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Alckmin afirma que não vai cumprir acordo de financiamento da FCA

O jornal ‘Correio Popular’ noticiou anteontem que o governador Geraldo Alckmin admitiu que vai descumprir o acordo assinado com a Unicamp em 2005 para financiar a implantação do campus de Limeira.
Naquele ano, Alckmin se comprometeu a repassar mais 0,05% da quota-parte do ICMS destinada à Universidade para assegurar a expansão com qualidade. O dinheiro nunca chegou, prejudicando a infraestura do campus. E só no ano passado, durante a greve da categoria, o reitor José tadeu Jorge cobrou o cumprimento do acordo.
Agora Alckmin faz demagogia, dizendo que teria que retirar verba da educação infantil para assegurar o que foi prometido à Unicamp. E ainda fez “críticas” aos supersalários, sobre os quais só se pronunciou para justificar seu descompromisso com a educação superior paulista. Desde 2012 o STU vem pautando esse assunto e o governador nunca se manifestou sobre o tema.
Caso a situação se confirme, a Universidade seguirá deixando de receber cerca de R$ 46 milhões por ano (em valores atualizados, de acordo com informação divulgada em maio pela assessoria da reitoria).
O STU seguirá na luta para assegurar à Universidade a verba que é de direito. E cobrará também posicionamento da reitoria e do Cruesp.

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Consu inicia alterações no estatuto da Unicamp

Na terça-feira (15) o Conselho Universitário iniciou o processo de discussão sobre as mudanças no estatuto da Universidade. A primeira deliberação, por 48 votos a nove, foi seguir o debate no próprio Consu.
O STU luta para que o processo seja encaminhado em uma estatuinte paritária. Mas o reitor alega que não há previsão para este espaço democrático no atual estatuto, da época do regime militar.
Foi aprovado por unanimidade um artigo com um conceito geral de que a Universidade deve ser inclusiva, cuja redação final deve ser apresentada aos conselheiros na próxima reunião. Propostas específicas sobre a adoção de sistemas de cotas raciais e ingresso de estudantes de escolas públicas serão debatidas nas próximas reuniões, dentro dos capítulos do estatuto que tratam do ingresso na Universidade.
Na segunda votação, que começou emperrada, foi retirada do texto apresentado pelo Grupo de Trabalho responsável pela minuta de reforma estatutária a expressão “espírito empreendedor”. A proposta de retirada do termo foi encaminhada pelo STU durante o período de consulta à comunidade, tendo em vista que esse conceito embute uma visão privatista da educação superior. A expressão foi substituída por “espírito inovador”, mais próximo da busca pelo desenvolvimento científico e tecnológico sem ferir o papel da universidade.
A representação do funcionários defenderá ainda a incorporação no Estatuto de que as próximas alterações sejam realizadas em processo estatuinte e paritário. O Sindicato apresentou um conjunto de alterações a serem discutidas nessa revisão estatutária com vistas a garantir democracia, transparência e inclusão. As próximas reuniões para debate devem ocorrer o longo dos meses de outubro e novembro.

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Boletim do STU 058/2015

Baixe aqui Boletim 58/2015, de 17 de setembro de 2015.

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Boletim do STU 057/2015

Baixe aqui Boletim 57/2015, de 09 de setembro de 2015.

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Termo de Ajustamento de Conduta deve ser finalizado em reunião hoje

Está agendada para hoje a última reunião de discussão do texto do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para efetivação integral do Acordo Coletivo sobre o Assédio Moral formalizado em 2007. Na reunião de hoje, que acontece na sede do Ministério Público do Trabalho em Campinas, com a presença do STU, Adunicamp e da representação da reitoria, tende a ser finalizado o texto do TAC e o documento deve ser assinado na presença do procurador Luís Amgarten. Também deve ser agendada nesta oportunidade a audiência pública que acontecerá nas dependências da Universidade para divulgação à categoria da íntegra do termo.
Em relação às propostas de melhoria do texto proposto pelo procurador na audiência pública ocorrida em 24 de junho, não foi possível dar encaminhamento a um único dos sete pontos. A Unicamp não evoluiu para um consenso que atendesse à proposta de que as chefias cuja prática de assédio moral se comprovasse ficassem impedidas de assumir novo cargo dirigente. Caberá à Universidade, no entanto, fazer cumprir a Lei 12.250/2006, que estabelece punições como advertência, suspensão e demissão para assediadores na administração pública cuja prática ficar comprovada.
O STU voltará a cobrar da Unicamp informações sobre as medidas tomadas após a formaliazação das denúncias de assédio moral no Cotil, DGRH, RU, Feagri, além do caso apresentado diretamente ao MPT sobre a chefia da Anestesiologia do HC.

