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Departamento Jurídico do STU combate alarmismo e reafirma defesa dos direitos

Ontem (19), no 3º Diálogo do Jurídico com a categoria, voltou a ser discutida a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo ação sobre a mudança de regime trabalhista de servidores contratados entre 1º de janeiro de 1985 e 05 de outubro de 1988. O advogado Thiago Cremasco reafirmou que a resolução adotada pelo Conselho Universitário em 2013 apenas corrige uma situação de falta de isonomia contratual, o que deveria ter sido feito desde a promulgação da Constituição.
Cremasco também ressaltou que para esses funcionários nada muda até o trânsito em julgado da ação (quando não será mais cabível recursos), o que pode demorar anos.
Thiago e os diretores do STU presentes frisaram que neste momento é muito importante que os servidores fiquem tranquilos e não levem em consideração “boatarias e achismos”, pois ninguém pode prever qual será a decisão final e muito menos quando ela ocorrerá. Também foi afirmado que essa é uma situação que foi gerada pela Unicamp, que tem total responsabilidade para assegurar que os servidores não sejam penalizados.
O Jurídico acompanha o caso e atuará para preservar os direitos dos trabalhadores, afirmou Cremasco.
Em breve será realizado o 4º Diálogo Jurídico. E os advogados do sindicato também vão se reunir com a Procuradoria da Universidade para discutir o trâmite do recurso da Unicamp junto ao Supremo Tribunal Federal.

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Boletim do STU 049/2015

Baixe aqui Boletim 49/2015, de 20 de agosto de 2015.

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20 de agosto: Dia de paralisação, ato e assembleia geral

Manifestação será realizada a partir das 9 horas em frente à reitoria * Ao meio-dia tem assembleia na Praça da Paz * Servidores exigem isonomia já, fim dos supersalários e das duplas matrículas, revogação da portaria GR-02/2015 e negociação da pauta específica.

A partir das 9 horas desta quinta-feira (20), todos os servidores da Universidade deverão se reunir em frente à reitoria para realizar um grande ato com paralisação.
As pautas que movem essa manifestação são de conhecimento de toda a categoria: efetivação da isonomia dos pisos salariais com a USP, transparência nas contas extra-orçamentárias, que a Unicamp divulgue a composição dos salários, o fim das duplas matrículas, e que o valor hoje gasto com os vencimentos excedentes ao limite remuneratório seja imediatamente revertido na isonomia, revogação da Portaria GR-02 (que estabelece o contingenciamento das contratações) e abertura de negociação da pauta específica (veja abaixo) protocolada em maio.
Após o ato, ao meio-dia na Praça da Paz, assembleia geral vai debater os próximos passos da mobilização.
Hoje à tarde o chefe de gabinete do reitor, professor Paulo César Montagner, encaminhou ofício ao sindicato marcando para o próximo dia 27 (quinta-feira) às 15 horas, reunião para debater os pontos cobrados acima, que foram ressaltados em ofício encaminhado pelo STU à reitoria no último dia 13.
Os trabalhadores da Unicamp vão mais uma vez reafirmar que não aceitam pagar a conta a crise, especialmente porque o momento financeiro da Universidade é propício ao atendimento das reivindicações, já que o reitor não enxerga a crise quando é para discutir o teto, os supersalários e as duplas matrículas.

Ofício encaminhado ao STU:

oficio

 

Pauta Específica 2015:

pauta

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Boletim do STU 048/2015

Baixe aqui Boletim 48/2015, de 19 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 047/2015

Baixe aqui Boletim 47/2015, de 17 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 046/2015

Baixe aqui Boletim 46/2015, de 13 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 45/2015

Baixe aqui Boletim 45/2015, de 10 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 44/2015

Baixe aqui Boletim 44/2015, de 06 de agosto de 2015.

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Boletim do STU – Especial Jurídico – Agosto/2015

Baixe aqui o Boletim do STU – Especial Jurídico – Agosto/2015.

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Boletim do STU 43/2015

Baixe aqui Boletim 43/2015, de 30 de julho de 2015.

