porStéphane Powaczuk

Situação dos/as trabalhadores/as negros/as foi pauta de discussão no STU

Reunião das Coordenações de Políticas Sociais e Antirracistas e de Negros e Negras. Foto: Fernanda Freitas

Nesta terça-feira (28), aconteceu a reunião das Coordenações de Políticas Sociais e Antirracistas e de Negros e Negras. A reunião contou com a presença de representantes do Coletivo de Negros/as da Unicamp, da assessora política do vereador Gustavo Petta (PCdoB), Márcia Quintanilha, e de trabalhadoras/es negras/os da Unicamp envolvidos na luta étnico-racial dentro e fora da Universidade.

Também esteve presente a vereadora de Campinas, Guida Calixto (PT), que contou sobre os ataques racistas e fascistas sofridos pelos mandatos de esquerda na Câmara Municipal de Campinas. Além da luta travada no parlamento para defender as pautas do movimento negro.

O encontro discutiu as cotas étnico-raciais nos vestibulares da Universidade, a defesa e a ampliação do trabalho da CADER (Comissão Assessora de Diversidade Étnico-Racial da Universidade) e o dimensionamento de trabalhadoras/es negras/os.

A reunião também debateu a importância da luta e resistência dos quilombos existentes em Campinas e região e o fortalecimento dos movimentos religiosos, especialmente os de matriz africana.

Os participantes expressaram preocupação com a falta de transparência na divulgação dos números que envolvem as/os trabalhadoras/es negras/os alocados/as dentro da Universidade.

Há 20 anos o STU questiona quantos funcionários/as negros/as existem dentro da Unicamp, onde estão alocados/as e quais as suas profissões.

É visível que houve um movimento forte e importante de inclusão de estudantes negros/as dentro da Universidade. No entanto, o quadro de trabalhadores/as negros/as tem diminuído ao longo dos anos. Sem contar que o número de funcionários/as negros/as em cargo de chefia é muito pequeno.

Diante desse quadro, a reunião apontou a necessidade do STU continuar atuando com firmeza para que as cotas étnico-raciais, tanto para estudantes quanto para funcionários, sejam cumpridas e ampliadas. Bem como, ampliar o diálogo junto à sociedade sobre o acesso à Universidade.

A retomada das atividades das coordenações foi avaliada pelos presentes como extremamente importante diante do crescimento dos ataques racistas e da violência contra a população negra que não para de crescer.

O próximo encontro está previsto para acontecer no dia 22 de julho.

porStéphane Powaczuk

Marcha contra o racismo é sábado 25/06

Neste sábado, 25/06, a partir das 9h vai acontecer a MARCHA CONTRA O RACISMO na Estação Cultura, em Campinas.

Convidamos vocês a participarem e trazerem os seus cartazes, faixas e bandeiras. Traga a sua voz, a sua indignação e a sua vontade de lutar.

Estacionamento:

Entrada pela sua Francisco Teodoro, 1050, Vila Industrial.

Lembre-se de trazer a máscara e o álcool gel para se proteger!

Vamos todos juntos nessa luta CONTRA o RACISMO!

porStéphane Powaczuk

Festa Julina dos Aposentados é dia 08/07 no STU!

Anota na agenda o dia da Festa Julina dos Aposentados/as da Unicamp: 08/07 no STU!

A Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU está organizando um arraiá no dia 08/07, às 14h, na Sede do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp.

Após dois anos de pandemia vamos nos reunir novamente e festejar com pipoca, quentão e docinhos julinos. Para venda teremos cachorro-quente, bingo beneficente, e  muita animação com música e danças que fazem parte dessa cultura.

Também haverá um espaço de autógrafos do livro Arca Literária, no qual as trabalhadoras da Unicamp Catarina Comoli Moura e Maria da Conceição Francelino são co-autoras. O livro é comercializado a R$60,00 e poderá ser adquirido no local.

Venha festejar conosco! Essa festa vai ser das boas!

