Arquivo de tag Fora Bolsonaro

porStéphane Powaczuk

Domingo é dia de Derrotar Bolsonaro nas urnas

O STU está empenhado nessa campanha de vira voto e segue a determinação da nossa federação que é a Fasubra em apoiar o candidato LULA para juntos conquistarmos as eleições no primeiro turno!

A Esperança vai vencer o medo! O Amor vai vencer o ódio!

⭐ Neste domingo, 02/10, vote consciente para que nosso país tenha mais igualdade, investimento em educação, saúde, empregos, qualidade de vida!

Confira os vídeos que a diretoria gravou:

porStéphane Powaczuk

7/09: Grito dos Excluídos e Excluídas traz como lema “Brasil: 200 anos de (in)dependência para quem?”

O Grito dos Excluídos e Excluídas volta às ruas em todo o país neste 7 de setembro. A 28ª edição da marcha organizada pelas pastorais sociais ligadas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) traz como lema este ano “Brasil: 200 anos de (in)dependência para quem?”. Fruto da Campanha da Fraternidade de 1995, o tema permanente do Grito é “Vida em Primeiro Lugar”.

Em carta de apoio do 28º Grito, o bispo da diocese de Brejo (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Sociotransformadora da CNBB, dom José Valdeci Santos Mendes, conclama a sociedade para ações efetivas em defesa de todas as formas de vida que se encontram ameaçadas. “O avanço do desmonte de direitos sociais e do próprio estado democrático, com a disseminação da cultura do ódio, sustentada pelas notícias falsas manifestadas nas redes sociais são sinais do descaso pela vida”, destaca.

O documento reforça ainda o aprofundamento das desigualdades sociais, o aumento da fome, do desemprego, fruto do avanço do poder financeiro aumentando os lucros dos bancos, institucionalizando ainda mais os seus privilégios. “O avanço dos grandes projetos sobre as terras indígenas, povos quilombolas, pescadores e as agressões ao meio ambiente têm sido outra marca da atual política. E com isso o aumento da violência contra defensores e defensoras de Direitos Humanos, como foi o caso de Bruno e Dom, na Amazônia, e de lavradores e lavradoras barbaramente assassinados”, afirma.

Diante deste cenário, a CNBB convoca as pastorais, organismos, movimentos populares e pessoas de boa vontade para defender e garantir os direitos dos pobres e marginalizados em nível local, regional e nacional. É marca histórica do Grito, desde seu início, a defesa da democracia e da soberania dos povos!

A Direção Nacional da FASUBRA orienta a participação das entidades de base nos atos, seguindo todos os protocolos de segurança contra a pandemia, com distanciamento, máscara e álcool em gel. A Federação orienta ainda que se mantenham em grupos e não respondam às provocações de bolsonaristas, evitando confrontos.

Confira onde acontecerão ações do Grito dos Excluídos e Excluídas: https://bit.ly/3wUbiMw.

porStéphane Powaczuk

Fasubra entrega plataforma programática e Eleitoral ao candidato Lula

A FASUBRA Sindical, seguindo a deliberação da Plenária Nacional, entregou a proposta de plataforma política dos técnico-administrativos em educação para o candidato e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Federação é protagonista porque é a primeira entidade dos servidores públicos federais a entregar a plataforma com propostas de governo para o candidato do PT à Presidência da República.

O encontro aconteceu na quinta-feira (18/8), em Belo Horizonte/MG, antes do comício na Praça da Estação. Além da entrega da pauta de reivindicações, a Diretoria Nacional (DN) da FASUBRA solicitou ao candidato uma reunião com as entidades dos SPFs e também a retomada da Mesa Nacional de Negociação Permanente.

A última Plenária Nacional aprovou o apoio à candidatura de Lula. Para a DN FASUBRA é urgente defender a democracia, o serviço público e eleger Lula já no primeiro turno.

Entre as propostas do documento estão:

  • Revogação da Emenda Constitucional 95;
  • Revogação da Reforma Trabalhista;
  • Revogação da Reforma da Previdência;
  • Não à Reforma Administrativa (PEC32);
  • Por uma reforma tributária que torne o sistema mais justo e progressivo, com taxação de lucros e dividendos, grandes fortunas e desoneração do salário;
  • Defesa da Educação gratuita e de qualidade, como direito público social de todos os cidadãos e cidadãs, responsabilidade do Estado;
  • Implementação do “Projeto Universidade Cidadã para os Trabalhadores”;
  • Exclusividade dos recursos públicos para instituições públicas oficiais;
  • Defesa da Autonomia Universitária, em todas as instituições públicas de ensino

Superior;

  • Abertura imediata de concursos públicos, via RJU, para recomposição do quadro de servidores;
  • Fim de intervenções do Ministério do Economia e de órgãos de controle;
  • Revogação da Reforma do Ensino Médio e ampla discussão nacional sobre a crise do Ensino Médio, para garantir oportunidades efetivas para a Juventude, com educação de qualidade;
  • Imediata recomposição orçamentária das instituições federais de ensino;
  • Defesa da democratização das universidades, no acesso, gestão e permanência estudantil;
  • Defesa da manutenção das políticas de cotas sociais e raciais;
  • Defesa do PNE;
  • Defesa do Fundo Social do Pré-sal com destinação a saúde e a educação;
  • Pela revogação da Lei que criou a EBSERH;
  • Pela paridade entre ativos e aposentados;
  • Não ao pagamento da Dívida Externa;
  • Auditoria da dívida pública.

A DN da FASUBRA informa ainda que nos próximos dias atualizará a plataforma, frente aos novos elementos da conjuntura acrescentando alguns pontos, como a defesa da democracia. A DN também encaminhará a plataforma aos demais candidatos do campo da esquerda, conforme deliberado na plenária. Participaram do encontro representantes da DN e do Sindifes.

