Autor admin

poradmin

XIII Congresso reafirma luta pela isonomia e direitos e aprova plano de lutas

O XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, realizado entre os dias 12 e 14 deste mês com a participação de mais de 200 delegados e delegadas reafirmou a importância de avançar na luta em defesa de reivindicações históricas da categoria. Estarão entre as prioridades do sindicato nos próximos dois anos a luta pela isonomia salarial com a USP e a carreira, o fim da terceirização e do assédio moral, a retomada da jornada de 30 horas para todos na Área da Saúde, a mudança democrática do estatuto da Unicamp, e a extensão aos aposentados dos benefícios conferidos aos trabalhadores na ativa. Além do combate a qualquer forma de opressão e discriminação.
Os representantes da tese 5 “Alerta Unicamp – Compromisso com os Trabalhadores – CTB”, eleita como guia para orientar os debates no Congresso e as ações do próximo biênio, avaliam que a organização do congresso serviu para avançar nas discussões sobre conjuntura e a organização e atuação sindical, além de reafirmar as bandeiras da categoria em unidade com outros setores da classe trabalhadora.
Também foi decidido pelos trabalhadores abrir o debate sobre a filiação do sindicato a uma central sindical. A deliberação sobre qual organização nacional de trabalhadores o STU será vinculado se dará no XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, que acontecerá em 2017.

Principais deliberações do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Confira as principais resoluções aprovadas pelos (as) delegados (as). Nos próximos dias serão publicadas a íntegra da Tese Guia e as demais resoluções aprovadas

SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL – O congresso também discutiu a conjuntura internacional e como a ação imperialista de opressão e exploração dos povos tem levado ao aumento da xenofobia, guerras, conflitos e fundamentalismo religioso, destruindo povos e nações. A categoria reafirmou a defesa da autodeterminação dos povos, o repúdio ao terrorismo e a ataques assassinos (poucos dias antes das tragédias ocorridas na França e no Quênia nesta semana), a defesa dos direitos e existência digna para os cidadãos refugiados.
DEFESA DA DEMOCRACIA – Os trabalhadores votaram posicionamento contra o golpe na forma de impeachment, defesa do mandato popular da presidente Dilma Rousseff e contra o ajuste fiscal do governo e todas as medidas que representam retrocessos para os trabalhadores. O congresso reafirmou a defesa de reformas estruturais (tributária, das comunicações, agrária e urbana, capazes de dotar o país de estruturas democráticas e sociais fundamentais para solidificar um processo de mudanças sociais). Nessa perspectiva, saúde e educação devem ter centralidade no investimento público, possibilitado pela efetivação de impostos sobre as grandes fortunas, heranças e transações financeiras.
DEMOCRACIA NA UNICAMP – O congresso reafirmou a cobrança de que a Unicamp crie mecanismos de transparência e cumpra a lei do teto salarial, colocando fim aos supersalários, às duplas matrículas e outros privilégios. Essa deliberação será encaminhada ao Fórum das Seis para incorporação à Pauta de Reivindicações Unificada.
O congresso indicou que o STU fomente as discussões junto à categoria sobre a participação dos trabalhadores nos espaços decisórios da universidade e sobre a paridade.
CAMPANHA SALARIAL E COMANDOS DE GREVES – Com vistas a construir novamente uma campanha salarial unificada no ano que vem, a diretoria do STU fica responsabilizada por iniciar o mais brevemente possível diálogo com as demais entidades do Fórum das Seis. O objetivo é construir um calendário conjunto que fortaleça a organização sindical e faça frente aos ataques, arranque das administrações universitárias o compromisso de expansão não elitizada das instituições, com garantia de políticas inclusivas.
Foi ainda indicada a construção de um calendário preparatório da Campanha Salarial 2016, e que, em caso de paralisações por tempo indeterminado, o Comando de Greve (CG) será constituído pela diretoria do sindicato e representantes indicados pelas unidades em greve. A indicação destes representantes se dará de forma proporcional à adesão de cada local de trabalho, com base em critérios a serem definidos em assembleia. E os representantes de unidades no CG terão tarefas definidas (fomentar a discussão e organização do movimento, apresentar informes de sua unidade, levar a deliberações da reunião do CG para seu local de trabalho, e votar nas reuniões do CG de acordo com as propostas debatidas na sua unidade).
REPRESENTAÇÃO NO CONSU – Buscando efetivar a autonomia de organização e representação dos trabalhadores no Conselho Universitário, o STU organizará uma chapa eleita em assembleia e com um programa definido pela categoria. Os candidatos poderão contar com a estrutura do sindicato para ajudá-los na campanha e mandato. A intenção é garantir que os conselheiros tenham compromisso de cumprir o programa e prestar conta aos trabalhadores.
ORGANIZAÇÃO SINDICAL – Foi avaliada a necessidade de criação de uma comissão de base em todas as unidades, principalmente na Área Hospitalar.
Os trabalhadores também decidiram manter o critério estatutário da proporcionalidade qualificada na composição da diretoria do sindicato, composta por 27 membros eleitos de forma direta. Todas as chapas que obtiverem no mínimo 10% dos votos terão assento na diretoria de acordo com a votação que receberem.
UNIFICAR OS SINDICATOS DA UNICAMP, USP e UNESP – Os delegados aprovaram que o STU deve tomar iniciativas de discutir com as direções do Sintusp e Sintunesp a proposta de unificação dos sindicatos, visando abrir o debate da unificação nas três categorias e a definição de um calendário.
IMPOSTO SINDICAL – Os trabalhadores decidiram que o valor repassado ao sindicato (60% do desconto referente a um dia de salário no mês de março nos salários dos trabalhadores contratados em regime celetista) será devolvido apenas aos sindicalizados. O restante será depositado em um fundo destinado a financiar a construção da nova sede do STU.
FUNDO JURÍDICO – Foi aprovada a criação de um fundo composto por 5% dos valores oriundos das causas ganhas em processos com jurídico do STU para gastos com peritos, sucumbências e fortalecimento do jurídico. A lógica dessa proposta é garantir que os que ganham as causas possam dar sua contribuição para democratizar a utilização por todos. Também ficou estabelecido que esse fundo não poderá ser utilizado para pagamento do escritório contratado pela entidade.
SEDE DO STU – Será constituído um fundo para financiamento da construção da nova sede do sindicato, composto por um percentual da arrecadação das mensalidades dos sócios a ser definido pela assembleia orçamentária, além do valor repassado ao sindicato em decorrência do imposto sindical descontado de não sindicalizados. Sete trabalhadores se incorporaram à Comissão de Construção da Sede, e tão logo haja definições a categoria será devidamente informada.
ELEIÇÕES PARA REITOR – O congresso indicou que o STU deve aprofundar o debate sobre universidade, levando em consideração a defesa da sua democratização, a necessidade da participação dos técnicos administrativos nos espaços decisórios, o combate a terceirização e também o papel da inclusão social na Unicamp.