Data: 08/07/2022

Local: Sede do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (Av. Érico Veríssimo, 1545 – Cidade Universitária Zeferino Vaz/ Barão Geraldo – Campinas)

Horário: 14h

porStéphane Powaczuk

OCUPA Brasília leva milhares às ruas em defesa da Educação

Milhares de trabalhadoras, trabalhadores da educação e estudantes tomaram a Esplanada dos Ministérios, no OCUPA Brasília nesta terça-feira (14/06). Atos também foram realizados no Congresso Nacional – em frente ao Anexo II e no Auditório Nereu Ramos, em defesa da educação, contra os cortes orçamentários do MEC, contra as privatizações das estatais e todos os ataques ao serviço público. O protesto terminou com uma atividade político-cultural nas proximidades do Teatro Nacional, com a apresentação do Maracatu Tambores do Amanhecer e do rapper GOG. Parlamentares da oposição também estiveram presentes na luta. A FASUBRA Sindical contou com a participação ativa das entidades de base.

Na última semana, o governo Bolsonaro anunciou mais um corte no orçamento do Ministério da Educação no valor de R$ 3,2 bilhões, que vai atingir diretamente o funcionamento das universidades e institutos federais. Os ataques são constantes, como a proposta de instituição de mensalidades nas IFE (PEC 206) e, ainda ontem, o Senado aprovou o PLP 18/22 que retira recursos do Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Professores. A Câmara dos Deputados, por sua vez, reparou o erro e aprovou uma emenda que garante que os entes federados que perderem recursos do ICMS sejam compensados pela União e obriga estados, municípios e o Distrito Federal a manter a execução proporcional de gastos mínimos constitucionais com saúde e educação, incluindo os recursos do Fundeb.

“Estamos hoje em um momento de emergência, mais uma vez, com o PLP 18/22 tentando arrebanhar recursos da Educação e ao lado dos cortes que foram realizados semana passada fazem esse mosaico tenebroso do governo Bolsonaro contra a educação, contra o SUS e contra o Brasil. Por isso estamos aqui resistindo, estaremos contrários a esse conteúdo e sempre juntos na luta. Pela educação pública, gratuita e de qualidade”, destacou a deputada federal Alice Portugal (PCdoB/BA) no ato em frente ao Anexo II. Veja a fala na íntegra: https://bit.ly/3QrsssU.

O ato ainda abordou temas como a recomposição inflacionária; a corrupção envolvendo o MEC; a revogação da Emenda Constitucional 95 (Teto de Gastos); contra as privatizações; e em defesa e respeito à classe trabalhadora do serviço público, entre outros. Servidoras e servidores da Funai – Fundação Nacional do Índio – se somaram ao protesto e cobraram justiça pelo desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phllips, que foram assassinados durante uma viagem na terra do Vale do Javari, no Amazonas, no último dia 5/06. Eles ainda pediram mais segurança para trabalhadores em áreas de proteção.

O coordenador-geral da FASUBRA Toninho Alves afirmou no ato do Nereu Ramos que há um processo de desmonte das universidades e do Estado brasileiro em curso. “Há um projeto nesse país, por parte desse governo, que é atacar as universidades públicas, a educação brasileira e declarar guerra cultural com o processo do negacionismo, de ataque à ciência, à tecnologia e acima de tudo para acabar com os pensadores ou aqueles que ousam enfrentar o sistema do país”. Veja a fala na íntegra: https://bit.ly/3tH3vA3.

Quando a manifestação passou em frente ao MEC, Toninho mandou um recado ao ministro Victor Godoy. “Estamos aqui hoje para dizer ao ministro que a luta dos estudantes e dos trabalhadores unificou. Já caíram quatro ministros e nós estamos preparados para derrubar mais um, caso ele não reveja os cortes orçamentários que foram aplicados. Por isso estamos na luta, estamos resistindo e vamos defender as universidades públicas e os institutos federais”, reforçou. Veja a íntegra: https://bit.ly/39oAlPv.

O deputado federal Glauber Braga (PSOL/RJ) disse que os que querem destruir a educação pública não vão prosperar. “O que está acontecendo hoje é muito importante e essa tem que ser uma etapa para o crescimento da mobilização. Se eles imaginaram que iam passar a boiada sem nenhum tipo de resistência é porque não conhecem e imaginam a força dos estudantes de todo o Brasil. É pé na bunda do Bolsonaro. Viva a educação pública brasileira e fora Bolsonaro”. Confira: https://bit.ly/3b4RAW8.

