porFernanda de Freitas

Campanha de Solidariedade: Doe Sangue. Salve Vidas!

A cobertura do Hemocentro Campinas abrange mais de 80 municípios, que totalizam mais de 7 milhões de habitantes.

Manter o estoque de banco de sangue para essa densidade populacional é um desafio diário para o Hemocentro Unicamp.

Colabore! Salve vidas doando sangue!

Os pontos de coletas são:

  • Unicamp/Hemocentro: 0800-722-8432
  • Hospital Municipal Dr. Mário Gatti: (19) 3272-5501
  • Hospital Estadual de Sumaré: (19) 3883-8909
  • Piracicaba/Hemonúcleo: (19) 3422-2019

Escolha o local, ligue e agende sua doação!

Uma campanha do Hemocentro Unicamp, do STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e da ADunicamp – Associação de Docentes da Unicamp. Compartilhe!

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar – Maria Julia Lima de Mesquita

É com profunda dor que informamos o falecimento da Sra. Maria Julia Lima de Mesquita, mãe do companheiro Francisco Genézio Lima de Mesquita (IA/Unicamp), ocorrido ontem (18/07). O sepultamento aconteceu nesta terça-feira de manhã (19).

Genézio integrou a última diretoria do STU, mandato 2017/2022, e foi presidente da CIPA Unicamp, gestão 2018/2019.

A diretoria do STU lamenta e expressa os sentimentos de condolências à família e amigos do companheiro Genézio pelo falecimento de uma pessoa tão querida. 

porFernanda de Freitas

Colabore com a rede de apoio aos ingressantes indígenas

A Rede Ñaduti de apoio aos estudantes indígenas da Unicamp precisa de auxílio para, principalmente, a compra de passagens aéreas para os estudantes indígenas ingressantes do Vestibular Indígena de 2022.

Segundo a rede, atualmente, cerca de 60% desses estudantes não têm condições financeiras para custear os gastos com transporte, de suas comunidades de origem até a cidade de Campinas/SP.  Devido ao fato de a maior parte desses estudantes, em torno de 90%, serem provenientes da região Norte do Brasil, deslocar-se de avião acaba sendo o meio de transporte mais viável.

É importante destacar que a assistência prestada pelo SAE (Serviço de Apoio ao Estudante) acontece principalmente por meio das bolsas-auxílio moradia, BAE (antiga bolsa-trabalho), alimentação e transporte, que na prática são possíveis e contribuem com a permanência dos estudantes quando já estão na universidade. No entanto os gastos com o deslocamento acabam sendo por conta dos estudantes.

Atualmente, o preço de uma passagem aérea Norte-Sudeste é de aproximadamente mil reais. Nesse sentido, a Rede Ñaduti tem uma demanda de arrecadação de que se aproxima de R$ 70 mil.

Democratização da Unicamp

A Rede Ñaduti tem como objetivo atuar na recepção e integração dos ingressantes do vestibular indígena. E a democratização do acesso à universidade e a defesa das cotas étnico-raciais são bandeiras históricas do STU, por isso, não podemos ficar de fora dessa rede solidária.

A Coordenação do Coletivo dos Estudantes Indígenas está recebendo doação:

  • Conta Bancária: Nubank
  • Agência: 0001
  • Conta: 69723655-7
  • Pix: (97) 99195-7746 (nome: Tatiane Prado Arantes).

Para mais informações: [email protected].

Vamos juntos ajudar nessa rede de colaboração e incentivo à chegada dos novos ingressantes indígenas na Unicamp, faça a sua doação ou ajude na divulgação dessa causa.

porFernanda de Freitas

PEC do piso da enfermagem é aprovada em 2º turno na Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (13), os profissonais da enfermagem conquistaram mais uma vitória!

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que instituiu o piso nacional para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras, foi aprovada em 2º turno na Câmara dos Deputados.

A companheira Maria Edith esteve em Brasília com Coren-SP para acompanhar a votação da PEC

A medida foi aprovada com 473 votos a favor, nove contrários e uma abstenção.
A PEC traz mais legalidade para o Projeto de Lei 2564/2020, que institui o piso da enfermagem, já aprovado no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.