Moções aprovadas no XIII Congresso

  • Repúdio à empresa Samarco/Vale pela irresponsabilidade que levou à tragédia ambiental no município mineiro de Mariana e à contaminação ainda de proporções não calculáveis na bacia do Rio Doce;
  • Repúdio à reorganização das escolas no Estado de São Paulo, que já levou prevê o fechamento de pelo menos 94 instituições de ensino, prejudicando alunos, pais e professores;
  • Repúdio à iniciativa da Câmara Municipal de Campinas que proibiu a discussão sobre a questão de gênero nas escolas e apoio à mobilização que ocorrerá no dia 16/11, por ocasião da votação da proposta que “veta a adesão à ideologia do gênero no Plano Municipal de Educação de Campinas”.
  • Repúdio ao fechamento de creches na USP;
  • Repúdio a PEC 395/14 que prevê a cobrança de mensalidade para pós-graduação e extensão nas universidades públicas;
  • Repúdio ao genocídio da juventude negra, com reivindicação especial para que seja apurado o assassinato de Husani Yau Gonçalves e Silva, filho do militante do movimento negro e funcionário do STU Zé Prettu;
  • Contra as demissões em massa dos trabalhadores da Obra/Funcamp e a demissão arbitrária do funcionário Armando Sérgio Migotto do Caism/Funcamp;
  • Contra o Projeto de Lei Complementar 77/15, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, ampliando as parcerias público-privadas na educação;
  • Apoio à demarcação das terras indígenas, contra a PEC 215, que afronta o direito territorial dos povos originários do Brasil;
  • Apoio a luta pelo direito a demarcação e regularização das terras das comunidades tradicionais e Quilombolas;
  • Apoio à greve dos petroleiros.
poradmin

Boletim do STU 68/2015

Baixe aqui Boletim 68/2015, de 18 de novembro de 2015.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/11/Boletim_stu68.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Marcha Zumbi dos Palmares será nesta sexta-feira (20/11)

O STU convida todos os trabalhadores da Unicamp a participarem da Marcha Zumbi dos Palmares que ocorre nesta sexta-feira (20), a partir das 9 horas, na Estação Cultural Antonio da Costa Santos.

marcha

poradmin

Reitorias se manifestam contra cobranças de mensalidades nas universidades públicas

