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A greve na mídia

Confira a repercussão da greve na mídia.

A Cidade:

http://www.jornalacidade.com.br/noticias/NOT,0,492,1092952,Servidores+da+Unicamp+entram+em+greve+contra+salarios+acima+do+teto.aspx

Correio Popular:

http://correio.rac.com.br/_conteudo/2015/08/capa/campinas_e_rmc/358346-em-assembleia-servidores-da-unicamp-decidem-por-greve.html

Jornal GGN:

http://jornalggn.com.br/noticia/na-unicamp-funcionarios-fazem-greve-contra-altos-salarios

TN online:

http://tnonline.com.br/noticias/geral/58,344078,20,08,funcionarios-da-unicamp-entram-em-greve-contra-supersalarios.shtml

Rádio Evangelica:

http://www.radioevangelho.com/portal/artigos/noticias/2015/08/20/servidores-aprovam-greve-para-cobrar-corte-de-supersalarios-na-unicamp.html

Centralizado:

http://www.centralizado.com.br/economia/educacao/item/324747-.html

CBN:

Funcionários da Unicamp entram em greve contra supersalários

Diário do Grande ABC:

http://www.dgabc.com.br/Noticia/1552442/servidores-da-unicamp-entram-em-greve-contra-salarios-acima-do-teto

Folha de São Paulo:

http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2015/08/1671595-funcionarios-da-unicamp-entram-em-greve-contra-supersalarios.shtml

G1 Campinas:

http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/08/servidores-aprovam-greve-para-cobrar-corte-de-supersalarios-na-unicamp.html

Estadão:

http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,servidores-da-unicamp-entram-em-greve-contra-salarios-acima-do-teto,1747930

Portal Todo Dia:

http://portal.tododia.uol.com.br/_conteudo/2015/08/cidades/86826-servidores-da-unicamp-entram-em-greve-contra-supersalarios.php

Bem Paraná (Brasil):

https://www.bemparana.com.br/noticia/401777/funcionarios-da-unicamp-entram-em-greve-contra-supersalarios

Yahoo Noticias:

https://br.noticias.yahoo.com/servidores-unicamp-entram-greve-sal%C3%A1rios-acima-teto-230400197.html

Em.com:

http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2015/08/20/interna_nacional,680492/servidores-da-unicamp-entram-em-greve-contra-salarios-acima-do-teto.shtml

Folha Vitória:

http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2015/08/servidores-da-unicamp-entram-em-greve-contra-salarios-acima-do-teto.html

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Boletim do STU 050/2015

Baixe aqui Boletim 50/2015, de 21 de agosto de 2015.

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Assembleia aprova GREVE

Trabalhadores cansaram da enrolação da reitoria e da falta de posicionamento sobre a pauta de reivindicações da categoria e exigem o fim dos supersalários, das duplas matrícula e revogação da portaria GR-02/2015 (que estabelece o contingenciamento das contratações).

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia nesta quinta-feira (20) decidiram pela entrada imediata em greve por tempo indeterrminado. A decisão foi motivada pela indignação da categoria frente aos supersalários e as duplas matrículas e pela falta de resposta às reivindicações da pauta específica encaminhada em maio deste ano.

Com esta decisão, os servidores reafirmaram que não aceitam pagar a conta da crise, especialmente porque o momento financeiro da Universidade é propício ao atendimento das reivindicações, já que o reitor não enxerga a crise, nem falta de recursos, quando é para defender os supersalários e as duplas matrículas.
O objetivo agora é de fortalecer a luta e organizar uma greve que pressione a reitoria a apresentar respostas concretas às pautas encaminhadas na reunião da próxima quinta (27).

AGENDA

21 de agosto – Início da greve
9h – Reunião em todas as unidades para discussão da greve.
10h – Concentração no Ciclo Básico.
13h – Reunião aberta do Comando de Greve, no saguão do Ciclo Básico.