No ato cultural o rapper GOG também mandou o seu recado para a FASUBRA. “Dizer a vocês que é importante reforçar atos como este aqui na Esplanada dos Ministérios, trazendo a nossa voz, a voz do povo sobre a importância da educação popular que é a nossa cara, que é a nossa história”, afirmou.

Para a Direção Nacional da FASUBRA Sindical este ato é mais um do processo de mobilização dos TAE em defesa da universidade pública e a Federação debaterá no Fonasefe e com as entidades da educação um calendário da mobilização no segundo semestre que unifique a luta dos segmentos do serviço público e a população para impedir a entrega das estatais e o desmonte da educação.

porStéphane Powaczuk

STU informa que nos dias 16 e 17 não terá expediente


Devido ao Feriado de Corpus Christi, no dia 16 de junho, o STU informa que não terá atendimento nesse dia.
Além disso, seguindo o calendário acadêmico da Unicamp, no dia 17 de junho, é dia de suspensão de atividades administrativas, por isso, o STU também não terá atendimento.
As atividades normais no Sindicato retornam no dia 20 de junho, segunda-feira.
Agradecemos a compreensão de todos, todas e todes e desejamos um bom feriado!

porStéphane Powaczuk

ICMS CRESCE 19,45% EM MAIO

A arrecadação do ICMS teve um crescimento de 19,45% em maio desse ano comparada com maio de 2021.

De janeiro a maio de 2022 a arrecadação foi de R$61,512 bilhões, o que corresponde a um valor 17,05% maior que o acumulado no mesmo período de 2021 – (R$52,55 bi).

A média de comprometimento acumulada com a folha de pagamento nas 3 universidades em maio ficou em torno de 68,50% – UNESP 66,1%, USP 67,66% e UNICAMP 72,22% – bem baixo, mesmo após a aplicação do reajuste de 20,67% em março.

A nossa pauta de reivindicações foi protocolada há mais de 2 meses e até agora não tivemos agendamento de reunião de negociação.

O reajuste é necessário para recompor as nossas perdas salariais desde maio de 2012.

Queremos 21% já!

porStéphane Powaczuk

Mês da Conscientização Mundial da Violência contra a Pessoa Idosa

O mês de junho é todo violeta para lembrar que a violência contra a pessoa idosa é um problema mundial, que deve ser denunciado em todas as suas formas. São vários os tipos de violências, como: sexual, racial, psicológica, física, homofóbica, religiosa, social, cultural, estrutural, abandono afetivo e a mais gritante, a econômica. Se antes da pandemia idosos e idosas já eram arrimo de família, com o desemprego e o desalento atual, passaram a sustentar um número maior de familiares e agregados.

O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A data foi instituída em 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa.

Com a população idosa chegando a 40 milhões no Brasil, falta preocupação e efetividade do governo em estabelecer e manter políticas públicas que deem dignidade em atendimentos, principalmente na área da saúde e no cumprimento do Estatuto do Idoso. A desigualdade social, cada vez mais agravada no atual governo, faz com que práticas desumanas sejam empregadas contra idosos e idosas, discriminando pessoas LGBTQIA+, negros e negras, população carcerária, indígenas, pessoas em situação de rua, trabalhadoras e trabalhadores do sexo, mas, principalmente, mulheres.

As mulheres são as mais afetadas em todas as circunstâncias, sendo uma das piores a agressão sexual sofrida, infelizmente, muitas vezes, dentro das próprias famílias. É muito comum nas delegacias especializadas em crimes contra a pessoa idosa, o número de registros ser maior contra mulheres, envolvendo as violências física, sexual e econômica.

Nos três últimos anos as denúncias de violência contra as pessoas idosas aumentaram 200%, de acordo com dados das delegacias que atendem essa parcela da população. Em um governo onde a violência é incentivada e apoiada a desrespeitar, agredir e até matar idosas e idosos passou a ser banal. Não se cumpre a Lei 10.741/2003 – Estatuto do Idoso, que prevê como obrigação do Estado “a efetivação de políticas que contribuam para a garantia dos direitos aos idosos e idosas”. São eles direitos à vida, saúde, alimentação, educação, cultura, esporte, lazer, trabalho, cidadania, liberdade, dignidade, respeito, convivência familiar e comunitária.

