porFernanda de Freitas

Plenária orienta ampliar mobilização para barrar o Ponto Eletrônico

Plenária discutiu ações para barrar o controle de ponto (Imagem: Gabriela Barros)

Não é de hoje que o STU é contra o Ponto Eletrônico. Tanto que essa bandeira de luta está na nossa Pauta Específica 2022, protocolada em 06/07, sem negociação até hoje.

No intuito de ampliar o diálogo junto à categoria e construir nossa mobilização contra essa medida, foi realizada ontem (22) uma plenária sobre o controle de ponto.

Participaram da discussão o diretor do Sintusp, Magno de Carvalho, e o ex-coordenador geral da Fasubra, Rogério Marzola, que vieram trazer a experiência com o Ponto Eletrônico nas Universidades em que atuam. Também esteve presente o coordenador geral da Fasubra e diretor do STU, Toninho Alves, que explicou como anda a luta nacional contra essa proposta.

A plenária contou também com a presença da assessoria jurídica do Sindicato, advocacia Sobral & Stoco, que aproveitou para tirar dúvidas.

Sala virtual contou com dirigentes de entidades sindicais

O jurídico explicou que a decisão da implantação do Ponto Eletrônico é dessa reitoria, pois o Ministério Público não impôs a implantação nem a assinatura do TAC (Termo de Ajustamento de Conduta).
Sendo assim, a decisão é política e não se sustenta em argumentos jurídicos.

O Grupo de Trabalho do Ponto Eletrônico do STU está se reunindo para debater o tema e levando a discussão às reuniões de unidade.

Após a plenária, vamos nos unir para cobrar os membros da CAD (Câmara de Administração), onde o Ponto Eletrônico foi pautado pela reitoria sem qualquer discussão com as categorias.

Assembleia Geral

Na próxima quinta-feira (29), 12h, na sede do STU, teremos Assembleia Geral para discutir o Ponto Eletrônico, a data-base e outros assuntos importantes para a categoria.

Se a sua unidade ainda não tem uma agenda de discussão sobre nossa mobilização por melhores condições de trabalho e valorização do/a servidor/a, ligue no STU e marque uma data o mais breve possível.

Confira abaixo a nossa agenda de luta:

23/09 (sexta-feira)

  • 9h: DAC (sala PB10)
  • 11h: IQ (sala IQ1)
  • 15h: Caism/ Planejamento Familiar
  • 15h: IE

26/09 (segunda-feira)

  • 9h: FEM (sala aula JE2)
  • 14h: FECFAU (Sala CA114)
  • 14h: FEF
  • 14h: FEAGRI (Anfiteatro Prédio 2)
  • 14h: RU
  • 14h: IFGW
  • 15h: IG

27/09 (terça-feira)

  • 9h: IB (Gramado em frente à Biblioteca)
  • 9h: FOP (Sala do Seminário Prótese)
  • 9h30: FEEC (Hall de entrada do Bloco A – Térreo)
  • 9h30: FEQ
  • 10h: CPQBA
  • 14h: FE (Copa)
  • 14h: RTV / SEC
  • 14h: IA
  • 14h: Casa do Lago
  • 14h: IFCH
  • 14h30: IMECC (Copa)
  • 14h30: FEA (Salão Nobre)

28/09 (quarta-feira)

  • 9h: DGA
  • 9h: DGRH (Saguão de Entrada)
  • 10h: Prefeitura
  • 14h: IC
  • 14h: SVC – Vigilância
porFernanda de Freitas

CONVITE | O Sindicato tem futuro?

O Cesit (Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho) do Instituto de Economia da Unicamp realiza o evento virtual “O sindicato tem futuro?”.

Será na próxima quinta-feira (29), às 19h, pelo YouTube do Instituto de Economia [https://youtu.be/38CxYa4oQpg].

Na ocasião será lançado o livro homônimo de autoria do professor Marcio Pochmann (IE-Unicamp).

A apresentação será feita pelo professor Pochmann com participação de Renata Dutra (FD/UnB), Adalberto Cardoso (IESP/UERJ), Patrícia Tropia (INCIS/UFU), Dari krein (IE/Unicamp) e Andréia Galvão (IFCH/Unicamp).

