porStéphane Powaczuk

Assembleia Geral do STU sobre Campanha Salarial é dia 10/08

O STU está convocando toda a categoria para participar da Assembleia Geral no dia 10/08, às 12h, na Praça da Paz para debater sobre a Campanha Salarial e informes gerais.

Nesta assembleia também vamos debater os indicativos do Fórum das Seis: PARALISAÇÃO com ATO UNIFICADO no dia 30/08, e NÃO INICIAR AS AULAS no segundo semestre de 2022 se não tiver negociação.

Precisamos recuperar nossas perdas salariais desde maio de 2012, e para isso estamos cobrando reajuste de 21%. Sabemos que o dinheiro está guardado em caixa!

A pedido do STU o Fórum das Seis se reuniu no início de julho para debater a pauta e manteve a reivindicação protocolada em abril deste ano.

SEM NEGOCIAÇÃO, SEM INÍCIO DAS AULAS NO SEGUNDO SEMESTRE!

Nós estamos sempre na luta pela valorização da nossa categoria, e nesse momento precisamos da sua voz para juntos e juntas conquistarmos as nossas pautas.

Merecemos respeito e dignidade! Precisamos continuar mobilizados!

Nos vemos dia 10/08, na Praça da Paz, ao meio dia!

porStéphane Powaczuk

Unimed informa: cuidado com golpes e e-mails falsos

A Unimed Campinas encaminhou um documento alertando a todos e todas sobre possíveis golpes e e-mails falsos para roubar dados e/ou invadir e acessar computadores e celulares e roubar dados das vítimas.

Confira o comunicado abaixo:

porStéphane Powaczuk

Confira o manifesto a demissão de 330 servidores/as

O STU em parceria com a ADunicamp, APG, e o DCE lançou um manifesto contra a demissão das 330 famílias do bandejão, que vão ser substituídas por subempregos pelo reitor Tom Zé.
Participe do Ato contra as demissões no dia 02/08, às 9h, no Restaurante Universitário.

Confira abaixo o panfleto:

porStéphane Powaczuk

1/8 a 5/8: Jornada de Lutas em defesa do Serviço Público e da Democracia

As entidades que compõem o Fonasefe, entre elas a FASUBRA Sindical, estão mobilizando suas bases para participar da Jornada de Lutas em defesa do Serviço Público e da Democracia, em Brasília/DF. A semana de mobilização acontecerá do dia 1º a 5 de agosto. Confira a programação:

O Brasil passa por um momento delicado. Nós, servidores, conhecemos bem a postura antidemocrática do presidente Bolsonaro, ele foi o único presidente desde a redemocratização que não abriu a negociação salarial conosco e é o que mais nos persegue.

Somos o pilar dos serviços públicos e não podemos aceitar que ataques à democracia coloquem em risco os direitos do povo. Se o Serviço Público é necessidade, valorizar o Servidor tem que ser prioridade.

Texto e Imagem: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

STU pede impugnação de licitação para terceirizar bandejão

O STU pediu a impugnação do contrato da empresa que ganhou o processo de licitação para o bandejão na Unicamp, conforme foi publicado no Diário Oficial do Estado. A empresa está sofrendo uma penalidade sanitária ao servir alimentos sem condições de higiene no Rio de Janeiro.

Não à terceirização do bandejão!

Há muitos anos pedimos melhorias no serviço de alimentação para a comunidade universitária. A situação precária não é de agora, e já ouvimos muitas reclamações da qualidade. A verdade é que poucos funcionários são do próprio quadro da Unicamp, e recentemente a atual gestão resolveu terceirizar completamente o setor abrindo esse processo de licitação.

O valor que será colocado nessa criação de subempregos na universidade é de mais de R$ 129 milhões por 30 meses. A situação é crítica, se for aprovada esta empresa vai administrar todo o bandejão, desde a compra dos alimentos até as entregas.

