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porStéphane Powaczuk

OCUPA Brasília leva milhares às ruas em defesa da Educação

Milhares de trabalhadoras, trabalhadores da educação e estudantes tomaram a Esplanada dos Ministérios, no OCUPA Brasília nesta terça-feira (14/06). Atos também foram realizados no Congresso Nacional – em frente ao Anexo II e no Auditório Nereu Ramos, em defesa da educação, contra os cortes orçamentários do MEC, contra as privatizações das estatais e todos os ataques ao serviço público. O protesto terminou com uma atividade político-cultural nas proximidades do Teatro Nacional, com a apresentação do Maracatu Tambores do Amanhecer e do rapper GOG. Parlamentares da oposição também estiveram presentes na luta. A FASUBRA Sindical contou com a participação ativa das entidades de base.

Na última semana, o governo Bolsonaro anunciou mais um corte no orçamento do Ministério da Educação no valor de R$ 3,2 bilhões, que vai atingir diretamente o funcionamento das universidades e institutos federais. Os ataques são constantes, como a proposta de instituição de mensalidades nas IFE (PEC 206) e, ainda ontem, o Senado aprovou o PLP 18/22 que retira recursos do Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Professores. A Câmara dos Deputados, por sua vez, reparou o erro e aprovou uma emenda que garante que os entes federados que perderem recursos do ICMS sejam compensados pela União e obriga estados, municípios e o Distrito Federal a manter a execução proporcional de gastos mínimos constitucionais com saúde e educação, incluindo os recursos do Fundeb.

“Estamos hoje em um momento de emergência, mais uma vez, com o PLP 18/22 tentando arrebanhar recursos da Educação e ao lado dos cortes que foram realizados semana passada fazem esse mosaico tenebroso do governo Bolsonaro contra a educação, contra o SUS e contra o Brasil. Por isso estamos aqui resistindo, estaremos contrários a esse conteúdo e sempre juntos na luta. Pela educação pública, gratuita e de qualidade”, destacou a deputada federal Alice Portugal (PCdoB/BA) no ato em frente ao Anexo II. Veja a fala na íntegra: https://bit.ly/3QrsssU.

O ato ainda abordou temas como a recomposição inflacionária; a corrupção envolvendo o MEC; a revogação da Emenda Constitucional 95 (Teto de Gastos); contra as privatizações; e em defesa e respeito à classe trabalhadora do serviço público, entre outros. Servidoras e servidores da Funai – Fundação Nacional do Índio – se somaram ao protesto e cobraram justiça pelo desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phllips, que foram assassinados durante uma viagem na terra do Vale do Javari, no Amazonas, no último dia 5/06. Eles ainda pediram mais segurança para trabalhadores em áreas de proteção.

O coordenador-geral da FASUBRA Toninho Alves afirmou no ato do Nereu Ramos que há um processo de desmonte das universidades e do Estado brasileiro em curso. “Há um projeto nesse país, por parte desse governo, que é atacar as universidades públicas, a educação brasileira e declarar guerra cultural com o processo do negacionismo, de ataque à ciência, à tecnologia e acima de tudo para acabar com os pensadores ou aqueles que ousam enfrentar o sistema do país”. Veja a fala na íntegra: https://bit.ly/3tH3vA3.

Quando a manifestação passou em frente ao MEC, Toninho mandou um recado ao ministro Victor Godoy. “Estamos aqui hoje para dizer ao ministro que a luta dos estudantes e dos trabalhadores unificou. Já caíram quatro ministros e nós estamos preparados para derrubar mais um, caso ele não reveja os cortes orçamentários que foram aplicados. Por isso estamos na luta, estamos resistindo e vamos defender as universidades públicas e os institutos federais”, reforçou. Veja a íntegra: https://bit.ly/39oAlPv.

O deputado federal Glauber Braga (PSOL/RJ) disse que os que querem destruir a educação pública não vão prosperar. “O que está acontecendo hoje é muito importante e essa tem que ser uma etapa para o crescimento da mobilização. Se eles imaginaram que iam passar a boiada sem nenhum tipo de resistência é porque não conhecem e imaginam a força dos estudantes de todo o Brasil. É pé na bunda do Bolsonaro. Viva a educação pública brasileira e fora Bolsonaro”. Confira: https://bit.ly/3b4RAW8.

