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Encontro marca Dia Internacional da Mulher Negra

No próximo sábado (25), será celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Com o objetivo de ampliar e fortalecer a união e a mobilização das mulheres negras no continente, a data foi criada após o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas em Santo Domingo, na República Dominicana, em 1992.
Em Campinas ocorrerá na Casa de Cultura Tainã, a partir das 14h. O encontro “Mulheres Negras: nós por nós construindo o feminismo negro” terá sua programação divididda em três partes: 14h – Feminismo Negro – nós por nós mesmas construindo a nossa história com Magali Mendes, 15h: Refletindo sobre a Identidade e Estigmatização da Pessoa Negra com Lajara Janaína e às 16h: MaracatuNegra com Layla Xavier Silva e Renata Dhamas.
O evento é gratuito e quem puder leve um prato e/ou bebida para compartilhar!!

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Sindicato apresenta propostas de mudança no estatuto da universidade

O STU continua na luta por uma Unicamp mais democrática. Por isso, já apresentou uma série de contribuições à minuta produzida pelo Grupo de Trabalho sobre Mudança do Estatuto. E embora a maioria delas tenham sido descartadas, a direção do sindicato não desistirá de apresentar propostas e discutir emendas que agreguem o Estatuto da Universidade uma perspectiva adequada à realidade atual em consonância com o espírito público da instituição e derrubando elementos autoritários que persistem no Estatuto aprovado à época da ditadura militar. No dia 14 do mês que vem, o Consu vai se reunir para apontar as alterações necessárias e o sindicato articula com a bancada dos servidores a defesa das emendas.

Confira abaixo o conteúdo delas:

– TÍTULO I. DA UNIVERSIDADE E SEUS FINS: Retirar da proposta de minuta apresentada os itens que tratam de “espírito empreendedor, inovação e desenvolvimento sustentável”.

– CAPÍTULO II. DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO: O CONSU deve ser paritário e seus representantes eleitos.

– TÍTULO VII. DA ADMINISTRAÇÃO DOS INSTITUTOS E DAS FACULDADES: A eleição dos diretores de unidades deverão ser pelo processo direto e paritário com estudantes, docentes e técnicos administrativos. Este procedimento também deve valer para os colégios técnicos.

– TÍTULO IV. DA EXTENSÃO: A extensão deve incorporar política de inclusão, gratuidade e formação dos trabalhadores fora das estruturas das empresas, servindo também como instrumento de qualificação e formação para os servidores da UNICAMP.

– CAPÍTULO II. DOS COLÉGIOS TÉCNICOS: Garantia de eleição direta e paritária para os diretores dos colégios técnicos.

– TÍTULO XIV. DA ASSEMBLÉIA UNIVERSITÁRIA: Alterar a minuta no artigo 149 mantendo o texto original do estatuto que diz que CONSU ou reitor podem convocar Assembleia Universitária quando necessário.

– TÍTULO XV. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS: O processo de reformulação do estatuto atual deverá ser realizado através de um processo estatuinte e paritário envolvendo os três segmentos da universidade e também as entidades representativas.

– TÍTULO XVI. DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS: Entende-se por comunidade universitária todos que estudam ou que exercem atividade laboral permanente na universidade, independente do vínculo.

 

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Boletim do STU 042/2015

Baixe aqui Boletim 42/2015, de 21 de julho de 2015.

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Tradicional Feijoada do Machadinho acontece neste domingo (19/7)

O Centro Cultural e Recreativo “Benedito Carlos Machado”- Núcleo de Resistência Negra realiza no próximo domingo (19), das 12 às 15h, a tradicional Feijoada do Machadinho, com a participação de Ilcéi Mirian e os Bambas do Samba.

Os convites para o evento saem por R$ 35, com direito à repetição do prato. Crianças de até 8 anos não pagam. Os ingressos podem ser adquiridos com Márcio (HC/CC) 98112-7196, Bispo 99712-6666, Fátima 99335-2747 ou Valdir 998164744.