STU cobra cópia do processo de licitação

O STU solicitou à reitoria uma cópia do processo, e a Unicamp tem um prazo para responder e enviar. Somos contra a terceirização porque entendemos que cada função precisa ser valorizada pela sua especificidade, sem contar que com a terceirização, a abertura de concursos fica cada vez mais impossível de se conquistar. O reitor Tom Zé está sucateando este setor da Unicamp, e fechando as portas para a criação de empregos.

Agora é a hora de ficarmos atentos com o que vai acontecer com o bandejão, pois é de interesse de toda comunidade universitária que o utiliza.

Não a exploração e a criação de subempregos!

porStéphane Powaczuk

25 de Julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha

No dia 25 de julho é comemorado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Principalmente hoje é dia de lutar por igualdade racial, de gênero e relembrar a importância dessa luta. Há 19 anos essa data foi estabelecida para denunciar o racismo e o machismo enfrentados por mulheres negras.

Sabemos que a representação política feminina negra ainda é pouca no nosso país, e que a diferença salarial entre um homem branco e uma mulher negra, com nível de formação igual é maior que 100%, segundo o Insper. Dados como esse intimidam, mas também nos fazem buscar forças para continuar lutando em busca da igualdade que desejamos.

Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra

Em 2014, foi criada e sancionada a Lei 12.97/14, que dispõe sobre a criação do Dia Nacional de Tereza de Banguela e da Mulher Negra. Sendo assim, também ficou estabelecido que no dia 25 de julho, seria o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, que tem como propósito, através da figura de Tereza dar visibilidade ao papel da mulher negra na história brasileira.

Tereza foi a líder do Quilombo Quariterê, localizado na fronteira do Mato Grosso com a Bolívia, e, por 20 anos, liderou a resistência contra o governo escravista e coordenou as atividades econômicas e políticas do Quilombo.

A líder quilombola é um exemplo em nossa história da importância das mulheres negras, que muitas vezes é negada ou ignorada pela historiografia tradicional.

Continuemos lutando por uma sociedade mais justa e democrática para todos! 

porStéphane Powaczuk

CUIDADO: febre maculosa tem surgido em Campinas e leva pessoas a óbito

Carrapato-estrela que transmite a febre maculosa. Créditos: Maria Ogrzewalska/istock

O STU quer alertar toda nossa categoria e a comunidade universitária sobre o surgimento nessa época do ano mais seca e fria, do carrapato-estrela que transmite a febre maculosa. Campinas já registrou cinco casos neste ano, sendo que três foram infelizmente a óbito.

O que é febre maculosa?

É uma infecção grave, transmitida pela picada do carrapato-estrela que normalmente traz como hospedeiro animais como cavalos ou capivaras. Animais como gambás ou ouriços, são hospedeiros secundários do carrapato-estrela, e podem chegar mais perto dos humanos.

Quais são os sintomas?

– Febre

– Dor no corpo

– Dor de cabeça

– Náusea

– Diarreia

– Vomito

– Manchas vermelhas pelo corpo (em alguns casos)

Os sintomas podem aparecer em até 15 dias após a pessoa ser picada, e as vezes ela pode não perceber, pois quando a coceira começa, o carrapato já se soltou da pele.

Quais as orientações?

Se você apresentar alguns desses sinais, procure um serviço de saúde o mais rápido possível e informe se teve contato com o carrapato e/ou se esteve em local de risco. É importante ressaltar que os sintomas podem ser confundidos com COVID-19, dengue e outras doenças. A prevenção sempre vai ser o melhor remédio!

Qual a cura para a febre maculosa?

A febre maculosa tem cura, apesar de não existir uma vacina contra ela, o tratamento precisa ser iniciado urgentemente. A doença é tratada com antibióticos.

porStéphane Powaczuk

Judiciário do país reage de forma enfática a novos ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral

A FASUBRA Sindical repudia veemente os mais recentes ataques de Bolsonaro à democracia, ao Judiciário, às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral brasileiro como um todo. O presidente repete mentiras de forma despudorada, sem provas, ao afirmar que houve fraude nas eleições de 2014 e 2018. Novamente, os ataques desgastaram ainda mais a imagem do Brasil no exterior.