Diante dos constantes ataques aos nossos direitos e à democracia brasileira é fundamental discutirmos o futuro do sindicalismo no país. Participe!

porFernanda de Freitas

CONVITE | Mesa Redonda sobre Racismo

O Sintunesp promove Mesa Redonda sobre Racismo, quinta-feira (22), às 14h, na Unesp (Auditório C do Ibilce), em São José do Rio Preto.

A Coordenadora Geral do STU, Elisiene Lobo, compõe a mesa de debate junto aos psicólogos Juliana Mogrão Moreira e Alexandre Felipe de Oliveira e à professora Claudia Maria Ceneviva Nigro..

Assista a transmissão ao vivo: https://youtu.be/Qah06ezSsNQ.

porFernanda de Freitas

Trabalhadoras/es elegem novas/os conselheiras/os para o CONSU

Nos dias 14 e 15/09 aconteceu a votação para os/as novos/as conselheiros/as do CONSU (Conselho Universitário) da Unicamp, gestão 2022/2024.

Como titulares foram eleitos: Matheus Marcheti (Educorp), Adilton D. Leite (Deas), Claudio (Cemeq), Zé Luis Pio (Prefeitura), Bruno (IB), Elaine José (HC) e Gabriela Barros (Caism/STU).

Como suplente temos: Rafael Marconato (HC), Eva Lopes (Caism/STU), Pedretti (FCM), Erico Pimenta (IG), Elisiene Lobo (Caism/STU), Alessandra Roscani (HC) e Álvaro (FCM).

É muito importante contar com essa representação da nossa categoria no CONSU porque são eles/as que lutam pelos nossos direitos. Por isso, o STU agradece a confiança depositada nas/os conselheiras/os eleitas/os que são da diretoria.

Seguiremos na luta, sendo a voz das/os trabalhadoras/es da Unicamp nesse espaço tão importante de deliberação na Universidade.

Para mais informações sobre a votação, acesso o site da Secretaria Geral da Unicamp, CLIQUE AQUI.

porFernanda de Freitas

Antecipação do 13º salário é mais uma conquista do STU

O STU reivindicou e a reitoria atendeu!

O crédito da primeira parcela do décimo terceiro salário de 2022 será antecipado para a próxima quinta-feira (25).

Essa reivindicação faz parte da nossa Pauta Específica de Reivindicações 2022, que foi protocolada em 12/07.

Em meio à alta da inflação, que eleva os preços da cesta básica, água, energia elétrica, gás, entre outros itens, contar com esse recurso financeiro ajuda a aliviar e colocar em dia as contas do mês.

Segundo a DGRH, o demonstrativo de pagamento estará disponível no “Vida Funcional Online” a partir de segunda-feira (22).

O Sindicato somos nós, nossa força e nossa voz!

porFernanda de Freitas

Roda de Conversa discute “A Luta das Mulheres com Deficiência”

Onde estão as alunas e as professoras com deficiência na Unicamp? Na política? Na arte?

Vamos discutir nesta roda de conversa sobre a invisibilização das mulheres com deficiência e as dificuldades de acesso em diversos espaços da nossa sociedade dentro do sistema capitalista.

Vamos pensar coletivamente como podemos ocupar todos os locais e nos organizar para transformar a sociedade, contra o capacitismo e por uma verdadeira inclusão!

Organização: Rede de Apoio Maria Lúcia Petit e Movimento de Mulheres Olga Benário.

Data: 22/08 (segunda-feira, às 18h
Local: Vão do CB – Ciclo Básico I da Unicamp.

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova ato com paralisação e indica ampliação da mobilização

Intensificar a mobilização para pressionar o reitor Tom Zé: essa foi a decisão da Assembleia Geral realizada quarta-feira passada (10).

O ponto central da pauta foi a Campanha Salarial, especialmente a recusa do reitor Tom Zé, presidente do Cruesp, em agendar a negociação com o Fórum das Seis.

Desde o protocolo da nossa Pauta de Reivindicações Unificada, em 13/04, ou seja, há mais de quatro meses Tom Zé foge da categoria!

A conclusão é que não dá mais para aguentar essa situação, por isso, as/os trabalhadoras/es aprovaram a paralisação das atividades para participar do ato unificado indicado pelo Fórum das Seis para 30/08, aqui na Unicamp.