O “Machadinho” foi fundado em 8 de maio de 1945, sendo considerado o mais antigo espaço de difusão da identidade negra da cidade. A renda arrecadada com as atividades é revertida para a manutenção da entidade, que está localizado na Rua Cerqueira, 66, Vila Industrial, em Campinas-São Paulo

 

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Contribuições à minuta sobre assédio podem ser enviada até amanhã (16/7)

Trabalhadores têm até amanhã para encaminhar propostas ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo Ministério Público do Trabalho para assegurar o cumprimento por parte da Universidade do acordo coletivo contra o assédio moral firmado em 2007. As contribuições podem ser enviadas pelo email [email protected]. Depois, as propostas serão sistematizadas pela diretoria do STU e submetidas à deliberação dos trabalhadores para serem apresentadas ao MPT.

O texto proposto pelo MPT incorpora os termos do acordo coletivo assinado pela Universidade e o Sindicato perante o órgão fiscalizador. E faz referência também à Lei Estadual nº 12.250/2006, que considera assédio moral” toda ação, gesto ou palavra, praticada de forma repetitiva por agente servidor, empregado, ou qualquer pessoa que, abusando da autoridade que lhe confere suas funções, tenha por objetivo ou efeito atingir a autoestima e a autodeterminação do servidor, com danos ao ambiente de trabalho, ao serviço prestado ao público usuário, bem como à evolução, à carreira e à estabilidades funcionais do servidor”.

No mês passado, 250 funcionários compareceram em uma audiência pública com o MPT realizada após diversas denúncias encaminhadas pelo sindicato. Contribua e participe dessa luta.

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Boletim do STU 41/2015

Baixe aqui Boletim 41/2015, de 07 de julho de 2015.

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Todos à Alesp por mais recursos para a educação pública!

Hoje é dia de luta! A categoria precisa mostrar sua força na manifestação por mais recursos para a educação na Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2016. Por isso, as três universidades estaduais paulistas farão um ato na Assembleia Legislativa à tarde, quando deve ser votado o projeto de lei da LDO em plenário.

Orçamento tem que acompanhar crescimento das universidades
As reivindicações do Fórum das Seis, apresentadas como propostas de emenda ao projeto de lei, são: a ampliação do repasse do Estado, dos atuais 9,57% para 11,6% do ICMS, e o fim do desconto das verbas destinadas às políticas habitacionais, juros e moras e outras na base de cálculo do orçamento das universidades.
O Fórum das Seis levantou que, sem a correção inflacionária dos valores de 2013 e 2014, apenas nestes dois anos foram subtraídos da base de cálculo das universidades estaduais R$ 7,3 bilhões relativos a multas e juros de mora do ICMS, multas e juros de mora da dívida ativa, multas por auto de infração, receita da dívida ativa do ICMS e outras rubricas.
Desde 2005 o governo do Estado também vem descumprindo o acordo que levou à implantação do campus de Limeira e deixando de investir por ano mais 0,05% do ICMS na Unicamp.
Enquanto isso as universidades crescem e veem aumentar a crise de financiamento, já que o percentual de repasse está congelado há 20 anos.

Outras reivindicações
O Fórum das Seis também defende que sejam incluídos na LDO outros dois artigos: um destinando, no mínimo, 33% do total do produto da arrecadação de impostos para a Educação Pública no Estado de São Paulo, e outro que assegure no mínimo 3,3% do total do produto do ICMS para o Centro Paula Souza.

Participantes do ato terão ponto abonado
A reitoria atendeu a solicitação do sindicato para liberar do expediente os funcionários que acompanharão a votação, pois é comum o processo se estender pela madrugada. O sindicato fornecerá comprovante aos funcionários que precisarem apresentar documento comprobatório à chefia.

Fórum das Seis se reúne pela manhã
Hoje às 10 horas ocorre uma reunião do Fórum na Alesp, e às 14 horas os líderes das bancadas devem receber a coordenação das entidades.