Veja a Plataforma Programática e Eleitoral da FASUBRA na íntegra.

Foto: Ricardo Stuckert.

porStéphane Powaczuk

Judiciário do país reage de forma enfática a novos ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral

A FASUBRA Sindical repudia veemente os mais recentes ataques de Bolsonaro à democracia, ao Judiciário, às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral brasileiro como um todo. O presidente repete mentiras de forma despudorada, sem provas, ao afirmar que houve fraude nas eleições de 2014 e 2018. Novamente, os ataques desgastaram ainda mais a imagem do Brasil no exterior.

As informações foram desmentidas mais de uma vez pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele reiterou críticas a ministros do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial, aos ministros Edson Fachin e Luís Robert Barroso durante reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, na última segunda-feira (18/7).

Durante três dias, as declarações repercutiram negativamente entre autoridades, parlamentares e integrantes do Judiciário, que reagiram de forma rigorosa em defesa do país, do sistema de votação brasileiro, das instituições e contra qualquer tentativa de se colocar em xeque a lisura, segurança e transparência das eleições em 2 de outubro.

O presidente do TSE Edson Fachin disse que é hora de dizer basta à desinformação e ao negacionismo eleitoral. Para Fachin, a Justiça Eleitoral e seus representantes são atacados com acusações de fraude com uso de má fé. “Ainda mais grave, é o envolvimento da política internacional e também das Forças Armadas, cujo relevante papel constitucional a ninguém cabe negar como instituições nacionais, regulares e permanentes do Estado, e não de um governo. É hora de dizer basta”, destacou.

Procuradores de todos os estados e o DF assinam documento enviado ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que Bolsonaro seja investigado por causa dos ataques, o que para eles configuram crime eleitoral e abuso de poder. Subprocuradores da República também divulgaram nota em defesa das eleições. No documento afirmam ser crimes de responsabilidade, entre outros, utilizar o poder federal para impedir a livre execução da lei eleitoral.

Deputados de oposição também enviaram ao STF pedido de investigação do presidente por improbidade administrativa, abuso de poder político e econômico, crime contra o Estado Democrático e, ainda, por propaganda eleitoral antecipada.

Para a DN FASUBRA Sindical, Bolsonaro tenta copiar a política do ex-presidente dos EUA e tentar um golpe no país. Nesse sentido, a FASUBRA endossa que é favorável a cassação do mandato de Bolsonaro por sua conduta que afronta a liberdade democrática com claro propósito de desestabilizar as instituições e o processo eleitoral brasileiro, colocando em dúvida o resultado das próximas eleições.

Foto: Antonio Augusto/Ascom TSE. Com agências.
Texto: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

FASUBRA promove o IV Encontro LGBTQIA+ no início de agosto

A FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação LGBTI, realiza nos dias 5 e 6 de agosto, em Brasília/DF, o IV Encontro LGBTQIA+ com a temática central “Cidadania LGBTQIA+ na Educação Pública e na Sociedade”. O objetivo é identificar estratégias de interação entre as trabalhadoras e os trabalhadores das universidades e a comunidade LGBTQIA+, a partir de políticas de diversidade e inclusão.

O encontro também busca fomentar políticas de convivência na comunidade universitária, aumentar o interesse das entidades de base em discutir o tema com a categoria e coletar informações sobre as políticas de diversidade e inclusão no movimento sindical e nas universidades, possibilitando a identificação de diversas estratégias para o convívio entre a pluralidade de gênero no meio acadêmico, entre outros aspectos.

Durante dois dias, as técnica-administrativas e os técnico-administrativos em educação vão debater diversas temas de interesse das pessoas LGBTIA+, entre eles: combate à violência e promoção dos direitos de cidadania LGBTQIA+ nas políticas públicas; sobrevivência LGBTQIA+ no Brasil de hoje; sindicalismo e as lutas pela visibilidade e igualdade de direitos das pessoas LGBTQIA+ no mundo do trabalho; as leis de proteção da comunidade LGBTQIA+ no Congresso; estratégias para a defesa e proteção dos direitos da pessoa LGBTQIA+ no ambiente sindical; democracia e garantias de direito na legislação brasileira e o papel dos movimentos sociais nas lutas contra a discriminação e violência à pessoa LGBTQIA+. O encontro ainda contará com apresentação de peça teatral e dinâmica de grupo.

A Coordenação LGBTI da FASUBRA recomenda que suas entidades de base priorizem a participação de representação que estejam inseridas no debate LGBTQUIA+ na universidade e ou na cidade de origem. As inscrições dos participantes serão realizadas por meio do e-mail [email protected].

Imagem e Texto: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

VITÓRIA: PEC que proíbe cortes na Educação passa na CJC

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (6/7), por ampla maioria (40 votos favoráveis e 12 contrários), o parecer do relator à PEC 96/2019 pela admissibilidade da proposta. A PEC 96/2019, de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS), visa proibir os contingenciamentos orçamentários na educação pública, o que representa uma grande vitória. A proposta inclui no artigo 166 da Constituição a obrigatoriedade de execução integral da programação orçamentária relativa à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino.

Foto: Fasubra

A pressão de entidades da Educação foi fundamental para a aprovação da PEC na CCJC. Nesta terça-feira (5/7), as entidades do setor, entre elas a FASUBRA Sindical, divulgaram uma carta aberta por sua aprovação. O documento também foi entregue pessoalmente a diversos parlamentares integrantes da Comissão. Após a aprovação da constitucionalidade, a proposta segue agora para uma Comissão Especial que vai analisar o mérito e, em seguida, para o Plenário.