Deliberações

A assembleia decidiu que a diretoria do STU precisa ampliar as reuniões de unidade para que mais trabalhadores/as se juntem à luta da data-base. Além de realizar nova assembleia organizativa mais próxima da data do ato unificado, previsto para 30/08.

A categoria indicou que o STU deve se somar aos movimentos nacionais em defesa do Estado Democrático de Direito e contra qualquer ataque aos Serviços Públicos.

Para finalizar, foi deliberado que as decisões que envolvam a utilização do Fundo de Greve passem por apreciação e deliberação de assembleia.

Reposição da Inflação

No começo deste mês, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou um levantamento que mostra que o percentual de famílias brasileiras com dívidas atingiu 77,3% em junho passado.

O cartão de crédito, carnês e os financiamentos do carro e da casa são as principais dívidas das famílias brasileiras.

De acordo com o Fórum das Seis, para voltarmos ao poder aquisitivo de maio/2012, precisaríamos de um reajuste de 21,93%, em julho/2022. Isso significa que o reajuste de março passado não foi suficiente para retomarmos nosso poder de compra.

É muito comum encontrar funcionário/a inadimplente que precisa abrir mão de parte do consumo básico para pagar dívidas. Tudo por conta dos salários baixos e da alta dos preços!

Se a sua unidade ainda não se reuniu, ligue no STU e agende o mais breve possível a data. Precisamos construir uma forte mobilização para pressionar o Cruesp a negociar.

porFernanda de Freitas

ADunicamp promove encontros pela democracia

Nas próximas semanas, entre os meses de agosto e setembro, a ADunicamp realiza o ciclo de eventos “Encontros pela Democracia”, que tem o objetivo de apresentar, discutir e debater temas diretamente ligados às eleições de outubro.

Os eventos serão realizados de modo presencial (uso de máscara obrigatório) e serão transmitidos pelo canal da ADunicamp no Youtube (https://bit.ly/3yetC4k).

PROGRAMAÇÃO

◾ 17/08 (quarta), 12h

  • O desafio de reconstruir o Estado Social brasileiro
  • Com o Prof. Eduardo Fagnani (IE/Unicamp)

◾ 18/08 (quinta), 12h

  • O sindicalismo na resistência democrática
  • Com a professora Andréia Galvão (IFCH/Unicamp) e com o professor José Dari Krein (IE/Unicamp)

◾ 25/08 (quinta), 12h

  • Como ajudar a reconstruir e transformar o Brasil? A ADunicamp pensa a Unicamp
  • Com o professor Renato Dagnino (IG/Unicamp)

◾ 13/09 (terça), 12h

  • A democracia no seu limite: governo Bolsonaro e os possíveis futuros do país
  • Com o professor Marcos Nobre (IFCH/Unicamp)

◾ 14/09 (quarta), 12h

  • Encontro com candidados/as a Alesp ligados à Unicamp:
  • Mariana Conti (PSOL)
  • Doutor Li (Cidadania)
  • Wagner Romão (PT)

◾ 16/09 (sexta), 12h

  • Subversivismo reacionário e Educação
  • Com o professor Renê José Trentin Silveira (FE/Unicamp)

◾ 21/09 (quarta), 12h

  • O desmonte da Cultura no Brasil
  • Com o professor Fernando Hashimoto (IA/Unicamp)

◾ 23/09 (sexta), 12h

  • SUS: impasses e desafios
  • Com a professora Rosana Onocko (FCM/Unicamp) e com o professor Gastão Campos (FCM/Unicamp)

🔺 A programação poderá sofrer alterações. Caso ocorra, avisaremos com antecedência.

porFernanda de Freitas

Terça-feira (16) é o último dia para se candidatar a cipeiro/a Unicamp

Nesta terça-feira (16) acaba o prazo para se inscrever como representante da CIPA Unicamp na sua unidade – campi de Campinas, Limeira e Piracicaba.

📲 Para se inscrever basta preencher o formulário disponível no link: https://www.cipa.unicamp.br/inscricao.

Podem se inscrever e votar nas eleições da CIPA todos os servidores da Unicamp das carreiras de técnico-administrativos, docentes e pesquisadores.

As eleições para cipeiro/a, gestão 2022-2023, ocorrem de forma virtual entre os dias 23, 24 e 25 de agosto próximos.

