Categoria UNICAMP

porFernanda de Freitas

Trabalhadores que cumprem turnos na Área da Saúde reivindicam 30h/semanal

Os trabalhadores da Área de Saúde que desempenham atividades na área assistencial e cumprem turnos (segunda a segunda-feira ou de segunda a sexta-feira) ainda não foram contemplados com o projeto de 30 horas/semanal.

Para cobrar providências imediatas da chefia a categoria decidiu elaborar um abaixo assinado reivindicando o direito conquistado, porque essa desigualdade tem ocasionado descontentamento e prejuízo aos servidores.

Compartilhe o abaixo assinado com seus colegas e ajude a coletar assinaturas. Faça o download.

 

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porFernanda de Freitas

Vitória histórica: profissionais da DEdIC conquistam curso de formação

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Professora Zilda Farias, ex-diretora do STU, celebra a conquista de uma luta histórica

Na tarde desta quinta-feira (25) aconteceu a aula inaugural do Curso de Especialização em Educação de Crianças e Pedagogia da Infância.

Esse programa de formação é resultado da parceria entre a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) e a Faculdade de Educação (FE). A iniciativa é uma luta histórica das profissionais da DEdIC que reivindicam uma formação em serviço que possibilite o estudo das professoras durante o expediente. O curso é dirigido às professoras da Educação Infantil (CECI e CAS) e da Educação não Formal (Prodecad).

Durante o evento, que aconteceu no Salão Nobre da FE, a coordenação do curso parabenizou a professora Zilda Farias, ex-diretora do STU, pela luta incansável para concretizar essa iniciativa. Ela e as demais profissionais da DEdIC não mediram esforços para dialogar com a FE, Instituto de Artes (IA), Faculdade de Educação Física (FEF) e Faculdade de Tecnologia (FT) para elaborar um projeto conjunto de formação continuada multidisciplinar.

Zilda contou que essa demanda por formação tem mais de 10 anos e que as funcionárias batalharam muito, nos últimos tempos, para que esse curso acontecesse. Explicou também que a Comissão Permanente de Formação de Professores da Comissão Central de Graduação (CCG) e a FE acolheu o projeto e, prontamente, passou a discutir com as áreas correlatas sua implantação.

“Essa iniciativa do curso é uma vitória e uma conquista que vem sendo travada há muitos anos dentro da Unicamp. Esse projeto prova que a educação pode ser integradora, humana, social e emancipatória também… Acredito que é na militância dos movimentos de educação e sindical que construímos estas e outras consciências para avançar nessa universidade em relação a formação, carreira e tudo que temos direito”, concluiu Zilda.

A reitoria acertou ao implantar o Curso de Especialização em Educação de Crianças e Pedagogia da Infância, pois demonstra a preocupação em investir na formação das profissionais da DEdIC e na valorização da educação infantil. Além disso, a universidade dá um passo importante no reconhecimento da necessidade da educação em serviço e da regulamentação da jornada das profissionais – que prevê carga horária para formação continuada. Sem dúvida essa iniciativa servirá de modelo para os programas de ensino infantil das demais universidades públicas do país.

STU presente na luta

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Diretoria do STU esteve na aula inaugural do curso de especialização

As vitória não é só das professoras, mas também dos pais e das crianças que contarão com profissionais com maior capacidade de cuidados. Com a ampliação da formação das professoras, as crianças terão mais estímulos no campo cognitivo, emocional, educacional etc., pois o curso possibilita atender mais e melhor essas crianças.

Sobre o papel do STU nessa luta, a professora Zilda afirmou na aula inaugural que a atuação do sindicato foi fundamental nesse processo. “Agradecemos ao STU pelas contribuições nas lutas por educação e pela formação profissional e política. A entidade também é responsável por essa nossa conquista”.

Todos esses anos o STU esteve ao lado das profissionais da DEdIC para que essa formação profissional saísse do papel. Essa vitória é fruto de muita mobilização e luta das profissionais da educação infantil. Agora o próximo passo é lutar pela ampliação das vagas para que todas as professoras tenham acesso à formação e pela regulamentação da jornada de trabalho.

“Para o STU o atendimento dessa reivindicação é uma vitória das profissionais da DEdIC, que entenderam a importância do aprimoramento profissional e da melhoria das suas atividades e, principalmente, das crianças que frequentam o programa porque essa formação deve melhorar os cuidados prestados em todos os seus aspectos”, explicou a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa.

Sobre o curso de especialização

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Plateia loto o Salão Nobre da FE no lançamento do curso de especialização

Este projeto se assenta no estabelecido pelas Leis n. 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB) e n. 13005/14 (Plano Nacional de Educação – PNE) no que se refere à formação de profissionais da educação.

De acordo com o artigo 61 da LDB alterada pela Lei nº 12.014 de 2009, entende-se como profissionais da educação escolar, professores habilitados em nível médio ou superior para a docência; trabalhadores em educação portadores de diploma de Pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas; e ainda, trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim.

No que tange à necessidade de investimentos na formação de tais profissionais, a LDB indica a necessidade de oferta de formação capaz de atender às especificidades do exercício de suas atividades, assim como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica e o Plano Nacional de Educação aprovado em 2014 especifica a necessidade de formação continuada dos (as) profissionais da educação como estratégia para atingir a meta 7, que é “fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades” (BRASIL, 2014). O PNE também estabelece em sua meta 16 “formar, em nível de pós-graduação, 50% (cinquenta por cento) dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos (as) os (as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino” (idem).

Frente ao exposto, destaca-se que o projeto aqui apresentado propõe-se a contribuir para garantir o cumprimento da meta 16 do PNE no que diz respeito à formação em nível de pós-graduação das/os profissionais da educação infantil que atuam em suas instituições.

Destaca-se, ainda, que a proposta apresentada segue as orientações do Conselho Nacional de Educação (CNE/MEC) apresentadas na Resolução CNE nº.005/09 quanto ao Currículo da Educação Infantil (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil – DCN/EI).

A partir do diálogo com um grupo de docentes da Unicamp, sob coordenação da Comissão Permanente de Formação de Professores (CPFP), ligada à Comissão Central de Graduação (CCG) da Pró-Reitoria de Graduação (PRG), configurou-se um Grupo de Trabalho (com a participação de docentes da Faculdade de Educação, do Instituto de Artes, da Faculdade de Educação Física e da Faculdade de Tecnologia) para elaboração de uma proposta conjunta de oferecimento de um curso de especialização voltado aos profissionais da educação infantil.

Pretende-se, portanto, oferecer às/aos cursistas subsídios para que possam desenvolver com as crianças uma educação infantil pautada nos princípios éticos (da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades), políticos (dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática) e estéticos (da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais) estabelecidos pelas DCN/EI em seu art.6º.

