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Assembleia dia 9 discute pauta unificada da campanha salarial

Atividade terá início ao meio-dia no Ciclo Básico

Toda a categoria está convocada a participar da assembleia geral que vai discutir a proposta de pauta unificada encaminhada pelo Fórum das Seis para a campanha salarial deste ano.

A direção do sindicato segue cobrando o agendamento de reunião com o reitor José Tadeu Jorge para retomar o debate sobre o atraso na efetivação da isonomia salarial com a USP. A Unicamp ainda está quatro referências atrás daquela Universidade e com o fechamento da arrecadação tributária estadual do ano passado (que, segundo a Secretaria da Fazenda, consolidou um total de R$ 122.849 bilhões de ICMs), é hora de reabrir o diálogo.
Além disso, a diretoria do STU aguarda a publicação do acórdão do julgamento do STF sobre os supersalários.
A diretoria do STU realça que para construir uma grande mobilização em torno das reivindicações é fundamental a realização das reuniões de unidade e o fortalecimento da mobilização em cada local de trabalho, além de uma forte presença da categoria na assembleia.

Luta contra a privatização
No ultimo dia 23 o diretor do STU Marcílio Ventura acompanhou o ato unitário promovido pelo Fórum das Seis na Unesp Botucatu. Foi lançada no evento uma nova edição da revista ‘Cadernos da Adunesp’ com pauta central contra a autarquização dos hospitais universitários. A publicação demonstra como a desvinculação do Hospital de Clínicas de Botucatu – que era parte da Unesp -, ocorrida em 2000, levou ao aprofundamento das terceirizações e precariedade do atendimento e das condições de trabalho.
Aqui na Unicamp a derrota dessa política em 2013 foi fundamental para a defesa da excelência do HC, apesar de todos os problemas existentes.

Confira a agenda de atividades:

8/3 – terça
Atividades do Dia Internacional
de Luta das Mulheres
9/3 – quarta
Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp
10/3 – quinta
Reunião do F6, em São Paulo, para debater as propostas aprovadas nas assembleias.
11 a 18/3
Segunda rodada de assembleias de base.
12/3
Concentração às 9h na Estação Cultura de Campinas para o ato “Mulheres Ocupam as Ruas e a Política, Por Nenhum Direito a Menos”.
22/3 -terça
Reunião do F6, em São Paulo, para avaliar o retorno das assembleias e, se possível, fechar a pauta de reivinficações.
Até 31/3 – quinta
Protocolo da Pauta junto ao Cruesp.

 

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Boletim do STU 03/2016

Baixe aqui Boletim 03/2016, de 2 março de 2016.

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Boletim do STU 02/2016

Baixe aqui Boletim 02/2016, de 24 fevereiro de 2016.

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Sindicato cobra retomada de debate sobre efetivação da isonomia salarial com a USP

A diretoria do STU vai cobrar da reitoria a realização da próxima reunião para discutir a incorporação de uma referência aos vencimentos de todos os trabalhadores da Universidade. Na última reunião ocorrida no ano passado, o reitor José Tadeu Jorge protelou mais uma vez a efetivação da isonomia salarial com a USP apoiando-se na argumentação de que a arrecadação estadual não atingiria os R$ 92,2 bilhões. No último dia 15, no entanto, o jornal Folha de São Paulo informou que a Secretaria de Planejamento e Gestão do governo do Estado prevê que a arrecadação de 2015 ficará em R$ 95,4 bilhões.
Na reunião de 22 de dezembro Tadeu também afirmou que, a partir deste mês, caso não se efetive a referência para todos, seria possível discutir outras alternativas. A direção do sindicato cobra uma proposta concreta do reitor para ser levada à decisão da categoria, com o objetivo de fazer avançar o compromisso assumido por Tadeu quando ainda era candidato e que já está atrasado em dois anos. Até o momento, sequer os pisos salariais dos três níveis da carreira estão ainda igualados aos da Universidade de São Paulo.
A previsão é que o fechamento das contas do ano passado ocorra neste dia 20 e o STU cobra que a reunião com Tadeu aconteça ainda neste mês, conforme pactuado em dezembro.

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Boletim do STU 035/2015

Baixe aqui Boletim 35/2015, de 09 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim-STU-35_final.pdf” language=”pt_BR”]

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Hoje tem luta unificada em São Paulo

Os trabalhadores e trabalhadoras das universidades estaduais paulistas – Unicamp, USP e Unesp – estão construindo uma importante greve contra o descaso das reitorias, que além de apresentarem 0% de reajuste, não têm o mínimo de respeito com a categoria. Os trabalhadores querem negociação, mas os reitores não têm dado espaço para que isso aconteça. Ao invés disso, preferem proferir informações de que as universidades estão em crise financeira, o que bem sabemos não é verdade. A Unicamp tem uma reserva orçamentária de mais de R$ 1,3 bilhão. Além disso, conforme levantamento recente do Fórum das Seis, o governo estadual deixou de repassar cerca de R$ 2 bilhões para as universidades paulistas, que o CRUESP se recusa a cobrar. A desculpa de crise não se sustenta. Enquanto isso, os salários vão sendo congelados e o trabalho dos servidores que dedicam a maior parte de suas vidas à construção de uma universidade pública de qualidade vai sendo desvalorizado.
Já que o Cruesp mantém a intransigência, os trabalhadores mantêm a greve!
Hoje, mais uma atividade ocorre em São Paulo. O Fórum das Seis está organizando uma aula pública na Praça da Sé, às 12h. O tema da aula é “Direito à educação e à saúde”, onde discutiremos o financiamento das universidades, estrutura tributária, financiamento para a educação, saúde e outros direitos sociais. É importante que a categoria compareça e continue na luta unificada contra o descaso do Cruesp.
A greve continua até que as negociações se efetivem!