No ato cultural o rapper GOG também mandou o seu recado para a FASUBRA. “Dizer a vocês que é importante reforçar atos como este aqui na Esplanada dos Ministérios, trazendo a nossa voz, a voz do povo sobre a importância da educação popular que é a nossa cara, que é a nossa história”, afirmou.

Para a Direção Nacional da FASUBRA Sindical este ato é mais um do processo de mobilização dos TAE em defesa da universidade pública e a Federação debaterá no Fonasefe e com as entidades da educação um calendário da mobilização no segundo semestre que unifique a luta dos segmentos do serviço público e a população para impedir a entrega das estatais e o desmonte da educação.

porFernanda de Freitas

#24J Campinas | Dia Nacional pelo Fora Bolsonaro

Neste sábado (24) protestaremos contra esse governo genocida porque não aguentamos mais a situação em que vivemos. Para todos os lados vemos miséria, desemprego, morte e desmonte, isso não pode continuar.
Por isso, as centrais sindicais, partidos políticos e movimentos sociais convocam a população indignada a ir para as ruas.
Vamos pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, para que dê andamento aos pedidos de impeachment. E exigir vacina, auxílio de R$ 600 até acabar a pandemia, fim das privatizações e a defesa da Educação.
As manifestações ainda são contra a Reforma Administrativa (PEC 32), o desmonte dos serviços públicos e os ataques aos povos originários.

Bloco dos Servidores

Em Campinas vamos montar uma ala dos/as trabalhadores/as da Unicamp para participar do ato às 10h, no Largo do Rosário.

Procure a Perua de Som do STU para pegar os materiais de divulgação e se integrar ao Bloco do STU na luta em defesa da Educação, Saúde e Serviços Públicos.

Nossa última assembleia (13/07) orientou a participação nas atividades do Fórum dos Servidores Públicos das Centrais Sindicais, que junto ao Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) e à Fasubra apontam um calendário conjunto de luta para enfrentar e derrotar a destruição dos serviços públicos no país.

Das ruas não sairemos enquanto esse governo genocida não cair.
Vem pro ato de máscara (PFF2, de preferência), álcool em gel na mão e respeitando o distanciamento social.

📌 QUEREMOS:

  • Vacina já e pra tod@s;
  • Em defesa do SUS;
  • Auxílio emergencial acima de 600 reais;
  • contra a Reforma Administrativa (PEC 32);
  • contra a Reforma Tributária;
  • contra a privatização da Eletrobras;
  • contra a privatização dos Correios;
  • contra a privatização da Petrobras;
  • contra os cortes na Saúde e Educação;
  • pelos direitos dos trabalhador@s;
  • pela anulação da Reforma Trabalhista;
  • pela anulação da Reforma da Previdência;
  • pela anulação da EC 91;
  • pela anulação da Lei de Terceirização.

LEVE SEU ALIMENTO NÃO PERECÍVEL E OU MATERIAL DE HIGIÊNE, PARA DOAÇÃO: haverá bancas recolhendo as doações para salvar as vidas das famílias em necessidade.

porFernanda de Freitas

Campinas terá ato em defesa dos/as trabalhadores/as da Enfermagem

De 12 a 20 de maio comemora-se a Semana da Enfermagem.

A categoria tem várias pautas, que há muito tempo são reivindicadas e nunca foram atendidas pelo governo.

Apesar das condições desumanas de trabalho, a enfermagem segue na linha de frente da pandemia diante de um cenário caótico e sem planejamento de políticas públicas de saúde.

Neste momento de comoção nacional precisamos reconhecer quem tem dado sua vida para salvar a nossa. Por isso, o STU apoia a manifestação e reforça a justa reivindicação por piso salarial regulamentado, jornada de 30 horas sem redução de salário, condições dignas de trabalho, vacinação para todos e defesa do SUS.

O ato será dia 15/05, às 10h, na Praça Arautos da Paz.

Como a atividade será presencial, respeitando as normas sanitárias de isolamento, a participação será restrita a 100 pessoas, previamente inscrita.

O encontro será transmitido ao vivo pelas redes sociais das entidades apoiadoras. Reserve sua vaga pelo formulário disponível em: https://bit.ly/3ti5ms5.