Na carta, as entidades destacam que a Constituição Cidadã de 1988 positivou a educação como direito de todos e como dever da família e do Estado. “Entretanto, em praticamente todos os anos e, certamente em todos os governos, aconteceram cortes, bloqueios e contingenciamentos dessas verbas destinadas à manutenção e desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão pelas leis orçamentárias”, contestam.

O documento ainda reforça os constantes cortes no orçamento do MEC ocorridos recentemente. “O último deles no dia 23 de junho, pela Portaria SETO/ME nº 5.649/2022 no qual se efetivou mais um corte de 1,2 bilhão de reais. Desse valor, mais de R$ 600 milhões foram retirados das verbas discricionárias de Cefets, universidades e institutos federais. Várias dessas instituições já manifestaram dificuldade em cumprir com seus compromissos e até mesmo manter o seu funcionamento até o final do ano”, denunciam.

Segundo o Coord. Geral da Fasubra, e Diretor do STU, Toninho Alves fruto da pressão da Fasubra e demais movimentos estudantis, foi conseguido que essa PEC 96/19 fosse admitida pela CCJ em Brasília e dessa forma sendo encaminhada na próxima semana para votação em plenário. “Foi uma vitória estrondosa porque essa PEC garante o orçamento impositivo das instituições de educação”.

Para a FASUBRA Sindical, que defende a Educação pública, gratuita e de qualidade, é necessário manter a pressão durante a tramitação da PEC no Congresso Nacional para que a vitória seja efetivada. Em defesa da Educação! Não aos cortes!

Íntegra da carta: https://bit.ly/3NNiZcY.

Fotos: FASUBRA
Texto: colaboração FASUBRA.

porStéphane Powaczuk

IX Encontro Nacional de Aposentados(as), Aposentandos(as) e Pensionistas

A FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria, realiza nos dias 18, 19 e 20 de agosto, em Brasília/DF, o IX Encontro Nacional de Aposentados(as), Aposentandos(as) e Pensionistas. O encontro foi uma deliberação da última Plenária e terá como eixo principal “Respeito, Direitos e Saúde Mental em tempos de Governo de Exceção e de Pandemia”.

Entre as palestras estão temas como:

– Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003), direitos não cumpridos, principalmente no atual governo;

– Decreto 10.620/2021 e suas implicações na vida de aposentados/as, aposentandos(as) e pensionistas;

– Acolhimento e atenção ao idoso e idosa em suas angústias antes e durante a Pandemia;

– Benefícios da atividade física na terceira idade;

– Idosos e idosas são imprescindíveis na escolha dos futuros dirigentes do país;

– Como dar leveza e sentido à sua vida fazendo o que você gosta;

– Problemas e desrespeito aos aposentados/as e pensionistas das estaduais.

O encontro contará com atividades como almoço dançante e apresentação do Coral Vozes do Cerrado do SINT-IFESgo, da Universidade Federal de Goiás (UFG).

A Direção Nacional da FASUBRA solicita que os sindicatos enviem os nomes dos participantes para o e-mail [email protected].

Em breve divulgaremos mais detalhes.

Imagem e Texto: FASUBRA.

porStéphane Powaczuk

PEC que proíbe contingenciamentos orçamentários na Educação está na pauta da CCJC

A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 96/2019, de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS), que visa proibir os contingenciamentos orçamentários na educação pública, está na pauta desta quarta-feira (6/7) da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. A aprovação da PEC é de extrema importância em meio ao desmonte do Estado e dos constantes cortes do orçamento da Educação. Pressionem os deputados e deputadas que compõem a CCJ no link: https://bit.ly/3AodazG.

A proposta foi apresentada em meio às mobilizações do Tsunami da Educação de 2019 contra os cortes de até 30% no orçamento da educação pelo governo Bolsonaro e inclui no artigo 166 da Constituição a obrigatoriedade de execução integral da programação orçamentária relativas à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino.

Para a autora da PEC, a proposta representa um avanço contra o esvaziamento dos orçamentos da educação e a sua aprovação na CCJC, na comissão especial que avaliará seu mérito e no Plenário da Câmara depende de mobilização permanente das categorias profissionais da educação e dos movimentos estudantis.

O relator da PEC, deputado federal Orlando Silva (PCdoB/SP), apresentou este ano o voto pela admissibilidade da proposta. “Não há, por conseguinte, qualquer vício de inconstitucionalidade formal ou material na proposta, bem como foram atendidos os pressupostos constitucionais e regimentais para sua apresentação e apreciação”. Veja o voto do relator: https://bit.ly/3nCzYnL.

Veja nota sobre a PEC 96/2019 da deputada Fernanda Melchionna: https://bit.ly/3OHfSVq.

Texto e foto: FASUBRA.

porStéphane Powaczuk

Em defesa do SUS, FASUBRA é eleita para Comissões do Conselho Nacional de Saúde

A FASUBRA Sindical participou do processo eleitoral para a composição das Comissões Intersetoriais que assessoram o Conselho Nacional de Saúde – CNS.

Por meio do Fórum de Entidades Nacionais dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Saúde – FENTAS, a FASUBRA participa da formulação das políticas públicas nacionais de saúde, sempre em atenção ao interesse dos trabalhadores e trabalhadoras e do serviço público, e em defesa do SUS.

A FASUBRA foi eleita como integrante das seguintes comissões para o mandato 2022-2025:

1. Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento;

2. Comissão Intersetorial de Educação Permanente para o Controle Social do SUS;

3. Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde;

4. Comissão Intersetorial de Políticas para a Promoção da Equidade;

5. Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho;

6. Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.