Tornou-se prática comum na sociedade deixar pessoas idosas em ILPIs (Instituições de Longa Permanência). O problema é que na, maioria das vezes, esses idosos e essas idosas são descartados/as e abandonados/as nessas instituições porque os familiares sequer voltam para lhes visitar.

Para combater a violência contra a população idosa é necessário políticas públicas voltadas para o cumprimento do Estatuto do Idoso, com formação humana e social das pessoas que se comprometem a exercer cargos nessa área.

porStéphane Powaczuk

Ocupa Brasília – ato da Educação será realizado no dia 14/06

Nesta terça-feira (14/06) trabalhadoras, trabalhadores da educação e estudantes realizam o OCUPA Brasília, em defesa da educação e contra os cortes de R$ 3,23 bilhões do orçamento do MEC de 2022, o que representa 14% do orçamento das universidades e institutos federais do Brasil.

Além dos constantes ataques, o ato também abordará temas como a recomposição inflacionária, contra a PEC 206 (que institui a cobrança de mensalidades nas IFE); a revogação da Emenda Constitucional 95 (Teto de Gastos); contra as privatizações, entre outros. A pauta unificada da educação federal será entregue ao MEC.

A Direção Nacional da FASUBRA Sindical orienta suas entidades de base que se mantenham mobilizadas e, se puderem, que enviem representantes para o protesto OCUPA Brasília. Confira a programação:

13h – Concentração no Anexo II da Câmara dos Deputados

14h – Ato interno no Auditório Nereu Ramos (em defesa das estatais e contra os cortes na educação)

16h – Marcha em direção ao MEC

17h30 – Ato Político Cultural com Maracatu e o rapper GOG

20h – Encerramento e retorno das caravanas

Texto: Fasubra.

porStéphane Powaczuk

Redução de ICMS coloca em risco condições de trabalho na Unicamp, USP e Unesp

Corrida para frear a alta dos preços dos combustíveis é mais uma tentativa desesperada de Bolsonaro de se reeleger

Foto: Reprodução site Pragmatismo Político.

Um bilhão de reais é o que a USP, Unesp e Unicamp podem perder juntas se o Senado Federal aprovar o Projeto de Lei Complementar 18/2022, que limita a 17% o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), cobrado sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transportes coletivos.

O projeto classifica esses itens como bens e serviços essenciais, passando a valer o entendimento do Supremo Tribunal Federal que limita a incidência do imposto. 

Quando se reduz o ICMS de forma deliberada, como propõe o governo Bolsonaro, automaticamente há um impacto na cota parte dos municípios, ou seja, a transferência automática de valores da arrecadação desse imposto.

Por isso Bolsonaro anunciou que se essa proposta, já aprovada na Câmara dos Deputados, passar pelo Senado Federal, ele paga a diferença. Isso significa que o governo pretende repassar os bilhões que cada estado ganha com o imposto como uma forma de compensação.

A preocupação de Bolsonaro e seus aliados com a reeleição é tamanha que essa proposta passa por cima das regras fiscais impostas pela lei que limita o teto de gastos.

Reduzir o ICMS para controlar os preços da inflação é mais um “truque” do governo para melhorar a sua baixa popularidade diante da eleição. Pois, de acordo com economistas ouvidos pelos veículos de imprensa, a redução dos preços de combustíveis pode ser menor ou nem acontecer, como prega o governo.

Alta da gasolina atinge toda população que sofre com aumento da inflação.


Economia em crise
O coordenador geral do STU, José Luis Pio Romera, afirma que reduzir os preços dos combustíveis pode não surtir o efeito desejado porque “a política de preços da Petrobrás está atrelada ao dólar e ao Mercado Internacional. Neste caso, o correto é mudar a politica de preços da Petrobrás e não alterar o ICMS”.

Pio explicou que a medida do governo é eleitoreira e não protege a população porque se houver aumento de preço do barril de petróleo, a redução da alíquota de ICMS não surtirá efeito no bolso do trabalhador.  Pior ainda, quando o preço do petróleo diminuir, a arrecadação do Estado estará muito prejudicada.