#ValorizeAEnfermagem | Consulta Pública – PL 2564/2020

Os profissionais de Enfermagem solicitam à população que continuem votando #SIM na Consulta Pública do Senado sobre o Piso Salarial da Enfermagem: www.bit.ly/valorizeaenfermagem21.

O PL 2564/2020 “Altera a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, para instituir o piso salarial nacional do Enfermeiro, do Técnico de Enfermagem, do Auxiliar de Enfermagem e da Parteira”.

A valorização profissional de enfermeiros, técnicos, auxiliares e obstetrizes é um tema urgente da categoria há anos.

É fundamental a participação da população em geral na votação do Senado sobre esse Projeto de Lei para evidenciar ainda mais a importância da aprovação de pautas antigas da Enfermagem, como é o caso do piso salarial.


Como votar:

Acesse o e-Cidadania pelo link acima, cadastre o seu e-mail e vote #SIM na proposição.

Lembre-se de compartilhar o seu apoio nas suas redes sociais com as hashtags #ValorizeAEnfermagem e #AbraceAEnfermagem #AprovaPL2564 e peça para os seus amigos e familiares votarem também. #PL2564

porFernanda de Freitas

#ForaBolsonaro | Carreata e Bicicletada em Campinas

As Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo estão organizando neste sábado (20/02) carreatas e bicicletadas em todo o país, além de atos simbólicos e ações nas redes sociais em defesa da vacinação para todos, do Auxílio Emergencial e pelo #ForaBolsonaro.

Em Campinas a concentração para a manifestação de carreata e bicicletada será no Largo do Pará (Centro), a partir das 10h. Haverá arrecadação de alimentos que serão doados à famílias em situação de emergência. Se puder, leve sua contribuição.

O ano de 2021 iniciou-se com um agravamento das crises que se acumularam ao longo de 2020. As atitudes reacionárias e irresponsáveis de Bolsonaro intensificam as contradições, prolongam os nefastos efeitos da pandemia e destroem os direitos sociais.

Bolsonaro trabalha a favor da morte e contra o povo: fez o que pode para impedir que a vacina chegasse ao Brasil, lutou contra o auxílio emergencial e quando pode o extinguiu, não age contra o desemprego e contra a carestia que assolam nosso país! 

A intenção dos movimentos populares é retomar as manifestações pelo “Fora Bolsonaro e Mourão”, que já provaram não ser capaz de tirar o país da crise sanitária, política e econômica que esse governo nos meteu.

As manifestações são apoiadas por vários movimentos sociais e sindicais, entre eles a Fasubra e o Fórum das Seis.

Somente unidos e organizados na luta contra Bolsonaro e Mourão que iremos salvar o país da crise e da pandemia do Coronavírus.

A CLASSE TRABALHADORA QUER SAIR DA ASFIXIA:

  • COM A MANUTENÇÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL
  • COM TRABALHO E RENDA
  • COM VACINA PARA TODOS E TODAS
  • COM A DEFESA DO SUS
  • COM A DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO
  • SEM O RETORNO DAS AULAS PRESENCIAIS

E PARA ISSO DEFENDEMOS…

  • FORA BOLSONARO E MOURÃO
  • POR AUXÍLIO EMERGENCIAL, VACINAS JÁ E RETORNO AO TRABALHO SÓ DEPOIS DA VACINA
poradmin

Boletim do STU 039/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 9 de junho de 2016.

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poradmin

Cruesp mantém arrocho! Assembleia às 14h, no CB

Reitor “do diálogo”, José Tadeu Jorge sequer apareceu na reunião.

Na rodada de negociação do Fórum das Seis com os reitores ocorrida ontem (30) apenas o dirigente da Unesp, Julio Cezar Durigan, esteve presente. A Unicamp e a USP só mandaram representantes. A intransigência em relação aos 3% de reajuste se manteve, e Durigan ainda afirmou que na Unesp esse percentual só será incorporado aos salários quando for “possível” para a instituição.
As ausências de José Tadeu Jorge e Marco Antônio Zago (reitor da USP) e a manutenção do não reajuste foram considerados um desrespeito pelas categorias. Os outros pontos da Pauta Unificada de Reivindicações dos estudantes, professores e técnico-administrativos continuam sem discussão.
Além da quebra da isonomia nos pisos, ocorrida em 2011, a fala do reitor da Unesp mostra disposição em quebrar também a isonomia no conjunto dos vencimentos.
Ontem, caravanas de todo o Estado se encontraram no Masp e foram em passeata até a sede do Cruesp, reafirmando a unidade na luta de trabalhadores e estudantes. Durante o ato, a postura dos reitores foi denunciada à sociedade paulista.