Texto e foto: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

OCUPA Brasília leva milhares às ruas em defesa da Educação

Milhares de trabalhadoras, trabalhadores da educação e estudantes tomaram a Esplanada dos Ministérios, no OCUPA Brasília nesta terça-feira (14/06). Atos também foram realizados no Congresso Nacional – em frente ao Anexo II e no Auditório Nereu Ramos, em defesa da educação, contra os cortes orçamentários do MEC, contra as privatizações das estatais e todos os ataques ao serviço público. O protesto terminou com uma atividade político-cultural nas proximidades do Teatro Nacional, com a apresentação do Maracatu Tambores do Amanhecer e do rapper GOG. Parlamentares da oposição também estiveram presentes na luta. A FASUBRA Sindical contou com a participação ativa das entidades de base.

Na última semana, o governo Bolsonaro anunciou mais um corte no orçamento do Ministério da Educação no valor de R$ 3,2 bilhões, que vai atingir diretamente o funcionamento das universidades e institutos federais. Os ataques são constantes, como a proposta de instituição de mensalidades nas IFE (PEC 206) e, ainda ontem, o Senado aprovou o PLP 18/22 que retira recursos do Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Professores. A Câmara dos Deputados, por sua vez, reparou o erro e aprovou uma emenda que garante que os entes federados que perderem recursos do ICMS sejam compensados pela União e obriga estados, municípios e o Distrito Federal a manter a execução proporcional de gastos mínimos constitucionais com saúde e educação, incluindo os recursos do Fundeb.

“Estamos hoje em um momento de emergência, mais uma vez, com o PLP 18/22 tentando arrebanhar recursos da Educação e ao lado dos cortes que foram realizados semana passada fazem esse mosaico tenebroso do governo Bolsonaro contra a educação, contra o SUS e contra o Brasil. Por isso estamos aqui resistindo, estaremos contrários a esse conteúdo e sempre juntos na luta. Pela educação pública, gratuita e de qualidade”, destacou a deputada federal Alice Portugal (PCdoB/BA) no ato em frente ao Anexo II. Veja a fala na íntegra: https://bit.ly/3QrsssU.

O ato ainda abordou temas como a recomposição inflacionária; a corrupção envolvendo o MEC; a revogação da Emenda Constitucional 95 (Teto de Gastos); contra as privatizações; e em defesa e respeito à classe trabalhadora do serviço público, entre outros. Servidoras e servidores da Funai – Fundação Nacional do Índio – se somaram ao protesto e cobraram justiça pelo desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phllips, que foram assassinados durante uma viagem na terra do Vale do Javari, no Amazonas, no último dia 5/06. Eles ainda pediram mais segurança para trabalhadores em áreas de proteção.

O coordenador-geral da FASUBRA Toninho Alves afirmou no ato do Nereu Ramos que há um processo de desmonte das universidades e do Estado brasileiro em curso. “Há um projeto nesse país, por parte desse governo, que é atacar as universidades públicas, a educação brasileira e declarar guerra cultural com o processo do negacionismo, de ataque à ciência, à tecnologia e acima de tudo para acabar com os pensadores ou aqueles que ousam enfrentar o sistema do país”. Veja a fala na íntegra: https://bit.ly/3tH3vA3.

Quando a manifestação passou em frente ao MEC, Toninho mandou um recado ao ministro Victor Godoy. “Estamos aqui hoje para dizer ao ministro que a luta dos estudantes e dos trabalhadores unificou. Já caíram quatro ministros e nós estamos preparados para derrubar mais um, caso ele não reveja os cortes orçamentários que foram aplicados. Por isso estamos na luta, estamos resistindo e vamos defender as universidades públicas e os institutos federais”, reforçou. Veja a íntegra: https://bit.ly/39oAlPv.

O deputado federal Glauber Braga (PSOL/RJ) disse que os que querem destruir a educação pública não vão prosperar. “O que está acontecendo hoje é muito importante e essa tem que ser uma etapa para o crescimento da mobilização. Se eles imaginaram que iam passar a boiada sem nenhum tipo de resistência é porque não conhecem e imaginam a força dos estudantes de todo o Brasil. É pé na bunda do Bolsonaro. Viva a educação pública brasileira e fora Bolsonaro”. Confira: https://bit.ly/3b4RAW8.

No ato cultural o rapper GOG também mandou o seu recado para a FASUBRA. “Dizer a vocês que é importante reforçar atos como este aqui na Esplanada dos Ministérios, trazendo a nossa voz, a voz do povo sobre a importância da educação popular que é a nossa cara, que é a nossa história”, afirmou.

Para a Direção Nacional da FASUBRA Sindical este ato é mais um do processo de mobilização dos TAE em defesa da universidade pública e a Federação debaterá no Fonasefe e com as entidades da educação um calendário da mobilização no segundo semestre que unifique a luta dos segmentos do serviço público e a população para impedir a entrega das estatais e o desmonte da educação.

porStéphane Powaczuk

Mês da Conscientização Mundial da Violência contra a Pessoa Idosa

O mês de junho é todo violeta para lembrar que a violência contra a pessoa idosa é um problema mundial, que deve ser denunciado em todas as suas formas. São vários os tipos de violências, como: sexual, racial, psicológica, física, homofóbica, religiosa, social, cultural, estrutural, abandono afetivo e a mais gritante, a econômica. Se antes da pandemia idosos e idosas já eram arrimo de família, com o desemprego e o desalento atual, passaram a sustentar um número maior de familiares e agregados.

O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A data foi instituída em 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa.

Com a população idosa chegando a 40 milhões no Brasil, falta preocupação e efetividade do governo em estabelecer e manter políticas públicas que deem dignidade em atendimentos, principalmente na área da saúde e no cumprimento do Estatuto do Idoso. A desigualdade social, cada vez mais agravada no atual governo, faz com que práticas desumanas sejam empregadas contra idosos e idosas, discriminando pessoas LGBTQIA+, negros e negras, população carcerária, indígenas, pessoas em situação de rua, trabalhadoras e trabalhadores do sexo, mas, principalmente, mulheres.

