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porStéphane Powaczuk

Palestra sobre Etarismo tratou sobre o desafio das mulheres idosas voltarem ao mercado de trabalho

Na última quinta-feira, 07/03, a conselheira Regional de Enfermagem/SP, Maria Edith Almeida Santan deu um show na roda de conversa que aconteceu no STU. Foi uma aula completa sobre Etarismo, tirando várias dúvidas sobre os desafios das mulheres idosas em relação ao tema. Algumas mulheres se identificaram com o assunto e falaram que de alguma forma já foram vítimas do Etarismo.

O Etarismo se tornou um preconceito frequente no Brasil, e é um grande desafio para as mulheres idosas, aposentadas, que precisam voltar ao mercado de trabalho, mas são discriminadas. Elas precisam enfrentar os baixos salários, muitas são arrimos de família, mesmo com a saúde comprometida ainda precisam cuidar dos/as idosos/as e netos/as da família.

Continue acompanhando a programação do Mês de luta da Mulher do STU. A próxima atividade vai acontecer na terça-feira, 12/03, uma roda de poesia, às 10h, com as mulheres aposentadas da Unicamp.

Convide uma mulher, seja sua amiga, colega de trabalho ou aposentada e venha para o STU participar das atividades do mês da mulher.

porStéphane Powaczuk

8 DE MARÇO | ATO E CAMINHADA DAS MULHERES

Nesta quarta-feira, 8 de Março, a partir das 17h, no Largo do Rosário, vamos às ruas nos juntar às mulheres do Brasil para dizer não aos atos fascistas, racistas e golpistas!
Lugar de mulher é na rua, lutando em defesa da democracia, pelo fim do feminicídio e pela ampliação dos direitos trabalhistas!
Mais uma vez, o STU convoca todes da Unicamp para se juntar à luta pela igualdade de gênero e o fim da violência contra a mulher.

https://www.facebook.com/reel/3296555223991778
porStéphane Powaczuk

8 DE MARÇO | DIA INTERNACIONAL DE LUTA DAS MULHERES

Em 2022 mulheres ainda lutam por dignidade humana e

Em 1917 as mulheres revolucionárias se mobilizaram contra a exploração e a opressão capitalista. Desde então, suas descendentes ainda lutam contra as desigualdades e a fome.

Durante muitos anos o Dia Internacional de Luta das Mulheres, 8 de março, marca a data em que devemos não só refletir, mas combater comportamentos e ações machistas, racistas, sexistas, misóginos, LGBTQIA+fóbicos, gordofóbicos e preconceituosos.

Até quando as mulheres terão que continuar lutando para superar a violência de gênero e as desigualdades sociais impostas pela opressão capitalista e conservadora, que vitima de forma trágica as mulheres, prioritariamente as negras?

Se analisarmos o relatório “Violência contra as Mulheres em Dados”, do Instituto Patrícia Galvão, vemos que essa luta está longe de cessar.

Ataques à vida da mulher negra

 As mulheres negras ficam à margem da sociedade e são as que mais sofrem por conta das desigualdades, racismo, sexismo, violência doméstica e falta de acesso à saúde, educação e à cidade.

São inúmeros os motivos pelos quais as mulheres seguem nas ruas combatendo esse projeto político de morte que ataca os seus direitos e tenta a todo custo controlar os seus corpos, enquanto inviabiliza sua voz e profere discurso de ódio taxando-as de “fraquejada”.

Em áudio vazado, recentemente, o deputado estadual Arthur do Val (Podemos/SP), conhecido como “Mamãe Falei” proferiu falas machistas e cruéis em relação às mulheres refugiadas na Ucrânia ao dizer que “as mulheres ucranianas são fáceis de ‘pegar’ porque são pobres”.

Vivemos num sistema político e econômico que utiliza da exploração da força de trabalho da mulher e dos seus corpos para se sustentar. As mulheres são o pilar dessa sociedade, desde o trabalho doméstico e o cuidado da família, até o trabalho operário, tido como produtivo. E ainda assim, são 70% da população mais pobre do mundo.

Hoje em dia, a mulher morre de fome ou de violência, Isso prova a urgência da luta em defesa de políticas públicas que garantam vida digna para todas e rompa com todo o retrocesso e retirada de direitos.

Exposição de Fotos e Caravana STU

O STU, junto às trabalhadoras da Área da Saúde, está organizando uma exposição fotográfica para relembrar o histórico de luta dessas companheiras por melhores condições de trabalho e de vida. Confere lá na entrada do F1 do HC, a partir das 10h.

Mais tarde, às 15h30, vamos nos concentrar na sede do STU, para a caravana rumo ao Largo do Rosário para o ato “Pela Vida das Mulheres – Bolsonaro e Dória Nunca Mais! Por um Brasil sem Machismo, Racismo, LGBTQIA+fobia e sem Fome!”.

