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Boletim do STU 035/2015

Baixe aqui Boletim 35/2015, de 09 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim-STU-35_final.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU – Educação Infantil

Baixe aqui Boletim Educação Infantil, de 03 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_DEdIC5.pdf” language=”pt_BR”]

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Campanha Salarial 2015: Os trabalhadores seguem na luta

Os trabalhadores da Unicamp sempre lutaram para que os salários sejam isonômicos entre as três universidades estaduais paulistas. Em 2011, após uma greve de mais de dois meses, o tema voltou ao centro das discussões na Universidade, levando a que todas as candidaturas à reitoria no pleito realizado no início do ano seguinte tivessem que se manifestar sobre o tema. O vencedor da consulta, que teve ampla maioria de votos dos trabalhadores técnico-administrativos, comprometeu-se em seu programa de gestão a “restabelecer a igualdade dos salários da Unicamp com os da Universidade de São Paulo (USP), “nos dois primeiros anos da gestão”.
Em junho de 2013, em ofício ao STU, o reitor José Tadeu Jorge reiterou o compromisso firmado, estabelecendo o prazo de abril deste ano para encerrar o processo de recomposição da isonomia. No entanto, este prazo venceu e, após muitas idas e vindas, cobranças, discursos do reitor de que a efetivação estaria “condicionada à arrecadação do ICMS e poderia nem ser viabilizada, a mobilização da categoria para ir a um nova greve levou a reitoria a apresentar novo cronograma para efetivação da paridade salarial com a USP. Pela nova proposta, aprovada em assembleia no dia 25 de maio, quando a arrecadação estadual deste ano chegar a R$ 92,2 bilhões será garantida uma referência para todos os servidores, exceto os já isonômicos (118 funcionários enquadrados no nível 01-F).
Além disso, está pactuado que:
Se a arrecadação estadual do ICMS chegar em R$ 94 bilhões, é possível garantir mais uma referência no nível médio e superior para os servidores que estão abaixo do piso;
Com R$ 94,5 bilhões, é possível garantir mais uma referência para todos os servidores que estão abaixo do piso;
E se o acumulado do ICMS atingir R$ 95,2 bilhões será possível garantir mais uma referência para todos e eliminar o saldo residual, completando o processo de efetivação da isonomia.
Embora não seja a efetivação da “isonomia já!”, como a categoria vem cobrando há cinco anos, os trabalhadores e trabalhadoras em assembleia precedida de dezenas de reuniões de unidades consideram um avanço importante a Universidade reafirmar o reconhecimento do direito à isonomia, impedindo que a conta da crise seja jogada sobre as costas daqueles que têm um papel fundamental na construção cotidiana da excelência da Unicamp.
Esse desenrolar das negociações internas à Unicamp ganhou ainda mais importância diante da lamentável postura do reitor da USP e presidente do Cruesp, Marco Antônio Zago, de encerrar unilateralmente as negociações com o Fórum das Seis encaminhando ao Conselho Universitário daquela Universidade a votação da proposta apresentada às entidades pelos reitores e reconhecidamente insuficiente até para a cobertura das perdas inflacionárias de maio/2014 a abril/2015.
O Fórum das Seis havia reafirmado disposição em negociar. Diante da realidade da crise, as categorias decidiram majoritariamente até discutir os 3% de reposição de perdas acumuladas se fosse garantido o índice de reajuste de 8,35% do ICV-Dieese. Como a proposta foi negada pelo Cruesp, o Fórum propôs que pelo menos os 7,21% de reajuste oferecido fossem pagos integralmente na data-base (em maio deste ano). E ainda numa última tentativa de negociação, o Fórum cobrou que o parcelamento fosse de 5,36% em maio e 1,76% em junho.
A preocupação das categorias, em toda a negociação, foi defender as universidades e valorizar os trabalhadores, visando assegurar melhores condições de trabalho e salário, e minimizar as perdas salariais já acumuladas. No entanto, o Cruesp mais uma vez mostrou indisposição em efetivar uma negociação real, recusando todas as propostas do Fórum e criando um fato consumado com a votação no CO/USP.
Por isso, os trabalhadores da Unicamp, em unidade com o Fórum das Seis, seguirão na luta:
– Pela retomada da isonomia entre os servidores das três universidades estaduais paulistas;
– Pela aprovação das propostas apresentadas pelas entidades à LDO/2016, visando ampliar o financiamento da Unicamp, USP, Unesp e Centro Paula Souza;
– Pela extensão do auxílio alimentação aos aposentados das três universidades;
– Pela garantia da reunião com a qual o Cruesp se comprometeu em setembro deste ano, a fim de avaliar as possibilidades de avanço nas negociações salariais;
– Pela aprovação da pauta específica na Unicamp.
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Boletim do STU 034/2015