As informações foram desmentidas mais de uma vez pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele reiterou críticas a ministros do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial, aos ministros Edson Fachin e Luís Robert Barroso durante reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, na última segunda-feira (18/7).

Durante três dias, as declarações repercutiram negativamente entre autoridades, parlamentares e integrantes do Judiciário, que reagiram de forma rigorosa em defesa do país, do sistema de votação brasileiro, das instituições e contra qualquer tentativa de se colocar em xeque a lisura, segurança e transparência das eleições em 2 de outubro.

O presidente do TSE Edson Fachin disse que é hora de dizer basta à desinformação e ao negacionismo eleitoral. Para Fachin, a Justiça Eleitoral e seus representantes são atacados com acusações de fraude com uso de má fé. “Ainda mais grave, é o envolvimento da política internacional e também das Forças Armadas, cujo relevante papel constitucional a ninguém cabe negar como instituições nacionais, regulares e permanentes do Estado, e não de um governo. É hora de dizer basta”, destacou.

Procuradores de todos os estados e o DF assinam documento enviado ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que Bolsonaro seja investigado por causa dos ataques, o que para eles configuram crime eleitoral e abuso de poder. Subprocuradores da República também divulgaram nota em defesa das eleições. No documento afirmam ser crimes de responsabilidade, entre outros, utilizar o poder federal para impedir a livre execução da lei eleitoral.

Deputados de oposição também enviaram ao STF pedido de investigação do presidente por improbidade administrativa, abuso de poder político e econômico, crime contra o Estado Democrático e, ainda, por propaganda eleitoral antecipada.

Para a DN FASUBRA Sindical, Bolsonaro tenta copiar a política do ex-presidente dos EUA e tentar um golpe no país. Nesse sentido, a FASUBRA endossa que é favorável a cassação do mandato de Bolsonaro por sua conduta que afronta a liberdade democrática com claro propósito de desestabilizar as instituições e o processo eleitoral brasileiro, colocando em dúvida o resultado das próximas eleições.

Foto: Antonio Augusto/Ascom TSE. Com agências.
Texto: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

Piso salarial da Enfermagem vira Lei Federal

Após anos de luta, e muita luta, o piso salarial nacional do enfermeiro, do técnico de enfermagem, do auxiliar de enfermagem e da parteira foi aprovado e hoje é Emenda Constitucional nº 124/2022.

O PL institui que no mínimo sejam pagos os seguintes salários: 

  • Enfermeiros – R$ 4.750,00
  • Técnicos de enfermagem – R$ 3.325,00
  • Auxiliares e de parteiras – R$ 2.375,00

Quando entra em vigor o piso salarial da enfermagem?

O atual presidente tem até 15 dias, a partir de 15 de julho, para sancionar ou vetar o projeto do piso da enfermagem. O prazo vai até 4 de agosto.

Quando o piso da enfermagem vai começar a valer?

A PEC da Enfermagem determina que a União, os estados, o Distrito Federal, e os municípios terão até o fim do exercício financeiro de publicação da futura lei para adequar a remuneração dos cargos ou dos respectivos planos de carreira, quando houver.

Sendo assim, com a lei sancionada este ano, os entes federativos terão até o final de 2022 para adequar a remuneração e pagar o piso da enfermagem.

Essa conquista é um reparo fundamental a ser feito a essa categoria! Vitória da Saúde!

Confira abaixo a publicação no Diário Oficial da União:

*Imagem: Agência Sindical.

porStéphane Powaczuk

Eleição CIPA 2022: inscrições abertas até 16/08

As inscrições para eleição da CIPA deste ano vão até dia 16 de agosto. Para participar você precisa preencher o formulário específico no site: https://www.cipa.unicamp.br/

A eleição será virtual, no mesmo sistema utilizado nas eleições da diretoria do STU neste ano. Podem participar todos/as trabalhadores/as da Unicamp, técnico-administrativos, pesquisadores ou docentes, em conformidade com a NR-5 e GR 26/2016.