Greve cresce em todas as  universidades

A greve dos técnico-administrativos vem se fortalecendo na Unicamp, USP e Unesp. Segundo a direção do Sintunesp, já é possível afirmar que há paralisação em pelo menos 50% das unidades daquela Universidade. Ontem se realizou mais uma rodada de assembleias, das quais ainda não havia informes até a conclusão deste Boletim do STU. Mas diante da postura do reitor Duringan a tendência é de intensificação do movimento.
Na USP, a greve docente teve início ontem, reforçando a luta iniciada no dia 12. Hoje às 16 horas acontece nova assembleia geral dos professores uspianos para avaliar a reunião com o Cruesp. Os professores da Unicamp realizaram paralisação na semana passada e seguem paralisados até esta quarta-feira (1º), quando realizam assembleia. Os estudantes continuam mobilizados e em greve.

poradmin

Boletim do STU 023/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 17 de maio de 2016.

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porFernanda de Freitas

Manifestação conjunta contra os cortes e pela educação pública

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Trabalhadores e estudantes fazem ato conjunto #OcupaTudoUnicamp

A manifestação destacou ainda o posicionamento do STU contra os cortes de verbas, pelo reajuste salarial e isonomia. Sabemos que a universidade tem condições de apresentar um índice de recomposição de salários na próxima reunião de negociação, prevista para segunda-feira (16), já que possui reservas acumuladas ao longo de muitos anos que deveriam ser utilizadas no momento de crise.

O ato dos trabalhadores repudiou o golpe impetrado pelo setor conservador do país que aprovou no Senado Federal a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma e reafirmou sua disposição de defender as conquistas sociais e trabalhistas.

O diretor do STU, Marcílio Ventura, destacou que “é preciso unir todas as forças para barrar todos os ataques, porque os direitos sociais e trabalhistas que defendemos são conquistas de muita luta e não aceitaremos nenhum retrocesso vindo da reitoria ou do governador de Estado”.
A avaliação do STU é que a manifestação cumpriu seu objetivo de expressar solidariedade ao movimento estudantil e unificar a luta em defesa da educação pública.

A Fasubra Sindical, federação a qual o STU é filiado, compareceu à manifestação para fortalecer a mobilização.
De acordo com o movimento #OcupaTudoUnicamp a paralisação dos estudantes já atingiu o IA, IEL, IFCH, IB, IQ, IFGW, IE, FEQ, PROFIS, PÓS-IFCH, IMECC, FEF, FE, CB, entre outros institutos da universidade.

O Fórum das Seis está em processo de negociação com o Cruesp (Conselho de Reitores), neste mês de maio, que é a data-base dos funcionários técnico-administrativos e dos docentes. Foi apresentada a eles uma pauta unificada de reivindicações, buscando impedir o sucateamento das nossas universidades e do Centro Paula Souza, exigindo melhores condições de trabalho, políticas efetivas de assistência estudantil, descriminalização dos movimentos sociais, manutenção do poder aquisitivo dos nossos salários, transparência e democratização na gestão das instituições, entre outras.

Na próxima segunda-feira (16), em que cumpriremos mais uma etapa da discussão desta pauta com o Cruesp, faremos um ATO EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO no vão livre do Masp, a partir das 12h, antes de iniciar a mesa de negociação com os reitores.

O STU está organizando uma caravana para SP e todas as unidades devem se mobilizar para organizar sua ida. A saída será às 10h da Unicamp. Ligue para o STU e reserve sua vaga.

Os pais/mães que participarão da caravana de paralisação e necessitarem de creche devem se inscrever no STU até amanhã (13) para reservar uma vaga na creche que será oferecida pelo Sindicato.