Baixe aqui Boletim 34/2015, de 03 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2-Boletim_034final.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim dos Aposentados (Junho de 2015)

Baixe aqui Boletim dos Aposentados, de Junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/3-Boletim_dos_aposentados_Terceira_versao.pdf” language=”pt_BR”]

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29/5: Hoje é dia de paralisação!

Barrar o projeto que amplia a terceirização, as MPs 664 e 665 – que reduzem direitos – e o ajuste fiscal * Na Unicamp, concentração às 7 horas no estacionamento da creche (ao lado do Colégio Sérgio Porto).
 
As centrais sindicais (CUT, CTB, CSP-Conlutas, Intersindical, Nova Central e UGT) e diversas categorias realizam hoje atos e paralisações em todo país em resposta aos ataques a direitos e conquistas da classe trabalhadora embutidos no PL 30/2015 (número do PL 4330/2004 no Senado), nas medidas provisórias 664 e 665 e nos cortes orçamentários anunciados no último dia 22.
Com o projeto que legaliza a terceirização em qualqer área, o empresariado quer reduzir salários e direitos, aumentando seus lucros. Se o PL 30/2015 for aprovado no Senado, será o fim dos pisos salariais e acordos coletivos, já que a terceirização das atividades fins poderia envolver vários tipos de contratação e subcontração, inclusive como pessoa jurídica (PJ), enfraquecendo as categorias profissionais e sindicatos.
No serviço público a situação será ainda pior, aumentando o fisiologismo e empreguismo com fins políticos.
As MPs 664 e 665 triplicam o tempo que os trabalhadores precisam de carteira assinada para ter acesso ao seguro desemprego e ao PIS/PASEP. Além de criar uma “carência” de dois anos para concessão de pensão por morte (como se fosse possível controlar esse episódio).
• Não à privatização dos serviços públicos!
• Contra as péssimas condições de trabalho!
• Não ao assédio moral e às metas de produtividade superexploradoras.
• Fim dos acidentes de trabalho e das demissões imotivadas.
• Abaixo o ajuste fiscal do governo Dilma e cortes orçamentários.
• Nenhum direito a menos!
Atividades na Unicamp e caravana a São Paulo
O STU organizará ações conjuntas com o Sindicato dos Bancários de Campinas e Região.
A partir das 7 horas, concentração no estacionamento da creche, seguida de atos em frente ao portão F1 do HC e no RU denunciando a terceirização, contra a qual os trabalhadores da Universidade e o STU sempre lutaram.
Às 13 horas, no estacionamento da BC, saída para o ato em São Paulo (na Praça da República). Inscreva-se na secretaria do STU.
Quem não for a São Paulo pode participar do debate da Adunicamp, ao meio-dia.
Crianças
Filhos de servidores paralisados serão acolhidos na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Informar parceria com o STU, levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite se necessário.
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9 de junho tem assembleia geral, às 12 h no CB

No dia 09 (terça-feira), às 12 horas no CB, assembleia geral vai avaliar o resultado da última reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp, ocorrida no dia 25 de maio, os indicativos do Fórum das Seis e organizar a luta pelo reajuste e a isonomia.
Na segunda-feira (1º de junho), o Fórum das Seis se reúne em São Paulo para discutir os rumos da mobilização nas universidades estaduais, diante do fato de que o Cruesp não aceitou avançar na proposta salarial, mantendo os 7,21% de reajuste em duas parcelas (4% em maio, a ser paga no início de junho e 3,09% em outubro, com pagamento em novembro).
Luta por mais recursos na LDO
O Fórum das Seis também protocolou propostas de emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016. As entidades reivindicam que o cálculo do repasse seja feito com base no total do produto do ICMS-QPE, sem a retirada das alíquotas Habitação, Juros e Moras etc.
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Acidente no RU evidencia irregularidades e riscos para servidores