Nos dias 23 a 25 de agosto serão realizadas as eleições da CIPA 2022, nos campi de Campinas, Limeira e Piracicaba.

Participe da CIPA e contribua para melhores condições de trabalho na Unicamp!

Confira a seguir o cartaz de convocação enviado no e-mail institucional:

porStéphane Powaczuk

FASUBRA promove o IV Encontro LGBTQIA+ no início de agosto

A FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação LGBTI, realiza nos dias 5 e 6 de agosto, em Brasília/DF, o IV Encontro LGBTQIA+ com a temática central “Cidadania LGBTQIA+ na Educação Pública e na Sociedade”. O objetivo é identificar estratégias de interação entre as trabalhadoras e os trabalhadores das universidades e a comunidade LGBTQIA+, a partir de políticas de diversidade e inclusão.

O encontro também busca fomentar políticas de convivência na comunidade universitária, aumentar o interesse das entidades de base em discutir o tema com a categoria e coletar informações sobre as políticas de diversidade e inclusão no movimento sindical e nas universidades, possibilitando a identificação de diversas estratégias para o convívio entre a pluralidade de gênero no meio acadêmico, entre outros aspectos.

Durante dois dias, as técnica-administrativas e os técnico-administrativos em educação vão debater diversas temas de interesse das pessoas LGBTIA+, entre eles: combate à violência e promoção dos direitos de cidadania LGBTQIA+ nas políticas públicas; sobrevivência LGBTQIA+ no Brasil de hoje; sindicalismo e as lutas pela visibilidade e igualdade de direitos das pessoas LGBTQIA+ no mundo do trabalho; as leis de proteção da comunidade LGBTQIA+ no Congresso; estratégias para a defesa e proteção dos direitos da pessoa LGBTQIA+ no ambiente sindical; democracia e garantias de direito na legislação brasileira e o papel dos movimentos sociais nas lutas contra a discriminação e violência à pessoa LGBTQIA+. O encontro ainda contará com apresentação de peça teatral e dinâmica de grupo.

A Coordenação LGBTI da FASUBRA recomenda que suas entidades de base priorizem a participação de representação que estejam inseridas no debate LGBTQUIA+ na universidade e ou na cidade de origem. As inscrições dos participantes serão realizadas por meio do e-mail [email protected].

Imagem e Texto: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

STU convida para roda de conversa sobre Mulheres e LGBTQIA+

As Coordenações de Mulheres e LGBTQIA+ do STU vão realizar uma roda de conversa com café no dia 14/07, às 9h, sobre mulheres e LGBTQIA+ e espera você para participar.

Ameaça para as Mulheres

– Recentemente falamos sobre a menina de 11 anos que teve o direito de aborto violado depois de ser estuprada;

– Há duas semanas a atriz Klara Castanho de 21 anos teve o sigilo violado depois de ser estuprada e encaminhar a criança a adoção;

– Essa semana uma mulher é estuprada enquanto realizava uma cesárea.

A mulher brasileira e o grupo LGBTQIA+ não tem um momento de sossego, e o pior, justamente por sermos quem somos.

Feminicídio no Brasil

Infelizmente os dados não são bons, em 2021 nosso país registrou um estupro a cada 11 minutos, e um Feminicídio a cada 7 horas, segundo um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Convivemos com elevadas estatísticas de violência praticadas contra as mulheres, o que torna o Brasil o 5 º país com maior taxa de homicídios contra as mulheres, segundo dados do Mapa da Violência 2015 (Cebela/Flacso).

Confira o cronometro da violência contra as mulheres no Brasil:

Existe uma lei do Feminicídio, que é a Lei 13.104/15, mas ela se aplica apenas a casos como: violência doméstica ou familiar, ou menosprezo ou discriminação contra a condição da mulher.

