Arquivo de tag reunião de negociação

porStéphane Powaczuk

SEGUNDA (07) é dia PARALISAÇÃO, às 9h, em frente à reitoria!

Vamos fazer uma grande mobilização e lutar pelas demandas da nossa Pauta Específica!

Segunda, 07/07, é dia PARALISAR todas as unidades da Unicamp e nos concentrar às 9h em frente à reitoria para fazermos uma grande vigília e acompanhar a primeira reunião de negociação da nossa pauta específica com o reitor.

Por que PARALISAR as atividades segunda 07/07.
Queremos:

1) Queremos R$ 10.000 reais de Abono
2) Vale Refeição R$ 1.210,00
3) Auxílio Saúde de R$ 1.415 para todos
4) Vale alimentação R$ 2.263,00
5) Fim do ponto Eletrônico. Implantação da IN 24/2023 do Governo Federal
6) Acabar com a Terceirização
7) Redução de Jornada para Pessoas com deficiência
8) 30 horas semanais para todos
9) Contar o tempo de 2020 a dezembro de 2021 retirado pela Lei Complementar 173/2020
10) Antecipação da 1° parcela do 13° para agosto de 2025.

Programação:
Segunda-feira | 07/07

9h: Roda de conversa “Assediador(a) não pode ser chefe” – em frente à reitoria
14h: Reunião STU/Reitoria (auditório do GGBS)
Terça-feira | 08/07
12h: Assembleia Geral no STU

porStéphane Powaczuk

STU envia ofício à Reitoria cobrando suspensão do Ponto Eletrônico e discussão da Pauta Específica

A diretoria do STU enviou um ofício ao novo reitor da Unicamp, Prof. Dr. Paulo César Montagner, cobrando a imediata suspensão da instalação do ponto eletrônico, e a discussão de uma alternativa para barrá-lo, baseada na IN 24/2023 do Governo Federal.

Além disso, solicitamos o agendamento de uma reunião para entrega da pauta específica e a construção de um calendário de reuniões e negociações. Vamos pressionar esse reitor pela negociação das nossas demandas, enfatizando os itens que não envolvem gastos. E também vamos continuar cobrando o reajuste junto ao Fórum das Seis.

Na oportunidade, faremos a apresentação da atual gestão do STU, com a presença dos diretores eleitos.
Confira a seguir o ofício enviado:

porFernanda de Freitas

Reunião de Negociação discutiu demandas dos aposentados, GRs e estagiários

Em reunião realizada ontem (8) com a reitoria, o STU e a comissão de negociação formada por representantes das unidades, discutiu alguns pontos da Pauta Específica em busca de acordo.

Ficaram acertados com a reitoria os seguintes encaminhamentos:

 

Auxílio alimentação para aposentados

Sobre a incorporação do auxílio-alimentação aos proventos de todos os aposentados, a PG (Procuradoria Geral) informou que há uma Súmula Vinculante de 2013 que impede a concessão do benefício a servidores inativos.

Apesar da insistência da diretoria em buscar alternativas, a PG foi enfática em defender que não é possível estender esse direito aos aposentados, sob pena de ferir a legislação vigente.

 

Alimentação no Restaurante Universitário

A reitoria se comprometeu a elaborar um programa que preveja que os aposentados celetistas possam frequentar o Restaurante Universitário pagando o preço mínimo da tabela por refeição. A ampliação desse programa para os aposentados estatutários também será estudada.

Essa minuta do programa deverá ser apresentada ao Consu (Conselho Universitário) para aprovação do órgão.

 

Portarias GR 10 e GR 13/2016

Reunião de Negociação discute demandas dos aposentados e portarias GRs.

Reunião de Negociação discute demandas dos aposentados e portarias GRs.

A reitoria afirmou que nas portarias que instituem contingenciamento não estão previstos cortes nas Áreas de Saúde que impactem na assistência. E foi além ao dizer que a priorização dos recursos foi discutida com os diretores e coordenadores de unidades. Isso reforça o questionamento apontado pelo STU de que somente as chefias puderam opinar sobre o planejamento financeiro das unidades sem levar em consideração as necessidades apontadas pelos trabalhadores.

Questionados sobre a possibilidade de utilização dos recursos dos Prêmios Zeferino Vaz e PAEPE para o reajuste do vale alimentação a reitoria insistiu que os valores já estão sendo utilizados para recursos humanos. “Temos que pensar em longo prazo porque esses problemas financeiros são estruturais”, disse o vice-reitor Álvaro Crosta, ao tentar justificar que os prêmios são formas de valorizar os funcionários.

O STU cobrou que os recursos, principalmente, os extraorçamentários, devem entrar no debate de planejamento da Universidade com a participação de toda a comunidade universitária.