Calendário de Mobilização

13/05 sexta-feira 14h Reunião de Unidade – IB
13/05 sexta-feira 14h30 Reunião de Unidade – IA
16/05 segunda-feira 9h Abertura SIPAT 2016
16/05 segunda-feira 15h Paralisação / Reunião Cruesp (em SP)
17/05 terça-feira 9h Reunião de Unidade – FEQ
17/05 terça-feira 9h Reunião de Unidade – DGA
17/05 terça-feira 12h Reunião do Comando de Mobilização
18/05 quarta-feira 12h Assembleia Geral – Campanha Salarial 2016

 

 

 

 

poradmin

Boletim do STU 058/2015

Baixe aqui Boletim 58/2015, de 17 de setembro de 2015.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp paralisam atividades e contam com bancários e estudantes

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Funcionários, estudantes e bancários constroem movimento forte

Hoje (29), Dia Nacional de Paralisação e Manifestações Rumo à Greve Geral, os trabalhadores da Unicamp cruzaram os braços para protestar contra o Projeto de Lei que amplia a terceirização, as MPs 664 e 665 que reduzem os direitos previdenciários e o seguro desemprego e o ajuste fiscal promovido pelo governo Dilma.

As centrais sindicais convocaram à classe trabalhadora e os movimentos sociais a realizarem atos pelo país afora em resposta aos ataques aos direitos e conquistas.

É certo que o projeto de ajuste fiscal avança a passos largos e a terceirização quer liberar a contratação de terceirizados para as atividades fins e utilizar pessoas jurídicas para ocupar postos de trabalho. Essas medidas causam um grande retrocesso aos direitos trabalhistas e prejuízos à luta sindical porque geram redução de salários e benefícios, péssimas condições de trabalho, demissão e enfraquecimento da categoria. Além disso, as MPs 664 e 665, propostas pelo governo federal, dificultam o acesso ao seguro desemprego e reduzem as pensões.

Aqui na Unicamp, a categoria atendeu o chamado das centrais paralisando suas atividades e aproveitando o dia para recepcionar, aqueles que chegavam à Universidade, com materiais informativos sobre o motivo deste Dia de Luta.

 

Entidades somam forças

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Panfletagem nas guaritas para explicar o motivo deste Dia de Luta

Pela manhã, uma força conjunta entre o STU e o Sindicato dos Bancários de Campinas e Região promoveu a paralisação dos trabalhadores da Unicamp e das agências bancárias dentro da Universidade. As agências de Barão Geraldo e Paulínia também ficaram fechadas.

Na Unicamp as guaritas foram liberadas pouco antes das 10h e as agências voltaram a funcionar ao meio dia.

A paralisação também contou com a adesão dos estudantes, especialmente, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), Faculdade de Educação (FE) e Instituto de Economia (IE), além da direção nacional da Fasubra.

À tarde a categoria acompanhou o debate sobre terceirização, organizado pela Adunicamp, e depois seguiu em caravana rumo a São Paulo para o ato das centrais sindicais na Praça da República.

É certo que a atividade cumpriu seu papel de sensibilizar e alertar a categoria e a população para os prejuízos dessas manobras políticas que estão tramitando no Congresso Federal.

 

Nossa luta não é de agora

Na Unicamp, historicamente, lutamos contra o avanço da terceirização – principalmente na Área da Saúde, no Restaurante Universitário e no Setor de Limpeza – por meio de contratos firmados entre a Universidade e a Funcamp que, muitas vezes, ampliam a exploração e ferem os direitos trabalhistas.

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Entrada do HC (F1) também teve paralisação para denunciar descaso

Sob a falsa justificativa de economia financeira e modernização dos processos, a terceirização, na verdade, contribui para precarizar as relações de trabalho, retirar direitos e agravar a qualidade do serviço prestado.

“Combater as diversas manobras nefastas de terceirização é pauta central da classe trabalhadora. E, aqui na Unicamp, o STU se coloca frontalmente contra essa medida que amplia a privatização do serviço público e incentiva o assédio moral e os acidentes de trabalho, além de reduzir o quadro de funcionários concursados e estimular a pressão da chefia para cobrar aumento da produtividade”, explica o diretor do STU, João Raimundo Mendonça de Souza, o Kiko.

O Sindicato repudia que a Unicamp, referência nacional e internacionalmente, se construa à custa da exploração do trabalhador, principalmente o terceirizado.

Direito não se reduz, se amplia!