Objetivos gerais

1. Propiciar às/aos profissionais oportunidades de ampliar e aprofundar conhecimentos acerca da infância e da educação de crianças, integrando-os à dimensão ética, estética e política.

2. Propiciar aos profissionais oportunidades de analisar e desenvolver propostas de organização do trabalho pedagógico com crianças, refletir sobre os percursos pedagógicos no cotidiano e as possibilidades de transformá-los quando necessário.

3. Propiciar aos profissionais oportunidades de ampliar seus conhecimentos literários, teóricos e de pesquisas recentes no campo da educação, arte, educação física, sociologia, psicologia, antropologia, educação ambiental e de outros campos, relacionando-os à infância e reconhecendo a complexidade da prática educativa e seus múltiplos determinantes.

4. Oferecer subsídios para que a/o profissional, como parte de uma equipe de trabalho possa planejar e desenvolver sua prática pedagógica de forma fundamentada com autonomia e segurança pedagógica.

5. Oferecer subsídios para a realização de avaliação permanente de todo trabalho docente e gestor.

6. Atender às demandas de formação de profissionais durante a jornada de trabalho, tal como estabelece a Lei nº 11.738/2008, regulamentada pelo Parecer CNE/CEB nº 18/2012 – Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação inicial em nível superior – Resolução nº 2- 1ºjulho/2015.

 

poradmin

Fórum das Seis prepara campanha salarial unificada 2016

Recomposição salarial e isonomia dos pisos entre nas três universidades são as prioridades.

Com a proposta de manutenção do eixo da campanha salarial do ano passado – “Arrocho não! Isonomia já!” – a pauta retoma as reivindicações não atendidas no ano passado, a luta pela isonomia salarial na USP, Unicamp e Unesp, e inclui a atualização da proposta de reajuste.
Sobre o percentual para reposição de perdas o Fórum propõe que seja avaliada nas assembleias de base nas três universidades a reposição pelo ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 e a reposição parcial das perdas históricas, onde já se aponta um índice de 3% para diminuir a defasagem salarial acumulada ao longo dos anos.
Também será avaliado pelas assembleias se a pauta manterá a reivindicação de “nova negociação salarial em setembro/outubro 2016”, reafirmando a responsabilidade dos reitores em cumprir o acordo firmado em 1991, ou se manter essa demanda pode facilitar às administrações parcelar o percentual de reajuste.
A diretoria do STU lembra que em 2015 o parcelamento não garantiu a reposição da inflação acumulada ao longo do ano.

Financiamento
A luta pelo aumento do financiamento dos atuais 9,57% do ICMS para 11,6% também está na pauta. Congelada há mais de 20 anos, a destinação de recursos às universidades estaduais paulistas é absolutamente insuficiente e tem levado ao desmonte dos principais centros de pesquisa e formação superior do país. Na USP já foi aprovada a entrega do hospital de Bauru à Secretaria de Saúde e houve extinção de cargos, fechamento de creches e leitos no HU. Na Unesp estão suspensas as avaliações para progressão nas carreiras docente e técnico-administrativa. E na Unicamp os contingenciamentos estabelecidos pelas resoluções GR 02/2015 e GR 015/2015 afetam a reposição de pessoal, planejamento estratégico e o funcionamento cotidiano da Universidade.

Fortalecer a mobilização na Unicamp
Aqui na Universidade é preciso construir uma grande mobilização a partir das unidades para garantir a retomada da discussão com a reitoria sobre a isonomia dos pisos salariais com a USP e o reajuste dos vencimentos e do auxílio alimentação.
Há dois anos não é realizada a avaliação para as progressões na carreira e ainda estamos quatro referências abaixo dos valores praticados na Universidade de São Paulo. Além disso, desde 2013 o auxílio alimentação não é reajustado. E o reitor descumpriu os compromissos relativos à integralização da isonomia dos pisos salariais com a USP.
Para discutir a pauta geral e específica da campanha salarial é fundamental a realização das reuniões de unidade e o fortalecimanto da mobilização em cada local de trabalho, além de realizarmos uma grande assembleia no próximo dia 9/3.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar

É com pesar que informamos o falecimento do companheiro Celso Ap. Rodrigues. O sepultamento ocorre nesta sexta-feira (29), às 16h, no Cemitério da Saudade.

Celsinho do Parque Ecológico, como era conhecido, foi diretor do STU na segunda Gestão “Ainda é Proibido Proibir” (1994/1996) e, atualmente, era membro do Conselho de Representantes (CR) do sindicato.

O STU lamenta profundamente o ocorrido e presta sua solidariedade aos familiares e amigos desse valoroso companheiro.

O Cemitério da Saudade fica na Praça Voluntários de 32, s/n (Av. da Saudade – Ponte Preta) em Campinas/SP.

porFernanda de Freitas

Feira de Artesanato e Quitutes

Cerca de 70 expositores irão compor a Feira de Artesanato e Quitutes do STU, neste primeiro semestre.

Os novos feirantes irão expor seus produtos na Praça do Ciclo Básico, toda quarta e quinta-feira, das 9 às 16h.

Temos muitas barracas de artesanato – bijuterias, semijoias, roupas e sapatos –; comidas italianas, mexicana, japonesa e árabe; salgadinho, suco, tapioca, batata recheada, pastel, salada e lanche; doces – sorvete, raspadinha, bolo, bombons, torta, churros, cocada, entre outros produtos. Há também uma barraca de sebo e antiguidades.

Neste ano a feira tem início em fevereiro na semana do Carnaval. Desta forma, excepcionalmente, a exposição acontece nos dias 11 e 12 de fevereiro (quinta e sexta-feira), a partir das 9h, na Praça do Ciclo Básico.

Feira já se tornou tradição dentro da Universidade

Novos expositores que irão integrar a Feira de Artesanato e Quitutes do STU

Novos expositores que integrarão a Feira de Artesanato e Quitutes do STU

Desde sua criação, há mais de 15 anos, a Feira de Artesanato e Quitutes do STU tem sido um importante espaço para que funcionários, alunos e aposentados da Unicamp exponham seu trabalho para um público diversificado com objetivo de expandir seu negócio e, em alguns casos, complementar a renda da família.

Para o STU é um orgulho alavancar o trabalho artesanal dos funcionários organizando uma feira que expõe produtos de qualidade a preços acessíveis.

Como se inscrever

O interessado deve se inscrever no STU, mediante pagamento de taxa de inscrição. O período de inscrição é de 1 a 30 de Junho e de 1 a 15 de Dezembro. O cadastramento tem validade de seis meses, devendo ser renovado ao final desse prazo.

