unicamp.

Punições – Em nossa gestão como Reitor respeitamos integralmente o direito de greve e de organização no local de trabalho; não houve iniciativas de criminalização de ações sindicais e nem aplicação de mecanismos de intimidação ou repressão. Essas atitudes contrariam os fundamentos universitários de respeito à divergência, ao contraditório e à opinião de cada membro da comunidade. Fiéis a esses conceitos, propomos a revisão das punições aplicadas por motivação política ou uso de direitos de mobilização.

Terceirizações – Estabelecer uma Política de Reposição de Pessoal focada na promoção de concursos públicos. Criar grupo de trabalho para analisar e estabelecer critérios que permitam equacionar a terceirização e buscar a sua redução progressiva. No processo de gestão da Universidade, aprimorar cada vez mais as relações com a Funcamp, especialmente nos planos jurídico, trabalhista e funcional, visando à diminuição das diferenças de tratamento dos contratados.

Carreira – A carreira PAEPE foi implantada em 2003, após intenso, amplo e participativo processo de debates com a comunidade.
Infelizmente, em 2010, a carreira foi alterada, sem um processo de discussão com a comunidade, e levando a vários retrocessos. Nessa conjuntura, propomos:
‐ Realizar ampla revisão da carreira PAEPE;
‐ Valorizar e reconhecer os profissionais pelas experiências acumuladas e atividades exercidas;
‐ Estabelecer, com clareza, critérios e parâmetros objetivos para enquadramento e progressão;
‐ Resgatar o processo de estímulo à qualificação profissional do funcionário, que ficou conhecido como “reconhecimento dos títulos” e foi lamentavelmente desativado em 2010.
O processo de avaliação de desempenho foi implantado em 2008, durante nossa gestão anterior, depois de mais de dez anos sem ser realizado na UNICAMP. Também sofreu mudanças em 2010, que descaracterizaram a proposta inicial. Nessas condições propomos:
‐ Realizar ampla revisão da metodologia adotada atualmente, implementando indicadores de avaliação do trabalho efetivamente realizado no dia a dia e não apenas quesitos que avaliam o comportamento e o relacionamento dos funcionários;
‐ Definir na proposta orçamentária os recursos destinados ao processo de avaliação de desempenho. Revogar a Resolução relativa ao ESTÁGIO PROBATÓRIO, substituindo-a, após ampla discussão, por instrumento que consagre o conceito de que se trata de um período destinado à integração do funcionário, à aquisição do conhecimento das rotinas do trabalho e à adaptação à cultura da unidade/órgão.

Direitos Sociais – Em relação à DEdIC: Recuperar os espaços físicos, dotando-os da qualidade necessária; Agilizar os projetos de expansão desses espaços, procurando atender à demanda por vagas; Construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) de maneira participativa; Dar mais representatividade ao Conselho Escolar e respeitar suas atribuições deliberativas; Zelar pela efetiva gestão democrática, conforme previsto na Constituição do Brasil.
Investir na reforma dos restaurantes universitários, implantando ou modernizando os equipamentos de produção. Descentralizar a elaboração das refeições, medida indispensável para estabelecer uma efetiva melhoria da qualidade. Realizar estudos para dimensionar a necessidade de implantar outros pontos de serviço.
Estimular o uso dos fretados reduzindo seu custo para os servidores. Intensificar a fiscalização dos contratos para garantir a qualidade do conforto do usuário, além da segurança.

Transparência – Implantação da estrutura do Serviço de Informações ao Cidadão, previsto na lei de acesso à informação (lei 12.527/2011).

Democratização – Estabelecer, de imediato, processo de revisão dos Estatutos da UNICAMP, garantindo ampla oportunidade de discussão de todos os tópicos, através de reuniões abertas em todas as unidades/órgãos da universidade, entidades representativas e colegiados institucionais. A maioria dos temas listados neste eixo é de assuntos estatutários e encontrarão nesse processo de revisão a oportunidade de consideração, debate e decisão.
As pautas de reivindicações das entidades devem ser tratadas em reuniões periódicas mensais ao longo do ano e não apenas por ocasião da data base.
O capítulo do nosso Programa de Gestão dedicado à Graduação trata do tema “Formas de Ingresso”, propondo amplo debate sobre todas as alternativas existentes.

Mário Saad

Salário – a) Equiparação dos pisos salariais com a USP: Temos como meta atingir a isonomia salarial com a USP. Pela nossa avaliação a isonomia poderá ser alcançada em quatro anos;
b) Unificação de tabelas de vencimentos das três Universidades e do Centro Paula Souza: É altamente desejável mas não depende apenas da UNICAMP;
c) Aplicação plena……25.000,00: O teto vem sendo aplicado. Pela fórmula de cálculo, que é feito conforme a decisão do Supremo Tribunal Federal, deve ser excluída da remuneração todas as incorporações que ocorreram até 2003. E este calculo vem sendo aplicado pelas três Universidades Públicas Paulistas;
d) Extensão dos benefícios aos aposentados: Os benefícios aos aposentados, tal como o auxílio alimentação, esbarra em decisão do Supremo Tribunal Federal porque se trata de verbas indenizatórias aplicadas em função do exercício de atividade.