As mulheres são as mais afetadas em todas as circunstâncias, sendo uma das piores a agressão sexual sofrida, infelizmente, muitas vezes, dentro das próprias famílias. É muito comum nas delegacias especializadas em crimes contra a pessoa idosa, o número de registros ser maior contra mulheres, envolvendo as violências física, sexual e econômica.

Nos três últimos anos as denúncias de violência contra as pessoas idosas aumentaram 200%, de acordo com dados das delegacias que atendem essa parcela da população. Em um governo onde a violência é incentivada e apoiada a desrespeitar, agredir e até matar idosas e idosos passou a ser banal. Não se cumpre a Lei 10.741/2003 – Estatuto do Idoso, que prevê como obrigação do Estado “a efetivação de políticas que contribuam para a garantia dos direitos aos idosos e idosas”. São eles direitos à vida, saúde, alimentação, educação, cultura, esporte, lazer, trabalho, cidadania, liberdade, dignidade, respeito, convivência familiar e comunitária.

Tornou-se prática comum na sociedade deixar pessoas idosas em ILPIs (Instituições de Longa Permanência). O problema é que na, maioria das vezes, esses idosos e essas idosas são descartados/as e abandonados/as nessas instituições porque os familiares sequer voltam para lhes visitar.

Para combater a violência contra a população idosa é necessário políticas públicas voltadas para o cumprimento do Estatuto do Idoso, com formação humana e social das pessoas que se comprometem a exercer cargos nessa área.

porStéphane Powaczuk

Ocupa Brasília – ato da Educação será realizado no dia 14/06

Nesta terça-feira (14/06) trabalhadoras, trabalhadores da educação e estudantes realizam o OCUPA Brasília, em defesa da educação e contra os cortes de R$ 3,23 bilhões do orçamento do MEC de 2022, o que representa 14% do orçamento das universidades e institutos federais do Brasil.

Além dos constantes ataques, o ato também abordará temas como a recomposição inflacionária, contra a PEC 206 (que institui a cobrança de mensalidades nas IFE); a revogação da Emenda Constitucional 95 (Teto de Gastos); contra as privatizações, entre outros. A pauta unificada da educação federal será entregue ao MEC.

A Direção Nacional da FASUBRA Sindical orienta suas entidades de base que se mantenham mobilizadas e, se puderem, que enviem representantes para o protesto OCUPA Brasília. Confira a programação:

13h – Concentração no Anexo II da Câmara dos Deputados

14h – Ato interno no Auditório Nereu Ramos (em defesa das estatais e contra os cortes na educação)

16h – Marcha em direção ao MEC

17h30 – Ato Político Cultural com Maracatu e o rapper GOG

20h – Encerramento e retorno das caravanas

Texto: Fasubra.

porStéphane Powaczuk

Redução de ICMS coloca em risco condições de trabalho na Unicamp, USP e Unesp

Corrida para frear a alta dos preços dos combustíveis é mais uma tentativa desesperada de Bolsonaro de se reeleger

Foto: Reprodução site Pragmatismo Político.

Um bilhão de reais é o que a USP, Unesp e Unicamp podem perder juntas se o Senado Federal aprovar o Projeto de Lei Complementar 18/2022, que limita a 17% o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), cobrado sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transportes coletivos.

O projeto classifica esses itens como bens e serviços essenciais, passando a valer o entendimento do Supremo Tribunal Federal que limita a incidência do imposto. 

Quando se reduz o ICMS de forma deliberada, como propõe o governo Bolsonaro, automaticamente há um impacto na cota parte dos municípios, ou seja, a transferência automática de valores da arrecadação desse imposto.

Por isso Bolsonaro anunciou que se essa proposta, já aprovada na Câmara dos Deputados, passar pelo Senado Federal, ele paga a diferença. Isso significa que o governo pretende repassar os bilhões que cada estado ganha com o imposto como uma forma de compensação.

A preocupação de Bolsonaro e seus aliados com a reeleição é tamanha que essa proposta passa por cima das regras fiscais impostas pela lei que limita o teto de gastos.

Reduzir o ICMS para controlar os preços da inflação é mais um “truque” do governo para melhorar a sua baixa popularidade diante da eleição. Pois, de acordo com economistas ouvidos pelos veículos de imprensa, a redução dos preços de combustíveis pode ser menor ou nem acontecer, como prega o governo.

Alta da gasolina atinge toda população que sofre com aumento da inflação.


Economia em crise
O coordenador geral do STU, José Luis Pio Romera, afirma que reduzir os preços dos combustíveis pode não surtir o efeito desejado porque “a política de preços da Petrobrás está atrelada ao dólar e ao Mercado Internacional. Neste caso, o correto é mudar a politica de preços da Petrobrás e não alterar o ICMS”.

Pio explicou que a medida do governo é eleitoreira e não protege a população porque se houver aumento de preço do barril de petróleo, a redução da alíquota de ICMS não surtirá efeito no bolso do trabalhador.  Pior ainda, quando o preço do petróleo diminuir, a arrecadação do Estado estará muito prejudicada.

O ICMS é utilizado para financiar setores essenciais como Saúde, Segurança e Educação por ser a principal fonte de arrecadação dos Estados.

Para a Sefaz (Secretaria da Fazenda e Planejamento) de São Paulo, a diminuição da arrecadação deve causar uma perda anual de R$ 14,36 bilhões. Só na rede de Saúde o corte pode chegar a R$ 1,29 bilhão.