Vamos fortalecer as ações de saúde e segurança na Universidade.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | educadores/as de Cambará/PR

É com imensa consternação e tristeza que informamos o falecimento das educadoras Andreia Lemes Santana (Barra de Jacaré), Aparecida Lucia da Cunha (Barra do Jacaré), Joana D’arc Franco Bertoni (Santo Antônio da Platina), Lucilene Prates Tomas Saidler (Santo Antônio da Platina), Silvia Regina Gomes (Santo Antônio da Platina), do educador Ederson Camiloti (Santo Antônio da Platina) e o motorista Miguel Henrique de Souza Melo, vítimas de um acidente na BR-376, na madrugada de quinta-feira (11).

As/os companheiras/os integravam a delegação que saiu do município de Cambará/PR para participar em Curitiba da 8ª Conferência Estadual de Educação realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná, conhecido como APP-Sindicato.

A diretoria do STU oferta suas homenagens ao legado por elas/es construídos que muito contribuiu para um mundo mais justo e igualitário.

Prestamos solidariedade aos familiares e amigos das/os companheiras/os e expressamos nosso respeito e condolências neste momento de dor.

porFernanda de Freitas

Nossa democracia está sob risco constante

A mesa foi formada pela reitoria, STU, ADunicamp, APG, DCE e ex-reitores

O Teatro de Arena da Unicamp foi palco de uma grande manifestação em defesa da democracia.

A leitura pública da “Carta às Brasileiras e Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito!” reuniu centenas de trabalhadores/as, estudantes, professores/as, militantes, políticos, ex-reitores, juristas, artistas e demais integrantes da sociedade civil que vieram ouvir os discursos das entidades representativas da comunidade universitária da Unicamp.

Ficou nítido nas falas o repúdio ao núcleo do Governo Federal que insiste em atentar contra a nossa democracia.

Leitura da Carta

Professora Silvia Santiago e professor Rodolfo Ilari

A “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!” foi lida pela professora da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e diretora-executiva de Direitos Humanos da Unicamp, Silvia Santiago, e o professor emérito da Universidade, Rodolfo Ilari.

Entre os ex-reitores presentes estavam, os professores Carlos Vogt, José Martins Filho, José Tadeu Jorge, Fernando Costa e Marcelo Knobel.

As falas conclamaram todas, todos e todes a continuar nessa luta no sentido de garantir a democracia e o respeito entre as instituições, como também que essa democracia chegue a toda sociedade de forma igualitária. 

A representante do DCE Unicamp, Michele Simões da Silva, lembrou que esse dia vai significar para todo o Brasil um marco da nossa capacidade de se unir contra as ameaças golpistas que estão colocadas pelo presidente. “Nós não podemos permitir que isso siga acontecendo no Brasil. A gente precisa se movimentar e se unificar para derrotar a extrema direita porque não podemos deixar que o legado da ditadura militar, das torturas, das mentiras, da violência, da falta de liberdades democráticas sejam revividos no nosso país em tão curto período de tempo”, declarou a estudante.

O presidente da ADunicamp, professor Paulo Cesar Centoduccatte, lembrou que a quase quatro décadas a democracia não foi atacada como tem sido nestes últimos tempos, infelizmente, pelo próprio poder público. “É importante lembrar que uma democracia plena não é só devido às entidades e instituições. A democracia ela tem que ser estendida a todos os indivíduos independente de raça, gênero, orientação sexual ou classe social”, afirmou o professor.

Destacou a necessidade de garantir a democracia entre as instituições e também para a sociedade civil. “A gente precisa garantir que todos e todas sejam tratados da mesma forma e não como mostram as estatísticas desse país. Quando a gente olha sobre a questão da violência, a questão da fome e tudo o que a gente tem vivido, a gente sabe qual é a parcela da população que sofre. E essa parcela, infelizmente, não vive essa democracia que a gente tanto deseja”, denunciou.

O coordenador Geral da APG Unicamp, Renan Dias Oliveira, falou da necessidade de se encontrar, se unir e se fortalecer para seguirmos firmes na luta pela democracia e poder chegar ao dia 2 de Setembro.