Área da saúde – a) Não autarquização da área da Saúde: Defendemos a autarquização, vide nosso programa, que pode ser lido no endereço http://www.nocaminhocerto.org/site/index.php/programa.
b) Restabelecimento da jornada de 30 horas: Assinamos um documento organizado pelas lideranças da área da enfermagem, nos comprometendo com a viabilização da jornada de 30 horas;
c) Implantação do Controle Social na Área da Saúde sob a gestão da UNICAMP: Somos favoráveis.

Punições – a) Garantia do direito de greve e a organização local do trabalho: O direto de greve está previsto na Constituição e a lei deve ser respeitada por todos os envolvidos;
b) Não a criminalização das ações sindicais com a revogação de todas as punições, retirada dos processos decorrentes das ações políticas e sindicais e reversão das demissões políticas. O nosso histórico mostra que nós não criminalizamos o movimento sindical;
c) Retirada dos F3 relativos à greve 2011, com a consequente devolução dos descontos e dos benefícios decorrentes (férias, quinquênios, etc): Este item pode fazer parte de uma pauta de negociação;
d) Não utilização dos descontos como mecanismo de intimidação dos movimentos grevistas: Vide resposta do item anterior.

Terceirizações – a) Fim das terceirizações: Podemos estudar quais deveriam ser finalizadas;
b) Isonomia salarial e de benefícios dos trabalhadores contratados através da FUNCAMP com os contratados pela UNICAMP: Somos a favor, no entanto, é o fluxo financeiro dos convênios que determina a remuneração.

Carreira – a) Não implantação de Metas de Produtividade na UNICAMP: Em tese de acordo com a não implantação, porém é um tema que deverá ser discutido com a comunidade;
b) Revogação da última alteração na carreira PAEPPE (2010): Podemos discutir. Mas revogar para substituir para qual carreira? Os últimos três processos avaliatórios contemplaram praticamente 100 % dos servidores;
c) Rediscussão com o STU…Paula Souza: De acordo com a discussão mas a carreira da FASUBRA tem plano de metas;
d) Revogação das portarias GR 34/2010 e 32/2012: Este item pode fazer parte de uma pauta de negociação.

Direitos sociais – a) Ampliação do DEDIC: Em nosso programa colocamos questões essenciais para o DEDIC;
b) Ampliação do CECOM: De acordo;
c) Ampliação e investimento: De acordo;
d) Moradia para funcionários com atenção especial ao Residencial Arlete Cardoso Lins Teixeira: De acordo, mas dependemos do Governo do Estado de São Paulo;
e) Redução gradual: Faremos estudos sobre esta proposta.

Transparência – a) Garantia da lei do acesso à informação: A UNICAMP já tem um portal para isso. Podemos aprimorá-lo;
b) Disponibilização> A UNICAMP já faz isto. Quanto à FUNCAMP, isto depende dela.
c) Disponibilização: De acordo.

Democratização – a) Alteração da data: Submeteremos à decisão do CONSU;
b) Eleições diretas e paritárias: Avaliamos que a consulta a comunidade deve permanecer da forma como está;
c) Paridade nos órgãos colegiados: Idem resposta anterior.
d) Agenda real: Iremos instituir a Reitoria de Portas abertas que atenderá esta reivindicação;
e) Revogação: É necessário especificar estes artigos para uma resposta e a futura discussão no CONSU;
f) Cotas raciais: Somos favoráveis à inclusão social.

Íntegra da plataforma apresentada aos reitoráveis

SALÁRIO
a) Equiparação dos pisos salariais com a USP;
b) Unificação das tabelas de vencimentos das três Universidades e do Centro Paula Souza;
c) Aplicação plena do teto constitucional, de modo que nenhum servidor docente ou técnico-administrativo da Unicamp ganhe acima do salário do governador (atualmente em R$ 18.700,00) ou do Procurador-Geral do Estado (atualmente em cerca de R$ 25.000,00);
d) Extensão dos benefícios aos aposentados.

ÁREA DA SAÚDE
a) Não autarquização do Complexo Hospitalar da Unicamp;
b) Restabelecimento da jornada de 30 horas;
c) Implantação do controle social na Área de Saúde sob a gestão da Unicamp.

PUNIÇÕES
a) Garantia do direito de greve e de organização no local de trabalho;
b) Não à criminalização das ações sindicais – com a revogação de todas as punições, retirada dos processos decorrentes das ações políticas e sindicais e reversão das demissões políticas;
c) Retirada dos F3 relativos à greve de 2011, com a consequente devolução dos descontos e dos benefícios decorrentes (férias, quinquênios, etc);
d) Não utilização dos descontos como mecanismo de intimidação dos movimentos grevistas.
TERCEIRIZAÇÕES
a) Fim das terceirizações;
b) Isonomia salarial e de benefícios dos trabalhadores contratados através da FUNCAMP com os contratados diretamente pela Unicamp.

CARREIRA
a) Não implantação de metas de produtividade na Unicamp;
b) Revogação da última alteração da Carreira PAEPE (2010);
c) Rediscussão, com a participação do STU, de uma nova carreira, tendo como referência a carreira defendida pela FASUBRA, com vistas à unificação dos planos de carreiras das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza;
d) Revogação das portarias GR-34/2010 e GR-32/2012.

DIREITOS SOCIAIS
a) Ampliação da DEDiC, para que atenda a toda a demanda da Unicamp:
• credenciamento a um órgão de ensino
• oficializar parceria com a FE
• ampliação e melhorias na infraestrutura da DEDiC

porFernanda de Freitas

Boletim 010/2013

Baixe aqui o Boletim STU 010/2013, de 5 de março de 2013.

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