Só é permitido participar da feira o expositor que tenha vínculo com a universidade ou que seja filiado ao STU.

Mais informações podem ser obtidas com a Martha (secretaria do STU) nos telefones 3289-4242 / 35217147 / 35213498.

porFernanda de Freitas

Mudança de Regime será discutida em nova assembleia

Cerca de 150 trabalhadores lotaram o Auditório do HC ontem à tarde (20) na assembleia que discutiu a Mudança de Regime (CLT/CLE) do período 1985-1988.

Depois de um exaustivo debate e por conta da complexidade do tema, a assembleia decidiu aprofundar a discussão sobre a representação amicus curiae convidando para uma próxima assembleia os representantes da assessoria jurídica da Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras), da assessoria jurídica do STU (escritório do Dr. Cremasco) e um representante da Procuradoria Geral da Unicamp.

Essa nova atividade deverá ocorrer após o Carnaval e tem como objetivo também tomar ciência do andamento do processo e das medidas adotadas pela Unicamp, além de buscar propostas para a questão da contração de um escritório jurídico.

Entenda como foi a discussão na assembleia

Os funcionários debateram a proposta de contratação de uma assessoria jurídica que se encarregasse de elaborar a representação de amicus curiae. A expressão é denominada “quando uma organização ou pessoa que não é parte do processo, em razão de sua representatividade, pede para ser incluída na ação com objetivo de ampliar o debate”.

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Processo que questiona a Mudança de Regime preocupa a categoria

Essa intervenção permitirá que o STU apresente elementos acerca dos impactos econômico, administrativo e social que o processo trará à vida pessoal e funcional dos servidores afetados, caso os mesmos tenham que regressar ao regime CLT. Há também a possibilidade do sindicato convidar outras entidades e órgãos versados em Direito Público, ou que apresente relevância para discussão do tema, com objetivo de contribuir na instrução processual.

Na ocasião foi resgatada a informação de que na primeira assembleia, realizada em 14 de outubro do ano passado, os trabalhadores aprovaram por unanimidade a participação do STU no processo de mudança de regime como amicus curiae, além de formarem uma Comissão de Trabalhadores para tratar do tema. E nos encontros seguintes da comissão ficou acertado que os custos com a contratação de um escritório de advocacia seria de responsabilidade dos funcionários que aderirem à ação.

Para Edilene Aparecida Ropoli, funcionária do GGTE que integra a Comissão de Trabalhadores que está acompanhando a ação e analisando a proposta de contratação de um escritório de advocacia, “é muito importante que o STU fique ao lado dos trabalhadores e participe da ação por ser uma entidade representativa, com força e que representa legalmente os funcionários da Unicamp”.

A maioria das falas na assembleia de ontem afirmava que esse processo gera muitas incertezas porque pode ter um desfecho rápido como também se arrastar por muito tempo, o que causa certa preocupação por conta do custo alto da contratação de uma assessoria jurídica especializada, que gira em torno de R$ 400 mil. No entanto, houve consenso de que essa medida proporciona uma forma da categoria se sentir mais representada e ouvida pela Justiça, pois garante a participação do STU no processo.

Vale destacar que a federação a qual o STU é filiado, a Fasubra, colocou sua assessoria jurídica à disposição do sindicato.

Comissão de Trabalhadores

A funcionária Edilene explicou que oito unidades da Unicamp – CLE, Cotil, FEC, FENF, IC, CEB, CECOM, PRP, PRPG, RTV e GR – ainda não estão participando da discussão que está ocorrendo na Comissão de Trabalhadores da Mudança de Regime. Sendo imprescindível que todas as unidades estejam representadas para avançar no debate e contribuir nas iniciativas que precisam ser tomadas.

Os interessados em saber o andamento dos trabalhos do grupo podem entrar em contato através do e-mail [email protected].

poradmin

Nova assembleia aprofundará discussão sobre ação da mudança de regime

Por conta da complexidade do tema, a assembleia de hoje (20) que discutiu a Mudança de Regime (CLT/CLE) decidiu aprofundar o debate sobre a representação Amicus Curiae convidando para uma próxima assembleia os representantes da Assessoria Jurídica da Fasubra, a Assessoria Jurídica do STU (escritório do Dr. Cremasco) e um representante da Procuradoria Geral da Unicamp. Essa nova atividade deverá ocorrer após o Carnaval.
Mais informações serão publicadas, em breve, no site do STU.

poradmin

Sindicato cobra retomada de debate sobre efetivação da isonomia salarial com a USP

A diretoria do STU vai cobrar da reitoria a realização da próxima reunião para discutir a incorporação de uma referência aos vencimentos de todos os trabalhadores da Universidade. Na última reunião ocorrida no ano passado, o reitor José Tadeu Jorge protelou mais uma vez a efetivação da isonomia salarial com a USP apoiando-se na argumentação de que a arrecadação estadual não atingiria os R$ 92,2 bilhões. No último dia 15, no entanto, o jornal Folha de São Paulo informou que a Secretaria de Planejamento e Gestão do governo do Estado prevê que a arrecadação de 2015 ficará em R$ 95,4 bilhões.
Na reunião de 22 de dezembro Tadeu também afirmou que, a partir deste mês, caso não se efetive a referência para todos, seria possível discutir outras alternativas. A direção do sindicato cobra uma proposta concreta do reitor para ser levada à decisão da categoria, com o objetivo de fazer avançar o compromisso assumido por Tadeu quando ainda era candidato e que já está atrasado em dois anos. Até o momento, sequer os pisos salariais dos três níveis da carreira estão ainda igualados aos da Universidade de São Paulo.
A previsão é que o fechamento das contas do ano passado ocorra neste dia 20 e o STU cobra que a reunião com Tadeu aconteça ainda neste mês, conforme pactuado em dezembro.

porFernanda de Freitas

Dia Nacional dos Aposentados terá missa e ato na Basílica de Aparecida

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Primeira reunião do ano do departamento dos aposentados, em 13/01/16

No próximo domingo (24), Dia Nacional dos Aposentados, será realizado o Encontro Nacional dos Aposentados, na Basílica de Nossa Senhora de Aparecida (SP).

Na ocasião, será celebrada uma Missa na Basílica de Aparecida seguida de ato político no Auditório do Santuário.

Interessados em participar do encontro devem ligar no STU para reservar sua vaga no ônibus, sendo que somente para os aposentados o transporte será gratuito e os demais terão o custo de R$ 30.

A caravana sairá no sábado (23), às 23h45, do Largo do Pará, com retorno no domingo (24), às 14h.