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Boletim do STU 040/2015

Baixe aqui Boletim 40/2015, de 30 de junho de 2015.

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Não à redução da maioridade penal

Amanhã será votada no plenário da Câmara dos Deputados a PEC 171/1993, que visa reduzir na Constituição a maioridade penal de 18 para 16 anos.
Segundo o Ministério da Justiça, os jovens que cometem crimes representam menos de 1%, enquanto são 36% dos assassinados no Brasil. Fora isso, os menores de 18 anos já sofrem punição quando cometem atos tipificados como crimes, diferentemente do que é divulgado, como internação em instituições muito similares a presídios por até três anos e outras medidas privativas de liberdade.
Mesmo com a quarta maior população carcerária do mundo (cerca de 500 mil presos) o país não tem diminuído a criminalidade, nem aumentado a reinserção dos infratores na sociedade.
Colocar os jovens em cadeias só fará com que estes fiquem ainda mais vulneráveis, ampliando as chances de reincidência, uma vez que essas instituições não cumprem com sua função de ressocialização.
E nenhum país que reduziu a maioridade diminuiu os índices de criminalidade. No caso dos EUA, a Unicef constatou que os jovens saíram dos presídios e voltaram a cometer infrações de forma mais violenta.
Os adolescentes não precisam de cadeias e sim de escolas e saúde de qualidade, cultura e lazer. Por isso, o STU é contra a redução da maioridade penal e convoca a todos para se mobilizarem contra essa PEC. Educar é melhor que punir!

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Moção de apoio a Pablito assinada por diversos movimentos sociais

ABAIXO À PERSEGUIÇÃO AOS LUTADORES EM DEFESA DAS COTAS RACIAIS E DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NA USP!

No dia 14 de abril ocorreu na USP a reunião do Conselho Universitário (órgão máximo de deliberação na universidade), onde seriam pautadas mudanças no Estatuto da USP. Tais mudanças partem do tardio, reconhecimento pela reitoria do enorme desgaste de uma estrutura de poder universitária que se mantém inalterada há décadas através da qual a Universidade de São Paulo mantém seu caráter autoritário, antidemocrático, elitista e notadamente racista.

Sem perceber isso não é possível explicar o fato de que em um país com 53% da população negra, apenas 7% de seus estudantes sejam negros, enquanto entre os terceirizados a esmagadora maioria são negros. Foi para mudar esta terrível realidade que trabalhadores e estudantes protestaram no local onde ocorria a referida reunião exigindo, entre outras revindicações, que a reitoria recebesse uma comissão de estudantes e trabalhadores negros que portava um documento solicitando a implementação das Cotas Raciais na USP e que este tema fosse pauta da reunião do Conselho Universitário.

A resposta da reitoria não foi apenas se recusar mais uma vez a discutir as cotas raciais na USP, mesmo após anos da aprovação da Lei nº 12.711/2012 (que institui as cotas raciais e sociais no ensino superior), mas se recusou até mesmo a receber a representação de estudantes e trabalhadores negros e passou a perseguir e ameaçar com processos administrativos, criminais e judiciais os ativistas, dirigentes sindicais e estudantis (entre os quais já consta aberto o processo 00009828120155020042/ 42ª. Vara do Trabalho de São Paulo pedindo a demissão de Marcello “Pablito”, trabalhador negro e diretor da Secretaria de Negros e Combate ao Racismo do Sintusp) por lutar junto aos estudantes e trabalhadores em defesa das cotas raciais e da educação publica no referido dia.

Estas medidas se somam às constantes ameaças de desalojamento do Núcleo de Consciência Negra, a militarização da universidade, a ameaça de despejo da população negra das comunidades no entorno da USP revelando mais uma vez o profundo autoritarismo e o caráter antipopular, elitista e racista da reitoria desta universidade.

Pelo exposto acima, nós, abaixo assinado nos manifestamos contrários a perseguição dos estudantes, trabalhadores e professores que lutam em defesa das cotas raciais e da universidade pública, exigimos a retirada imediata dos processos administrativos,criminais e judiciais contra os lutadores! Abaixo o racismo na USP! Cotas raciais já!