O ICMS é utilizado para financiar setores essenciais como Saúde, Segurança e Educação por ser a principal fonte de arrecadação dos Estados.

Para a Sefaz (Secretaria da Fazenda e Planejamento) de São Paulo, a diminuição da arrecadação deve causar uma perda anual de R$ 14,36 bilhões. Só na rede de Saúde o corte pode chegar a R$ 1,29 bilhão.

E o que o/a trabalhador/a da Unicamp tem a ver com isso?
Sob a desculpa de diminuir a carga tributária para proteger os bolsos dos brasileiros, ao invés de instituir políticas públicas que reduzam o custo de vida da população, Bolsonaro causará mais danos ao orçamento dos estados e municípios.

Esse “atalho” duvidoso pode prejudicar ainda mais as famílias de baixa renda, pois, de que adianta reduzir o preço da gasolina e piorar os atendimentos no SUS e sucatear as escolas?

Segundo dados divulgados pela Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) o custo de vida do cidadão brasileiro subiu 72%, desde o janeiro de 2019 até abril de 2022.

A prova de que essa medida pode ser uma furada é que o governo já reduziu impostos da carne bovina, farinha de trigo e biscoitos, por exemplo, mas essa baixa dos preços ainda não chegou aos supermercados.

Essa nova medida parece muito distante da sua realidade, mas não se engane! Cedo ou tarde, esse corte vai estrangular os atendimentos nos nossos hospitais, piorar ainda mais as condições de trabalho aqui na Unicamp e virar justificativa para o Cruesp não reajustar os nossos salários por falta de verba.

É evidente que Bolsonaro é inimigo da população e o maior destruidor dos serviços públicos.

Para o STU, o governo Federal, sem uma discussão prévia com os Estados, patrocina uma proposta totalmente eleitoreira e descabida que fere a autonomia dos Estados e compromete ainda mais as verbas das universidades públicas estaduais.


porStéphane Powaczuk

Plenária da Fasubra encaminha apoio à candidatura de Lula

O STU participou da Plenária Nacional da Fasubra nos dias 3, 4 e 5 de junho em Brasília. Foi a primeira plenária presencial que aconteceu “pós-pandemia” no Centro Comunitário Athos Bulcão da Universidade Federal de Brasília (UnB).

A plenária contou com a participação de representações das universidades públicas do Brasil inteiro com ampla discussão e debates sobre conjuntura atual e como os ataques do governo tem atingido e afetado todos/as trabalhadores/as.

Plenária Nacional da Fasubra. Foto: Fasubra

Segundo a Coordenadora Geral do STU, Marli Armelin, “foi importante porque percebermos que os ataques as universidades públicas estaduais não são diferentes. As lutas são as mesmas: reposição salarial, avaliações de desempenho para progressão de carreira, descontos e desvalorização dos aposentados e o ataque à autonomia das universidades”, completa Armelin dizendo que esses tópicos também fazem parte das nossas discussões.

“Foi muito bom retomar a uma plenária presencial, infelizmente senti falta de discussões mais voltadas as situações dos HUs estaduais. Precisamos fortalecer as lutas nas estaduais e municipais porque os HUs no geral vêm sofrendo com os desmontes”, diz a Coordenadora Geral do STU, Elisiene Lobo.

APOSENTADOS TERÃO REUNIÃO DE TODAS ENTIDADES DO BRASIL

A Coordenadora de Aposentados e pensionistas do STU, Sandra Ramos, comentou que além das pautas gerais como o apoio à candidatura do ex-presidente Lula nas eleições, foi planejada uma reunião de todas as entidades dos aposentados para julho ou agosto e um encontro de aposentados para agosto ou setembro. Na plenária também foi falado pela Sandra Ramos que a categoria está passando muitas dificuldades com o PDL 22/2020 – confisco do governo de São Paulo, pois muitos perderam quantias até mil reais na sua aposentadoria. O STU está ciente e somos solidários nessa luta.

Confira abaixo o vídeo da participação na Plenária da delegada Sandra Ramos:

“A Plenária da Fasubra cumpriu um papel importante nessa conjuntura. De debater o processo eleitoral e tirar apoio à candidatura de Lula para presidente. E o STU é uma das entidades mais importantes da FASUBRA, por ser estadual e trazer elementos agregadores às federais”, comentou o delegado do STU e Conselheiro Fiscal da Fasubra, João Daniel.