Resumo da negociação das propostas apresentadas pelo STU

– Afastamento temporário da chefia denunciada por assédio, tendo em vista que o servidor é afastado quando sofre procedimento disciplinar. APROVADO
– Delimitação de prazo para apuração das denúncias. APROVADO
– Responsabilizar a Universidade pelo encaminhamento e instauração de procedimento, caso a Universidade tenha conhecimento de práticas de assédio moral. APROVADO
– Responsabilizar o assediador por improbidade administrativa. APROVADO
– Unificação dos procedimentos demissionais para os trabalhadores contratados pela Funcamp, nos mesmos moldes do que é exigido para demitir um trabalhador contratado diretamente pela Unicamp (com garantia do direito de defesa, procedimento administrativo, etc). Será discutido após investigação em separado.
– Instituir avaliação de chefias pelos subordinados, podendo o chefe ser obrigado a passar por curso de aperfeiçoamento ou destituído do cargo se for mal avaliado. A Unicamp terá que realizar pesquisa semestral sobre o relacionamento pessoal entre chefias e subordinados, sem prejuízo de outros mecanismos de avaliação, denúncia e apuração de queixas.
– Pagamento de multa por parte do assediador ao assediado, como indenização por danos psíquicos. Se comprovado o descumprimento do TAC, a Universidade poderá ser condenada a pagar multa ao Fundo Estadual de Direitos Difusos (que financia as ações do MPT) no valor de R$ 50 mil por trabalhador afetado, já que não poderia haver pagamento direto de multa a servidor.
– Impedimento de assunção de cargos de chefia por aqueles que forem punidos pela prática de assédio moral. NÃO HOUVE CONSENSO, mas a Unicamp terá de comprovar respeito à Lei 12.250/2006, que pune assediadores com advertência, suspensão ou demissão.

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STU cobra incorporação de mais uma referência para todos em reunião técnica com a Aeplan

Aconteceu na última quinta-feira a reunião da Comissão de Acompanhamento Técnico da Evolução Orçamentária. Os técnicos da Aeplan (Assessoria de Economia e Planejamento) voltaram a apontar uma tendência pessimista em relação à economia, sem sinais de mudança no curto prazo, e que o crescimento arrecadatório do fim do ano também é impactado pela inflação, o que gera aumento de despesas para a Universidade. No entanto, reafirmaram a estimativa de que a arrecadação estadual deve ficar em torno de R$ 92,5 bilhões neste ano, conforme informado na revisão orçamentária aprovada na CAD no dia 1º de setembro.
A Comissão de Acompanhamento Técnico da Evolução Orçamentária é integrada por representantes do STU e da Aeplan, e foi criada durante as negociações da campanha salarial com o objetivo de verificar as condições financeiras para avançar na integralização da isonomia dos pisos salariais com a USP.
Em maio deste ano, quando o reitor se comprometeu a garantir mais uma referência salarial na avaliação se a arrecadação estadual chegar a R$ 92,2 bilhões, ficou acertado que nova reunião aconteceria em setembro à luz da evolução da arrecadação.
Depois de 20 de outubro acontece outra reunião da Comissão, já com os dados referentes à arrecadação setembro, com vistas a garantir uma referência na carreira para todos os servidores caso a arrecadação chegue a R$ 92,2 bilhões. Esta referência será incorporada ao salário de outubro, pago em novembro.
Participaram da reunião pelo STU os diretores João Raimundo ‘kiko’, Marcílio Ventura e Osvaldo Sales, além do diretor da Fasubra Antônio Alves ‘Toninho’.

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Boletim do STU 056/2015

Baixe aqui Boletim 56/2015, de 01 de setembro de 2015.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp decretam fim da greve

Grevistas aprovam em assembleia a proposta de encerrar o movimento na próxima segunda-feira (31)

Grevistas aprovam em assembleia a proposta de encerrar o movimento na próxima segunda-feira (31)

 

Em assembleia geral realizada na manhã desta sexta-feira (28), os trabalhadores da Unicamp decidiram encerrar a greve na próxima segunda-feira (31).
Iniciada na sexta-feira passada (21) a greve cobrou o fim das duplas matrículas e dos supersalários e que os custos excedentes com esse pagamento fossem revertidos em isonomia salarial para os técnico-administrativos.
A assembleia aprovou a organização de um calendário permanente de luta e manutenção da mobilização em torno dessa pauta.
Ao longo desses dias foram produzidos diversos atos considerados positivos pela categoria. E para a maioria dos trabalhadores que participou da greve, a mobilização é importante no sentido de denunciar à população o pagamento de vencimentos ilegais dentro da universidade, bem como a necessidade de cumprimento da lei do teto salarial em respeito à decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Neste fim de semana, os trabalhadores farão uma mobilização durante a Universidade de Portas Abertas (UPA) com objetivo de ampliar a campanha de conscientização e somar forças com a sociedade civil para pressionar a reitoria a cortar os supersalários e as duplas matrículas.