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Moção de apoio a Ailma

Na manifestação convocada pelas centrais sindicais no dia 29 de maio duas pessoas foram presas arbitrariamente na cidade de Goiânia (capital do Estado de Goiás). A professora Ailma Maria de Oliveira, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil naquele Estado (CTB-GO), e o líder do MST Valdones Santos (o Gaúcho). Os manifestantes foram levados a um Distrito Policial, onde foram autuados por “contravenção” devido ao que foi considerado “importunação ao trabalho”.

A professora relatou agressões verbais por parte de um policial militar sem identificação, e que foi levada presa junto com o militante do MST sem terem sido informados do motivo. Além disso, teve seu celular apreendido, ficando impossibilitada de se comunicar.

O STU entende que a prisão arbitrária dos manifestantes é uma evidente postura de criminalização dos movimentos sociais. O direito de manifestação não pode ser violado. Repudiamos a repressão e truculência da Polícia Militar de Goiás. Todo o apoio a Ailma!

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Boletim do STU 039/2015

Baixe aqui Boletim 39/2015, de 29 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_039final-1.pdf” language=”pt_BR”]

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Participe da caravana para a Alesp – Votação da LDO

O STU organiza caravana para a manifestação que acontece na próxima terça-feira (30) na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) por ocasião da provável votação da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) 2016.

Inscrição para caravana

Os interessados em acompanhar a votação na Alesp devem se inscrever na Secretaria do STU. O ônibus sairá do estacionamento da Biblioteca Central (BC) na terça-feira (30), às 11h30.

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Todos à audiência hoje com o MPT para barrar o assédio moral na Unicamp

Sindicato garantiu compromisso da reitoria para liberar todos os servidores que quiserem participar da atividade, às 10h no anfiteatro do HC.

Hoje a categoria terá a oportunidade de dialogar diretamente com um representante do Ministério Público do Trabalho sobre a realidade dos locais de trabalho. Às 10 horas, ocorre a audiência pública sobre as denúncias de práticas autoritárias na Universidade e cobrar da reitoria o efetivo combate ao assédio moral. Serão ouvidas denúncias que vêm sendo formalizadas pelo STU junto ao MPT por desrespeito ao acordo coletivo firmado em 2007. A atividade ocorre dentro da Universidade por determinação do procurador Eduardo Luís Amgarten, que compreendeu que as medidas institucionais tomadas pela administração têm sido ineficazes.
O STU vem denunciando casos de assédio moral há tempos e o encontro de hoje é uma oportunidade para os trabalhadores relatarem suas experiências, de forma pública ou sigilosa.
O sindicato ressalta que é muito importante que os trabalhadores participarem da audiência, que contará também com a presença da assessoria jurídica do STU. É um momento fundamental para discutir os abusos de autoridade praticados por algumas chefias e a responsabilidade da Universidade nessa estrutura de gestão que facilita o assédio moral.
Reiteramos que todos os servidores têm direito à participação na audiência assegurado pelo despacho do MPT convocando a atividade e reafirmado pela reitoria, por cobrança do STU, em reunião preparatória à audiência ocorrida nesta segunda-feira. Participe!
O evento será transmitido pelo link: http://socializandosaberes.net.br

O assédio moral adoece

A “campanha psicológica” reiterada e continuada leva o trabalhador a perder sua autoestima, ficar deprimido ou deprimida. Há casos que levam inclusive ao suicídio, como o Judiciário já reconheceu, por exemplo, no setor bancário . Segundo o site www.assediomoral.org, os principais sintomas decorrentes do assédio moral são:

• Aumento no consumo de bebidas alcoólicas e drogas.
• Isolamento, tristeza, redução da capacidade de se relacionar.
• Pensamentos e até tentativas de suicídio.
• Angústia, crises de choro, mal-estar.
• Dores generalizadas.
• Palpitações e tremores.
• Sentimento de culpa.
• Perda da autoestima.
• Diminuição da libido.
• Insônia ou sonolência excessiva.
• Depressão e ansiedade.
• Alterações exageradas no peso.