Renan aproveitou também para denunciar o desmonte da educação e ciência públicas. “A pós-graduação tem sofrido muito com o corte de bolsas, corte de verbas, corte de assistência. Então os alunos, alunas e alunes querem se somar a todo mundo nesse momento para defender a democracia”, disse.

Democracia dentro das instituições

Enquanto lutamos pela garantia do Estado Democrático de Direito, não abrimos mão da nossa bandeira de que a Unicamp seja cada vez mais democrática, transparente e inclusiva, com paridade no Conselho, Câmaras e outros espaços de representação e deliberação na Universidade.

Elisiene Lobo (STU) defende democracia nas instituições

A coordenadora geral do STU, Elisiene Lobo, destacou que, além de falar sobre democracia, praticar a democracia é fundamental. “E não se pratica democracia sem respeito. Não se pratica sem responsabilidade e sem transparência.”.

E para finalizar deixou o seu recado: “vamos estar unidos pela democracia para derrotar os farsantes que se dizem democratas e não colaboram com a sociedade”.

Entre uma fala e outra das entidades, além dos aplausos, estava presente o brado de #ForaBolsonaro e #EstadoDemocráticoSempre.

Para a coordenadora geral da Universidade, professora Maria Luiza Moretti é de extrema importância unir todas as forças em defesa da democracia e destacou que as manifestações nacionais de caráter apolítico demonstram essa unidade.

Diretoria do STU marcou presença no ato pelo Estado Democrático de Direito

O STU manifesta seu orgulho de se somar a esse momento histórico em que milhões de brasileiros e brasileiras se uniram para se colocar contra o negacionismo e o obscurantismo e pelo Estado Democrático de Direito.

porFernanda de Freitas

ADunicamp e STU fazem leitura conjunta da “Carta em Defesa do Estado Democrático de Direito!”

A ADunicamp e o STU vão realizar, no Teatro de Arena da Unicamp, uma leitura pública da “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!”, no mesmo dia e no mesmo horário, 11 de agosto (quinta-feira) a partir das 11h30, em que ela será lida no Pátio das Arcadas da Faculdade de Direito da USP, no Largo do São Francisco, em São Paulo. Leituras semelhantes vêm sendo agendadas em várias cidades brasileiras.

2022 08 11 leitura carta unicamp — ADunicamp e STU fazem, em 11 de agosto, leitura conjunta da ‘Carta em Defesa do Estado Democrático de Direito!’ — ADunicamp

As entidades pontuam que a Carta tem ganho uma relevância cada dia maior, neste momento de ataques ao processo eleitoral e à eficácia das urnas eletrônicas, vindos do próprio núcleo do Governo Federal. Daí a importância de divulgá-la e defender seus principais pontos de reflexão junto à sociedade brasileira.

O documento, uma iniciativa da Faculdade de Direito da USP, foi assinado por um grupo significativo de integrantes da sociedade civil, incluindo ex-ministros do STF, artistas, jornalistas, empresários/as e personalidades religiosas. Disponibilizada na internet para novas adesões, a Carta já conta com mais de 700 mil assinaturas de pessoas físicas, as únicas autorizadas a assinar. 

A Carta aponta as profundas desigualdades da sociedade brasileira, a urgência de ações efetivas e democráticas para a superação de problemas e afirma a importância das eleições deste ano de 2022. “Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.

Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional”, afirma.

Leia a Carta e assine: www.estadodedireitosempre.com

Fonte: ADunicamp

porFernanda de Freitas

Avanço: os processos da carreira travados devem andar

Depois de um processo extremamente conturbado e que gerou inúmeras insatisfações na categoria, é provável que haja um desfecho para os processos de progressão na carreira PAEPE que ficaram travados.

Amanhã (4), acontece uma reunião extraordinária da CIDF (Câmara Interna de Desenvolvimento de Funcionários) para discutir os relatórios de progressão encaminhados para análise e tratativa do Comitê regulamentado pela Portaria PRDU 03/2022.

Esse comitê tem finalidade de analisar se foram obedecidos os critérios, normas e regras para avaliação, divulgação de informação e distribuição de recursos no processo de progressão da carreira.

Os processos avaliados pelo comitê foram os das CSARHs (Comissões Setoriais de Acompanhamento de Recursos Humanos) do Caism, CCUEC/CENAPAD, COCEN 1 e 2, Reitoria, IA, Prefeitura, HC Enfermagem, HC Área Médica e HC Apoio Assistencial.