NOTA DA REITORIA DA UFBA

Considerando a aprovação pela Câmara Federal, em primeiro turno, da PEC 395/2014, que autoriza a cobrança de anuidades, por instituições públicas, para cursos de extensão e de mestrados profissionais, a Reitoria da Universidade Federal da Bahia reitera a sua posição crítica ao texto aprovado pelas seguintes razões:

1. A proposta original do deputado Alex Canziani (PTB/PR), de 09/04/2014, previa “excluir do princípio constitucional da gratuidade, nos estabelecimentos oficiais, as atividades de extensão caracterizadas como cursos de treinamento e aperfeiçoamento, assim como os cursos de especialização.” Deste modo, o Art 206, IV, da Constituição passaria a assegurar “gratuidade do ensino público nos estabelecimentos oficiais de educação básica e, na educação superior, para os cursos regulares de graduação, mestrado e doutorado.”

A proposta original não despertou grandes controvérsias e não contou com a oposição desta Universidade porque ela apenas elucidaria juridicamente distintos comportamentos de fato existentes pelos quais algumas universidades públicas cobram por atividades de extensão e outras não. Ademais, atividades de treinamento e aperfeiçoamento, na forma de atividades de extensão, não têm um papel estruturante na configuração das atividades acadêmicas. Se aprovada neste termos, a PEC remeteria para cada universidade, nos marcos de sua autonomia, a decisão sobre cobrança dessas atividades de extensão.

2. Entretanto, em 17/09/2015, o substitutivo do relator, Deputado Cleber Verde (PRB-MA), alterou a redação da proposta original de modo que a Constituição Federal passaria a assegurar a “gratuidade do ensino público nos estabelecimentos oficiais, salvo, na educação superior, para os cursos de extensão, de pós-graduação lato sensu e de mestrado profissional, exceções para as quais se faculta sua oferta não gratuita, respeitada a autonomia universitária.” (grifos nossos)

A emenda ora aprovada pela Câmara Federal recebeu, no devido tempo, a nossa críticaprecisamente pela inclusão dos mestrados profissionais dentre as atividades pelas quais as instituições públicas podem passar a cobrar anuidades.

3. A nossa crítica fundamenta-se no desequilíbrio e mesmo desestruturação que tal medida trará ao sistema nacional de pós-graduação, pelas seguintes razões:

. Os mestrados profissionais são parte intrínseca do sistema nacional de pós-graduação, previstos em legislação desde a implantação deste sistema pela CAPES na década de 1970, com equivalência para efeitos legais aos mestrados acadêmicos. São, portanto, cursos de pós-graduação stricto sensu, ao lado dos mestrados acadêmicos e doutorados. Os mestrados profissionais distinguem-se dos acadêmicos apenas pelos objetivos de formação, mais voltados à preparação para a pesquisa e docência, no caso dos mestrados acadêmicos, ou para a melhor qualificação profissional ou da docência, no caso dos mestrados profissionais.

. Com o incentivo à expansão e diversificação da pós-graduação nos últimos quinze anos, cresceu substancialmente a oferta desta modalidade de pós-graduação stricto sensu. No conjunto do país, considerando os cursos de mestrado com avaliação entre 3 e 5 (faixa de variação comum às duas modalidades, acadêmico e profissional), temos 2817 mestrados acadêmicos e 589 mestrados profissionais. Na UFBA, por exemplo, em 2014, dos 128 cursos de pós-graduação stricto sensu ofertados, 12 são mestrados profissionais, 65 mestrados acadêmicos e 51 doutorados. Estes números indicam, portanto, a parcela já significativa de mestrados na modalidade profissional.

. No atual cenário de restrições orçamentárias, com as universidades públicas e a CAPES vivenciando tais restrições, a aprovação desta emenda representará, na prática, uma indução a que os programas de pós-graduação das universidades públicas migrem seus mestrados para tal modalidade, ainda que artificialmente, como forma de captação de recursos e de sobrevivência neste cenário de restrições ao financiamento público à educação. São estas circunstâncias, a nosso ver, que explicam a introdução deste dispositivo no substitutivo aprovado em setembro do corrente ano e, açodadamente, aprovado pelo plenário um mês depois, quando já se instalava uma crise no financiamento público à pós-graduação. A desestruturação no sistema da pós-graduação que poderá advir com a aprovação dessa emenda ocorrerá porque os mestrados profissionais não mais serão criados pelos seus objetivos educacionais intrínsecos, mas pela possibilidade de aporte de recursos que eles poderão trazer. Tal tendência terminará por impactar a própria política de estado da oferta de educação superior pública e gratuita.

