Arquivo de tag negro

porFernanda de Freitas

STU apoia Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista organizada pelo Movimento Mães de Maio

A chacina da Polícia Militar de São Paulo no Guarujá, que lamentavelmente traz “extrema satisfação” ao governador Tarcísio, já é a segunda mais letal da história paulista, perdendo somente para o Massacre do Carandiru.

Até sexta-feira (4) já se somavam 16 moradores do litoral assassinados sumariamente pela polícia, mas, infelizmente, esse número já deve ter aumentado quando essa notícia chegar até você.

É por essa razão, pela vida dos nossos jovens negros e periféricos, pelo desalento e sofrimento de suas mães e familiares, que não podemos deixar que esse massacre continue.

É necessário que a população paulista dê um basta nessa política de extermínio que faz Tarcísio, o maior bolsonarista de São Paulo, tanto se regozijar.

Tarcísio quer exterminar os pobres e periféricos, e para isso solta seus cães fardados em cima da população da baixada santista.

É necessário todos nós nos indignarmos e cobrarmos, não só das autoridades paulistas, mas também do Governo Federal que ajam para proteger a vida! É por isso que o STU assina e convida você a assinar e divulgar essa Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista organizada pelo movimento Mães de Maio e várias organizações paulistas.

Basta de nos matarem. Nós negros/as merecemos viver!

Campinas, 5 de Agosto de 2023

CLIQUE AQUI para assinar a Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista.


Coordenação de Negros e Negras e Coordenação de Políticas Sociais e Antirracistas do STU

porFernanda de Freitas

CONVITE | Mesa Redonda sobre Racismo

O Sintunesp promove Mesa Redonda sobre Racismo, quinta-feira (22), às 14h, na Unesp (Auditório C do Ibilce), em São José do Rio Preto.

A Coordenadora Geral do STU, Elisiene Lobo, compõe a mesa de debate junto aos psicólogos Juliana Mogrão Moreira e Alexandre Felipe de Oliveira e à professora Claudia Maria Ceneviva Nigro..

Assista a transmissão ao vivo: https://youtu.be/Qah06ezSsNQ.

porFernanda de Freitas

Marcha Zumbi dos Palmares é símbolo de resistência da luta antirracista em Campinas

A violência contra João Alberto Silveira Freitas, um homem negro que foi asfixiado até a morte na noite de 19/11 por dois seguranças brancos em uma unidade do Carrefour em Porto Alegre/RS, gerou uma onda de protestos pelo país.

No Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de Novembro, a 19ª Marcha Zumbi dos Palmares de Campinas organizou um protesto pacífico em repúdio às atrocidades decorrentes do racismo.

No ato, sob o lema “Contra o Racismo e a Violência Policial”, ecoou o grito cada vez mais forte no mundo de que as vidas negras importam.

Na reunião dos líderes do G20, Bolsonaro criticou os protestos por discriminação no país e nas redes sociais disse ser “daltônico” e que “todos têm a mesma cor”. O vice-presidente Mourão foi mais além ao dizer que “não existe racismo no Brasil”.

Considerar que inexiste racismo demonstra como o Dia Nacional da Consciência Negra é essencial para fomentar um debate mais aprofundado sobre o racismo estrutural e o mito da democracia racial.

O STU repudia essa postura de minimizar as mortes de negros e negras vítimas de violência e de situação de vulnerabilidade social que afeta negativamente essa população.

porFernanda de Freitas

Marcha Zumbi dos Palmares em Campinas – 2018

O Mapa da Violência de 2018 aponta que os homicídios praticados por armas de fogo demonstrou que o número de assassinatos no país voltou a crescer nos últimos anos. Mais do que isso, as balas disparadas têm alvo certo: os jovens, homens e mulheres negras. Ainda que os índices sofram variações de acordo com o estado e com a região do país, temos certeza de que não podemos cruzar os braços enquanto a população negra está sendo assassinada.

As Organizações da Sociedade Civil, o Movimento Negro, Religiosos, Sindicalistas, Universitários, Ativistas, Jornalistas, Parlamentares e todos os segmentos que lutam por uma sociedade mais humana e mais igualitária, estão atentos e lutando em conjunto, em nome da Defesa da Vida, para que haja justiça social para com esta grande parcela de população e que vá de encontro com a legitimação do Direito de Viver de toda a juventude, independente de raça, cor, sexo, credo ou orientação sexual, mas precisamos avançar muito mais.