De acordo com a pauta divulgada pela CIDF, após análise e tratativas do comitê, a orientação é que os processos de progressão das referidas CSARHs sejam aprovados pela CIDF.

Esse é um indício que a nossa luta por mais transparência está surtindo efeito, mas está longe de ser finalizada.

Não tem um dia em que o STU não tenha lutado por uma carreira que possibilite o reconhecimento e a evolução dos trabalhadores.

Entra e sai reitor e o Sindicato segue defendendo que a carreira não pode mudar conforme o interesse e projeto de cada um que assume a Unicamp.

Não contemplados

Ontem (02) no Consu, diversos conselheiros se manifestaram, novamente, apontando os descontentamentos com esse processo, mas como sempre, a reitoria manteve a sua postura intransigente e de pouco diálogo com a categoria.

Não é de hoje que o STU defende que o trabalhador precisa ter a sua trajetória valorizada e respeitada e a carreira deve ser perene, objetiva e transparente.

Nossa carreira é muito importante para a Universidade porque também fornece elementos para o planejamento do gestor e de cada funcionário, quanto à sua capacitação profissional.

Precisamos aperfeiçoar essa carreira, temos propostas da categoria e queremos dialogar com a reitoria. Por isso, queremos participação paritária no GT da elaboração da nossa carreira e a garantia de um processo justo, democrático e respeitoso com o trabalhador!

porFernanda de Freitas

Enquanto Tom Zé permanece insensível, movimento unificado luta para barrar demissões

Hoje pela manhã, estudantes, trabalhadores/as e professores se juntaram num ato em frente à reitoria da Unicamp, onde ocorria a reunião do Consu (Conselho Universitário) para denunciar as demissões no Restaurante Universitário.

Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em maio/2022, mais de 10,6 milhões de brasileiros estão desempregados no país.
Para contribuir com essa triste estatística e ampliar a miséria do país, a Unicamp decidiu jogar na rua 330 famílias que serão ainda mais prejudicadas com a alta dos preços de serviços como energia elétrica, água, telefonia, cesta básica e outros itens de consumo básico.

O movimento aproveitou também para denunciar a política recorrente da Universidade de terceirizar serviços demitindo funcionários/as para contratar outros/as mais baratos/as e com menos direitos.

Há anos o STU tem se posicionado contra essa política predatória que aprofunda os ataques aos direitos dos/as trabalhadores/as e prejudica a qualidade do serviço prestado nos restaurantes, vigilância e outros setores valiosos da instituição.

Ao ser indagado por alguns conselheiros sobre o ato unificado que cobrava resposta sobre as demissões e retirada de direitos através das terceirizações, o reitor Tom Zé alegou ser “fã do Estado Democrático de Direito” e que esse valor precisa ser preservado. E justificou que a legislação vigente “não terceiriza pessoas, terceiriza serviços”, dando a entender que é a única alternativa possível para a instituição.

Tentou com esse argumento reverter os papéis, sugerindo que as entidades busquem as causas e saídas para os problemas. O sindicato reforça que a solução é a admissão por concurso público, barrando a terceirização e garantindo a qualidade dos serviços.

A conselheira representante dos estudantes, Milena Cicone, conseguiu expressar a posição contrária às demissões, mas foi interrompida pelo reitor, ainda no seu tempo de fala, quando o ato que acontecia em frente à reitoria puxou gritos de ordem.

A situação é tão grave que a diretoria do STU pediu no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo a impugnação do contrato da empresa que ganhou o processo de licitação para o Bandejão.

A terceirização representa um desmonte do serviço público e a situação fica ainda mais inaceitável ao constatar que a empresa que será contratada está sofrendo penalidade sanitária por servir alimentos sem condições de higiene no Rio de Janeiro.

Vamos nos somar aos estudantes para intensificar as mobilizações para revogar as demissões e barrar a terceirização.

porFernanda de Freitas

Assine o manifesto contra as demissões no Bandejão

Com a troca da empresa que presta serviços ao RU (Restaurante Universitário), a Unicamp vai demitir as trabalhadoras que foram linha de frente na pandemia e mantiveram a Universidade funcionando.