4. Cabe assinalar, por fim, que a CAPES não financia os mestrados profissionais, salvo aqueles relacionados à formação de professores da educação básica, na suposição de que os mestrados profissionais podem ser financiados via acordos com os setores da sociedade interessados no aprimoramento de seus profissionais. Tal já ocorre com acordos das universidades públicas com setores dos estados, visando, por exemplo, à formação de profissionais na saúde e na administração pública, e com setores da iniciativa privada. Obstáculos burocráticos para tais acordos certamente existem, como existem para quaisquer atividades do estado, e devem ser criticados e enfrentados, mas não podem ser usados como pretexto para apoio a uma medida que desestruturará nosso sistema de pós-graduação e representará forma de ensino pago em instituições públicas de educação superior.

Por tais razões, a Universidade Federal da Bahia tem a expectativa de que, com um maior esclarecimento dos riscos envolvidos nessa emenda, a Câmara Federal possa reavaliá-la quando do segundo turno da votação.

NOTA DA REITORIA DA UFRJ

A Proposta de Emenda Constitucional No 395-B objetiva alterar o Inciso IV do Artigo 206 que dispõe sobre a gratuidade da educação nos estabelecimentos oficiais. Caso aprovada, significará o fim de um dos pilares da Nação: a gratuidade da educação pública. Trata-se de uma atitude antirrepublicana e antidemocrática que abrirá caminho para a generalização da cobrança de taxas e mensalidades nos estabelecimentos públicos do país, em todos os níveis e modalidades. Em outros países que destruíram a educação pública foi exatamente assim: amparados em discursos processuais votaram emendas constitucionais e retiraram direitos.

A aprovação da PEC enterra o princípio republicano da igualdade de todos na rede pública, visto que, com sua aprovação, terão prioridade no acesso à educação pública os clientes que podem pagar pelo que deveria ser um direito universal. A PEC transformará a educação em um serviço, deixando de ser um dever do Estado.

Uma alteração constitucional dessa envergadura provocará um grave retrocesso no futuro da pesquisa no Brasil, pois ao abrir a possibilidade de obter recursos no mercado, através de cobrança de mensalidades, as já insuportáveis restrições orçamentárias irão se agravar, acelerando a degradação da infraestrutura nas universidades públicas e desonerando o Estado de um dos seus principais deveres.

O princípio da gratuidade é um patrimônio da Nação. O Brasil possui uma robusta e abrangente pós-graduação em virtude da desvinculação da educação pública com a ideia de racionalidade mercantil. Graças ao princípio constitucional da gratuidade, milhões de jovens concluíram cursos de graduação de alta qualidade em virtude dessa conquista cidadã, agora ameaçada.

A reitoria exorta as/os senhoras/es parlamentares a considerar os valores e princípios democráticos e republicanos que orientaram a elaboração do mencionado Art. 206 da Constituição Federal, votando contra a quebra do princípio da gratuidade.

Rio de Janeiro, 20 de outubro de 2015.

Roberto Leher
Reitor da UFRJ

poradmin

Delegados e delegadas ao XIII Congresso participam de grupos de discussão

A tarde desta sexta-feira (13/11) foi dedicada aos grupos de discussão do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. O objetivo é ampliar a participação dos delegados no congresso com discussões em grupos menores para qualificar os debates. Neles os participantes puderam apresentar propostas que poderão suprimir ou adendar a tese guia eleita ontem (Tese 5 – Alerta Unicamp: Compromisso com os Trabalhadores – CTB). As propostas indicadas pelos grupos de discussão serão submetidas à Plenária Final do congresso que será realizada amanhã (13/11), a partir das 9 horas, no Cis-Guanabara.

DSC_0061 DSC_0066 DSC_0075 DSC_0080 DSC_0090 DSC_0098

poradmin

Debate de Conjuntura reabre segundo dia do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

O debate sobre a conjuntura abriu o segundo dia do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. Compondo a mesa, Marina Rebelo – Unidade e Luta – Construindo Vamos à Luta Nacional; Mariana Conti- Vamos à Luta; Adriana Stella – Base de Luta; Mozart Simões – Tá na hora de um sindicato para à categoria – CUT e Carlos Artioli – Alerta Unicamp: Compromisso com os Trabalhadores – CTB. Mediando as discussões, o diretor do STU, Teófilo Reis. Como principais ideias de discussão, os debatedores e defensores das teses, levantaram a questão do retrocesso político que o país sofre por meio das ações do presidente da Câmara de Deputados Federais, Eduardo Cunha, a perda de benefícios trabalhistas e os danos da crise mundial. A questão do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, também foi abordada. Após a explanação dos debatedores, a coordenação dos trabalhos abriu espaço para contribuições de alguns trabalhadores que aproveitaram o momento para analisar a situação política-econômica do país. Ficou evidente que é preciso apontar caminhos para combater essa crise e que o STU deve estar na dianteira dessas discussões no campo, não só da defesa do funcionalismo e do serviço público, mas do conjunto da classe trabalhadora.