Medidas para enganar as mulheres

O atual governo lançou um programa chamado Emprega + Mulheres e Jovens, furada na certa! A Medida Provisória 1116/2022, na prática vai servir para jogar nas costas dos/as trabalhadores/as as obrigações que deveriam ser do governo e dos empresários. O objetivo dela é promover mais flexibilidade nos direitos trabalhistas.

Estamos abertas para conversar sobre estes e outros assuntos, e por isso a sua presença é muito importante nesse encontro.

Entendemos que muitas vezes são temas delicados, mas estamos aqui para debater e encontrar formas de nos fortalecer para juntas lutarmos contra qualquer tipo de violência que possa acontecer para as mulheres e o grupo LGBTQIA+.

Te esperamos dia 14/07, às 9h, com um café quentinho na sede do STU.

Confira a seguir o vídeo da Técnica em Enfermagem e diretoria do STU, Elisiene Lobo sobre a reunião:

porStéphane Powaczuk

VITÓRIA: PEC que proíbe cortes na Educação passa na CJC

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (6/7), por ampla maioria (40 votos favoráveis e 12 contrários), o parecer do relator à PEC 96/2019 pela admissibilidade da proposta. A PEC 96/2019, de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS), visa proibir os contingenciamentos orçamentários na educação pública, o que representa uma grande vitória. A proposta inclui no artigo 166 da Constituição a obrigatoriedade de execução integral da programação orçamentária relativa à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino.

Foto: Fasubra

A pressão de entidades da Educação foi fundamental para a aprovação da PEC na CCJC. Nesta terça-feira (5/7), as entidades do setor, entre elas a FASUBRA Sindical, divulgaram uma carta aberta por sua aprovação. O documento também foi entregue pessoalmente a diversos parlamentares integrantes da Comissão. Após a aprovação da constitucionalidade, a proposta segue agora para uma Comissão Especial que vai analisar o mérito e, em seguida, para o Plenário.

Na carta, as entidades destacam que a Constituição Cidadã de 1988 positivou a educação como direito de todos e como dever da família e do Estado. “Entretanto, em praticamente todos os anos e, certamente em todos os governos, aconteceram cortes, bloqueios e contingenciamentos dessas verbas destinadas à manutenção e desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão pelas leis orçamentárias”, contestam.

O documento ainda reforça os constantes cortes no orçamento do MEC ocorridos recentemente. “O último deles no dia 23 de junho, pela Portaria SETO/ME nº 5.649/2022 no qual se efetivou mais um corte de 1,2 bilhão de reais. Desse valor, mais de R$ 600 milhões foram retirados das verbas discricionárias de Cefets, universidades e institutos federais. Várias dessas instituições já manifestaram dificuldade em cumprir com seus compromissos e até mesmo manter o seu funcionamento até o final do ano”, denunciam.

Segundo o Coord. Geral da Fasubra, e Diretor do STU, Toninho Alves fruto da pressão da Fasubra e demais movimentos estudantis, foi conseguido que essa PEC 96/19 fosse admitida pela CCJ em Brasília e dessa forma sendo encaminhada na próxima semana para votação em plenário. “Foi uma vitória estrondosa porque essa PEC garante o orçamento impositivo das instituições de educação”.

Para a FASUBRA Sindical, que defende a Educação pública, gratuita e de qualidade, é necessário manter a pressão durante a tramitação da PEC no Congresso Nacional para que a vitória seja efetivada. Em defesa da Educação! Não aos cortes!

Íntegra da carta: https://bit.ly/3NNiZcY.

Fotos: FASUBRA
Texto: colaboração FASUBRA.

porStéphane Powaczuk

Aborto no Brasil: que tipo de luta as mulheres precisam fazer pela sua liberdade?

As mulheres precisam constantemente se defender das inúmeras violências cometidas contra elas. E muitas vezes essas violências são promovidas até mesmo pelos próprios governantes do nosso país.