De acordo com o Coordenador Geral da Fasubra, e diretor do STU, Toninho Alves, “a Plenária Nacional da FASUBRA, ocorreu em um momento importante da conjuntura, além de debater a campanha salarial dos SPF, que deliberou uma jornada de lutas de 09 a 14, também debateu o trabalho remoto e suas implicações aos Técnico-Administrativos/as em Educação (TAEs)”.

ENCAMINHAMENTOS DA PLENÁRIA NACIONAL DA FASUBRA

Dentre os encaminhamentos, foi definido realizar uma reunião do setor das estaduais e municipais, urgente, para debater as questões específicas; apoio à candidatura Lula e os candidatos proporcionais do campo da esquerda em especial servidores públicos para derrotar a política racista e de desmonte do estado do atual governo; greve da FASUBRA para as federais no mínimo no setor da educação; e convocatória do GT carreira das entidades de bases para constituição de um GT nacional para discutir Teletrabalho.

Elisiene Lobo, João Paulo, Cleusa Schetini, Aparecido Calderaro, Toninho Alves, Sandra Ramos, João Daniel, Marli Armelin. Foto: Divulgação Marli Armelin.

Representando o STU como delegados/as escolhidos em assembleia foram: Elisiene Lobo, Marli Armelin, Sandra Ramos, João Daniel Moura, Aparecido Calderaro. Como ouvinte a aposentada Cleusa Schetini, também participou da Plenária da Fasubra.

Foi a primeira participação da nova diretoria do STU em uma Plenária da Fasubra, e esses momentos são muito importantes para a formação e fortalecimento político, principalmente por estarmos em um ano eleitoral que vai precisar da nossa conscientização e empenho para derrotarmos o atual governo.

Confira a seguir o Informe de Direção da Fasubra com o relatório completo da Plenária Nacional:

porStéphane Powaczuk

09 de junho tem ATO em defesa da Educação e da Ciência às 12h no Pavilhão Básico

Nesta quinta-feira, 09/06, às 12h, vai acontecer um ato em defesa da Educação e da Ciência, no vão do Pavilhão Básico da Unicamp. Esse encontro está sendo convocado pelo DCE da Unicamp, juntamente com as representações sindicais, e estudantil como ANPG, UNE, UBES, STU, ADunicamp, ANDES, entre outros.

É um dia dedicado a mobilização em defesa da educação e da ciência que recebeu mais um ataque do atual governo recentemente com o corte de verba de R$3,3 bilhões para educação, atingindo as universidades e rede de institutos federais, e mais R$2,9 bi da Ciência e da Tecnologia.

O Fórum das Seis apoia essa atividade e nós do STU convidamos todos/as a se somarem nessa luta.

Vamos juntos/as defender a educação, e a ciência pública.

porStéphane Powaczuk

Doe sangue e salve até 4 vidas

O mês de junho é dedicado à mobilização da nossa sociedade para a doação de sangue. Também é uma campanha criada pelo Ministério da Saúde desde 2015, a campanha Junho Vermelho, que tem como objetivo incentivar as pessoas a serem doadoras.

O Dia Mundial do/a Doador/a de sangue é comemorado em 14 de junho. Esta data homenageia a todos/as doadores/as de sangue e visa conscientizar os não-doadores sobre a importância desse ato, que pode salvar muitas vidas.

Para ser um doador a pessoa deve:

  • Estar em boas condições de saúde;
  • Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos;
  • Ter peso mínimo de 50 kg;
  • Estar descansado: ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas;
  • Estar bem alimentado, evitando alimentos gordurosos nas 4 horas anteriores à doação e não ter ingerido bebidas alcoólicas nas últimas 12 horas antes de doar sangue;
  • Homens: 60 dias entre as doações, respeitando o limite máximo de 4 doações no período de 12 meses;
  • Mulheres: 90 dias entre as doações, respeitando o limite máximo de 3 doações no período de 12 meses.
  • É necessário apresentar um documento de identidade original.