Vale destacar que, mesmo aprovado, esse projeto ainda não foi enviado para sanção presidencial.

Agora, com a segurança jurídica estabelecida pela PEC 11, que foi aprovada em dois turnos, o projeto de lei deverá ser encaminhado à sanção presidencial e tem grandes chances de ser instituído no país.

Para Maria Edith de Almeida, diretora do STU e conselheira do Coren (Conselho Regional de Enfermagem) de São Paulo, o momento é de celebrar essa luta de mais 20 anos por remuneração justa. “Essa vitória trouxe mais força para seguirmos firmes avançando em outras pautas igualmente importantes para a categoria”, disse.

Edith comentou que a valorizaçao da categoria passa também pela aprovação de um piso salarial mais justo, a instituição da jornada de 30h semanais e melhores condições de trabalho e de vida para toda a categoria.

“A pauta da enfermagem nunca avançou no parlamento, por isso, não vamos descansar enquanto não houver garantia de melhores condições de vida e de trabalho para toda a enfermagem do país”, explicou a conselheira.

Essa luta histórica por remuneração digna é muito justa e necessária e está cada vez mais perto de se tornar realidade!

O STU tem muito orgulho de fazer parte da luta dos profissionais da enfermagem e aproveita para parabenizar à enfermagem brasileira: vocês merecem muito mais!

Imagem: Coren

porFernanda de Freitas

PEC do piso da enfermagem é aprovada em 1º turno na Câmara dos Deputados

Nesta terça-feira (12), a Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno o texto-base da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do piso salarial da enfermagem.

Com 425 votos favoráveis, sete votos contra e uma abstenção, a PEC 11/2022 precisa ser votada em segundo turno, previsto para acontecer ainda hoje.

A PEC estabelece uma segurança jurídica para o Projeto de Lei 2564/2020, que já está aprovado no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.

Vale destacar que o projeto de lei institui a remuneração mínima de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos de enfermagem e R$ 2.375 para auxiliares de enfermagem e parteiras.

Segundo a Constituição Federal, projetos de lei que aumentam a remuneração de servidores públicos só podem ser propostos pelo presidente. Como há um grande contingente de profissionais da saúde trabalhando em hospitais públicos, a aprovação da PEC 11/22 traz legitimidade e segurança jurídica e também evita questionamentos judiciais a respeito do piso.

Imagem de Yerson Retamal por Pixabay 
porFernanda de Freitas

Intolerância, ódio e violência política aumentam durante a pré-campanha eleitoral

Incentivados pelo discurso de ódio do presidente, apoiadores, milicianos, bolsonaristas e até terroristas, todos “cidadãos de bem”, propagam a intolerância, agem com violência e seguem impunes no país.

Na última semana foram quatro episódios graves de violência política: tiro na redação do jornal Folha de S. Paulo; ataque com fezes, ovos e terra ao carro do juiz que determinou a prisão do ex-ministro do MEC, Milton Ribeiro; bomba caseira lançada contra o ato público de Lula, na Cinelândia/RJ e a invasão de uma festa de aniversário por um policial penal federal bolsonarista que assassinou o aniversariante, um dirigente petista, em Foz do Iguaçu (PR).

Na mesma semana, em sua live, o presidente afirmou “Não preciso dizer o que estou pensando, ou o que está em jogo. Você sabe como você deve se preparar, não para um novo Capitólio, ninguém quer invadir nada. Mas sabemos o que temos que fazer antes das eleições”.

Para bom entendedor esse recado está bem explícito, o objetivo é inviabilizar a eleição.

Cortina de fumaça

Quanto mais cobramos democracia, empregos, direitos, o fim da destruição do Estado e da fome, mais aumenta a escalada de violência contra sindicalistas, militantes e parlamentares opositores do governo.

Não é coincidência, isso tem um nome, chama-se cortina de fumaça!

Para abafar a insatisfação da classe trabalhadora que denuncia o mau governo e essas medidas eleitoreiras que não resolvem o problema da população carente, setores conservadores promovem diversos atentados para desviar a cobertura da imprensa e minar o poder de mobilização dos cidadãos.