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Departamento Jurídico do STU combate alarmismo e reafirma defesa dos direitos

Ontem (19), no 3º Diálogo do Jurídico com a categoria, voltou a ser discutida a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo ação sobre a mudança de regime trabalhista de servidores contratados entre 1º de janeiro de 1985 e 05 de outubro de 1988. O advogado Thiago Cremasco reafirmou que a resolução adotada pelo Conselho Universitário em 2013 apenas corrige uma situação de falta de isonomia contratual, o que deveria ter sido feito desde a promulgação da Constituição.
Cremasco também ressaltou que para esses funcionários nada muda até o trânsito em julgado da ação (quando não será mais cabível recursos), o que pode demorar anos.
Thiago e os diretores do STU presentes frisaram que neste momento é muito importante que os servidores fiquem tranquilos e não levem em consideração “boatarias e achismos”, pois ninguém pode prever qual será a decisão final e muito menos quando ela ocorrerá. Também foi afirmado que essa é uma situação que foi gerada pela Unicamp, que tem total responsabilidade para assegurar que os servidores não sejam penalizados.
O Jurídico acompanha o caso e atuará para preservar os direitos dos trabalhadores, afirmou Cremasco.
Em breve será realizado o 4º Diálogo Jurídico. E os advogados do sindicato também vão se reunir com a Procuradoria da Universidade para discutir o trâmite do recurso da Unicamp junto ao Supremo Tribunal Federal.

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Boletim do STU 049/2015

Baixe aqui Boletim 49/2015, de 20 de agosto de 2015.

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20 de agosto: Dia de paralisação, ato e assembleia geral

Manifestação será realizada a partir das 9 horas em frente à reitoria * Ao meio-dia tem assembleia na Praça da Paz * Servidores exigem isonomia já, fim dos supersalários e das duplas matrículas, revogação da portaria GR-02/2015 e negociação da pauta específica.

A partir das 9 horas desta quinta-feira (20), todos os servidores da Universidade deverão se reunir em frente à reitoria para realizar um grande ato com paralisação.
As pautas que movem essa manifestação são de conhecimento de toda a categoria: efetivação da isonomia dos pisos salariais com a USP, transparência nas contas extra-orçamentárias, que a Unicamp divulgue a composição dos salários, o fim das duplas matrículas, e que o valor hoje gasto com os vencimentos excedentes ao limite remuneratório seja imediatamente revertido na isonomia, revogação da Portaria GR-02 (que estabelece o contingenciamento das contratações) e abertura de negociação da pauta específica (veja abaixo) protocolada em maio.
Após o ato, ao meio-dia na Praça da Paz, assembleia geral vai debater os próximos passos da mobilização.
Hoje à tarde o chefe de gabinete do reitor, professor Paulo César Montagner, encaminhou ofício ao sindicato marcando para o próximo dia 27 (quinta-feira) às 15 horas, reunião para debater os pontos cobrados acima, que foram ressaltados em ofício encaminhado pelo STU à reitoria no último dia 13.
Os trabalhadores da Unicamp vão mais uma vez reafirmar que não aceitam pagar a conta a crise, especialmente porque o momento financeiro da Universidade é propício ao atendimento das reivindicações, já que o reitor não enxerga a crise quando é para discutir o teto, os supersalários e as duplas matrículas.

Ofício encaminhado ao STU:

oficio

 

Pauta Específica 2015:

pauta

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Boletim do STU 048/2015

Baixe aqui Boletim 48/2015, de 19 de agosto de 2015.

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3º Diálogo com o Jurídico terá informe sobre o acórdão do TJSP acerca da mudança de regime

Foi divulgado na última quinta (13) o acórdão que trata da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo sobre o processo da mudança de regime.
Durante o 3º Diálogo do Jurídico do STU com a categoria, que acontecerá no auditório do HC, das 12 às 14 horas, neste dia 19 (quarta-feira), serão dados informes sobre o significado do conteúdo da decisão. E, conforme combinado na última reunião entre o sindicato e a Procuradoria da Unicamp (ocorrida no dia 12), em breve haverá nova reunião com a Procuradoria para discutir os trâmites dos recursos.

Também estarão na pauta do encontro os debates sobre questões trabalhistas e previdenciárias, assédio moral, desaposentação, ação da URV, correção do FGTS e outros assuntos.