DSC_0006 DSC_0007 DSC_0005 DSC_0013 DSC_0015 DSC_0018 DSC_0019

poradmin

Ato de abertura do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Ato de abertura do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, que inicia hoje e se acontece até sábado. Compõe a mesa Marcilio Ventura, representante da diretoria do STU; João Carlos Oliveira, representante do Fórum das Seis; Adilson Araújo, presidente da CTB; Mozart Simões, representante da FASUBRA; Adenilson da Silva, representante da CUT-SP; José Freitas, representante da CSP-Conlutas; Paulo Sampaio, representante da Adunicamp e Flávia Oliveira, presidenta da UEE-SP.
Acompanhe o ato de abertura através do link
http://www.ggte.unicamp.br/transmissao/

DSC_0212 DSC_0209 DSC_0208 DSC_0207 DSC_0204 DSC_0202 DSC_0200 DSC_0198 DSC_0195 DSC_0190 DSC_0182

poradmin

Boletim do STU 67/2015

Baixe aqui Boletim 67/2015, de 11 de novembro de 2015.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/11/boletim-671.pdf” language=”pt_BR”]

Observação: Na versão impressa do Boletim do STU 67/2015, consta que a reunião da diretoria do STU com a reitoria que será realizada no dia 23 de novembro seria às 9 horas. A informação correta é que a reunião será realizada às 16 horas.

poradmin

Assembleias para eleição de delegados ao XIII Congresso chegam a reta final

O processo de realização de assembleias locais para a eleição de delegados e delegadas ao XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp entra nesta semana em sua reta final. Até a sexta-feira (30), foram eleitos 228 delegados e suplentes para participar do mais importante fórum de discussões e deliberações do STU.
Nesta semana será realizada mais uma rodada de assembleias locais (ver box abaixo à direita) e também a assembleia dos aposentados, que será realizada nesta manhã a partir das 9h30, no auditório II do IFCH.
Na próxima segunda-feira (9/11), às 12 horas, será realizada a assembleia geral para a eleição de delegados, com a oportunidade para aqueles que não puderam estar nas assembleias locais participarem.
Foram apresentadas ao Congresso cinco teses gerais e dez contribuições ao debate, disponíveis no site do STU <www.stu.org.br> e que estão em processo de edição e impressão, além dos resumos de teses já publicados.

04/11 (quarta-feira)
8h30 – HC Lavanderia
9h30 – Assembleia Aposentados (Auditório II – IFCH)
10h – CCUEC
13h – HC Central de Material
14h – CIDDIC (orquestra próximo RA)
16h30 – HC DND
21h – HC Enfermaria Pediátrica (desmarcada)
21h30 – CAISM (Recepção Antiga CAISM)

05/11 (quinta-feira)
8h30 – HC DEM (engenharia)
9h – CECI Berçário
9h30 – DGA Transportes
10h – CAISM (Recepção Antiga CAISM)
11h – Reunião Geral HC (F2)
12h – CAS
12h30 – CAISM (Recepção Antiga CAISM)
14H30 – FCA/FT/Cotil/Planta Física
15h – Reunião Geral HC (F2)
17h – CAS
21h – Reunião Geral HC (Sala de descanso)

06/11 (sexta-feira)
7h – Meio Ambiente
7h30 – PRODECAD
8h – Meio Ambiente
9h – CCUEC / GGTE / COMVEST / CENAPAD
11h – Reunião Geral HC (F2)
13h30 – CECI Maternal (no Quiosque)
14h – HC Compras
15h – Reunião Geral HC (F2)
16h15 – PRODECAD
21h – Reunião Geral HC (Sala de descanso)

09/11 (segunda-feira)

7h – Gastrocentro
7h30 – HC Nefrologia
9h – IC
<li><strong>12h – Assembleia Geral para eleição de delegados (sala PB 15)</strong>

(atualizado no dia 4/11, 20 horas)

poradmin

Recurso da Unicamp sobre mudança de regime é encaminhado ao Supremo Tribunal Federal