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Festa Julina dos Aposentados

A Festa Julina dos Aposentados da Unicamp acontece no dia 24 de julho (sexta-feira), das 14 às 17h30, na Associação Campi­neira dos Funcionários Públi­cos, que fica na Rua José de Alencar, 795, no Centro de Campinas.

O arraial, organizado pela Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, terá pipoca, quentão, doces típicos, música da roça e muita dança caipira. Venha vestido a caráter porque a festa vai ser animada!

A confraternização é uma boa oportunidade de integrar os trabalhado­res aposentados. Participe e traga a sua família!

Ligue no STU e confirme sua presença até 17/07. Esperamos você no arraial!

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Encontro marca Dia Internacional da Mulher Negra

No próximo sábado (25), será celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Com o objetivo de ampliar e fortalecer a união e a mobilização das mulheres negras no continente, a data foi criada após o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas em Santo Domingo, na República Dominicana, em 1992.
Em Campinas ocorrerá na Casa de Cultura Tainã, a partir das 14h. O encontro “Mulheres Negras: nós por nós construindo o feminismo negro” terá sua programação divididda em três partes: 14h – Feminismo Negro – nós por nós mesmas construindo a nossa história com Magali Mendes, 15h: Refletindo sobre a Identidade e Estigmatização da Pessoa Negra com Lajara Janaína e às 16h: MaracatuNegra com Layla Xavier Silva e Renata Dhamas.
O evento é gratuito e quem puder leve um prato e/ou bebida para compartilhar!!

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Sindicato apresenta propostas de mudança no estatuto da universidade

O STU continua na luta por uma Unicamp mais democrática. Por isso, já apresentou uma série de contribuições à minuta produzida pelo Grupo de Trabalho sobre Mudança do Estatuto. E embora a maioria delas tenham sido descartadas, a direção do sindicato não desistirá de apresentar propostas e discutir emendas que agreguem o Estatuto da Universidade uma perspectiva adequada à realidade atual em consonância com o espírito público da instituição e derrubando elementos autoritários que persistem no Estatuto aprovado à época da ditadura militar. No dia 14 do mês que vem, o Consu vai se reunir para apontar as alterações necessárias e o sindicato articula com a bancada dos servidores a defesa das emendas.

Confira abaixo o conteúdo delas:

– TÍTULO I. DA UNIVERSIDADE E SEUS FINS: Retirar da proposta de minuta apresentada os itens que tratam de “espírito empreendedor, inovação e desenvolvimento sustentável”.

– CAPÍTULO II. DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO: O CONSU deve ser paritário e seus representantes eleitos.

– TÍTULO VII. DA ADMINISTRAÇÃO DOS INSTITUTOS E DAS FACULDADES: A eleição dos diretores de unidades deverão ser pelo processo direto e paritário com estudantes, docentes e técnicos administrativos. Este procedimento também deve valer para os colégios técnicos.

– TÍTULO IV. DA EXTENSÃO: A extensão deve incorporar política de inclusão, gratuidade e formação dos trabalhadores fora das estruturas das empresas, servindo também como instrumento de qualificação e formação para os servidores da UNICAMP.

– CAPÍTULO II. DOS COLÉGIOS TÉCNICOS: Garantia de eleição direta e paritária para os diretores dos colégios técnicos.

– TÍTULO XIV. DA ASSEMBLÉIA UNIVERSITÁRIA: Alterar a minuta no artigo 149 mantendo o texto original do estatuto que diz que CONSU ou reitor podem convocar Assembleia Universitária quando necessário.

– TÍTULO XV. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS: O processo de reformulação do estatuto atual deverá ser realizado através de um processo estatuinte e paritário envolvendo os três segmentos da universidade e também as entidades representativas.

– TÍTULO XVI. DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS: Entende-se por comunidade universitária todos que estudam ou que exercem atividade laboral permanente na universidade, independente do vínculo.

 

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Boletim do STU 042/2015

Baixe aqui Boletim 42/2015, de 21 de julho de 2015.