Precisamos envolver outros parceiros na luta, que precisam ter como tarefa fundamental se debruçar nos dados da violência contra o povo negro no país e formular uma política concreta para barrar esse extermínio. Aqui na Unicamp, caberá ao STU e às demais organizações unir força para fortalecer a luta das mulheres e homens negros frente aos ataques em curso. Confira o Boletim Especial do STU sobre a Consciência Negra.

Venha para a Marcha Zumbi dos Palmares neste 20 de novembro, a partir das 10h, na Estação Cultural Antônio da Costa Santos (antiga Estação Cultura).

ZUMBI VIVE! 

 

porFernanda de Freitas

STU apoia Ato Contra o Genocídio da Juventude Negra

juventude-negra2Hoje, quinta-feira, (3), às 18h, no Largo do Rosário, o Núcleo de Consciência Negra da Unicamp, os coletivos negros, movimentos sociais e sindicais estão organizando uma mobilização contra o genocídio da juventude negra em repúdio à execução de cinco jovens no Rio de Janeiro, no sábado passado.

Em outras cidades do Brasil estão sendo organizados atos neste sentido, sendo importante que Campinas – por seu histórico de escravidão, de resistência do povo negro e de violência contra a juventude negra – se junte à mobilização nacional.

O combate ao racismo e todas as formas de discriminação, o fim do extermínio da juventude negra, a instituição de cotas no serviço público e no vestibular – para garantir que negros possam trabalhar e estudar na Unicamp – são algumas das bandeiras históricas defendidas pelo STU para lutar contra o preconceito e as desigualdades entre brancos e negros em nossa sociedade.

Por isso, o STU se junta a essa importante manifestação e presta sua solidariedade aos familiares e amigos desses jovens assassinados.

Manifesto

Confira abaixo a íntegra do “Manifesto Contra o Genocídio da Juventude Negra: Morreram Mais Cinco Jovens Negros No RJ!”.

Será que tivemos algo para comemorar em novembro depois de um ano no qual o racismo se demonstrou através mais de 10 chacinas na cidade de São Paulo?

Será que podemos comemorar alguma coisa depois da execução dos cinco jovens negros no Rio, no último sábado – 28/11?
Com certeza não!

Não comemoraremos o genocídio do nosso povo! Nós lutaremos e cobraremos uma postura do Estado! É hora de questionarmos o papel e a militarização da polícia que só contribui para o aumento dos atestados de óbito do povo preto! Lamentamos e nos posicionamos contra a execução de Roberto, Carlos Eduardo, Cleiton, Wilton e Wesley.

Sendo assim, o Núcleo de Consciência Negra da Unicamp convoca todxs para um ato no dia 3 de dezembro, quinta-feira, às 18h, no Largo do Rosário. A concentração acontecerá às 17h, para confecção de faixas e organização do trajeto.

Marcharemos contra o genocídio da população negra e pela tomada de providência por parte dos gestores do Estado em relação à punição dos policiais assassinos.

CHEGA DE EXTERMÍNIO DO POVO PRETO!

PELO FIM DO RACISMO E DA VIOLÊNCIA POLICIAL!

Fonte: com informações do Núcleo de Consciência Negra da Unicamp

porFernanda de Freitas

Fórum Penses debate o racismo

Nos dias 29 e 30 de outubro, no Auditório do Centro de Convenções da Unicamp, acontece o Fórum Pensamento Estratégico (PENSES) sob o tema “Quando o preconceito tem cor: reflexões sobre o racismo”.

O encontro se propõe a debater as “desigualdades principalmente por etnia, inserção social, gênero. Desigualdades escamoteadas por preconceitos, que cumprem a perversa função ideológica de justificar e legitimar a exclusão da maioria absoluta das pessoas e isentar de responsabilidades todos os demais, assim como as instâncias de poder”. Por compreender que as “diferenças devem ser respeitadas, valorizadas, acolhidas, atendidas em suas necessidades e especificidades. Lembremos um ponto fundamental: reconhecer diferenças só é possível entre iguais. Reconhecer diferenças me identifica com ‘o outro’” o encontro se propõe a reunir militantes de movimentos negros, parlamentares, ativistas sociais, pesquisadores, entre outros.

