Arquivo de tag Comando de Greve

porFernanda de Freitas

Plenária dos Trabalhadores discutirá a greve

Devido à falta de vontade política do reitor Tadeu em negociar a nossa pauta e pela decisão autoritária de cortar os pontos dos funcionários técnico-administrativos que estão na greve, o Comando de Greve decidiu realizar uma Plenária dos Trabalhadores. Será amanhã (29), às 10h, no PB.

O objetivo é debater os rumos da greve, iniciada no dia 23 de maio, traçar estratégias que fortaleçam o nosso movimento e propor encaminhamentos que serão discutidos na assembleia, agendada para a próxima quinta-feira (4).

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Boletim do STU 034/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 3 de junho de 2016.

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Comando de greve repudia manobras da reitoria contra o direito de greve

Numa tentativa de intimidação, a reitoria age desrespeitando a democracia na Universidade e a autonomia das unidades. Ameaças, pressão, convocações e quaisquer práticas antissindicais são repudiadas pelo comando de greve e serão denunciadas às autoridades competentes.

A greve é um direito

A despeito destas ameaças, os artigos 9° e 37, incisos VI e VII, da Constituição Federal e a Lei Federal 7.783/1989 garantem aos trabalhadores o direito de Greve e a ilegalidade das condutas que visem violar ou constranger o exercício deste direito.
Além disso, são consideradas práticas antissindicais com punições previstas em lei em momentos de greve, “procedimentos que desestimulam ou limitam esse direito (despedida, estagnação profissional, medidas disciplinares ou transferências de grevistas”.

Consequências da greve são parte da negociação
O STU e o comando de greve reiteram o chamado a todos os funcionários que ainda não aderiram à paralisação que participem do movimento. É chegada a hora de todos os trabalhadores assumirem uma postura ativa nesta greve. Apenas juntos podemos alcançar nossas reivindicações e preservarmos nossos direitos. E, como em outras greves da categoria, será parte da negociação para encerrar o movimento a garantia de que não haverá represálias.

Reunião com o MPT
A notificação da reitoria foi encarada por toda a categoria como mais uma forma de assédio moral (o que vai na contramão do debate que vem sendo feito com o Ministério Público do Trabalho para efetivar o acordo coletivo assinado em 2007).
Na próxima segunda (31) o STU se reúne com o procurador do trabalho Eduardo Luís Amgarten e representantes da reitoria da Unicamp, na sede do Ministério Público do Trabalho em Campinas, para discutir as mudanças no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sobre o combate ao assédio moral na Universidade. O comando de greve já aprovou apresentar o caso na reunião e cobrar da administração o compromisso, perante o Ministério Público do Trabalho, de que não haverá punições.

porFernanda de Freitas

Grevistas da Unicamp discutem situação da USP frente aos ataques do reitor Zago

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Decisão do Conselho Universitário da USP preocupa funcionários da Unicamp

Por ocasião de um imprevisto com o debatedor representante do comando de greve e da Comissão de Carreira da USP, Marcelo Cardaggi, não foi possível realizar o debate “Isonomia e Carreira” previsto para ocorrer hoje de manhã (27).

No entanto, o momento foi propício para que os trabalhadores em greve discutissem os desdobramentos da decisão do Conselho Universitário (CO) da USP, que aprovou ontem (26) a transferência do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC), do campus de Bauru, para a Secretaria de Saúde de Estado.

É bom lembrar que a desvinculação do Hospital Universitário (HU) foi retirada de pauta e a proposta do plano de demissão voluntária de cerca de dois mil funcionários não chegou a ser discutida.

Sendo assim, os trabalhadores da Unicamp debateram as propostas apresentadas pelo reitor da USP, Marco Antonio Zago. Essas ações, na verdade, representam o desmonte do serviço público patrocinado pelo governo Alckmin e, principalmente, configuram-se como ataques aos funcionários que estão pagando a conta pela má gestão do orçamento da universidade.

Os grevistas da Unicamp estão preocupados que esse modelo de gestão, que responsabiliza os servidores pelos problemas decorrentes da administração, possa chegar às demais universidades – Unicamp e Unesp. Os depoimentos dos trabalhadores foram marcados pela solidariedade de classe, já que a desculpa de “crise financeira”, supostamente instalada pelo “alto custo” da folha de pagamento das universidades, afeta não só a comunidade universitária, como também a população usuária dos serviços públicos.

 

Amanhã tem Comando de Greve e Assembleia

Seguindo o calendário da greve, amanhã (28), às 10h30, no Ciclo Básico (CB-01), o debate sobre os próximos passos da greve e a situação da USP serão aprofundados no Comando de Greve. Logo em seguida, às 14h, acontece a Assembleia Geral, também no CB.

porFernanda de Freitas

Comando de Greve será nesta quarta-feira (13), às 14h, no CB

Em virtude da resposta da reitoria, recebida nesta manhã, o STU convoca todos os trabalhadores a participarem do Comando de Greve  hoje (13), às 14h, no Ciclo Básico.

Na ocasião iremos discutir os rumos do movimento grevista tendo como base o documento de negativa da reitoria a respeito da contraproposta encaminhada pelo Sindicato, conforme deliberação da nossa ultima assembleia geral realizada sexta-feira (8).

A presença de todos os trabalhadores e representantes das unidades em greve é de fundamental importância.

Confira abaixo o ofício com a resposta da reitoria.

 

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porFernanda de Freitas

Área de Saúde fortalece a greve diante de reajuste zero

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Comando de Greve do HC e superintendência discutem greve na área hospitalar

Na quarta-feira passada (2) o STU e os representantes do Comando de Greve do HC se reuniram com o superintendente do hospital, João Batista de Miranda, para discutir a redução do serviço em detrimento à adesão dos trabalhadores à greve.

O encontro discutiu a situação de que no hospital há muita pressão para que os profissionais não abandonem o posto de trabalho por lidar diretamente com assistência médica.

O superintendente afirmou que apoia a luta, mas está preocupado que a paralisação dos serviços possa gerar desassistência, prejudicando os pacientes que não forem atendidos.

Apesar da situação, os trabalhadores ressaltaram a importância de garantir o direito de greve, independente do serviço prestado. Lembrando ainda que, no caso do HC, o serviço está sendo organizado de forma a garantir a redução gradual do atendimento por meio de escala de funcionários.

No dia seguinte, quinta-feira (3), a chefia de gabinete da reitoria encaminhou documento ao sindicato indicando que respeita o direito de greve de seus servidores, mas destaca que os serviços e atividades essenciais, como a assistência médica e hospitalar, deverão funcionar plenamente.

A indicação do Comando de Greve é que os serviços deverão sofrer redução de atendimento, mas que serão garantidos os atendimentos de urgência e emergência.

O STU entende que o documento é arbitrário porque vai de encontro ao direito fundamental de greve. E lembra que, em muitos casos, a administração hospitalar já desmarcou procedimentos eletivos por motivos diversos. O fato é que, a preocupação dos gestores deve ir além da manutenção da assistência, estendendo-se para a garantia de condições de trabalho e de remuneração justa aos funcionários.

Os trabalhadores da área hospitalar reunidos no Comando de Greve, na sexta-feira (4), reafirmaram a necessidade de fortalecer a greve no HC, principalmente porque o Cruesp reapresentou o reajuste zero na última reunião de negociação com o Fórum das Seis.

Confira abaixo à íntegra do documento:

 

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Docto. chefe de gabinte_saude