Esses bolsonaristas que querem encobrir o escândalo no MEC, minimizar a retirada dos nossos direitos e nos intimidar intensificando os ataques aos grupos progressistas, não vão nos calar.

Essa polarização ideológica iniciada pelo presidente prejudica o futuro do país e não tem nada a ver com a luta do bem contra o mal como ele prega.

Esses e outros episódios de intolerância política e violência são crimes e as autoridades devem investigar todos os casos, identificar esses agressores, punir com rigor os culpados e, principalmente, coibir qualquer tentativa de intimidação.

A diretoria do STU repudia veementemente a escalada de ataques e quaisquer outros atos violentos que ameaçam a democracia e as instituições do país ou colocam em risco a vida e o direito de livre manifestação das pessoas.

porFernanda de Freitas

Pauta Específica traz cobranças urgentes como carreira e correção de benefícios

Quinta-feira passada (6), a diretoria do STU protocolou a Pauta Específica de Reivindicações 2022 e um ofício solicitando o agendamento de uma reunião com a reitoria para iniciar as discussões sobre a pauta.

Na pauta estão elencadas 29 demandas que cobram a garantia de abertura de concursos públicos; correção anual dos benefícios (alimentação / refeição / criança / especial), inclusive do período em que os benefícios foram congelados; cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta que coíbe o assédio moral, teto único para todos (docentes e funcionários), entre outras reivindicações.

Demandas salariais

Sabemos que, mesmo na pandemia, o caixa da Unicamp cresceu à medida que o arrocho salarial e as condições de trabalho só pioraram. Além disso, o reajuste salarial de 20,67%, feito em março passado, não foi capaz de repor a defasagem salarial.

Para minimizar essas perdas e fazer valer o compromisso histórico de isonomia salarial com a USP cobramos o pagamento de auxílio-alimentação no valor de R$ 1.596,94 e vale refeição de R$ 990,00.

A pauta prevê ainda a redução do custo da alimentação no bandejão, pagamento de periculosidade para os estatutários da vigilância e demais setores da segurança e o reajuste anual do auxílio-transporte para os funcionários que residem fora de Campinas.

Tem também a incorporação da contagem do tempo de trabalho, que foi suspensa pela Lei Complementar 173/20 na pandemia e pagamento de 30% da GR no período de nov/2017 a jun/2020.

Lutas históricas

Devido à insatisfação gerada no processo de progressão da carreira cobramos novamente a sua reformulação com discussão feita em comissão paritária (STU e reitoria).

Por conta da especificidade do trabalho nossa pauta incorpora as reivindicações das professoras da DEdIC, dos profissionais da Saúde e dos engenheiros.

Sempre buscando a melhoria das condições de trabalho exigimos o fim das terceirizações e a abertura de discussão sobre o teletrabalho.

Dada a urgência de algumas demandas, esperamos que o reitor não fuja da negociação, como tem feito em relação à Pauta Unificada do Fórum das Seis.

Clique aqui para baixar a íntegra da Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp – 2022.

porFernanda de Freitas

Fórum Nacional das Centrais Sindicas em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

O Fórum Nacional das Centrais Sindicas em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – composto pelas Centrais Sindicais CTB, CUT, CSB, CSP Conlutas, Intersindical, Nova Central, Força Sindical e UGT – realizará no dia 13/08, às 18h, o evento preparatório para a Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde 2022, com transmissão via Zoom.

O tema do encontro será Saúde do trabalhador e da trabalhadora como direito humano fundamental: Trabalhar sim, sofrer não, morrer jamais!

O objetivo do encontro é potencializar o debate sobre a importância do SUS e da ação sindical em defesa do SUS e de suas políticas de saúde do trabalhador e da trabalhadora.  E contribuir também com as propostas da classe trabalhadora na Conferência Nacional que acontecerá em 05/08, Dia Nacional de Saúde.