E o que o/a trabalhador/a da Unicamp tem a ver com isso?
Sob a desculpa de diminuir a carga tributária para proteger os bolsos dos brasileiros, ao invés de instituir políticas públicas que reduzam o custo de vida da população, Bolsonaro causará mais danos ao orçamento dos estados e municípios.

Esse “atalho” duvidoso pode prejudicar ainda mais as famílias de baixa renda, pois, de que adianta reduzir o preço da gasolina e piorar os atendimentos no SUS e sucatear as escolas?

Segundo dados divulgados pela Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) o custo de vida do cidadão brasileiro subiu 72%, desde o janeiro de 2019 até abril de 2022.

A prova de que essa medida pode ser uma furada é que o governo já reduziu impostos da carne bovina, farinha de trigo e biscoitos, por exemplo, mas essa baixa dos preços ainda não chegou aos supermercados.

Essa nova medida parece muito distante da sua realidade, mas não se engane! Cedo ou tarde, esse corte vai estrangular os atendimentos nos nossos hospitais, piorar ainda mais as condições de trabalho aqui na Unicamp e virar justificativa para o Cruesp não reajustar os nossos salários por falta de verba.

É evidente que Bolsonaro é inimigo da população e o maior destruidor dos serviços públicos.

Para o STU, o governo Federal, sem uma discussão prévia com os Estados, patrocina uma proposta totalmente eleitoreira e descabida que fere a autonomia dos Estados e compromete ainda mais as verbas das universidades públicas estaduais.


porStéphane Powaczuk

Plenária da Fasubra encaminha apoio à candidatura de Lula

O STU participou da Plenária Nacional da Fasubra nos dias 3, 4 e 5 de junho em Brasília. Foi a primeira plenária presencial que aconteceu “pós-pandemia” no Centro Comunitário Athos Bulcão da Universidade Federal de Brasília (UnB).

A plenária contou com a participação de representações das universidades públicas do Brasil inteiro com ampla discussão e debates sobre conjuntura atual e como os ataques do governo tem atingido e afetado todos/as trabalhadores/as.

Plenária Nacional da Fasubra. Foto: Fasubra

Segundo a Coordenadora Geral do STU, Marli Armelin, “foi importante porque percebermos que os ataques as universidades públicas estaduais não são diferentes. As lutas são as mesmas: reposição salarial, avaliações de desempenho para progressão de carreira, descontos e desvalorização dos aposentados e o ataque à autonomia das universidades”, completa Armelin dizendo que esses tópicos também fazem parte das nossas discussões.

“Foi muito bom retomar a uma plenária presencial, infelizmente senti falta de discussões mais voltadas as situações dos HUs estaduais. Precisamos fortalecer as lutas nas estaduais e municipais porque os HUs no geral vêm sofrendo com os desmontes”, diz a Coordenadora Geral do STU, Elisiene Lobo.

APOSENTADOS TERÃO REUNIÃO DE TODAS ENTIDADES DO BRASIL

A Coordenadora de Aposentados e pensionistas do STU, Sandra Ramos, comentou que além das pautas gerais como o apoio à candidatura do ex-presidente Lula nas eleições, foi planejada uma reunião de todas as entidades dos aposentados para julho ou agosto e um encontro de aposentados para agosto ou setembro. Na plenária também foi falado pela Sandra Ramos que a categoria está passando muitas dificuldades com o PDL 22/2020 – confisco do governo de São Paulo, pois muitos perderam quantias até mil reais na sua aposentadoria. O STU está ciente e somos solidários nessa luta.

Confira abaixo o vídeo da participação na Plenária da delegada Sandra Ramos:

“A Plenária da Fasubra cumpriu um papel importante nessa conjuntura. De debater o processo eleitoral e tirar apoio à candidatura de Lula para presidente. E o STU é uma das entidades mais importantes da FASUBRA, por ser estadual e trazer elementos agregadores às federais”, comentou o delegado do STU e Conselheiro Fiscal da Fasubra, João Daniel.

De acordo com o Coordenador Geral da Fasubra, e diretor do STU, Toninho Alves, “a Plenária Nacional da FASUBRA, ocorreu em um momento importante da conjuntura, além de debater a campanha salarial dos SPF, que deliberou uma jornada de lutas de 09 a 14, também debateu o trabalho remoto e suas implicações aos Técnico-Administrativos/as em Educação (TAEs)”.

ENCAMINHAMENTOS DA PLENÁRIA NACIONAL DA FASUBRA

Dentre os encaminhamentos, foi definido realizar uma reunião do setor das estaduais e municipais, urgente, para debater as questões específicas; apoio à candidatura Lula e os candidatos proporcionais do campo da esquerda em especial servidores públicos para derrotar a política racista e de desmonte do estado do atual governo; greve da FASUBRA para as federais no mínimo no setor da educação; e convocatória do GT carreira das entidades de bases para constituição de um GT nacional para discutir Teletrabalho.

Elisiene Lobo, João Paulo, Cleusa Schetini, Aparecido Calderaro, Toninho Alves, Sandra Ramos, João Daniel, Marli Armelin. Foto: Divulgação Marli Armelin.

Representando o STU como delegados/as escolhidos em assembleia foram: Elisiene Lobo, Marli Armelin, Sandra Ramos, João Daniel Moura, Aparecido Calderaro. Como ouvinte a aposentada Cleusa Schetini, também participou da Plenária da Fasubra.

Foi a primeira participação da nova diretoria do STU em uma Plenária da Fasubra, e esses momentos são muito importantes para a formação e fortalecimento político, principalmente por estarmos em um ano eleitoral que vai precisar da nossa conscientização e empenho para derrotarmos o atual governo.