Recentemente o caso da menina de 11 anos, impedida de realizar o aborto legal em SC, chocou o país. O caso da atriz Klara Castanho de 21 anos, que engravidou após estupro e entregou a criança para adoção, também mostrou o quanto precisamos debater sobre esse assunto. Então agora eu te convido a mergulhar nos próximos tópicos que trouxemos para refletir a forma com a qual isso é tratado no Brasil.

Como funciona o aborto no Brasil?

No Brasil, a prática do aborto é considerada ilegal, mas tem algumas exceções definidas pelo Código Penal. Só é permitido em casos de estupro (até 22 semanas), se há risco de morte para a mãe e o bebê e fetos com anencefalia (má formação que acontece durante a gestação caracterizada pela ausência do encéfalo e calota craniana).

A Argentina fez um movimento muito forte com “panos verdes” pela legalização do aborto que foi vitorioso somente em 2020. Foto: Brasil de Fato.

Diferença em legalizar e descriminalizar

Existe uma diferença entre a legalização e a descriminalização do aborto. A legalização faz com que as possíveis sanções para o ato sejam eliminadas e exista uma regulamentação do mesmo.

A descriminalização deixa de ser ilícita apenas do ponto de vista penal. Mas ainda podem existir punições administrativas. Quando se criminaliza, abortar é considerado um crime.

De acordo com o mapa podemos ver que o Brasil é um dos países que criminaliza o aborto com exceções.

De quem é esse direito de escolha sobre o aborto?

Logo na chegada desse atual governo observamos o quanto os direitos reprodutivos e a saúde das mulheres estiveram em cheque pelo conservadorismo. A própria ex-ministra da mulher, família e direitos humanos, Damares Alves se posicionou contra o aborto em qualquer circunstância.

Para o médico ginecologista, obstetra e professor da USP, Jefferson Ferreira, “o aborto não deve ser feito pela minha convicção, mas pela convicção de cada mulher, ela que deve decidir se isso é possível ou não. Os motivos não deveriam ser do Estado, mas da mulher”. Infelizmente o parlamento conservador, e de extrema direita no Congresso Nacional encoraja propostas retrógradas com viés ideológico para nortear o nosso país.

A mídia acima do código de ética

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) anunciaram que vão apurar a denúncia da atriz Klara Castanho contra uma enfermeira que teria ameaçado divulgar para a imprensa informações sobre a entrega do bebê (fruto de um estupro) para adoção. Segundo o código de ética dos profissionais de enfermagem é preciso respeitar e manter sigilo sobre fatos que tenham acontecido em razão da atividade profissional.

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), também se posicionou após o jornalista Leo Dias expor na mídia a situação pessoal da atriz. “São fortes as evidências de que o colunista feriu o Código de Ética do Jornalista Brasileiro”, disse a FENAJ.

São inúmeros os casos e acontecimentos que colocam em risco a saúde da mulher, seja por violência psicológica ou física.

O STU possui uma coordenação de mulheres, que vai realizar uma roda de conversa com café no dia 14/07, às 9h, sobre Mulheres e LGBTQIA+ e espera você para participar. Estamos abertas para conversar sobre estes e outros assuntos.

Sabemos que muitas vezes são temas delicados, mas estamos aqui para debater e encontrar formas de nos fortalecer para lutarmos contra qualquer tipo de violência que possa acontecer.

porStéphane Powaczuk

IX Encontro Nacional de Aposentados(as), Aposentandos(as) e Pensionistas

A FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria, realiza nos dias 18, 19 e 20 de agosto, em Brasília/DF, o IX Encontro Nacional de Aposentados(as), Aposentandos(as) e Pensionistas. O encontro foi uma deliberação da última Plenária e terá como eixo principal “Respeito, Direitos e Saúde Mental em tempos de Governo de Exceção e de Pandemia”.