O acidente ocorrido na segunda-feira passada (25) no Restaurante Universitário, onde uma panela de pressão adaptada abriu, mostra que o funcionamento daquela unidade a toque de caixa coloca em risco a segurança dos trabalhadores. Ali é mais um setor onde a precarização causada pela terceirização prejudica os trabalhadores. Três funcionários se feriram e tiveram que tomar banho de mangueira porque não há chuveiros de emergência num local sujeito a acidentes como queimaduras, e não houve sequer possibilidade de remoção especializada até o CECOM.
O STU já publicou denúncias diversas sobre irregularidades no local, como a queda de um trabalhador sem equipamentos de proteção individual de um andaime no ano passado, maquinário adaptado com “gambiarras”, lavagem manual de pratos e bandejas.
Após o episódio de segunda-feira, o STU procurou a Prefeitura do Campus e dirigentes do sindicato foram recebidos pelo vice-prefeito. O professor Moacyr Trindade de Oliveira Andrade se comprometeu a tomar as providências necessárias e informou que formalizaria as comunicações de acidente de trabalho (CAT). No entanto, trabalhadores do local voltaram a denunciar que equipamentos em situação irregular, como a referida panela, que teria sido emprestada do HC, continuam em uso.
Questionada sobre a emissão das CATs, o prazo para aquisição de maquinário adequado e demais providências, até o fechamento desta edição a Unicamp ainda não havia respondido.
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Boletim do STU 033/2015

Baixe aqui Boletim 33/2015, de 29 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_033_finalPARAGRAFICA.pdf” language=”pt_BR”]

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28 de maio é dia nacional de mobilização em defesa da educação

Baixe aqui panfleto de 28 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Panfleto_28_05_2015final.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 032/2015

Baixe aqui Boletim 32/2015, de 27 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim-STU-32final.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do Fórum das Seis – 25/05/2015

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 25 de Maio de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim-do-F6-25-maio-2015.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim 031/2015

Baixe aqui Boletim 31/2015, de 25 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/BoletimSTU31_site.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim 030/2015

Baixe aqui Boletim 30/2015, de 22 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim030.pdf” language=”pt_BR”]

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Hoje é dia de paralisação! Plenária de Mobilização será às 9h, no CB, e ato às 14h, no Consu!

Hoje tem Plenária de Mobilização das 9h às 12h, no Ciclo Básico. Ato no Consu será realizado a partir das 14h e reunião entre o STU e a reitoria será às 14h30.

Hoje é dia de reunião de negociação com a reitoria e os trabalhadores da Unicamp paralisam as atividades para acompanhar os desdobramentos. Na última reunião (19 de maio), o reitor José Tadeu Jorge apresentou uma proposta de metodologia para discutir a efetivação da isonomia.
Em assembleia, os trabalhadores deliberaram pela participação do STU na reunião de hoje, na qual será discutida esta questão. Os trabalhadores propõem que a definição sobre a efetivação da isonomia se dê a partir da confirmação da arrecadação de R$ 91,5 bilhões e antes do mês de setembro.
A isonomia já está atrasada há um ano e os trabalhadores não aceitam mais nenhuma desculpa. A reunião com a reitoria será às 14h30. Pela manhã, das 9h às 12h, faremos uma Plenária de Mobilização para organizar nossa participação no dia da Nacional de Paralisação (rumo à greve geral), 29 de maio.

Acolhimento Infantil

Filhos e filhas de servidores que participarão da paralisação serão acolhidos na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Informar que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU, levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite se necessário.

 

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Entidades preparam paralisação para o dia 29 de maio

No dia 29 de maio, as centrais sindicais e os movimentos sociais construirão um dia nacional de paralisação contra a terceirização, o ajuste fiscal, em defesa dos direitos e da democracia. As entidades construirão atividades, paralisações e greves contra o conservadorismo no Congresso que tem atacado os direitos dos trabalhadores.
Na assembleia realizada no último dia 19 os trabalhadores da Unicamp aprovaram a participação na paralisação do dia 29.
O dia 29 de maio é um dia importante de unidade na luta contra as medidas que vêm sendo tomadas para garantir o pagamento de juros da dívida pública, enquanto os trabalhadores sofrem com o arrocho e ataques a seus direitos. Alguns desses ataques são as MPs 664 e 665 e o PL 4330 da terceirização.
Na plenária de mobilização que será realizada hoje às 9h, no CB, será debatida a participação do STU nesta luta em Campinas.
Nenhum direito a menos! Os trabalhadores não vão pagar pela crise!