Confira a seguir o Informe de Direção da Fasubra com o relatório completo da Plenária Nacional:

porStéphane Powaczuk

09 de junho tem ATO em defesa da Educação e da Ciência às 12h no Pavilhão Básico

Nesta quinta-feira, 09/06, às 12h, vai acontecer um ato em defesa da Educação e da Ciência, no vão do Pavilhão Básico da Unicamp. Esse encontro está sendo convocado pelo DCE da Unicamp, juntamente com as representações sindicais, e estudantil como ANPG, UNE, UBES, STU, ADunicamp, ANDES, entre outros.

É um dia dedicado a mobilização em defesa da educação e da ciência que recebeu mais um ataque do atual governo recentemente com o corte de verba de R$3,3 bilhões para educação, atingindo as universidades e rede de institutos federais, e mais R$2,9 bi da Ciência e da Tecnologia.

O Fórum das Seis apoia essa atividade e nós do STU convidamos todos/as a se somarem nessa luta.

Vamos juntos/as defender a educação, e a ciência pública.

porStéphane Powaczuk

FASUBRA chama Plenária Nacional início de junho

Em breve faremos Assembleia para escolha de delegados/as do STU

A FASUBRA Sindical realiza sua primeira Plenária Nacional Presencial pós-pandemia, nos próximos dias 3, 4 e 5 de junho de 2022, em Brasília-DF, com a seguinte pauta:

1. Informes da Direção Nacional;

2. Conjuntura Nacional e Internacional (com ênfase nas eleições gerais), campanha salarial dos SPF e a IN 54.

3. Calendário;

4. Outros.

No dia 03, a partir das 15h, haverá um painel híbrido sobre trabalho remoto e democracia nas universidades.

Nesse sentido, orienta as entidades filiadas a realizarem rodada de assembleias para eleição de delegados (as) até 25 de maio. É fundamental que as entidades se mantenham mobilizadas. A DN da FASUBRA também reafirma as orientações para as entidades de base:

➢ Realizar reuniões com as entidades da educação ANDES, SINASEFE, DCEs e APGs, nos estados;

➢ Construir e participar dos Fóruns estaduais dos SPF e/ou de Fórum em Defesa dos Servidores e dos serviços públicos;

➢ Pressionar os senadores do seu estado a assinar a CPI do MEC e negociação coletiva no serviço público em defesa do reajuste dos Servidores públicos;

➢ Fortalecer as mobilizações através de atos, divulgação das campanhas da FASUBRA e do FONASEFE por meio vários nas páginas das entidades e outros como: outdoors e busdoors nos estados;

➢ Pressão nas reitorias através dos Conselhos Universitários para enviar moções de apoio pela abertura da CPI no Senado para apuração de corrupção no MEC e cobrando reajuste salarial dos TAE.

Texto: Fasubra

porFernanda de Freitas

1º de Maio | Pelo Emprego, Direitos, Democracia e pela Vida

Domingo, 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, vamos tomar as ruas do país para cobrar “Defesa do Emprego, Direitos, Democracia e pela Vida”.

Em Campinas haverá um ato curto, a partir das 10h, no Largo da Catedral, após o encerramento da Missa do Trabalhador na Catedral Metropolitana de Campinas.

Diferente dos anos anteriores, o foco deste 1º de Maio será a mobilização em São Paulo. Por isso, após o ato no Centro de Campinas, vários ônibus sairão do Largo do Pará rumo ao ato Unificado em São Paulo, no Pacaembu.

Caravana a São Paulo

O Ato Unificado do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, em São Paulo, vai intensificar a luta por mais direitos e por um país mais justo, com uma política econômica que priorize o desenvolvimento com geração de emprego e renda para o país, ou seja, o oposto do que a dupla Bolsonaro/Paulo Guedes, ministro da Economia, vem fazendo desde 2019.

Para mostrar a nossa capacidade de mobilização, as entidades sindicais e populares que constroem o 1º de Maio, aqui em Campinas, estão organizando várias caravanas de ônibus e vans para o ato em São Paulo.

Assim que terminar a manifestação em Campinas, por volta das 11h, os ônibus partirão para São Paulo, na Praça Charles Miller (Pacaembu).

Interessados em participar da caravana podem enviar a suas informações (nome, RG e o número do celular) para o e-mail: [email protected] solicitando a reserva da sua vaga.

Entre as lideranças sindicais, políticas e religiosas e outras personalidades, grandes atrações como a cantora Daniela Mercury, que fará um show especial neste dia, estarão no palco das Centrais Sindicais em São Paulo.

Um dos maiores nomes do samba brasileiro e importante liderança política, a cantora Leci Brandão, marcará presença. Além de Dexter, Francisco El Hombre e DJ KL Jay.

O evento será transmitido ao vivo pelo Youtube e Facebook da CUT, das entidades filiadas e das centrais sindicais; e pelo Youtube da TVT (Youtube.com/redeTVT).

Pautas do Conclat 2022

No dia 7 de abril, as Centrais Sindicais realizaram o Conclat 2022 (Congresso da Classe Trabalhadora), que resultou no documento Pauta da Classe Trabalhadora, com propostas para o desenvolvimento do país.

Esse documento será exposto ao público no Dia 1° de Maio, para consolidar e fortalecer o diálogo sobre os rumos do nosso país. Entre os temas abordados temos:

  • Emprego e renda;
  • Contra os aumentos de preços de alimentos e combustíveis;
  • Valorização do salário mínimo;
  • Contra a fome e a miséria;
  • Mais direitos;
  • Valorização dos serviços e dos servidores públicos;
  • Defesa da democracia;
  • Mais investimentos em saúde, educação e transportes;
  • Contra a carestia.

Eleições Gerais

Neste ano de eleições a principal tarefa dos movimentos sindicais e populares, entre eles o STU, é dialogar com os trabalhadores e trabalhadoras sobre o futuro do país.

