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Delegados e delegadas ao XIII Congresso participam de grupos de discussão

A tarde desta sexta-feira (13/11) foi dedicada aos grupos de discussão do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. O objetivo é ampliar a participação dos delegados no congresso com discussões em grupos menores para qualificar os debates. Neles os participantes puderam apresentar propostas que poderão suprimir ou adendar a tese guia eleita ontem (Tese 5 – Alerta Unicamp: Compromisso com os Trabalhadores – CTB). As propostas indicadas pelos grupos de discussão serão submetidas à Plenária Final do congresso que será realizada amanhã (13/11), a partir das 9 horas, no Cis-Guanabara.

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Debate de Conjuntura reabre segundo dia do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

O debate sobre a conjuntura abriu o segundo dia do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. Compondo a mesa, Marina Rebelo – Unidade e Luta – Construindo Vamos à Luta Nacional; Mariana Conti- Vamos à Luta; Adriana Stella – Base de Luta; Mozart Simões – Tá na hora de um sindicato para à categoria – CUT e Carlos Artioli – Alerta Unicamp: Compromisso com os Trabalhadores – CTB. Mediando as discussões, o diretor do STU, Teófilo Reis. Como principais ideias de discussão, os debatedores e defensores das teses, levantaram a questão do retrocesso político que o país sofre por meio das ações do presidente da Câmara de Deputados Federais, Eduardo Cunha, a perda de benefícios trabalhistas e os danos da crise mundial. A questão do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, também foi abordada. Após a explanação dos debatedores, a coordenação dos trabalhos abriu espaço para contribuições de alguns trabalhadores que aproveitaram o momento para analisar a situação política-econômica do país. Ficou evidente que é preciso apontar caminhos para combater essa crise e que o STU deve estar na dianteira dessas discussões no campo, não só da defesa do funcionalismo e do serviço público, mas do conjunto da classe trabalhadora.

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Resumo de teses devem ser entregues até 14/9 e eleição de delegados tem início dia 22/9

Conforme regimento interno aprovado em assembleia no último dia 2, os resumos das teses a serem apresentadas ao XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp devem ser protocolados na secretaria do sindicato até a próxima segunda-feira (14) às 17 horas. Os textos devem ser assinados por, no mínimo três servidores. E poderão ter no máximo 10 mil caracteres, contados os espaços, e serem entregues em Word, gravados em CD.

Assembleias nas unidades terão início no dia 22
No próximo dia 22 (terça-feira) terão início as assembleias nas unidades para a eleição de delegados e delegadas. As assembleias locais acontecerão entre os dias 22/9 e 9/11 (data na qual serão realizadas também as assembleias gerais de ativos e aposentados). Quem não conseguir se eleger na sua unidade poderá disputar uma vaga na assembleia geral dos trabalhadores ativos. As assembleias deverão eleger delegados ou delegadas, de acordo com a proporção prevista no artigo 5º do regimento.
O regimento aprovado está disponível na página do STU na internet (www.stu.org.br). O XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp acontece de 12 a 14 de novembro.
A comissão organizadora é composta pelos servidores Francisco Genézio Lima Mesquita (diretor do STU), Iuriatan Felipe Muniz (diretor do STU), Klélia Aparecida Carvalho (IB), Marina Ruiz Cruz (CIS-Guanabara) e Roberto Carlos de Souza ‘Fubá’ (diretor do STU), além de um representante de cada tese inscrita.
Além de discussões sobre a conjuntura nacional e internacional e a luta dos trabalhadores das universidades brasileiras, será discutido e aprovado o plano de lutas do STU com as ações prioritárias do sindicato para o próximo biênio.

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Consu prepara reforma no estatuto da Unicamp

Aconteceu ontem a reunião extraordinária do Conselho Universitário (Consu) para discutir conceitos e a formatação da reforma do estatuto. Na próxima terça-feira ocorre a primeira sessão do Consu deliberativa, que tratará das propostas presentes na minuta apresentada pelo Grupo de Trabalho criado pela reitoria e encaminhadas pelos conselheiros.
O Consu é composto de 75 membros, sendo necessários 2/3 dos votos para aprovar mudanças no estatuto. A representação dos funcionários é de 7 membros e a bancada estudantil tem 9 representantes.
O Estatuto da Unicamp é de 1966 e já passou por alterações pontuais, mas nunca houve processo de revisão geral da constituição universitária, fortemente marcada pela doutrina da ditadura militar.
O STU defende que a mudança do Estatuto seja precedida de um processo estatuinte paritário, com representantes eleitos para esse fim. O reitor alega que não há previsão estatutaria para estatuinte, reafirmando o papel do Consu na discussão.
Na quinta-feira, a diretoria do STU discutirá a intervenção nesse processo. Na sexta-feira a bancada dos funcionários vai se reunir para debater como se posicionar na discussão da reforma estatutária.

Algumas propostas do STU
Estatuinte paritária; eleições diretas e paritárias para reitor, diretores (inclusive dos colégios técnicos); garantia de paridade com representantes eleitos nas representações institucionais; extensão com inclusão e gratuita, incorporando a formação para servidores; garantia da inclusão social na universidade; que o conceito de comunidade universitária incorpore estudantes, quem exercem atividades laboral permanente na Universidade, independente do vínculo, e aposentados (docentes e técnico-administrativos).

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Contribuições à minuta sobre assédio podem ser enviada até amanhã (16/7)

Trabalhadores têm até amanhã para encaminhar propostas ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo Ministério Público do Trabalho para assegurar o cumprimento por parte da Universidade do acordo coletivo contra o assédio moral firmado em 2007. As contribuições podem ser enviadas pelo email [email protected]. Depois, as propostas serão sistematizadas pela diretoria do STU e submetidas à deliberação dos trabalhadores para serem apresentadas ao MPT.

O texto proposto pelo MPT incorpora os termos do acordo coletivo assinado pela Universidade e o Sindicato perante o órgão fiscalizador. E faz referência também à Lei Estadual nº 12.250/2006, que considera assédio moral” toda ação, gesto ou palavra, praticada de forma repetitiva por agente servidor, empregado, ou qualquer pessoa que, abusando da autoridade que lhe confere suas funções, tenha por objetivo ou efeito atingir a autoestima e a autodeterminação do servidor, com danos ao ambiente de trabalho, ao serviço prestado ao público usuário, bem como à evolução, à carreira e à estabilidades funcionais do servidor”.

No mês passado, 250 funcionários compareceram em uma audiência pública com o MPT realizada após diversas denúncias encaminhadas pelo sindicato. Contribua e participe dessa luta.