Nó ultimo dia 27 o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador José Renato Nalini, considerou “admissível o apelo extremo” e determinou o encaminhamento do recurso da Procuradoria da Unicamp na ação da mudança de regime ao Supremo Tribunal Federal.
Em julho deste ano, a maioria dos desembargadores do Órgão Especial do TJSP votaram pela inconstitucionalidade da resolução do Conselho Universitário (Consu) que em 2013 admitiu o enquadramento de 1.753 servidores contratados entre 01/01/1985 e 05/10/1988 pelo regime celetistas no quadro Esunicamp. O jurídico da Unicamp recorreu da decisão, pedindo envio do recurso ao STF.
Importante ressaltar que a orientação dos advogados do sindicato é que os servidores devem aguardar a decisão final do processo (trânsito em julgado), o que não tem prazo para acontecer e pode demorar anos. A decisão tomada pelo Judiciário de São Paulo não oferece risco iminente aos cargos ocupados. O sindicato vai continuar acompanhando o caso e lutando para que não haja prejuízos aos trabalhadores.

poradmin

Procuradoria Geral solicita informações ao CAISM sobre demissão irregular

Após diversos contatos feitos pela diretoria do STU, no último dia 21/10 o procurador chefe da Unicamp, Otacílio Machado Ribeiro encaminhou à diretoria do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulhere pedido de informações sobre o processo demissional do funcionário Armando Sérgio Migotto. Após 20 anos de serviços prestados à Funcamp, Armando, que atuava como oficial de manutenção no Caism, foi demitido às vésperas de iniciar período de férias. Em tratamento psiquiátrico por depressão e síndrome do pânico, Armando perdeu o emprego e a vaga da filha de sete anos no sistema de educação infantil (PRODECAD EC I). A esposa dele também está em tratamento médico.
O funcionário responsabiliza a Universidade e a chefia direta por seu estado de saúde, em razão das constantes humilhações sofridas no local de trabalho por parte do supervisor. Inclusive Armando relatou ao Boletim do STU ter formalizado denúncia de assédio moral junto ao RH da unidade.
Logo após a demissão, a direção do sindicato procurou os gestores locais. E no dia 24/7 teve uma reunião com o diretor executivo do Caism, Luís Otávio Zanatta Sarian, que se comprometeu a apurar a situação e dar retorno, mas nunca mais prestou novas informações ao funcionário ou ao sindicato.
Para o STU, a demissão é irregular, tendo em vista que o funcionário está em tratamento médico comprovado.
“Depois de 20 anos, de eu ter feito o 1º grau, 2º grau, curso para atuar de acordo com a NR-10, disseram que eu não tinha mais perfil”, relata Armando, que tem 51 anos – o que lhe dificultará inclusive recolocação no mercado. “Não se preocuparam nem com o fato de que eu tenho uma filha pra criar. Tive que tirar a menina [do Prodecad] porque não estava mais conseguindo levá-la até a Unicamp, estava pesado. Isso afetou inclusive a menina. Eu não acho justo. Mandar uma pessoa em tratamento psiquátrico embora?”, relata.

poradmin

Festa de fim de ano

Dia 18 de dezembro, sexta-feira, a partir das 9h30 acontecerá a tradicional Festa de Fim de Ano do STU. A Chácara Recanto da Felicidade (Rua Alexandre Caselatto, s/n, Betel – Paulínia SP) será o espaço desta confraternização, que contará com almoço (churrasco e Buffet) e animação musical de DJ Jorginho Raridades e Grupo Contágio. Haverá transporte da Unicamp até o local do evento.

poradmin

Boletim do STU 66/2015

Baixe aqui Boletim 66/2015, de 4 de novembro de 2015.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/11/Boletim-66-1.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

UFBA e UFRJ contra cobrança de mensalidades nas universidades públicas

Na última quarta-feira (21), o plenário da Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno a PEC 395/14, que permite a cobrança de taxas e mensalidades em cursos de extensão, aperfeiçoamento e treinamento nas universidades públicas. Caso aprovada no Senado, a emenda possibilitará a privatização e a mercantilização do ensino. As reitorias da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) divulgaram notas contra a proposta. A Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) também divulgou posicionamento contra a PEC, que pode ser lido aqui.

NOTA DA REITORIA DA UFBA

Considerando a aprovação pela Câmara Federal, em primeiro turno, da PEC 395/2014, que autoriza a cobrança de anuidades, por instituições públicas, para cursos de extensão e de mestrados profissionais, a Reitoria da Universidade Federal da Bahia reitera a sua posição crítica ao texto aprovado pelas seguintes razões:

1. A proposta original do deputado Alex Canziani (PTB/PR), de 09/04/2014, previa “excluir do princípio constitucional da gratuidade, nos estabelecimentos oficiais, as atividades de extensão caracterizadas como cursos de treinamento e aperfeiçoamento, assim como os cursos de especialização.” Deste modo, o Art 206, IV, da Constituição passaria a assegurar “gratuidade do ensino público nos estabelecimentos oficiais de educação básica e, na educação superior, para os cursos regulares de graduação, mestrado e doutorado.”