Durante os dias do fórum serão exibidas as fotos do projeto “Ah branco dá um tempo!”, da estudante da UnB, Lorena Cirino Santos.

O fórum será transmitido em tempo real pelo portal da Unicamp, confira a programação:

 

29 de Outubro (quinta-feira)

8h30 – 9h00

Credenciamento

9h00 – 9h30

“Navio Negreiro” – Poema de Castro Alves 
“Canto das Três Raças”

  • Renato Braz – cantor, violonista e percussionista brasileiro

9h30 – 10h00

Mesa de Abertura

  • Raquel Meneguello – Pró-Reitora de Pós-Graduação – Unicamp
  • Leci Brandão – Deputada Estadual por São Paulo
  • Julio Hadler – PENSES – Unicamp
  • Maria Aparecida Moysés – FCM e REPENSE/PENSES – Unicamp
  • Representante da Diretoria da FCM
  • Cristiane Gargantini – Núcleo Caminhos da Vida
  • Representante do CRP06- Conselho Regional de Psicologia de São Paulo
  • Rogério Giannini – SINPSI – Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo
  • Rosângela Villar – Despatologiza – Movimento pela Despatologização da Vida
  • Sinvaldo Firmo – Presidente da Comissão da Verdade da Escravidão de São Paulo da OAB-SP

10h00 – 11h15

 “Conferência” 

  • Leci Brandão – Deputada Estadual por São Paulo

11h15 – 12h30

Conferência – “Racismo e os microfascismos cotidianos”

  • Emerson Merhy – UFRJ

12h30 – 14h00

Almoço

14h00 – 16h00

Roda de Conversa: “Racismo na justiça, no trabalho, na rua” 

  • Maria Sylvia de Oliveira – Geledés – Instituto da Mulher Negra
  • Ramatis Jacino – USP
  • Antonio Cesar Marques da Silva – ONG Se essa rua fosse minha – RJ

16h00 – 16h15

Café

16h15 – 17h30

Conferência: “A Capoeira Angola e as lutas antirracistas em contextos interculturais”

  • Rosangela “Janja” Araújo – UFBA

17h30 

Roda de Capoeira

  • Mestre Tarzan – Campinas

30 de Outubro (sexta-feira)

9h00 – 10h15

Conferência: “Racismo na academia”

  • José Jorge de Carvalho – UnB; MEC

10h15 – 10h30

Café

10h30 – 12h30

Roda de Conversa: “Racismo na saúde, na educação, nas redes sociais”

  • Jurema Werneck – ONG Criola
  • Rosana Batista Monteiro – UFSCar Sorocaba; ETNS/UFSCar; LEAFRO/UFRRJ
  • Cristiane Damacena Gonçalves de Oliveira – Jornalista e “social media“.

12h30 – 14h30

Almoço

14h30 – 15h45

Conferência: “Este é um país racista que oculta a sua história – Memória e resistência” 

  • Roseli de Oliveira – Mestre em Ciências Sociais e Especialista em Saúde Pública

15h45 – 16h00

Café

16h00 – 17h15

Conferência: ” O racismo e a intolerância religiosa”

  • Cristiane Gargantini – Dirigente Espiritual do Núcleo Caminhos da Vida

17h15 

Cortejo dos orixás

  • Ilú Obá De Min – SP

 

Mais informações e inscrições em http://www.gr.unicamp.br/penses/forum_preconceito_racismo/home.html.

 

Fonte: Portal do Fórum Penses

porFernanda de Freitas

Reparação do Povo Negro

reparacao_jaA Organização para Reparação do Povo Negro no encontro Nacional de Negros e Negras do Brasil, realizado em janeiro deste ano, decidiu organizar uma ampla campanha que reivindica reparação histórica ao povo negro, afro-brasileiro e afrodescendente.

A iniciativa tem base na declaração da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2001, de que o tráfico negreiro, a escravidão e o colonialismo são considerados crimes contra a humanidade e, que, assim os responsáveis no Brasil deverão negociar a devida reparação ou indenização com os descendentes das vítimas da escravidão, que até hoje continuam sofrendo seus efeitos.