É bem verdade que depois de uma vida toda de muito trabalho, suor e sacrifícios os aposentados ainda seguem firmes na luta por um salário justo e digno e para fazer valer o Estatuto do Idoso, que regula os direitos das pessoas idosas estabelecendo garantias mínimas para o bem viver. Além disso, combatem cotidianamente a precariedade dos serviços públicos, principalmente nas áreas da Saúde, Segurança e Assistência Social.

 

PROGRAMAÇÃO

  • Abertura das Comemorações
  • 8h00 – Missa na Basílica

Reunião Plenária no Auditório do Santuário

  • 9h15 – Formação mesa
  • 9h30 – Hino Nacional Brasileiro
  • 9h35 – Hino da COBAP
  • 9h40 – Abertura: Presidente da COBAP (10 minutos)

Mensagens dos Aposentados

  • 9h55 – Federação de Minas Gerais (3 minutos)
  • 9h58 – Federação do Rio de Janeiro (3 minutos)
  • 10h01 – Federação de São Paulo (3 minutos)
  • 10h04 – Conselho das Entidades do Espírito Santo (3 minutos)
  • 10h07 – Representantes Entidades de Base (2 por Federação – 3 minutos)

Convidados

  • 10h35 – Dirigentes Sindicais (3 minutos)
  • 10h55 – Autoridades Políticas (3 minutos)
  • 11h20 – Mensagem final – Comissão Organizadora
  • 11h25 – Encerramento do Ato – Presidente da COBAP
  • 11h35 – Sorteio de vários brindes e TVs

 

Mensagem da Coordenação do STU

A Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU felicita @s aposentad@s da Unicamp, em especial, os membros do departamento que seguem na luta por melhores condições de vida.

“Obrigado a todos vocês que contribuíram e contribuem com seus esforços e constroem a luta e a história da Coordenação dos Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU”, parabeniza o diretor José Aparecido Calderaro (Cido).

POEMA

A Vida

Passos e passos dados no caminho certo

O resultado do dever cumprido

Seguindo para novas conquistas

E fazendo acontecer

No intento da vida saudável

Traçando metas

Aceitando desafios

Desfrutando das coisas boas

Ora dançando, ora passeando e vivendo feliz.

E justo comemorar porque ainda há força e alegria. Força para provar que ainda há muita vida, força para lutar pela garantia das conquistas e alegria para compartilhar com as novas gerações a experiência e a memória dos anos vividos.

porFernanda de Freitas

STU formaliza denúncias contra a empresa de limpeza Alternativa

O STU apresentou na reunião com o reitor José Tadeu Jorge, realizada no final de dezembro do ano passado, denúncias contra a empresa Alternativa Serviços e Terceirização em Geral, que venceu a licitação para assumir o serviço de limpeza na Universidade.

As denúncias dizem respeito às irregularidades no pagamento dos funcionários, às péssimas condições de trabalho, falta de Equipamento de Proteção Individual (EPI), assédio moral, entre outros desrespeitos aos direitos trabalhistas.

Na ocasião, ficou acertado que o STU formalizaria essas denúncias junto à reitoria para averiguação dos problemas apresentados com objetivo de saná-los o mais breve possível. Além do oficio encaminhado ao reitor, o STU está reunindo os documentos comprovatórios dos casos relatados.

O STU defende que a Unicamp também é responsável pela mão de obra terceirizada contratada porque essa prática é usada para baratear os custos com a contratação de pessoal, fugindo das responsabilidades e encargos trabalhistas.

Confira abaixo o documento protocolado na reitoria:

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porFernanda de Freitas

Reitor protela para janeiro/16 discussão sobre a isonomia

Hoje à tarde (22) a diretoria do STU se reuniu com o reitor José Tadeu Jorge para checar os valores da arrecadação de ICMS e discutir as perspectivas de efetivação da isonomia salarial com a USP. A Fasubra também esteve presente à discussão.

De acordo com o reitor, os números apresentados no mês de novembro não atingiram a expectativa projetada inviabilizando a implantação da etapa da isonomia ainda em 2015.

No vídeo abaixo o diretor Kiko explica os principais detalhes tratados nessa reunião, confira:

 

porFernanda de Freitas

Terceirização: desrespeito aos trabalhadores continua na Alternativa

Em outubro passado a empresa Alternativa Serviços e Terceirização em Geral venceu a licitação substituindo a empresa anterior, a Centro Saneamento e Serviços Avançados. Na semana passada os trabalhadores da limpadora Alternativa denunciaram ao STU que a empresa não pagou o salário em dia.

O sindicato apurou a denúncia e constatou que de fato os funcionários que deveriam receber no 4º dia útil do mês (sendo 4/12), foram pagos no dia 10/12, quase uma semana depois do combinado.

Na ocasião, o pagamento foi efetuado em cheque nominal e sem que os trabalhadores tivessem acesso ao comprovante de pagamento. Nos cheques constava a data do dia 4/12.

Questionada, a empresa alegou problemas na conta salário que os trabalhadores tiveram que abrir, versão contestada pelos funcionários.

Cerca de dois meses após assumir o serviço dentro da instituição, o fato é que há muitas reclamações de condições de trabalho na empresa. Faltam equipamentos, como luvas e materiais para o trabalho, há atraso no almoço porque a empresa disponibilizou um único cartão de refeição para todos os funcionários utilizarem no Bandejão, tendo que ser repassado de mão em mão na catraca do RU.

A prática de terceirizar áreas fundamentais dentro da Universidade tem sido denunciada e combatida pelo STU há anos. Além do mais, entre empresa e saí empresa e a “velha prática” de desrespeito aos direitos dos trabalhadores permanece. Ressaltamos também que apesar de tentar se isentar, defendemos que a Unicamp é responsável pela terceirização e, portanto, deve zelar para que esses trabalhadores tenham sua dignidade respeitada.

O STU segue apurando as denúncias relativas à terceirizada Alternativa.

porFernanda de Freitas

Doação de Sangue

O professor Caio Navarro de Toledo (IFCH) precisa de doação de sangue. A doação deve ser feita em nome do professor no Centro de Hematologia e Hemoterapia que fica na Avenida Júlio de Mesquita 571, anexo 1, Hospital Irmãos Penteado, no Centro de Campinas.

O doador deve ter de 16 a 67 anos, mais de 50 kg, não fumar pelo menos 4 horas antes da coleta, estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação) e levar um documento de identificação com foto.