Você é vítima de assédio moral? 

O assédio moral a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes, dirigidas a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego. Se você é vítima desta prática, não se cale. Saiba que não está sozinho/a e participe da audiência de hoje.

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Após audiência na Alesp, Fórum das Seis convoca mobilização/paralisação para o dia 30

Ontem (23) aconteceu a audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo para discutir a situação orçamentária das universidades estaduais paulistas. Trabalhadores, docentes e estudantes marcaram presença. Nenhum dos reitores esteve presente, embora tenham mandado representantes.
O Fórum das Seis apresentou um documento mostrando o crescimento das estaduais paulistas, em relação ao número de cursos na graduação e na pós desde 1995, aumento do número de campi e outras expansões. As entidades questionaram que, no entanto, não ocorreu a contrapartida necessária do governo. Foi inclusive mencionado o campus de Limeira da Unicamp, cuja verba prometida pelo governo Alckmin desde 2005 ainda não foi repassada à Universidade.
Foi pontuada a necessidade de mudança da Lei de Diretrizes Orçamentárias para que as universidades públicas estaduais e o Centro Paula Souza possam superar a crise. Os representantes do Fórum reiteraram a proposta de que a redação do artigo 4 da LDO garanta o repasse de no mínimo 10% da QPE do ICMS, cessando o desconto das verbas destinadas à Habitação na base de cálculo.
Além das entidades que compõem o Fórum das Seis outros setores estavam presentes, como a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e a Auditoria Cidadã da Dívida Pública.
Os deputados presentes se mostraram dispostos a encampar a luta das estaduais paulistas. E as administrações também afirmaram estar comprometidas com o aumento do financiamento à educação superior e ao CEETEPS.
No dia 30 de junho, está prevista a votação da LDO no plenário da Alesp. Na mesma data, antes do início da sessão, o Colégio de Líderes das bancadas parlamentares receberá a coordenação do Fórum às 14 horas. O Fórum propõe um novo ato para pressionar pelas reivindicações das categorias.

Dia 25 tem assembleia geral 

Nesta quinta-feira, ao meio-dia no CB, assembleia geral vai analisar os desdobramentos da audiência pública na Assembleia Legislativa e a mobilização proposta pelo Fórum das Seis para o dia 30/6, quando deve ocorrer a votação do relatório final da LDO/2016 no plenário da Alesp. O Fórum das Seis está convocando um ato em São Paulo, com indicativo de paralisação.

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Boletim do STU 038/2015

Baixe aqui Boletim 38/2015, de 24 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_stu-38finalVALEESTE.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 037/2015

Baixe aqui Boletim 37/2015, de 23 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_stu-37final-1.pdf” language=”pt_BR”]

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Leis derivadas das MPs 664 e 665 atacam direitos e são questionadas no STF