A proposta original não despertou grandes controvérsias e não contou com a oposição desta Universidade porque ela apenas elucidaria juridicamente distintos comportamentos de fato existentes pelos quais algumas universidades públicas cobram por atividades de extensão e outras não. Ademais, atividades de treinamento e aperfeiçoamento, na forma de atividades de extensão, não têm um papel estruturante na configuração das atividades acadêmicas. Se aprovada neste termos, a PEC remeteria para cada universidade, nos marcos de sua autonomia, a decisão sobre cobrança dessas atividades de extensão.

2. Entretanto, em 17/09/2015, o substitutivo do relator, Deputado Cleber Verde (PRB-MA), alterou a redação da proposta original de modo que a Constituição Federal passaria a assegurar a “gratuidade do ensino público nos estabelecimentos oficiais, salvo, na educação superior, para os cursos de extensão, de pós-graduação lato sensu e de mestrado profissional, exceções para as quais se faculta sua oferta não gratuita, respeitada a autonomia universitária.” (grifos nossos)

A emenda ora aprovada pela Câmara Federal recebeu, no devido tempo, a nossa críticaprecisamente pela inclusão dos mestrados profissionais dentre as atividades pelas quais as instituições públicas podem passar a cobrar anuidades.

3. A nossa crítica fundamenta-se no desequilíbrio e mesmo desestruturação que tal medida trará ao sistema nacional de pós-graduação, pelas seguintes razões:

. Os mestrados profissionais são parte intrínseca do sistema nacional de pós-graduação, previstos em legislação desde a implantação deste sistema pela CAPES na década de 1970, com equivalência para efeitos legais aos mestrados acadêmicos. São, portanto, cursos de pós-graduação stricto sensu, ao lado dos mestrados acadêmicos e doutorados. Os mestrados profissionais distinguem-se dos acadêmicos apenas pelos objetivos de formação, mais voltados à preparação para a pesquisa e docência, no caso dos mestrados acadêmicos, ou para a melhor qualificação profissional ou da docência, no caso dos mestrados profissionais.

. Com o incentivo à expansão e diversificação da pós-graduação nos últimos quinze anos, cresceu substancialmente a oferta desta modalidade de pós-graduação stricto sensu. No conjunto do país, considerando os cursos de mestrado com avaliação entre 3 e 5 (faixa de variação comum às duas modalidades, acadêmico e profissional), temos 2817 mestrados acadêmicos e 589 mestrados profissionais. Na UFBA, por exemplo, em 2014, dos 128 cursos de pós-graduação stricto sensu ofertados, 12 são mestrados profissionais, 65 mestrados acadêmicos e 51 doutorados. Estes números indicam, portanto, a parcela já significativa de mestrados na modalidade profissional.

. No atual cenário de restrições orçamentárias, com as universidades públicas e a CAPES vivenciando tais restrições, a aprovação desta emenda representará, na prática, uma indução a que os programas de pós-graduação das universidades públicas migrem seus mestrados para tal modalidade, ainda que artificialmente, como forma de captação de recursos e de sobrevivência neste cenário de restrições ao financiamento público à educação. São estas circunstâncias, a nosso ver, que explicam a introdução deste dispositivo no substitutivo aprovado em setembro do corrente ano e, açodadamente, aprovado pelo plenário um mês depois, quando já se instalava uma crise no financiamento público à pós-graduação. A desestruturação no sistema da pós-graduação que poderá advir com a aprovação dessa emenda ocorrerá porque os mestrados profissionais não mais serão criados pelos seus objetivos educacionais intrínsecos, mas pela possibilidade de aporte de recursos que eles poderão trazer. Tal tendência terminará por impactar a própria política de estado da oferta de educação superior pública e gratuita.

4. Cabe assinalar, por fim, que a CAPES não financia os mestrados profissionais, salvo aqueles relacionados à formação de professores da educação básica, na suposição de que os mestrados profissionais podem ser financiados via acordos com os setores da sociedade interessados no aprimoramento de seus profissionais. Tal já ocorre com acordos das universidades públicas com setores dos estados, visando, por exemplo, à formação de profissionais na saúde e na administração pública, e com setores da iniciativa privada. Obstáculos burocráticos para tais acordos certamente existem, como existem para quaisquer atividades do estado, e devem ser criticados e enfrentados, mas não podem ser usados como pretexto para apoio a uma medida que desestruturará nosso sistema de pós-graduação e representará forma de ensino pago em instituições públicas de educação superior.

Por tais razões, a Universidade Federal da Bahia tem a expectativa de que, com um maior esclarecimento dos riscos envolvidos nessa emenda, a Câmara Federal possa reavaliá-la quando do segundo turno da votação.