 

Democratização da Internet 

Ficou acertado que será formado um GT (Grupo de Trabalho) para conduzir os trabalhos sobre democratização da internet para todos os setores, especialmente, na Área de Saúde. Essa comissão investigará os motivos de algumas áreas vedarem o acesso à rede no ambiente de trabalho, tendo em vista que ela pode ser uma importante ferramenta de auxílio no desenvolvimento da atividade profissional.

Sobre o Wi-Fi, a reitoria informou que o problema de cobertura está ligado à prestação de serviço do provedor de banda larga que oferece cobertura insuficiente em algumas áreas do campus.

O GT levantará as informações sobre as coberturas e acessos nos setores e proporá melhorias, tendo como diretriz a igualdade do acesso e a criação de espaço de interação nas unidades, com acesso fixo e remoto à internet. O grupo será composto por seis representantes, sendo três indicados pelo STU e outros três da reitoria.

 

Estagiários

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Reunião de Negociação discutiu demandas dos aposentados e portarias GRs.

O STU cobrou que a Unicamp reveja a forma de contratação dos estagiários, garantindo seu papel previsto em lei como período de estudos práticos, não como substituição de mão de obra permanente. E também corrija as bolsas de ensino que estão congeladas desde 2008, com aplicação dos índices da categoria.

A reitoria informou que desconhece a denúncia de que há substituição de funcionário por estagiário e que os casos devem ser apresentados para averiguação, já que esse não é objetivo da iniciativa.

A reitoria explicou também que “há um alinhamento com o programa que o estagiário vai cumprir dentro da Universidade com o plano e os objetivos da Instituição de Ensino”.

De acordo com os gestores, a medida de contingenciamento não afetou os estagiários, mas no momento não é possível garantir o reajuste. “Não sei qual o momento de pensar em reajuste da bolsa, mas não é agora que podemos fazê-lo”, contestou o vice-reitor.

Um GT se encarregará de levantar os problemas, conhecer os processos de parcerias e garantir propostas que coíbam a substituição de funcionário. Esse grupo será composto por seis representantes, sendo três indicados pelo STU e outros três da reitoria.

Ao finalizar a reunião o STU cobrou, mais uma vez, que a reitoria encaminhe ao sindicato a minuta com as propostas para a Carreira PAEPE.

Participaram da reunião pela reitoria, o vice-reitor da Unicamp, Álvaro Crosta; o chefe de gabinete da reitoria, Paulo César Montagner; o chefe de gabinete Adjunto, Osvaldir Pereira Taranto; a diretora geral da DGRH (Diretoria Geral de Recursos Humanos), Maria Aparecida Quina de Souza; o diretor da DAP (Divisão de Administração e Pessoal), Everaldo Pinheiro; o coordenador da Aeplan (Assessoria de Economia e Planejamento), Roberto Bosso e pela Procuradoria Geral, Luciana Catalano.

porFernanda de Freitas

Intransigência: reitor se recusa a retirar descontos

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Reunião com a reitoria e os membros do Comando de Greve e da base

Hoje (3) à tarde aconteceu mais uma rodada de negociação entre a reitoria, a diretoria do STU e os representantes do Comando de Greve.

A categoria cobrou do reitor José Tadeu Jorge a retirada imediata dos cortes de pontos. No entanto, o gestor alegou que está seguindo a orientação jurídica da PG (Procuradoria Geral) que encaminhou a medida como forma de cumprir a Lei de Greve e dar retorno ao questionamento do MP (Ministério Público). Ele também afirmou que  cada unidade tem autonomia para descontar ou não os salários e “assim que o movimento acabar iremos proceder com a recomposição dos salários, o mais rápido possível, para garantir o cumprimento de um acordo de fim de greve”.

Por várias vezes o reitor tentou barganhar condicionando a retirada dos descontos ao fim da greve. Informou ainda que é possível imprimir uma folha suplementar com as alterações necessárias e que a devolução dos salários poderá ser feita em até cinco dias úteis. A categoria alegou que não é possível condicionar a retirada dos descontos ao fim da greve porque tal prática fere o direito de greve. E sobre o MP a indicação é que a reitoria informe ao órgão que estamos em processo de negociação da pauta de reivindicações.

Os trabalhadores cobraram um debate efetivo sobre a verba extraorçamentária, com abertura detalhada das contas da Universidade e o número do processo aberto no MP, para termos ciência dos argumentos utilizados para a ação. E o STU se comprometeu a encaminhar sugestão de agenda para discutir os itens prioritários da Pauta de Reivindicações Específicas.

Itens econômicos da pauta

Questionado sobre as perdas salariais o gestor disse que, assim que houver recuperação orçamentária, o Cruesp se compromete a realizar novas reuniões com o Fórum das Seis para discutir o tema que tem prioridade para o órgão. Tadeu reconheceu, mais uma vez, que 3% de reajuste são insuficientes, quando as perdas salariais representam quase 10%.