O Fórum Nacional é direcionado aos secretários/as de saúde das centrais sindicais, dirigentes de sindicatos, federações e confederações 

  • Programação:
  • 18h – 18h20 – Abertura: Representações das Centrais
  • 18h20 – 18h40 – A Proteção e promoção da Saúde dos/as trabalhadores/as: um olhar a partir da Atenção Primária para o trabalho e seus impactos no território!
  • 19h – Conferência Livre Democrática e Popular de Saúde: Objetivos e Eixos
  • 19h30 – Debate
  • 20h – Apresentação do documento das centrais para a etapa nacional
  • 20h30 – Encerramento


Para mais informações clique aqui e acesse o site “Frente Pela Vida”.

Fonte: Frente Pela Vida

porFernanda de Freitas

Denúncias de suposta corrupção no MEC escancaram a crise na educação

Não dá mais para Bolsonaro repetir que não há corrupção no seu governo!

Denúncias apontam que o ex-ministro do MEC (Ministério da Educação), Milton Ribeiro, tinha um gabinete paralelo, composto por pastores evangélicos aliados de Bolsonaro, que controlava a distribuição da verba às prefeituras e a agenda do ministério.

Terceirizar a gestão de verbas a pastores de confiança por “debaixo dos panos” fere gravemente o artigo 37 da Constituição Federal que diz a administração pública “obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

Novos fatos, como o vazamento do telefonema de Milton Ribeiro a aliados e sua filha, citando o nome do presidente, demonstraram que tudo isto foi articulado com o Planalto. Agora só depende do presidente do senado para abrir a CPI do MEC.

Financiamento público serve para ampliar o acesso aos bens e serviços, não é moeda de troca.

Triste realidade

Na pandemia da Covid-19, a má gestão do presidente aprofundou a fome, miséria, desemprego e exclusão escolar; sem contar os milhares de mortos.

Não bastasse isso, o governo abriu as portas para a militarização de escolas, quer autorizar a educação domiciliar, desvaloriza os servidores e desrespeita o processo de escolha dos reitores das Universidades.

A política de corte de verbas tem feito com que entidades da educação travem uma dura batalha para impedir o desmonte dos serviços públicos. Segundo dados da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), cerca de 88% das faculdades federais tiveram prejuízos após o corte orçamentário de 7,2% do Governo Federal.

Para o coordenador geral da Fasubra, Toninho Alves, precisamos recompor essas verbas para as Universidades Públicas porque a falta de insumos nessas instituições é uma realidade constante.

“Ações como essa do MEC de desviar verba podem comprometer não só o ENEM, mas o futuro das Universidades Públicas. Uma vez que as Universidades já não têm verbas para poder sobreviver a partir do mês de outubro, correndo o risco de não ter atendimento já no segundo semestre”, explica.

Defesa da educação

Diante desse absurdo a Fasubra, e entidades da educação têm atuado, para instalar urgentemente a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do MEC, no Senado Federal.

“Nós estamos acompanhando e entendendo que essa CPI vai desnudar a política que o MEC tem feito, que não é uma política de atender a educação como um projeto prioritário para o país. Mas de utilizar as verbas do MEC para outras destinações que não são o serviço público, a educação e a universidade públicas”, ressalta o dirigente.

A FASUBRA tem feito diversas ações para a recomposição do orçamento, no final junho participou de reunião com parlamentares da Comissão de Educação da câmara, esteve presente na atividade convocada pela frente em defesa das universidades federais em parceria com a ANDIFES e em conjunto com as entidades da educação ANDES (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), SINASEFE (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) realizaram uma reunião com o MEC (secretária executiva e Sesu) para cobrar um posição do MEC referente aos cortes.

Se reuniu também com o senador Marcelo Castro (MDB/PI), presidente da Comissão de Educação, quinta-feira passada (30/06), para discutir uma atuação conjunta na defesa da CPI do MEC.

Para a federação é preciso ampliar a mobilização e intensificar a pressão nos parlamentares. Nesta semana será realizada a “Jornada de Lutas”, para enfrentar os ataques à educação e denunciar as privatizações das estatais.

Para superar esses desafios, o STU acredita que precisamos derrubar esse governo, retomar a pauta de implementação de políticas públicas inclusivas e aumentar o investimento em educação.