Informações sobre o horário de atendimento pelo telefone (19) 2512-3399. Seja solidário!

poradmin

Assembleia aprova exigir isonomia como prioridade da Unicamp

A assembleia realizada nesta quarta-feira (2) reafirmou que a efetivação da isonomia salarial com a USP deve ser a prioridade da Unicamp. Os trabalhadores estão indignados com o fato do reitor ter descumprido todos os compromissos assumidos com a categoria sobre esse tema desde a campanha que o elegeu. Na época, Tadeu assumiu o compromisso de efetivar a isonomia em dois anos. Depois, firmou um compromisso de parcelar o processo, que deveria ter sido encerrado em 19 de abril deste ano. Por último, assumiu o compromisso de que quando a arrecadação estadual chegasse a R$ 92,2 bilhões seria automaticamente assegurada uma referência para todos os servidores. Embora a Aeplan tenha confirmado por três vezes em reunião com o sindicato e a administração que a projeção de arrecadação do Estado para 2015 é de R$ 92,5 bilhões, Tadeu afirma que ainda é preciso esperar a confirmação dos dados da arrecadação de novembro. Os trabalhadores seguem cobrando que todo o dinheiro hoje gasto com pagamentos acima do teto constitucional (R$ 26 mil no Estado de São Paulo) seja revertido para a efetivação da isonomia, principalmente após a decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou ilegal excluir as verbas extrassalariais recebidas por servidores públicos do cálculo do teto constitucional.

Os servidores e o STU cobram também o detalhamento dos dados sobre o fundo de reserva da Universidade (a chamada reserva técnica) para que seja apurada a possibilidade de usar ao menos parte do montante para o cumprimento dos compromissos da gestão. Foi aprovada ainda que a direção do sindicato organize a retomada das reuniões nas unidades para impulsionar a campanha salarial do ano que vem em unidade e sintonia com o Fórum das Seis, e a discussão sobre o reajuste do auxílio alimentação (congelado desde 2013) e uma reformulação democrática da carreira dos técnico-administrativos.

A assembleia aprovou ainda todo o apoio e solidariedade à luta dos estudantes que defendem a educação pública do plano do governo Alckmin de fechamento de 94 escolas. A compreensão da categoria é que esta luta protagonizada pelos adolescentes é uma bandeira de toda a sociedade e dos movimentos sociais comprometidos com os direitos humanos.

Ao final da assembleia foram eleitos os delegados participarão da Plenária Nacional da Fasubra que será realizada nos dias 12 e 13 de dezembro.

porFernanda de Freitas

Assédio Moral foi pauta de debate na Unicamp

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Centro de Convenções reuniu  centenas de trabalhadores de todas unidades

O “Assédio Moral” foi o tema do debate organizado pela Coordenadoria Geral da Universidade (CGU), STU, Adunicamp e DCE com objetivo de discutir essa prática na visão dos atores (comunidade acadêmica) da Unicamp.

A atividade aconteceu no fim de setembro no Centro de Convenções da Unicamp e contou com a palestra do professor Roberto Heloani, da Faculdade de Educação (FE) intitulada “Assédio Moral: a Unicamp não pode conviver com isso!”.

De acordo com o professor, as constantes transformações no mundo do trabalho têm gerado muita pressão, competitividade e individualismo no ambiente institucional. Essas imposições associadas às chefias despreparadas, que cobram metas irreais e impõem sua autoridade de forma desrespeitosa, contribuem para o aumento do assédio moral nas organizações.

Heloani, pesquisador do assunto há quase 20 anos, explicou que em aproximadamente 80% dos casos do assédio moral a vítima pensa ou tenta se suicidar porque “estamos subordinados a um modelo de competição, que destrói o outro”.

No encontro a coordenadora da DGRH, Maria Aparecida Quina de Souza, explicou como as denúncias de assédio moral são encaminhadas e afirmou que 17 denúncias estão protocoladas atualmente na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento (DPD), dessas, sete estão em fase de conclusão e duas foram encaminhadas à sindicância.

A gestora ressaltou o compromisso de acolher e solucionar os casos de assédio moral dentro da Universidade.

STU acumula experiência no combate à pratica de assédio moral

Para a diretoria do STU, Elisabeth Cardozo, a formalização do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) representou uma importante conquista dos trabalhadores no combate ao assédio moral dentro da Universidade. Esse avanço só foi possível devido ao aprofundamento do debate desse tema e, principalmente, do esforço do sindicato e da categoria em fazer valer o Acordo Coletivo sobre Assédio Moral, assinado em 2007.

Mesa de abertura do evento formada por Adunicamp, Reitoria, DGRH e STU

Mesa de abertura foi formada por Adunicamp, Reitoria, DGRH e STU

Elisabeth destacou que é importante que o servidor saiba que ele tem um canal aberto para que a denúncia seja feita e apurada. “Durante o trâmite do processo o STU está ao lado do funcionário, fazendo todo o acompanhamento e dando a assessoria jurídica necessária para defender seus direitos”.

O TAC prevê que a cada ano, no mês de dezembro, a Unicamp apresentará ao Ministério Público do Trabalho (MPT), para ser juntada aos autos do inquérito, um relatório cinscustanciado e estatístico dos atendimentos que se fizerem sobre assédio moral nas relações de trabalho, especificando as conclusões adotadas. O STU e a Adunicamp serão intimados pelo MPT para ciência desse relatório. Além disso, o descumprimento do TAC resultará na aplicação da multa de R$ 50 mil por cada trabalhador efetivamente prejudicado.

Lei contra assédio moral do Estado de São Paulo

No Estado de São Paulo foi aprovada a lei nº 12.250/06 que veda o assédio moral no âmbito da administração pública estadual direta, indireta e fundações públicas.

O assédio moral caracteriza-se pela exposição do funcionário a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego (Portal Assedio Moral).

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Reitoria protela aplicação de uma referência para todos

Foi realizada nesta segunda-feira (23/11) a reunião de negociação entre a reitoria e a direção do STU para tratar do pagamento de uma referência para todos os técnico-adminstrativos da Unicamp em conformidade com o acordado em maio deste ano quando da campanha salarial.
A expectativa e cobrança do STU era de que o pagamento da referência para todos pudesse ser efetivada a partir de outubro, de acordo com as projeções da Aeplan, que segue projetando que a arrecadação deste ano deve chegar nos R$ 92,5 bi, e com o acordado anteriormente com a reitoria.
Apesar de a reitoria seguir afirmando que a previsão da Aeplan é de que o governo arrecade os R$ 92,5 bi no ano, valor acima dos R$ 92,2 bi necessários para que seja garantido o acordo de pagamento de uma referência para todos, o reitor afirmou que a arrecadação não foi suficiente para disparar o “gatilho” de confirmação para o pagamento. Segundo ele, a arrecadação atingiu em outubro R$ 74,55 bi e deveria ter atingido mais de R$ 76 bi para que ele liberasse o pagamento da referência para todos.
A próxima reunião para tratar do tema será realizada no primeiro dia útil de dezembro após a liberação dos dados da arrecadação referentes ao mês de novembro, que terá como referência o dia 20/12.
Reserva Técnica – A reitoria afirma que o estudo detalhado e as especificações serão apresentadas em breve.
Auxílio Alimentação – A reitoria afirma que a sua prioridade é a isonomia e que toda sobra orçamentária seja designada para a sua efetivação.
Demissões no CAISM – Foram apresentados novamente os casos de demissões na Funcamp, particularmente do servidor que foi demitido mesmo estando em laudo médico. A reitoria ficou de dar resposta imediata.
DeDIC – A reunião pendente ficou de ser agendada, independente da presença do reitor, fato que até agora impediu o avanço da pauta.
A avaliação da negociação e os próximos passos a serem dados pelo sindicato estarão na pauta da próxima assembleia e devem ser pautadas nas unidades para que o STU possa dar os encaminhamentos necessários à luta de todos.