Sabemos que o hemocentro da Unicamp precisa da sua doação, seja qual for o seu tipo sanguíneo.

Por isso o STU te convida a doar sangue e salvar até 4 vidas!
Para mais informações ligue para o Hemocentro da Unicamp: 0800 722 8432

porStéphane Powaczuk

Nota da Fineduca contra a cobrança de mensalidades nas IES públicas

Mês passado nós comentamos aqui no site do STU sobre a PEC 206/19, que propõe a cobrança de mensalidades nas Instituições Públicas de Ensino do nosso país. E hoje queremos compartilhar com vocês uma nota da Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação (FINEDUCA), que traz argumentos substanciais para que continuemos nossa luta em favor das universidades públicas, gratuitas, laicas e de qualidade.

Para conferir a nota na íntegra clique aqui:


A tramitação da PEC 206 foi suspensa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos deputados CCJ, na sessão do dia 31 de maio de 2022, até que a proposta passe por audiências públicas.

Educação não é mercadoria! Não vamos permitir privatizarem o ensino público!

porStéphane Powaczuk

Boletim do STU 07/06/2022

Clique aqui para baixar o Boletim do STU nº 13/2022, de 07 de junho de 2022.

porStéphane Powaczuk

CRUESP, cadê a reunião de negociação?

Estamos há quase dois meses esperando que o CRUESP responda aos ofícios encaminhados pelo Fórum das Seis. Fizemos um ato unificado com a USP, e a UNESP, no dia 31 de maio em frente a reitoria da Unicamp, mas as portas foram lacradas para que os trabalhadores não fossem ouvidos, e o Tom Zé, que é o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas teve a coragem de dizer “agenda com a secretária”.

O trabalhador não pode esperar, nossos salários estão defasados, sem reposição da inflação. O comprometimento com a folha de pagamento da Unicamp é o mais baixo dos últimos anos, sabemos que existe verba. Após dois anos de contingenciamento das despesas com a LC 173, os caixas das Universidades engordaram e seguem cheios, enquanto o bolso do trabalhador permanece vazio.

A reitoria não está priorizando nossa pauta, por isso precisamos da sua ajuda para lutarmos juntos pela reposição da inflação!

Essa semana o Fórum das Seis vai se reunir para definir os rumos da nossa campanha salarial data-base 2022. E também já nos convocou para participar do Ato Nacional em defesa da educação e da ciência que vai acontecer dia 09 de junho. Vamos nos mobilizar para denunciar os cortes do governo Bolsonaro à ciência e à educação, que recentemente teve um bloqueio de R$3,3 bilhões da educação, atingindo as universidades e rede de institutos federais. Em breve informaremos sobre o local e horário do ato em Campinas, continue acompanhando as redes sociais do STU.

porStéphane Powaczuk

Nota de repúdio do STU contra quaisquer discriminações na Unicamp e ataques a diretoria

Na última semana de maio a diretoria do STU foi vítima de injuria em um grupo de whatsapp com cerca de 140 funcionários da Unicamp, numa tentativa de deslegitimar a atual gestão frente à categoria. Ao tomar ciência da acusação leviana, a Coordenação de Negros e a Coordenação de Políticas Antirracistas do STU deliberou por unanimidade repudiar tal postura que, para distorcer debates políticos diversos ocorridos durante o processo eleitoral, se utiliza indevidamente da pauta racial para atacar a atual gestão. O STU em toda sua história foi um ator importante na cidade de Campinas e na região na organização e na luta do povo negro, e não pode ter sua dignidade e trajetória jogada no lixo em razão de disputas diversas.

Reforçamos ainda que o STU repudia veementemente quaisquer formas de discriminação e atua no combate ao racismo dentro e fora dos campi da Unicamp, e disponibiliza o contato dos coordenadores das pastas Negros e Negras e Políticas Antirracistas para o recebimento de denuncias. Reafirmamos também nosso compromisso de investigação de toda e qualquer denuncia da categoria de racismo, lgbtifobia, machismo e capacitismo, sobretudo envolvendo membros da diretoria, não admitindo a manipulação da dor da categoria como forma de gerir uma política de ódio que nos divida.

Marina Rebelo
Ronaldo Almeida
Elisiene Lobo
José Carlos Pereira