Em relação ao debate sobre os itens econômicos, o reitor voltou atrás em sua afirmação ao dizer que não se recusa a negociá-los. Disse que está disponível para discutir todos eles, mas alega que o problema é que não há a menor possibilidade de efetivação dos itens que causem impacto financeiro porque, neste momento de crise, não há espaço no orçamento para a realização de gastos na Universidade. “Não estamos proibidos de discutir os assuntos econômicos, podemos até discutir, mas não temos como ampliar os custos orçamentários”, explicou o reitor.

Tadeu justifica sua falta de diálogo, principalmente sobre os itens econômicos, como medida prática para agilizar a discussão do restante da pauta dos trabalhadores. De acordo com ele, discutir temas que não serão implementados pode atrasar a negociação de outras reivindicações.

O fato é que, se a Unicamp está passando por uma grave crise, só um segmento está arcando com os custos dos problemas da instituição. “Nós, trabalhadores, não podemos pagar a conta da Universidade sozinhos”, afirmou um trabalhador durante a reunião.

Para discutir essas e outras questões pertinentes à greve, o STU convoca toda a categoria para comparecer à Assembleia Geral, amanhã (4), às 10h, no CB (Ciclo Básico).

poradmin

Boletim do STU 048/2015

Baixe aqui Boletim 48/2015, de 19 de agosto de 2015.

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porFernanda de Freitas

Áudio da reunião de negociação entre Fórum das Seis e Cruesp – 24/4

No dia 24 de abril aconteceu reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp.

No link abaixo, é possível ouvir o áudio da primeira reunião de negociação realizada na sede do Cruesp em São Paulo. ou no dia 13/8.

 

http://podcast.unesp.br/radiorelease-24042015-reuniao-de-negociacao-entre-cruesp-e-forum-das-seis

porFernanda de Freitas

Após várias cobranças reitor agenda reunião de negociação

Depois de pressionar a reitoria para agendar uma reunião de negociação, ontem (9), o STU recebeu retorno.

A reunião será dia 24 de março, às 16h, na Sala do Consu. E tem como finalidade discutir o calendário de implementação da isonomia e as demais informações sobre esse processo.

É bom lembrar que o prazo estabelecido pelo reitor em 2013 para efetivar a isonomia termina dia 19 de abril.

Na assembleia geral da semana passada os trabalhadores discutiram os rumos da Campanha Salarial 2015 e decidiram marcar nova assembleia em 16 de abril para discutir o indicativo de greve, caso o processo de isonomia não se concretize.

No dia da reunião de negociação haverá transmissão online para que a categoria possa acompanhar a discussão.

Confira abaixo a resposta da reitoria:

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/03/132-2015-resposta0001.pdf” language=”pt_BR”]

 

porFernanda de Freitas

Reitoria não avança na negociação da Pauta Específica 2013

Texto: Rodrigo Cruz

Foto: Fernanda de Freitas

A diretoria do STU se reuniu ontem com o chefe de gabinete da reitoria, prof. Paulo César Montagner, para discutir uma agenda de negociação que dê conta de todos os temas da pauta de reivindicações específicas da categoria.

Embora tenha prometido na última reunião, ocorrida em 07/08, que o encontro de ontem teria como finalidade apresentar ao sindicato uma proposta de calendário, com temas e interlocutores definidos, a reitoria não cumpriu o que havia combinado.

A reunião serviu apenas para que o chefe de gabinete fizesse uma leitura das reivindicações e marcasse um novo encontro para a próxima semana, com o objetivo de finalmente apresentar um calendário.

Vale lembrar que a reunião de ontem foi agendada porque no dia 20 haveria uma “reunião de equipe” na reitoria, que designaria interlocutores para organizar as negociações.

Aposentados – A reitoria foi questionada pelo STU a respeito da não elevação dos pisos salariais para os trabalhadores aposentados, mas evitou comentar o assunto.

Fretados – A chefia de gabinete também não apresentou os contratos dos ônibus fretados, como ficara combinado no dia 07. O STU quer acesso aos contratos para subsidiar a discussão sobre a melhoria do serviço de transportes, agendada para 17/09.

 

“Diálogo” e promessas de Tadeu na campanha

A gestão José Tadeu Jorge tem se utilizado constantemente do “diálogo” para não agir em relação aos problemas enfrentados pelos trabalhadores. Foi assim na greve das funcionárias terceirizadas da Centro por melhores condições de trabalho, na representação dos trabalhadores Funcamp e na promessa de retomada da jornada de 30 horas na saúde.

porFernanda de Freitas

Boletim 048/2013

Baixe aqui o Boletim 048/2013, de 22 de Agosto de 2013.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2013/08/BoletimSTU_22-de-agosto_2013.pdf” language=”pt_BR”]

 

porFernanda de Freitas

Negociação da pauta específica continua

No próximo dia 21 a reitoria deve apresentar ao sindicato uma proposta de calendário de negociação da pauta específica.