Esse absurdo é ainda maior porque acontece em meio a um cenário de altos índices de desemprego, inflação e fome, o que significará que centenas de famílias ficarão desamparadas!

A nova empresa (Soluções Serviço Terceirizados), já foi processada por oferecer comida estragada, ou seja, ainda teremos uma queda na qualidade do Bandejão, que é uma importante política de permanência estudantil.

O comitê contra as demissões, junto ao DCE da Unicamp, organizou um manifesto contra a demissão de mais de 330 trabalhadoras terceirizadas do Bandejão.

O documento defende a manutenção dos empregos, imediata efetivação das terceirizadas e readmissão de Sidney, trabalhador terceirizado demitido em 2019 por lutar contra demissões da época.

Historicamente, o STU tem defendido o fim das terceirizações nos restaurantes, vigilância e outros setores cruciais dentro da Universidade. Essa bandeira de luta faz parte, inclusive, da nossa Pauta Específica de Reivindicações 2022.

Para barrar as demissões e impedir que uma empresa que está sofrendo penalidade sanitária por servir alimentos sem condições de higiene no Rio de Janeiro, o Sindicato pediu no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo a impugnação do contrato da empresa que ganhou o processo de licitação para o Bandejão. Além disso, a diretoria decidiu encampar essa luta ao lado dos estudantes e das funcionárias.

Leia o manifesto, assine, divulgue e participe do ato na próxima terça-feira (2/8), às 9h, em frente ao RU!

Se some à luta, juntos somos mais fortes e podemos barrar as demissões!

  • Pela imediata anulação das demissões das mais de 330 terceirizadas dos restaurantes universitários!
  • Pela manutenção de todos os direitos das trabalhadoras, sem nenhuma perda!
  • Pela imediata efetivação das terceirizadas da universidade, em regime CLT, na atribuição de servidoras da Unicamp, sem a necessidade de concurso público;
  • Reitoria de Tom Zé: se vocês defendem a democracia, não coloquem famílias na rua e atenda as demandas da comunidade universitária!
  • Pela readmissão imediata do Sidney, trabalhador demitido por lutar contra as demissões de 2019!

Para assinar o “Manifesto contra a demissão das trabalhadoras do bandejão da Unicamp”, clique aqui.

Fonte: com informações do DCE Unicamp

porFernanda de Freitas

Comer ou pagar conta: nosso salário não dá para mais nada!

Uma pesquisa da ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador) divulgada pela imprensa aponta que o trabalhador campineiro gasta em média R$ 41,35 para almoçar fora de casa. Esse preço é maior que a média nacional, avaliada em R$ 40,64.

Em poucas palavras: não está dando nem para se alimentar fora de casa!

Um estudo realizado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostra que cerca de 37% dos reajustes salariais das categorias com data-base em junho, inseridos no Sistema Mediador, do Ministério do Trabalho e Previdência, até 11/07, conquistaram ganhos reais.

O percentual de data-base que fechou com valor igual à inflação também ficou próximo a 37%. Já os reajustes abaixo da inflação representaram 26% dos casos.

Esse resultado mostra que a classe trabalhadora, finalmente, conquistou o maior percentual de reajustes acima da inflação por data-base, desde setembro de 2020.

Mas o que isso tem a ver com você, que trabalha na Unicamp?

Tudo!

A melhora dos resultados das negociações salariais nesta data-base, no Brasil todo, aponta que, apesar do período de pandemia da Covid-19, o momento tem favorecido reajustes salariais acima da inflação.

Repor a inflação do período não significa que os patrões ficaram bonzinhos. Ao contrário, isso prova que a maioria dos empregadores reduziu custos, demitiu funcionários e, consequentemente, aumentou os seus caixas com essa economia que fizeram.

Na Unicamp essa situação não é diferente!

Universidades escondem o ouro

Desde 2020 a arrecadação de ICMS segue em alta, sendo que, de janeiro a junho/2022 o aumento ficou cerca de 7,7% maior do que deveria estar, no mesmo período, apontando para um resultado superior ao previsto pelos reitores em 2022.

O comprometimento médio da USP, Unicamp e Unesp com a folha de pagamento manteve-se quase inalterado após o reajuste de março/2022.

As universidades estão fazendo caixa à custa do nosso trabalho árduo, descaradamente!