MAPA DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

  • Uma mulher é vítima de estupro a cada 10 minutos;
  • Três mulheres são vítimas de feminicídio a cada um dia;
  • Uma travesti ou mulher trans é assassinada no país a cada 2 dias;
  • 30 mulheres sofrem agressão física por hora;
  • 81% das mulheres já sofreram violência em seus deslocamentos pela cidade;
  • 76% das mulheres já sofreram violência e assédio no trabalho;
  • Cresceu em 67,9% a violência contra as mulheres com deficiência durante a pandemia;
  • Mulheres negras foram 67% das vítimas de homicídio em 2019;
  • Uma em cada quatro mulheres sofre violência obstétrica, dessas 65,9% são negras.

PROGRAMAÇÃO DO DIA DE LUTA DAS MULHERERES

  • 10h – Exposição Fotográfica “Trabalhadoras da Área de Saúde”
  • 15h30 – Caravana – Ato das Mulheres em Campinas (Concentração no STU)
  • 16h – Ato “Pela Vida das Mulheres (Largo do Rosário – Centro/Campinas)
porFernanda de Freitas

Trabalhadoras da Unicamp participam do Dia Internacional de Luta das Mulheres

Texto: Fernanda de Freitas

Foto: Thaís Roberto de Souza

No Dia Internacional de Luta das Mulheres, 8 de Março, aconteceu em Campinas um ato unificado dos coletivos feministas, centrais sindicais, partidos políticos, entidades estudantis e movimentos sociais e sindicais. As militantes se concentraram na Estação Cultura para abertura da atividade e em seguida caminharam pela Rua 13 de Maio com destino ao Largo da Catedral.

A atividade foi de protesto pelas condições de desigualdade em que se encontram as mulheres brasileiras.

Em Campinas, o Departamento de Mulheres do STU participou do ato unificado para reafirmar nossa luta contra todas as formas de violência contra a mulher. E reafirmou a defesa das bandeiras por igualdade de direitos nas relações de trabalho, mais creches, ampliação das políticas públicas que beneficiem as mulheres (nas áreas da saúde, educação, moradia e transporte).

Mulheres protestam contra a copa e cobram melhores condições de vida e de emprego

Mulheres protestam contra a copa e cobram melhores condições de vida e de emprego

Para uma das diretoras do STU, que integra o Departamento de Mulheres do Sindicato, “é papel do sindicato não só lutar pela valorização do trabalhador e do trabalho como também contra toda e qualquer forma de opressão se posicionando contrário à violência de classe e de Estado que acomete não só as mulheres, como os negros, homossexuais e outros grupos da sociedade”.

Não é de hoje que o departamento vem debatendo as demandas das trabalhadoras da Unicamp participando, inclusive, do lançamento da Frente Feminista da Unicamp, que atuará em conjunto com as entidades do campus para propor ações que melhorem as condições de vida, de trabalho e de estudo das mulheres dentro e fora da universidade.

porFernanda de Freitas

Neste 8 de março, o Departamento de Mulheres do STU defende fim da violência e igualdade de direitos

Lançamento da Frente Feminista da Unicamp

Lançamento da Frente Feminista da Unicamp

Amanhã, 8 de março, às 9h, na Estação Cultura, acontece o ato unificado pelo Dia Internacional de Luta das Mulheres. Em seguida haverá caminhada pela Rua 13 de maio até o Largo da Catedral onde serão realizadas as atividades culturais e de integração junto à população do entorno.

Neste dia, o Departamento de Mulheres do STU estará nas ruas para reivindicar igualdade de direitos e reafirmar a luta contra todas as formas de violência contra as mulheres.

A data também nos convida a refletir sobre a situação das mulheres frente às opressões e desigualdades, já que elas recebem os menores salários, milhares delas morrem por ano no Brasil em decorrência da realização de abortos clandestinos e a cada 2 minutos uma mulher é espancada. Além disso, em média, 15 mulheres morrem por dia e em 2012 mais de 50 mil estupros foram registrados no país.

cartaz_mulheres_2014Na Unicamp, as trabalhadoras que constroem o Departamento de Mulheres e agora também integram a Frente Feminista da Unicamp, lançada quinta-feira passada (27), se reúnem para articular todas as mulheres que fazem parte da universidade e da comunidade ao seu redor com objetivo de discutir o machismo institucional e as formas de discriminação, além de dar respostas às necessidades frente aos casos de machismo que elas sofrem diariamente.

O STU, por meio do departamento, integra o Comitê de Organização do 8 de março como forma de dialogar com os coletivos feministas e outras frentes que discutem a situação da mulher, não só no mundo do trabalho.

Confira abaixo o Boletim do Departamento de Mulheres intitulado “No trabalho e nas ruas, nós mulheres estamos sempre na luta”:

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Acesse também o Manifesto Campinas: 8 de Março – Dia Internacional de Luta das Mulheres assinado pelo STU.

 

8 DE MARÇO 2014

Ato Unificado do Dia Internacional da Mulher

Horário: concentração às 9 horas

Ponto de encontro: Estação Cultura (Praça Marechal Floriano Peixoto, s/n, Centro de Campinas/SP)

 

 

poradmin

Boletim do Deptº de Mulheres 001/2013

Baixe o arquivo do Boletim Mulheres STU 001/2013, distribuído no dia 27 de fevereiro de 2013.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2013/03/Boletim-MulheresSTU_27-02-2013.pdf” language=”pt_br”]