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Boletim do STU 055/2015

Baixe aqui Boletim 55/2015, de 28 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 054/2015

Baixe aqui Boletim 54/2015, de 27 de agosto de 2015.

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Comando de greve repudia manobras da reitoria contra o direito de greve

Numa tentativa de intimidação, a reitoria age desrespeitando a democracia na Universidade e a autonomia das unidades. Ameaças, pressão, convocações e quaisquer práticas antissindicais são repudiadas pelo comando de greve e serão denunciadas às autoridades competentes.

A greve é um direito

A despeito destas ameaças, os artigos 9° e 37, incisos VI e VII, da Constituição Federal e a Lei Federal 7.783/1989 garantem aos trabalhadores o direito de Greve e a ilegalidade das condutas que visem violar ou constranger o exercício deste direito.
Além disso, são consideradas práticas antissindicais com punições previstas em lei em momentos de greve, “procedimentos que desestimulam ou limitam esse direito (despedida, estagnação profissional, medidas disciplinares ou transferências de grevistas”.

Consequências da greve são parte da negociação
O STU e o comando de greve reiteram o chamado a todos os funcionários que ainda não aderiram à paralisação que participem do movimento. É chegada a hora de todos os trabalhadores assumirem uma postura ativa nesta greve. Apenas juntos podemos alcançar nossas reivindicações e preservarmos nossos direitos. E, como em outras greves da categoria, será parte da negociação para encerrar o movimento a garantia de que não haverá represálias.

Reunião com o MPT
A notificação da reitoria foi encarada por toda a categoria como mais uma forma de assédio moral (o que vai na contramão do debate que vem sendo feito com o Ministério Público do Trabalho para efetivar o acordo coletivo assinado em 2007).
Na próxima segunda (31) o STU se reúne com o procurador do trabalho Eduardo Luís Amgarten e representantes da reitoria da Unicamp, na sede do Ministério Público do Trabalho em Campinas, para discutir as mudanças no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sobre o combate ao assédio moral na Universidade. O comando de greve já aprovou apresentar o caso na reunião e cobrar da administração o compromisso, perante o Ministério Público do Trabalho, de que não haverá punições.

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Hora da pressão!

Hoje o dia é de várias atividades de mobilização em frente à reitoria e pressão para fortalecer a luta dos trabalhadores em greve, que se reúnem às 15h30 com o reitor.

Hoje é o dia da reunião com o reitor José Tadeu Jorge para cobrar um posicionamento categórico em relação à isonomia e o fim dos supersalários e duplas matrículas. A categoria já está em greve há uma semana e não aguenta mais enrolação. Por isso o dia será também de várias atividades de mobilização em frente à reitoria e pressão.
Logo cedo, às 8h30, toda a categoria está convidada a participar do café da manhã coletivo em frente à reitoria (Praça das Bandeiras). Na sequência, serão realizadas atividades culturais, churrasquinho da greve, um debate sobre a estrutura da Universidade e por democracia na discussão sobre as mudanças do Estatuto da Unicamp.
E durante a reunião de negociação com a reitoria, marcada para as 15h30, será realizado o Grande Ato contra os Supersalários e pela Isonomia, seguido de informes sobre os debates com Tadeu.
É hora de intensificar a pressão pelo cumprimento da lei do teto salarial, respeito à decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo em relação aos supersalários e pela aplicação do gasto que hoje a Universidade tem com o pagamento de vencimentos ilegais para a efetivação da isonomia. Com os R$ 4,5 milhões que Universidade paga em salários acima do teto seria possível custear ao menos 10% da isonomia.
A hora é agora!

27/8 (quinta)
8h30 – Café da manhã coletivo em frente à reitoria (Praça das Bandeiras)
10h30 – Apresentação musical e atividades culturais.
13h – Debate: Estrutura da Universidade e democracia na mudança do Estatuto.
14h – Concentração para o Grande Ato contra os Supersalários e cobrando a Isonomia.
15h30 – Reunião de negociação com a reitoria.

28/8 (sexta)
10h – Assembleia Geral, no Ciclo Básico.

29/8 (sábado)
9h – Panfletagem na UPA.

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Boletim do STU 053/2015

Baixe aqui Boletim 53/2015, de 26 de agosto de 2015.