Entre as palestras estão temas como:

– Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003), direitos não cumpridos, principalmente no atual governo;

– Decreto 10.620/2021 e suas implicações na vida de aposentados/as, aposentandos(as) e pensionistas;

– Acolhimento e atenção ao idoso e idosa em suas angústias antes e durante a Pandemia;

– Benefícios da atividade física na terceira idade;

– Idosos e idosas são imprescindíveis na escolha dos futuros dirigentes do país;

– Como dar leveza e sentido à sua vida fazendo o que você gosta;

– Problemas e desrespeito aos aposentados/as e pensionistas das estaduais.

O encontro contará com atividades como almoço dançante e apresentação do Coral Vozes do Cerrado do SINT-IFESgo, da Universidade Federal de Goiás (UFG).

A Direção Nacional da FASUBRA solicita que os sindicatos enviem os nomes dos participantes para o e-mail [email protected].

Em breve divulgaremos mais detalhes.

Imagem e Texto: FASUBRA.

porStéphane Powaczuk

PEC que proíbe contingenciamentos orçamentários na Educação está na pauta da CCJC

A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 96/2019, de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS), que visa proibir os contingenciamentos orçamentários na educação pública, está na pauta desta quarta-feira (6/7) da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. A aprovação da PEC é de extrema importância em meio ao desmonte do Estado e dos constantes cortes do orçamento da Educação. Pressionem os deputados e deputadas que compõem a CCJ no link: https://bit.ly/3AodazG.

A proposta foi apresentada em meio às mobilizações do Tsunami da Educação de 2019 contra os cortes de até 30% no orçamento da educação pelo governo Bolsonaro e inclui no artigo 166 da Constituição a obrigatoriedade de execução integral da programação orçamentária relativas à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino.

Para a autora da PEC, a proposta representa um avanço contra o esvaziamento dos orçamentos da educação e a sua aprovação na CCJC, na comissão especial que avaliará seu mérito e no Plenário da Câmara depende de mobilização permanente das categorias profissionais da educação e dos movimentos estudantis.

O relator da PEC, deputado federal Orlando Silva (PCdoB/SP), apresentou este ano o voto pela admissibilidade da proposta. “Não há, por conseguinte, qualquer vício de inconstitucionalidade formal ou material na proposta, bem como foram atendidos os pressupostos constitucionais e regimentais para sua apresentação e apreciação”. Veja o voto do relator: https://bit.ly/3nCzYnL.

Veja nota sobre a PEC 96/2019 da deputada Fernanda Melchionna: https://bit.ly/3OHfSVq.

Texto e foto: FASUBRA.

porStéphane Powaczuk

Conferência Livre – preparatória para a CONAPE

A FASUBRA Sindical realiza na próxima terça-feira (5/7), às 17h, Conferência Livre – preparatória para a CONAPE 2022 – Conferência Nacional Popular de Educação, que será realizada entre os dias 15 e 17 de julho, no Centro de Convenções de Natal-RN.

A Conferência Livre preparatória será online. A Conape foi realizada pela primeira vez em 2018, por iniciativa do Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE) e esta será sua segunda edição.

Acompanhe e participe pelo Youtube da FASUBRA e pela fanpage do Facebook nos links:
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Texto e imagem: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

Em defesa do SUS, FASUBRA é eleita para Comissões do Conselho Nacional de Saúde

A FASUBRA Sindical participou do processo eleitoral para a composição das Comissões Intersetoriais que assessoram o Conselho Nacional de Saúde – CNS.

Por meio do Fórum de Entidades Nacionais dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Saúde – FENTAS, a FASUBRA participa da formulação das políticas públicas nacionais de saúde, sempre em atenção ao interesse dos trabalhadores e trabalhadoras e do serviço público, e em defesa do SUS.

A FASUBRA foi eleita como integrante das seguintes comissões para o mandato 2022-2025:

1. Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento;

2. Comissão Intersetorial de Educação Permanente para o Controle Social do SUS;

3. Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde;

4. Comissão Intersetorial de Políticas para a Promoção da Equidade;

5. Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho;

6. Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.

Texto e foto: FASUBRA