Acesse aqui a íntegra do acórdão.

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Boletim do STU 047/2015

Baixe aqui Boletim 47/2015, de 17 de agosto de 2015.

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Negociações sobre o TAC contra o assédio moral avançam

Em reunião ocorrida na última sexta-feira (14) na sede do Ministério Público do Trabalho, foi possível avançar em vários pontos para o aprimoramento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sobre o assédio moral da Unicamp. A maioria das propostas apresentadas pelo STU foram incorporadas ao texto e referendadas pela Unicamp e a Adunicamp, cuja diretoria também esteve representada na reunião.
Sobre três pontos propostos pelo sindicato não houve acordo com a Universidade. São eles: unificação dos procedimentos demissionais na Funcamp conforme o que é praticado na Unicamp, avaliação das chefias e proibição de que chefes punidos por assédio moral possam assumir novamente cargos de comando.
Em relação à avaliação das chefias pelos trabalhadores, no entanto, diante do quadro de denúncias comprovadas pelo sindicato, a categoria passa a contar com o apoio do Ministério Público do Trabalho. O procurador fez constar na ata da audiência que se posiciona pela “obrigatoriedade de cláusula nesse sentido” e deu 15 dias para a Universidade apresentar proposta de texto garantindo esta compreensão.
Ainda segundo o procurador, a avaliação das chefias pelos servidores é “imprescindível para o efetivo combate ao assédio moral”.
Foi então marcada nova audiência para o dia 31 de agosto, a fim de concluir as negociações. Depois disso deve ser marcada a audiência pública para assinatura do TAC dentro da Unicamp. O STU avalia que essa nova fase será fundamental para garantir a efetividade do Acordo Coletivo sobre o Assédio Moral assinado em 2007.
Pelo STU estiveram presentes Elizabeth Cardozo (a Beth), Iuriatan Muniz (o Iuri), Osvaldo Salles e Teófilo Reis, além do advogado Thiago Cremasco.
Em relação à proibição de que chefes punidos por assédio possam voltar a assumir chefias, o procurador Luis Amgarten frisou a importância da Unicamp cumprir aLei 12.250/2006, que regula as penalidades aos praticantes de assédio moral na administração pública.
Processo administrativo aberto no COTIL
Em relação às denúncias formalizadas na última audiência com o MPT, de que o diretor do Colégio Técnico havia intensificado as agressões verbais a servidores e adotado a prática de desdenhar do sindicato, a Unicamp comprovou que foi aberto procedimento administrativo.
Em relação a este caso o procurador requereu à Universidade que avalie pedido de suspensão do professor Paulo Sérgio Saran da diretoria geral do Cotil, “tendo em vista a continuidade dos atos praticados”. O pedido de afastamento temporário de Saran, durante as investigações, foi ratificado pela Adunicamp.
O sindicato acompanhará de perto este procedimento, a fim de encerrar definitivamente a longa trajetória de assédio moral coletivo a que vêm sendo submetidos os servidores daquela unidade.
Novas denúncias na Anestesiologia do HC
Durante a audiência também foi formalizada como parte das denúncias analisadas pela Procuradoria do Trabalho, notícia de prática de assédio moral no setor de Anestesiologia do HC, em particular contra o chefe de departamento, Adilson Roberto Cardoso.
A denúncia foi protocolada diretamente no MPT, que já encaminhou à Unicamp pedido de providências. O sindicato acompanhará o processo, que tramita em sigilo de justiça.
Funcamp deverá ter processo em separado
O STU também havia proposto incluir no Termo de Ajustamento de Conduta que fosse assegurada equidade nos processos de demissão entre trabalhadores contratados pela Unicamp ou pela Funcamp. No entanto, o Ministério Público do Trabalho avalia que não seria possível introduzir de imediato tal cláusula no TAC por ser a Fundação uma entidade jurídica diversa da Universidade.
Entretanto, o MPT determinou que seja instaurada investigação em separado sobre as denúncias apresentadas pelo sindicato.
Para Beth, diretora do STU, esta foi outra “vitória importante porque agora a Funcamp será chamada a se explicar diretamente. E também vão chamar o STU e o SEAAC para acompanhar o processo”.
Iuri avalia que “estamos próximos da assinatura do TAC, que só não fechou porque a Unicamp foi totalmente intransigente frente à ideia de implementar avaliação das chefias por parte dos subordinados”.
Resumo das negociações das propostas apresentadas pelo STU
– Afastamento temporário da chefia denunciada por assédio, tendo em vista que o servidor é afastado quando sofre procedimento disciplinar. APROVADO
– Delimitação de prazo para apuração das denúncias. APROVADO
– Responsabilizar a Universidade pelo encaminhamento e instauração do procedimento, caso a Universidade tenha conhecimento de práticas de assédio. APROVADO
– Responsabilizar o assediador por improbidade administrativa. APROVADO
– Instituir a avaliação de chefias pelos subordinados, podendo o chefe ser obrigado a passar por cursos de aperfeiçoamento ou destituído do cargo se for mal avaliado. Será discutido no dia 31, com posicionamento favorável do MPT. 
– Unificação dos procedimentos demissionais para os trabalhadores contratados pela Funcamp, nos mesmos moldes do que é exigido para demitir um trabalhador contratado diretamente pela Unicamp (com garantia do direito de defesa, procedimento administrativo etc). Será discutido após investigação em separado.
– Impedimento de assunção de cargos de chefia por aqueles que foram punidos por prática de assédio moral. NÃO HOUVE CONSENSO
 