A presidenta Dilma Rousseff sancionou neste dia 17 de junho os textos da medidas provisórias 664 e 665 aprovados no Congresso Nacional. As novas leis criam critérios que dificultam que os trabalhadores tenham acesso ao seguro-desemprego, ao abono salarial (PIS/PASEP) e a pensões por morte, representando um enorme retrocesso para os trabalhadores. Direitos históricos, conquistados com muita luta, são atacados por essas duas leis. O STU participou das mobilizações contra as MPs e repudia tais medidas, que dificultam ainda mais a vida dos trabalhadores.
Pensões por morteA MP 664 virou a lei 13.135/2015 e cria uma carência de dois anos de casamento ou união estável para que a viúva ou viúvo tenha direito a receber pensão por morte de contribuinte do INSS. Nesse caso, a pensão será paga por apenas quatro meses. O mesmo acontecerá se a pessoa que morrer não tiver pago ao menos 18 meses de contribuição previdenciária. Essa carência não existia até ontem, quando entrou em vigor a lei.Caso o segurado morra após ter pago o INSS ou regime próprio de previdência (setor público) por 18 meses, o viúvo, viúva ou filhos também não terão mais assegurado o direito à pensão pelo resto de suas vidas (a chamada pensão vitalícia). A partir de agora as pensões serão pagas por:
– 3 anos se a viúva/viúvo tiverem menos de 21 anos de idade;
– 6 anos se a viúva/viúvo  tiver entre 21 e 26 anos de idade;
– 10 anos se a viúva/viúvo tiver entre 27 e 29 anos de idade;
– 15 anos se a viúva/viúvo tiver entre 30 e 40 anos de idade;
– 20 anos se a viúva/viúvo tiver entre 41 e 43 anos de idade;
– Somente a viúva/viúvo com 44 anos de idade ou mais poderá receber pensão vitalícia.
As exceções para a regra acima, a serem analisadas, serão os casos de morte por acidente ou doença do trabalho.
No prazo de três anos, as faixas etárias estabelecidas para o direito ao recebimento de pensão serão reavaliadas, caso haja aumento da expectativa de vida dos brasileiros.Foi revogado o artigo da lei 8.213/1991 que estabelecia a redução de 30% nas pensões pagas a dependentes por motivo de deficiência intelectual ou mental que ingressassem no mercado de trabalho.As regras valem também para servidores públicos regidos pela Lei 8.112/1990 (o regime jurídico único do funcionalismo federal).Seguro desemprego e PIS/PASEP

A medida provisória 665 virou a lei 13.134/2015, e agora o trabalhador só terá acesso ao seguro-desemprego na primeira vez se tiver trabalhado por pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses anteriores à demissão que gere a primeira solicitação do benefício. Antes, o período mínimo era de apenas 6 meses corridos.

A exceção serão os casos em que o trabalhador consiga comprovar matrícula e frequência em curso de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional habilitado pelo MEC, Bolsa-Formação Trabalhador concedida no âmbito do Pronatec ou de curso gratuito na rede de educação profissional e tecnológica.

As regras do PIS/PASEP (abono salarial) garantiam um salário mínimo anual aos trabalhadores inscritos há pelo menos cinco anos num dos programas e que tivessem recebido até dois salários mínimos e trabalhado ao menos 30 dias no ano-base. Agora, o benefício terá o valor máximo de um salário mínimo, sendo pago em valores proporcionais ao período trabalhado.

Questionamentos jurídicos

O Supremo Tribunal Federal analisa oito Ações Diretas de Inconstitucionalidade que questionam as MPs.  Segundo o site do STF, o argumento comum a todas as ações é o de que a edição das MPs violou o artigo 62 da Constituição Federal, que exige urgência e relevância para que o presidente da República lance mão deste instrumento legal. Outro ponto levantado é o de que a MP 664/14 corresponde a uma “minirreforma previdenciária”, o que só poderia ser feito por meio de votação em dois turnos e com 3/5 de apoio do Congresso Nacional, e não por medida provisória.

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Boletim 036/2015

Baixe aqui Boletim 364/2015, de 18 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_36_2015_final.pdf” language=”pt_BR”]

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Inscreva-se para a 23ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp

Estão abertas as inscrições para a 23ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp – SIPAT 2015, que será realizada de 27 a 30 de julho. Para se inscrever é preciso preencher um cadastro no site http://www.cipa.unicamp.br, onde também está disponível a programação completa. A inscrição é gratuita, aberta a toda a comunidade e por enquanto ainda não tem data para encerrar . O tema deste ano é “Segurança do Trabalho, Saúde e Sustentabilidade. Entre os temas que serão discutidos estão o uso do amianto, gestão em segurança e saúde ocupacional, riscos biológicos e meio ambiente. Também será exibido o documentário sobre a luta dos trabalhadores químicos contra a Shell/Basf (O lucro acima da vida). O evento é apoiado pelo STU. Mais informações nos ramais 17532 / 17829.