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É hora de Tadeu responder!

Ato amanhã em frente à reitoria cobra que recursos dos supersalários sejam revertidos para a quitação da isonomia.

O reitor José Tadeu Jorge passou os últimos dois anos tentando convencer a categoria de que não havia recursos nem possibilidades de cumprir com sua promessa de efetivar a isonomia até abril deste ano. A divulgação dos supersalários deixou claro que apenas os recursos pagos em salários acima do teto constitucional podem garantir pelo menos 10% de aumento dos pisos dos segmentos médio e superior.
Por isso, é fundamental a participação de todos no ato desta quinta-feira.
Desde o período da manhã os servidores estarão concentrados na Praça das Bandeiras, com ato e atividades de debate, para demonstrarmos nossa indignação com a falta de compromisso da reitoria. Tadeu acabou comprando a Fazenda Argentina e pagando supersalários com o dinheiro da nossa isonomia. Os servidores não aceitarão esse descaso calados.

Ato unificado em campinas

Defender o funcionalismo e os serviços públicos

Hoje acontece o ato unificado do funcionalismo em Campinas, em defesa do serviço público e da valorização do funcionalismo, às 10 horas, no Largo do Rosário.
O ato somará forças com os grevistas do INSS e Judiciário para denunciar as condições precárias de trabalho no serviço público e a defasagem salarial com a alta da inflação.
A caravana da Unicamp sai às 9 horas, do estacionamento da BC.

Confira a agenda

26/8 (hoje)
9h – Reunião no Ceci Berçário.
9h – Reunião nas unidades e saída para o ato.
10h – Ato unificado no Centro de Campinas, no Largo da Catedral.
14h – Reunião do Comando de Greve.
14h30 – Reunião do RU.
18h – Audiência Pública na Alesp. sobre o Plano Estadual de Educação.

27/8 (quinta)
11h – Reunião no IB.
13h – Debate: Estrutura da Universidade e democracia na mudança do Estatuto.
14h – Concentração para o Grande Ato contra os Supersalários e cobrando a Isonomia.
15h30 – Reunião de negociação com a reitoria.

28/8 (sexta)
10h – Assembleia Geral.

29/8 (sábado)
9h – Panfletagem na UPA.

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Greve vai às ruas!

Amanhã tem ato unificado no Centro de Campinas, com saída da Unicamp às 9 horas * Nesta segunda, trabalhadores distribuíram carta aberta no interior da Unicamp e no Centro de Barão Geraldo, informando à comunidade universistária e à sociedade as razões da greve.

Nesta quarta (26) a categoria participa do ato unificado que reunirá diversas categorias em greve. Servidores da Unicamp, do Ministério do Trabalho e do Judiciário Federal se reúnem às 10 horas no Largo da Catedral em defesa do serviço público e por melhores salários e condições de trabalho.
A caravana da Unicamp sairá às 9 horas, do estacionamento da Biblioteca Central. Inscrições devem ser realizadas na secretaria do STU informando nome, RG e se precisará retornar à Universidade ou não.
Diálogo com a população
Nesta semana a greve dos técnico-administrativos da Unicamp iniciou um processo de diálogo com a sociedade sobre a justeza das reivindicações do movimento. Ontem, trabalhadores que já se engajaram na paralisação visitaram unidades, ampliando a participação da categoria na luta, e realizaram panfletagens da “Carta aberta à população” no interior do campus e no Centro de Barão Geraldo. Nesta terça as atividades têm prosseguimento (ver agenda ao lado).

 

Confira a Agenda

25/8 (terça)

Reuniões de unidade.
10h – Rolezinho pelas unidades do Ciclo Básico.
Confecção de faixas e cartazes.
14h – Distribuição de Carta Aberta à população.
17h30 – Debate sobre a Conjuntura no CACH.

26/8 (quarta)
10h – Ato unificado no Centro de Campinas, no Largo da Catedral.
14h – Reunião do Comando de Greve.
18h – Audiência Pública na Alesp sobre o Plano Estadual de Educação.

27/8 (quinta)
13h – Debate: Estrutura da Universidade e democracia na mudança do Estatuto.
15h30 – Reunião de negociação com a reitoria.

28/8 (sexta)
10h – Assembleia Geral

29/8 (sábado)
9h – Panfletagem na UPA

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Boletim do STU 052/2015

Baixe aqui Boletim 52/2015, de 25 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 051/2015

Baixe aqui Boletim 51/2015, de 24 de agosto de 2015.

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Cadê minha isonomia?