Essa reivindicação ser dará através de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP) que estabelece normas para a reparação aos descendentes de povos africanos escravizados no Brasil. A proposta relançada nacionalmente, no final de julho, busca o apoio da comunidade negra para arrecadar cerca de 1,5 milhão de assinaturas de eleitores para ser encaminhada ao Congresso Nacional para ser apreciada.

Para saber mais informações sobre essa iniciativa acesse no Facebook a página “Reparações Já”.

Confira abaixo mais informações sobre a proposta:

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/08/reparação_ja.pdf” language=”pt_BR”]

 

 

 

 

 

poradmin

Encontro marca Dia Internacional da Mulher Negra

No próximo sábado (25), será celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Com o objetivo de ampliar e fortalecer a união e a mobilização das mulheres negras no continente, a data foi criada após o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas em Santo Domingo, na República Dominicana, em 1992.
Em Campinas ocorrerá na Casa de Cultura Tainã, a partir das 14h. O encontro “Mulheres Negras: nós por nós construindo o feminismo negro” terá sua programação divididda em três partes: 14h – Feminismo Negro – nós por nós mesmas construindo a nossa história com Magali Mendes, 15h: Refletindo sobre a Identidade e Estigmatização da Pessoa Negra com Lajara Janaína e às 16h: MaracatuNegra com Layla Xavier Silva e Renata Dhamas.
O evento é gratuito e quem puder leve um prato e/ou bebida para compartilhar!!

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poradmin

Tradicional Feijoada do Machadinho acontece neste domingo (19/7)

O Centro Cultural e Recreativo “Benedito Carlos Machado”- Núcleo de Resistência Negra realiza no próximo domingo (19), das 12 às 15h, a tradicional Feijoada do Machadinho, com a participação de Ilcéi Mirian e os Bambas do Samba.

Os convites para o evento saem por R$ 35, com direito à repetição do prato. Crianças de até 8 anos não pagam. Os ingressos podem ser adquiridos com Márcio (HC/CC) 98112-7196, Bispo 99712-6666, Fátima 99335-2747 ou Valdir 998164744.

O “Machadinho” foi fundado em 8 de maio de 1945, sendo considerado o mais antigo espaço de difusão da identidade negra da cidade. A renda arrecadada com as atividades é revertida para a manutenção da entidade, que está localizado na Rua Cerqueira, 66, Vila Industrial, em Campinas-São Paulo

 

machadinho

porFernanda de Freitas

Centro Cultural “Clube Machadinho” completa 70 anos

Neste sábado (9), das 13 às 20h, acontece a grande festa do Centro Cultural e Recreativo Benedito Carlos Machado – Núcleo de Resistência Negra, conhecido como Clube Machadinho.

A festa marca o aniversário de 70 anos do clube de cultura negra mais importante de Campinas será animada Ido Luis e Valéria Santos, além do DJ Di Jorge.

Venha participar desse animado encontro que tem como principal objetivo reerguer o clube, além de resgatar a memória da comunidade negra de Campinas. A entrada é franca.

A entidade negra “Machadinho” foi fundada em 8 de maio de 1945 e atualmente é gerida por um núcleo de militantes do movimento negro. A renda arrecadada com as atividades é revertida para a manutenção da entidade. O clube fica na Rua Cerqueira, 66, na Vila Industrial em Campinas/SP.

conv. machadinho

 

 

porFernanda de Freitas

Hoje (30) tem ato público “Basta de Racismo”

ato_publico_contra_racismoHoje (30), às 16h, no Plenarinho da Câmara Municipal de Campinas ocorre o ato público “Basta de Racismo!”.

O evento faz parte da campanha permanente de combate ao racismo intitulada “É Racismo! Não é um mal entendido”.

O eixo central do ato público será o racismo institucional presente nos espaços sociais como escolas, universidades, hospitais etc.

O encontro também visa protestar contra o caso registrado na cidade da funcionária de uma escola estadual que foi vítima de ofensa racial proferida por uma colega de trabalho dentro da instituição.

O ato foi proposto pelo mandato do vereador Carlão do PT em conjunto com o grupo Força da Raça e demais entidades do movimento negro campineiro.

A Câmara de Vereadores fica na Av. da Saudade, 1004, Ponte Preta em Campinas.