PROGRAMAÇÃO – JORNADA DE LUTAS

5 de julho (terça-feira)

  • 7h – Recepção dos(as) deputados (as) no aeroporto em Brasília
  • 14h – Mobilização em frente ao Anexo II da Câmara

6 de julho (quarta-feira)

  • Manhã – Reunião com os parlamentares sobre os orçamentos
  • 14h – Vigília em frente ao Anexo II da Câmara e visita aos gabinetes dos parlamentares

7 de julho (quinta-feira)

  • 10h – Manifestação em frente ao Senado pela imediata abertura da CPI da Educação.
porFernanda de Freitas

Você tem problemas com o cartão consignado?

Terça-feira (05/07), às 9h30, tem Reunião Ampliada, na sede do STU

Se você é aposentado/a, pensionista ou ativo e está com problemas no cartão consignado, você precisa estar presente na nossa Reunião Ampliada, amanhã,  (05), às 9h30, na sede do STU.

A coordenação de aposentados e pensionistas do STU está convocando esse encontro que vai tratar sobre o cartão consignado, mas a sua presença, seja aposentado ou ativo, é muito importante!

A coordenação já enviou vários ofícios para tentar contato com o GGBS (Grupo Gestor de Benefícios Sociais), mas o mesmo não retorna as nossas solicitações de encontro. Precisamos debater juntos/as os próximos passos para resolver essa situação.

Te esperamos, dia 05/07, às 9h30, no Sindicato, para discutir sobre o cartão consignado do GGBS. Nessa reunião também vamos ter a presença da coordenação jurídica do STU e a assessoria jurídica que dá suporte ao sindicato, Sobral & Stoco Sociedade de Advogados.

porFernanda de Freitas

Sistema do Iamspe sofre acesso não autorizado

Em comunicado oficial divulgado na Internet, o Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de S. Paulo) anunciou que houve um acesso não autorizado aos dados cadastrais de um usuário.

A nota informa ainda que “o Instituto, imediatamente, realizou ações preventivas e corretivas nos processos e sistemas informatizados da entidade visando mitigar a vulnerabilidade detectada no sistema de cadastro dos seus contribuintes e dependentes”.

Procurado pela assessoria de comunicação do Sindicato o órgão informou que a questão foi prontamente resolvida e que os contribuintes e dependentes do Iamspepodem ficar despreocupados, pois seus dados estão seguros. Informaram também que, por conta da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), a instituição precisa comunicar publicamente o ocorrido e informar os usuários que constam no sistema de cadastro.

A vulnerabilidade a que estamos expostos na era digital é extremamente preocupante. Segundo reportagem do portal R7, o Brasil é 2º maior alvo mundial de ciberataques. Vários veículos de comunicação revelam que ocupamos o 6º lugar no ranking mundial de países com mais vazamentos de dados.

Nenhuma instituição pública ou privada está totalmente segura ou livre de vazamentos, ataques ou acessos não autorizados, visto que falhas e brechas mínimas em seus sistemas podem facilitar as ações de hackers.

No entanto, a diretoria do STU orienta que os/as trabalhadores/as fiquem atentos à forma como empresas e órgãos públicos usam, coletam, armazenam e divulgam os seus dados.

Destacamos que a LGPD e a Lei de Acesso à Informação são rígidas no que diz respeito à segurança, prevenção, tratamento, responsabilização e divulgação de dados.

Vamos seguir acompanhando e cobrando das instituições públicas, sejam Iamspe, Unicamp etc., que adotem todas as medidas técnicas e administrativas necessárias para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento e divulgação de dados dos/as funcionários/as.

porFernanda de Freitas

UNESP avança na isonomia com a USP

A isonomia de salário e benefícios é uma bandeira histórica que não sai da nossa Pauta de Reivindicações Específicas. Entra e sai reitor e o STU segue pressionando por respostas que nunca chegam!

Semana passada, nossos/as companheiros/as da Unesp anunciaram que a reitoria de lá, depois e de muita pressão, demonstrou disposição de montar uma comissão entre sindicato e reitoria para estudar o assunto e construir uma proposta com vistas à aplicação da equiparação dos pisos salariais com os praticados na USP.