ATENÇÃO PARA OS HORÁRIOS
9h – Concentração em frente à reitoria.
10h – Saída para São Paulo
no F1.
12h – Aula Pública na Praça da Sé, em São Paulo.

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Assembleia da Adunicamp aprova continuidade da greve

Ocorreu nesta segunda-feira (16) a assembleia de docentes da Unicamp, no auditório da Adunicamp. Entre as deliberações os professores decidiram dar continuidade à greve e realizar assembleias permanentes, além de continuar cobrando o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, a um diálogo em relação a campanha salarial. Foi aprovada também a participação em Ato Público, a ser organizado pelo Fórum das Seis, na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), no dia 24/06, para pressionar a aprovação de mais verbas para a educação. Ficou indicada também a sugestão de um ato em frente à reitoria da USP no dia 26/06.
Os docentes também aprovaram a realização de aulas públicas e debates com o objetivo de dialogar com a população de Campinas.
Na USP, também foi realizada uma assembleia na segunda-feira, que deliberou pela continuidade da greve, pela construção do ato público na ALESP, no dia 24/06 e por um ato em frente à reitoria da USP, cobrando a negociação.

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Boletim 039/2014

Baixe aqui o Boletim 039/2014, de 18 de Junho de 2014.

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porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis Entidades

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis Entidades, de 20 Fevereiro de 2014.

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Campanha salarial 2013: Trabalhadores marcam novo ato e cobram abertura de negociação

Crédito da foto: Fernanda de Freitas

Crédito: Fernanda de Freitas

Luciana Araújo e Rodrigo Cruz

A assembleia geral dos trabalhadores da Unicamp realizada nesta terça-feira (7), no Ciclo Básico, votou a realização de um novo ato-paralisação em frente à reitoria para a próxima semana. A categoria aprovou encaminhar novamente ofício reiterando o pedido de agendamento de uma reunião com o reitor para abrir as negociações sobre a pauta da campanha salarial. Tendo em vista que desde o último dia 26 a direção do sindicato espera resposta de José Tadeu Jorge à solicitação de reunião, a assembleia aprovou reafirmar a cobrança à reitoria indicando que o novo encontro seja realizado entre terça e quinta-feira da semana que vem, e tenha a data definida com antecedência, a fim de assegurar que a categoria possa acompanhar a reunião. Logo após a assembleia, a direção do STU encaminhou o documento à reitoria e espera obter uma resposta até o final desta semana, para viabilizar a organização do ato e a mobilização da categoria.

A diretoria do sindicato informou à categoria os detalhes da primeira reunião do STU com o novo reitor, esclarecendo que não houve negociação efetiva apesar dos representantes dos trabalhadores terem aproveitado a oportunidade para apresentar formalmente os pontos prioritários da campanha salarial definidos na assembleia do dia 14 de abril. Os trabalhadores presentes à assembleia reafirmaram a luta pela isonomia já e pelo reajuste de 11% e rejeitaram a subordinação da isonomia à discussão sobre o índice salarial (proposta por Tadeu durante a conversa do dia 26).

Em relação à Campanha Salarial Unificada do Fórum das Seis, foi informado que o Cruesp ainda não havia respondido à solicitação de agendamento de uma reunião para a próxima semana. A pauta da campanha unificada foi protocolada no dia 16 de abril. No fim da tarde de ontem, a coordenação do Fórum recebeu comunicado do Cruesp agendando reunião com a comissão técnica para esta quinta-feira (9 de maio) às 14h30, na sede do Conselho, em São Paulo.

A assembleia também aprovou uma moção de repúdio à ausência do reitor na primeira reunião marcada com o STU para o último dia 23 de abril.

Confira os encaminhamentos da assembleia:

1)Ato-paralisação durante a reunião solicitada novamente à reitoria para abrir as negociações da campanha salarial 2013, seguido de assembleia de avaliação ao final da reunião.

2)Retomar as reuniões de unidades para fortalecer a mobilização;

3)Realizar debates, com representantes do Sintusp e Sintunesp, sobre a viabilidade da implementação imediata da isonomia;

4) Promover debate junto com o DCE e a Adunicamp sobre a necessidade de revisão do estatuto e democratização da Unicamp;

5) Organizar um comando de mobilização com representação eleita nos locais de trabalho;

6) Ampliar a visibilidade da campanha salarial com cartazes e faixas;

7) Criar grupos de trabalho para aprofundar a elaboração das propostas pelas reivindicações específicas (30 horas na saúde, valorização do Sistema de Educação Infantil, etc).

Leia aqui a moção de repúdio aprovada na assembleia

Nós, trabalhadores da Unicamp, repudiamos o não comparecimento do Reitor Tadeu na primeira reunião de negociação da campanha salarial 2013. A reunião, que havia sido marcada antecipadamente com a anuência do atual Vice-Reitor, Prof. Álvaro Costa, foi cancelada sem que o reitor comunicasse os trabalhadores e o STU. Entendemos que tal postura não reflete o comprometimento firmado com o conjunto dos trabalhadores da Unicamp durante a consulta para reitor e reforça práticas antidemocráticas.

Atualizado em 9 de maio de 2013, às 9:42.