De acordo com o Fórum das Seis, a inflação que deixou de ser paga, desde maio/2012, corresponde a 16,5 salários não recebidos por cada servidor técnico-administrativo e cada docente, ou seja, 1 ano e 8 meses trabalhados de graça.

Para piorar tem a situação dos aposentados que além de não ter vale alimentação, são os principais atingidos com a inflação somada às dificuldades de manter as boas condições de saúde.

Não são suposições das entidades sindicais, são números!

Resumindo: a inflação não dá trégua; a alta dos preços da refeição, água, energia elétrica, gás etc., é muito maior em Campinas; a arrecadação das Universidades também está crescendo e a única coisa que diminui são os nossos salários.

Para retomarmos nosso poder aquisitivo precisaríamos de um reajuste de 22,23%, em junho/2022.

Mas, ao invés de discutir a valorização dos funcionários, que faz com que a Unicamp se destaque no cenário mundial, o reitor Tom Zé, presidente do Cruesp, segue fugindo da negociação, desde 13/04, data em que protocolamos a Pauta de Reivindicações, da data-base de 2022.

Dia 10/08, às 12h, na Praça da Paz, tem Assembleia Geral para discutirmos os rumos da nossa data-base e o indicativo de atraso do semestre letivo, se a negociação não acontecer.

Refeição em Campinas/SP (Fonte: ABBT)

  • Preço Médio: R$ 41,35
  • Prato Feito: R$ 25,54
  • Prato Executivo: R$ 55,85
  • Autosserviço/quilo R$ 34,42
  • Refeição à la carte: R$ 90,97

Obs.: O cálculo leva em conta o prato em si, uma bebida (refrigerante, água ou suco), uma sobremesa e um café.

porFernanda de Freitas

Festa Julina dos Aposentados foi um verdadeiro sarau cultural

A tradicional Festa Julina dos Aposentados veio com tudo que tinha direito: cachorro-quente, doces típicos, arroz doce, pipoca, quentão, vinho quente e muito mais.

Teve muito modão de viola, arrasta-pé e até trabalhadora da Unicamp cantando e encantando, como é o caso da Marli Amelin, Cleusa Schetini, dona Catarina C. Moura, dona Maria da Conceição Francelino, entre outras preciosidades.

O correio elegante espalhou muito carinhoso e a cadeia montada no recinto pegou muita gente desprevenida.

O ponto alto da festa foi o Bingo que sorteou muitos presentes, como artigos de cozinha e decoração, cesta básica, refeições doadas pelos feirantes do Ciclo Básico, e outros itens disputadíssimos.

A festa promovida pela Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU e organizada com muito cuidado e dedicação pela diretora Sandra Ramos, foi muito divertida e elogiada.

“Ela deu aquele ânimo que faltava para seguirmos firmes no segundo semestre depois de dois anos de isolamento na pandemia. Foi muito bom rever tantos colegas, saber que eles estão bem, voltar a conversar, sorrir novamente e aquecer o coração”, comentou uma companheira aposentada que não quis se identificar.

Os diretores Antônio de P. Ilanes e Ronald Santos também integram a coordenação de aposentados.

Um dedinho de verso

Outro destaque da festa foi o lançamento da coletânea “Arca Literária – Volume I”, que traz contos, crônicas, poesias, mensagens, cartas, poemas, cordéis e outros estilos literários distribuídos em 450 páginas.

Idealizado e organizado pelo violeiro João Aniceto da Silva, o João da Viola, o livro conta com 11 escritores participantes das rodas de viola que decidiram se aventurar no mundo das letras para registrar as suas memórias em prosa e versos, entre eles, o próprio João.

Entre os autores, o livro conta com textos das companheiras aposentadas da Unicamp, dona Catarina, poetisa, historiadora, violeira e cantora, que trabalhou por 30 anos na instituição e dona Maria Francelino, poetisa, autodidata, cantora e pesquisadora, com 28 anos dedicados à universidade. Ambas integram o Departamento de Aposentados do STU. E tem também o jovem talento, a bióloga Lívia Ramos da Silva, mestranda da Unicamp.

A parceria “literatura com cantoria” deu tão certo que os autores já planejam o segundo volume.

O livro pode ser adquirido com o João da Viola pelo Celular (19) 99269-2448 ou e-mail [email protected].