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Boletim do STU 41/2015

Baixe aqui Boletim 41/2015, de 07 de julho de 2015.

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Todos à Alesp por mais recursos para a educação pública!

Hoje é dia de luta! A categoria precisa mostrar sua força na manifestação por mais recursos para a educação na Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2016. Por isso, as três universidades estaduais paulistas farão um ato na Assembleia Legislativa à tarde, quando deve ser votado o projeto de lei da LDO em plenário.

Orçamento tem que acompanhar crescimento das universidades
As reivindicações do Fórum das Seis, apresentadas como propostas de emenda ao projeto de lei, são: a ampliação do repasse do Estado, dos atuais 9,57% para 11,6% do ICMS, e o fim do desconto das verbas destinadas às políticas habitacionais, juros e moras e outras na base de cálculo do orçamento das universidades.
O Fórum das Seis levantou que, sem a correção inflacionária dos valores de 2013 e 2014, apenas nestes dois anos foram subtraídos da base de cálculo das universidades estaduais R$ 7,3 bilhões relativos a multas e juros de mora do ICMS, multas e juros de mora da dívida ativa, multas por auto de infração, receita da dívida ativa do ICMS e outras rubricas.
Desde 2005 o governo do Estado também vem descumprindo o acordo que levou à implantação do campus de Limeira e deixando de investir por ano mais 0,05% do ICMS na Unicamp.
Enquanto isso as universidades crescem e veem aumentar a crise de financiamento, já que o percentual de repasse está congelado há 20 anos.

Outras reivindicações
O Fórum das Seis também defende que sejam incluídos na LDO outros dois artigos: um destinando, no mínimo, 33% do total do produto da arrecadação de impostos para a Educação Pública no Estado de São Paulo, e outro que assegure no mínimo 3,3% do total do produto do ICMS para o Centro Paula Souza.

Participantes do ato terão ponto abonado
A reitoria atendeu a solicitação do sindicato para liberar do expediente os funcionários que acompanharão a votação, pois é comum o processo se estender pela madrugada. O sindicato fornecerá comprovante aos funcionários que precisarem apresentar documento comprobatório à chefia.

Fórum das Seis se reúne pela manhã
Hoje às 10 horas ocorre uma reunião do Fórum na Alesp, e às 14 horas os líderes das bancadas devem receber a coordenação das entidades.

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Boletim do STU 040/2015

Baixe aqui Boletim 40/2015, de 30 de junho de 2015.

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Não à redução da maioridade penal

Amanhã será votada no plenário da Câmara dos Deputados a PEC 171/1993, que visa reduzir na Constituição a maioridade penal de 18 para 16 anos.
Segundo o Ministério da Justiça, os jovens que cometem crimes representam menos de 1%, enquanto são 36% dos assassinados no Brasil. Fora isso, os menores de 18 anos já sofrem punição quando cometem atos tipificados como crimes, diferentemente do que é divulgado, como internação em instituições muito similares a presídios por até três anos e outras medidas privativas de liberdade.
Mesmo com a quarta maior população carcerária do mundo (cerca de 500 mil presos) o país não tem diminuído a criminalidade, nem aumentado a reinserção dos infratores na sociedade.
Colocar os jovens em cadeias só fará com que estes fiquem ainda mais vulneráveis, ampliando as chances de reincidência, uma vez que essas instituições não cumprem com sua função de ressocialização.
E nenhum país que reduziu a maioridade diminuiu os índices de criminalidade. No caso dos EUA, a Unicef constatou que os jovens saíram dos presídios e voltaram a cometer infrações de forma mais violenta.
Os adolescentes não precisam de cadeias e sim de escolas e saúde de qualidade, cultura e lazer. Por isso, o STU é contra a redução da maioridade penal e convoca a todos para se mobilizarem contra essa PEC. Educar é melhor que punir!

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Boletim do STU 039/2015

Baixe aqui Boletim 39/2015, de 29 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_039final-1.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 25/06/15

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 25 de Junho de 2015.

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