NOTA DA REITORIA DA UFRJ

A Proposta de Emenda Constitucional No 395-B objetiva alterar o Inciso IV do Artigo 206 que dispõe sobre a gratuidade da educação nos estabelecimentos oficiais. Caso aprovada, significará o fim de um dos pilares da Nação: a gratuidade da educação pública. Trata-se de uma atitude antirrepublicana e antidemocrática que abrirá caminho para a generalização da cobrança de taxas e mensalidades nos estabelecimentos públicos do país, em todos os níveis e modalidades. Em outros países que destruíram a educação pública foi exatamente assim: amparados em discursos processuais votaram emendas constitucionais e retiraram direitos.

A aprovação da PEC enterra o princípio republicano da igualdade de todos na rede pública, visto que, com sua aprovação, terão prioridade no acesso à educação pública os clientes que podem pagar pelo que deveria ser um direito universal. A PEC transformará a educação em um serviço, deixando de ser um dever do Estado.

Uma alteração constitucional dessa envergadura provocará um grave retrocesso no futuro da pesquisa no Brasil, pois ao abrir a possibilidade de obter recursos no mercado, através de cobrança de mensalidades, as já insuportáveis restrições orçamentárias irão se agravar, acelerando a degradação da infraestrutura nas universidades públicas e desonerando o Estado de um dos seus principais deveres.

O princípio da gratuidade é um patrimônio da Nação. O Brasil possui uma robusta e abrangente pós-graduação em virtude da desvinculação da educação pública com a ideia de racionalidade mercantil. Graças ao princípio constitucional da gratuidade, milhões de jovens concluíram cursos de graduação de alta qualidade em virtude dessa conquista cidadã, agora ameaçada.

A reitoria exorta as/os senhoras/es parlamentares a considerar os valores e princípios democráticos e republicanos que orientaram a elaboração do mencionado Art. 206 da Constituição Federal, votando contra a quebra do princípio da gratuidade.

Rio de Janeiro, 20 de outubro de 2015.

Roberto Leher
Reitor

 

Crédito da imagem: Luís Macedo/Agência Câmara

poradmin

Boletim do STU 65/2015

Baixe aqui Boletim 65/2015, de 20 de outubro de 2015.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/10/Boletim_stu65.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

XIII Congresso: Prazo para entrega de teses vai até 23/10

Até o início desta semana, ao menos 118 delegados e suplentes foram eleitos em 30 assembleias setoriais para o XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. A abertura do evento será na Adunicamp em 12 de novembro (quinta-feira), às 12 horas.
No dia 4/11 (quarta-feira) às 9 horas acontece a assembleia dos aposentados, no auditório 2 do IFCH. E o prazo final para realização das assembleias é 9/11.
O prazo para a apresentação de teses, contribuições, adendos se encerra no próximo dia 23/10.

poradmin

Plano Estadual de Educação em debate

O Plano Estadual de Educação (PEE) será tema de audiências públicas na Câmara de Municipal de Campinas, no dia 21/10, e na Faculdade de Educação da Unicamp, no dia 29/10, sempre às 9 horas. Serão debatidas as propostas do governador Geraldo Alckmin, da bancada do PT em conjunto com o Fórum Estadual de Educação a da bancada do PSOL em conjunto com a Adusp.  É de suma importância a contribuição da sociedade.

poradmin

Boletim do STU 64/2015

Baixe aqui Boletim 64/2015, de 20 de outubro de 2015.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/10/Boletim-64.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Semana de educação acontece nesta segunda-feira (19) na Unicamp

Começa nesta segunda-feira (19) a 9ª Semana da Educação na Unicamp. A atividade realizada pelos estudantes de Pedagogia e da licenciatura integrada em Química e Física, junto com os seus centros acadêmicos, tem como objetivo problematizar as questões referentes a educação no Brasil, a formação de professores e o papel da universidade. O evento é aberto a todos e  oferece a oportunidade de integração das categorias para pensar os rumos da universidade e da educação pública.

A mesa de abertura será essa segunda, às 19h, no Salão Nobre  da FE  e debaterá “Quem educa a Pátria Educadora?”. Entre os convidados do primeiro dia estão Luiz Carlos de Freitas – FE/UNICAMP; Carolina Figueiredo Filho – Coletivo de educadorxs Quinze de Outubro; Silvia Ferraro – CSP-Conlutas; Ana Lidia de Oliveira Aguiar – Frente Brasil Popular.  No sábado (23), último dia do evento, às 19 horas, acontecerá um Sarau  para encerrar a grande semana. Confira o restante da programação e os debatedores em: http://www.semanadeeducacao.com/#!programa–o/h1gtb