A diretoria do STU convoca os trabalhadores da Unicamp para assembleia geral no próximo dia 2 de dezembro (quarta-feira), a partir das 12 horas (local a confirmar). Em pauta a negociação com a reitoria, plenária da Fasubra e assuntos gerais.

porFernanda de Freitas

Assédio Moral: a Unicamp não pode conviver com isso!

Na quarta-feira (25), às 9h, no Centro de Convenções da Unicamp, acontece o debate “Assédio Moral: A Unicamp não pode conviver com isso!”.

O encontro irá reunir representantes da reitoria, STU, Adunicamp e DCE para debater a questão sob a ótica da comunidade universitária. Além de contar com uma palestra do pesquisador do tema, professor Doutor Roberto Heloani, da Faculdade de Educação da Unicamp.

O debate é, mais um resultado, da iniciativa do STU, e às demais entidades do campus, de buscar no Ministério Público do Trabalho (MPT) mediação para coibir os casos de assédios praticados dentro da Universidade.

O objetivo é dotar o participante de uma reflexão teórica e de uma práxis que lhe permita identificar e reagir contra o assédio moral; também se espera fornecer aos trabalhadores argumentos e meios que lhes possibilitem desenvolver práticas que previnam e punam esse comportamento abusivo.

 

Programação

9 às 9h15 – Abertura oficial

9h15 às 9h45 – O assédio moral na visão dos atores da Unicamp

  • Representante da Administração (Reitoria)
  • Representante da ADunicamp
  • Representante do STU
  • Representante do DCE

9h50 às 11h20 – Palestra: “Assédio Moral: a Unicamp não pode conviver com isso!” – Prof. Dr. Roberto Heloani – Faculdade de Educação da Unicamp

11h20 às 11h40 – Coffee break

11h40 às 12h40 – Grupos de Discussão

12h40 às 13h15 – Plenário e encaminhamentos

 

Organização: Adunicamp, STU, DCE e CGU

 

Fonte: com informações da Adunicamp

DITADUTA

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XIII Congresso reafirma luta pela isonomia e direitos e aprova plano de lutas

O XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, realizado entre os dias 12 e 14 deste mês com a participação de mais de 200 delegados e delegadas reafirmou a importância de avançar na luta em defesa de reivindicações históricas da categoria. Estarão entre as prioridades do sindicato nos próximos dois anos a luta pela isonomia salarial com a USP e a carreira, o fim da terceirização e do assédio moral, a retomada da jornada de 30 horas para todos na Área da Saúde, a mudança democrática do estatuto da Unicamp, e a extensão aos aposentados dos benefícios conferidos aos trabalhadores na ativa. Além do combate a qualquer forma de opressão e discriminação.
Os representantes da tese 5 “Alerta Unicamp – Compromisso com os Trabalhadores – CTB”, eleita como guia para orientar os debates no Congresso e as ações do próximo biênio, avaliam que a organização do congresso serviu para avançar nas discussões sobre conjuntura e a organização e atuação sindical, além de reafirmar as bandeiras da categoria em unidade com outros setores da classe trabalhadora.
Também foi decidido pelos trabalhadores abrir o debate sobre a filiação do sindicato a uma central sindical. A deliberação sobre qual organização nacional de trabalhadores o STU será vinculado se dará no XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, que acontecerá em 2017.

Principais deliberações do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Confira as principais resoluções aprovadas pelos (as) delegados (as). Nos próximos dias serão publicadas a íntegra da Tese Guia e as demais resoluções aprovadas

SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL – O congresso também discutiu a conjuntura internacional e como a ação imperialista de opressão e exploração dos povos tem levado ao aumento da xenofobia, guerras, conflitos e fundamentalismo religioso, destruindo povos e nações. A categoria reafirmou a defesa da autodeterminação dos povos, o repúdio ao terrorismo e a ataques assassinos (poucos dias antes das tragédias ocorridas na França e no Quênia nesta semana), a defesa dos direitos e existência digna para os cidadãos refugiados.
DEFESA DA DEMOCRACIA – Os trabalhadores votaram posicionamento contra o golpe na forma de impeachment, defesa do mandato popular da presidente Dilma Rousseff e contra o ajuste fiscal do governo e todas as medidas que representam retrocessos para os trabalhadores. O congresso reafirmou a defesa de reformas estruturais (tributária, das comunicações, agrária e urbana, capazes de dotar o país de estruturas democráticas e sociais fundamentais para solidificar um processo de mudanças sociais). Nessa perspectiva, saúde e educação devem ter centralidade no investimento público, possibilitado pela efetivação de impostos sobre as grandes fortunas, heranças e transações financeiras.
DEMOCRACIA NA UNICAMP – O congresso reafirmou a cobrança de que a Unicamp crie mecanismos de transparência e cumpra a lei do teto salarial, colocando fim aos supersalários, às duplas matrículas e outros privilégios. Essa deliberação será encaminhada ao Fórum das Seis para incorporação à Pauta de Reivindicações Unificada.
O congresso indicou que o STU fomente as discussões junto à categoria sobre a participação dos trabalhadores nos espaços decisórios da universidade e sobre a paridade.
CAMPANHA SALARIAL E COMANDOS DE GREVES – Com vistas a construir novamente uma campanha salarial unificada no ano que vem, a diretoria do STU fica responsabilizada por iniciar o mais brevemente possível diálogo com as demais entidades do Fórum das Seis. O objetivo é construir um calendário conjunto que fortaleça a organização sindical e faça frente aos ataques, arranque das administrações universitárias o compromisso de expansão não elitizada das instituições, com garantia de políticas inclusivas.
Foi ainda indicada a construção de um calendário preparatório da Campanha Salarial 2016, e que, em caso de paralisações por tempo indeterminado, o Comando de Greve (CG) será constituído pela diretoria do sindicato e representantes indicados pelas unidades em greve. A indicação destes representantes se dará de forma proporcional à adesão de cada local de trabalho, com base em critérios a serem definidos em assembleia. E os representantes de unidades no CG terão tarefas definidas (fomentar a discussão e organização do movimento, apresentar informes de sua unidade, levar a deliberações da reunião do CG para seu local de trabalho, e votar nas reuniões do CG de acordo com as propostas debatidas na sua unidade).
REPRESENTAÇÃO NO CONSU – Buscando efetivar a autonomia de organização e representação dos trabalhadores no Conselho Universitário, o STU organizará uma chapa eleita em assembleia e com um programa definido pela categoria. Os candidatos poderão contar com a estrutura do sindicato para ajudá-los na campanha e mandato. A intenção é garantir que os conselheiros tenham compromisso de cumprir o programa e prestar conta aos trabalhadores.
ORGANIZAÇÃO SINDICAL – Foi avaliada a necessidade de criação de uma comissão de base em todas as unidades, principalmente na Área Hospitalar.
Os trabalhadores também decidiram manter o critério estatutário da proporcionalidade qualificada na composição da diretoria do sindicato, composta por 27 membros eleitos de forma direta. Todas as chapas que obtiverem no mínimo 10% dos votos terão assento na diretoria de acordo com a votação que receberem.
UNIFICAR OS SINDICATOS DA UNICAMP, USP e UNESP – Os delegados aprovaram que o STU deve tomar iniciativas de discutir com as direções do Sintusp e Sintunesp a proposta de unificação dos sindicatos, visando abrir o debate da unificação nas três categorias e a definição de um calendário.
IMPOSTO SINDICAL – Os trabalhadores decidiram que o valor repassado ao sindicato (60% do desconto referente a um dia de salário no mês de março nos salários dos trabalhadores contratados em regime celetista) será devolvido apenas aos sindicalizados. O restante será depositado em um fundo destinado a financiar a construção da nova sede do STU.
FUNDO JURÍDICO – Foi aprovada a criação de um fundo composto por 5% dos valores oriundos das causas ganhas em processos com jurídico do STU para gastos com peritos, sucumbências e fortalecimento do jurídico. A lógica dessa proposta é garantir que os que ganham as causas possam dar sua contribuição para democratizar a utilização por todos. Também ficou estabelecido que esse fundo não poderá ser utilizado para pagamento do escritório contratado pela entidade.
SEDE DO STU – Será constituído um fundo para financiamento da construção da nova sede do sindicato, composto por um percentual da arrecadação das mensalidades dos sócios a ser definido pela assembleia orçamentária, além do valor repassado ao sindicato em decorrência do imposto sindical descontado de não sindicalizados. Sete trabalhadores se incorporaram à Comissão de Construção da Sede, e tão logo haja definições a categoria será devidamente informada.
ELEIÇÕES PARA REITOR – O congresso indicou que o STU deve aprofundar o debate sobre universidade, levando em consideração a defesa da sua democratização, a necessidade da participação dos técnicos administrativos nos espaços decisórios, o combate a terceirização e também o papel da inclusão social na Unicamp.

Moções aprovadas no XIII Congresso

  • Repúdio à empresa Samarco/Vale pela irresponsabilidade que levou à tragédia ambiental no município mineiro de Mariana e à contaminação ainda de proporções não calculáveis na bacia do Rio Doce;
  • Repúdio à reorganização das escolas no Estado de São Paulo, que já levou prevê o fechamento de pelo menos 94 instituições de ensino, prejudicando alunos, pais e professores;
  • Repúdio à iniciativa da Câmara Municipal de Campinas que proibiu a discussão sobre a questão de gênero nas escolas e apoio à mobilização que ocorrerá no dia 16/11, por ocasião da votação da proposta que “veta a adesão à ideologia do gênero no Plano Municipal de Educação de Campinas”.
  • Repúdio ao fechamento de creches na USP;
  • Repúdio a PEC 395/14 que prevê a cobrança de mensalidade para pós-graduação e extensão nas universidades públicas;
  • Repúdio ao genocídio da juventude negra, com reivindicação especial para que seja apurado o assassinato de Husani Yau Gonçalves e Silva, filho do militante do movimento negro e funcionário do STU Zé Prettu;
  • Contra as demissões em massa dos trabalhadores da Obra/Funcamp e a demissão arbitrária do funcionário Armando Sérgio Migotto do Caism/Funcamp;
  • Contra o Projeto de Lei Complementar 77/15, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, ampliando as parcerias público-privadas na educação;
  • Apoio à demarcação das terras indígenas, contra a PEC 215, que afronta o direito territorial dos povos originários do Brasil;
  • Apoio a luta pelo direito a demarcação e regularização das terras das comunidades tradicionais e Quilombolas;
  • Apoio à greve dos petroleiros.
porFernanda de Freitas

Deliberações do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

No primeiro dia do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp a Tese 5 – Alerta Unicamp – Compromisso com os Trabalhadores – CTB foi eleita como documento guia para orientar os trabalhos do encontro.

Hoje (14), último dia do congresso, foram apreciadas as propostas dos congressos elaboradas ontem pelos seis Grupos de Trabalhos com intuito de aperfeiçoar o texto da tese guia.

O congresso reafirmou a importância de avançarmos na luta de bandeiras históricas da categoria, tais como: fim da terceirização, combate ao assédio moral, pelas 30h na Área da Saúde, fim de qualquer forma de opressão e discriminação, isonomia com os trabalhadores da USP, reforma dos Estatutos da Unicamp, mudança de regime, entre outras pautas importantes.

Durante o dia foram votadas inúmeras propostas referentes aos principais pontos de pautas da tese 5. Entre elas estão a de que a filiação do STU a alguma central sindical seja deliberada no próximo congresso, que ocorrerá daqui dois anos, e que ao longo desse período sejam realizados debates para qualificar essa discussão.

A plenária decidiu pela manutenção do Estatuto da entidade que prevê uma diretoria composta por 27 membros eleitos de forma proporcional direta e qualificada entre as chapas inscritas que obtiverem no mínimo 10% dos votos.

Foi deliberado que a Contribuição Sindical será devolvida apenas para os funcionários sócios ao sindicato e que o valor retido dos servidores não sócios será destinado exclusivamente ao fundo de construção da nova sede do STU. Também deverá ser designado a esse fundo um percentual da arrecadação do sindicato a ser definido pela diretoria da entidade, que convocará assembleia para divulgação dessa percentagem. A Comissão de Construção da Sede, já existente, foi ampliada com a participação de sete novos trabalhadores que se dispuseram a contribuir com o processo.