– Pagamento de multa por parte do assediador ao assediado, como indenização por danos psíquicos. NÃO HOUVE CONSENSO
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Boletim do STU 046/2015

Baixe aqui Boletim 46/2015, de 13 de agosto de 2015.

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Diretor do STU ao Jornal da Unicamp: ‘Constituição deve ser respeitada’

O coordenador do STU João Souza Kiko falou ao Jornal da Unicamp sobre a política do sindicato de defesa do respeito à lei do teto salarial. Confira abaixo a matéria do jornalista Manuel Alves Filho:

“O teto salarial e a transparência na gestão dos salários fazem bem ao serviço público. Portanto, é importante que esses mecanismos existam. Agora, se o teto não é adequado, essa é uma discussão que precisa ser feita separadamente”. O entendimento, que representa também a posição do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), é do diretor da entidade, João Raimundo Mendonça de Souza, o Kiko. De acordo com ele, o STU defende a aplicação da emenda constitucional que limita os vencimentos dos servidores públicos paulistas, inclusive os das universidades, aos proventos do governador do Estado, hoje fixados em R$ 21,6 mil.

O pressuposto básico do STU, conforme Kiko, é o de que a Constituição Estadual precisa ser cumprida. Ele reconhece, porém, que o fato de o teto salarial dos servidores estar vinculado ao salário do governador cria problemas, principalmente para profissionais de maior qualificação que se encontram no topo da carreira, como é o caso dos docentes mais experientes da Unicamp, USP e Unesp. Ele lembra que na maioria dos outros Estados os salários do funcionalismo público estão vinculados aos vencimentos dos desembargadores, que também são servidores que cumprem uma carreira.

Nesses Estados, o teto em vigor é significativamente maior que o de São Paulo. No Paraná, por exemplo, esse limite é de R$ 33,7 mil. “Nas discussões que temos feito dentro do Fórum das Seis [instância representativa de docentes, funcionários e estudantes das três universidades públicas paulistas], há a compreensão de que esse teto precisa ser revisto. Um professor que esteja no topo da carreira, mesmo que não tenha incorporado nenhum tipo de gratificação ao longo do tempo, já alcança o teto constitucional. Entretanto, enquanto esta questão não é revista, a Constituição deve ser respeitada”, reforça o dirigente do STU.

Kiko também defende maior transparência na gestão dos salários do serviço público, na Unicamp em particular. Segundo ele, a questão da chamada “segunda matrícula”, que nas suas palavras era de conhecimento restrito, surgiu de forma transparente somente agora, com a divulgação pública dos vencimentos dos servidores docentes e técnico-administrativos da Universidade. “Esse ponto precisa ser devidamente esclarecido tanto para a comunidade universitária, quanto para a sociedade em geral. Outro tema que precisa ser explicado é o mecanismo que permite que os docentes obtenham uma complementação salarial de até 100%”, afirma.