A ideia é otimizar a negociação das 46 reivindicações realizando reuniões temáticas com diretores dos órgãos e pró-reitorias responsáveis por cada ponto.

Paralelamente, seguirão as reuniões de negociação mensal com a reitoria. A próxima está marcada para 17/09, às 10 horas.

poradmin

Assembleia mantém mobilização em torno da isonomia e outros itens da pauta específica

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Texto: Rodrigo Cruz

Foto: Fernanda de Freitas
Os trabalhadores da Unicamp se reuniram em assembleia geral hoje no Ciclo Básico para discutir os encaminhamentos da Campanha Salarial 2013. A diretoria do sindicato fez um informe sobre a reunião de negociação com a reitoria realizada no último dia 03/07, na qual o reitor José Tadeu Jorge recebeu a contraproposta de implementação da isonomia feita pela categoria. De modo geral, os trabalhadores presentes se mostraram insatisfeitos com a decisão da reitoria de manter o processo avaliatório vinculado à implementação da isonomia e com a recusa da Universidade em adotar critérios claros para tratar o caso dos trabalhadores que voltarão para a classificação da referência inicial da carreira. Também foi discutida a necessidade de manter a categoria mobilizada para pressionar a reitoria nas próximas mesas de negociação e assim garantir a conquista dos itens de pauta da pauta específica. Dessa forma, a assembleia aprovou os seguintes encaminhamentos:

 

– Vigília em frente à reitoria durante a próxima reunião de negociação (7/08);

– Realização de uma atividade sobre o tema da isonomia e da carreira com a presença de representantes da USP e Unesp no dia 7/08 (realizar um preparativo antes desta data);

– Retomar as atividades do Comando de Mobilização e o Conselho de Representantes de Base;

– Negociações específicas para cada item da pauta.

Em relação às mobilizações do dia 11/07, após um debate sobre o caráter do Dia Nacional de Lutas e o papel das centrais sindicais no recente processo de mobilizações, foi aprovado que:

– Os trabalhadores da Unicamp participarão do ato às 17h no Largo do Rosário convocado pelas centrais sindicais;

– O STU irá produzir um material sobre o tema das mobilizações com espaço para a publicação de textos da categoria;

– O STU irá propor ao DCE e à Adunicamp um calendário de debates sobre o tema a partir de agosto;

– O STU irá continuar apoiando os movimentos sociais não governistas, acompanhando a construção das mobilizações na cidade de Campinas e região, sempre disputando a sua política e respeitando a horizontalidade do movimento.

porFernanda de Freitas

Sindicato tem nova reunião de negociação com a reitoria amanhã

Acontece amanhã (3), às 10 horas, a terceira reunião de negociação da Campanha Salarial 2013 entre o STU e a reitoria da Unicamp. Durante o encontro, o sindicato apresentará a contraproposta de implementação da isonomia aprovada em assembleia geral no último dia 12 de junho, que reivindica a extensão de duas referências a todos os trabalhadores a partir de julho (adiantando a proposta de referência no processo avaliatório do segundo semestre), a desvinculação da isonomia do processo de avaliação de desempenho e a definição de quais critérios serão usados para compensar os trabalhadores que voltarão ao piso de seus respectivos níveis.

Embora tenha anunciado na segunda reunião de negociação da Campanha Salarial, realizada no dia 11/06, que a primeira etapa do processo de implementação da isonomia, prevista para o decorrer deste ano, custaria anualmente R$ 50 milhões aos cofres da Universidade, as planilhas de custo enviadas pela reitoria ao STU mostram que, na realidade, a Unicamp gastará até o final desse ano pouco mais de R$ 11 milhões, com um impacto irrisório de 1,55% na folha de pagamento.

Esse valor é muito inferior aos R$ 18 milhões gastos anualmente com o pagamento de supersalários (vencimentos recebidos acima do teto constitucional) e muito menos do que os R$ 150 milhões destinados à compra da Fazenda Argentina, o que comprova a viabilidade da contraproposta elaborada pelos trabalhadores.

Na reunião de amanhã também deverá ser firmado o acordo referente à retirada das punições decorrentes da greve de 2011.

O sindicato enviou à reitoria no mês passado uma proposta nos moldes da reposição de 2010 (participação em eventos que ocorrerem na Unicamp), conforme definido em assembleia da categoria, e a administração da Universidade mostrou disposição em fechar um acordo nesses moldes.

O STU também espera avançar nos demais pontos de pauta que ainda aguardam negociação (valorização da educação infantil, extensão do auxílio-alimentação para os aposentados e 30 horas na saúde).