O encontro reafirmou a cobrança de que a Unicamp crie mecanismos de transparência e cumpra a lei do teto salarial colocando fim aos supersalários, à dupla matrícula e outros privilégios usurpados da universidade pública. Essa deliberação deverá ser encaminhada ao Fórum das Seis para ser incorporada à Pauta de Reivindicações Unificada.

Dinâmica do Congresso

A plenária indicou que seja aprofundada a discussão sobre a alteração no método de participação do encontro de forma a garantir que apenas os sócios do STU sejam delegados natos com direito a voz e voto. Para não excluir a participação dos não sócios nas discussões, eles participarão como observadores, com direito a voz, sem direito a voto. Pela complexidade desse debate decidiu-se pela realização de plenárias preparatórias abertas para tratar desse tema que deverá ser pautado no próximo congresso.

Fundo Jurídico

Foi aprovada a volta do Fundo Jurídico em que um percentual do “recebimento” das causas ganhas na Justiça, pelo Jurídico do STU, sejam destinados ao Sindicato para serem aplicados exclusivamente em despesas com peritos, sucumbências etc. O recurso não poderá ser utilizado para o pagamento do escritório jurídico contratado pela entidade.

Comando de Greve

O Comando de Greve (CG) será constituído por representantes indicados pelas unidades aplicando-se a proporção de acordo com a adesão de local. Os critérios de proporção e eleição do representante serão definidos em assembleia. Só terá direito à representação no CG as unidades que estiverem em greve e será garantida a inclusão da diretoria independente do número de membros eleitos para o CG.

O representante terá a tarefa de organizar a unidade no intuito de debater a greve, propor formas de construir o movimento, apresentar os informes de sua unidade, levar a deliberações da reunião do CG para seu local de trabalho e votar nas reuniões do CG de acordo com as propostas debatidas nas suas unidades.

Também foi indicada a construção de um calendário da Campanha Salarial que incorpore as discussões sobre a data-base com a categoria o mais breve possível.

Conselho Universitário

O congresso aprovou que quem deve definir o critério de organização de como serão eleitos os representantes da categoria ao Conselho Universitário (Consu) é a Secretaria Geral da Unicamp. No entanto, a intervenção do Sindicato na eleição deve ser organizada através de um programa e uma chapa discutida em assembleia e apoiada pelo STU, inclusive com estrutura.

Unificação das categorias

A plenária defendeu que o STU aprofunde a discussão sobre a unidade dos trabalhadores da Unicamp, USP e Unesp tomando a iniciativa de discutir com as direções do Sintusp e Sintunesp a proposta de unificação das três categorias numa única base, visando abrir o debate da unificação nas três categorias. Também deverá ser definido um calendário conjunto que fortaleça nossa organização sindical e faça frente às tentativas de enfraquecer a luta dos técnico-administrativos. Essa medida contribuirá para avançarmos no debate sobre políticas inclusivas a fim de arrancarmos das universidades públicas paulistas um compromisso com políticas de expansão que rompam com o caráter elitista e meritocrático presentes nestas instituições.

Contribuições e adendos à tese guia

As contribuições apresentadas ao congresso pelo Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria foram parcialmente incorporadas pela Tese Guia. O sindicato pautará sua atuação de forma a garantir aos aposentados os mesmos direitos dos trabalhadores da ativa, bem como possibilitar políticas/iniciativas socioculturais que gerem integração dos mesmos.

As propostas contidas na contribuição intitulada “Um projeto de Comunicação para o Sindicato” apresentada pela Tese 2 – Unidade e Luta – Construindo o Vamos à Luta Nacional foi incorporada parcialmente pela tese guia.

O congresso indicou que o STU fomente as discussões junto à categoria sobre a participação dos trabalhadores nos espaços decisórios da universidade e sobre a paridade, tendo como iniciativa o lançamento da candidatura de um funcionário técnico-administrativo para reitor.

Foi avaliada a necessidade de criação de uma comissão de base em todas as unidades, principalmente na Área Hospitalar.

Foram aprovadas, por unanimidade, as seguintes moções:

  • Repúdio à empresa Samarco/Vale do Rio Doce;
  • Apoio à demarcação das terras indígenas;
  • Apoio ao direito à terra pelas comunidades tradicionais Quilombolas;
  • Repúdio à reorganização das escolas no Estado de São Paulo;
  • Repúdio ao fechamento de creches na USP;
  • Repúdio ao genocídio da juventude negra com reivindicação especial para que seja apurado o assassinato de Husani Yau Gonçalves e Silva, filho do militante do movimento negro, Zé Prettu;
  • Repúdio ao projeto que prevê a cobrança de mensalidade para pós-graduação nas universidades públicas;
  • Contra as demissões em massa dos trabalhadores da Obra/Funcamp;
  • Contra a demissão arbitrária do funcionário Armando Sérgio Migotto do Caism/Funcamp;
  • Contra o Projeto de Lei Complementar 77/15 que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, ampliando as parcerias público-privadas na área de Ciência e Tecnologia;
  • Apoio à greve dos petroleiros;
  • Repúdio à iniciativa da Câmara Municipal de Campinas que proibiu a discussão sobre a questão de gênero nas escolas e apoio a mobilização que ocorrerá no dia 16/11/15, por ocasião da votação da proposta que “veta a adesão à ideologia do gênero no Plano Municipal de Educação de Campinas”.

O encontro foi encerrado com o compromisso dos representantes da Tese 5 – “Alerta Unicamp – Compromisso com os Trabalhadores – CTB” de que as propostas que não indicarem concepções contraditórias ao texto da tese guia serão incorporados sem prejuízo ao documento final que resultará no plano de lutas e organização da categoria.

Nesses três dias de congresso estiveram reunidos pouco mais de 200 delegados que decidiram democraticamente os rumos da entidade.

A avaliação da organização do encontro e dos membros da diretoria que representam a tese guia é de que o congresso serviu para avançar nas discussões sobre conjuntura e a organização e atuação sindical, além de reafirmar as bandeiras da categoria unificando nossas lutas com as da classe trabalhadora.

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Delegados e delegadas ao XIII Congresso participam de grupos de discussão

A tarde desta sexta-feira (13/11) foi dedicada aos grupos de discussão do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. O objetivo é ampliar a participação dos delegados no congresso com discussões em grupos menores para qualificar os debates. Neles os participantes puderam apresentar propostas que poderão suprimir ou adendar a tese guia eleita ontem (Tese 5 – Alerta Unicamp: Compromisso com os Trabalhadores – CTB). As propostas indicadas pelos grupos de discussão serão submetidas à Plenária Final do congresso que será realizada amanhã (13/11), a partir das 9 horas, no Cis-Guanabara.

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