Na avaliação do diretor do STU, é indispensável a construção de uma política no âmbito da Unicamp que permita uma discussão mais ampla e transparente dos recursos orçamentários e extra-orçamentários, como forma de estabelecer prioridades para os gastos. Ainda em relação ao teto salarial, Kiko entende que a solução encontrada pela Universidade, que promoveu o congelamento de reajustes e aumentos, não atende por completo o que determina a Constituição Estadual. “Quem ganhava acima do teto, continua ganhando. O pareamento com os vencimentos do governador só ocorrerá com o decorrer do tempo”, pondera.

Kiko admite que o possível rebaixamento dos salários dos docentes, como condição ao cumprimento da emenda constitucional que estabeleceu o teto salarial, pode gerar situações indesejáveis, como a fuga dos quadros mais qualificados e experimentes da Unicamp para instituições federais ou de outros Estados, nas quais a realidade salarial é significativamente superior. “Esse risco existe, principalmente no médio e longo prazo. Entretanto, é preciso considerar que um pesquisador ou docente não vem trabalhar na Unicamp somente por causa do salário que a Universidade oferece. A excelente reputação da instituição, inclusive em nível internacional, também pesa nessa decisão”.

Ainda conforme o dirigente sindical, a política salarial da Unicamp precisa estabelecer uma coerência entre o teto e o piso pago aos seus profissionais. “Os salários não podem ser tão altos que permitam regalias que outras categorias não têm e nem tão baixos que impeçam que o servidor leve uma vida digna. O ideal é que a remuneração seja adequada à função e que permita a atração e retenção dos melhores profissionais. Nós do STU entendemos, por exemplo, que o piso salarial nas três universidades públicas paulistas deveria ser o salário mínimo calculado pelo Dieese [Departamento Intersindical Estatística e Estudos Socioeconômicos]”, diz. Em junho, conforme o Dieese, esse mínimo deveria ser de R$ 3.299,66.

Na atualidade, prossegue Kiko, somente as chamadas carreiras típicas do Estado, como as vinculadas aos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público, têm funções bem remuneradas. No restante do serviço público estadual, diz, a grande parcela do funcionalismo ainda é mal paga. Por fim, o diretor do STU considera que a recente divulgação pública dos salários praticados na Unicamp leva à reflexão e ajuda a esclarecer a sociedade para a importância da definição de carreiras no âmbito do serviço público.

A Universidade, pontua Kiko, é ou deveria ser um laboratório para a execução de experiências concretas de organização do trabalho na esfera pública. “Isso traz reflexos importantes para a qualidade das atividades de uma escola pública de nível superior como a Unicamp, que são o ensino, a pesquisa e a extensão. Nós ainda estamos longe de atingir esse patamar, mas não podemos perder o objetivo de vista. É fundamental que envolvamos a sociedade nesse debate, que em última análise visa à valorização do serviço público”.

Confira aqui a matéria no site de origem

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Boletim do STU 45/2015

Baixe aqui Boletim 45/2015, de 10 de agosto de 2015.

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STU se reúne outra vez hoje com MPT e reitoria para discutir o TAC contra o assédio moral

Dirigentes do STU se reúnem com o procurador do trabalho Eduardo Luís Amgarten e representantes da reitoria da Unicamp, hoje às 11h30 na sede do Ministério Público do Trabalho em Campinas, para discutir as mudanças no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sobre o combate ao assédio moral na Universidade. Na última reunião, que aconteceu no dia 21, as negociações avançaram – com a Unicamp formalizando seus posicionamentos sobre a minuta elaborada pelo MPT e o sindicato apresentando diversas propostas que serão debatidas para possível incorporação no documento.

A expectativa da direção do STU é que na reunião de hoje sejam possíveis novos avanços no sentido de garantir o cumprimento efetivo do Acordo Coletivo assinado em 2007. Cabe lembrar que os trabalhadores tiveram papel fundamental nesta ação do TAC, uma vez que propuseram questões para aprimorar o Termo de Ajustamento de Conduta.