Precisamos mobilizar a população e conscientizar sobre o aumento da fome, da miséria, do desemprego, dos preços dos alimentos e dos combustíveis. Além dos cortes de verbas da Educação e Saúde e os ataques aos direitos dos servidores públicos.

Tudo isso tem prejudicado consideravelmente a classe trabalhadora, em especial os mais pobres. Então, não basta construir uma frente para derrubar o Bolsonaro e a sua corja. É preciso, urgente, somar forças para eleger políticos comprometidos com a vida, com a democracia, os direitos sociais e trabalhistas e que defenda as instituições e serviços públicos.

Vamos fazer um grande ato em Campinas e depois somar-se aos demais trabalhadores e trabalhadoras do estado, lá na capital, para realizar o maior 1° de Maio da história deste país em defesa da vida e pelo #ForaBolsonaro.

Fonte: com informações do Portal da CUT

porStéphane Powaczuk

9 de Abril: Dia Nacional de Mobilização – Bolsonaro Nunca Mais!

Neste sábado, 09/04, às 9h, no Largo do Rosário, vai acontecer o Ato – Bolsonaro Nunca Mais em Campinas e região e a diretoria do STU estará presente no ato defendendo os serviços públicos, mais empregos, mais renda e melhores condições de trabalho e de vida para a população.

Vamos levar às ruas a nossa indignação contra essa política de exploração e fome imposta por Bolsonaro.

Após o ato vai ser realizada uma caminhada pelo centro.

Também vai ser arrecadado um quilo de alimento não perecível ou produtos de higiene e limpeza para Campanha de Solidariedade.

Venha de máscara e traga álcool gel.

Vem com a gente registrar o seu protesto no ato #BolsonaroNuncaMais

#ForaBolsonaroMourão #ContraAumentoCombustíveis #NãoÀFome #NãoAoDesemprego

porStéphane Powaczuk

FONASEFE discute construção de Greve Geral Unificada para início de 2022

O ano de 2022 começou com a categoria de servidores públicos federais mobilizados. O Fórum das Entidades Nacional dos Servidores Públicos Federais (FONASEFE) vai promover uma reunião na sexta-feira, 14, para construir um calendário de mobilização contra os ataques promovidos pelo desgoverno de Jair Bolsonaro.

As entidades que compõe o Fórum, como a Fasubra Sindical, estarão presentes para debater o calendário do movimento, o reajuste salarial e o enfrentamento ao desmonte do Estado.

Segundo o Coordenador Geral da Fasubra, Toninho Alves, a indicação é que os técnico-administrativos e administrativas façam rodadas de assembleias neste mês, conforme deliberado na última Plenária Nacional que foi realizada em dezembro. “A FASUBRA realizou sua plenária em dezembro e debateu, entre outras questões, a campanha por reajuste salarial. Orientamos as entidades de base a discutir outras questões também, como o Decreto 10.620 e o movimento unificado com o Fonasefe. A nossa preocupação é buscar a unidade do serviço público. Foi assim que derrotamos a PEC 32. Então é fundamental que realizemos rodadas de assembleias em janeiro. A questão da recomposição salarial e outros elementos unificam os servidores. Precisamos de uma campanha que possa dialogar com todos os servidores públicos do país”, enfatizou Toninho Alves.

A verdade é que os servidores públicos não abrirão a guarda enquanto o país estiver sendo governado por Jair Bolsonaro. A categoria está indignada com a intenção do governo em promover o desmonte dos serviços públicos, por meio da Reforma Administrativa (PEC-32), e com o congelamento dos salários da classe trabalhadora do serviço público.

O conjunto de servidores públicos está suportando o congelamento salarial há pelo menos cinco anos. De acordo com o Dieese, devido à inflação do período, as perdas já ultrapassam 40%. Enquanto isso, o governo anunciou reajuste para a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Departamento Penitenciário Nacional (Depen). 

Servidores do Banco Central anunciaram a adesão ao movimento de entrega de cargos e paralisação nacional no dia 18/1. Outras categorias do Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado) também vão paralisar as atividades em todo o país neste dia.

O processo de luta vai continuar, parecido ao ocorrido contra a PEC 32 (Reforma Administrativa), que foi tão intensa a ponto de não ser colocada em votação no plenário da Câmara dos Deputados. Foram três meses de mobilizações com atos unificados. Sendo assim as entidades apostam na Greve Geral Unificada. Uma Plenária Nacional dos Servidores Públicos será realizada no final deste mês.

porFernanda de Freitas

Sábado (2) vamos às ruas pelo #ForaBolsonaro

Neste sábado (2) o povo volta às ruas do Brasil inteiro para derrubar Bolsonaro. Vamos denunciar o descaso na pandemia da Covid-19, que levou à morte mais de 590 mil pessoas, e lutar contra as privatizações, o desmonte dos serviços públicos, a retirada de direitos, o empobrecimento da classe trabalhadora.

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Estaremos concentrados no Largo do Rosário, a partir das 9h, com o Bloco do STU, defendendo os serviços públicos e a Educação e cobrando a derrubada da PEC 32, do PLC 26 do Doria e do confisco aos aposentados e pensionistas estaduais paulistas, entre outras pautas.

Às 11h está prevista a saída dos ônibus do Largo do Rosário rumo ao Ato Conjunto no MASP, em São Paulo.

Os trabalhadores da Unicamp que quiserem participar da mobilização em São Paulo deve enviar seu nome para a Secretaria do STU pelo e-mail [email protected] ou envie mensagem para o WhatsApp (19) 99744-4890.

Programação – Sábado (02/10)

  • 9h – Largo do Rosário: Concentração da Manifestação
  • 11h – Largo do Pará: Saída dos Ônibus para participar da Manifestação no MASP/SP
  • 13h – MASP em SP: Ato Conjunto