Toda vez que a reivindicação da isonomia aparece, a administração alega que a sua aplicação depende de um bom desempenho da economia e faz terrorismo dizendo que ela pode comprometer o reajuste salarial nas datas-bases futuras.

O fato é que a arrecadação de ICMS está crescendo, mas o arrocho salarial segue firme nas Universidades. Sem contar que no período de pandemia as instituições aumentaram os seus caixas e economizaram muito dinheiro com o lockdown. Enquanto isso, o/as trabalhadores/os da Saúde se mataram de trabalhar, e os que estavam em teletrabalho gastaram recursos próprios para manter equipamentos e serviços de telefone e internet, por exemplo.

O avanço conquistado pelos/as companheiros/as da Unesp é mais uma prova de as três Universidades Estaduais Paulistas têm dinheiro em caixa suficiente para negociar o reajuste salarial e implantar a isonomia entre as instituições. O que falta mesmo é disposição política para reconhecer e valorizar os/as funcionários/as.

Mais do que nunca, precisamos intensificar a nossa mobilização pressionando o reitor Tom Zé para que agende imediatamente a reunião de negociação da nossa Pauta de Reivindicações Especificas.

Para conhecer melhor a luta dos/as companheiros/as do Sintunesp acesse o Boletim Sintunesp – 13/06/2022, clique aqui.

Imagem do Banner: Reprodução/Wikimedia Commons

porFernanda de Freitas

Seminário discute política de Ciência e Tecnologia e mercantilização da educação

Desde a sua sanção, o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Informação (MLCTI), Lei 13.243/2016, tem suscitado discussões na comunidade científica do país. Para muitos, a nova legislação colocou em risco o caráter público da ciência brasileira, pavimentando o caminho da mercantilização das universidades e dos institutos públicos de pesquisa.

O Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN) protagonizou debates e publicações sobre o tema, tendo como base a percepção de que o MLCTI subverte o papel da ciência pública ao deslocar a centralidade da produção e da disseminação do conhecimento científico para o desenvolvimento de produtos, processos e métodos inovativos.

Além disso, o Andes alerta para a transferência do fundo público para a iniciativa privada, por flexibilizar o regime de dedicação exclusiva e por privatizar o registro de patentes da ciência produzida dentro das instituições públicas nacionais.

Considerando a importância de aprofundar esse debate, o Fórum das Seis e a Regional SP do Andes convidam para o seminário “Política de Ciência e Tecnologia e mercantilização das universidades e dos institutos públicos de pesquisa”, será presencial e com transmissão ao vivo pelo Youtube do Andes-SN– e Adusp.

O objetivo do evento é enriquecer a discussão dessa temática e confluir para conclusões e encaminhamentos.

PROGRAMAÇÃO

Seminário: Política de Ciência e Tecnologia e mercantilização das universidades e dos institutos públicos de pesquisa

  • 14 às 15h30
    Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação (MLCTI) e Fundos Patrimoniais (endowements)
    Érico de Paula (UFSCar) e Viviane Queiroz (UERJ e UFF)
  • 15h30 às 16h
    Intervalo
  • 16 às 17h30
    Possíveis decorrências da implantação do MLCTI e dos fundos patrimoniais no país
    Marcos de Oliveira (USP) e Otaviano Helene (USP)
  • 17h30 às 18h
    Conclusões e encaminhamentos
  • 18 às 18h30
    Lançamento das cartilhas sobre Previdência e sobre financiamento das universidades estaduais

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | Jean Paulo da Silva

O Departamento de Aposentados do STU comunica o falecimento de Jean Paulo da Silva, genro da companheira Sandra Ramos, diretora do STU e coordenadora do Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, ocorrido ontem (7), em Hortolândia.

A diretoria do STU e o Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU lamentam a perda na família da companheira Sandra Ramos e enviam forças para que superem esse triste momento.

Obs.: até o momento da publicação desta nofa, não havia definição de horário para velório e sepultamento.