Propostas do STU e da categoria ao TAC:

– Unificação dos procedimentos demissionais para os trabalhadores contratados pela Funcamp, nos mesmos moldes do que é exigido para demitir um trabalhador contratado diretamente pela Unicamp (com garantia do direito de defesa, procedimento administrativo etc).

– Instituir a avaliação de chefias pelos subordinados, podendo o chefe ser obrigado a passar por cursos de aperfeiçoamento ou destituído do cargo se for mal avaliado.

– Afastamento temporário da chefia denunciada por assédio, tendo em vista que o servidor é afastado quando sofre procedimento disciplinar.

– Delimitação de prazo para apuração das denúncias.

– Pagamento de multa por parte do assediador ao assediado, como indenização por danos psíquicos.

– Responsabilizar a Universidade pelo encaminhamento e instauração do procedimento, caso a Universidade tenha conhecimento de práticas de assédio.

– Responsabilizar o assediador por improbidade administrativa.

 

 Vídeo – Assista ao vídeo da Audiência Pública sobre Assédio Moral realizada em 24 de junho de 2015, clique aqui.

 

 

 

 

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Boletim do STU 44/2015

Baixe aqui Boletim 44/2015, de 06 de agosto de 2015.

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Boletim do STU – Especial Jurídico – Agosto/2015

Baixe aqui o Boletim do STU – Especial Jurídico – Agosto/2015.

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XIII Seminário Internacional Paulo Freire – 1 e 2 de setembro de 2015

Para participar é só encaminhar a sua inscrição:

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    Boletim do STU 43/2015

    Baixe aqui Boletim 43/2015, de 30 de julho de 2015.

    [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/07/Boletim_stu-43.pdf” language=”pt_BR”]

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    STU quer cumprimento da lei e Unicamp mais transparente

    Não é de hoje que o STU vem lutando por uma Unicamp mais transparente. Isso porque o sindicato avalia como importante o cumprimento da lei de Acesso à Informação, em vigor desde 2012. Pois por meio desta legislação é que podemos cumprir com outra luta que também vem sendo mantida pela entidade que é, a do fim dos supersalários, ou seja, aquilo que ultrapassa o teto salarial estabelecido em lei.
    Funcionários administrativos que ganham mais que o Governador Geraldo Alckimin, é um exemplo dos escândalos que envolvem essa questão. Não se trata de questionar se os servidores merecem tal quantia ou não, mas o que o STU quer é que o justo seja feito. Se existe uma lei que determina um teto, então, que ela seja aplicada.
    Após uma determinação judicial, cobranças do STU e de órgãos de imprensa, a Universidade disponibilizou informações sobre os gastos com salários. Nela consta que mais de 700 servidores recebem acima do teto. Um dos exemplos é de um servidor que recebeu no mês de junho, o salário de R$ 60.349,17 – ou seja, quase o triplo do limite definido por lei. O nome do reitor aparece na lista inscrita em duas matrículas: numa delas recebe salário bruto de R$ 14.938,99. Em outra, o salário é de R$ 35.055,81. Há, ainda, diversos casos em que salários superam os R$ 30 mil e centenas acima dos R$ 20 mil por mês (Com informações do G1).
    O STU não vai desistir de tornar de conhecimento de todos tudo que é feito dentro da Unicamp, por isso, é necessária a participação do servidor em cobrar essa transparência.

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    Festa Julina dos Aposentados

    A Festa Julina dos Aposentados da Unicamp acontece no dia 24 de julho (sexta-feira), das 14 às 17h30, na Associação Campi­neira dos Funcionários Públi­cos, que fica na Rua José de Alencar, 795, no Centro de Campinas.

    O arraial, organizado pela Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, terá pipoca, quentão, doces típicos, música da roça e muita dança caipira. Venha vestido a caráter porque a festa vai ser animada!

    A confraternização é uma boa oportunidade de integrar os trabalhado­res aposentados. Participe e traga a sua família!

    Ligue no STU e confirme sua presença até 17/07. Esperamos você no arraial!