Dia 28 as universidades federais entram em greve em defesa da educação pública

No dia 28 de maio, o Dia Nacional de Defesa da Educação, os professores das universidades federais entram em greve contra os cortes orçamentários e por melhores condições nas instituições públicas federais. É um momento importante em que mais professores dizem não à precarização do ensino público.

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Boletim do STU 029/2015

Baixe aqui Boletim 29/2015, de 21 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_STU_029.02.pdf” language=”pt_BR”]

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Amanhã é dia de paralisação pela isonomia!

Na reunião do STU com o reitor José Tadeu Jorge, realizada no dia 19 de maio, foi encaminhada uma nova reunião para amanhã (22) onde terá continuidade o processo de negociação.
A última assembleia autorizou o STU a discutir com a reitoria propostas de implementação da isonomia, tendo como referência a antecipação dos valores e a horizonte da proposta de gatilho apresentada pela reitoria.
Neste dia, por deliberação da assembleia, faremos um ato com paralisação para acompanhar a reunião de negociação.
Segunda-feira vamos parar a Unicamp, novamente!
Sabemos que a mobilização é essencial para alcançarmos o direito à isonomia. Por isso, na segunda-feira (25), acontece nova Assembleia Geral para avaliarmos os desdobramentos da reunião de negociação aqui na Unicamp. Será às 10h, no CB.
Nossa paralisação também será por conta da reunião entre o F6 e o Cruesp que também será realizada nesta data.
É imprescindível a participação da categoria neste momento decisivo, pois vamos discutir os rumos da nossa mobilização.
Só a luta garante nossos direitos! Então, amanhã e segunda-feira a Unicamp vai parar pela isonomia!

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Assembleia indica continuidade da negociação da isonomia

Na sexta-feira (22) trabalhadores voltam a paralisar as atividades para acompanhar nova reunião com o reitor. Dia 25 (segunda-feira) tem outra paralisação, reunião com o Cruesp e assembleia geral na Unicamp às 10 horas, no CB.

A mobilização dos trabalhadores e o indicativo de greve foram fundamentais para a mudança de tom na discussão com a reitoria na reunião de ontem. A evidência da importância da mobilização é que o reitor iniciou a reunião com o mesmo argumento de que sem dinheiro não tem isonomia. Os trabalhadores presentes questionaram a falta de propostas concretas de Tadeu, mantendo apenas manifestações verbais de boa vontade.
Em assembleia realizada na tarde desta terça-feira, os trabalhadores aprovaram a participação do STU na discussão sobre o detalhamento da proposta apresentada pelo reitor, que acontece na próxima sexta-feira (22 de maio). Para acompanhar o debate e pressionar pelo avanço das negociações, a assembleia também aprovou nova paralisação no dia 22.
E no dia 25 (segunda-feira), quando acontece a terceira rodada de negociações entre Cruesp e Fórum das Seis, em São Paulo, mais uma vez a categoria vai paralisar as atividades. Nesse dia, às 10 horas, haverá assembleia geral, no CB.
Em relação à proposta de metodologia de discussão apresentada pelo reitor, os trabalhadores decidiram defender que a definição sobre a efetivação se dê a partir da confirmação da arrecadação de R$ 91,5 bilhões e antes do mês de setembro. Os representantes do STU ressaltaram que a efetivação da isonomia está atrasada desde o ano passado, conforme o calendário estabelecido pelo próprio reitor.

Parâmetros da proposta discutida com a reitoria

CENÁRIO 1 – A previsão de arrecadação da Aeplan é de R$ 92,5 bilhões em 2015. Se esse cenário se confirmar seria possível, de acordo com o reitor, garantir 1 referência para todos os servidores que não estão isonômicos.

CENÁRIO 2 – Se a arrecadação ficar acima de R$ 92,5 e abaixo de R$ 95,29 bilhões, será construído um escalonamento de implementação das 2 referências nos pisos para todos os servidores que não estão isonômicos.

CENÁRIO 3 – De acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias deste ano, a arrecadação do ICMS ficará em R$ 95,29 bilhões. Se isso se confirmar, segundo Tadeu, será efetivada a isonomia para todos os servidores que não estão isonômicos. (2 referências no piso e 1 para todos).

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