Unidades devem se reunir e construir o fortalecimento da greve na Unicamp

A greve da categoria iniciada na última sexta-feira (21) começou com a realização de um ato que teve início com uma caminhada a partir do Ciclo Básico e foi encerrado no restaurante universitário. O objetivo foi dialogar com trabalhadores que ainda não aderiram ao movimento e com o conjunto da comunidade universitária sobre a justeza da paralisação das atividades. Além de pautar a importância do apoio à greve por parte de todos os que constroem a excelência da Unicamp junto com os servidores técnico-administrativos.
Também na sexta-feira aconteceu a primeira reunião do comando de greve, que discutiu a importância de todas as unidades realizarem suas reuniões para organizar a participação no movimento e uma agenda de mobilização para esta semana.

Reuniões de unidade
É fundamental que todos os locais de trabalho se reúnam a partir desta segunda-feira para fortalecer a mobilização.

Razões para fortalecer a greve

  • Não temos isonomia, por isso ganhamos menos que os servidores da USP
  • Não tem crise para o pagamento, julgado irregular pelo TJSP, dos supersalários e das duplas matrículas
  • Porque a reitoria vem atuando com descaso para com os trabalhadores – Não tem transparência, queremos a divulgação da composição dos salários
  • Não temos democracia: aos trabalhadores, nada, enquanto uma meia dúzia recebem supersalários
  • Porque nossos benefícios estão congelados
  • Porque Tadeu não cumpriu a promessa que o elegeu (isonomia em dois anos)
  • Porque temos sobrecarga de trabalho com a GR-2/2015
  • Porque o reitor não negocia nossa pauta específica
  • Porque a greve é nosso principal instrumento de pressão

Greve é direito do trabalhador

A diretoria e o Deptº Jurídico do STU resssaltam que greve é um direito garantido no inciso VII do artigo 37 da Constituição Federal e assegurado a todo os servidores, inclusive os que estão em estágio probatório, que podem participar das mobilizações da categoria sem sofrer qualquer tipo de retaliação.
Participe da greve e caso ocorra qualquer pressão da chefia, comunique ao STU. Ameaças ou retaliação por parte da chefia caracterizam assédio moral e este tipo de atitude não será tolerada. O trabalhador não precisa formalizar a chefia que vai entrar em greve, uma vez que a reitoria já está formalmente comunicada.

Confira a agenda aprovada pelo Comando de Greve

24/8 (segunda)
6h – Panfletagem nas entradas da Unicamp.
Reuniões de unidade.
10h – Rolezinho pelas unidades do Ciclo Básico.
15h – Panfletagem no centro de Barão Geraldo.
25/8 (terça)
Reuniões de unidade.
10h – Rolezinho pelas unidades do Ciclo Básico.
Confecção de faixas e cartazes.
14h – Distribuição de Carta Aberta à população.
17h30 – Debate sobre a Conjuntura no CACH.
26/8 (quarta)
Ato no centro de Campinas.
Reunião do Comando de Greve.
18h – Audiência Pública na Alesp sobre o Plano Estadual de Educação.
27/8 (quinta)
13h – Debate: Estrutura da Universidade e democracia na mudança do Estatuto.
15h30 – Reunião de negociação com a reitoria.
28/8 (sexta)
10h – Assembleia Geral
29/8 (sábado)
9h – Panfletagem na UPA

 

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Boletim do STU 050/2015

Baixe aqui Boletim 50/2015, de 21 de agosto de 2015.

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Assembleia aprova GREVE

Trabalhadores cansaram da enrolação da reitoria e da falta de posicionamento sobre a pauta de reivindicações da categoria e exigem o fim dos supersalários, das duplas matrícula e revogação da portaria GR-02/2015 (que estabelece o contingenciamento das contratações).

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia nesta quinta-feira (20) decidiram pela entrada imediata em greve por tempo indeterrminado. A decisão foi motivada pela indignação da categoria frente aos supersalários e as duplas matrículas e pela falta de resposta às reivindicações da pauta específica encaminhada em maio deste ano.

Com esta decisão, os servidores reafirmaram que não aceitam pagar a conta da crise, especialmente porque o momento financeiro da Universidade é propício ao atendimento das reivindicações, já que o reitor não enxerga a crise, nem falta de recursos, quando é para defender os supersalários e as duplas matrículas.
O objetivo agora é de fortalecer a luta e organizar uma greve que pressione a reitoria a apresentar respostas concretas às pautas encaminhadas na reunião da próxima quinta (27).

AGENDA

21 de agosto – Início da greve
9h – Reunião em todas as unidades para discussão da greve.
10h – Concentração no Ciclo Básico.
13h – Reunião aberta do Comando de Greve, no saguão do Ciclo Básico.